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EC725 - MB06 - B

Marinha recebeu aeronave hoje (13), em Itajubá. Helibras alcança mais um reconhecimento de cooperação industrial no âmbito do programa

Itajubá, 13 de junho de 2014 – A Helibras fez a entrega oficial hoje (13), às 11 horas, em sua fábrica em Itajubá (MG), da 12ª unidade do helicóptero militar EC725, a primeira que passou por todas as etapas de produção da empresa no país, e que é destinada à Marinha do Brasil. A aeronave foi recebida pela Comissão Coordenadora do Programa de Aeronaves de Combate (COPAC) e entregue à Marinha. Essa realização é resultado do contrato assinado em 2008 com o Ministério da Defesa para fabricação local, dentro do programa HXBR, de 50 aeronaves destinadas às Forças Armadas, com transferência de tecnologia, alto índice de nacionalização e um amplo envolvimento da cadeia industrial brasileira.

Este é o primeiro helicóptero que passa por todas as etapas de produção no país que corresponde à quarta etapa de transferência de tecnologia e nacionalização do conteúdo, realizando no Brasil as atividades da montagem, que inclui pacote de missão, pista e entrega. Os demais 11 EC725 entregues às Forças Armadas já receberam, no Brasil, itens de pré-equipagem, equipagem elétrica e mecânica, cablagem, caixa de transmissão, rotor e toda a configuração básica, além dos ensaios em voo. A frota do modelo que opera nas três Forças completou 5 mil horas de voo no mês passado.

A Helibras também recebeu um novo reconhecimento de cooperação industrial no âmbito do programa H-XBR no valor de mais de 66 milhões de euros, que se refere a vários processos cumpridos pela empresa. Foram reconhecidas atividades como as de conclusão do primeiro kit de cablagens elétricas para o cone de cauda e desenvolvimento de sistemas de missão do EC725 produzidos na planta de Itajubá de intercâmbio de funcionários, planejamento de recursos empresariais e treinamentos na matriz Airbus Helicopters para capacitação do Centro de Engenharia da empresa na modernização de aeronaves militares.

O novo Termo de Reconhecimento de Créditos de Cooperação Industrial foi emitido pelo Ministério da Defesa (MD) por meio da Comissão Coordenadora do Programa de Aeronaves de Combate (COPAC), depois de auditoria conduzida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O valor do reconhecimento significa que a Helibras trouxe para o país a quantia de mais de 66 milhões de euros em termos de investimento, transferência de tecnologia, know-how e geração de empregos.

Desde a implantação do programa do EC725, mais de 600 profissionais foram contratados pela Helibras e o cronograma de atividades estabelecidos em contrato, no que tange as responsabilidades da Helibras e Airbus Helicopters, encontra-se rigorosamente dentro do prazo e do orçamento previsto, após a inauguração da nova fábrica em 2010 e a implantação de um moderno Centro de Engenharia que permitiu capacitar a empresa para conceber, desenvolver e produzir o almejado “helicóptero brasileiro” a partir de 2020.

EC725 - MB06

DIVULGAÇÃO: Convergência Comunicação Estratégica / FOTOS: Helibras/Felipe Christ

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

23 Responses to “Helibras entrega primeiro EC725 produzido no Brasil” Subscribe

  1. juarezmartinez 16 de junho de 2014 at 13:27 #

    Realmente, este país não é sério,” produzido no Brasil” by power train Mariagne, trem de pouso Hispano Suiza, hélice by Thales, sistemas de missão by Thales Europa, mas cada país tem o povo que merece…..

    Grande abraço

  2. Luiz Monteiro 16 de junho de 2014 at 20:27 #

    Prezados,

    o primeiro UH-15A já encontra-se em fase final de construção e será entregue a MB ainda este ano.

    Vale a pena ir até Itajuba para ver de perto a aeronave.

  3. juarezmartinez 17 de junho de 2014 at 18:33 #

    Caro com LM, seria um priovilégio atender a um convite do senhor, mas em se tratando do dito cujo, vou declinar e agredecer, pois como diz um amigo meu quandr ecebe uma oferta semelhante:

    Muito obrigado, recem jantei……

    Grande abraço

    PS Comandante, Como vão contruir algo que ainda estão ensaiando e não conhecem o comportamento real da aeronave????

  4. juarezmartinez 18 de junho de 2014 at 0:13 #

    Estep aís é de fod…a paciência de qualquer contribuinte do erário público.
    Vão enterrar mais 13 MILHÕES DE EUROS na integração by gambiarra desta bosta voadora, para nada, enquanto isto na flotilha do Mato Grosso os caras não tem munição 40mm para treinar, não tem óleo lubrificantes para os motores dos navios, rancho na berlinda e etc…mas tem dinheiro para socar num troço que não funciona, não cumpre a missão e vai fud… de vez com o orçamento de custeio da força aeronaval….
    Realmente estes picões da Lixocopter descobririram o caminho da mina…..
    desculpa Com. LM, mas não ´da, não desce….

    Grande abraço

  5. Lyw 18 de junho de 2014 at 15:55 #

    “Realmente, este país não é sério,” produzido no Brasil” by power train Mariagne, trem de pouso Hispano Suiza, hélice by Thales, sistemas de missão by Thales Europa, mas cada país tem o povo que merece…”

    Na verdade isto é a coisa mais normal do mundo na atualidade, componentes importantes de um equipamento serem fabricados fora do país de origem por outras empresas, o Gripen é um bom exemplo.

    “… mas tem dinheiro para socar num troço que não funciona, não cumpre a missão e vai fud…”

    Isto simplesmente não procede!

    http://www.aereo.jor.br/2013/07/05/helicoptero-caracal-em-missao-durante-inundacoes-no-sul-da-franca/

    Ele pode ter sido caro para os nossos bolsos, o negócio de sua compra pode ser muito suspeito, pode ser feio (na opinião de muitos), pode ter tipo problemas de operação no mar (que para o bem da vida de nossos marinheiros teve sua resolução este ano)… Mas vamos tentar tecer críticas que tenham algum fundamento.

    Saudações.

  6. juarezmartinez 18 de junho de 2014 at 22:10 #

    Caro Liw! Por gentileza me prove que ele cumpre a missão, que exista dentro de uma das tres FAs uma requiisição par este heli…
    Tchê, me perdõe eu ando meio sem paciência e não quero ser mal educado contigo.
    A expressão que eles usaram foi “produzido no Brasil”, por gentileza me mostra o que eles produziram aqui no Brasil, a propósito, me diz porque os testes de ensaio aerodinâmico com Exoxet estão sendo feitos na França??

    Meu amigo, o Lula meteu 150 MILHÕES DE EUROS no bolso com este negócio, esta empresa é um saco de gatos e de incompetentes pagos pelos governos sócios, não transferiram porra nenhuma de merd…. nenhuma até o presente momento.
    Afinal de contas qula é a vantagem, deste negócio???

    Grande abraço

  7. Lyw 19 de junho de 2014 at 0:48 #

    Então Juarez, foi um negócio péssimo! Pagou-se um preço alto por algo que obviamente não valia o que se pagou, isto já está mais que provado. Quanto quem quer que seja foi beneficiado pelo negócio eu não faço idéia e acredito que nem mesmo você, os tais 150 milhões e o tal recepetor são incertos, pode ser um valor maior ou menor e podem ter tido outros receptores ao invés deste.

    Quanto ao cumprimento da missão, o link que te postei tem um exemplo básico, é só ler, o uso do exocet é outro exemplo, já que nenhum outro helicóptero do inventário das três Forças Armadas Brasileiras poderia fazê-lo.

    Não estou dizendo que o negócio foi bom, apenas que afirmações e críticas deveriam ser fundamentadas, entretanto, você tem o direito de achar e afirmar o que quiser. Só quis trazer aqui meu ponto de vista.

    Por último, sobre a expressão: “produzido no Brasil” isto é muito relativo meu caro, têm de se ver o que esteve descrito no contrato para se poder traduzir esta expressão. O que realmente foi contratado para ser produzido no país? Aí surge uma outra pergunta: o que foi pago, foi justo?

    Creio que seja por aí.

    Saudações.

  8. Gilberto Rezende 19 de junho de 2014 at 0:51 #

    Pois é Juarez o teu odiado bicho tái voando nas três forças cheio de peça estrangeira…

    Iguarzinho ao futuro “nosso” Gripen BR e mais proximamente ao “nosso” KC-390…

    O que coloca a Embraer e a Helibrás na mesma prateleira de apertaparafusobrás…

    Eta vida difirciu sô….

  9. Luiz Monteiro 19 de junho de 2014 at 9:16 #

    Prezado amigo Juarez,

    Bom dia.

    Quando fiz o “convite”, foi para que se possa sanar algumas dúvidas que existem sobre o UH-15A. Tais como, a abertura das portas laterais; distância entre o dome do radar e o solo, diminuição da capacidade de armazenamento de combustível em razão do corte no sponson para instalação do mísseis Exocet…

    Quanto ao preço pago por este programa para as 3 Forças, não posso opinar. O MD deve ter ( ou deveria) avaliado as opções de modelos e as necessidades de cada Força. Podia não ser prioridade para a MB, mas não sei para as outras Forças.

    Em relação à falta de munição ou qualquer outro tipo de problema, eles não são devidos a este programa especificamente. Até porque a receita para pagamento dos Super Cougar não sai da MB. As origens são muito mais profundas.

    Já que foi este o equipamento recebido, temos de tirar o máximo dele. E, ele tem sido usado em operações do CFN, a cerca de 2 meses ele efetuou uma missão real de resgate em alto mar, partindo da Cidade de Vitória, ES.

    Respeito sua opinião e concordo com várias delas. Espero ter esclarecido meu ponto de vista.

    Abraços

  10. juarezmartinez 19 de junho de 2014 at 19:57 #

    Caro Com LM! Muito obrigado pelas informações, respeito por demais as suas opiniões, mas este troço não desce.

    Grande abraço

  11. juarezmartinez 19 de junho de 2014 at 20:08 #

    19 de junho de 2014 at 0:48 #

    Então Juarez, foi um negócio péssimo! Pagou-se um preço alto por algo que obviamente não valia o que se pagou, isto já está mais que provado. Quanto quem quer que seja foi beneficiado pelo negócio eu não faço idéia e acredito que nem mesmo você, os tais 150 milhões e o tal recepetor são incertos, pode ser um valor maior ou menor e podem ter tido outros receptores ao invés deste.

    Lyw, sim tem mais gente, mas não podemos deixar o dito pelo não dito, este negócio vai fod….com o orçamento das FAs por muitos anos.

    Quanto ao cumprimento da missão, o link que te postei tem um exemplo básico, é só ler, o uso do exocet é outro exemplo, já que nenhum outro helicóptero do inventário das três Forças Armadas Brasileiras poderia fazê-lo.

    Lyw, linck da |Internet não é lá dos mais confiaveis, as informações reais que nos chegam deste vetor, principalmente do off shore não são nada boas em termos de desempenho, custo operacional e principalmente disponibilidade, quanto ao Exocet, ao invés de efetuar toda esta gambiarra, cara, e que vai implicar em severas limitações aerodinãmicas, alcance e desempenho, que se fizesse o que a Diretoria de material aeronáutico da marinha tinha sugerido:

    16 células pares de construção com a seguinte configuração:

    Painel configurado NVG, FLIR, Moving map, gancho de içamento lateral, Chaff/Flare, MAWS, Alerta Laser e Randar Bendix, para SAR, Transp e Assalto.

    Não estou dizendo que o negócio foi bom, apenas que afirmações e críticas deveriam ser fundamentadas, entretanto, você tem o direito de achar e afirmar o que quiser. Só quis trazer aqui meu ponto de vista.

    O qual eu respeito e muito. gosto de debateri contigo.

    Por último, sobre a expressão: “produzido no Brasil” isto é muito relativo meu caro, têm de se ver o que esteve descrito no contrato para se poder traduzir esta expressão. O que realmente foi contratado para ser produzido no país? Aí surge uma outra pergunta: o que foi pago, foi justo?

    Lyw, eu penso que nunca se poderia utilizar desta espressão, até porque qulaquer um de nós sabe que o peso dos ítens não chaga nem perto dos 50%,ou alguem aqui acha produzir motores, transmissões, cablagens, hélices e aviônicos tenhma um peso igual a partes de célula e partes de trem de pouso.
    Tchjê, simplesmente não dá, não fecha a conta.

    Creio que seja por aí.

    Saudações.

    Grande abraço

  12. Lyw 19 de junho de 2014 at 20:35 #

    … Lyw, linck da |Internet não é lá dos mais confiaveis, as informações reais que nos chegam deste vetor, principalmente do off shore não são nada boas em termos de desempenho…

    Meu caro, o link em questão, caso tenhas observado, é da mesma trilogia Forças de Defesa que estamos comentando aqui (Poder Aéreo). Eu particularmente considero esta fonte séria e confiável e exatamente por esta razão dedico algum tempo meu, diário, à leitura das matérias e participação em alguma discussão (como esta por exemplo).

    … ao invés de efetuar toda esta gambiarra, cara, e que vai implicar em severas limitações aerodinãmicas, alcance e desempenho, que se fizesse o que a Diretoria de material aeronáutico da marinha tinha sugerido…

    A decisão de utilizar o EC-725 na função ASuW e a integração dos exocet foi da Marinha do Brasil, e não acho que por burrice.
    Qualquer outro helicóptero de transporte teria alterações em seu desempenho e vôo quando adicionados dois enormes Exocets nas laterais, as prestações do EC-725 de velocidade, capacidade de carga e autonomia são muito boas em se observando outros helicópteros.

    Entenda, não estou dizendo que tal aeronave é a melhor opção ou que foi um bom negócio, eu mesmo sou contra este negócio e preferia outros modelos, mas nem por isto fecho os olhos para os dados reais. Ela cumpre seu papel, tem grande capacidade de transporte de carga e autonomia, principalmente agora com a solução definitiva do problema do eixo que limitava o desempenho prometido da aeronave.

    … Lyw, eu penso que nunca se poderia utilizar desta espressão, até porque qulaquer um de nós sabe que o peso dos ítens não chaga nem perto dos 50%,ou alguem aqui acha produzir motores, transmissões, cablagens, hélices e aviônicos tenhma um peso igual a partes de célula e partes de trem de pouso.
    Tchjê, simplesmente não dá, não fecha a conta…

    Não discordo de você, tudo que envolve este negócio é muito questionável!

  13. juarezmartinez 19 de junho de 2014 at 22:08 #

    … Lyw, linck da |Internet não é lá dos mais confiaveis, as informações reais que nos chegam deste vetor, principalmente do off shore não são nada boas em termos de desempenho…

    Meu caro, o link em questão, caso tenhas observado, é da mesma trilogia Forças de Defesa que estamos comentando aqui (Poder Aéreo). Eu particularmente considero esta fonte séria e confiável e exatamente por esta razão dedico algum tempo meu, diário, à leitura das matérias e participação em alguma discussão (como esta por exemplo).

    Lyw, wu disse e digo não se pode confiar em tudo que se lê na internet, nem por isto a Trilogia deixa de ser séria, apenas tambpém com tantos outros se baseia em informações que normalmente vem dos fabricantes, que por si só temos que colocar um filtro.
    volto a afirmar, não acredito em uma palavra do quem vem desta empresa.

    … ao invés de efetuar toda esta gambiarra, cara, e que vai implicar em severas limitações aerodinãmicas, alcance e desempenho, que se fizesse o que a Diretoria de material aeronáutico da marinha tinha sugerido…

    A decisão de utilizar o EC-725 na função ASuW e a integração dos exocet foi da Marinha do Brasil, e não acho que por burrice.
    Qualquer outro helicóptero de transporte teria alterações em seu desempenho e vôo quando adicionados dois enormes Exocets nas laterais, as prestações do EC-725 de velocidade, capacidade de carga e autonomia são muito boas em se observando outros helicópteros.

    Negativo, aeronaves como Sea KIng, Super Lynx, Merlin foram pensadas e desenvlvidas dentro do ambiente naval e com a estrutura, pass de CG e motorização compactuada com cargas axias grandes, taiscomo torpedos e misseis, o que não é o caso do EC 725, um derivativo de uma aeronave civil o EC 225, cujo projeto nuca contemplou este payload.
    O desempenho do Ec 725 com carga paga tem sido superdimensionado pelas noticias, pois nós sabemos que 2 mais 2 continua sendo 4, ou voce vai com carga, ou vai com combustível, ou dois não dá.
    vou exemplificar;
    Estão pendurando misseis, estruturas de sustentação para eles(criando também arrasto aerodinãmico), consoles, radares, geradores, diminuindo capacidade de armazenamento de combustível e declarando o memso raio de combate, por favor, aí é para fod,,,,,agora, cada um acredita naquilo que lhé convem, eu em “bruxas yo no creio”…..

    Entenda, não estou dizendo que tal aeronave é a melhor opção ou que foi um bom negócio, eu mesmo sou contra este negócio e preferia outros modelos, mas nem por isto fecho os olhos para os dados reais. Ela cumpre seu papel, tem grande capacidade de transporte de carga e autonomia, principalmente agora com a solução definitiva do problema do eixo que limitava o desempenho prometido da aeronave.

    como tu sabes que el cumopre a missão se ele ainda não foi delcarado plenamente operacional?

    … Lyw, eu penso que nunca se poderia utilizar desta espressão, até porque qulaquer um de nós sabe que o peso dos ítens não chaga nem perto dos 50%,ou alguem aqui acha produzir motores, transmissões, cablagens, hélices e aviônicos tenhma um peso igual a partes de célula e partes de trem de pouso.
    Tchjê, simplesmente não dá, não fecha a conta…

    Não discordo de você, tudo que envolve este negócio é muito questionável!

    obrigado por compreeender minha posição sobre este ítem em questão.

    Grande abraço

  14. Oganza 20 de junho de 2014 at 3:32 #

    Lyw e Juarez…. vou meter a colher Hihihihihihihi

    só para entendermos um pouco da origem da gambiarra que compramos.

    Depois da 1ª Guerra do Golfo em 1991, a Armée de l’Ai emitiu um requerimento para um “novo” helicóptero para transporte de tropas, MEDEVAC e principalmente CSAR e até ai tudo blz. Mas ele era para estar em serviço no final da década…. hihihi começou a complicar… rsrsrs

    A Eurocopter ao invés de fazer direito, pegou o AS 532, deu uns tapas aqui e umas marteladas ali e o transformou em AS 532 A2 (que bonito rs)

    Durante 3 anos (de 1996 a 1999) e “extensas avaliações” a Armée de l’Ai o rejeitou.

    Mas 3 anos para rejeitar os melhoramentos? Sim, pois a Eurocopter não queria mudar sua linha na fábrica para um helicóptero que ela sabia que não iria ter um número significativo de unidades construídas, então ficou remendando o que já tinha, indo e vindo das avaliações da Armée de l’Ai por 3 anos, mas não teve jeito.

    Solução: como em um cavalo de corrida, vc leva a estrutura ao limite. Músculos, ossos e tendões foram levados ao limite para se chegar ao EC-725 sem ter que se complicar industrialmente. Um exemplo são os motores Makila 1A4: a família Makila tem as 1A, 1A1, 1A2 e 1A4… mas cadê a 1A3? Uai, foi rejeitada, ela era a 1A2 com uma leve compressão maior para equipar o AS 532 A2 que foi rejeitado… kkkkk e assim foi com todo o projeto… mas eles tiveram que fazer a famigerada MGB… não fizeram do “Zero”, reforçaram a antiga… o resto nós conhecemos… o resultado é que não deu certo e o que eles tiveram que fazer nos últimos 2 anos para concertar, eles poderiam ter feito direito lá em 2001 quando o modelo foi apresentado oficialmente.

    O certo é que os preguiçosos e insolentes da Eurocopter poderiam ter polpado o MUNDO e VIDAS de muitos contra-tempos se tivessem feito um EC-725 lá em 1996… SIMPLES ASSIM… mas eles não são tão burros… arranjaram um ParTido de um projeto de país lá no hemisfério sul que disse que se dispunha a pagar a conta por uma módica comissão… hehehehe problema resolvido… NOJO de quem defende essa tranquera.

    Sds.

  15. Oganza 20 de junho de 2014 at 3:43 #

    E hoje, estamos recebendo uma TOT em gambiarra e o melhor é que estamos produzindo novas gambiarras nas antigas. Seremos os operadores de uma gambi-mutante nunca antes vista nesse mundo.

    =/

  16. Fernando "Nunão" De Martini 20 de junho de 2014 at 8:24 #

    Lyw e Juarez,

    Recomendo colocarem entre aspas as citações dos comentários de cada um, senão vocês mesmos não vão se entender quanto ao que um pergunta e o outro responde, e menos ainda vão entender os comentaristas interessados na discussão.

    Quanto ao link de matéria publicada no Poder Aéreo que o Lyw colocou, creio que um de vocês discute banana enquanto o outro, laranjas…

    O link não tem nada a ver com Exocet, e sim com capacidade (demonstrada em situação real de ajuda humanitária ocorrida na França) de levar uma carga externa de 2,5t. Só isso.

    E também não é informação que veio do fabricante, e sim do operador.

    Dito isso, prossigam no debate.

  17. Marcos 20 de junho de 2014 at 12:05 #

    a frança VAI DE NH90
    ISSO RESUME TUDO

  18. Lyw 20 de junho de 2014 at 12:36 #

    Nunão, eu postei aquele link apenas como resposta a afirmação “não funciona e não cumpre a missão” achei exagerada e postei um link que mostrava informações do operador onde a aeronave em questão transportava geradores de 2,5t.

    Juarez,
    “… nós sabemos que 2 mais 2 continua sendo 4, ou voce vai com carga, ou vai com combustível, ou dois não dá…”

    Esta mesma regra se aplica a qualquer aeronave do mundo.

    “… como tu sabes que el cumopre a missão se ele ainda não foi delcarado plenamente operacional?”

    A que missão você se refere? Transporte? Isto a aeronave já o faz, e levando bastante carga…

    Quanto às funções que ainda não estão “operacionais” (ASuW com Exocet) eu prefiro esperar por mais informações oficiais.

    Marcos 20 de junho de 2014 at 12:05

    Também poderíamos ter ido de NH90, seria inegávelmente um sonho, uma pena que a conjuntura política do momento não permitiu que fosse feito um “bom negócio” para o país, com um produto moderno e de alta qualidade.

    A todos,
    Entendam, não estou defendendo a aeronave, não estou dizendo que é boa ou ruim, apenas não concordo com alguns “exageros” que considero sem fundamentos, mas isto na minha opinião.

    Por favor, não discutam comigo como se eu fosse um defensor de nada, estamos do mesmo lado, só vemos as coisas de uma forma um pouco diferente.

  19. juarezmartinez 20 de junho de 2014 at 13:26 #

    Caro Lyw, antes de tudo, quero dizer que é um privilégio poder debater neste nível contigo, apenas penso que da forma como tu colocou transparece a coisa “muito simplória”, não estou afirmado que tu estás dizendo isto, nós talvez estejamos entendedo desta forma e que pode não ser extamente o que tu estás querendo nos passar OK.

    Tchê, ele ainda não foi declarado plenamente operacional, pelo menos na FAB não. Até aonde eu sei, na MB também não, pois voa com limitações de check a cada duas horas.
    A primeira célula entegue a MB estava até a pouco tempo na Apertaparausobras para resolver bugs e isto ficou um tempão, não sei já resolveram.

    O simples fato de lermos na blogosferas da vida que ele tranportou carga tal, levou tal, resgatou tal, não é sinônimo de estar OK.
    Acredito que com a substituição da MGB e da configuração de missão final(que ainda não está embarcada) ele deverá ser declarado operacional, quer gostemos ou não, com ou sem ensaios, pois dada a pressão politica e $$$$ em cima deste projeto não tem muita saída.
    Estamos vendo na mídia especializada em defesa uma avalanche de noticias criadas pelo dep marketing para tirar o foco dos problemas reais da aeronave, mas o tempo é senhor de todas as verdades e estas virão, só que infelizmente pagando com vidas humanas, como o Oganza já explicou.

    Ahh! Eu quero estar vivo para cobrar dos defensores desta gambiarra parte da responsabilidade pelas vidas que ainda se perderão.
    Volto a afirmar, a critica não é ao seu ponto nde vista, o que tem todo o meu respeito e sim a quem defende a unhas e dentes este contrato.

    Grande abraço

  20. Fernando "Nunão" De Martini 20 de junho de 2014 at 13:41 #

    “Lyw 20 de junho de 2014 at 12:36 # Edit
    Nunão, eu postei aquele link apenas como resposta a afirmação “não funciona e não cumpre a missão” achei exagerada e postei um link que mostrava informações do operador onde a aeronave em questão transportava geradores de 2,5t.”

    Lyw, entendi isso perfeitamente. Apenas ressaltei, para deixar mais claro para outros leitores (e para o próprio Juarez) a que tipo de missão se referia o link e que o mesmo tinha como fonte a Força Aérea Francesa, e não a Airbus Helicopters (antiga Eurocopter), pois o debate de vocês se tornou um pouco confuso e essas informações, importantes, acabaram perdidas no meio do caminho.

  21. Lyw 20 de junho de 2014 at 14:22 #

    Valeu Juarez, valeu Nunão.

    Sinceramente, espero mesmo que não tenhamos perdas de vidas resultantes de problemas com esta aeronave, por esta mesma razão, também espero que os problemas sejam mesmo resolvidos, não porque gosto da aeronave, mas porque considero as vidas de nossos militares preciosas,

    É aquela coisa, preferia não ver esta aeronave nas nossas forças armadas, mas já que a impuseram, espero que sirva da melhor maneira possível. Acredito que este também seja o pensamento das nossas FAs e que as mesmas estejam trabalhando neste sentido e, acredito eu, está se encaminhando para que assim o seja.

    Mas não me baseio apenas no desejo que dê certo, mas ao ver que em situações, como esta demonstrada no link, que ela pode cumprir seu papel.

    Logicamente que não teríamos que estar esperando problemas serem resolvidos para utilizarmos a aeronave em total operacionalidade se tivéssimos comprado o NH90, por exemplo. Nossas FAs, estão pagando caro, literalmente, pelas escolhas políticas impostas.

  22. Oganza 20 de junho de 2014 at 15:39 #

    Lyw,

    por favor não não não…. NH-90 não… é o primeiro e único helicopitero no mundo que derrete…

    não tem nem uma estação para metralhadora… o assoalho não aguenta a lama… lá na Austrália ele não voa no norte pq é quente de mais… apereceram bolhas nas hélices lá Darwim … meu DEUS e isso vale pro Tiger, eles estão com as mesmas limitações.

    É uma coisa bem simples… Eurocopter não possui capacitação técnica e humana para fazer helis militares… e isso é UM FATO.

    Ninguém NO MUNDO está satisfeito, a Suécia chegou a fretar suas encomendas e adquiriu Blackhawks. A Marinha Australiana quando viu o perrengue do exercito, repensou seus planos de NH-90 ASW e foi de Seahawk.

    Que Deus nos ajude.

  23. Oganza 20 de junho de 2014 at 15:52 #

    Na França, antes de nascer a Eurocopter, existia a Aérospatiale… e na década de 60, a Aeronavale precisa de um heli do porte de Sea King para cumprir as mesmas missões… nasceu o Super Frelon.

    Os requerimentos se mostraram demasiado “ambiciosos” na parte de engenharia que a Aérospatiale podia dar conta, então ele teve que te 3 motores, com uma transmissão feita pela FIAT kkk e as hélices e rotores são da Sikorsky, ou seja… TODAS as partes críticas da aeronave exceto o motor que era Turbomeca.

    E TODOS os projetos militares dela que se sucederam durante as décadas de 70 e 80 tiveram essas mesmas partes críticas projetadas pela Westland inglesa… Eles simplesmente não tem o critical knowledge necessário para fazer um heli militar que preste… e isso meus caros é UM FATO.

    E ainda acham que estamos tendo TOT… Uma TOT de algo que eles simplesmente não tem, pq não sabem fazer.

    Estamos MUUUUITO FERRADOS.

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