SBR

A Marinha do Brasil tem dado passos largos no processo de construção dos novos submarinos convencionais (S-BR1), que serão construídos nacionalmente. Hoje, dia 14 de maio de 2013, as seções de vante (S3 e S4) do primeiro submarino da classe “Scorpène” foram embarcadas no Navio Mercante “Tracer”, em Cherbourg, França, e já estão a caminho de Itaguaí, no Rio de Janeiro, para o início da construção desse submarino.

A construção desse submarino faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que prevê a fabricação de cinco submarinos, sendo quatro deles convencionais e um com propulsão nuclear.

Desde maio de 2010, quando as seções de vante tiveram sua construção iniciada, aproximadamente, 365 pessoas, entre funcionários, engenheiros, técnicos e especialistas da Marinha do Brasil, da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP) e da Itaguaí Construções Navais (ICN) foram treinados para serem os multiplicadores de conhecimento a todos aqueles que irão trabalhar na fabricação e construção dos submarinos no Brasil.

Progredindo em tecnologia e investindo em conhecimento, a Marinha do Brasil vem solidificar o sonho de projetar e construir, no Brasil, nosso submarino com propulsão nuclear.

FONTE: Marinha do Brasil

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

54 Responses to “Partes do próximo submarino brasileiro embarcam em Cherbourg, na França” Subscribe

  1. Augusto 14 de maio de 2013 at 20:04 #

    Estamos avançando.

  2. MO 14 de maio de 2013 at 20:14 #

    Umm o Tracer, tomara que este HL holades venha para SSZ pos RRJ, talves de der sorte pas eolicas .. nao tenho foto dele …

  3. Marcos 14 de maio de 2013 at 22:06 #

    20 convencionais
    e 6 nucleares

    … segundo alguns

  4. Marcos 14 de maio de 2013 at 22:31 #

    Se realmente pretendem construir um submarino nuclear, ao menos já começaram a projetá-lo? Já tem uma equipe de engenheiros trabalhando no projeto básico, o “desenhão”? Já estão contatando fornecedores para definir equipamentos, receber informações técnicas? Não estou falando só estrutura física, mas de toda a estrutura elétrica, de turbinas, geradores, sistemas de ar condicionado, tanques de flutuações, válvulas, sonares, sensores, toda a eletrônica embarcada, banheiros, armamento, sistemas de emergência, baterias, sistemas de contra medidas, todo o conjunto do reator e a integração de tudo isso ai.
    Estou perguntando porque não há um único parafuso que irão usar no Scorpene que servirá no Grande Elefante Branco das Profundezas Abissais. A não ser, evidente, que pretendam fazer como o Nae São Paulo, que utilizam peças do Minas Gerais, tudo na base da adaptação. O resultado a gente já sabe. A não ser que os franceses pretendam entregar toda a planta de sua nave para o Brasil, assim… de “grátis”.
    É só lembrar que a Embraer, com mais de quarenta anos de experiência, teve de atrasar em um ano o primeiro vôo de seu Legacy 500 por dificuldades na integração de sistemas. Tiveram de apelar pra a Bae System.

  5. juarezmartinez 14 de maio de 2013 at 22:57 #

    Augusto disse:
    14 de maio de 2013 às 20:04

    Estamos avançando.

    Read more: http://www.naval.com.br/blog/2013/05/14/partes-do-proximo-submarino-brasileiro-embarcam-em-cherbourg-na-franca/#ixzz2TK32hfV4
    Rumo ao abismo operacional. Observa-se isso muito bem ao se vislumbrar o cemitério em formação no cais da BNRJ.

    Grande abraço

  6. Soyuz 15 de maio de 2013 at 1:32 #

    Eu vou nessa linha do Marcos,

    Um submarino é uma somatória de milhares de itens que via de regra são dedicados, ou seja, só serve para serem embarcados em submarinos.

    A MB projeta o reator. Ótimo. Este acordo com a França gera o projeto estrutural e hidro- dinâmico do casco. Ótimo. Mas e o resto?

    Vamos comprar centenas (ou milhares) de itens de Franceses (a que preço se serão fornecedores unicos?), de Ingleses ou norte americanos (eles vendem?), de russos (é compatível?).

    Na minha modesta opinião o programa esta em um caminho sem futuro. O negócio era depois da construção da Classe Tupi, criar uma classe nacional, mais ou menos do mesmo tamanho da classe Tupi, vamos chamá-la de classe “Escola”.

    Construindo 4 ou 5 barcos da “Classe Escola” a MB teria validação da sua capacidade de engenharia de projeto (projetar é uma coisa construir é outra) para finalmente partir para um casco de 4000 ton. Teria também o desenvolvimento de uma cadeia de fornecedores locais e testaria a confiabilidade de fornecedores externos, nacionalizaria tecnologias de sistemas e guerra eletronica como fez no ModFag.

    Este modelo jabuticaba onde os franceses concedem treinamento a engenheiros brasileiros e estes irão projetar um submarino nuclear sem nunca terem projetado sequer um submarino turístico para 5 pessoas explorar as belezas de Fernando de Noronha a 20 metros de profundidade é uma grande incógnita para mim.

    Mas no fundo o importante é que a Odebrecht já ganhou o dela, a DCN também e até a marinha do Chile ganha o dela.

    Para quem não sabe, os chilenos para serem clientes de lançamento da classe Scorpene recebem uma pequena porcentagem de royalties para cada barco da classe posteriormente comercializados.

  7. thomas_dw 15 de maio de 2013 at 8:55 #

    ~20 convencionais
    e 6 nucleares

    … segundo alguns~

    jamais vai acontecer – o Reino Unido vai ter 0 convencionais e 7 nucleares e a Franca 0 convencionais e 6 nucleares, o Japao projeta ter 24 SSK.

    Com muita sorte, vamos ter 9 SSK e …. nenhum nuclear, por uma simples razao : NAO VAI HAVER DINHEIRO

    um prototipo de um SSN nao sai por menos de US$4bn – o suficiente para comprar 6 FREMM.

  8. mmmbrandao 15 de maio de 2013 at 9:40 #

    Srs, não entendi? O reator esta sendo testado na Europa e com sobras de potencia e excelente desempenho, elogiado pelos proprios tecnicos que o estão testando acostumados a fazer esses testes com conjuntos de varias nacionalidades. Sistemas de armas, se compra pronto ( vide MODSUB)… sistema ótico e de comunicações também… sonar e radar de navegação idem, todos eles com a integração aos sistemas do navio no pacote. Os sistemas hidraulicos e eletricos desde a classe Tupi, já estamos projetando e integrando… o que fica faltando assim de tão estratégico para se projetar? Se esse submarino tiver os mesmos sistemas e armas da classe Scorpene, e a propulsão nuclear já esta num patamar no estado da arte para o que se propõe, afinal não vamos lançar misseis nucleares com eles. Como disse, juro que não entendi?

  9. daltonl 15 de maio de 2013 at 9:44 #

    Thomas…

    não esqueçamos que britanicos e franceses possuem 4 SSBNs e os mesmos precisarão ser substituidos, primeiro os britanicos e isso
    custará uma verdadeira fortuna.

    Então, a principio, apenas fazendo uma comparação com eles, não
    tendo necessidade de SSBNs, haveria condições de ter uma força
    de SSNs e SSKs…desde que surjam recursos e logo.

    abraços

  10. Marcos 15 de maio de 2013 at 11:24 #

    mmmbrandao

    O que está sendo testado na Europa é um combustível que nós não produzimos. O tal reator sequer existe. Todos os sistemas terão de ser compatíveis uns com outros e depois haverá necessidade de integração, o que poderá levar anos. O que serve para a classe Tupi, não serve para a classe Scorpene, que não serve para o Grande Elefante Branco. Nem o aço que se utiliza no Scorpene servirá para o Nuclear. O que a MB deveria ter feito é o que o Soyuz desenhou: parte-se de coisas simples para coisas mais complicadas, não o contrário.
    Caso Embraer: produziu primeiro um protótipo, depois fez um pré-serie (falo do Bandeirante); passou para um avião pressurizado (Xingú); depois veio um avião maior (Brasilia); projetou o primeiro jato com ajuda da Boeing (ERJ-145); depois veio um avião maior ainda (E-Jets); agora introduzindo sistemas eletrônicos mais avançados (Legacy 500). E nas palavras da Embraer: construir um avião grande não é construir um avião pequeno só que maior. Apanharam muito para chegar onde chegaram. Dai aparece meia dúzia de políticos, uma empreiteira interesseira e decidem que vão construir uma Submarino Nuclear, assim, do nada!!!

  11. Marcelo Andrade 15 de maio de 2013 at 11:41 #

    Prezado Marcos,

    Desde 1979 estamos tentando projetar e construir um SSN., só que agora é um programa de Estado e não de Governo. Estão confundindo SSBN com SSN, o Brasil não precisa de Sub lançador de ICBM.
    Este projeto e o Guarani do EB, dos grandes (F-X, Prosuper) são os únicos que estão andando e com o cronograma em dia, sem falar do KC-390 e os EC-725, mas mesmo assim, tem gente malhando, é muito dificil ser brasileiro mesmo. Enquanto isso, os F-22 estão caindo pois o piloto desmaia sem oxigênio e o F-35, bonito mais acho que é uma jaca que os EUA querem empurrar para manter a sua industria de defesa, está sendo revisto pelos países participantes, e vamo que vamo….

  12. Vader 15 de maio de 2013 at 11:45 #

    mmmbrandao disse:
    15 de maio de 2013 às 9:40

    Reator sendo testado? E na Europa? Ora, essa é nova…

  13. Vader 15 de maio de 2013 at 11:49 #

    Marcelo Andrade disse:
    15 de maio de 2013 às 11:41

    Ao contrário do que apregoam as lendas de internet esquerdofrênicas toda a frota de F-22 está voando muito bem, obrigado; e os F-35 tem sido produzidos e comercializados às centenas, vide as recentes aquisições de Japão e Israel, nações que quase não entendem nada de aviação de combate…

    Quer sustentar sua tese? Procure exemplos melhores. Senão o resultado é a perda de credibilidade…

    PS: e olha que nem vou falar da Kombi-Voadora e do KCt-390…

  14. Marcos 15 de maio de 2013 at 12:12 #

    Marcelo Andrade

    Vou plagiar o Vader: “mimimimimi”!!!

    E quem aqui está falando em ICBM???

  15. Marcos 15 de maio de 2013 at 12:17 #

    Foguetobras: única empresa do Mundo que só consegue mandar para o espaço dinheiro, muito dinheiro.

    Pró-Sub: é para compensar o dinheiro que vai para o espaço. Sabe, tanto dinheiro no espaço sideral pode eventualmente deslocar o eixo da Terra, sabe?!!! Assim esse projeto vai mandar dinheiro é para o fundo do mar.

  16. Augusto 15 de maio de 2013 at 12:49 #

    Não adianta chorar, gente: o Brasil terá no mínimo 4 Scorpenes e 1 um submarino de propulsão nuclear e pronto!

  17. giltiger 15 de maio de 2013 at 13:03 #

    Aos babaquinhas amantes de yankees vão pesquisar um pouco sobre fracionamento de xisto betuminoso para produção de gás e VEJAM o que fazem no seu próprio território com sua própria população a elite corporativa yankee que vem deitar goma ecológica nas hidrelétricas e tudo que é projeto de desenvolvimento brasileiro.

    Para os desinformados que SEQUER leem direito este site, a MB já mandou DEZENAS de engenheiros para França e desde o meio do ano passado a MB já iniciou a fase de definição DETALHADA dos planos de construção do SSN. O Labgene está em construção para inauguração em 2015 de todo o complexo para o teste de projeto do reator nuclear em terra e o início do treinamento da tripulação do futuro submarino. Aos que não sabem a maior parte da PESQUISA feita nesta área é feita em ambiente virtual e em simulações em supercomputadores.

    Ao fazer o teste físico do elemento combustível na Noruega a MB com o apoio inestimável do governo norueguês, antes mesmo da conclusão do LABGENE, a força conseguiu queimar 3 anos a frente esta etapa CRUCIAL que permitirá que se proceda a confecção sem riscos da vareta de elemento combustível que poderá ser testada assim que o LABGENE ficar pronto acelerando o cronograma.

    Pela quantidade de material envolvido e eventuais segredos do projeto do reator brasileiro e bastante improvável que o teste da vareta ou conjunto combustível (SE É que a arquitetura do nosso reator usa VARETAS) seja feita no exterior mesmo na NORUEGA.

    A descrença dos postadores acima só me faz rir, AINDA não aprenderam que com a Marinha o buraco é bem mais embaixo e ali ninguém brinca em serviço ???

    Não se faz Marinha de Guerra sem planejamento de LONGUÍSSIMO PRAZO meus caros, é da natureza da força.

  18. juarezmartinez 15 de maio de 2013 at 13:08 #

    Augusto, qual é tua fonte para efetuar tal afirmação, pois posso te garantir que o atual almirantado(do qual o Marciano, e atual CM não faz parte) não concorda com a tua afirmação, mas evidente que tu podes ter um fonte muito mais confiável do que o almirantado, por favor, só não vale dizer que foi algum jornalista “exxxxxpecializado” em defesa ou seus seguidores jiharistas do blog dos malucos do P……
    No aguardo ansioso de sua fonte….

    Grande abraço

  19. Vader 15 de maio de 2013 at 13:36 #

    giltiger disse:
    15 de maio de 2013 às 13:03

    “Não se faz Marinha de Guerra sem planejamento de LONGUÍSSIMO PRAZO meus caros, é da natureza da força.”

    Põe longuíssimo prazo aí meu caro… 40 anos… :)

  20. Vader 15 de maio de 2013 at 13:39 #

    Augusto disse:
    15 de maio de 2013 às 12:49

    “Não adianta chorar, gente: o Brasil terá no mínimo 4 Scorpenes e 1 um submarino de propulsão nuclear e pronto!”

    Quanto aos Scorpeta, deveriam ser pelo menos uns 20.

    Quanto ao Moby Dick, ops, submarino-amarel, ops, digo, submarino nuclear, a questão é para que e a que custo.

    Se é para ter um sub nuclear sem míssil balístico e de cruzeiro, era melhor pegar a grana e investir em subs convencionais com AIP.

  21. Augusto 15 de maio de 2013 at 14:00 #

    juarezmartinez disse:
    15 de maio de 2013 às 13:08

    Quer minha fonte… serve o comandante da Marinha ou você vai ficar com “o Marciano”?

  22. Augusto 15 de maio de 2013 at 14:06 #

    Vader disse:
    15 de maio de 2013 às 13:39

    “Se é para ter um sub nuclear sem míssil balístico e de cruzeiro, era melhor pegar a grana e investir em subs convencionais com AIP.”

    Quer comparar deslocamento, autonomia e velocidade de submarino de propulsão nuclear com submarino diesel-elétrico com AIP? Não force a barra.

  23. Blind Man's Bluff 15 de maio de 2013 at 15:12 #

    Não comparto da maioria das ideias do menino de Campinas, mas Augusto, você está iludido com a historia de submarino nuclear brasileiro.

    O que sabe o Almirante máximo, deus supremo da MB sobre submarinos nucleares? O mesmo que a rainha da Argentina, a primeira ministra da Australia, e 99% das marinhas do mundo: NADA! Nunca operaram, nunca projetaram, nunca construíram…!

    Os russos durante a Guerra Fria precisavam, vida ou morte, desenvolver submarinos nucleares, e não digo caros SSBNs, lançadores de SLBMs (e não ICMBs), mas simples submarinos de ataque. Dedicaram a maior parte de seus recursos durante décadas (que não eram tão escassos), abdicaram até mesmo de operar porta-aviões. Demoraram mais de 30 anos até conseguirem um SSN que fosse competitivo (ao menos contra uma geração anterior de SSNs americanos.) Isso sem falar nos diversos acidentes que a marinha nuclear sovietica sofreu durante sua história.

    A China ha 50 anos ainda não conseguiu projetar e construir um SSNs bom e relativamente seguro, que possa operar mais que 1x por ano. O SSBN Xia nunca saiu em patrulha!

    A Australia comprou um projeto pronto e o construiu, dando origem a classe Collins, de submarinos convencionais, mais conhecidos como submarinos de portos, pois quase nunca saem em patrulha devido aos seus problemas crônicos.

    O Canada foi no papo dos ingleses e comprou os (super)SSK da classe Upholder; uma pexincha! Nunca saíram em patrulha. No primeiro mergulho um incêndio matou 1 marinheiro! Desde que foram transferidos para a Marinha do Canada, foi gasto em reparos e upgrades mais do que o valor da construção dos mesmos!

    O que te leva a creer que o SN-BR, SSN escola brasileiro será muito diferente dos exemplos acima, sem nunca haver operado um submarino nuclear antes? Não valeria a pena fazer um leasing de um SSN pronto, como a India o faz, aprender um pouco como operar, e depois partir para uma empreitada dessas, que suga recursos de tantos outros projetos fundamentais, tanto da infra-estrutura civil quanto da defesa?

  24. Soyuz 15 de maio de 2013 at 15:51 #

    Eu também acho que o passo coerente para a MB seria um leasing de um SSN para ver a coisa na prática. E infelizmente este submarino teria que ser russo.

    Porem vamos voltar com a realidade.

    1) Este “demonstrador de tecnologia” comeria o já corroído orçamento da esquadra.

    2) Uma vez comentei com um contra almirante esta ideia e ele me respondeu o seguinte: E eu entro com um submarino nuclear russo na baia da Guanabara e como imagina que os verdes e a imprensa sensacionalista vão agir?”

    3) Temos um porta aviões de menos de 40.000 toneladas no caís uma hora destas. Ele do ponto de vista de engenharia naval é algo razoavelmente básico. Caldeiras, turbinas, sistemas ocidentalizados. E mesmo assim mante-lo seguro tem sido complicado. Não é só dinheiro. Mas pessoal que treina pouco, problemas de engenharia anteriores a compra, aprendizado de manutenção. Vamos trocar este navio “basicão” por um “complicadão” com reator, circuitos e mais circuitos, tudo para se aprender e manter, sem experiência com o fabricante, sem pessoal técnico treinado. Tudo novidade. E ai?

    E sabe o que mais me assusta. Que quando o SNA chegar, os problemas serão basicamente os mesmos.

    Os recursos de custeio que em um século sempre foram críticos, não vão mudar em um passe de mágica.

    Haverá pessoas (e organizações) que por ignorância ou desonestidade intelectual vão crucificar o programa.

    Gastaremos alem dos 40 anos para ter o submarino mais uns 10 para aprender a manter e operá-lo, outros 20 até termos 3 ou 4 naves que permita ter uma sempre ao mar..

    Um submarino nuclear (ou um avião de caça de ultima geração ) não é apenas ter o hardware é preciso mudar toda uma mentalidade operacional. E ai acho que estamos tão atrasados quanto o programa.

  25. thomas_dw 15 de maio de 2013 at 15:56 #

    a verdade é que a Marinha do Brasil nao tem verba para além de 4 Scorpene – nao tem verba para nada mais, existe a possibilidade de 5 novas Fragatas, possibilidade e apenas a possibilidade.

    Atualmente nem a compra de novos navios patrulha saiu

    alias – nao existe nada, nadinha além dos Scorpenes em andamento

    Quanto ao nosso Porta Avioes – nem ideia de como substitui-lo nem pelo que substitui-lo.

    Navios de Apoio logistico … cade ?

    as Niteroi vao ter que continuar mais dez a vinte anos em uso e daqui a pouco vem a Modfrag II e as pobres Broadsword vai se arrastando sem nenhuma Modfrag para elas.

    Quando chegar a hora de apresentar a conta de um SSN – em face ao estado de exaustao da Esquadra quero ver quem vai ter a vontade de embarcar nesta canoa furada enquanto o resto vai para o desmonte.

  26. Augusto 15 de maio de 2013 at 16:14 #

    Blind Man’s Bluff disse:
    15 de maio de 2013 às 15:12

    “O que sabe o Almirante máximo, deus supremo da MB sobre submarinos nucleares? O mesmo que a rainha da Argentina, a primeira ministra da Australia, e 99% das marinhas do mundo: NADA! Nunca operaram, nunca projetaram, nunca construíram…!”

    É exatamente por isso que o Brasil escolheu fazer uma parceria com a França, que tem pleno conhecimento de projetos e construções de submarinos nucleares.

  27. Marcos 15 de maio de 2013 at 16:16 #

    Blind Man’s Bluff / Soyuz:

    Mais que perfeito! Comentários extremamente lúcidos e coerentes.

  28. Marcos 15 de maio de 2013 at 16:20 #

    Esses Scorpène estão para os U-212/214
    como os Rafale estão para os F-18
    A Marinha chilena está sentindo no bolso o custo operacional
    do submarino francês em relação aos equipamentos anteriores
    de procedência alemã.

  29. Marcos 15 de maio de 2013 at 16:23 #

    Augustus:

    Por favor!
    Não vai me dizer que você realmente acredita nesse negócio de parceria estratégica com os franceses?
    Isso é pura lorota.

  30. Marcos 15 de maio de 2013 at 16:30 #

    A primeira coisa que o Brasil pagou aos franceses nesse negócio do submarino foi uma multa pelo atraso da primeira parcela.

  31. Almeida 15 de maio de 2013 at 16:36 #

    Marcelo Andrade disse em 15 de maio de 2013 às 11:41:

    Programa de Estado e não de Governo? HAHAHAHAHAHAAA!!!

    Deixa só a situação econômica apertar mais um pouquinho ou o Brasil perder a Copa ano que vem pra gerenta perder o cargo que você vai ver…

  32. Almeida 15 de maio de 2013 at 16:51 #

    Mas eu quero mesmo saber porque nosso Rei Sol, seus almirantes de escritório e seus seguidores esquerdopatas querem um SSN.

    Se o propósito é defender o Brasil e sua imensa costa chamada de Amazonia Azul, SSKs em quantidade são uma alternativa MUITO melhor estrategicamente e taticamente que poucos SSNs. São melhores em águas costeiras e rasas, são mais silenciosos e mais baratos.

    Pra negar o Atlantico Sul à 4a esquadra norte americana (rsrsrs), era só aumentar um pouco esses SSKs e botar um sistema AIP.

    Então subentende-se que esses SSNs brasileiros seriam usados em missões mais longas, em outros continentes e teatros de operação. Uma marinha de águas azuis submarina. Sem mísseis balísticos e de cruzeiro. Pra que mesmo?

  33. aldoghisolfi 15 de maio de 2013 at 16:55 #

    Vader, fico contigo, mesmo porque os posts viraram samba do crioulo doido… inclusive quando li a afirmativa de que é desejável um NUKE que não lance mísseis, caso em que já não concordo que o nosso NUKE seja uma Moby Dick mas sim, um baita mamute branco.

    Muito mais preferível subs convencionais, com possibilidade de miniaturização do reator para uso neles; aí sim!, gol de placa!

  34. thomas_dw 15 de maio de 2013 at 18:07 #

    A Marinha Brasileira usou a quimera do Submarino Nuclear para alavancar a nova fabrica de Submarinos e a nova base naval, depois dos 4 Scorpene vem mais cinco e o Submarino Nuclear continua la para mais tarde (leia nunca) – ou alguem acha que a Marinha do Brasil nao sabe fazer as contas de quanto um mamute branco de um SSN custaria ?

    O projeto inteiro dos 4 Scorpene compram um SSN …

  35. Colombelli 15 de maio de 2013 at 18:07 #

    Quanto ao questionamento acerca da existência de um projeto do sub nuclear em andamento, a resposta é positiva. Sim, ja estão trabalhando em nos componentes. Se vai se tornar realidade é outra questão.
    Na minha opinião, o Almeida abordou muito bem a questão no seu comentário supra (proximo). Se há uma estratégia declaradamente defensiva, o sub nuclear não agregada muito mais do que um convencional e tem custo muito mais elevado. Se a estratégia é ofensiva (levar a guerra à costa adversária seja onde for) então dois ou três que não sejam lançadores de misseis de cruzeiro nao justificam o custo/benefício. O sub nuclear é um programa propagandistico que foi desenterrado pelo “rei sol” pra se promover (achando, na sua ignorância, que so isso garante assento no conselho de segurança), e contou com o deslumbramento de alguns dentro da força ( o mesmo deslumbramento que mantem um porta-aviões, outra arma ofensiva incompatível com uma estratégia defensiva). O programa esta indo bem (por hora), mas com inflação sendo a maior de dez anos, pibinho de menos de 1% e crédito como alavanca da economia se exaurindo pelo endividamento record, é uma temerariedade afirmar que chegará ao fim. Ja o que irá se agregar tecnologicamente em termos de construção e operação do reator, isso não precisava destinação em submarino pra ser feito. Um programa de destinação totalmete “civil” e mais sub diesel/elétricos teriam muito melhor custo benefício, seja em termos de aquisição tecnológica (pois seriam menos bareiras), seja em termos de poder dissuasivo. O que seria pior a um invasor enfentar? 15 diesel/elétricos ou AIP ou três nucleares? Eu temeria mais os primeiros. Ambos nunca teremos, não neste século.

  36. MO 15 de maio de 2013 at 18:12 #

    Aldo, apenas falando um pouco sobre, nao me metendo muito, imagina se seriah/ria uma palhaçada a pseudo operação de um SSN Brazeleiro (desnecessario dizer pq, vide esquadra, situ geral) imagina hepotetecamente u7m SSBN ou mesmo um SSGN (isso so no quesito custos operativos e manutenção/mantenimento … imagina se formos colocar aplicação estrategica, contexto e bla bla bla e um detalhe, apesar de tbm achar mediocre o PT, do jeito que funciona o ‘modus brazelerandi’ seja com quem for, o resultado hepotetico seria o mesmo … isso sem contar de nossa parte os blogs/faces da vida de defesa o festival que seria … (AStros IV Tatetico/Estrategeco lançado por … e bla bla bla …

    (Nao caçoem naum pq vira e mexe, mainly quando abrem aparece alguem por aqui pergiuntando se podia ter Astros Naval VLS em Cv Enhauma ou na Barreto ou nas Tamanduás …

    Segue os que eventualmente discordarão aguardando alguma coisa … como sempre …

  37. MO 15 de maio de 2013 at 18:17 #

    Alias qum do dito ‘Estado’ ( o do programa ai …) sabe o que é, pra que serve, se temos S e pra que seria para nós um SSN, se S tem janela pra ver o fundo do mar …

  38. ricardo_recife 15 de maio de 2013 at 18:52 #

    A decisão do Congresso dos EUA de construir um submarino nuclear, o USS Nautilus, foi em 1951 e ele foi comissionado em 1954, com todas as dificuldades técnicas de se criar uma nova tecnologia. O programa submarino nuclear brasileiro é de 1979 e o SSN brasileiro deverá estar no mar em 2025. Certamente é o mais longo, caro e improdutivo programa nuclear de desenvolvimento de submarinos da história mundial. O que não faz a falta de estadistas e planejamento estratégico!

    Além disso o nosso SNBR vai ter um casco do Barracuda, dos submarinos nucleares ocidentais o de pior desempenho observando-se o conjunto deslocamento submerso, profundidade e velocidade submersa e tempo. Em tempo a capacidade de deslocamento e velocidade do Barracuda são quase iguais da antiga classe Swiftsure (1970/2010).

    Barracuda
    Deslocamento submerso: 5300 toneladas
    Profundidade: 350 metros
    Velocidade submerso: 25 nós

    Astute
    Deslocamento submerso: 7400 toneladas
    Profundidade: 400 metros
    Velocidade submerso: 30 nós

    Virginia
    Deslocamento submerso: 7900 toneladas
    Profundidade: 450 metros
    Velocidade submerso: 35 nos

    Abs,

    Ricardo

  39. aldoghisolfi 15 de maio de 2013 at 19:51 #

    Mo, às vezes eu me pergunto o que é que se passa comigo, pois fico pensando se sou apenas eu que estou com o passo certo… pelo que entendi, poucos estão com os pés no chão. Imagina um NUKE que não dispara míssil… é bem verdade que não temos nem um ICBMzinho, mas alguma coisa muitíssimo poderosa vamos ter de ter capacidade e condições de botar dentro do NUKE, senão ele não se justifica. Agora, o nosso NUKE disparando ASTROS seria uma infâmia, concordas? Israel está quase colocando pequenos reatores dentro dos seus subs convencionais. Se isso é bom e factível para o judeu, porque não pode ser bom para nós? Acho que uma grande e excelente matilha de subs convencionais é muito melhor do que um ou dois NUKEs armados com bodoques.

  40. MO 15 de maio de 2013 at 20:17 #

    entendo Aldo, mas mesmo o contexto de SSN, sem os SLBM ate ai vai, SE .. SE vc visse alguma vez antes … massssssssssssss NUNCA na estoria deste pais vc viu algo proximo parecido, salvo o tal exercito dos indio portuga-quilombola la do PE, segundo o rapaz postou (obviamente me refiro ao perido moderno poos 1899 … )

    Quando tivemoss neste periodo algo operando ao menos satisfatoriamente, e mais uma vez nao digo as FA´s em si mas sim o pais, o contexto, o interesse, a aplicação e por ai vai … ter, depois de 40 anos e ser enfeite nao adiantará muita coisa … e vc sabe que nao mudara, seja o PT, ou O PQP ou PWVB … tomara que eu me phoda, alguem prove que sou erradisimo, mas temo que mais uma vez isso nao ocorrerá …

  41. aldoghisolfi 15 de maio de 2013 at 22:02 #

    Mo… mais uma vez isso não ocorrerá…

  42. Almeida 15 de maio de 2013 at 23:58 #

    Nem mesmo um SCALP Naval convencional foi cogitado, talvez pelo pequeno tamanho do casco.

  43. daltonl 16 de maio de 2013 at 9:37 #

    Almeida…

    o “SCALP naval” será lançado de tubos de torpedos nos novos submarinos nucleares franceses então se o mesmo não foi cogitado
    pela MB talvez deva-se a uma não necessidade tática e não devido ao “pequeno tamanho do casco”.

    abraços

  44. Baschera 16 de maio de 2013 at 12:46 #

    Dramático.

    Este SubNuc brasileiro pode funcionar ??

    Pode….. haverão percalços….. e é aí que veremos se o projeto irá a diante ou ficaremos com um só mesmo.

    Sou, no entanto, pessimista !

    Deveríamos ter feito como Israel… mantendo a mesma linha de produto (alemã) que afinal já construímos aqui…. e dota-los de misseis convencionais, como os Dolphin.

    Com o valor do investimento nesta aquisição mista de SSK/casco de SubNuc… dava para construir uns dez Classe Dolphin.

    O preço que estamos pagando, já começa a aparecer….. perguntem porque as quatro fragatas de projeto nacional estão docadas… paradas…. encostadas sem previsão de retorno !

    Pode ser que além de um porta-balões teremos também uma panela de pressão sub-aquática……

    Quem viver verá.

    Sds.

  45. Blind Man's Bluff 16 de maio de 2013 at 16:32 #

    Falando em submarinos, estou lendo um livro muito sobre o assunto:
    “China’s Rising Sea Power: The PLA Navy’s Submarine Challenge (Asian Security Studies)” de Peter Howarth (Kindle Edition).

    Recomendo a todos. Este livro é uma analise em profundidade de todos os pontos taticos e estrategicos historicos da escolha de submarinos como meio dissuatorios. Em outras palavras, o pq de um submarino ser um multiplicador de forças, isto é: assymetric warfare.

  46. joseboscojr 16 de maio de 2013 at 23:49 #

    Só há razão de existir de submarinos nucleares se for dentro de um contexto de dissuasão em que o país possua armas nucleares e meios de entrega eficientes.
    Vamos supor que uma hipotética super potência imperialista do norte venha com sua frota tomar nosso pré-sal na base do tapa e que um de nossos cinco submarinos consiga penetrar as defesas externas do hipotético grupo tarefa nucleado em um super porta-aviões e consiga chegar à distância de lançamento de torpedos e despache 2 ou 3 torpedos pesados que poriam à pique o dito cujo com 6000 tripulantes e umas 70 aeronaves.
    Tal ousadia seria interpretado como um tiro no coração desse país atacante que poderia responder inclusive com armas nucleares a petulância.
    Ou desenvolvemos conjuntamente com o programa de submarino nuclear um programa de mísseis balísticos intercontinentais e de armas nucleares ou estamos simplesmente chovendo no molhado.
    Não precisamos de submarinos nucleares para nos defender da Argentina, do Uruguai ou da Namíbia e se os utilizarmos onde precisamos, teremos que ter café no bule pra aguentar uma possível escalada do conflito e as consequências disso.

  47. Almeida 17 de maio de 2013 at 4:43 #

    daltonl disse:
    16 de maio de 2013 às 9:37

    O problema, daltonl, é que este casco possui seis tubos de lançamento e uns 14 torpedos ou mísseis carregados. Levando em conta que ele precisa de pelo menos uns 8 torpedos para se defender, não teríamos mais que 6 SCALP Naval para lançar, sem contar algum míssil sub-superfície como um Exocet SM-39. Muito pouco.

    Só para constar, um classe Virginia tem 4 tubos MAIS 12 VLS, carregando 27 torpedos Mk48, mísseis sub-superfície Harpoon E mísseis cruise Tomahawk MAIS 12 Tomahawks.

  48. Blind Man's Bluff 17 de maio de 2013 at 9:50 #

    É mais importante ter um sonar de proa grande e eficiente que 8 tubos de torpedos sem nenhum alvo.
    http://img402.imageshack.us/img402/1313/sphericalsonar.png

    A classe Los Angeles é o grande exemplo disso. Quando foram projetados como submarinos de ataque, tinham apenas 4 tubos de torpedos e um sonar esferico que ocupava literalmente toda a proa do submarino.

    Mais tarde fizeram um upgrade e o trasformaram em um SSGN, seguindo a doutrina de projeção de força.

    Bosco, dissuação não é apenas nuclear. O submarino, SSN, SSK, SSGN também realizam o papel estratégico. Um submarino não tem o poder de dominar mares como um porta aviões, porém, assim como minas navais, ele tem o poder de negar mares à marinha rival. Isso é dissuação.

    “O risco dos subs e minas, invisiveis, dificeis de evitar, quase impossivel superar por qualquer reação ofensiva imediata, é na soma de tudo formidavel. (…) Em resumo, hoje, submarinos e minas resultam em uma significante restrição da liberdade de ação (das marinhas modernas), indispensável requerimento dos estrategistas, que os coloca (os estrategistas) numa posição muito menos favoravel que uma vez disfrutaram”. Castex

    “Mesmo não atacando nenhum alvo, submarinos são uma ameaça existente constantemente em qualquer lugar a todo momento (na cabeça do estrategista” Shen et al 1998

    E por ultimo Owen Cote faz uma comparação entre uma missão ASW e as Scud Huntings da Guerra do Golfo:
    “Em resumo, um lançador Scud quase sempre somente será detectado quando lançar suas armas, assim como um submarino quando afunda um navio são frequentemente as unicas indicações confiáveis de que existe um submarino nas proximidades.”

    É por essa razao que o Brasil deveria ter uma grande frota de submarinos convencionais. Cada um derruba muito mais que seu peso e na soma dos riscos, isso pode convencer o estrategista rival que os riscos não valem o investimento. Se a argentina tivesse durante as malvinas uma grande frota de submarinos modernos, talvez na analise de riscos da GB, uma operação de recaptura das ilhas se tornasse inviavel tecnico e/ou financeiramente, justamente pelo imenso peso de recursos necessários.

  49. joseboscojr 17 de maio de 2013 at 10:37 #

    Blind,
    Eu sei que dissuasão se faz também com armas convencionais. O que eu disse é que um submarino nuclear combina mais com uma dissuasão em que as armas nucleares estão inseridas, prova disso é que todos os países que possuem submarinos nucleares também possuem armas nucleares e meios eficazes de “entrega”.
    O Brasil será o único a ter apenas e tão somente submarinos nucleares e destituído de armas nucleares.
    O mundo da política e dos militares como tudo na atividade humana segue algumas normas implícitas e há diferença no modo de entender se um porta-aviões for afundado por um SSK ou por um SSN e a resposta pode ser igualmente diferente.

  50. daltonl 17 de maio de 2013 at 11:31 #

    Almeida…

    me parece que a capacidade do futuro SN será de 18 armas e não 14,
    semelhante ao que os novos SN franceses terão e uma combinação
    interessante será de 14 torpedos e 4 exocets e a MB parece não ter
    uma necessidade tática para misseis de ataque terrestre que só ocupariam precioso espaço além de encarecer ainda mais.

    Os “Virginias” são muito maiores assim como são diferentes as necessidades da US Navy, além do mais, ano que vem será comissionado o futuro USS North Dakota, o primeiro que ao invés de 12 silos terá dois maiores com capacidade para 6 tomahawks cada.

    Estes 2 silos maiores permitem uma flexibilização maior pois ao invés de tomahawks poderão transportar veiculos não tripulados, equipamentos para forças especiais, etc, coisa que os 12 silos fixos atuais não permitem.

    Essa e outras modificações são naturais e é possivel que também ocorram nos subsequentes submarinos nucleares que serão aqui construidos…se de fato forem, mas evoluções ocorrem muitas vezes lentamente, e não vejo outra forma é só analisar a evolução de outras marinhas que já possuem submarinos nucleares.

    E um pequeno reparo: submarinos da US Navy e também da Royal Navy não transportam mais o subharpoon.

    abraços

  51. Ivan 17 de maio de 2013 at 15:20 #

    Dalton,

    Acreditava que nos novos ‘Virginia’ estes dois silos teriam capacidade para 7 (sete) Tomahawks cada um.

    Abç.,
    Ivan.

  52. daltonl 17 de maio de 2013 at 17:25 #

    Ivan…

    sua “confusão” é pertinente já que a tecnologia usada é a mesma dos SSGNs Ohios, estes sim com 7 tomahawks por silo enquanto que nos novos Virginias o missil central será deletado pela incorporação de um tubo de acesso.

    Também planeja-se na proxima década “esticar” alguns Virginias e incorporar 4 silos atrás da vela, estes sim com capacidade para 7 tomahawks, total de 28 mais os dois silos adiante da vela com 6 tomahawks cada, totalizando 40 misseis o que compensaria em parte quando os SSGNs forem retirados entre 2026 e 2028.

    abraços

  53. joseboscojr 17 de maio de 2013 at 17:51 #

    Daltão,
    Já li que os 2 “silos” dos Virgínias podem no futuro ser usados para levar mísseis convencionais de alcance global hipersônicos (seja lá o que seja isso).

  54. Juarez 19 de maio de 2013 at 23:08 #

    Augusto disse:
    15 de maio de 2013 às 14:00

    juarezmartinez disse:
    15 de maio de 2013 às 13:08

    Quer minha fonte… serve o comandante da Marinha ou você vai ficar com “o Marciano”?

    Read more: http://www.naval.com.br/blog/2013/05/14/partes-do-proximo-submarino-brasileiro-embarcam-em-cherbourg-na-franca/#ixzz2TnKOnd00
    Este aí é o esterótipo do Marciano, bom se tu prefere acreditar nele do que nos fatos, boa viagem….

    Grande abraço

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