domingo, setembro 19, 2021

Saab Naval

Fragata ‘Defensora’ completa 34 anos de incorporação

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A Fragata Defensora (F-41) é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, o primeiro foi a corveta Defensora construída em 1828.

A Defensora foi a segunda de uma série de 6 fragatas da classe Niterói ordenadas em 20 de setembro de 1970, como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a segunda construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra.

A construção da Defensora foi iniciada em 13 de setembro de 1972, tendo a quilha batida em 14 de dezembro, foi lançada e batizada em 27 de março de 1975, tendo como madrinha a Sra. Zazi Aranha Correia da Costa, esposa do Embaixador Sérgio Correia da Costa.

Fez-se ao mar pela primeira vez em 27 de setembro de 1976 para verificação de dados táticos e provas de máquinas e casco, que se estenderam até o dia 9 de novembro.

Neste período foram navegadas 4994,8 milhas e feitos 15.5 dias de mar.

No período de 10 a 13 de dezembro de 1976 realizou as provas finais de mar sendo aceita e incorporada em 5 de março de 1977.

Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Haroldo Basto Cordeiro Júnior.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história da ” A Deusa” acessando o NGB no site Navios Brasileiros.

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Mauricio R.

Esse projeto teve, a meu ver, 2 erros: 1-) foram construídos somente 6 cascos, nas versões A/S e EG, qndo no mínimo deveriam ter sido construídos 8, de uma única versão que seria a EG mas c/ o VDS e sem o BRANIK. Aliás aquele BOROC, algum dia foi considerado efetivo como arma A/S??? Pq senão trocaria pelo reparo quadrúplo de Seacat. 2-) foram construídas 4 na UK e somente 2 no Brasil, deveria ter sido o inverso, teria sido uma excelente escola, antes do infeliz “projeto Corveta”. Talvez até a MB se mantivesse mais fiel a necessidade de substituir… Read more »

MO

Mauriicio

apenas um detalhe, a necessidade desubistituiçao das Imperial Marinheiro seria por navios de Salvamento e RbAM, não por navios de combate
As IM so foram CV ao pe da letra ate o inicio dos anos 70 (chutando alto)m a partir dai a designação CV confunde quase todo mundo, (Leia´se Navios de salvamento com capacidade de patruha)

daltonl

Mauricio…

na época, anos 70, o BOROC era uma boa arma complementar, tanto que várias marinhas a utilizaram e mesmo hoje, em aguas rasas ou quem sabe contra um minisub possa ainda ter alguma valia.

Os Belgas em suas fragatas chegaram a testar o BOROC como arma anti-torpedo na esperança da salva destruir/desviar o torpedo, mas,
os resultados não devem ter sido tão auspiciosos.

Não esqueça do NE Brasil que foi construído baseado nas Fragatas
então, se não foram 8 cascos , pelo menos 6,5 !! (rs)

abs

Mauricio R.

MO,

Minha idéia é nesse sentido, um navio-patrulha/OPV, dotado de helo orgânico e orientado p/ SAR.
Algo semelhante aos italianos (Cassiopéa, etc…), português(NPO-2000) ou a suspeitissíma “Florael” francesa.

Daltonl,

Na minha idéia seria usado p/ complementar o reparo Mk-8, um foguete baseado no Érica(tem + um outro), dotado de cabeça de guerra carregando sub-munições, como uma CBU.

Estava procurando info, a respeito dos foguetes que se usavam no Boroc e topei c/ esse artigo:

(http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=27&ved=0CEwQFjAGOBQ&url=http%3A%2F%2Fwww.epicos.com%2FWARoot%2FNews%2FAntiSubmarineWeaponsStateArt.pdf&ei=Zg90Ta79JoH48Ab9l-nYDw&usg=AFQjCNFLpiuzbVwpUOSC_ZnZAMzbyIdzXA)

daltonl

Mauricio…

não sei se ajuda, mas quanto aos foguetes do BOROC, são tres
que possuem tipos diferentes de motor e fuso de impacto ou de tempo conforme a situação. 24 rounds no deposito abaixo do BOROC são estocados e rapidamente carregados no lançador duplo.

M/50 250 kg 100 kg de explosivo 355 a 850 m de alcance

Erika 250 kg 107 kg de explosivo 655 a 1635 m de alcance

Nelli 250 kg 80 kg de explosivo 1580 a 3625 m de alcance

abs

Ivan

Eu sempre gostei do BOROC. Em situações de combate ASW de curto alcance (frontal) pode ser uma importante alternativa para atacar, ou mesmo defender. Particularmente em águas rasas ou dentro de um comboio. É curioso observar que os Russos, que necessariamente lutariam em mares fechados, não abrem mão dos seus lança-foguetes ASW, como o unipresente RBU-6000. Acredito que mesmo sendo o helicóptero a melhor arma ASW, haverá momentos em que estes não estarão disponíveis. Pode ser por mau tempo, por estar atrás de outro contato ou por estar em reabastecimento. Assim sendo, entendo que é importante ter alternativas, principalmente para… Read more »

MO

Ache TO pro boroque no atlantico ….

Wagner

Não sei pq me veio na cabeça aquele programa ” ARCHAEOLOGY” que passa no Discovery, tem aquele barbudo que apresenta, e toca aquela musiquinha tipo ópera, bem legal.

Fico imaginando ele falando coisas sobre a MB, o programa termina, com cenas dessa fragata, mais a musiquinha…

” For the Learning Channel” aparecia no final…

Igualzinho…

daltonl

Ivan…

na verdade eram 4 AS e 2 EG .

Como muitos aqui, ainda guardo a revista “Segurança e Defesa” dos anos 80, onde veio inclusive um poster com as diferenças entre as versões.

abraços

Ivan

Dalton,

É vero.

Abç.

Mauricio R.

Daltonl,

Obrigado pelas informações.

daltonl

Encontrei a revista e o poster Galante…

não sei se na época identifiquei seu nome, não apenas por estar em letras miudas, mas escrito na vertical e não na horizontal…merecia melhor destaque.

Parabéns tardio, 25 anos depois, pelo trabalho!

abs

MO

E o desenho original a nanquim teve aqui conosco ….

GHz

MO disse:
8 de março de 2011 às 17:25

Serve os acessos à Baía de Guanabara?

GHz

Galante disse:
8 de março de 2011 às 15:13

Também tenho a S&D, e o desenho ficou tão bom que serviu até para alguns adestramentos. RarIssimamente se vê tamanha qualidade por aqui na publicação de pôsteres com vistas de navios. Parabéns Galante.

[[ ]]
GHz

GHz

Mauricio R. disse:
6 de março de 2011 às 13:55

“Esse projeto teve, a meu ver, 2 erros:

1-) foram construídos somente 6 cascos, nas versões A/S e EG, qndo no mínimo deveriam ter sido construídos 8, de uma única versão que seria a EG mas c/ o VDS e sem o BRANIK. (…)”

Se o VDS EDO 700 já era difícil de manter do jeito que estava na F40 e na F41, imagina com as vibrações associadas aos disparos de um canhão Mk. 8 bem do lado. Mesmo com o sonar desligado.

[[ ]]
GHz

Costa Júnior

Alguem aqui sabe dizer quando a Defensora vai sair do reparo e se vai fazer alguma comissão em 2017???

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