180115295

De acordo com o chefe de Operações Navais da Marinha russa, almirante Viktor Chirkov mais de 80 navios da Marinha russa estão atualmente de prontidão em diversos ares do mundo. A declaração foi feita à RIA Novosti ontem (01). A duração dos desdobramentos e as atribuições dos meios navais aumentaram consideravelmente nos últimos anos. As áreas de abrangência das missões também cresceram.

O almirante Chirkov citou como exemplo a força-tarefa liderada pelo cruzador Moskva e comporta pelo navio anti-submarino Admiral Kulakov, o rebocador Yevgeny Khorov e o navio de abastecimento Ivan Bubnov está atualmente no Atlântico e realizou visitas não oficiais a Cuba e à Venezuela. Também há outra força-tarefa, formada pelo cruzador Varyag, o navio de abastecimento Boris Butoma e o rebocador SB-522, está a caminho da região sudeste do Pacífico.

De acordo com o comandante, esses desdobramentos de longo alcance funcionam para estabelecer relações de confiança e expandir a colaboração com forças navais estrangeiras.

FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

Tags: , , , ,

Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

5 Comentários para “Mais de 80 navios da Marinha russa em desdobramentos pelo mundo”

  1. MO 3 de setembro de 2013 at 19:55 #

    o Vitze Admiral Kulakov é o mesmo do Kulakov ai do texto, fiquei meio perdido, ele mudou de nome ?

  2. pco-andrade 4 de setembro de 2013 at 0:15 #

    Qual a função dos rebocadores em forças-tarefas como as acima citadas. Raramente ouço FT como na MB e USN entre outras citar a presença de rebocadores. Seria pura e simplesmente falta de meios? Ou não é nada disso.

  3. daltonl 4 de setembro de 2013 at 11:21 #

    MO…

    é o mesmo, apenas “esqueceram” de incluir a palavra “vice” .

    pco-andrade…

    a compreensão que tenho quanto aos rebocadores oceânicos acompanhando os navios de guerra russos é que ao contrário da US Navy os russos não possuem a mesma infraestrutura/bases no exterior para dar apoio a seus navios quando estes estão em comissões longas, então se algo dá errado os russos podem resolver por si o problema rebocando o navio até um porto estrangeiro próximo.

  4. Wagner 4 de setembro de 2013 at 13:24 #

    Tem mais uma força, ao norte, liderada pelo Peter the Great, que está láá no pólo norte.

    Tem vários no mediterrâneo também.

  5. pco-andrade 4 de setembro de 2013 at 23:20 #

    obrigado daltoni.

Deixe um comentário

É necessário estar logado para postar um comentário. Para ter acesso aos comentários, você precisa adquirir nossa revista Forças de Defesa e solicitar aos editores um login e senha de cortesia.

Crise econômica paralisa renovação da Marinha venezuelana

PC 22 Warao da Venezuela - destaque foto Nunão - Poder Naval

  As graves dificuldades econômicas vivenciadas pela sociedade venezuelana – motivadas pela queda do preço do barril do petróleo (produto […]

Velejador é resgatado após ataque de tubarões em alto mar

NPa Macau

Marinha, através do Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN), realizou o resgate de um velejador que estava à deriva, a […]

França admite reforçar arsenal por meio de leasing

FREMM-Normandie - foto DCNS

O chefe do Estado-Maior de Defesa da França, general do Exército Pierre de Villiers, disse nesta sexta-feira (30.01), que o […]

O monitor Parnaíba e a Base Fluvial de Ladário – parte 1

Parnaíba - perfil a boreste na Base Fluvial de Ladário - foto Nunão - Poder Naval - Forças de Defesa

Nova série de matérias do Poder Naval começa mostrando o armamento principal do monitor Parnaíba   Por Fernando “Nunão” De Martini […]

Argentina quer suas OPV classe Malvinas de emprego dual

P18N

O comando da Armada Argentina quer que a sua nova classe de navios-patrulha oceânicos (OPV, na sigla em inglês) de […]