quarta-feira, dezembro 1, 2021

Saab Naval

Um CVF diferente

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A concepção mostra o CVF britânico com os dois concorrentes do JSF, catapultas e aeronave AEW Hawkeye. Há quem diga que a opção CTOL (Conventional Take-off and Landing – decolagem e aterragem convencional) seria muito melhor para a RN do que a STO/VL adotada. Clique na imagem para ampliar.

cvf-large

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Ivan

Os ingleses novamente com problemas de orçamento.

Vão terminar buscando uma solução intermediária que não será nem econômica nem efetiva.

Os franceses estão no mesmo caminho.

Se a Europa fôsse realmente unida buscaria uma solução conjunta.
Já estão desenvolvendo o casco em conjunto, mas o ideal, para eles, é ter todo o conjunto, inclusive (quem sabe) a Ala Aérea.

Danilo

Acho que esta opção CTOL seria a melhor a julgar pelo tipo de missão que a Royal Navy realiza junto com a OTAN, mas eles devem ter uma boa explicação para adotar um tipo diferente de emprego.

Sds.

Bronco

Eu sou um defensor do conceito convencional de NAe. Mas, no caso específico da Royal Navy e levando em consideração os futuros meios empregados, tenho algumas ressalvas. Os dois PAs britânicos atuais têm uma concepção interessante: navios com deslocamento razoável e com bons sistemas de defesa, além de uma boa capacidade de carga e possibilidade real de emprego multimissão, pois pode atuar como navio logístico, porta-helicópteros, dentre outras funções além da óbvia função de PA de proteção da frota e projeção de poder em terra, além de com sua ala aérea prover fogo de apoio a desembarques. Meu único pé… Read more »

Danilo

Pode ser mais ai, não seria mais barato entaum comprar os F/A-18 Super Hornet e operar um porta-aviões menor, do que construir um porta aviões de 65.000 toneladas e comprar os tão aguardados F-35B lightning II, que quase empatam com o valor do NAE.

Bronco

Danilo, Os F/A-18 E/F operam em PAs convencionais, fora dos padrões da Royal Navy. Além disso o F-35 é uma aeronave mais capaz, furtiva e com características mais interessantes: decolagem e pouso curto e/ou decolagem e pouso vertical. Mesmo carregado. Um PA de 65 mil ton se justifica pela necessidade de se operar uma ala aérea maior que a atual. Essa, aliás, sempre foi uma observação feita a partir da capacidade de carregar aeronaves dos PAs de Ski Jump europeus (Ingleses, Espanhol e Italiano). Também se justifica pela possibilidade de, no futuro, operar aeronaves de asa fixa de maior porte… Read more »

Ivan

Bronco,

Concordo que o F-35 tem muito mais futuro que o F/A-18 SuperHornet.
Acrescento que a Inglaterra já está muito envolvida com este projeto para voltar atrás.
Entretanto o SuperHornet tem muito futuro ainda na US Navy, e será complementado pelo F-35.
O F/A-18 E/F/G SuperHornet chegou para substituir o F14 TomCat, A-6 Intruder, S-3 Vicking, EA-6B Prowler, KA-6 e KS-3.
O F-35 Lightning vai substituir os F/A-18 A/B/C/D na US Navy e Marines.

Abç, Ivan.

Rodrigo Rauta

Exato Ivan, so complementando, os Sh deveram ser substituidos por um caça de sexta geração, ainda a ser desenvolvido, ou ja sendo, pelos EUA!

Abraços

Felipe Cps

Danilo em 29 out, 2009 às 22:32: Danilo, segundo consta tem muita gente na Inglaterra falando em desistir do F-35B (ao menos pelos próximos 10 anos) e adquirir o F/A-18E Super Hornet, muito mais barato e robusto, que carrega quase a mesma suíte de armas, também tem baixo RCS, e já foi testado em combate. Inda mais depois da bem-sucedida experiência australiana. E consequentemente em trocar ao menos temporariamente a concepção STOVL pela CTOL. Aliás, não é só o Brasil que tem jaboticabas: a Grã Bretanha também tem as suas… Bronco em 29 out, 2009 às 22:56: Amigo, você vinha… Read more »

Danilo

Felipe Cps, Acredito exatamente nisso o F-35 ainda leva um tempo até decolar e mesmo que acelerem o processo de comissionamento deste tipo de aeronave, no caso dos americanos eles não iriam opera-los a partir dos CVN que eles ja possuem ou seja CTOL, por isso não seria melhor para a própria Royal Navy seguir os preceitos do aliado e produzir um NAE de proporções adequadas e que possa operar os Super hornet, os Harriers que eles ainda usam e os Seaking de alerta antecipado ou mesmo embarcar os S-2 Tracker e em um futuro proximo os próprios F-35, Qual… Read more »

Felipe Cps

É isso Danilo.

defourt

Senhores “especialistas” em assuntos militares com a humilde permissão de vossa atenção:

Na Lingua Portuguesa, que penso ser a nossa, o FUTURO DO PRESENTE dos verbos possuem terminação em A, O, Til. Ou seja:

deverÃO,
partirÃO,
desenvolverÃO,
voarÃO,
nascerÃO

farÃO ainda algo, no FUTURO!

terminação em ‘AM’ é pretérito perfeito (JUSTO O CONTRÁRIO) é passado!

deverAM
partirAM
desenvolverAM
voarAM
nascerAM
morrerAM

Obrigado senhores “especialistas”!

entenderAM?

ou ainda

entenderÃO?

Abraço gente

[com a melhor das intenções!]

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