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SEPIA_Submarine_DCNS

O SEPIA (Submarine with Environmental Performance Improvement Along-life) desenvolvido pela DCNS é o primeiro projeto de submarino a levar em conta aspectos ambientais e sustentáveis. A iniciativa surgiu a partir da observação do ciclo de vida dos submarinos Scorpène produzidos pela empresa, e tem como finalidade avaliar os impactos ambientais de cada e tapa da vida útil do navio – construção, serviço ativo, manutenção e desmantelamento.

O objetivo final é identificar possíveis inovações arquitetônicas e tecnológicas para minimizar esses impactos e ao mesmo tempo atender às demandas operacionais desse tipo de embarcação.

De acordo com o diretor de projeto do SEPIA, Eric Fusil, a experiência dá ênfase a três elementos: o aprimoramento da eficiência energética, a diminuição de resíduos e o uso de materiais não nocivos ao meio-ambiente.

Os esforços para otimização energética se direcionam à adição de dois motores elétricos complementares para atender às demandas de velocidade e alcance do submarino com uma performance melhor. “Esse sistema híbrido de propulsão se mostrou 15% mais eficiente do que um motor apenas, além do ganho direto de autonomia”, explica Fusil. Outra iniciativa é a substituição das baterias de chumbo pelas de lítio – duas vezes mais eficientes.

A fim de reduzir os resíduos líquidos e sólidos durante desdobramentos, o sistema atual de remoção será substituído pela trituração e armazenamento a vácuo de detritos sólidos. Líquidos serão tratados ou reciclados, e emissões gasosas também serão diminuídas através de mecanismos de recirculação.

O SEPIA também emprega materiais mais leves e menos poluentes como cobertura à base de silicone para o casco (com a vantagem de menos resistência na água), além de fiação elétrica em alumínio.

A combinação desses três eixos tecnológicos vem se mostrando satisfatória: “o conceito do SEPIA alcança a meta de redução de 35% nos impactos ambientais, e também tem uma performance operacional melhor tanto em termos de auto-gerenciamento quanto de custo para aquisição”, afirma o diretor do projeto.

O submarino foi apresentado em novembro do ano passado durante o congresso internacional do Submarine Institute of Australia.

FONTE: Navy Recognition (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

6 Responses to “DCNS desenvolve submarino sustentável” Subscribe

  1. Oganza 12 de agosto de 2013 at 20:46 #

    Na boa, esse projeto, se é que é um projeto de verdade, é só para ganhar a opinião pública e de quebra influenciar a opinião política australiana, já que 9 entre 10 australianos são “VERDES”, e isso não é demérito não, os EcoProgramas deles são exemplos para o resto do mundo.

    O fato é que os australianos tem um projeto ambicioso e necessário (China ta logo ali) para sua frota de submarinos e a DCNS me vem com essa de SEPIA (Submarine with Environmental Performance Improvement Along-life) – Até o nome é em inglês, logos eles que fazem questão, “APRIORI”, de que “TUDO” seja no idioma nativo. E foi apresentado no “Submarine Institute of Australia”.

    Quem não te conhece é que te compra DCNS!!! Ops… nós compramos :(

  2. MO 12 de agosto de 2013 at 21:25 #

    uia os australopitecos tem isso Submarine Institute of Australia (SIA) .. nos temos um SIA tambem suubimarine I*stitute of Acre, fica em White River/AC, Alpha Centauri, 5o planeta a direita …

  3. Oganza 12 de agosto de 2013 at 21:45 #

    MO – White River… kkkkk

    olha ai a SEPIA da DCNS

    http://www.ecoboxecofood.com/eboxprod/wp-content/uploads/2013/06/sepia.jpg

  4. Soyuz 13 de agosto de 2013 at 2:12 #

    Vivemos na era do “neo-idiotismo” onde todos querem salvar o planeta, mas infelizmente poucos entendem o suficiente para julgar algumas idiotices.

    Para salvar o planeta você compra um carro elétrico.

    Este carro elétrico abriga baterias de íon lítio, que um dia, quando ele virar sucata vão precisar serem descartadas e ai vai colocar no ambiente de 100Kg a 300Kg de lítio, que apresenta alguma toxicidade e tendência à combustão se exposto a água ou ar muito úmido.

    Também vai precisar ligar seu carro na tomada. Se estiver nos EUA, vai consumir eletricidade de uma matriz elétrica que é 45% carvão, 25% gás natural e 20% nuclear. Bela forma de energia limpa é um carro elétrico.

    Então vamos comprar um carro a hidrogênio, afinal ele produz água como subproduto. A idéia é nobre, mas a produção de hidrogênio economicamente viável é feita por meio de hidrocarbonetos, então para produzir aquele “hidrogênio” limpinho que vai no tanque do seu carro, você emitiu um bocado de C02 na atmosfera, continuamos sem vantagens por enquanto. Se for por eletrolise, que alem de ser bem mais caro, você vai recair na matriz elétrica que é baseada em fósseis ou nuclear na maioria dos países desenvolvidos.

    Então já sei o que vou fazer! Comprar uma bicicleta! E mais, vou me aliar aos movimentos que reivindicam junto as prefeituras espaços exclusivos para ciclovias em toda a cidade! O futuro é pedalar!

    Então pense o seguinte. Quantas pessoas passam por hora por metro quadrado de ruas e avenidas e quantas passam por hora por metro quadrado de ciclovia?

    A gente enche a cidade de ciclovias, afinal, quem pode ser contra bicicletas, gente bonita pedalando e salvando a vida na terra.

    Porem, como o espaço é fixo, um metro quadrado de ciclovia é menos um metro quadrado de ruas, avenidas, praças, calçadas, comércio, residências etc….

    Só que o “Senhor Virtude”, não vai todo dia de bicicleta trabalhar.

    Um dia chove, outro ta frio, outro ta cansado, outro não pode chegar suado ao trabalho e nestes dias todos (que arrisco dizer são a maioria), aquela bela ciclovia esta ali, sem uso, mas com seu espaço preservado, porque que vereador, prefeito, pode ser contra uma “ciclovia”, e o “Senhor Virtude” esta dentro do seu carro, taxi, ônibus, circulando naqueles metros quadrados que a sua bela ciclovia tratou de diminuir na época que ele era um “ativista pelo planeta” e hoje esta cansado e prefere ir de carro.

    Do jeito que a coisa anda, vamos ter daqui a pouco bombardeiro nuclear movido a bio- combustível, ele pode atacar 20 cidades simultâneas com 300kT por alvo, mas emite menos 35% de carbono que o bombardeiro inimigo.

  5. Rafael M. F. 13 de agosto de 2013 at 4:11 #

    Soyuz disse:
    13 de agosto de 2013 às 2:12

    “Então já sei o que vou fazer! Comprar uma bicicleta! E mais, vou me aliar aos movimentos que reivindicam junto as prefeituras espaços exclusivos para ciclovias em toda a cidade! O futuro é pedalar!

    Então pense o seguinte. Quantas pessoas passam por hora por metro quadrado de ruas e avenidas e quantas passam por hora por metro quadrado de ciclovia?

    A gente enche a cidade de ciclovias, afinal, quem pode ser contra bicicletas, gente bonita pedalando e salvando a vida na terra.

    Porem, como o espaço é fixo, um metro quadrado de ciclovia é menos um metro quadrado de ruas, avenidas, praças, calçadas, comércio, residências etc…

    Só que o “Senhor Virtude”, não vai todo dia de bicicleta trabalhar.

    Um dia chove, outro ta frio, outro ta cansado, outro não pode chegar suado ao trabalho e nestes dias todos (que arrisco dizer são a maioria), aquela bela ciclovia esta ali, sem uso, mas com seu espaço preservado, porque que vereador, prefeito, pode ser contra uma “ciclovia”, e o “Senhor Virtude” esta dentro do seu carro, taxi, ônibus, circulando naqueles metros quadrados que a sua bela ciclovia tratou de diminuir na época que ele era um “ativista pelo planeta” e hoje esta cansado e prefere ir de carro.”

    Vou sair um pouco do tópico, mas preciso contrapor minha discordância

    Seu argumento é parcialmente verdadeiro. A ciclovia é válida sim para deslocamentos curtos, de até 10 km, podendo ser utilizada em bairros com grande concentração de comércio e serviços, assim como interligação do centro da cidade com os bairros mais próximos, dessa forma evitando o uso do carro para pequenos deslocamentos – um dos principais fatores responsáveis pelos congestionamentos nas grandes cidades.

    As ciclovias em desuso na maioria dos casos são aquelas implementadas sem qualquer critério de demanda. Geralmente instaladas em bairros residenciais, com baixo fluxo de veículos e pessoas, ligando nada a p#%%@ nenhuma, sendo para fins unicamente eleitoreiros.

    (sim, para se implementar uma ciclovia faz-se necessário um estudo de demanda, pois caso contrário, gasta-se dinheiro com um elefante branco, pois cada km de ciclovia custa em média R$ 60.000,00)

    E quanto à redução do metro quadrado, sua afirmação também não procede. Lembre-se que a ciclovia pode ser construída em uma calçada. Segregada ou via compartilhada (prioritária para pedestre), dependendo da largura da calçada. Em mão única ou dupla. Mas sem precisar tirar espaço da rua, na maioria dos casos.

    E, para finalizar, nem todo usuário de bicicleta é um “ativista pelo planeta” ou um “sr. virtude”. Apenas alguém que busca uma vida mais saudável ou um profissional que a usa por razões mais que práticas. A ciclovia é válida, e muito válida, pois bicicleta ocupa muito menos espaço que um carro, ou mesmo uma moto. E é ótima para o sistema cardiovascular.

    O problema – e aí concordo com você – é que teve gente que descobriu que a ciclovia é uma boa forma de angariar votos ou obter vantagens financeiras através da criação de alguma ONG que “lute” pela causa. Desvirtuaram totalmente a finalidade da mesma.

    Mas safado infelizmente teremos em todos os lugares. Só peço para que não ponha a ciclovia – uma ferramenta muito útil se bem-planejada – nesse balaio de gatos.

  6. mdanton 14 de agosto de 2013 at 8:41 #

    Soyus! PARABÉNS!!
    Entendi perfeitamente onde quer chegar.
    Quando a água bate no nariz as pessoas mundam rapidinho de opinião e ATITUDES. Aqui no Brasil o nível de HIPOCRISIA e babaquiceas é muitoooo alto ainda.
    Fico feliz que AINDA há pessoas que conseguem raciocinar de forma complexa e com capacidade de se colocar no lugar dos outros…..empatia.
    Os conceitos e opiniões dessas pessoas soam antipáticos mas sempre pertinentes e construtivos…e são essas pessoas, cuja maioria num país, conseguem formar uma nação de respeito e rica.
    Infelizmente o Brasil tá looongeee dessas maioria.

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