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OPV90

O site ALIDE procurou o estaleiro FASSMER para poder conhecer um pouco mais sobre seus navios, que poderão vir a equipar a Marinha do Brasil.

Para ler a entrevista exclusiva com o Sr. Rene Quezada, representante da FASSMER GmbH, sobre o OPV (Ocean Patrol Vessel) ou Navio de Patrulha Oceânico, que poderá ser escolhido pela Marinha do Brasil para a proteção da extração de óleo na área do Pré-Sal, clique aqui.

SAIBA MAIS:

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

47 Responses to “Entrevista com o representante da FASSMER no Brasil” Subscribe

  1. corsario01 17 de abril de 2010 at 16:08 #

    LINDO demais este OPV.

    Pra mim já levou!

  2. Rodrigo RRT 17 de abril de 2010 at 16:44 #

    O OPV 1800 da inace ficou só na maquete né? nunca mais tive noticia deste projeto.

  3. Mauricio R. 17 de abril de 2010 at 16:53 #

    Uma mudada no desenho das chaminés e fica lindo, mesmo.

  4. Elizabeth 17 de abril de 2010 at 17:31 #

    É um erro conceitual encomendar o projeto de um navio de patrulha oceânica a um estaleiro interno, bem como é um erro adotar mesmo que de graça um projeto externo.

    Quando fazemos isto, estamos dando uma demanda interna de desenvolvimento de engenharia naval a um cliente externo.

    Seria o mesmo que a FAB comprar um projeto de avião bimotor turboélice no exterior e pedir para a Embraer produzir. Teríamos matado o projeto Bandeirante e com ele 40 anos de indústria aeronáutica.

    Se a MB friamente fizer as contas e descobrir que não tem engenheiros capacitados para projetar um NaPaOc, ou que não tem tecnologia ou que não tem dinheiro ou qualquer que seja o motivo, então temos que redefinirmos as expectativas e mudar todo um planejamento e uma retórica política que hoje nos obriga comprar submarinos a preços elevadíssimos, porque alguns acreditam que temos uma engenharia naval e capacidade de construção que nos permita a chegar a um submarino nuclear ou a um porta aviões nacional.

    A demanda interna por P&D é um ativo que não podemos desperdiçar. Um projeto como este é a continuidade de formação de corpo técnico para uma marinha que desde o programa de corvetas nos anos 80 não projeta um navio militar partindo da folha de papel em branco.

  5. Braziliano 17 de abril de 2010 at 17:33 #

    Gostei da parte da entrevista onde é informada a possibilidade de colocação de mais armamento, equiparando-o à uma corveta.

  6. Elizabeth 17 de abril de 2010 at 17:34 #

    ERRATA:

    É um erro conceitual encomendar o projeto de um navio de patrulha oceânica a um estaleiro EXTERNO.

  7. Mauricio R. 17 de abril de 2010 at 18:24 #

    É o mesmo erro cometido qndo tentou-se fabricar no Brasil o design Vosper QAF 46 meters, que resultou na classe Grajaú.
    Por falta de capacitação técnica dos estaleiros nacionais envolvidos fomos obrigados a construir cascos desse navio na Alemanha.
    Não aprendemos a lição e estamos repetindo tdo de novo, somente que agora c/ um casco francês antigo e que está dando baixa no pais de origem.

  8. gerso carvalho 17 de abril de 2010 at 18:29 #

    Caros amigos, não tem misterio com a MB seus proximo escoltas e patrulhas oceanicos vão ser Italianos! e pronto. nam adianta ficarem falando muito.

  9. Nick 17 de abril de 2010 at 19:43 #

    Essas FASSMER me parecem bem adequadas, de que país é esse estaleiro???

    []‘s

  10. Primo 17 de abril de 2010 at 19:52 #

    Eu torcia para que a MB projetasse, comprasse ou construísse algo como a Absalon, o conceito é muito bom e se adequa as intenções do Brasil (ou dos politicos brasileiros) de participarem mais em operações externas e ter uma maior representatividade.

    A titulo informativo é uma fragata bem armada que suporta 2 helicopteros pesados, 200 soldados para desembarque e até 7 Leopards.

    Link legal do que eles fizeram com piratas somalis
    http://www.liveleak.com/e/6fe_1228434538

    Grande Abraço
    Primo

  11. Galante 17 de abril de 2010 at 21:10 #

    Pessoal, falar de avião aqui no Poder Naval, num tópico de Navio Patrulha Oceânico? Não dá, né?

    Comentários fora do tópico apagados.

  12. GHz 17 de abril de 2010 at 21:31 #

    Pegando carona no que Elizabeth disse, eu bem que gostaria saber que fim levou o projeto de NPaOc desenvolvido pelo Centro de Projetos de Navios (da MB) no final dos anos 1990, que inclusive saiu em contracapa de Revista Marítima Brasileira. Lembrava uma mini-Lafayette.

    [[ ]]
    GHz

  13. GUPPY 17 de abril de 2010 at 21:36 #

    Será se seria interessante comprarmos uns três navios de fabricantes diferentes(no caso aqui três OPVs) para os nossos engenheiros navais analisarem todos os detalhes possíveis, engenharia reversa, etc, e projetarem um nacional incorporando o melhor de cada um? Queen Elizabeth (com a permissão do amigo defourt), como engenheira, o que achas da minha pergunta?
    Obs: Todas as minhas colocações em relação a você são 100% com respeito.

  14. Elizabeth 17 de abril de 2010 at 21:51 #

    Ola Guppy,

    Comprar três navios diferentes para engenheiros projetistas analisarem o seu projeto, pode ser um sonho para os “engenheiros projetistas”, mas um pesadelo para os engenheiros de manutenção e pessoal de planejamento logístico.

    A questão não é precisar ou não copiar tecnologia dos outros. As corvetas foram navios muito mais complexos e foram projetados pela marinha a quase 30 anos atrás.

    A questão principal é ser coerente com uma estratégia de médio / longo prazo.

    Não podemos deixar o conhecimento de projeto de navios de superfície para emprego militar “vazar” entre as mãos, dai este programa ser fundamental.

  15. GUPPY 17 de abril de 2010 at 22:04 #

    Elizabeth,

    Ok. Muito obrigado pela explicação supra.

    Abraços

  16. Marcos Pesado 18 de abril de 2010 at 0:44 #

    Caro Galante, eu gostaria que me explicasse o que é estar dentro e fora do tópico. Por exemplo, falar de avião no Poder Naval em tópico falando de NAPOC é fora de tópico (perfeito). Agora, falar que o Equador vai privatizar a indústria petrolífera equatoria é estar dentro do tópico? Só gostaria de entender o critério…

  17. Galileu 18 de abril de 2010 at 1:05 #

    Pra que comprar alguns NaPa se a MB pode projetar 1 se é que já não projetou.

    Mesmo eu achando que NaPa não vira, ao invéz de NaPa vamos direto para Fragatas…..mas não sou expert em Marinha de Guerra pra afirmar isso.

  18. MO 18 de abril de 2010 at 3:15 #

    gerso carvalho – Enviado em 17/04/2010 às 18:55

    (Nota ds Ediitores – MO) – Comentado deletado, nada a ver com o tópico do post

  19. MO 18 de abril de 2010 at 3:25 #

    Marcos Pesado

    Realmente procede seu comentário, (EU) não tinha reparado, creio idem aos outros EDTs, mas no momento devidamente deletado devido a não ter absolutamente com o post

    Abs
    MO

  20. corsario01 18 de abril de 2010 at 6:12 #

    A MB tem o projeto de seu próprio OPV, mas, me parece que a mesma não quer arriscar a ter um produto que não seja tão bom quanto os outros que já existem no mercado.
    Minha visão.
    Eu vi o projeto da MB e achei ele bem legal, mas talvez existam limitações nele.
    Como não sou engenheiro não posso afirmar nada além disso.
    Concordo com a Elizabeth quanto a necessidade de se projetar aqui e bancar isso, mas certamente existem outros fatores que impediram do projeto do CPN ir adiante.

    Essa ciranda é bem profunda e é melhor deixar quieto.

  21. Ricardo 18 de abril de 2010 at 8:02 #

    Corsario,

    Bom dia.

    Então devo entender que a MB não confia no projeto ? Se positivo tambem não vai confiar no seu proprio corpo de engenheiros ?

    Ai complica :(

    Salute !

  22. Danilo 18 de abril de 2010 at 11:26 #

    Galante,

    Mil desculpas por comentários fora do tópico, não irei mas me entrometer nas discussões aqui iniciadas.

    Desde já obrigado pelos belos esclarecimentos proprocionados e me retiro desde já.

    Saudações cordiais,

    Danilo

  23. JSilva 18 de abril de 2010 at 11:54 #

    É Corsario projeto nacional só da DEN mesmo e eles nunca vao sair do papel se nao conseguirmos manter escala de producao para cometermos erros e acertos. Por isso só a favor de continuar construindo Barrosos mesmo nao gostando do navio.

    Esses estaleiros por ai nao tem projeto proprio nenhum, é tudo licenca e projetos modificados.

    O pote de ouro é a DEN. Vou falar mais uma vez DEN e o o Escritorio de Projetos Navais.

  24. Antonio M 18 de abril de 2010 at 12:37 #

    Aquele dispositivo vermelho, seria um canhão d’água?

    Independente de quem ganhar, além que seja o melhor projeto, que o Brasil tenha condições de contruí-las por aqui, adquirindo mais know-how para projetos atuais e futuros.

    E se for um canhão d’água mesmo, fico mais satisfeito pois A MB (já que não temos guarda costeira) precisa de navios assim, que além de patrulha possam desempenhar busca/salvamento com toda eficiência, necessidade já demonstrada na tragédia da Air France e liberando nossas fragatas desse trabalho.

  25. MO 18 de abril de 2010 at 12:39 #

    é sim

    MO

  26. Antonio M 18 de abril de 2010 at 12:40 #

    Ah sim, e quem sabe permitindo a justa aposentadoria da Imperial Marinheiro e Caboclo ?! Se é que isso é possível! rsrsrs!!!

  27. Invincible 18 de abril de 2010 at 12:48 #

    Caramba!

    Que máquina… Torço para que venha e que venha logo… Quanto os Brasil pretende adquirir?

  28. MO 18 de abril de 2010 at 13:02 #

    Teoricamente não Antonio

    Estes navios não tem capacidade de reboque oceanico, principal ou dos dos principais adjetivos das IM´s

    o que causa confusão na cabeça, pincipalmente dos não experientes é a denominação CV para estes navios. Em sua construçãso (periodo de e pro0jeto) saim elas eram CV natas, mas com o passar do tempo deixaram de ser CV em concepção e se tornaram NA´s, so que a MB nãso alterou sua denominação

    Dai o no qdo se fala em CV IM ou CV Caboclo, na cabeça dos menos experientes, gerando aques 300 coments de VERGONHA, and afins

    Por essa, outras dessa e mais outro monte de argumentos que defendo para função um AHTS, pois apenas a titulo de info, em situação de combate naval de porte, não escaramuça de fronteira um navio como este (o do post) perde todo seu valor militar, e como patrulha e SAR tem sua função limitada em todas as variaveis de funçoes operando como tal

    Antes que falem AHTS convertidos operam com helos tbm …

    Abs
    MO

  29. Galante 18 de abril de 2010 at 14:11 #

    Danilo, que bobagem. A gente criou o Poder Aéreo justamente a pedido dos leitores para discutirem aviação lá e não no Poder Naval.

    Cada um no seu quadrado, poxa! É pedir muito?

    Estamos discutindo NaPaOc aqui, aí vem gente falar de Su-34? Daqui a pouco a conversa descamba para o famigerado F-X2.

    Se fosse aviação embarcada, pelo menos, tudo bem.

  30. Wolfpack 18 de abril de 2010 at 14:32 #

    Senhores, é uma bela opção para a MB, mas o que são aquelas escotilhas a meia nau? Parece navio de cruzeiro.
    Sou mais as FREMM Italianas ou Francesas.
    []s

  31. Galante 18 de abril de 2010 at 14:52 #

    Wolfpack, navio de guerra de macho é Arleigh Burke, KDX-II ou III, a F-100 espanhola. O resto é “navio de papel”.

    Quero ver o dia que tomarem um Exocet se aguentam.

  32. Antonio M 18 de abril de 2010 at 14:53 #

    Obrigado pelos esclarecimentos sr. MO e confirma como é impressionante a classe Imperial Marinheiro, navios construídos a mais ou menos 60 anos ainda com características interessantes e necessárias. Sua opinião quanto ao valor militar da NPO é correta, por isso que insinuei sobre não termos uma guarda costeira onde o referido NPO se encaixaria muito bem e mesmo não podendo oferecer resposta efetiva contra meios puramente militares, teria a obrigação de ser plenamente capaz de estar dentro de um sistema de alarme antecipado envolvendo MB/FAB e comtemplar essa característica citada de receber mais dispositivos e ter poder de fogo de uma corveta em caso de guerra.

  33. Antonio M 18 de abril de 2010 at 15:17 #

    Ah sim, é MO apenas ! Somente agora passei lá pelo artigo “FINDEP”! rsrsrsr!!!!

  34. Piramboia 18 de abril de 2010 at 16:01 #

    O que não foi comentado foi a similaridade com os OPVs chilenos, porém mais esticados. Creio ser dessa firma alemã o projeto deles. Corrijam-me por favor. Mas que é parecido com eles…

  35. Piramboia 18 de abril de 2010 at 16:32 #

    Kd o meu comentário postado?

  36. Primo 18 de abril de 2010 at 18:45 #

    Opinião de leigo.

    Essa história de OPV é até uma história bonita, mas vamos e convenhamos não dá para ir a guerra com isso, eles são navios para tempos de paz, e para ficar intimidando a pirataria e o tráfico de drogas.

    Se me dizem que vão produzir estes barcos para estimular o aparecimento de uma nova massa de engenheiros e estaleiros aptos a futuramente produzirem barcos maiores tudo bem, mas comprar o projeto e as vezes a construção e botar aí não me pareçe uma idéia coerente com o que apregoa a END.

    Na minha opinião de leigo só usa OPV e Fragatas país que PODE, e nós não podemos ($$$$), vejam os EUA, tem o LCS1 e 2 que tem até poucas armas para o tamanho das crianças e tem as verdadeiras Fragatas (e muito mais que é necessário para uma marinha de águas azuis), agora pergunta o custo de manter tudo isso.

    O que eu acho diante disso é que vamos ficar nos OPV e sem escoltas por que não vamos ter $$$$ para bancar a infra, a manutenção e talvez nem marinheiro para tanto navio (se isso tudo que falam virar verdade) tenhamos ehehe.

    A pergunta que nós poderíamos fazer, a END responde: “O país quer arcar com o custo de uma indústria militar e manter um poderio bélico médio?” está respondido lá que sim, mas será que é verdade? Eu estou cansado de promessas não cumpridas e escaldado com essas histórias, por isso tanta elocubração, se soubéssemos que o escrito vai valer, não precisava nem estar escrevendo essas linhas.

    Colocaria a F-125 Alemã na lista do Galante.

    E minha favorita Absalon tb eheheh

    Grande Abraço

  37. GHz 18 de abril de 2010 at 22:00 #

    Primo disse em 18 de abril de 2010 às 18:45

    Pense na seguinte situação (baseada em fatos reais):
    O SALVAMAR BRASIL recebou informação de um veleiro naufragando a umas 500 milhas do litoral brasileiro, com 6 tripulantes a bordo. Vc, como um hipotético Oficial de Operações de um Comando de Distrito Naval, responsável pelas ações decorrentes, teria a disposição as seguintes alternativas de navio a ser acionado:

    (A) um NPaOc de 1.800 ton, com 60 tripulantes, 4 motores a diesel (consumo de cada motor “x” e revisõs feitas no Brasil), que chega na cena de ação com todo o material necessário ao socorro, a uma velocidade de 20 nós, operando helicóptero de dia e de noite; ou

    (B) uma fragata de 4.000 ton, com 220 tripulantes, 4 turbinas a gás (consumo de cada turbina “3x” e revisões são feitas no Reino Unido), que chega na cena de ação com todo o material necessário ao socorro, a uma velocidade de 20 nós, operando helicóptero de dia e de noite.

    Obs.1: a velocidade da fragata está em 20 nós porque uma das turbinas está com problemas.
    Obs. 2: ao ser acionada para o socorro, a fragata deixará de participar de uma importante operação combinada como integrante de um grupo-tarefa, afinal de contas o socorro à vida humana em perigo pretere o exercício.

    Está fácil, não?

    [[ ]]
    GHz

  38. GHz 18 de abril de 2010 at 22:04 #

    Atenção, meu post anterior não foi feito em tom de deboche, mas em tom de tentar trazer à compreensão que uma Marinha profissional precisa de navios-patrulha tanto quanto precisa de escoltas e submarinos.

    [[ ]]
    GHz

  39. JSilva 19 de abril de 2010 at 8:30 #

    Não GHz, não vi deboche algum, alias, é assim mesmo que temos que colocar para o pessoal entender as variáveis envolvidas. Variáveis essas que até nós as vezes, no calor das discussões, esquecemos de levar em conta.

    O GHz ai por um acaso passou pela “12 volts”?

    Agora do NaPaOC/NPaOc foi de doer, o cara (autor) já esta velho e defasado. Ainda é do tempo do NaPaCo, NaPaFlu etc

  40. J Jacahead da Silva 19 de abril de 2010 at 8:30 #

    Esqueci do Jacahead

  41. J Jacahead da Silva 19 de abril de 2010 at 8:34 #

    Segundo o desenho, que não chega a ser uma referencia seria nesse momento, esse sim pode levar o SH-60 pois esta com NH-90.

  42. Ivan 19 de abril de 2010 at 9:55 #

    Elizabeth, bom comentário o seu!

    “A MB tem o projeto de seu próprio OPV”

    Corsário 01, não seria mais interessante que a MB contratasse empresas privadas, com especificações definidas para o desenvolvimento de projetos?

    Ao meu ver, tem pontos positivos neste processo, injeta recursos na iniciativa privada,

    Capacita-as a desenvolverem projetos complexos que podem ser aplicadas em novos produtos, para o mercado, e

    Mantem os custos da inerenteas a mão de obra (inclusive especializada) na própria iniciativa privada.

    Para mim, este processo tem bastante suscesso nos EUA, Inglaterra, França, Itália e por ai vai… (corrija-me se estiver equivocado)

    Eu realmente não entendo o processo de desenvolvimento de projetos da MB, mas aparentemente é diferente do processo da FAB, que contrata terceiro (Embraer) para desenvolver produtos, estou certo?

    Abraços,

  43. corsario01 19 de abril de 2010 at 15:22 #

    Ivan, eu não confio no DEN. Não vou me alongar. Apenas isso.

  44. airacobra 19 de abril de 2010 at 18:39 #

    otimo navio, é ate o momento o melhor que vi para a MB

    *otimas qualidades marinheiras, 4 turcos para lanchas/botes, proa alta, com amurada, popa abrigada pelo convôo, 2 paus de carga na proa, *canhao de espuma
    *convôo com capacidade para qualquer he da MB
    *armamento necessario, podendo ser acrescido mais se necessario
    *e para quem falou mal das vigias, recomento ficar ao menos umas duas horinhas dentro de uma casco de metal como esse com o ar condicionado sem funcionarem pleno verão

    e mais, gostei das chamines ao estilo floreal

  45. GHz 19 de abril de 2010 at 21:02 #

    JSilva disse: 19 de abril de 2010 às 8:30

    Não Jacahead, não passei pela “Brilliant”.

    [[ ]]
    GHz

  46. Noel 20 de abril de 2010 at 1:03 #

    “Eu realmente não entendo o processo de desenvolvimento de projetos da MB, mas aparentemente é diferente do processo da FAB, que contrata terceiro (Embraer) para desenvolver produtos, estou certo?”
    Ivan, a FAB não contrata terceiros, na forma que vc disse; ela desenvolve seus projetos aeronáuticos e/ou espaciais, basicamente, por meio do IAE, ITA ou IEAv, todas as OM’s subordinadas ao DCTA. Ex: KC-390, projeto da EMBRAER, teve sua primeira versão apresentada à COPAC, totalmente remodelado pelo DCTA, o mesmo aconteceu com o A-29, etc… e a MB sabe como funciona, pois possui militares seus, lotados na SDDP/COPAC, assim como o EB também.
    Sds

  47. Primo 20 de abril de 2010 at 23:39 #

    Opa,

    antes tarde do que nunca, de qq forma meu post foi mal interpretado.

    Sem muita sutilizea agora, primeiro tentei dizer que:
    1) Construir navios de patrulha tendo comprado o projeto pronto e uma oportunidade perdida.

    2) Esta dificil de acreditar que serao adquiridos e mantidos tantos OPVs e Fragatas como falam. (motivos custo de manutencao e tripulacao conforme escrevi anteriormente).

    3) Nao questionei a necessidade dos meios mas o custo de manter e adquiri-los bem como a forma como isso podera vir a ser feita sem trazer nenhum beneficio para as areas de engenharia.

    Agora se vcs que sao do meio naval, podem me afirmar que vai ter dinheiro para comprar e manter os meios, ter tripulacao e que construir navios baseados em projetos nao nacionais e legal para o desenvolvimento nacional (abusei da argumentacao retorico) tudo bem.

    Eu torco de coracao que isso seja verdade e mesmo que nao seja vale a pena o sonho.

    (desculpem-me estou usando um problematico computador e estou meio enrolado para usar acentucao aqui)

    Grande abraco
    Primo

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