OPV Trinidad & Tobago

O primeiro “Offshore Patrol Vessel” de três unidades construído pela BAE Systems para a Trinidad & Tobago Coast Guard está fazendo testes de mar em Portsmouth, para entrega no final deste mês.

O Port of Spain é parte do contrato assinado em 2007, para a construção, integração, testes e comissionamento de três navios para o Governo da República de Trinidad e Tobago.

Os navios têm 90m de comprimento, podem permanecer no mar por 35 dias, atingem velocidade máxima de 25,8 nós e serão usados para a proteção da Zona Econômica Exclusiva (ZEE), combate ao tráfico de drogas e apoio em missões de socorro.

Sob o contrato, a BAE Systems proverá treinamento e 5 anos de apoio logístico à Trinidad & Tobago Coast Guard, depois da entrega dos navios, enquando o Ministério da Defesa britânico fará o treinamento das tripulações.

O primeiro navio foi construído pelo estaleiro da BAE Systems em Portsmouth, enquanto o segundo e terceiro navios estão sendo construídos em Scotstoun, Clyde.

OPV Trinidad & Tobago (2)

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

14 Responses to “BAe Systems faz testes finais no primeiro OPV de Trinidad & Tobago” Subscribe

  1. Edu Nicácio 18 de maio de 2010 at 17:04 #

    “Trinidad e Tobago”??? E nós, o que temos?

    Lamentável…

  2. Mauricio R. 18 de maio de 2010 at 17:24 #

    A derrapada, melhor a saída de traseira, é proposital ou normal???

  3. marujo 18 de maio de 2010 at 17:30 #

    Alguém tem a ficha técnica deste barco? Ele está na concorrência brasileira para os patrulhas de 1.800 t?

  4. MO 18 de maio de 2010 at 17:41 #

    Esta curva faz parte de provas de mar padrão de qualquer navio, para alem de outras coisas medir o raio de uma guinada a todo leme

    Abs
    MO

  5. MO 18 de maio de 2010 at 17:42 #

    9 FFG, 5 CV´s, 5 S ….

    Serve, ixpertão !

    MO

  6. Marcelo Martins 18 de maio de 2010 at 19:48 #

    Belíssima foto do barco antes do lançamento!
    Alguém aí sabe dizer o tamanho da tungada que os 3 ministérios militares levaram nesses cortes que o governo andou anunciando?

  7. vassili 18 de maio de 2010 at 19:49 #

    Sepol,

    Vendo a última foto, num pude segurar, vou ter que zoar um pouco:

    Esse OPV está em provas de mar coisa nenhuma, mais parece o Kid Bengala……… coitado dos barcos piratas se ele der uma “estocada” num deles……..

    Esse domo num está meio desproporcional não?????? udo isso é para sonar??????? em um OPV??????

    abraços.

    obs: num vem com resposta tipo “à prova de OVI não”…..rsrsrsrsss……

  8. vassili 18 de maio de 2010 at 19:53 #

    Edu,

    Calma que a fila anda……

    A MB pretende licitar ainda este ano um primeiro lote de embarcações de porte similar…… ao que tudo indica, seriam 5 unidades…… com a possibilidade de, no futuro, o nº chegar à 12………. se a verba permitir, é claro……..

    Os italianos da Fincantieri estão confiantes que levam este contrato da MB…… eu, sinceramente só acredito vendo……..

    abraços.

  9. MO 18 de maio de 2010 at 19:57 #

    ta bom então

    ‘Conjectura a prova de Ovi”

    Aquilo não seria um bulbo de proa naum ?

    melhorou o termo “conjectura ” ?

    kkkk
    MO

  10. vassili 18 de maio de 2010 at 20:44 #

    e aquilo ali é a proa?????????? jurava que era estibordo……… lembra??

    KKKKKKKKKKK……

    abraços mais uma vez mestre……..

  11. Leonardo 18 de maio de 2010 at 20:47 #

    Qual o deslocamento desse OPV? :)

    A BAE Systems é excelente nesses projetos navais, mas gosto mais do projeto de OPV da Inace, que gostaria de ver na nossa Marinha!
    Acho que eles tem competência pra fazer ainda mais, porém é claro que com uma ajuda do GF, senão não há milagre que faça isso acontecer.

    Aliás, Galante, bem que poderia colocar os links dos projetos semelhantes para comparação, assim como fez com os Navios Patrulha.

    Abraços a todos!

  12. Mauricio R. 18 de maio de 2010 at 21:35 #

    MO,

    Obrigado pelo esclarecimento.

  13. Mauricio R. 18 de maio de 2010 at 21:53 #

    A MB assim como as demais forças singulares, tem que poder avaliar e poder escolher aqueles materiais de defesa que melhor sirvam as suas necessidades.
    O papinho do Jobim de privilegiar empresa nacional sem tecnologia e nem competência, em detrimento da segurança e integridade da tropa, não pode ser permitido de maneira alguma.
    Nossos soldados não estão aí p/ servirem de bucha de canhão pq empresa nacional não tem capacidade e menos ainda competência p/ competir no mercado.
    Quem tem tecnologia é quem investiu, quem se capacitou, p/ te-la.
    Então isso tem que ficar pairando sobre a cabeça da indústria tal qual urubú sobrevoando carniça, nossos militares sabem mto bem aonde adquirir aqueles materiais e sistemas que lhes atendem as necessidades operacionais.
    Cabe ao Legialativo, ao Judiciário e a sociedade civil em geral, intervirem qndo algum desvio patrocinado pelo Executivo interferir nesta questão.

  14. Tito 19 de maio de 2010 at 15:17 #

    marujo disse:
    18 de maio de 2010 às 17:30

    Não consegui descobrir o deslocamento mas achei isto

    Especificações técnicas:

    Comprimento total 90,5 metros
    Boca moldada de 13,5 metros
    3,5 metros de calado
    Velocidade superior a 25 nós
    Faixa de 12 nós mais de 5.500 NM
    Endurance 35 dias
    tripulação nominal de 60
    Outras características incluem:

    sensor capaz de armas e ajuste integrados num sistema de comando e controle
    Abrangente sistema de comunicação
    Capacidade de realizar abordagens mar usando onboard RIB e Fast Interceptor Craft
    Alojamento para 50 soldados totalmente equipados
    Capacidade de realizar operações de helicóptero
    O espaço amplo deck para o transporte de contêineres e embarcações de adicional
    Habilidade para reabastecer no mar

    Abs

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