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Submarinos do Brasil, EUA e Peru fazem exercícios militares

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Submarinos de Brasil, Peru e Estados Unidos participaram nesta sexta-feira de exercícios militares no litoral peruano, como parte das celebrações do centenário da criação da Força de Submarinos do Peru, informou a Marinha de Guerra do país.

As unidades, acompanhadas de quatro corvetas, cinco fragatas, dois navios de desembarque e aeronaves, participaram da operação naval em frente à Ilha San Lorenzo, na costa de Lima. O submarino americano Topeka SSN-754 e o Timbira S-32, da Marinha do Brasil, foram convidados pela armada peruana para o evento, comandado pelo ministro peruano da Defesa, Jaime Thorne, e pelo almirante Víctor Pomar, que exerceu o controle operacional e tático das manobras.

A Força de Submarinos da Marinha de Guerra do Peru foi criada no dia 19 de agosto de 1911 e é considerada pioneira na América do Sul.

Nota do Editor: O submarino Timbira durante a viagem para o Peru, realizou um grande trecho de navegação, saindo de Fortaleza e chegando a Base Naval de La Guaira na Venezuela. Após esta parada o submarino atravessou o Canal do Panamá e se dirigiu até Callao no Perú. O retorno do submarino Timbira à BACS ,está programado para Setembro deste ano.

Foto: AFP, Cris Bouroncle

Fonte: Terra

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Luiz Padilha
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Luiz Padilha

Achei linda esta foto. A MB mostrando bandeira e melhor ainda, além da festa, um exercício com direito a SSN da US Navy para afiar mais ainda nossas garras.

Ozawa
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Ozawa

Retorno daqui a 3 meses. É apenas o tempo de retorno com as paradas e estadias programadas ? Qto tempo irão durar esses exercícios ? Irão se prolongar até o dia 19 de agosto, data do centenário ? Ou o Timbira irá participar de mais alguma operação pelo caminho ?

Mauricio R.
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Mauricio R.

Em tempos de dolar contado e curto:

(http://www.defensenews.com/story.php?i=6792065&c=FEA&s=COM)

Control
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Control

Senhores Mauricio R. Em tempos de dólar contado e curto: Considerando os custos subindo como foguetes, todas as marinhas deveriam fazer uma análise das opções adotadas e buscar novas tecnologias que permitam o cumprimento de suas missões a um custo mais moderado. Para as funções dos submarinos (exceto os lançadores de ICBMs), os pequenos diesel elétricos podem ser uma solução. Apesar de ser “default” afirmar-se que os submarinos diesel elétricos são para marinhas costeiras e não oceânicas, curiosamente foram submarinos pequenos (em relação aos atuais) que foram protagonistas das únicas campanhas de guerra submarina de sucesso da história. É certo… Read more »

Vassili
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Vassili

Control, É isso mesmo………. afinal, como estar em dois lugares ao mesmo tempo se vc possui apenas 1 meio de presença??????? Tentarei explicar melhor: Todos que aqui frequentam assumem fielmente (inclusive eu), que: “TECNOLOGIA NO ESTADO DA ARTE SEMPRE VENCERÁ UMA POSSÍVEL MAIOR QUANTIDADE NUMÉRICA DE UM INIMIGO” Vamos supor o seguinte, dando nomes fictícios aos bois: Nação dona de tecnologia superior: Azul Nação com tecnologia inferior: Vermelha Estas duas nações possuem uma extensa fronteira seca com um trecho ainda em disputa. Esse trecho possui geologia que o torna passível de possuir bastante hidrocarbonetos. Por causa dessa disputa fronteiriça, 30… Read more »

Vassili
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Vassili

Desculpem pelo texto acima.

Sei que fugiu completamente do tema proposto pelo post, mas vale como imaginação.

abraços.

Vassili
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Vassili

Este navio que aparece a proa dele na foto de saudação ao submarino Timbira é a FM BAP-53 Montero. Construída localmente pelo Estaleiro de Serviço Industrial da Marinha – SIMA, baseado na classe LUPO italiana. Desloca cerca de 2500 tons.

MO
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nao Ovi

BAP Montero – FM 53, nao inventa moda senao vira coisa de maquetero tipo BB 52 USS Yamato … e por ai vai

c ta cansado de saber disso FM 53 BAP Fulano eh radio de musica çertanejia de SBO

Vassili
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Vassili

E quanto ao Almirante Grau………. navio lindo……….em beleza, perde somente para nossos antepassados C-11 e C-12, cada qual com suas 5 torres triplas de 152mm.

abraços.

MO
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para com essa galvaobuenisse Ovi

/C 11 e C 12, um,ja tinha nome de coisa de WC ..

O Grau é bacana, mas menos ne, principalmente nos nossos ex tranque … iras)

Wagner
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Wagner

Muito boa análise, Control Eu sempre fui contra a idéia da Mb de construir a baleia nuclear , em desfavor de maior quantodade de submarinos convencionais. Vejamos o Peru, eles não ficam tendo idéias megalomaniacas de ” I ‘m Admiral Halsey !!!! Warrior of the Democracy !! ” , ao contrario de nossos ” estrategistas” da MB, que ficam querendo o submarino nuclear APENAS E TÃO SOMENTE para fins de propaganda. Pq ? Pq nossos Almirantes tem complexo colonial: querem pq querem ser iguais a seu lorde e senhor: US Navy. Então ficam inventando guerras absurdas para o Brasil do… Read more »

Control
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Control

Prezado Vassili Tecnologia no estado da arte, não necessariamente, vence uma guerra. É uma vantagem muito importante, porém, sozinha não garante a vitória. E compensa a desvantagem numérica em termos, pois se esta desvantagem for muito grande não resolve. Por exemplo, se uma força de 4 caças de geração 4,5 armados com 6 misseis BVR e radares de maior alcance enfrenta uma força de 30 caças mais antigos com radares inferiores e 8 misseis de médio e curto alcance, ela é destruída, apesar de causar pesadas baixas para o lado tecnologicamente inferior. No caso dos submarinos a questão nem é… Read more »

Joker
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Perdi o Timbira qndo passou por aqui, até hoje não perdoo os professores da faculdade :@:@:@

Observador
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Observador

Caro Vassili:

Embora seu comentário fuja do tema, é bastante instigante.

Penso que melhor exemplo do que você fala é a luta da Alemanha Nazista contra a União Soviética.

Foi como o exemplo do Control: a Alemanha causou um grande estrago, mas foi sobrepujada, mas gerando para a URSS o maior custo de vidas humanas na Segunda Grande Guerra: mais de dez milhões, conforme a fonte.

Vassili
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Vassili

FM 53 BAP Fulano………….. somente aqui a melhor música caipira do interiorrrr………. puro cururu pé de serra…………

Desta o Sepol é fã de carteirinha, acorda às 3 da matina para escutar os cururueiros cantarem os “modão de viola”. rsrsrssrsrrsssrsr……..

Abraços Sepol Olecram.

daltonl
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daltonl

Observador… só tem um “probleminha” no seu exemplo: a Alemanha nazista nunca pode colocar toda sua força contra os sovieticos justamente porque combatia uma guerra em muitas frentes, norte da Africa, batalha do Atlantico, Italia, etc… Mesmo antes do dia “D” forças importantes tiveram que ser com prometidas na França e tem também a questão da ajuda que britanicos e americanos, principalmente americanos, deram aos sovieticos através da “Lend Lease Bill”. Sem o “Lend Lease” talvez os sovieticos mesmo assim tivessem vencido, obviamente, não em 1945 e com mais sacrificio, mas não teriam vencido sem a criação de outras frentes… Read more »

Observador
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Observador

Caro Daltonl: Bom claro que entramos no terreno desconhecido e pantanoso conhecido como “E SE”. Sem dúvida os soviéticos foram muito ajudados pelos aliados, principalmente pelos bombardeios que destruíram a infraestrutura da Alemanha Nazista, impedindo que esta tivesse fõlego para lutar. Porém, durante um bom tempo, a participação aliada deu-se apenas nos céus, enquanto em terra os soldados russos morriam aos milhares. Durante a contra-ofensiva russa, o número de divisões russas era tão superior às alemãs que Hitler simplesmente não deu crédito ao seu serviço de informações. Deu no que deu. Embora o armamento russo tenha evoluído durante a guerra… Read more »

daltonl
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daltonl

Terreno pantanoso sem dúvida…mas alguns fatos são inegáveis: os russos realmente estavam sendo mortos aos milhares até porque estavam mal armados, mal alimentados e mal liderados, graças aos “expurgos” de Stalin…não sei se vc sabe, mas a figura do “sargento” só recentemente está sendo valorizada no exercito russo, com uma maior profissionalização, pois como sabemos sabemos, sargentos e cabos são fundamentais. Mas antes do desembarque na França, ocorreram a expulsão dos nazistas da Africa do Norte e também a invasão da Italia, criando novas frentes que Stalin tanto queria e pedia…se os aliados perderam menos homens que os sovieticos, em… Read more »

Ivan
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Ivan

Assunto fora da matéria, mas se é para tocar fogo, vamos lá… Apenas um único país na década de 40 seria capaz de derrotar a Alemanha nazista, mas este ficava a um oceano de distância. Este era os Estados Unidos da América. A URSS, em que pese poderosa, tinha um exército corrompido pelo grande expurgo, que deixou apenas os “puxa-saco” de Stalin. O Exército Vermelho era enorme, com soldados corajosos, muitos tanques e ainda mais artilharia, mais um comando pouco profissional, para falar o mínimo. Foi necessário todo um ano de desastres para limpar com fogo e sangue os incompetentes… Read more »

Mauricio R.
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Mauricio R.

Yamamoto conhecia mto bem o “gigante adormecido”, pois fora adido naval em Washington.
Aliás tem uma outra lenda a respeito dele, que diz que antes do ataque a Pearl o almirante previa ser capaz de inflingir danos aos americanos por ano, ano e meio, depois disso esqueça.
A cronologia bate mais ou menos c/ o raid Truk, que efetivamentge abriu o Pacífico Central aos americanos.

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Caro Ivan: Você tem razão. Os EUA naquela época já eram a maior economia do mundo, tinham o maior parque fabril e provavelmente tinham o maior número de engenheiros e cientistas a disposição. Além disto, tinham a sua infraestrutura e território livres de ataques, o que se mostrou muito importante para todos os aliados ao longo do conflito. Porém, a discussão era sobre qualidade x quantidade. Indiscutivelmente, os EUA tinham os dois. Já Alemanha em relação à URSS tinha mais qualidade que quantidade, sendo a URSS o contrário. É claro que muitos fatores influenciaram a vitória soviética. Abundância de recursos… Read more »

daltonl
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daltonl

A fala de Yamamoto sobre “acordar um gigante adormecido” que empresta grande drama ao filme “Tora Tora Tora” é falsa, até porque em nenhuma biografia que já li dele há tal frase, mas , como o Mauricio escreveu acima, ele bem sabia que uma guerra com os EUA não poderia ser vencida. Voltando a URSS…cabe lembrar que havia um acordo de neutralidade entre Japão e URSS que perdurou até agosto de 1945, bom para ambas as partes, pois permitiu que a URSS concentrasse suas maiores forças terrestres contra os nazistas enquanto os japoneses mantinham as suas na China e uma… Read more »

Ivan
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Ivan

Admiral Dalton,

Certamente Yamamoto não teria verbalizado um pensamento tão contundente com a frase que lhe é atribuida, por isso deixei entre parênteses o questionamento: (ou apenas pensamento).

Mas acredito que este Almirante sabia o que iria enfrentar.

Durante os anos anteriores a guerra tentou mostrar aos generais do exército o risco de desafiar os EUA. O principal argumento era o número de fábricas americanas e seus recursos naturais.

O ataque a Pearl Habor foi possivelmente uma tentativa desesperada de conseguir alguma vantagem por algum tempo.

Sds,
Ivan.

Wagner
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Wagner

A URSS perdeu 27 milhões de almas…

Acho que o Japão, mesmo ganhando Midway, jamais teria chance, cedo ou tarde os norte americanos viriam com tudo o que tinham e os venceriam.

Yamamoto estava 100% correto…

E Sorge também… ré ré ré !!

Ivan
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Ivan

Caro Observador, Há uma frase atribuida a Joseph Stalin reproduzida em inglês como: Quantity has a quality all of its own. Uma tradução livre seria: Quantidade tem uma qualidade muito própria. Curiosamente foi o mesmo Stalin que declarou em 1931, quando começava um rápido processo de industrialização na URSS, algo mais o menos como: ” Estamos cinquenta ou cem anos atrás dos países avançados. Devemos cobrir esta distância em bons dez anos. Ou fazemos isso, ou eles vão nos esmagar.” Foi um ditador sanguinário como poucos, mas não era tolo. Equilibrar quantidade e qualidade é uma atividade difícil e traiçoeira.… Read more »

Observador
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Observador

Caro Ivan,

É Vero, é vero.

Este equilíbrio vale para tudo na vida. E difícil é achá-lo.

Concordo sobre a frade de Stálin também. Geralmente há qualidade na quantidade. Até no nosso congresso deve ter uma meia dúzia que vale o voto.

E o “Tio Joe” sabia que tinha quantidade, só queria transformá-la em qualidade.

Observador
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Observador

Ops!

É “frase” e não “frade”!