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Destróier Tipo 45 nas Malvinas: resposta de Londres à oferta de caças russos aos argentinos

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Royal Navy Type 45 Destroyer HMS Dragon

Roberto Lopes

Exatos 20 dias depois de a opinião pública internacional ter sido surpreendida pela notícia, veiculada em Londres, de uma suposta oferta de jatos de ataque Su-24M à Força Aérea Argentina – aparente retaliação do presidente Vladimir Putin às sanções que o Ocidente vem impondo ao seu governo por causa do apoio aos separatistas da Ucrânia –, o Ministério da Defesa britânico admitiu, no último sábado (18.01), a presença do poderoso e sofisticado destróier antiaéreo Tipo 45 “Dragon”, de 8.000 toneladas, na área das Ilhas Malvinas (que os britânicos chamam de Falklands).

O “Dragon” está equipado com dois sistemas de mísseis antiaéreos Aster, para a interceptação de alvos entre 1,7 km e 120 km, além de vetores Harpoon, para a guerra de superfície, e um mix de canhões e metralhadoras onde se destaca o canhão antiaéreo de alta velocidade Phalanx CIWS.

Navios de guerra da Marinha Real no arquipélago malvinense não são, propriamente, uma novidade, mas um porta-voz do Ministério da Defesa da Grã-Bretanha, identificado pelo jornal inglês “Sunday Express” como uma “fonte sênior da Marinha”, fez declarações inusitadamente duras acerca da prontidão dos ingleses para repelir uma eventual ameaça dos argentinos à soberania britânica no território ultramarino das Malvinas.

Escolha deliberada – “Nós tivemos um Tipo 45 lá embaixo [Atlântico Sul] no último ano e nós temos um na região enquanto falamos”,disse o porta-voz, “e nós vamos ter outros disponibilizados no futuro”.

Em outro trecho de suas manifestações, o porta-voz é incisivo: “É claro que a escolha de mandar um Tipo 45, em contraposição a um Tipo 23 [fragata mais antiga (década de 1980) e menos artilhada] por exemplo, é deliberada”.

A fonte referiu-se, então, à capacidade do destróier “Dragon” de reforçar a defesa antiaérea baseada em terra que os ingleses mantém nas Malvinas: “Se necessário eles podem prover capacidade de defesa aérea adicional. Este é o papel deles”.

A modernidade do Tipo 45 também foi abordada: “Estes navios têm uma imensa capacidade e podem olhar para adiante no seu radar além do horizonte por centenas de quilômetros” .

Na noite da sexta-feira (17.01), o Ministério da Defesa britânico já havia comentado a presença de uma de suas principais embarcações na área das Falkland:

“Nossa postura militar global no Atlântico Sul é baseada em avaliações periódicas da ameaça e as Ilhas Falkland permanecem bem defendidas.
Nós não faremos comentários sobre detalhes operacionais específicos. Nós permanecemos vigilantes e comprometidos com a proteção dos ilhéus das Falkland”.

Visitas – O Poder Naval ouviu uma fonte da Oposição ao governo Cristina Kirchner no Congresso argentino.

Segundo ela, a presença de um navio de guerra inglês nas Malvinas já era esperada – por causa da repercussão mundial obtida pela notícia da oferta de Su-24M a Buenos Aires –, e não é a única.

O Quartel-General da Marinha em Buenos Aires acompanha outras visitas consideradas igualmente provocativas. Entre elas a do navio de patrulha pesqueira “Pharos SG”, uma embarcação civil, de 1.986 toneladas, que fundeou ao largo das Ilhas Georgias do Sul em dezembro, procedente do porto chileno de Punta Arenas (por onde passou também o destróier “Dragon”), oficialmente a serviço da Diretoria de Pesca das Georgias do Sul e das Ilhas Sandwich do Sul.

A Diretoria de Pesca das Georgias tem a sua sede administrativa instalada na Casa de Governo, em Port Stanley. Os militares argentinos não têm dúvidas de que o “Pharos SG” cumpre missões de vigilância em águas que Londres considera sob sua jurisdição, para além dos assuntos estritamente relacionados à pesca.

O estresse dos argentinos deve aumentar nos próximos meses.

Até maio – final do verão antártico –, os ingleses devem despachar para as Malvinas dois navios oceanográficos: o “RRS Ernest Schackleton” – via África do Sul –, de 1.800 toneladas e convés de vôo para helicópteros de até 10 toneladas, e o  “RRS James Clark Ross”, de 7.400 toneladas, que também fará escala em Punta Arenas.

O “Schackleton” chega a Port Stanley no dia 21 de janeiro – para uma série de quatro visitas que irão se estender até maio –, e o “Ross” a 12 de abril, para uma permanência de 40 dias. Ambos pertencem à entidade denominada Pesquisa Antártica Britânica, que tem sede em Londres e mantém fortes vínculos operacionais com a o setor de pesquisas científicas da Marinha Real.

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32 COMMENTS

  1. Resposta Não…….. È medinho mesmo……

    Kakaka…

    Algum dia sei que não estarei vivo mais a bandeira imperial Russa se deus quiser vai tremular no parlamento Inglês dando fim a essa civilização ocidental Anglo-Saxão..

  2. “O “Dragon” está equipado com dois sistemas de mísseis antiaéreos Aster, para a interceptação de alvos entre 1,7 km e 120 km, além de vetores Harpoon, para a guerra de superfície, e um mix de canhões e metralhadoras onde se destaca o canhão antiaéreo de alta velocidade Phalanx CIWS.”

    “A fonte referiu-se, então, à capacidade do destróier “Dragon” de reforçar a defesa antiaérea baseada em terra que os ingleses mantém nas Malvinas: “Se necessário eles podem prover capacidade de defesa aérea adicional. Este é o papel deles”.

    A modernidade do Tipo 45 também foi abordada: “Estes navios têm uma imensa capacidade e podem olhar para adiante no seu radar além do horizonte por centenas de quilômetros” .

    SU 24M ?

    Nossa que mêda……… ou que mer………..

    Argentina, chores por ti …….

  3. Não foi um Su-24M desses ai que “apagou” um Burke americano no mar negro ?

    Não são maravilhas de ultimo tipo… mas “Nossa que mêda” ?
    Não subestime uma super-potência militar, feito a Russia…

  4. Alfredo,
    De acordo com a Voz da Rússia foi.
    Ah! E de acordo com a Voz da Rússia, os marinheiros americanos voltaram para os EUA a nado, provavelmente impulsionados por jatos de fezes que produziam de tanto medo que ficaram do poderio do russo.

    Soldat,
    Por que esperar? Mude-se para a Coréia do Norte e viva já o esplendor da civilização oriental.
    Melhor ainda, aliste-se no EI.
    Quem sabe não terá o prazer de degolar alguns ingleses?

  5. Kojak,
    Apesar de algumas fontes citarem que o S1850M tenha capacidade OTH isso parece não ser verdade.
    Ele é “só” um radar 3D de longo alcance operando na faixa L (que os russos e chineses fazem tanto alarde), capaz de detectar um avião patrulha a 400 km e um míssil tipo Brahmos a 65 km.
    Mas tudo tem que estar acima do horizonte radar.
    Desconheço se é possível a um navio portar um legítimo OTH ou se existem algum que o tenha.
    Um abraço.

  6. Ainda a única forma de detectar navios e aviões abaixo do horizonte radar de um navio é por meio de um AEW ou coisa que o valha.
    Fosse possível a navios portar radares OTH e o problema da vigilância estaria praticamente resolvido.
    Isso cria um dilema: pra que radares com 400 km de alcance em navios se eles não podem detectar nada que esteja a 30 km do navio ao nível do mar? E mais, pra que um radar com 400 km de alcance se mísseis antiaéreos não chegam a essa distância?
    Obs: Uma aeronave com grande RCS, tipo um avião patrulha, para ser detectado a 400 km deve estar a 10.000 metros de altitude, caso contrário fica abaixo do horizonte radar e a salvo da bisbilhotice do navio.
    A resposta a pergunta é que pau que dá em Chico também dá em Francisco. Se um navio não pode detectar uma aeronave que esteja abaixo do horizonte radar o mesmo serve para uma aeronave.
    Um avião de patrulha pra detectar um navio a 400 km precisará estar a 10.000 metros de altitude e se manter lá por algum tempo. Ele tem um radar “pior” que o navio, mas o navio tem RCS 10 x maior que ele. Já o navio tem um radar “melhor”, mas o avião tem RCS 10 x menor.
    No frigir dos ovos o tempo que leva um avião patrulha pra detectar um navio é o mesmo que um navio leva pra detectar um avião patrulha, supondo-se que ambos tenham equipamento apropriado.
    Um saberá da existência do outro e especificamente o navio irá se colocar em alerta.
    Ele não poderia fazer mais nada já que não há mísseis sup-ar com 400 km de alcance, e mesmo que houvesse, ele teria que ser “ultra” veloz para conseguir atingir o avião a tempo, antes dele se esconder abaixo do horizonte radar ou sair do alcance.
    Mesmo sustentando uma média de Mach 6 por 400 km (não existe míssil sup-ar que faça isso), o míssil levaria 200 segundos para atingir o alvo (mais de três minutos).
    Quando chegasse o avião não estaria mais lá e mesmo se contasse com um radar autônomo, seria muito difícil o míssil encontrar um avião que pode estar a 40 km em qualquer direção.
    Acaba que um navio com um radar de longo alcance, tirando aqueles dedicados à função antimíssil balístico, só serve para controlar o espaço aéreo ao redor e prover meios de detectar aeronaves que possam denunciar a presença de aviões patrulha, possibilitando um alerta antecipado.

  7. E claro, há uma série de situações (devido a uma série de variáveis) que podem fazer um avião militar desavisado adentrar no alcance de um radar de navio e até mesmo no alcance de lançamento de mísseis.
    Nem todo avião inimigo está apto a detectar um navio ou está nessa função específica, o que pode colocá-lo na “linha de fogo” de forma desavisada.
    Por exemplo, um Type 45 pode estar próximo à costa de um país inimigo e os aviões se sentirão livres de voar sobre seu território, mas no processo se colocarão ao alcance do radar do navio.
    Também é possível que caças e outros aviões passem na área controlado pelo navio e sequer saberem da presença do navio, e fazendo isso se colocam como alvos.
    Também é possível a um avião patrulha mais antigo se ver na linha de tiro de um moderno (e furtivo) navio de defesa aérea. Um radar de avião patrulha pode ter dificuldade em detectar um navio com RCS reduzido à grande distância e por outro lado um radar moderno, de varredura eletrônica, pode rapidamente e de forma mais consistente detectar um avião patrulha.

  8. opa sera que pinta uma jaca quadrada retangulo destes tipos 45 por aqui em abastecimento / abastecimento em uma south atlantic patrol ??? …

  9. Uma pesquisadinha rápida no “sistemasdearmas” e lá há referência de que existe intenção de equipar navios com um sistema OTH denominado “High-frequency surface-wave radars” (HFSWR), que poderia ser muito útil no alerta precoce de ameaças, mas até agora não há nenhum navio operacional com esse sistema.
    Esse

  10. Dalhe Bosco…

    Já ia falar desse papo furado ai de “olhar para adiante no seu radar além do horizonte por centenas de quilômetros”. Como sempre, as “autoridades”jogando para a torcida. kkkkkkk

    Mas o Sr. matou a pal…

    …vc poderia acrescentar nessa situação de Avião Patrulha Vs Navio AAW como ficaria a vetorização de aeronaves em terra designadas tanto pelo Avião Patrulha (em missão na costa, caso Argentino) ou como no caso Inglês, um Type 45 vetorizando os Typhoon estacionados nas Falklands.

    Ps.: Os Argentinos e o resto da Bolivarda canalha pode espernear o quanto quiser, é Falklands a mais de 180 anos e para que ela possa vir a ser um dia quem sabe ser chamada de Malvinas, a Argentina terá que ser um País sério primeiro.

    Pps.: Deem uma olhada na história, a Argentina não “manteve” sua soberania sobre as ilhas por pura incompetência… olhem de 1833 para trás. E quem não se convencer disso, tb é incompetente … kkkkkkkk

    Fatos, eles são terríveis… 😀

    Grande Abraço.

  11. Só relembrando a história:
    1. Estas ilhas foram pela primeira vez acessadas por um europeu em 1690. Foi o ingles John Steony que lá desembarcou e então as batizou como “Falklands”

  12. Caro Mestre Bosco,

    obrigado pelas aulas.

    Já “colei” tudo e mandei para a Cristina, mas parece que ela está “meio” enrolada com o Irã, que planejou algo com os Argies mas a execução do plano foi da Venefavela.

    As ilhas passaram a assunto secundário.

    .22 para …………… kkkk ……

  13. Oganza,
    Tem que saber o que ele quis dizer com essa frase: “Estes navios têm uma imensa capacidade e podem olhar para adiante no seu radar além do horizonte por centenas de quilômetros”
    Esse termo “além do horizonte” pode ter duplo sentido. Em geral é o famoso OTH, que quer dizer que consegue “ver” abaixo do horizonte radar. Isso não é possível com um radar que opera na banda L.
    Pode ser também que ele tenha se referido que o radar consegue ver “além do horizonte radar”, mas não necessariamente abaixo dele.
    Outra possibilidade é que a tradução do original esteja equivocada.
    Se for a primeira hipótese, ou o cara jogou pra galera ou ele não entende do que fala,ou se equivocou com o termo 3D e confundiu com capacidade OTH ou o radar é supersecreto e não opera na banda L. rsrrss
    Essa última é pouco provável.
    A banda L é da faixa do microondas (SHF),encostando na faixa UHF e apesar de ser melhor para detectar aeronaves e mísseis de RCS reduzido, está longe dos radares OTH que operam na faixa HF, que até onde eu sei, têm que ser grande pra chuchu e não cabem nessa dimensão da antena do S1850M. Na verdade, não cabem nem no navio todo. rsrssss
    Se ele estiver se referindo ao SAMPSON, piorou. Esse opera na banda S, que tá mais distante ainda da HF.
    Há fontes que alegam ser o radar S1850M uma redundância desnecessária, sendo só um radar de busca de volume, sem nenhuma outra função que não a monitorização do espaço aéreo ao redor, sem nenhuma função no controle de tiro ou coisa que o valha.
    O desempenho do S1850M pouca coisa acrescenta ao do já fodástico SAMPSON, que é um legítimo faz-tudo.
    Os “ingleses” são bons, mas nem mesmo eles conseguem mudar as leis da física. rsrsss
    Um abraço.

  14. (Cont.)
    2. Embora ao longo do fim do século 17 e de todo o seculo 18, e os primeiros 20 anos do sec. 19 tais lhas tenham sido objeto de disputas entre ingleses, franceses, espanhois e holandeses, elas nunca foram reinvidicadas pelos argentinos e na maior parte deste período a posse foi britânica.
    3. Em 1820, mercenario americano foi contratado para tomar posse, a força, do arquipélago, em nome da Argentina;
    3. Apos 1820, ao longo de 13 anos de preparos e tentativas de recuperar seu território , em 1833 0 ingles John James Oslow retomou a posse das ilhas em nome da majestade britânica. Desde de então até hoje, quase dois SECULOS, as ilhas são reconhecidas pela maioria da comunidade mundial como sendo de posse do Reino Unido e, como desde sempre, denominadas legitimamente como “Falklands”,
    4. Quando em 1982 a Argentina tentou invadir a propriedade britânica à força , bastaram 74 dias para as tropas inglesas retomarem a paz nestas ilhas uma vez que jamais a sua posse tenha sido efetivamente perdida por uma capitulação incondicional dos cidadões ingleses de etnia kelper.
    5. Portanto até regulamentação em comntrario pela comunidade internacional tais ilhas deven ser mantidas denominadas Falklands.
    6. Apos esse conflito ficou claro e documentado que das alternativas que os governantes argentinos chegaram a considerar ao estupido ataque às Falklands seria fazer uma campanha contra o Brasil ou mesmo contra o Chile.
    7. Se o critério da proximidade física fosse suficiente, deveríamos invadir a Europa via Guiana.

  15. Esse destróier é invencível para toda a capacidade militar argentina junta. Assim como o são os Typhoons baseados nas ilhas.

    Simples.

    Endosso o Bosco na referência de equipamento equivalente. Se você pegar o vetor argentino com mais chances contra o Type-45 (A-4Ar) vai demonstrar um rcs sem vergonha quando subir pra pingar de radar no navio, além de jamais conseguir distancia de tiro eficiente.

  16. Talvez também o porta-voz tenha usado a expressão “beyond the horizon” que talvez não tenha conotação de “over the horizon”.
    Isso ocorre por exemplo em relação às expressões NLOS (non line of sight) e BLOS (beyond line of sight). Enquanto o primeiro designa mísseis com capacidade de atingir alvos encobertos pelo relevo ou por estruturas o segundo é usado para designar mísseis com alcance superior ao limite da visão humana, que convencionou ser em torno de 4 km.
    Por exemplo, o míssil Spike ER tem capacidade NLOS e alcance de 8 km. Ou seja, ele é tanto NLOS quanto BLOS. O míssil Spiral tem alcance de 7 km mas funciona só em linha de visada, sendo um BLOS, mas não é NLOS.
    Pode ser que “beyond” tenha uma conotação de “além”,mas não necessariamente também “abaixo”.
    Como não achei a fala original em inglês do “aspone” britânico e como não sou “expert” nesse idioma fica o dito pelo não dito. rsrssss
    Deixo com quem entenda do inglês e tenham achado a fala original.

  17. Bosco,

    “Como não achei a fala original em inglês do “aspone” britânico e como não sou “expert” nesse idioma fica o dito pelo não dito. rsrssss”

    acho que posso ajudar:

    beyond é literalmente “estar além” no sentido de destino, não contando ai o caminho ou por onde vc passou (portanto não viu por onde passou). Ex.: He’s beyond the life. Ou seja, já foi… não sofre mais e o que tenha acontecido não importa… já passou e não foi visto, não por nós. E “se” quem “foi” viu alguma coisa, não nos disse nada. 🙂

    over é literalmente “sobre” e intrinsicamente é “estar ou permanecer sobre” no sentido de “em cima” de “domínio” (positiva ou negativamente). Ex.: Game Over. Ou seja, vc foi dominado pelo jogo, ele te dominou e te venceu. Outro exemplo, talvez mais prático: Go and stay over there. Ou seja, se eu vou ou mando algo ir e ficar lá, eu espero que esse algo me reporte o que ele vê. 🙂

    Então se o radar é Beyond the Horizon, ele “vai alem do horizonte”, mas não enxerga sobre (over) o horizonte pois ele continua indo e além (beyond).

    Já o nosso OTH – Over The Horizon ele “está sobre”, ele “mantém o domínio” sobre o horizonte pois ele foi e “ficou lá” e pode reportar. Pois se eu “estou sobre” eu “vejo” e se vejo eu identifico e reporto.

    O OTH é a velha capacidade Look-down… coisa que já foi o Santo Graal nos radares embarcados nos anos 70…

    Essa é a semântica da coisa… já técnica… o report da RAAF é mais esclarecedor. 🙂

    Grande Abraço

  18. Na verdade nao ha muito que os britanicos possam enviar. HA apenas 13 T23s e ao menos uma esta sendo modernizada e as demais adotando se a regra de se ter 3 navios para se ter sempre um disponivel a longo prazo, o que nem sempre funciona assim,mas, basicamente deixa apenas 4 disponiveis. Com todos os compromissos da Royal Navy como no Mediterraneo e Indico os T45s precisam preencher os claros e continuarao fazendo o rodizio com as t23s

  19. Oganza

    Valeu a aula de Inglês, sei que tu és “Professor”.

    O Bosco meu Mestre.

    Mas Oganza,

    creio que no Almirantado, claro pode haver exceções, na aula de Inglês (que fase da carreira?) alguns ou alguém assistiu a uma única aula, sobre:

    “Over price”.

    Que pode ter várias conotações né ………….. (rs)

    Abç

  20. Kojac,

    kkkkkk, pode crer…

    Over Price: faz me rir, agrado, leite das crianças, AP da Patroa… kkkkk

    Ótima analogia… tô rindo muito aki…

    é incrível como para nós brasileiros até a semântica obedece a conveniecia 🙁

    Grande Abraço.

  21. Não se esqueça que foi uma aeronave da primeira guerra mundial que deu o golpe fatal no poderoso Bismark

  22. Interessante que todos os radares que operam os mísseis Aster são rotativos (Herakles, EMPAR, Sansom, etc.), enquanto os radares que operam os mísseis Standard/ESSM são fixos (SPY-1, APAR).

  23. Prezado Bosco,

    Isso pode mudar em breve com o Sea Fire 500, da Thales.

    Conheci o projeto deste radar. Fiquei muito impressionado.

    Abraços

  24. Luiz Monteiro,
    Realmente! Havia me esquecido dele.
    Sem falar que ele integra o conceito do I-Mast, compatível com navios de praticamente qualquer porte.
    Um abraço.

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