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Porta-aviões ‘São Paulo’ será modernizado de 2015 a 2019, para operar até 2039

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NAe São Paulo com Sea Gripen

O navio-aeródromo (NAe) “São Paulo” iniciará em junho de 2015 o Período de Modernização de Meio (PMM), logo após a conclusão do projeto detalhado de modernização. O PMM durará cerca de 1430 dias.

Desta forma, o NAe “São Paulo” deverá retornar ao Setor Operativo em 2019, permanecendo em operação por mais 20 anos, até 2039.
As principais pontos do PMM do NAe “São Paulo” são:

  • a reforma de seu interior, melhorando significativamente as condições de habitação para sua tripulação;
  • substituição de tubulações e fiações;
  • implementação de um novo sistema de propulsão, geração e distribuição de energia;
  • revitalização das fontes de geração de vapor;
  • revitalização geral (com substituição de diversas peças) das duas catapultas, permitindo que ambas lancem aeronaves com até 20,5 toneladas;
  • revitalização (com substituição de diversas peças, incluindo os cabos) do aparelho de parada, permitindo o pouso de aeronaves mais pesadas e de alto desempenho;
  • revitalização (com substituição de diversas peças) de ambos os elevadores de aeronaves, fazendo com que cada um deles tenha a capacidade superior a 20 toneladas;
  • modernização do sistema ótico de pouso;
  • modernização dos sistemas de controle de avarias do convoo e do hangar;
  • modificações e modernização dos sistemas de tratamento de águas servidas;
  • modificações e modernização do sistema de ar condicionado;
  • modificações e modernização das câmaras frigoríficas;
  • modificações e modernização nos sistemas de ar comprimido;
  • instalação de novos sistemas de defesa de ponto;
  • substituição dos radares de busca combinada e de aproximação, integrando-os ao SICONTA Mk. IV; e
  • instalação de novo sistema integrado de comunicações.

A modernização do NAe “São Paulo” permitirá que o projeto e viabilização da construção de seu substituto – que deslocará entre 50.000 e 60.000 toneladas – sejam estendidos, aguardando condições orçamentárias mais favoráveis.

COLABOROU: LM

59 COMMENTS

  1. Uma pergunta aos amigos do Blog.

    Essa “modernização” prevista para o São Paulo é parecida com aquela feita naquele Porta Aviões indiano que foi praticamente reconstruído pelos russos?

  2. Galante,
    Se os planos correrem como previsto, em 2019 teríamos o Nae SP operacional. Minha pergunta é: Existirá força de superfície com defesa aérea de área pronta para compor a defesa da FT?
    Obrigado e Abs

  3. Um detalhe que me chamou a atenção é a ampliação da capacidade das catapultas para 20,5 toneladas. Os A-4 plenamente carregados pesam quanto? E esse novo peso permitiria, em tese, lançar qual aeronave? Pois essa ampliação, ao meu ver, deixa a entender que a MB tá de olho em alguma outra coisa, do contrário não faria sentido.

  4. Que beleza, vai ficar fino de garagem, novinho, que venham bons ventos pra MB, assim como p/ outras forças.

    Sds.Eduardo o observador .

  5. Segundo a wikipedia o peso máximo de decolagem do A4 é de 11136 kg, o do Gripen NG deve ficar em 16000 kg, assim mesmo um eventual Gripen Naval que tivesse o peso aumentado por causa de reforços na estrutura e uma versão biposto ainda estaria dentro da margem de 20 tons com sobra.

  6. Se eu tenho uma catapulta capaz de lançar uma aeronave de 20,5 ton, e minha aeronave, em condições de lançamento pesa 20,5 ton, eu uso meu equipamento no limite de sua capacidade, deteriorando-o mais rapidamente do que se eu tivesse uma folga. Além do mais, como o desenvolvimento da tecnologia dos caças e das bombas/mísseis, em geral traz aumento de peso, se eu não tivesse essa folga não poderia realizar uma possível modernização de meia vida.

  7. Em reforma/modernização desde 2005,2019 serão 14 anos de reforma, me corrijam se eu estiver enganado, fora isso na reforma de 2005/2010 essa catapulas não foram modernizadas?

  8. Galante, e o resto?

    Teremos o suficiente na superfície para compor a TF, como perguntou o Guizmo?

    Com uma notícia destas, até mudo de posição: SÃO PAULO É MORT! VIVE LE SÃO PAULO!

  9. Requena 4 de dezembro de 2014 at 11:08

    A diferença é que os Russos entendem de navio grande, mesmo assim foi uma dor de cabeça só e toda a história foi acompanhada aki pelo PN.

    Vamos Aguardar…

    …pois com muita, mas muuuuita sorte mesmo, as escoltas serão, quem sabe, as 4 F-123 alemãs de segunda mão, o que já estaria de muito bom tamanho para essa marinha que fica brincando de Batalha Naval.

    PROSUPER… no way

    foi aprovada ontem a MP que “Desobriga a Lei” de metas de Superavit Primário para 2014, serão 119 Bilhões para manipular os números reais e Rombo.

    Só no Brasil que surgem termos como “Desobrigar a Lei”… isso não existe… Lei é Lei e ponto.

    Grande Abraço.

  10. O SP me lembra uma daquelas noites em que se acorda de um pesadelo para adormecer e iniciar um novo pesadelo.

    A Franca, que tem uma economia de 1 Mundo, mal consegue manter o CDG – e nois com a nossa estamos sonhando com um PA de 60000t … em 2039.

  11. Nossa, que ótimo. Parabéns a MB, ótimo investimento. Afinal quase nunca temos uma noticia sobre aquisições da MB e portanto devemos todos festejar. Teremos muito assunto até 2019. Parabéns a MB, a DCNS e a todos os demais envolvidos. Que idéia fantástica fazer tantos investimentos e transformações em um navio de 1960. Aprenderemos muito com essa reforma. Uma pena termos nos desfeito do Minas, talvez também recebesse uma modernização.

  12. Caro Corsario137, apesar do tom sarcastico do seu comentário (desculpe-me se estou enganado), como engenheiro eu acho que sim é possível, por incrível que pareça, que aprendamos com a modernização de um navio dos anos 1960, como o Oganza disse, os russos por exemplo, entendem de navio grande, nós não.
    Em minha opinião se a marinha realmente espera construir um Nae novo no Brasil um dia, é melhor pôr engenheiros para trabalhar num pronto hoje, para que eles tenham pelo menos idéia do tamanho do buraco, já pensou se daqui uns 15 ou 20 anos resolvem usar pessoal “cru” num projeto tupiniquim?
    Além disso o fato de o vetor ser antigo não significa que não tenha nada a nos ensinar, as Apolo pousaram na lua também com tecnologia dos anos 60, você acha que não teria nada que a AEB pudesse aprender se tivesse acesso aos projetos e detalhes técnicos do Saturno V?
    Nós estamos muito pra trás, melhor estudar e tentar consertar o que já existe do quê quebrar a cabeça tentando inventar algo novo.
    Um colega reclamou alguns dias atrás que nossas universidades não inovam, que nossos cientistas apenas copiam teses já existentes, embora eu concordo com ele em parte, é preciso aprender a andar antes de correr, o Japão começou assim, a China começou assim, este é o caminho certo, o nosso problema é que com a nossa preguiça nós não estamos aprendendo a andar antes de correr, ainda estamos deitados na rede.

  13. Problema é que na Marinha pouco importa o que os engenheiros acham ou preferem, no final o que importa é o que o almirantado quer.

    Ou você acha que o CPN está feliz em criar uma corveta com 136 pessoas a bordo?

  14. Obrigado pelas respostas.

    Se o objetivo é o mesmo dos indianos, praticamente reconstruir o navio, pode até ficar bom. Até mesmo porque nesse caso aplica-se a “Lei Tiririca”: Pior que tá, não fica.

    O problema nessa história é o que o Oganza citou. Nossa falta de experiência em construção de navios militares desse porte.

    No fim das contas vão acabar chamando alguém de fora pra “apertar os parafusos”, como o pessoal aqui do blog gosta de dizer.

    Tô só esperando pra ver qual empresa vai firmar uma parceria milionária com a DCNS pra nos mostrar o que deve ser feito…

  15. Com catapultas capazes de lançar aeronaves de até 20,5 toneladas fica ainda mais viável meu desejo/sonho que a MB adote para o seu Sea Gripen apenas aeronaves biplaces.

    O Brasil já terá que desenvolver o Gripen F biplace para a FAB e o Sea Gripen para a MB. Se a MB adotar só aeronaves biplaces além de aumentar o envelope operacional da Aviação Naval implementando a doutrina de utilização do WSO (Weapon Systems Officer) usada pela US Navy nos seus NAes nucleares permitiria integrar os dois projetos em um único programa para a FAB e a MB.

    Para operar até 2039 o São Paulo terá que operar uma variante naval do Gripen NG. Mas como o A-12 só operará em 2019 o programa atual de modernização dos AF-1(A) não precisa ser implementado de imediato, pode ser melhorado e ampliado incluindo novas capacidades já que o A-12 deixará de ser um NAe para manutenção de doutrina até 2029.

    Com esta mudança de conceito e de previsão de uso é muito provável que o A-12 (após a obtenção do primeiro NAe entre 50 e 60 Kton de deslocamento) seja o primeiro navio Capitânia da Frota Norte quando da sua ativação.

    Não concordo com o uso do Sea Ceptor numa unidade de maior porte como o Mod NAe após o PMM. Seria melhor o uso de uma versão naval do Pantsir (mais capaz e com mísseis supersônicos) e/ou um sistema naval usando os próprios mísseis A-Darter que serão usados tanto pelos AF-1 e Sea Gripen). Como uma bateria secundária do Pantsir Naval.

  16. Requena,

    “‘Lei Tiririca’: Pior que tá, não fica.” – Muito cuidado nessa hora… rsrsrs – Nada está tão ruim que não possa piorar, isso é uma constante humana que ignora qualquer lei ou força conhecida do Universo. 🙂

    Mas o inverso tb é verdadeiro, difícil, mas verdadeiro. 😀

    Grande Abraço.

  17. Outro detalhe com o PMM se estendendo até 2019 e como programa de modernização dos AF-1(A) podendo ser repensado,ampliado e melhorado, não há necessidade tão urgente do Mar Gripen F-BR.

    Foi dito que a a MB tem feito consultas a US Navy sobre a doutrina de uso de aeronaves biplace e do uso do WSO (Weapon Systems Officer) e que a FAB também está interessada na experimentação operacional com aeronaves com dois pilotos com carga de trabalho com divisão flexível de tarefas de modo que o projeto de desenvolvimento do Gripen F não será focado num biplace tradicional de treinamento mas como uma aeronave de linha de dois pilotos.

    Sob este aspecto a MB pode aproveitar a sua proximidade com a US Navy, que ainda não se decidiu a levar adiante para produção o projeto da variante EPE do motor F414-400 para o Super hornet/Growler, e propor uma parceria neste desenvolvimento para o seu Sea Gripen (com a opção de kit de conversão dos motores dos demais Gripens da FAB) o que pode ser o empurão que falta para a US Navy aprovar a fase final deste desenvolvimento que daria 18% de impulso adicional sobre a F414-GE-39E que será utilizada no Gripen E e seria muito relevante e bem vinda na operação embarcada.

  18. Como a MB selecionou o seaceptor para as CV03 acredito que seja natural sua adoção no A12; agora sabem dizer qual radar será adotado, o Artisan (o mais lógico) ou o Smart ? Por acaso já existe esta informação ?

  19. Como praticamente toda decisão “errada” (por não saber como se faz um planejamento de maneira correta) vem acompanhada de outras decisões mais erradas ainda, essa modernização dos A-4 e o pior, o incremento dela, é quase uma redundância descabida que só _____________ podem achar isso o ó do borogodó.

    Muito mais produtivo e inteligente gastar os tubos no possível Gripen Naval do que nas peças de museu que são os A-4.

    Se o SP estiver pronto em 2019 (4 anos até lá), ele só vai estar ápto navegar operacionalmente de verdade, após os teste, lá por 2021 (6 anos até lá).

    Meu, a SAAB/EMB/FAB/MB só não conseguiriam colocar um Gripen N em 6 anos para testes no SP só se fosse por má vontade, pq a verba taí, é só enterrar essa sandice chamada AF-1, pois os estudos para a viabilidade técnica e naval dele já foram feitos pela SAAB em parceria com a BAe.

    Segue a Batalha Naval – G | 39 🙂

    O resto é mi mi mi.

    Grande Abraço.

    COMENTÁRIO EDITADO. EVITE PROVOCAÇÕES DESNECESSÁRIAS E ROTULAÇÕES DE OUTROS COMENTARISTAS.

  20. Pessoal, é impressão minha ou em alguns anos seremos o único país do mundo a operar navios militares a vapor?

    Acredito que até 2039 já tenhamos muitas evoluções em sistemas de propulsão.

    A propósito, mais um pouco e a Marinha completa o centenário do A-12 de forma operacional. Seria o mesmo que operarmos hoje na linha de frente um navio da 1ª Guerra Mundial.

  21. costamarques,

    desculpa, não sei se vc está sendo irônico, mas a graças a Deus a resposta é não.

    E não existe essa conversa de “expertise do PROSUB”, o que temos hj é um aprendizado junto com a tentativa de se construir 4 Subs convencionais de nova geração… ainda não chegamos no SubNuc.

    Não vamos navegar pelo mundo hellmann’s não… pleaseee 🙂

    Grande Abraço.

  22. Ô ______________ meu filho se tudo der certo o A-12 sai do PMM em 2019 praticamente junto com os primeiros Gripen E da FAB.

    Como a MB vai “investir tudo no Gripen ?” Tu és um baita planejador pelo visto, igual aos britânicos que vão pedir ao USMC para operar seus F-35B no HMS Queen Elizabeth…
    Pois não tem seus F-35B para operar !!!

    Acho que no teu conceito os Almirantes de sua Majestade são tão ineptos como os Brasileiros…

    Os A-4 são o que a MB tem no momento para operar os Sea Gripen terão que ser desenvolvidos voarão talvez lá para 2022/23 se tudo der muito certo…

    Etâ palpite furado se ouve cada coisa…

    Troco na mesma moeda e eu sei que o CAMM é supersônico aliás é muito difícil que um míssil SAM não o seja. Mas realmente pelas especificações ele é um pouco mais veloz que o míssil do sistema Pantsir.


    COMENTÁRIO EDITADO. EVITE PROVOCAÇÕES DESNECESSÁRIAS QUE VIRAM UMA BOLA DE NEVE.

  23. Minha pergunta é: vale a pena gastar essa grana toda, pra modernizar um navio dos anos 1950, pra que pssa operar aeronaves também dos anos 1950? Não seria gastar demais, com o que já está total e completamente obsoleto??

  24. hihihihi Gilberto

    Vc está certíssimo, realmente “se tudo der certo o A-12 sai do PMM em 2019”, mas ele não vai sair do PMM operacional. Sorry baby!!!

    Meu querido, não veja só o que vc quer ver, isso é obtusidade. Nunca disse para MB investir tudo no Gripen. Eu disse para ela “gastar os tubos no possível Gripen Naval” ao invés dos A-4.

    E sim, os nossos Almirantes são tão ineptos quanto os da Royal Navy, ou será o inverso? 🙂

    Na verdade o Almirantado, as agências e a Indústria Naval Britânica tem dado todos os exemplo do que não se deve ser feito em grandes Programas Navais, no seu gerenciamento de projeto e principalmente na gestão de seus custos. Qualquer semelhança com Puthênfia não será coincidência. kkkkkk

    “Os A-4 são o que a MB tem no momento para operar”. Não, não são, ainda não!!! Pois apenas 1 e apenas 1 mal decola de um aeroporto, que dirá de um PA… 😛

    hummm 2022/23 para o Sea Gripen… como eu disse, má vontade ou planejamento ineficiente (bingo é esse :D). Maaas poderia ser fácil 2020/21, data essa que de fato o SP poderá está operacional.

    E por fim Gilberto, não tem nada sendo vendido aki não. Isso é apenas a realidade se impondo aos ________________________. Simples assim…. tááá tááá eu sei que o simples é difícil, mas é assim mesmo… faxxxxi parte 😉

    Segue o jogo…

    – A|12… ááágua

    – G|39… booommm bem no passadiço

    – A|4… ááágua

    kkkkkkk boooommmm Gilberto 😀

    COMENTÁRIO EDITADO. EVITE PROVOCAÇÕES DESNECESSÁRIAS E ROTULAÇÕES DE OUTROS COMENTARISTAS. ISSO JÁ ESTÁ FICANDO CHATO, QUANTAS VEZES AINDA TEREMOS QUE ADVERTIR ATÉ APRENDEREM?

  25. As catapultas não lançaram sómente os “caças”, sejam eles qual forem, mas há os Trades/Trackers/Coders – uma p… dessas – que também usam das mesmas, assim sendo os transportes [ combustíveis (K), materiais/pessoal (C) e (ah!) Vigilância (E) ] teem que ser dimensionados na tração e na oposição – nos cabos de parada.

    Ma$ pelo que comentam, ainda bem que tiraram a perimetral da zona portuaria, pois ficará mais limpa a area para aproximação. Já para os lançamentos tem só que coordenar com as operações do SDU.

  26. Pessoal, gastar dinheiro nisso aí é igual pegar um Ford T, equipá-lo e colocar para correr uma corrida de fórmula 1…

    Ele ia ficar lindo no box, mas quando vai para pista não vai servir para nada…

    Sou mais buscar o Bahia no fundo do mar e reformá-lo!!! Vamos passar menos vergonha…

    Esses caras estão de brincadeira com o nosso $$$!!!

    Lamentável esse DESgoverno que temos.

    ST

  27. Bom dia a todos!

    Nos longos debates em que o São Paulo já foi protagonista aqui no Poder Naval, se nota que a principal questão é (justamente) de fundo econômico/logístico/organizativo: não cabe no orçamento; é muito caro manter; falta os aviões, falta a escolta; consome todo a combustível da inteira Marinha em pouco tempo; falta o tanqueiro; etc etc etc.
    Tantos bons argumentos para “aposentar” o navio e a própria ideia de possuir um NA. Não discuto, é verdade.

    Agora temos que reconhecer um fato: vai ser modernizado!

    Pude ver que a galera entendeu o sinal e começam a chegar comentários mais ligados aos aspectos técnicos/tecnológicos da monstruosa empreitada.
    Parece que seja hora de passar pra frente e discutir os itens da modernização proposta.

    Então, lendo os principais pontos do PNM, já nos itens 3 e 4 me vem a curiosidade de saber à qual propulsão estejam pensando.

    Deixar na mesma frase sistema de propulsão e geração de energia, somada a “revitalização das fontes de geração de vapor” fazem pensar que será mantida a atual configuração.
    Sabendo que a DCNS (parceira inevitável e insubstituível?) no projeto PA2 trazia a proposta de um sistema misto diesel-elétrico/vapor, eu pergunto aos senhores quais seriam as vantagens de uma eventual adoção desse sistema no São Paulo, considerando não apenas qual seria o melhor sistema em absoluto para mover um navio desse tamanho na velocidade que ele precisa atingir, mas o caso específico de um navio operando na realidade da Marinha.

    • Senhores,

      Ironia é divertida, mas quando repetida em excesso pode parecer informação, e alguns desavisados podem acreditar.

      Acho importante, nesse sentido, fazer algumas observações a respeito do que li em alguns comentários, tanto nesta quanto em outras matérias.

      – O NAe São Paulo, originariamente o Foch da Marinha Francesa, não é um navio da década de 1950. Ele foi incorporado em 1963 na Marine Nationale.

      – Da mesma forma, em que pese o projeto inicial dos jatos A-4 serem da década de 1950, os modelos fabricados para o Kuwait e que foram depois comprados pela Marinha são do final dos anos 70, versões muito distantes em capacidade, motorização etc dos iniciais.

      Tudo bem, podemos falar em concepção inicial na década de 1950 para ambos, mas notadamente no pós-guerra os navios (e também parte dos aviões), quando entravam em serviço, já eram pensados muitos anos antes levando em conta seu uso projetado em cenários que os manteriam válidos muitos e muitos anos depois. Às vezes se acerta, às vezes se erra, mas no caso da classe “Clemenceau” e do A-4, se acertou muito mais do que errou na capacidade de seus projetos básicos serem válidos por muito tempo depois.

      – Se a modernização do São Paulo correr como o planejado (terminando ao final desta década) e sua baixa for no final da década de 2030, ele ainda vai dar baixa cerca de 75 anos depois de incorporado inicialmente, e não 100.

      – Sobre navios a vapor: um porta-aviões nuclear também é um navio a vapor, pois é este que move as turbinas de propulsão e de geração de energia. A diferença é como se aquece a água para fazer o vapor, se por caldeiras a óleo ou por um ciclo fechado de um reator nuclear (muito mais sofisticado, evidentemente). De qualquer forma, ainda não está claro como será a configuração futura de propulsão do São Paulo, se incorporará motores de combustão interna (diesel) para propulsão ou manterá a combustão externa (caldeiras a vapor) atual, revitalizada e eventualmente adequada a outros óleos combustíveis.

      – À época da Primeira Guerra Mundial, os navios mais importantes para as esquadras, como os encouraçados, eram planejados para uns 20 anos de operação – o fato de uma parte (e não tão grande assim) das dezenas de encouraçados do primeiro conflito ter sido modernizada e servido no conflito seguinte deve-se a vários fatores que não são os do planejamento inicial. Em contrapartida, navios mais importantes do pós-guerra, no caso os porta-aviões (navios-aeródromos) já eram planejados desde o início para muito mais tempo de serviço – 30 a 40 anos no mínimo.

      Não é um absurdo terem a vida estendida se forem militarmente válidos. O ex-Hermes britânico teve quilha batida em 1944, mas com o final da guerra acabou sendo reprojetado em diversos detalhes e só entrou em serviço em 1959. Serviu até 1984 na Marinha Real Britânica e até recentemente na Marinha Indiana, e está sendo sucateado agora – foram quase 55 anos de serviço e uns 70 anos desde o início de sua construção até seu desmonte.

      – Ironias à parte, o desmonte da perimetral a princípio só pode facilitar o pouso de helicópteros no convoo do São Paulo quando atracado ao AMRJ, com finalidade de alguns tipos de treinamento. Jatos navais não pousam nem decolam de navios atracados.

      – A cota de combustível para um navio é relacionada ao que se espera utilizar. Não faz sentido solicitar mais, nem menos, para um navio em processo quase contínuo de reformas. Se nos últimos tempos para o São Paulo tem sido o suficiente para poucos dias de mar, é porque o navio fez pouquíssimas saídas nos últimos anos devido aos problemas a resolver. Nos seus primeiros anos de operação na MB, a cota era muito maior do que se fala em comentários recentes.

      O navio deve estar mais ou menos perto de 200 dias de mar na MB até hoje, e o grosso disso está concentrado nos 4 anos entre o início das operações com a MB no primeiro trimestre de 2001 e o acidente em maio de 2005 (depois do qual as saídas foram raras para provas de mar após consertos desta ou daquela área, seguidas de grandes períodos atracado ao AMRJ, docagens etc). Eu acho que dá pra chutar uma média de 40 dias de mar por ano naqueles primeiros 4 anos, e acho que é isso que ele deverá fazer, pelo menos, depois que (e se) voltar a operar. O ideal seria mais dias de mar ao longo do ano (embora muito menos do que um dos recordistas, o monitor Parnaíba, que com seu alto ritmo de saídas chega a uns 140 dias de mar – ou “de rio” – por ano). Só que isso vai depender de como estarão as coisas no início da próxima década. Acho que uns 50 ou 60 dias de mar por ano já seriam bastante adequados – e não representariam muito mais que a média cumprida entre 2001 e 2005. 50 dias de mair por ano foi mais ou menos a média do Minas Gerais em 40 anos de serviço na MB – embora tenha havido vários anos de inatividade, necessários devido a reformas e modernizações – fazendo com que as saídas em certos anos somassem muito mais dias de mar que a média.

      – Por fim, o Parnaíba é um caso à parte, e não ajuda muito como parâmetro comparativo com a longevidade de outros navios, seja no mar ou rios, por seu tempo longo de serviço se dever a inúmeros fatores. Havia planejamentos, pelo menos desde a virada dos anos 1960/70 para substituí-lo até meados dos anos 1980, e o substituto seria parecido com a classe Roraima em serviço na bacia amazônica, porém dotado de convoo. Por diversos motivos, o substituto não vingou e o Parnaíba acabou modernizado (e muito bem modernizado) em propulsão, armamento, habitabilidade, instalação de convoo etc.

      Ninguém está aqui querendo censurar ironias e propagação de algumas lendas com fins humorísticos, longe disso. Mas peço que não exagerem, por favor, pois muita gente busca este espaço atrás de informações e pode se confundir quando muitos comentários insistem em propagar lendas e repetir ironias.

  28. Nunão…

    o ex-Hermes não está sendo sucateado e sim continua em serviço na Marinha Indiana e por mais alguns anos ainda…como o Viraat R 22.

    O que está sendo sucateado é o Vikrant R 11 ex-Hercules que já havia deixado o serviço e foi por um tempo um navio-museu, mas, infelizmente ficou caro mante-lo.

    abraços

  29. Valido sim!
    Adquirir “expertise” para construir ou projetar, VALE o dinheiro gasto, MAS TEM DE TER continuidade.
    Afinal gastamos em coisas bem piores no Brasil…por exemplo “auxilo aprendiz” de R$80 mês que o moleque utiliza para compra celular de R$800.

    Auxilio aprendiz é mais um benefício da épica saga das famigeradas bolsas que não levam a lugar nenhum. Só incentivamos a desonestidade das pessoas.

    O aluno recebe para participar de um curso e não é para trabalhar/trabalhando. Sem nenhum controle, pois o garoto não frequentava as aulas.

  30. Sempre no tema da propulsão:

    As caldeiras (6 caldeiras?) devem estar em bom estado para serem passíveis de uma revitalização:

    “Revitalização das fontes de geração de vapor”

    Enquanto “implementação de um novo sistema de propulsão, geração e distribuição de energia” parece indicar que as turbinas (4?) serão substituidas (substituidas por turbinas novas ou substituído o sistema vapor?).

    Seria possível interpretar a coisa como a conservação de uma linha de vapor exclusiva para as catapultas usando uma parte das caldeiras atuais e um novo sistema (diesel?) para a propulsão e geração de energia elétrica?

    Alguém arrisca um palpite?

  31. Nunão:

    81 dias de mar por ano teria sido a média do então Foch nos seus 37 anos de serviço na marinha francesa (segundo o site naviosbrasileiros).

    Era novinho e a França tem interesses e bases ao redor do Globo.

    Acho correta a tua avaliação: metade disso (ou pouco mais) já estaria de bom tamanho para as necessidades do Brasil.

  32. “Daltonl
    5 de dezembro de 2014 at 11:40
    Nunão…
    o ex-Hermes não está sendo sucateado e sim continua em serviço na Marinha Indiana e por mais alguns anos ainda…como o Viraat R 22.
    O que está sendo sucateado é o Vikrant R 11 ex-Hercules que já havia deixado o serviço e foi por um tempo um navio-museu, mas, infelizmente ficou caro mante-lo.”

    É, troquei as bolas. Vi um vídeo outro dia do scrap do Vikrant, na correria, e misturei os nomes.

    Em todo caso, meu argumento com o ex-Hermes ainda na ativa fica mais lógico, rsrsrsrsrs

    Valeu!

  33. “Zampol
    5 de dezembro de 2014 at 12:50”

    Zampol, turbinas costumam ter durabilidade bem maior que caldeiras. Se for mantido o sistema de propulsão a vapor, acredito (apenas palpite) que é na geração de vapor pelas caldeiras, sua distribuição pelas tubulações e sua condensação é que se torna o sistema mais provável de substituir / revitalizar. Tem turbina naval da época da IIGM funcionando até hoje em usinas termelétricas por aí.

    Já na geração de energia, é necessária a troca dos turbogeradores (ou seja, o conjunto de turbinas / geradores dedicado especialmente à geração de energia), mas até onde sei não por causa de problemas das turbinas, mas do funcionamento do sistema como um todo, especialmente quando o navio ainda está atracado e pronto para sair ou em trânsito na baía de Guanabara, que traz inúmeras complicações para os condensadores, fora o alto consumo e custos de manutenção desse sistema, que se tornou de baixa confiabilidade frente à alternativa de geradores diesel.

  34. Se for usado até 2039, deveriam substituir a catapulta de vante, assim possibilitando o lançamento do E-2 Hawkeye, C-2 Greyhound e outros.

  35. ci_pin_ha,

    Substituir uma catapulta não é algo simples, e o comprimento dela (que é o que mais diferencia as que estão no navio de outras de tipo semelhante mas com capacidade para aeronaves maiores) teria que continuar o mesmo, a não ser que se fizessem mudanças muito maiores (e nem sei se seriam possíveis ou viáveis) na estrutura do navio abaixo do convoo.

    Da mesma forma, teria que rever o aparelho de parada para que enganchassem aviões mais pesados como esses citados. Acho que passaria do ponto em que a modernização traria um bom custo-benefício.

  36. Nunão

    É so “zoação”.
    Concordo em genero, no. e grau, com que mencionastes.
    Convivo com a “marinheirada” na area, vendo e sinto a agonia no estado atual das coisas, mas antes de tudo, o respeito pela arma que defendem e com isso o meu respeito a eles.

    Com a “grana’ que temos a eles destinadas e os bilhões desviados, a ironia é um meio de “estar contra a situação”.

    Abraços.

  37. Falem o que falar, mas estou orgulhoso por essa modernização! acredito nesse Porta aviões, sempre acreditei nele e em seu potencial depois de modernizado.

  38. Olá.

    Parece que o grande problema do A-12 está na tubulação de vapor saturado de alta pressão(o vapor “seco”, que sai das caldeiras). Ele (A-12) serviu como porta helicópteros na maior parte de sua vida na marinha francesa. Será que não remonta aquela época a fragilidade da tubulação?
    A modernização provavelmente manterá as caldeiras (a “carcaça”), mas com modernização na tubulação e (talvez) no combustível (óleo “grosso” para óleo “fino”, se for o caso). Um “retrofit” das caldeiras pode aumentar a capacidade de produção (vazão, temperatura e pressão) de vapor saturado. Obviamente, a tubulação tem de ser adequada aos novos (?) parâmetros de operação.
    A cogeração de vapor/eletricidade é uma das formas mais eficientes de produção de energia elétrica. Deve ser mantida, imagino. Para situações de emergência, pode haver grupos geradores diesel/elétricos. Mas serão para operação emergencial.
    As turbinas principais podem sim estar com problemas: basta elas terem recebido vapor úmido em vez de vapor saturado. Isso pode “acabar” com as pás (ou, no mínimo, desbalancear o conjunto). A troca das turbinas pode elevar a potência do conjunto propulsor.
    Estou realmente curioso com o que vai acontecer com os conjuntos elevadores/catapultas. Uma das catapultas é mais curta que a outra. Se o elevador central for deslocado mais para a lateral do navio, a catapulta de vante poderá ser aumentada, melhorando as condições de pouso e lançamento (que poderiam ser feitas conjuntamente). Essa sim seria uma “reforma” para o A-12.
    Na parte de defesa de ponto, creio que “somente” Sea Ceptor seja “insuficiente”. Talvez um “apoio” de um sistema de proximidade (como o Goalkeeper) fosse útil.
    SDS.

  39. “Ele (A-12) serviu como porta helicópteros na maior parte de sua vida na marinha francesa.”

    Não é o que consta da folha de serviços dele e mesmo pouco antes de ser vendido ao Brasil participou da guerra no Kosovo, onde os”Crusaders” voaram pela última vez em missões de combate.

  40. Olá Dalton, boa noite.

    O R99 Foch operou como navio aeródromo catobar (com grupamento e aeronaves de asas fixas) quando o R98 Clemenceau estava em manutenção. Se ambos estivessem em operação, o R98 era o “porta aviões” e o R99 o “porta helicópteros ASW”.
    É essa informação que tenho e que leio quando procuro informações sobre os Clemenceau.
    Sei que ele (Foch) operou com os Crusaders na Crise de Dijibout, na guerra de Kosovo, além de ter servido como “modelo” para o desenvolvimento do Rafale M, a partir das reformas no início dos anos 1990. Também sei que o navio “ganhou” um “prolongamento” do convés para maior segurança dos pousos dos protótipos do Rafale M.
    Ambos os Clemenceau foram “atualizados”de forma a serem bem parecidos, exceção das últimas reformas, quando o R98 já apresentava os sinais das operações de aeródromo catobar (o estado geral do R99 era bem melhor que o R98 no final dos anos 1990; também isso se deve ao maior tempo utilizado como “porta helicópteros ASW”).
    São as informações que tenho.
    SDS.

  41. Eu leio estas notícias e alguns comentários e me sinto em Marte literalmente, explico:

    Senhores! Colocar dinheiro no SP além de ser um ato insano, improbo e sem justificativa(ninguém sabe ainda qual é a missão) é um deboche ao contribuinte Brasileiro.

    Senhores, recentemente nós vimos a baixa da corveta Frontin, fato este que veio a ocorrer por falta de recursos financeiros que deveriam ter sido empregados nela no passado para manter seus equipamentos, sensores e armamentos em dia e não o foi. Estamos falando de talvez algo como quinze ou vinte milhões de dólares, mas não foi feito.
    Agora reciocinem comigo, se a Marinha não consegue manter uma simples corveta com sistemas muito mais simples quem o SP como irá mante-lo???
    Vou adiante, vamos falar um pouco do grupo aéreo embarcado:

    Quando a Marinha fez as primeiras qualificações para pilotos pousarem e decolarem do MG não epoca com a chegada dos A 4, isto foi feito nos EUA e custou algo como1,5 milhão de dólares por piloto. tudo isto foi para o lixo, será necessário fazer uma nova qualificação, para se voltra operar embacado.
    Nós temos assistido que dificilmente a MB e o VF1 que hoje tem 17 células de A 4 na sua dotação, voando com mais 03 ou 4 aeronves, porque isto?
    Porque a MB não tem dinheiro para manter mais do que este número voando, simples como tal.
    Aqui no Sul, em Rio Grande, sede do HU 5 que tem normalmente três Esquilos na dotação, a Marinha consegue mal e porcamente manter um voado com ajuda do DAE do RS que acode com peças de reposição vira e mexe.

    O HA1 mantém o Lynx do Líbano voando na base da canibalização dos demais, observem que nas operações realizadas por aqui dificilmente tem se visto Lynx embarcado, porque?
    Por isto tudo que eu falei acima.

    Agora eu pergunto aos senhores:

    O que vai mudar nos próximos quatro anos que fará com que ela possa manter e operar um NAE e seu grupo aéreo??????????

    Quanto a modernização em si:

    A Marinha precisa do vapor para as catapulats isto é ponto pacífico, então as caldeiras serão mantidas, acredito que as turbinas a vapor serão modernizadas ou subtituídas, apesar de que talvez seja necessário construir sob encomenda, pois estão descontinuadas a décadas.
    Seria extremamente oneroso queimar diesel nas calderias, pois aumentaria os custos de combustível geométricamente, mesmo com a melhora do consumo com a melhor eficiência térmica do diesel.
    O que deve cocorer é que a geração elétrica passe a ser totalmente feita através de grande geradores diesel, pois os turbogeradores são uma grande fonte de dor de cabça para a MB.
    As demais modificações de sistemas de combate e armas implicam em recursos vultuosos e não vou me adentrar no assunto, que acho que se isto for adiante não ficará na casa do um bilhão de reais, vai muiiiito alem.

    Pensem, pensem…..

    Ter não siginficia operar.

    Grande abraço

  42. Mauricio…

    analisando a folha de serviços de ambos não dá a impressão de que um funcionou na maioria do tempo como um porta-helicópteros, no caso o Foch.

    Ambos poderiam ser usados como porta-helicópteros não necessariamente na função ASW, fazendo um rodízio, enquanto um atuava como NAe o outro atuava como PH e é bem documentado o Clemenceau transportando helicópteros durante a Primeira Guerra do Iraque.

    Desde os anos 80 a Marinha Francesa tinha planejado retirar o Clemenceau em 1995 e o Foch até por ser
    ligeiramente mais novo em 1998 e ambos passaram pelas mesmas reformas e alterações que os permitiriam chegar ao fim de suas vidas úteis, 35 anos e ambos operaram como NAes até o fim, 1997 e 1999
    respectivamente.

    Ambos deveriam ter sido substituídos por 2 NAes movidos a energia nuclear mas apenas um o CDG como você sabe entrou em serviço e com atraso e
    houve especulação de manter o Foch por mais tempo
    mas devido às restrições financeiras não foi possível.

    Em suma, achei curioso o seu comentário lá em cima da “tubulação” estar “fragilizada pelo fato do Foch ter passado a maior do tempo operando como PH.

    grande abraço

  43. Olá Dalton, boa tarde.

    Tubulações de vapor saturado podem sofrer efeitos da mineralização da água. Embora as caldeiras trabalhem com água desmineralizada, sempre sobra algum sal dissolvido.
    Com o passar dos anos, as tubulações vão sofrendo de “arterioesclerose”, devido as deposições minerais.
    Os efeitos são maiores em caldeiras/tubulações que trabalham de forma intermitente, pois o uso continuado acaba por evitar a formação de depósitos.
    Por isso minhas hipóteses.
    SDS.

  44. Volto ao topico para informar aos senhores que nossas discussoes por aqui andaram despertando a ira do CM e seus acefalos e puxa sacos.
    As acoes deles foram tentar me grampear e se utilizar de um blog para fazer comercial publico do SP tanto e que o topico dele e mantido a 3 dias como primeiro topico do site.
    Exmo Sr oficial de inteligencia do CON, efetuar grampo sem autorizacao judicial e crime.

    Grande abraco

  45. Juarez,

    ele deveria se preocupar em evitar que os resto da frota vá a pique ao invés de ficar patrulhando blog na internet, isso sim. Problemas é o que não faltam pra resolver.

    “andaram despertando a ira” – seria cômico se não fosse trágico. =/

    Grande Abraço.

  46. Por que a MB não desenvolve uma versão naval do Bandeirante (Bandnaval) p/ servir como vetor ASW ,AWACS, REVO, ECM, SAR,..? …com asas dobráveis, se possível….. claro….isto só seria viável se houver jatos F/A p/ cumprir a principal missão. Os velhos A-4 estão operando, afinal, ou não?

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