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Sem navios disponíveis, Marinha do Brasil contrata companhia aérea para enviar militares ao Haiti

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Sem meios para chegar ao Caribe, envio de tropas da Marinha será realizado por uma companhia aérea

 

gol

ClippingNEWS-PASem navios disponíveis para navegar até o Carine, a Marinha do Brasil contratou a companhia Gol Linhas Aéreas para realizar o transporte de pessoal e bagagem até o Haiti, onde as forças armadas brasileiras atuam na missão de paz das Nações Unidas para estabilizar o país.

A medida atende à determinação do Ministério da Defesa, que incumbiu a Marinha do Brasil de contratar uma empresa aérea para realizar o transporte do contingente devido ao mau estado de boa parte da frota.

Conforme divulgado pela Secretaria Geral da Marinha, o valor do contrato é de R$ 4.920.392,40. O número de voos necessários para enviar todo o contigente ao Haiti não foi divulgado. Os voos de longa distância da Gol são realizados por aeronaves Boeing 737-800.

Em outras ocasiões, o envio de soldados brasileiros ao Haiti também já foi realizado por aeronaves de transporte da Força Aérea Brasileira, como os antigos Boeing KC-137, que ficou conhecido como “Sucatão” e também serviu como avião presidencial. Em 2013, uma dessas aeronaves se acidentou durante a decolagem na capital Porto Princípe e acabou quebrando o trem de pouso dianteiro ao sair da pista. Nenhum dos 143 ocupantes do avião ficou ferido.

Missão de paz

A missão de paz no Haiti foi criada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em 2004 e o Brasil foi incumbido de assumir o comando. O objetivo da empreitada é estabilizar o país, pacificar e desarmar grupo guerrilheiros e rebeldes, promover eleições livres e formar o desenvolvimento instituicional e econômico do país, que é um dos mais pobres do mundo.

Em 2011, o Brasil também assumiu o compromisso de ajudar na reconstrução do Haiti, que foi severamente abalado por um terremoto em 2010, incidente que matou 18 militares brasileiros. Também estão presentes no país militares da Argentina e do Chile.

FONTE: Airway

39 COMMENTS

  1. Apenas o pessoal vai por ANV… contiuamos a enviar o MAT por meio de Navios, sendo a próxima etapa para agora em OUT.
    Abraço a todos.

  2. Continuando o off-topic: seriam especificamente 4 mísseis de cruzeiro, dos que foram lançados do Mar Cáspio. Ainda não há notícia de feridos/mortos e a CNN está informando que a notícias precisa ainda ser confirmada.

  3. Prezado XO,

    Permita-me traduzir para os leigos o seu comentário.

    O que o XO quis dizer é que a contratação da GOL é tão somente para transporte de pessoal e bagagens. Os materiais, equipamentos, e tudo o mais que tem grande volume continuará a ser transportado pelos navios da MB.

    Esta contratação serve para substituir os voos anteriormente operados por aviões da FAB. Contudo, ao invés de designar a FAB para realizar essa contratação, o Ministério da Defesa entendeu que a MB possui maior expertise. Assim, coube à MB realizar a seleção da empresa.

    Por falar em transporte por navios, aproveito a oportunidade para parabenizar meu amigo, CMG Juarez Cardoso Filho, que assumirá o comando do NDCC “Garcia D’Avila” a partir de 01° de janeiro de 2016.

    Abraços

  4. Prezados,

    Com intuito de recuperar a operacionalidade dos escoltas, a MB, por meio da DGMM, contratou a empresa NITNAVE MANUTENÇÃO E SERVIÇOS NAVAIS LTDA-ME para prestação de serviço de reparo de estruturas de alumínio de Fragatas Classe “Niterói”.

    Da mesma forma, contratou a empresa INDUSMEP-RIO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA- ME para realizar o serviço de retirada, reparo e instalação de 700 válvulas das corvetas da Classe “Inhaúma” e da “Barroso”.

    Abraços

  5. Buenas Almirante, Buenas XO, mas que mal lhes pergunto:

    Quem é o próximo “carroceiro” na escala para o Haiti?

    Caro Alm LM, podemos “suposicionar” apartir desta ação da DGMM que em específico se falando de classe Inhaúma que além da JUlio de Noronha a Jaceguay e a inhaúma vão ser mantidas em carga?

    G abraço

  6. Eu fico imaginando uma cena cômica no aeroporto. O funcionário da empresa pergunta para o militar antes do embarque:

    – O senhor está levando algum objeto cortante, arma de fogo ou explosivos

    E o naval responte:

    – Só a minha faca de combate, um M-16 a o AT-4. Mas fique tranquilo porque está tudo na bagagem.

  7. Prezado Chefe, obrigado pela traducao… saiu criptografado, rsrsrs… e parabens ao CMG Juarez, meu veterano de Escola Naval… grande figura !!!
    Prezado Juarez, quem vem eh o Saboia, de novo…
    Abraco a todos…

  8. Para mim uma sabia decisão da MB independente da penuria naval.

    É mais barato, mais rapido e menos cansativo para a tropa.

    O US Army é transportado da mesma forma.

    Por mim até o material iria de avião …..

  9. Na mobilização da Guerra do Golfo de 1991.

    quase 10000 homens foram transportados pela DELTA, CONTINENTAL, AA e outras.

    abs

  10. Uma correção, na verdade a CRAF (Comando da Força Aérea de Reserva) movimentava mais de 5000 homens por dia seguindo o seguinte histórico logistico:

    Números do transporte aéreo:

    Pessoal – Inicial 186.179 / Reforço 283.510
    Média de Saídas Diárias: 15 C – 5, 30 C – 141 e 10 Aeronaves Civis (normalmente 747)

    Carga (ton) – Inicial 155.481 / Reforço 275.430

    Média de Saídas Diárias: 15 C-5, 30 C-141 e 06 Aeronaves Civis

    ou seja Lyw, somente nós Tupiniquins empurramos um navio com mais de 50 anos para levar carga humana e material ao Haiti.

    Quem fez a viagem anual da escola Naval ou do Colégio Naval no velho NDCC Duque de Caxias sabe o que eu estou falando …

    Que Urro Meu Deus !!!

  11. “Por mim até o material iria de avião …..”

    Para transportar pessoal sim, mas, não seria econômico
    transportar veículos e demais carga em aeronaves, nada
    como um navio, principalmente se já orientado para tal função.

  12. Amigos, a diferença é que o US Army quando mandou seus soldados para a Guerra do Golfo via aviação regular o fez porque era mais barato, prezando pela eficiência e pelo melhor gasto público, e não porque não dispunham de meios navais ou mesmo aéreos para fazê-lo, se fosse necessário.

    Não douremos a pílula: não possuir meios de enviar a de resto minúscula força expedicionária brasileira ao Haiti é uma vergonha para a Marinha e, principalmente, para o Brasil.

    PS: lembrei-me de uma cena muito engraçada do filme “Jarhead” em que os caras dentro do B-747 indo pra Arábia Saudita ficam dando em cima da aeromoça (uma baita gost.) e acabam tomando um “toco” animal da moça, rsrsrs…

  13. Poggio, realmente, se tal episódio acontecer a cena deve ser cômica. Mas olha, não duvide, pois é capaz que aconteça. Rsrsrs

  14. Não resta duvida que é uma vergonha, mas se eu fosse Naval preferia ir de avião rs ….

    A GOL tem a menor média de idades das aeromoças nacionais !!! ha ha ha.

    A TAM tem mais aerovéias !!! ha ha ha ha

  15. Prezados,

    Por falar em navios anfíbios, a MB, por meio da Secretaria Geral, da Diretoria de Administração, transformou o Grupo de Recebimento do Navio Doca Multipropósito “Bahia” em uma Organização Militar (OM), devidamente cadastrada no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

    A atividade econômica principal será de fiscalização.

    Segue abaixo a Portaria nº 65/DADM, de 24 de setembro de 2015:

    S E C R E TA R I A – G E R A L
    DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

    PORTARIA Nº 65/DADM, DE 24 DE SETEMBRO DE 2015;.

    Inscrição de Organização Militar (OM) no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

    O DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DA MARINHA, no uso de suas atribuições legais e com fundamento no art. 16 da Instrução Normativa nº 1.470, de 30 de maio de 2014, da Receita Federal do Brasil (RFB), resolve:

    Art.1º Determinar a inscrição no CNPJ, na condição de filial, do Grupo de Recebimento do Navio Doca Multipropósito “Bahia”, Natureza Jurídica 101-5 Órgão Público do Poder Executivo Federal, Código e Descrição da Atividade Econômica Principal (CNAE – Fiscal Principal) 84.22-1/00 – Defesa, Código e Descrição da Atividade Econômica Secundária (CNAE – Fiscal Secundária.) 84.11-6/00 – Administração Pública em Geral, sediado à Rua Primeiro de Março, nº118, Edifício Barão de Ladário, 11º andar – Centro, Rio de Janeiro – RJ, CEP: 20.010-000.

    Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

    C. ALTE (IM) WALTER LUCAS DA SILVA

  16. Caro Alm LM, fiz uma pergunta dirigida ao se hor num post anterior sobre o destinodaInhauma e Jaceguay, seria muito interessante se o senhor pudesse ir adiante no assunto.

    G abraço

  17. A marinha com certeza pelo menos ao meu ver, é das três forças, a que hoje não possuí capacidade em termos de material de realizar praticamente nada das obrigações que lhe caiba.
    A logística e a comunicação sempre me pareceu algo muito precário e frágil nas três forças.
    Ainda a respeito da matéria, já acho muito duvidosa a capacidade de mobilização de deslocamento de meios dentro do próprio território nacional.
    Como o Vader bem disse, é uma vergonha para MB e para o Brasil, país que tem um território imenso, população acima de 200 milhões, riquezas e economia dentre as 10 maiores do mundo não conseguir levar quando muito 2 mil homens até o Haiti, local que podemos dizer de acesso fácil, sem inimigos bloqueando ou dificultando acesso.

    Não lembro quem um tempo atrás comentou em uma das trilogias aqui a seguinte frase.

    Deus é brasileiro e o filho dele trabalha na marinha. kkkkkk

    Só acreditando nisso pra não ficar preocupado com a “bagunça” que ta rolando pelo mundo.

  18. Off topic: como faço para conseguir comentar no poder aéreo e no forças terrestres também ???

    Se alguém puder ajudar
    Att.

  19. Bronco…

    se você pensar que a FAB tem como espinha dorsal 46
    F-5Ms incluindo 3 biplaces com uma taxa de disponibilidade não muito boa já que vários estão passando por algum tipo de manutenção verá que são necessários 2 esquadrões para fazer o trabalho de um ainda mais que até agora os Mirage 2000 não foram substituídos.

    A marinha desde 2011 tem mantido uma fragata no Líbano e para fazer isso são necessários pelo menos 3 navios operando sob rodízio já que é preciso levar em conta a viagem de transito, manutenção após o retorno, treinamento, etc.

    Desde 2004 a marinha envia navios para o Haiti e apesar de problemas técnicos ocorridos com o NDD
    Ceará outro navio o NDCC Sabóia tomou o lugar dele.

    Também as missões de patrulha seja na costa ou nos
    rios, além de assistência médica, etc, continuam sendo executadas.

    Não querendo “dourar a pílula” pois a situação está difícil, mas, não acho que as outras forças estejam melhor ou estejam fazendo mais.

    abraços

  20. Nem próximas e nem longas MO, acabou a festa, não pagaram o o salário do síndico e o local está sujo para caramba.
    A única saíde é o velho Tio lá de cima abrir as portas de esperança.

    G abraço

  21. Dois destes aí e dava para mandar os dois caveleiros da tavola redonda e mais o M Maia para sucata e ia sobrar navios ainda.

    G abraço

  22. Prezado amigo Juarez,

    Lerei e te responderei lá. Obrigado pelo aviso, não li sua pergunta.

    Aos comentaristas com vergonha da MB, esclareço que todas as comissões previstas para a MB na Missão de Paz do Haiti foram integralmente cumpridas por seus meios navais.

    Inclusive quando o NDD Ceará apresentou problemas, foi substituído pelo NDCC Almirante Saboia, que completou a comissão.

    Coincidentemente, isso ocorreu em um vôo que fiz recentemente, onde fomos obrigados a trocar de aeronave por problemas técnicos. Porém, a viagem foi realizada.

    O título da matéria induz ao erro. O NDCC Almirante Saboia cumprirá a comissão programada para este semestre. Então, não é por falta de navios. É por falta de aviões.

    Este transporte deveria ser executado por aeronaves da FAB. Desde o início da Missão de Paz no Haiti, parte das tropas eram transportadas por navios da MB, juntamente com o equipamento pesado, e a outra parte era transportada em aeronaves da FAB.

    Com a perda de capacidade da FAB o Ministério da Defesa determinou que a MB, por sua maior experiência, contratasse a empresa para cumprir a missão anteriormente designada às aeronaves da FAB.

    Talvez, se o Ministério da Defesa tivesse solicitado que a FAB contratasse a empresa, essa confusão de alguns, inclusive de jornalistas, não teria ocorrido.

    Por fim, reitero que todas as comissões sob responsabilidade da MB foram cumpridas e, aquela programada para este semestre também será cumprida por um meio naval, o NDCC Almirante Saboia.

    Abraços

    O Ministério da Defesa determinou que a MB fizesse a

  23. Caro Alm LM, eu não vejo problema algum em enviar tropas em missões de paz em aeronaves civis contratadas, que seguramente vai custar mais barato de que custaria enviar 07 caximbando combustível, comendo ciclo e com riscos..

    Bueno, como o senhor bem colocou, os Cavaleiros da Távalo Redonda vão carregando o piano, o que acontence, já que nós emendamos o assunto, é que estes acabam sendo sugados e não conseguem parar no tempo programado para suas manutenções preventivas, sejam elas de pequena monta ou que toquem ser de maior monta e aí viram um “Frontin 2″ Jason Live”.

    Quanto ao destino da Inhaúma e da Jaceguay fico na fonia “aberta” no aguardo da “”orfrag…….

    G abraço

  24. Prezado Juarez,

    Concordo contigo. Também não vejo problema nenhum em substituir aeronaves da FAB por aeronaves de companhias aéreas. Assim como, não veria nenhum problema se contratassem navios mercantes para realizar o transporte dos equipamentos pesados, tais como blindados e outras viaturas.

    Meu comentário tinha como único objetivo esclarecer que esta contratação da GOL não decorre da falta de navios como dito no título da matéria.

    Aproveito para repassar abaixo, a íntegra da Portaria nº 1.350, de 17 de junho de 2015.

    MINISTÉRIO DA DEFESA

    PORTARIA N 1.350, DE 17 DE JUNHO DE 2015

    Designa a Marinha do Brasil para conduzir a contratação do transporte de tropas para a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

    O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso I, do parágrafo único, do art. 87, da Constituição, de acordo com o disposto na Lei Complementar n.º 97/1999 e,

    considerando que o Brasil, desde 2004 vem participando da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH), mediante o envio de tropas das três Forças Singulares, com o quantitativo atual aprovado em 970 militares;

    considerando que a ONU será responsável por custear as despesas de transporte de tropa de apenas um rodízio anual;

    Considerando que o Brasil manteve a realização de dois rodízios anuais de suas tropas, ficando assim encarregado de custear o transporte do 22º e 23º contingentes, com período de execução estimado entre 12 de novembro e 4 de dezembro;

    considerando a indisponibilidade de meios orgânicos das Forças Singulares em quantitativos e capacidades suficientes para o transporte integral dos militares e do material necessário, no período supramencionado, bem como o elevado custo de suas manutenções, justificando a necessidade de contratação de aeronaves para a rotação da tropa brasileira, com esteio no inciso XXIX, do artigo 24, da Lei nº 8.666/93, uma vez que a contratação em questão não se encontra inserida no objeto da Lei nº 12.598/12;

    considerando a experiência já adquirida pela estrutura de abastecimento da Marinha do Brasil na realização do transporte de material para a Missão de Paz no Líbano (UNIFIL), resolve:

    Art. 1º Determinar que Marinha do Brasil realize todos os trâmites necessários para a contratação do transporte de 972 militares para e do Haiti, na forma do inciso XXIX, do artigo 24, da Lei nº 8.666/93.

    Art. 2º Estabelecer que os recursos orçamentários necessários para efetivação da contratação mencionada no artigo anterior serão descentralizados por este Ministério, do programa 2057 – Política Externa (Defesa Nacional), ação 20X1 – Participação Brasileira em Missões de Paz.

    Art. 3º Estabelecer que os requisitos, os dados e as demais informações para a correta definição do objeto a ser contratado, serão definidos e encaminhados como anexo desta Portaria.

    Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

    JAQUES WAGNER

  25. Prezado Juarez,

    Não consegui localizar sua pergunta. Posso pedir que a repita aqui, para que, se possível, possa responder?

    Abraços

  26. Caro Alm. Lm, copio aqui a pergunta:

    Juarez 8 de outubro de 2015 at 18:10 #

    Buenas Almirante, Buenas XO, mas que mal lhes pergunto:

    Quem é o próximo “carroceiro” na escala para o Haiti?

    Caro Alm LM, podemos “suposicionar” apartir desta ação da DGMM que em específico se falando de classe Inhaúma que além da JUlio de Noronha a Jaceguay e a inhaúma vão ser mantidas em carga?

    G abraço

  27. OFF topic: Se for do interesse dos editores abrir novo tópico para discussão.

    Estava lendo alguma coisa sobre navios na internet, quando esbarrei com a Freedom class littoral combat ship da marinha americana, e gostei bastante do navio, me pareceu um bom projeto, gostaria da opinião de vocês sobre essa classe??

    Me parece que poderia ser uma boa opção para MB pelas informações que li, não me pareceu ser muito barata, porem o que mais me chamou a atenção é o deslocamento dessa classe, praticamento o mesmo das nossa fragatas da classe Niterói.

  28. um projeto que nao serviu pra nada, fizeram uma frescurada poresta tranqueira e a USN não sabe o que fazer com esa jaca, um bibelot cro para caramba …. e fei pra carai tbm …

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