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Porta-aviões ‘São Paulo’ será modernizado de 2015 a 2019, para operar até 2039

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NAe São Paulo com Sea Gripen

O navio-aeródromo (NAe) “São Paulo” iniciará em junho de 2015 o Período de Modernização de Meio (PMM), logo após a conclusão do projeto detalhado de modernização. O PMM durará cerca de 1430 dias.

Desta forma, o NAe “São Paulo” deverá retornar ao Setor Operativo em 2019, permanecendo em operação por mais 20 anos, até 2039.
As principais pontos do PMM do NAe “São Paulo” são:

  • a reforma de seu interior, melhorando significativamente as condições de habitação para sua tripulação;
  • substituição de tubulações e fiações;
  • implementação de um novo sistema de propulsão, geração e distribuição de energia;
  • revitalização das fontes de geração de vapor;
  • revitalização geral (com substituição de diversas peças) das duas catapultas, permitindo que ambas lancem aeronaves com até 20,5 toneladas;
  • revitalização (com substituição de diversas peças, incluindo os cabos) do aparelho de parada, permitindo o pouso de aeronaves mais pesadas e de alto desempenho;
  • revitalização (com substituição de diversas peças) de ambos os elevadores de aeronaves, fazendo com que cada um deles tenha a capacidade superior a 20 toneladas;
  • modernização do sistema ótico de pouso;
  • modernização dos sistemas de controle de avarias do convoo e do hangar;
  • modificações e modernização dos sistemas de tratamento de águas servidas;
  • modificações e modernização do sistema de ar condicionado;
  • modificações e modernização das câmaras frigoríficas;
  • modificações e modernização nos sistemas de ar comprimido;
  • instalação de novos sistemas de defesa de ponto;
  • substituição dos radares de busca combinada e de aproximação, integrando-os ao SICONTA Mk. IV; e
  • instalação de novo sistema integrado de comunicações.

A modernização do NAe “São Paulo” permitirá que o projeto e viabilização da construção de seu substituto – que deslocará entre 50.000 e 60.000 toneladas – sejam estendidos, aguardando condições orçamentárias mais favoráveis.

COLABOROU: LM

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Requena
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Requena

Uma pergunta aos amigos do Blog.

Essa “modernização” prevista para o São Paulo é parecida com aquela feita naquele Porta Aviões indiano que foi praticamente reconstruído pelos russos?

Guizmo
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Guizmo

Galante,
Se os planos correrem como previsto, em 2019 teríamos o Nae SP operacional. Minha pergunta é: Existirá força de superfície com defesa aérea de área pronta para compor a defesa da FT?
Obrigado e Abs

andreas
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andreas

Um detalhe que me chamou a atenção é a ampliação da capacidade das catapultas para 20,5 toneladas. Os A-4 plenamente carregados pesam quanto? E esse novo peso permitiria, em tese, lançar qual aeronave? Pois essa ampliação, ao meu ver, deixa a entender que a MB tá de olho em alguma outra coisa, do contrário não faria sentido.

eduardo.pereira1
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eduardo.pereira1

Que beleza, vai ficar fino de garagem, novinho, que venham bons ventos pra MB, assim como p/ outras forças.

Sds.Eduardo o observador .

MO
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felipe augusto batista
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felipe augusto batista

Segundo a wikipedia o peso máximo de decolagem do A4 é de 11136 kg, o do Gripen NG deve ficar em 16000 kg, assim mesmo um eventual Gripen Naval que tivesse o peso aumentado por causa de reforços na estrutura e uma versão biposto ainda estaria dentro da margem de 20 tons com sobra.

Antonio M
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Antonio M

Espero que tenham optado/planejado por sistemas de defesa de ponto decentes…..

ernani
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ernani

Se eu tenho uma catapulta capaz de lançar uma aeronave de 20,5 ton, e minha aeronave, em condições de lançamento pesa 20,5 ton, eu uso meu equipamento no limite de sua capacidade, deteriorando-o mais rapidamente do que se eu tivesse uma folga. Além do mais, como o desenvolvimento da tecnologia dos caças e das bombas/mísseis, em geral traz aumento de peso, se eu não tivesse essa folga não poderia realizar uma possível modernização de meia vida.

nunes neto
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nunes neto

Em reforma/modernização desde 2005,2019 serão 14 anos de reforma, me corrijam se eu estiver enganado, fora isso na reforma de 2005/2010 essa catapulas não foram modernizadas?

aldoghisolfi
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aldoghisolfi

Galante, e o resto?

Teremos o suficiente na superfície para compor a TF, como perguntou o Guizmo?

Com uma notícia destas, até mudo de posição: SÃO PAULO É MORT! VIVE LE SÃO PAULO!

Oganza
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Oganza

Requena 4 de dezembro de 2014 at 11:08 A diferença é que os Russos entendem de navio grande, mesmo assim foi uma dor de cabeça só e toda a história foi acompanhada aki pelo PN. Vamos Aguardar… …pois com muita, mas muuuuita sorte mesmo, as escoltas serão, quem sabe, as 4 F-123 alemãs de segunda mão, o que já estaria de muito bom tamanho para essa marinha que fica brincando de Batalha Naval. PROSUPER… no way foi aprovada ontem a MP que “Desobriga a Lei” de metas de Superavit Primário para 2014, serão 119 Bilhões para manipular os números reais… Read more »

thomas_dw
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thomas_dw

O SP me lembra uma daquelas noites em que se acorda de um pesadelo para adormecer e iniciar um novo pesadelo.

A Franca, que tem uma economia de 1 Mundo, mal consegue manter o CDG – e nois com a nossa estamos sonhando com um PA de 60000t … em 2039.

Galeão Cumbica
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Galeão Cumbica

Longe de eu concordar, mas teoricamente foi o mesmo que aconteceu com os USA a pouco tempo!

sds
GC

Corsario137
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Corsario137

Nossa, que ótimo. Parabéns a MB, ótimo investimento. Afinal quase nunca temos uma noticia sobre aquisições da MB e portanto devemos todos festejar. Teremos muito assunto até 2019. Parabéns a MB, a DCNS e a todos os demais envolvidos. Que idéia fantástica fazer tantos investimentos e transformações em um navio de 1960. Aprenderemos muito com essa reforma. Uma pena termos nos desfeito do Minas, talvez também recebesse uma modernização.

felipe augusto batista
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felipe augusto batista

Caro Corsario137, apesar do tom sarcastico do seu comentário (desculpe-me se estou enganado), como engenheiro eu acho que sim é possível, por incrível que pareça, que aprendamos com a modernização de um navio dos anos 1960, como o Oganza disse, os russos por exemplo, entendem de navio grande, nós não. Em minha opinião se a marinha realmente espera construir um Nae novo no Brasil um dia, é melhor pôr engenheiros para trabalhar num pronto hoje, para que eles tenham pelo menos idéia do tamanho do buraco, já pensou se daqui uns 15 ou 20 anos resolvem usar pessoal “cru” num… Read more »

sharpe
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sharpe

Problema é que na Marinha pouco importa o que os engenheiros acham ou preferem, no final o que importa é o que o almirantado quer.

Ou você acha que o CPN está feliz em criar uma corveta com 136 pessoas a bordo?

Requena
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Requena

Obrigado pelas respostas.

Se o objetivo é o mesmo dos indianos, praticamente reconstruir o navio, pode até ficar bom. Até mesmo porque nesse caso aplica-se a “Lei Tiririca”: Pior que tá, não fica.

O problema nessa história é o que o Oganza citou. Nossa falta de experiência em construção de navios militares desse porte.

No fim das contas vão acabar chamando alguém de fora pra “apertar os parafusos”, como o pessoal aqui do blog gosta de dizer.

Tô só esperando pra ver qual empresa vai firmar uma parceria milionária com a DCNS pra nos mostrar o que deve ser feito…

Gilberto Rezende
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Gilberto Rezende

Com catapultas capazes de lançar aeronaves de até 20,5 toneladas fica ainda mais viável meu desejo/sonho que a MB adote para o seu Sea Gripen apenas aeronaves biplaces. O Brasil já terá que desenvolver o Gripen F biplace para a FAB e o Sea Gripen para a MB. Se a MB adotar só aeronaves biplaces além de aumentar o envelope operacional da Aviação Naval implementando a doutrina de utilização do WSO (Weapon Systems Officer) usada pela US Navy nos seus NAes nucleares permitiria integrar os dois projetos em um único programa para a FAB e a MB. Para operar até… Read more »

Oganza
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Oganza

Requena,

“‘Lei Tiririca’: Pior que tá, não fica.” – Muito cuidado nessa hora… rsrsrs – Nada está tão ruim que não possa piorar, isso é uma constante humana que ignora qualquer lei ou força conhecida do Universo. 🙂

Mas o inverso tb é verdadeiro, difícil, mas verdadeiro. 😀

Grande Abraço.

Oganza
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Oganza

Como eu disse: cada coisa que se ouve…

…como se o CAMM não fosse supersônico!!!

É como se diz nas ruas: ut’worthless

Gilberto Rezende
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Gilberto Rezende

Outro detalhe com o PMM se estendendo até 2019 e como programa de modernização dos AF-1(A) podendo ser repensado,ampliado e melhorado, não há necessidade tão urgente do Mar Gripen F-BR. Foi dito que a a MB tem feito consultas a US Navy sobre a doutrina de uso de aeronaves biplace e do uso do WSO (Weapon Systems Officer) e que a FAB também está interessada na experimentação operacional com aeronaves com dois pilotos com carga de trabalho com divisão flexível de tarefas de modo que o projeto de desenvolvimento do Gripen F não será focado num biplace tradicional de treinamento… Read more »

Roberto Bozzo
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Roberto Bozzo

Como a MB selecionou o seaceptor para as CV03 acredito que seja natural sua adoção no A12; agora sabem dizer qual radar será adotado, o Artisan (o mais lógico) ou o Smart ? Por acaso já existe esta informação ?

Oganza
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Oganza

Como praticamente toda decisão “errada” (por não saber como se faz um planejamento de maneira correta) vem acompanhada de outras decisões mais erradas ainda, essa modernização dos A-4 e o pior, o incremento dela, é quase uma redundância descabida que só _____________ podem achar isso o ó do borogodó. Muito mais produtivo e inteligente gastar os tubos no possível Gripen Naval do que nas peças de museu que são os A-4. Se o SP estiver pronto em 2019 (4 anos até lá), ele só vai estar ápto navegar operacionalmente de verdade, após os teste, lá por 2021 (6 anos até… Read more »

Edgar
Admin

Pessoal, é impressão minha ou em alguns anos seremos o único país do mundo a operar navios militares a vapor?

Acredito que até 2039 já tenhamos muitas evoluções em sistemas de propulsão.

A propósito, mais um pouco e a Marinha completa o centenário do A-12 de forma operacional. Seria o mesmo que operarmos hoje na linha de frente um navio da 1ª Guerra Mundial.

costamarques
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costamarques

Seria possível utilizar a expertise do PROSUB e transformá-lo em nuclear?

Oganza
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Oganza

Edgar,

o U-17 Parnaíba lá da Flotilha do Mato Grosso vai fazer 80 anos em 2018. 🙂

Grande Abraço

Oganza
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Oganza

costamarques,

desculpa, não sei se vc está sendo irônico, mas a graças a Deus a resposta é não.

E não existe essa conversa de “expertise do PROSUB”, o que temos hj é um aprendizado junto com a tentativa de se construir 4 Subs convencionais de nova geração… ainda não chegamos no SubNuc.

Não vamos navegar pelo mundo hellmann’s não… pleaseee 🙂

Grande Abraço.

Gilberto Rezende
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Gilberto Rezende

Ô ______________ meu filho se tudo der certo o A-12 sai do PMM em 2019 praticamente junto com os primeiros Gripen E da FAB. Como a MB vai “investir tudo no Gripen ?” Tu és um baita planejador pelo visto, igual aos britânicos que vão pedir ao USMC para operar seus F-35B no HMS Queen Elizabeth… Pois não tem seus F-35B para operar !!! Acho que no teu conceito os Almirantes de sua Majestade são tão ineptos como os Brasileiros… Os A-4 são o que a MB tem no momento para operar os Sea Gripen terão que ser desenvolvidos voarão… Read more »

a.cancado
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a.cancado

Minha pergunta é: vale a pena gastar essa grana toda, pra modernizar um navio dos anos 1950, pra que pssa operar aeronaves também dos anos 1950? Não seria gastar demais, com o que já está total e completamente obsoleto??

Oganza
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Oganza

hihihihi Gilberto Vc está certíssimo, realmente “se tudo der certo o A-12 sai do PMM em 2019”, mas ele não vai sair do PMM operacional. Sorry baby!!! Meu querido, não veja só o que vc quer ver, isso é obtusidade. Nunca disse para MB investir tudo no Gripen. Eu disse para ela “gastar os tubos no possível Gripen Naval” ao invés dos A-4. E sim, os nossos Almirantes são tão ineptos quanto os da Royal Navy, ou será o inverso? 🙂 Na verdade o Almirantado, as agências e a Indústria Naval Britânica tem dado todos os exemplo do que não… Read more »

sergiocintra
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sergiocintra

As catapultas não lançaram sómente os “caças”, sejam eles qual forem, mas há os Trades/Trackers/Coders – uma p… dessas – que também usam das mesmas, assim sendo os transportes [ combustíveis (K), materiais/pessoal (C) e (ah!) Vigilância (E) ] teem que ser dimensionados na tração e na oposição – nos cabos de parada.

Ma$ pelo que comentam, ainda bem que tiraram a perimetral da zona portuaria, pois ficará mais limpa a area para aproximação. Já para os lançamentos tem só que coordenar com as operações do SDU.

CorsarioDF
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CorsarioDF

Pessoal, gastar dinheiro nisso aí é igual pegar um Ford T, equipá-lo e colocar para correr uma corrida de fórmula 1…

Ele ia ficar lindo no box, mas quando vai para pista não vai servir para nada…

Sou mais buscar o Bahia no fundo do mar e reformá-lo!!! Vamos passar menos vergonha…

Esses caras estão de brincadeira com o nosso $$$!!!

Lamentável esse DESgoverno que temos.

ST

Zampol
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Zampol

Bom dia a todos! Nos longos debates em que o São Paulo já foi protagonista aqui no Poder Naval, se nota que a principal questão é (justamente) de fundo econômico/logístico/organizativo: não cabe no orçamento; é muito caro manter; falta os aviões, falta a escolta; consome todo a combustível da inteira Marinha em pouco tempo; falta o tanqueiro; etc etc etc. Tantos bons argumentos para “aposentar” o navio e a própria ideia de possuir um NA. Não discuto, é verdade. Agora temos que reconhecer um fato: vai ser modernizado! Pude ver que a galera entendeu o sinal e começam a chegar… Read more »

Zampol
Visitante
Zampol

Ops.: propulsão PA2 = diesel/turbina .

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
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Senhores, Ironia é divertida, mas quando repetida em excesso pode parecer informação, e alguns desavisados podem acreditar. Acho importante, nesse sentido, fazer algumas observações a respeito do que li em alguns comentários, tanto nesta quanto em outras matérias. – O NAe São Paulo, originariamente o Foch da Marinha Francesa, não é um navio da década de 1950. Ele foi incorporado em 1963 na Marine Nationale. – Da mesma forma, em que pese o projeto inicial dos jatos A-4 serem da década de 1950, os modelos fabricados para o Kuwait e que foram depois comprados pela Marinha são do final dos… Read more »

daltonl
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daltonl

Nunão…

o ex-Hermes não está sendo sucateado e sim continua em serviço na Marinha Indiana e por mais alguns anos ainda…como o Viraat R 22.

O que está sendo sucateado é o Vikrant R 11 ex-Hercules que já havia deixado o serviço e foi por um tempo um navio-museu, mas, infelizmente ficou caro mante-lo.

abraços

mdanton
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mdanton

Valido sim!
Adquirir “expertise” para construir ou projetar, VALE o dinheiro gasto, MAS TEM DE TER continuidade.
Afinal gastamos em coisas bem piores no Brasil…por exemplo “auxilo aprendiz” de R$80 mês que o moleque utiliza para compra celular de R$800.

Auxilio aprendiz é mais um benefício da épica saga das famigeradas bolsas que não levam a lugar nenhum. Só incentivamos a desonestidade das pessoas.

O aluno recebe para participar de um curso e não é para trabalhar/trabalhando. Sem nenhum controle, pois o garoto não frequentava as aulas.

Zampol
Visitante
Zampol

Sempre no tema da propulsão:

As caldeiras (6 caldeiras?) devem estar em bom estado para serem passíveis de uma revitalização:

“Revitalização das fontes de geração de vapor”

Enquanto “implementação de um novo sistema de propulsão, geração e distribuição de energia” parece indicar que as turbinas (4?) serão substituidas (substituidas por turbinas novas ou substituído o sistema vapor?).

Seria possível interpretar a coisa como a conservação de uma linha de vapor exclusiva para as catapultas usando uma parte das caldeiras atuais e um novo sistema (diesel?) para a propulsão e geração de energia elétrica?

Alguém arrisca um palpite?

Zampol
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Zampol

Nunão:

81 dias de mar por ano teria sido a média do então Foch nos seus 37 anos de serviço na marinha francesa (segundo o site naviosbrasileiros).

Era novinho e a França tem interesses e bases ao redor do Globo.

Acho correta a tua avaliação: metade disso (ou pouco mais) já estaria de bom tamanho para as necessidades do Brasil.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
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“Daltonl
5 de dezembro de 2014 at 11:40
Nunão…
o ex-Hermes não está sendo sucateado e sim continua em serviço na Marinha Indiana e por mais alguns anos ainda…como o Viraat R 22.
O que está sendo sucateado é o Vikrant R 11 ex-Hercules que já havia deixado o serviço e foi por um tempo um navio-museu, mas, infelizmente ficou caro mante-lo.”

É, troquei as bolas. Vi um vídeo outro dia do scrap do Vikrant, na correria, e misturei os nomes.

Em todo caso, meu argumento com o ex-Hermes ainda na ativa fica mais lógico, rsrsrsrsrs

Valeu!

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

“Zampol 5 de dezembro de 2014 at 12:50” Zampol, turbinas costumam ter durabilidade bem maior que caldeiras. Se for mantido o sistema de propulsão a vapor, acredito (apenas palpite) que é na geração de vapor pelas caldeiras, sua distribuição pelas tubulações e sua condensação é que se torna o sistema mais provável de substituir / revitalizar. Tem turbina naval da época da IIGM funcionando até hoje em usinas termelétricas por aí. Já na geração de energia, é necessária a troca dos turbogeradores (ou seja, o conjunto de turbinas / geradores dedicado especialmente à geração de energia), mas até onde sei… Read more »

ci_pin_ha
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ci_pin_ha

Se for usado até 2039, deveriam substituir a catapulta de vante, assim possibilitando o lançamento do E-2 Hawkeye, C-2 Greyhound e outros.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

ci_pin_ha,

Substituir uma catapulta não é algo simples, e o comprimento dela (que é o que mais diferencia as que estão no navio de outras de tipo semelhante mas com capacidade para aeronaves maiores) teria que continuar o mesmo, a não ser que se fizessem mudanças muito maiores (e nem sei se seriam possíveis ou viáveis) na estrutura do navio abaixo do convoo.

Da mesma forma, teria que rever o aparelho de parada para que enganchassem aviões mais pesados como esses citados. Acho que passaria do ponto em que a modernização traria um bom custo-benefício.

sergiocintra
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sergiocintra

Nunão

É so “zoação”.
Concordo em genero, no. e grau, com que mencionastes.
Convivo com a “marinheirada” na area, vendo e sinto a agonia no estado atual das coisas, mas antes de tudo, o respeito pela arma que defendem e com isso o meu respeito a eles.

Com a “grana’ que temos a eles destinadas e os bilhões desviados, a ironia é um meio de “estar contra a situação”.

Abraços.

costamarques
Visitante
costamarques

Falem o que falar, mas estou orgulhoso por essa modernização! acredito nesse Porta aviões, sempre acreditei nele e em seu potencial depois de modernizado.

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá. Parece que o grande problema do A-12 está na tubulação de vapor saturado de alta pressão(o vapor “seco”, que sai das caldeiras). Ele (A-12) serviu como porta helicópteros na maior parte de sua vida na marinha francesa. Será que não remonta aquela época a fragilidade da tubulação? A modernização provavelmente manterá as caldeiras (a “carcaça”), mas com modernização na tubulação e (talvez) no combustível (óleo “grosso” para óleo “fino”, se for o caso). Um “retrofit” das caldeiras pode aumentar a capacidade de produção (vazão, temperatura e pressão) de vapor saturado. Obviamente, a tubulação tem de ser adequada aos novos… Read more »

daltonl
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daltonl

“Ele (A-12) serviu como porta helicópteros na maior parte de sua vida na marinha francesa.”

Não é o que consta da folha de serviços dele e mesmo pouco antes de ser vendido ao Brasil participou da guerra no Kosovo, onde os”Crusaders” voaram pela última vez em missões de combate.

Mauricio Silva
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Mauricio Silva

Olá Dalton, boa noite. O R99 Foch operou como navio aeródromo catobar (com grupamento e aeronaves de asas fixas) quando o R98 Clemenceau estava em manutenção. Se ambos estivessem em operação, o R98 era o “porta aviões” e o R99 o “porta helicópteros ASW”. É essa informação que tenho e que leio quando procuro informações sobre os Clemenceau. Sei que ele (Foch) operou com os Crusaders na Crise de Dijibout, na guerra de Kosovo, além de ter servido como “modelo” para o desenvolvimento do Rafale M, a partir das reformas no início dos anos 1990. Também sei que o navio… Read more »

a.cancado
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a.cancado
juarezmartinez
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juarezmartinez

Eu leio estas notícias e alguns comentários e me sinto em Marte literalmente, explico: Senhores! Colocar dinheiro no SP além de ser um ato insano, improbo e sem justificativa(ninguém sabe ainda qual é a missão) é um deboche ao contribuinte Brasileiro. Senhores, recentemente nós vimos a baixa da corveta Frontin, fato este que veio a ocorrer por falta de recursos financeiros que deveriam ter sido empregados nela no passado para manter seus equipamentos, sensores e armamentos em dia e não o foi. Estamos falando de talvez algo como quinze ou vinte milhões de dólares, mas não foi feito. Agora reciocinem… Read more »