Nas fotos, o novo navio da Marinha das Filipinas, BRP Gregorio del Pilar (PF-15), ex-USCGC Hamilton (WHEC-715), que foi transferido para as Filipinas no dia 13 de maio. Este é o primeiros dos oito “high endurance cutters” classe “Hamilton”, que serão transferidos da USCG (US Coast Guard) para a Marinha das Filipinas.
As fotos foram feitas nos dias 27 e 30 de julho, quando o navio fez uma “Passex” por Pearl Harbor, rumo às Filipinas. A entrada em serviço do Gregorio de Pilar, vai permitir a desativação do velho BRP Rajah Humabon.
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Dadas as recentes rusgas entre as Filipinas e a tda poderosa China PRC, a respeito do arquipélago Spartly, talvez não seja o tipo de navio mais adequado.
Mauricio, esses navios deverão ser reequipados com Harpoon e outras armas e sensores.
Além do mais, para quem tinha BRP Rajah Humabon, tá bom demais.
A Guarda Costeira dos EUA classificam estes navios de “endurance cutter”, mas podem ser chamados de fragatas leves ou mesmo navios de patrulha offshore em qualquer parte do mundo.
Os dados básicos do ex-USCGC Hamilton, atual BRP Gregorio del Pilar:
Deslocamento: 3,250 tons;
Comprimento: 378 pés ou 115 metros;
Boca: 43 feet ou 13 metros;
Propulsão: Dois motores diesel Fairbanks-Morse e duas turbinas Pratt & Whitney;
Velocidade máxima: 28 nós (52 km/h);
Range: 14.000 milhas náuticas (25.900 km) – incrível
Tripulação: 167
Sensores principais e sistemas de combate:
radar AN/SPS-40, sistema de controle de fogo MK 92;
Armamento: Canhão 76 mm (de sempre), 2 x 25 mm Mk38 e 1 sistema de defesa de ponto de 20 mm Phalanx CIWS;
Deck de voo e hagar para um helicóptero.
São velhinhos, o Hamilton foi comissionado em 1967, mas bem eu gostaria de um punhado destes substituíndo as veneráveis (e heróicas) Classe Imperial Marinheiro.
(Entusiasta de marinha pobre é uma porcaria…
)
…fica sonhando até com fragata quarentona.
Sds,
Ivan, o “liso”.
Em tempo.
Toda a Marinha das Filipinas é voltada para operações costeiras de patrulha e contra-insurgência, com uma nova capacidade de patrulha offshore com os ex-Hamilton.
A guerra em águas azuis era algo que deixavam para US Navy, o que os americanos aceitava de bom grado, ao menos até agora.
Pode ser que o novo cenário econômico obrigue os yankees a deixar alguns compromissos caríssimos e empurrem seus aliados para uma defesa mais pró-ativa nos oceanos.
Para ter alguma capacidade de dissuasão no Pacífico a Marinha Filipina precisaria de uma força de submarinos, mesmo que convencionais diesel-elétricos, com bases nas suas intricadas baias e canais.
Esta necessidade pode levar os estaleiros americanos a rever seus projetos não nucleares, ou talvez abrir espaço para o Type 214 coreano, fabricado pela Hyundai Heavy Industries sob licença da HDW da Alemanha.
http://www.naval.com.br/blog/2010/08/29/type-214-sul-coreano/
Sds,
Ivan.
Ivan,
Sei não, algo mais simples e mais barato seria o mais indicado, p/ o tipo de ameaça que a China PRC representa, neste momento p/ as Filipinas.
Uns Orions, tb viriam a calhar.
Qnto aos submarinos, seria interessante os americanos providenciarem rápidinho algum curso de “submarinos diesel-elétricos for dimmies”, ou ainda o Japão alterar sua constituição; pq eu não boto fé na Alemanha e menos ainda na França, aguentando o bafo do dragão reclamando.
OFF TOPIC…
…mas nem tanto:
Como não conceber, projetar, ou construir um navio de guerra.
Não, não estou descendo a lenha nas “Inhaúmas”, como de costume.
(http://www.wired.com/dangerroom/2011/08/future-warship-ran-aground/)
É sobre o LCS, da US Navy e seu efeito sobre a construção naval americana.
Senhores,
Não consegui entender o significado da última letra “C” da sigla USCGC. Seria “Cutter”?
Também não sei o significado da letra “W” na sigla WHEC. Imagino que as três últimas letras significam “High Endurance Cutters”, certo?
Quanto à notícia em si, adeus “Bauru” filipino.
Achei muito bonita a proa deste novo BRP. E deu pra imaginar contemplando o mar de um daqueles quase paralelogramos em ambos os bordos.
Abs
Guppy…
acho que posso responder.
o “W” foi uma escolha arbitraria da Guarda Costeira para diferenciar
seus navios dos da US Navy, portanto não há significado, simplesmente,
o “W” evidencia que o navio pertence a Guarda Costeira.
No mais, vc está correto !
abraços
Obrigado Dalton.
Abraços