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OPV GOWIND Adroit, 27 novembre 2011

logoDCNSO navio-patrulha oceânico (OPV) francês L’Adroit está visitando o Rio de Janeiro, de 28 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016.

Na segunda-feira haverá uma coletiva de imprensa com o comandante do navio, o capitão de fragata Nicolas Guiraud
e o Embaixador da França, Sr. Laurent Bili.

Fruto de uma colaboração inovadora, iniciada em 2011, entre a Marinha nacional francesa e a DCNS, o navio-patrulha oceânico L’Adroit, construído com capital próprio da DCNS, foi colocado à disposição da Marinha nacional francesa por um período inicial de três anos. O acordo entre a DCNS e a Marinha nacional francesa foi reconduzida por duas vezes por uma duração de 1 ano cada, levando ao final a disponibilização em proveito da Marinha para o dia 31 de julho de 2016.

O navio-patrulha oceânico L’Adroit tem capacidade de cumprir todas as missões de um navio-patrulha : vigilância marítima, proteção da ZEE, luta contra a imigração clandestina, policiamento da pesca, luta contra os tráficos ilícitos e contra a pirataria, emprego de forças especiais (locais específicos e alojamentos disponíveis para até 27 passageiros), remoção de nacionais.

O navio é inovador em numerosas áreas de atuação (sistema de lançamento na água das embarcações, convés 360°, mastro fixo único, tripulação reduzida (32 tripulantes).

Único navio da Marinha nacional francesa atualmente apto a operar o drone S-100 (Schiebel), o L’Adroit permitiu experimentar o SERVAL cujo objetivo era definir as características do futuro sistema de drone tático da Marinha nacional francesa e elaborar seu conceito de emprego.

Camcopter S-100 no LAdroit
Camcopter S-100 no L’Adroit

O L’Adroit navegou além do estreito de Malaca, no mar da Chinaou e no Golfo da Guiné. Totalizando 530 dias de missões, foi integrado na CTF150, na missão contra pirataria ATALANTA e ainda em missões de vigilância marítima e de policiamento dw pesca no canal do Moçambique w no mar Mediterrâneo (missão Thon Rouge – Atum vermelho). Ao final de quatro anos de utilização pela Marinha nacional francesa, o navio está presente como “combat proven”, apresentando-se como vitrine da DCNS voltada para a exportação das corvetas do tipo “Gowind” para as quais contratos já foram efetivados com o Egito e em particular com a Malásia, após a visita do navio-patrulha.

panneau_gowind coupe du bateau seul - Copy
O arranjo geral do OPV da classe “Gowind” permite observar os espaços dos diferentes compartimentos do navio

Dimensões
Comprimento : 87 m
Boca: 11,7 m
Deslocamento: 1.500 toneladas
Calado: 3,2 m

LAdroit

Raio de ação

 Velocidade  Alcance  Autonomia
 Velocidade máxima  21 nós  4.500 milhas  9 dias
 Velocidade de patrulha  12 nós  7.500 milhas  27 dias
 Velocidade econômica  10 nós  9.200 milhas  39 dias

Área coberta em 24 horas com velocidade de patrulhamento: 8000 nq².

Meios de coleta de dados/informação:

  • Radar de vigilância combinada ar/superfície: SCANTER 4102
  • Radar de vigilância superfície SCANTER 6002
  • Dois radares de navegação THEMYS
  • Guerra eletrônica THALES (interceptor rádio, possibilidade interceptor radar)
  • Vigilância ótica/infravermelha : EOMS NG e FLIR
  • Sistema de combate POLARIS / ligação de dados táticos (L11) / ADS-B / warship AIS
  • Capacidade de recepção de uma célula de reforço SIC (testada e validada em operações)

Meios de comunicação:

  • Satélite : Inmarsat, Syracuse III
  • Acesso às redes IP : Internet, Intradef, Intraced (SIC 21)
  • Rádio : 1 V/UHF, 2 UHF, 2 HF, 2 VHF Marine, 1 VHF AERO, 1 PR4G, L11.

Meios de ação

  • Zodiac 90CV – 8 lugares

38 COMMENTS

  1. Souto na matéria fala que é de patrulha oceânica. Falam em atividades de patrulhamento, nada de guerra.
    Na matéria nem fala em armamento nem em defesa antiaérea etc.
    Talvez tenha só metralhadora e algum “canhão”.
    Entendi que é so contra barcos de pesca e congêneres.
    Mas pode ser que comporte algum armamento não tratado na matéria.
    So não entendi esse enorme alcance para uma finalidade tão simples.
    Deve ser porque a França ainda tem territorios distantes.

  2. “…apresentando-se como vitrine da DCNS voltada para a exportação das corvetas do tipo “Gowind” para as quais contratos já foram efetivados com o Egito e em particular com a Malásia, após a visita do navio-patrulha.”

    Acho que o que precisamos saber está escrito aqui.

  3. Nonato ( 28 de janeiro de 2016 at 23:38 ),
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    É, se não me engano, armado com duas peças de 20mm e mais duas metralhadoras de 12.7mm.
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    Um navio de patrulha oceânica vai além de uma unidade de vigilância costeira. Normalmente é atribuído a navios dessa categoria a vigilância de zonas marítimas distantes da costa, podendo levar a presença de um país aos limites de sua ZEE ou mesmo além. Navios como esse também podem ser utilizados em SAR ( busca e resgate ) em alto mar… Ele tem que chegar na área pretendida, longe da costa, e manter-se navegando por um bom período para ser efetivo… Daí a necessidade desse alcance e dessa autonomia…
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    Em situações de conflito assimétrico ou convencional de menor intensidade ( ou onde não haveria oposição aérea ou naval ), podem realizar inserção de forças especiais em praia hostil ou mesmo contribuir para controle ( contra a pirataria, por exemplo ) em zonas mais distantes.
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    E países que tem responsabilidades globais precisam cruzar oceanos pra chegar onde se precisa… É o caso da França, que tem posses no Atlântico e Pacífico, e pode basear navios como esses nessas ilhas… E o caso do Brasil também é passível de aplicação dessa categoria ( como já o faz com a classe Amazonas ), já que tem uma costa imensa e uma ZEE descomunal…

  4. Eu particularmente gostei do conceito do L´Adroit… Perfil de baixa detectabilidade associado a uma embarcação bastante racional; bem diferente dos “iates modificados” que se costuma ver…
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    Salvo engano, o preço para a concorrência dos uruguaios estaria ficando em US$ 60 milhões por embarcação, o que entendo ser um preço razoável para uma embarcação desse porte e funcionalidade…

  5. Se for considerar que hoje temos a necessidade de somente uma guarda costeira bem preparada, para estar sempre em ação, vigiando e preparada para salvamentos neste mar, sem precisar intervir militarmente, deverá ficar com a Força Aérea a ação de interdição e neutralização de alvos assimétricos pelo mar, com o emprego de UAVs com grande raio de ação e armados com misseis e metralhadoras; tudo isto visando os custos no futuro próximo, pois possuir uma esquadra oceânica convencional, com fragatas, porta aviões, não será mais economicamente viável, esta configuração de embarcação se encaixa muito bem a este novo modelo de ação.

  6. Para armamento, duas peças de 20mm e mais duas metralhadoras de .50 são pouco, na minha opinião. Tudo bem, o navio é para patrulha, vai se deparar provavelmente com pesqueiros, mas a emergência é um troço que sempre pode acontecer!! Na minha opinião, pelo pouco que li sobre armamentos para embarcações etc., seria melhor ter um canhão de 40 mm na proa, uma peça de 20 mm de tiro rápido contra ameaças aéreas e as 2 metralhadoras .50 nas laterais. Saber que ele pode levar até 4 contêineres de Exocet me conforta um pouco mais…

    Abraço a todos

  7. Quem ganhou no Uruguai segundo a sites especializados foi a Lürssen alemã, a sua oferta teria sido a mais barata, tirando a dos chineses que parecem não ter muita simpatia da armada uruguaia. Quanto a esse navio nem a marinha Francesa o quer mais, parece que ele é muito caro de operar(novidade para um meio construido na França). Querem apostar quanto que ele vai acabar caindo no colo da Argentina ou Egito. Quanto a interesse da MB, esqueçam a visita é uma mera cortesia

  8. Interessante, no convoo um NH-90, mas no hangar um Lynx. Xô tranqueira francesa, vá procurar o que fazer em seu país de origem.
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    “Não esta aqui por acaso, acho que teremos novidades em breve …”
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    “Acho que o que precisamos saber está escrito aqui.”
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    Sobrou p/ as “Tamanduá”, aka “Tamandaré”, as “Gowind” existem em deslocamentos de 1000 e 2500 ton, então no lugar das míticas fragatas de 6000 ton é que essas aí não irão ficar.

  9. Marcelo ( 29 de janeiro de 2016 at 12:15 ):
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    Aeronaves ou UAVs não cumprem funções de navios…
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    Um vaso de guerra pode permanecer por dias em uma localidade, varrendo o pedaço de mar que lhe corresponde com seus sensores, ampliando a consciência situacional como um todo; coisa que aeronave nenhuma pode fazer.
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    Uma fragata multipropósito, por exemplo, pode negar o espaço onde se encontra, providenciando uma reação imediata no exato local onde está atuando, diferente de uma aeronave baseada em terra, que pode não ter o tempo de reação adequado para a situação ( quanto mais longe da costa, mais complicado pra quem está baseado em terra ).
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    Logo, qualquer país que tenha grandes áreas costeiras e grandes responsabilidades além mar, não pode se dar ao luxo de deixar de ter verdadeiros vasos de guerra.

  10. Parece que o canhão não opera no modo “controle remoto”, mas só manualmente.
    Essa opção é no mínimo inusitada tendo em vista o projeto ser bastante avançado.

  11. _RR_ Importante perceber no texto acima: Que o emprego de UAVs 🙁 deverá ficar com a Força Aérea a ação de interdição e neutralização de alvos assimétricos pelo mar, com o emprego de UAVs com grande raio de ação e armados com misseis e metralhadoras; tudo isto visando os custos no futuro próximo, pois possuir uma esquadra oceânica convencional, com fragatas, porta aviões, não será mais economicamente viável,…) sim, o emprego de UAVs, somente para interdição de alvos assimetricos, na patrulha ostensiva pelo mar, permanecerá a futura guarda costeira ou antiga Marinha de Guerra, só que já tendo sido desprovida de equipamentos MAMUTES onde não se encontram mais uso para eles ou que não ha mais necessidade de serem utilizados, devidos aos seus altos custos.

  12. Mauricio…

    não sei se vc entendeu dessa forma, mas, o que entendi é que o fato de haver um “lynx” no hangar como mostrado no desenho é que apenas um helicóptero leve do porte do ” lynx”, cerca de 5 toneladas peso máximo, pode ser abrigado no hangar enquanto um helicóptero médio como o NH-90,
    cerca de10 toneladas de peso máximo, pode pousar no convoo que é reforçado para receber helicópteros médios, mas não ser recolhido no hangar.
    abs

  13. MO, fica longe desta tranqueira eurobambilatica, e perigoso, contamina. Deste agradecemos, mas dispensamos as fotos.

    G abraco

  14. Marcelo (29 de janeiro de 2016 at 23:48 ),
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    Observe o que os americanos estão pretendendo fazer com experimentos como o X-47… É um erro acreditar que não haverá uso para vasos de guerra de maior porte como os pretendidos pela MB, principalmente se se pretende exercer o domínio do mar…
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    Reitero o que disse:
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    “Um vaso de guerra pode permanecer por dias em uma localidade, varrendo o pedaço de mar que lhe corresponde com seus sensores, ampliando a consciência situacional como um todo; coisa que aeronave nenhuma pode fazer.”
    .
    E acrescento: quanto maior o navio, mais longe ele vai ( e além da cobertura de quaisquer aeronaves baseadas em terra, se necessário ); o que significa capacidade de levar a guerra além dos próprios mares…
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    Concordo que UAVs são parte fundamental de qualquer futura doutrina, mas sempre deve se ter em mente suas limitações. A autonomia ( tempo de permanência ) de uma aeronave no teatro de operações é mais limitada que a de um navio. É também impossível manter presença em uma área de forma consistente por muitos dias consecutivos apenas com UAVs. O desgaste pode ser consideravelmente rápido para os meios aéreos; logo ao ponto de não deixar nada disponível muito rápido… E suma, os UAVs são um complemento aos navios, e não uma força principal… E conta-se ainda que os navios podem ampliar o alcance e o tempo de permanência dos UAVs no TO.
    .
    Já é lógico prever que a combinação padrão do futuro de qualquer marinha será de um vaso de guerra provido de UAVs com propósitos distintos… E quando mais distante se quer levar o UAV, mais robustas serão as características do vaso…

  15. Caros

    Tendo em vista que o padrão a ser alcançado era de uma corveta de patrulha, com o CEO da dcns na época dizendo que “o projeto nasceria melhor que a MEKO 80” (a mesma que Israel opera como um mini-destroyer), a l’adroit assim como a gowind são projetos que deram errado, caros de operar e com capacidades limitadas, portanto, só espero que o malfadado flutuante não entre na “parceria estratégica entre frança e brasil”, para que nós, os otários aqui, sejamos obrigados a pagar por mais um negócio que não presta.

    Atenção editores:
    Aproveitando o ensejo do comentário, na ultima matéria sobre o NAe são paulo escrevi um comentário absolutamente respeitoso, expressando uma opinião embasada nos dados atuais de funcionamento do NAe e da força, a qual foi sumariamente apagada.
    Caso alguma colocação ferisse alguma norma eu teria aceitado o apagamento sem maiores delongas (como no caso do adjetivo reservado ao “insubmersível inominável”, apesar de eu não ter criado o termo e apenas ter copiado o que se fala dele nos forúns chilenos). Emiti uma declaração furiosa no mesmo post logo após o incidente (a qual também foi apagada), e, sobre a qual, peço desculpa a QUALQUER COLEGA FORISTA (e só a eles) que por acaso tenha lido os impropérios. Não obstante, presto meu repúdio a falta de liberdade de expressão respeitosa (e que inclusive não feria as regras do fórum) e desde já, deixo uma sugestão: se o objetivo é barrar certo tipo de opiniões a partir de cunho ideológico, fechem o forum apenas para aqueles cujos as opiniões os apetecem.

    NOTA DOS EDITORES:
    NÃO ENCONTRAMOS QUALQUER COMENTÁRIO SEU, DOS ÚLTIMOS DIAS, PRESO NO ANTISPAN OU NA LIXEIRA.
    LEMBRAMOS MAIS UMA VEZ QUE NÃO SÃO BARRADAS OPINIÕES, E NÃO APAGAMOS OU EDITAMOS COMENTÁRIOS BASEADOS EM OPINIÕES, E SIM POR CAUSA DE CONDUTA NÃO APROPRIADA: ISSO INCLUI XINGAMENTOS, PROVOCAÇÕES GRATUITAS, DESRESPEITO A PESSOAS E INSTITUIÇÕES, PROPAGANDA POLÍTICA, PROSELITISMO PARTIDÁRIO. CADA VEZ MAIS, DEVIDO À SITUAÇÃO DO PAÍS E AOS EMBATES POLARIZADOS QUE SE DÃO EM TODAS AS ESFERAS, ESSE TIPO DE CONDUTA VEM CRESCENDO E OBRIGANDO A APAGAR E EDITAR COMENTÁRIOS DESSE TIPO, ENTRE OUTRAS CONDUTAS INAPROPRIADAS QUE TIRAM A DISCUSSÃO DO FOCO DESTE SITE. ISSO NÃO TEM NADA A VER COM BARRAR OPINIÕES, E QUALQUER OLHAR MAIS ATENTO À ENORME DIVERSIDADE DE OPINIÕES DOS COMENTÁRIOS AQUI PUBLICADOS COMPROVA ISSO.
    SE O SEU COMENTÁRIO NÃO ESTAVA ENQUADRADO EM CONDUTAS INAPROPRIADAS COMO AS MENCIONADAS ACIMA (COMO VOCÊ AFIRMA), E AINDA ASSIM FOI APAGADO, OU FOI ALGUM ERRO OU PROBLEMA TÉCNICO. COMO NÃO ESTÁ NA PASTA LIXEIRA, PARA ONDE VÃO OS COMENTÁRIOS APAGADOS, NÃO TEMOS COMO AFIRMAR.

  16. Olhando a popa do navio, visualizei que um único navio ; além da patrulha oceânica; poderia ser também uma espécie de Navio Comando para as operações especiais da MB(GRUMEC/ COMANF) tanto para operações nas plataformas quanto para lançamento dessas forças em Operações Anfíbias ou missões de qualquer natureza na costa; pois o navio tem um certo nível STEALTH.

  17. Não gosto desse sistema de portas para o lançamento de lanchas. Sistemas mecânicos podem apresentar problemas, ainda mais, sob condições de água, sal e temperatura variável ou então, sob fogo. Imaginem uma porta destas abertas, emperradas, sob mar brusco.

  18. É um belo navio, mas acho um desperdício para ações de policiamento e patrulha. Picar pinçando o mar com o horizonte radar e a velocidade de um navio me parece já algo ultrapassado. Se pudesse ser utilizado em combate de guerra ok, mas…

    Para patrulha oceanica e guarda costeira, porque não resgatam o conceito dos velhos dirigiveis ZPG-2w? oma tecnologia de hoje, daria para fazer muita coisa interessante, até os desembarque de inspeções e abordagens…

  19. Ano passado em uma missão de 4 meses ao redor da África iniciada com uma patrulha no Mar Mediterrâneo, L’Adroit desceu pelo Mar Vermelho
    para participar na missão internacional antipirataria nas águas da Somália interrompida brevemente pela necessidade de evacuar cidadãos franceses
    de Aden e escoltar barcos do Djibouti para evacuar centenas de cidadãos e refugiados do Iêmen, rumando depois para o canal de Moçambique onde há uma ilha pertencente à França para monitorar a pesca e dobrando o Cabo da Boa Esperança ainda participou de várias operações conjuntas com
    as marinhas do Golfo da Guiné.
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    Acredito que esse resumo dê uma visão mais clara sobre as missões do L’Adroit que supriu uma série de necessidades da marinha francesa que
    se ao menos não oficializou a compra não o fez pelo fato do navio ser ruim.
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  20. Tão sofisticado e praticamente desarmado,eu não entendo o ocidente poque seus navios são menos armados que navios semelhantes da Rússia.

  21. santos…

    talvez vc não esteja comparando com os navios certos. Muitos navios da guarda costeira russa apresentam armamento e instalação para
    helicópteros semelhantes ao L’Adroit, principalmente os mais recentes.

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