A Marinha do Brasil publicou em seu canal do Youtube nesta quinta-feira, 28 de abril, vídeo da Operação Missilex 2016, realizada no período de 11 a 20 de abril, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES).

O vídeo mostra os lançamentos de mísseis Penguin (ar-mar) por SH-16 (Seahawk) do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (HS-1) e MM40 Exocet (mar-mar) pela fragata União (F45), e o impacto destes no casco da ex-corveta Frontin, que serviu de alvo. A operação, segundo a Marinha, teve como objetivo realizar exercícios no mar, de caráter estritamente militar, concernentes às tarefas básicas do Poder Naval.

158 COMMENTS

  1. Noooossssaaaa senhora hein??!!?? O.o Apesar dos pesares, por perdermos a amada Frontin, foi um belo de um exercício!!

    Bravo Zulu marinheiros. Bravo Zulu Frontin!! 🙂

  2. palavra final é do mm40 poderia ter sido a primeira e ultima…ao meu ver não precisariamos do penguin q é totalmente dispensável quando se tem em vista uma marinha decente…

  3. Vídeo incrível!! Mas fiquei com uma dúvida : a ex-Frontin não estava navegando, ou manobrando para evadir do ataque. Seria possível colocar uma espécie de “modo automático ” no navio para dar maior realismo no travamento do alvo?

  4. 6 Fragatas
    8 Corvetas
    2 Destroyrs
    8 Submarinos
    12 Patrulhas lança messes
    Estaríamos bem armados sem precisar de um porta ferrugem flutuante que gasta mais que ajuda.
    A medida pra fazer isso é uma reformulação total e independente da Marinha do Brasil Imóveis prédios meios sem uso posto a venda pelo valor real do bem. Reorganização do quadro de militares e uma equação do custo e benefício de cada meio operado por essa organização militar.

  5. Horacio, quer dizer q a US Navy, e dezenas de outras marinhas, não são decentes…
    Elas tmb operam o MAS Penguin

  6. Guizmo, a Frontin foi depenada antes, para fornecer peças as suas “irmãs”.
    .
    Só se movimentaria rebocada, mas deve ser arriscado rebocá-la, rsrs.

  7. rafael oliveira,nem os mm39 e nem os mm40 podem ser vetorados pelos seahawks… para esse tipo de missão,anti navio o ec725 dotado com os am39 exerce esse papel com maestria… o seahawk ao meu ver não é dispensavel, só teria outra missão, asw com seus torpedos mk46 e mk48/6.
    agora não sei se no T.O os eua tbm se prestariam a esse papel q a mb fez no video sendo q seu missil padrão ar-superficie tbm é o penguin…se a resposta for sim espero que chova neste dia…

  8. alfredo o q quis dizer é q o penguin quando tem como oponente uma marinha decente…ai ele se torna dispensavel

  9. Errado, O Penguin é extremamente útil. Pode ser embarcado nos Lynx, nos SH-60 e nas Kombis.

    Comparando os dois impactos, o do Exocet foi sem dúvida mais impressionante, porém o Penguin, se tivesse atingido no mesmo ponto em uma embaracação que tivesse seus helicopteros embarcados, com armamento e combustivel no hangar, bastaria um e o fim haveria sido o mesmo: Davy Jone´s Locker.

  10. Só perguntar pros Ingleses o que achão dos Exocets, os argentinos em 82 já operavam em seus SUES. Imagina a tripulação ao receber um impacto dos exocets dentro dos navios!!!!

  11. O Penguin é sim muito útil a nossa marinha, pena o SH-16 não poder ainda embarcar em nossas escoltas, em uma cenario com ameaça de lanchas rápidas armadas com mísseis mar-mar, são de uma grande valia, assim como o Sea Skua dos Linces.
    Saudações,

  12. kk..ta mas gastaram 2 misseis e um navio para concluir que o míssil explode e afunda um naviozinho. parado e desarmado com céu de brigadeiro…kkkk

  13. Parabém MB pelo exercício, pena não termos mais verbas para este tipo de prova que sabemos que é cara!!

  14. Horatio,
    Já que temos o Seahawk, não vejo porque não dotá-lo de um míssil, ainda que ele seja mais limitado que o AM-39. E ele pode dar conta do recado, dependendo do inimigo, inutilizando um navio adversário ou causando danos que o tornem um alvo mais fácil para outros vetores/armamentos.

  15. Exocet só faz sentido em caso de guerra contra uma marinha igual ou inferior à que temos. Na guerra das malvinas, depois que os franceses entregaram os niveis dos radares, deixaram de ser uteis, virou brinquedo para os ingleses.

  16. Realmente repito minhas palavras, se for possível que a MB continue com esse tipo de treinamento nos demais navios que derem baixa será de bom aproveito para as tripulações, claro resta saber se há grana para isso

  17. O Penguin é uma 2ª saída para o ataque. Se aparecer-nos uma ameaça de baixo-médio nível, por quê disparar um Exocet se um Penguim (que suponho ser bem mais barato) dá conta do recado?? Lembrando que a Frontin, apesar de estar parada (não podendo empreender movimento evasivo ou usar armamento anti-aéreo) foi atingida por um míssil DE TREINO, que até onde sei não têm ogiva operacional! Sem contar que o próprio navio-alvo estava descarregado: um impacto real ocorreria numa corveta carregada de combustível, armamento e talvez acompanhada de um helicóptero.

    Ah, e já ia me esquecendo: tornou-se comum, de uns tempos pra cá, a prática de ataques combinados à alvos navais. E foi exatamente isso que ocorreu neste exercício! Para “saturar as defesas da Frontin”, houve ataque combinado de Penguins através dos SH-60, Exocet das escoltas e até bombas “burras” dos Skyhawks!

    Saudações a todos e boa noite!

  18. Bravo! Que a Frontin possa representar o fim de uma era na MB e no país. O fim do sindicalismo bolivariano, cafona, ufanista e utópico!

    Melhor ser rabo de tubarão que cabeça de sardinha!
    Bravo Zulu, Frontin!

  19. Pelo que entendi o Exocet estava carregado com a ogiva e o Penguin não? Foi para possibilitar o segundo disparo?
    -Exocet
    Warhead 165 kilograms (364 lb)
    Operational range 70–180 kilometres (43–112 mi; 38–97 nmi)
    – Penguin
    Warhead 120 kg (MK2), 130 kg (MK3)
    Operational range 34+ km (MK2), 55+ km (MK3)

  20. Sabem do que a MB precisa nesse momento de falência nacional, senhores ?
    Sobriedade! E de preferência seguidas de:

    – Largar de mão o ferrugem francesa a quem chamam de “Porta-Aviões”.
    – Mais meia dúzia de NAPAOCs classe Amazonas, dessa vez armados com um Phalanx CIWS e um OTO-76 mm, cada.

  21. O teste foi com mísseis reais de combate. Ambos tinham suas ogivas semi-perfurantes armadas.
    Thiago,
    O alcance dos Exocets utilizados pelo Brasil têm alcance de 50 a 70 km.

  22. Horatio nelson, o penguin não é um missil dispensável, muito pelo contrario, apesar de que o objetivo final da maioria dos misseis anti navios seja por a pique o navio alvo, nem todos os misseis tem tal capacidade, alguns por serem mais leves tem a função de tirar o navio de combate, mas o penguin tem sim capacidade de afundar um navio, um detalhe é que em casos como o desse exercicio o navio está sem oleo combustivel, sem querosene de aviação, sem munição, sem sistemas eletricos e sem motores/turbinas alimentados, em uma situação normal de combate e o navio em sua cntp, tais fatores multiplicam os danos causados pelo impacto e cabeça de combate do missil, mas lembrando que se o missil somente avariar um radar, ou tirar de operaçao o COC ou outro ponto vital o navio perderá sua capacidade combativa e estará fora de combate, o que é o proncipal objetivo do atacante, principalmente se o navio continuar flutuando e os outros navios do GT dedicarem sua atençao para socorre-lo.

    Somente a tom de comparação, esse foi um dos principais objetivos quando da adoção do calibre 5.56 em substituição ao 7.62, pois o 7.62 matava o combatente e tirava 1 homem de combate, enquanto o 5.56 somente fere o combatente e tira 3 homens de combate, o ferido e mais 2 que irão socorrê-lo

  23. Quanto mais opções de misseis disponiveis melhor para o atacante e pior para o alvo, no caso de um ataque de saturação com os dois misseis se o navio tentar usar o chaff para se safar do exocet não conseguirá se safar do penguin que possui outro tipo de guiagem, e por ai vai

  24. Em resumo, para que todos entendam com facilidade, um “aleja” e o outro “mata”, este é o objetivo, ambos são eficazes e desejáveis, em conjunto ou separadamente; missão cumprida …

    Abraço

  25. Júlio César 28 de abril de 2016 at 19:08
    ———————————————————–
    Pra ser bem pé no chão.
    6 fragatas F-100 com sistema Aegis e duas Phalanx CIWS, cada.
    6 corvetas Tamandaré com duas Phalanx CIWS adicionadas (e mais umas cositas)
    4 Destroyers classe KDX-III
    9 NAPAOCs (6 novos mais os 3 atuais), dessa vez armados com OTO-76mm e mais um Phalanx CIWS cada.
    1 Submarino nuclear classe Scorpène modificado (a mer…já está feita)
    4 Submarinos convencionais Scorpène (a mer…já está feita)
    3 Submarinos Scorpène (convencionais) pra fechar. Já que a “m” está feita não vamos dificultar a logística
    12 Sa’ar 4.5 (feia porém mortal), só o nome já dispensa apresentações ou semelhantes.
    Mas, porém, entretanto, contudo, todavia… Sonho meu, sonho meu…

  26. Os dois mísseis (Exocet e Penguin) são da mesma categoria. Ambos são plenamente capazes de operar num ambiente de alta intensidade contra defesas consistentes, ambos são OTH (além do horizonte), ambos podem operar em qualquer condição meteorológica e ambos têm ogivas basicamente semelhantes (capazes de danificar seriamente ou mesmo de neutralizar um navio de porte fragata).
    Há mísseis antinavios leves, em geral lançados de helicópteros, que são específicos para neutralizar navios de menor deslocamento (FPB e assemelhados), mas não é o caso dos mísseis utilizados nesse exercício. Seria sim o caso do Sea Skua dos Lynx, que não foi utilizado.
    A única justificativa para a MB adquirir dois mísseis de mesma categoria tem a ver com ser o SH-70 compatível com o Penguin e seria subutilizar o mais moderno helicóptero naval do mundo se não fossem adquiridos mísseis antinavios para ele. Por um lado é ruim ter dois mísseis médios laçdos de helicópteros (questão de padronização) mas por outro lado possibilita que hajam dois mísseis com sistemas de orientação diferentes, que como foi mencionado acima pelo Airacobra, dificulta a defesa.

  27. Pergunta: Os Penguins estão homologados em Gripen?? Existe a possibilidade de homologação nos A-1 M ????

  28. Em tempo, parabéns a todos envolvidos com o exercício, e bem como também meus sentimentos a quem ja serviu na Frontin, pois é muito triste ver um navio onde ja foi sua casa por algum tempo tendo um fim, ao menos foi um fim digno para um navio, bem como meu saudoso Ary Parreiras que se recusou a virar gilete e preferiu ir para o fundo do mar passar o resto de seus dias ao lado do rei Netuno, espero que o Ceará também tenha um fim digno assim.
    E voltando aos misseis a MB tem mais é que integrar os misseis que tem nas demais plataformas que estão sendo modernizadas, o AF-1 na modernização bem que poderia ter tanto o AM-39 quanto o penguin integrados a ele, os super linx que agora passam por modernização na Inglaterra também poderiam fazer a integração para poderem lançar o penguin, não lembro onde, mas ja li sobre alguns linx que são capazes de lançar o penguin, esses 2 vetores que passam atualmente por modernização bem que poderiam receber tal capacidade, juntando-se aos SH-16/penguin e UH-15A/AM-39

  29. Uma marinha pequena mas mais atuante. Cumprindo seu papel, simples assim.Mudança de mentalidade dos políticos e militares sobre programas,e cumprimento de prazos,e algo mais sensato em termos de programação da marinha levando em conta quê Russia,EUA e China fazem coisas mirabolantes e nós não conseguimos,modernizar aviões,navios,tudo fica meia boca.

  30. Vendo o local de impacto do Penguin e o desenho feito por Alexandre Galante, o estrago seria suficiente para deixar a ex-corveta Frontin inoperante, considerando que ela estaria carregada provavelmente atingiria os motores, casa de maquinas e eixo.

    http://i0.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/inhauma-ciws-phalanx.jpg

    Excelente exercício e da gosto de vê, parabéns para a MB. Foi usado o AF-1 ou outro SH-16 para acompanhar a trajetória dos lançamentos?

  31. uma pergunta, quando se dispara um míssil, ele ja tem um “lugar” pre definido para acertar ???
    poderia o Penguim ser direcionado a ponte de comando e o Exotec atingir na lateral ao nível do mar ??(no mesmo local onde atingiu no treinamento)

  32. Wolf,
    Não tem não. Para fazer isso um míssil tem que ser guiado por algum sistema de imagem. Nem o Exocet nem o Penguin utilizam uma cabeça de busca capaz de “ver” a imagem do alvo, portanto não têm como o míssil se dirigir a um ponto específico do alvo. O que esses mísseis fazem é atingir o chamado ” centroide” do alvo. Ou seja, o sistema de processamento define um centro geométrico e se dirige a ele, tanto o Exocet, que utiliza seu radar, quanto o Penguin, que se dirige ao centro da fonte de calo, que necessariamente não é a área mais quente do navio.

  33. Há mísseis que têm diferentes opções de abordagem com o alvo e provavelmente o míssil pode até tomar a decisão se vai fazer uma manobra ou outra. Por exemplo, o Harpoon pode seguir num voo de baixa altitude e atingir o alvo na lateral, próximo à linha d’água, ou pode dar um salto (pop up) com a finalidade de dificultar a defesa do navio e atinge o navio por cima.
    Nunca li nada a respeito dos mísseis utilizados no exercício terem essa capacidade. Eles só abordam o alvo lateralmente na dependência da altitude que voavam, e essa altitude é determinada pelo radar altímetro e pelo estado do mar.

  34. bosco foi onde eu queria chegar é ruim ter dois tipos de misseis vetorados por helicopteros,tbm entendo q o penguin só foi comprado para inglês ver pois os sh-16 precisam de armamento, o que quero dizer é que a unica forma de sermos agredidos é por uma marinha de maior poder q a nossa nesse caso não entrariam lanchas nem corvetas para brincar e sim destroyers,naes,cruzadores…os am-39 são uma otima arma de dissuasão e altissimo poder de fogo…não concordo com com o fator de saturação quando no T.O atual a furtividade é a chave dos meios modernos e apenas um disparo é suficiente.
    o penguin nos faz torcer para q esteja ensolarado,o inimigo com o tanque cheio,com helicoptero,atingido por 10 misseis ai ele é eficaz, aircobra duvido muito q chaff´s consigam seduzir o super adac do exocet é mais facil flares desviarem o penguin…

  35. MO 29 de abril de 2016 at 0:38

    Isto é blog de assuntos militares ou civis? Não entendo esta mania de misturar e forçar informações que não são pertinentes…é pq ele é dono do blog?

  36. A distância do engajamento não será divulgada por motivos óbvios…
    O nosso MM40 tem perfil basicão sea-skimmer… até onde sei, o block 3 cumpre um perfil de “saca-rolha” na final, a fim de dificultar o engajamento por CIWS…
    Não assisti ao vídeo (nem o farei, apesar da minha alma armamentista), mas acredito que somente os Penguin já deixariam minha amada V33 inoperante… o que, na verdade é o propósito do MSS/MAS… o afundamneto dificilmente ocorreria pelo impacto apenas, mas sim pelos incêndios e alagamentos posteriores ao ataque… lembrando o que o Bosco comentou sobre o pop-up do Harpoon, um impacto de cima para baixo destruiria antenas de comunicação, radares, aramentos etc… o Navio perderia valor militar, isso basta, o afundamento é um “plus”…
    Abraço…

  37. Horatio e Wolf,
    O Penguin é “todo tempo” apesar de ser guiado por IR. Como ele opera no modo LOAL (trancamento depois do lançamento) ele pode ser lançado designado por um radar mesmo que hipoteticamente tenha uma tempestade entre o helicóptero e o navio alvo. Após passar pela tempestade navegando de forma autônoma via sistema inercial é que míssil iria ativar seu seeker IR na janela de detecção prevista.

  38. Essa tactica de saturação, senão me engano tbm é utilizada pelos russos. E a mim parece a melhor saida.
    Sobre o teste, em poucas palavras, ‘deu gosto de ver um teste real’. Alguem sabe se o brasil trm tem parceria para desenvolvimento desse tipo de vetor de ataque nacional?

  39. “Bueno em 29/04/2016 às 9:23
    Vendo o local de impacto do Penguin e o desenho feito por Alexandre Galante, o estrago seria suficiente para deixar a ex-corveta Frontin inoperante, considerando que ela estaria carregada provavelmente atingiria os motores, casa de maquinas e eixo.”

    .
    Bueno, bom dia.
    .
    Dependeria do tamanho do estrago e do trabalho das equipes de controle de danos (especialmente no combate a incêndios e na eventual recomposição das linhas de combustível) para que realmente ficasse inoperante, mas é bastante provável que afetaria duramente, pelo menos, o motor diesel de bombordo. A linha de eixo de bombordo fica bem mais abaixo que a área atingida, que é da metade superior da praça de máquinas de ré, a qual tem altura equivalente a dois conveses, assim como também ficam na metade inferior (e mais à vante) ficam as caixas redutoras e o sistema de “embreagem” que permite a troca da propulsão por motores diesel para a turbina.
    .
    Lembrando que a turbina fica em outro compartimento à vante, sob a chaminé, e que é separado da praça de máquinas de ré por uma antepara.
    .
    Assim, é possível (apenas uma hipótese) que mesmo que esse impacto do Penguin mostrado na foto afetasse duramente a parte a bombordo da praça de máquinas de ré – e o deslocamento interno de ar chegou a expelir fuligem acumulada no interior dos dutos da chaminé responsáveis pela exaustão dos motores diesel – ainda fosse possível a corveta se movimentar utilizando o motor diesel de boreste, sem falar da turbina que está em outro compartimento – desde que as caixas com as embreagens redutoras não fossem afetadas.
    .
    Mas isso é apenas uma hipótese, mesmo porque as praças de máquinas no navio alvo estavam certamente desprovidas da maior parte dos seus equipamentos, o que muda consideravelmente a força do impacto no chapeamento. Ainda assim, o rombo é considerável.
    .
    E, como o próprio XO comentou, e também o Airacobra mais acima, ainda que o impacto não resultasse no afundamento (ou mesmo, como eu estou conjecturando, não deixasse a corveta totalmente incapaz de se mover, mesmo com restrições, desde que as equipes de controle de danos conseguissem fazer seu trabalho), é quase certo que a deixaria sem condições de continuar combatendo, a não ser o indispensável para se salvar, deixando a área.

  40. XO,
    O MM-40 Block II tem capacidade de implementar manobra “saca-rolha”. Provavelmente o AM-39 também o tenha.

    Bardini,
    Para um míssil que pode estar a poucos metros do mar uma manobra puramente horizontalmente é impossível. Toda manobra lateral terá um componente vertical. Daí a soma desses movimentos na composição do movimento linear do míssil gera a forma espiralada (saca-rolha).
    Essa manobra dificulta o engajamento por canhões, mas não muda o ponto de impacto, mesmo porque essa manobra cessa na fase final da trajetória.

    Um abraço aos dois.

  41. Novamente enfatizo aqui meus sinceros sentimentos a quem ja serviu no Bravo Carrasco dos Mares, as palavras do XO ao dizer que não assitiu e nem vai assitir ao video me emocionaram profundamente, sei o quanto é doloroso isso, mas ver deve ser mais ainda, só entende tal sentimento quem realmente tem alma de marinheiro e realmente compreende que um navio tem alma.

  42. LT Rasczak, (nominho difícil, hem??) rsrsss
    Houve várias táticas para penetrar as defesas navais. Hoje em dia é ponto pacífico o ataque múltiplo (de saturação). Mas os navios estão cada vez mais aptos a enfrentar esse tipo de ataque.
    Com mísseis de lançamento vertical com orientação autônoma (IR ou radar), radares de varredura eletrônica, etc. , cada vez mais os navios estão também sendo capazes de se defender de ataques de saturação.
    Daí por exemplo a USN estar interessado num míssil o mais stealth possível já que a simples tática de saturação já sinaliza não ser mais efetiva no futuro.

  43. Em gente desculpa a burrice,mas foi um exercício.E no combate real?Tem contra medidas? Ou disparou tá tudo ferrado é salva vidas,bote etc… para quem se salvou,pois o negócio é tenso.

  44. Fernando “Nunão”, bom dia. Excelente esclarecimento, Com minha visão simplista, aprendo que não é tão facial tirar uma navio de guerra de uma batalha e que são necessário um conjunto de meios e táticas atualizados no estado da arte. O investimentos continuo para a MB cumprir suas atividades constitucional é justificável.

  45. Renato, fiz um exercício contra um Esquilo, a 100 nós, voando muito baixo… não lembro a distância da detecção, mas posso dizer que, caso fosse um MMS, teríamos cerca de 50 segundos para reagir… a opção, no caso das CCI, seria passar uma Target Indication de emergência, o que apontaria todos os sensores DT e armas para o alvo, bem como inciaria o jamming… abraço…

  46. Renato,
    Não sei o que XO pensa, mas eu acho que teste de míssil deve ser feito na fase de desenvolvimento dele pelo fabricante. O usuário não faz teste, faz exercícios. Nos exercícios pode-se ter ideia do desempenho dele, mas exercício não é teste de desempenho.
    Numa operação real haveria sim, provavelmente, o implemento de medidas defensivas que reduziria as chances de sucesso do míssil, tanto podendo fazer ele errar o alvo como ser derrubado ou destruído.

  47. bosco,fiquei na duvida se os incapazes penguins são todo tempo então achei este link: http://www.naval.com.br/blog/2008/08/04/seahawks-da-mb-sao-usados-mas-terao-missil-penguin/

    “Os Penguin estão no mesmo patamar dos Sea Skua com algumas vantagens e algumas desvantagens. A vantagem é que possuem orientação terminal passiva (rastreio de uma fonte de calor) portanto, são mais discretos e do tipo “dispare e esqueça”. Mas têm o incoveniente de não serem “todo o tempo”, ou seja, não podem operar em todas as condições meteorológicas.“

    continuo na duvida sabendo q o penguin não tira um adversario grande da luta.

  48. Pela foto, o local do impacto foi perto do “lobby do halon” e do alojamento de SO/SG… péssimo, pois o reparo II de Controle de Avarias e o acesso à Praça de Máquinas de Ré ficariam dentro do limite de incêndio e de fumaça… e no convoo, ficava o paiol de torpedos… mau começo…

  49. Renato Machado
    Os navios contam sim com meios de se defender como os canhões, metralhadoras e ate míssil dedicado a essa função em navios mais atualizados e parrudos, alem de fazerem manobras para dificultar a vida do atacante, no entanto o atacante normalmente tenta saturar as defesas do navio utilizando mais de um míssil por ataque imagine 3 MM-40 Block II indo indireção do seu navio é você com certeza pensaria em se jogar na água antes kkkkkkkkk

  50. Bueno e Nunão, quanto ao local do impacto do penguin, verificando bem o trecho do video entre 00:50 e 01:00 min da pra ver exatamente que o local do impacto foi na área compreendida entre os alojamentos de SO/SGs e uma oficina que fica a bombordo do lobby do hallon, no convés principal, um convés acima da praça de maquinas AR (MCPs) que fica compreendida na faixa pintada em vermelho, mais avante entre as duas linhas amarelas exatamente abaixo da chaminé fica a praça de maquinas AV (turbina), então o impacto do penguin não foi exatamente na praça de maquinas AR, mas acima dela, o que não impede de causar danos na mesma, mas o danos seriam maximizados se atingissem a mesma, pois a area acima é bem mais compartimentada, o que também minimizou os efeitos da explosão do penguin, enquanto que com o exocet o impacto foi exatamente na praça de maquinas o maximizou os danos.

  51. Exato, XO e Airacobra.
    .
    Pegou em cheio o compartimento acima da praça de máquinas (bravo) de ré, e pela imagem do rombo, este inclui o próprio convés em questão, ou, em termos leigos mais fáceis de todos entenderem, parte do “piso” do lobby, que é também o “teto” da praça.
    .
    Por isso imaginei que um impacto real (numa corveta em operaçáo) nesse local e com o deslocamento de ar e fragmentos pelo rombo na direção da praça abaixo teria efeitos consideráveis pelo menos no motor diesel de bombordo e seus acessórios, cujo bloco está abaixo da linha d’água, mas sua parte superior (mais ou menos o “cabeçote”, para usar um termo automotivo) fica acima dela, dado que as praças tem altura de dois conveses, metade acima e metade abaixo da linha d’água ( o que é usual em navios do porte de fragatas e corvetas). E, de fato, não cheguei a levar em conta o eventual bloqueio do acesso à praça de ré, que seria uma das primeiras dificuldades.

  52. Horatio,
    Aí é sacanagem. rsrsrss
    Mas vamos lá. Pode-se dizer que a capacidade “todo o tempo” pode ser ampla ou mais limitada. No caso de mísseis guiados por radar ela é plena. No caso de mísseis guiados por IR que operam no modo LOBL (trancamento antes do lançamento), como por exemplo, o Igla, ela é nula. Não há como se referir a um míssil que opera no modo LOBL com aquisição ótica ou IR que seja “todo tempo”.
    Já em relação aos mísseis guiados por IR com capacidade LOAL (trancamento após o lançamento) pode-se dizer que o míssil é “todo tempo” já que o míssil pode adquirir alvos de distâncias muito curtas, após ultrapassar as condições meteorológicas desfavoráveis. Claro, haverá situações que o navio alvo estará completamente imerso nas condições atmosféricas altamente desfavoráveis e aí o rendimento do seeker IR irá decair de forma dramática. Mas imagino que essa situação seja extremamente rara, daí pode-se dizer que o Penguin é “todo tempo”.
    Depois de 8 anos eu mudei muito meus conceitos. rsrsss
    Um abraço.

  53. Correto, Bosco, até porque, no planejamento, levamos em consideração os dados do fabricante para desempenho, ou seja, os resultados dos diversos testes realizados na fase de desenvolvimento do míssil.
    O que fazemos é avaliar se foram cumpridos ou não os parâmetros esperados… isso ajuda no desenvolvimento de doutrina, o que resulta na criação de procedimentos táticos para defesa anti-míssil…
    Abraço…

  54. É complicado,mas os U-boot disparando seus torpedos,pegando a presa de surpresa e depois todos correndo para lá e se jogando no mar pegando fogo no corpo,ou o kamikaze a segundos do choque ou o U-boot com a tripulação com binóculos caçando,e de repente é caçado e tem de submergir,depois quê a gente vê o vídeo só pensei no navio com sua tripulação, armamentos e munição e tudo se lascando.Obrigado XO e Bosco pela atenção.

  55. XO, no caso essa target indication de emergencia seria dada pela OFD usando a função target acquired ou seria de outra maneira?

  56. Airacobra, é um daqueles botões iluminados acima do teclado dos consoles do CAAIS… mas nada impede que o operador da OFD aperte o ‘Target Acquire” e o pessoal no WSA selecione RTN/EOS etc “Acquire OFD”, além de associar os canhões à OFD… desculpe a todos pelo jargão, vibrei… e sou cria de COC, rsrsrsrsrsrs… boas recordações… abraço…

  57. bosco, recolho-me a minha ignorância kkk, o tempo passa rs, axo q sou uma das unicas opiniões aqui q pensa q o penguin não é um meio capaz de neutralizar uma ameaça externa de médio e grande poder ofensivo no cenário de mar aberto, e tenho a ciência q a missão do penguin não é essa, esse missil foi desenvolvido para cenários onde a muita poluição radar do ambiente, uma bahia onde haja muitas montanhas ao redor,T.O de baixa intensidade com lanchas e barcaças…,lugares onde é mais dificil o travamento do radar…sabendo disso sei q não é sua missão a operação igual a do video em alto mar..ah como eu gosto o exocet pau pra toda obra…

  58. XO 29 de abril de 2016 at 12:35
    Na minha epoca de corveteiro essa conversa terminaria assim:
    Combate-Vigilancia: ciente

  59. Horatio,
    Na verdade não há mísseis antinavios específicos para operações de baixa intensidade. O simples fato de se utilizar um míssil já diz que existe a preocupação de que haja algum nível de defesa por parte do navio que impeça a aproximação, obrigando o ataque fora do envelope de defesa. Só os iraquianos é que tinham dinheiro de sobra e atacavam petroleiros com mísseis Exocet. Podiam muito bem utilizar canhões, foguetes ou bombas burras já que petroleiro não tem defesa, mas preferiam os Exocets. Quem pode, pode!
    Mas claro que há mísseis mais e menos capazes de sobreviver ás defesas e completar sua missão com sucesso. O caso é que os dois mísseis utilizados pela MB são do mesmo nível de sobrevivência, sendo essencialmente de mesma geração tecnológica e desenvolvidos dentro do mesmo conceito. São mísseis de pequenos RCS (mas não são stealths), utilizam propulsão por foguete sólido (que incrementa o RCS), são subsônicos, são sea skimming, podem ser lançados além do horizonte radar de modo a manter protegida a plataforma lançadora, etc.
    Ou seja, apesar de existir mísseis mais e menos capazes, geralmente relativos à furtividade e a velocidade supersônica, não é o caso dos dois mísseis em questão.
    Claro que os americanos não iriam utilizar seus helicópteros SH-60 armados com Penguins para atacar uma frota russa ou chinesa, mesmo porque essas potências possuem porta-aviões e aí sim esses vetores e esses mísseis não podem ser utilizados sob pena de serem massacrados, mas contra uma frota de superfície sem cobertura aérea o Penguin seria perfeitamente válido contra qualquer navio de superfície russo ou chinês, com chances de sucesso na proporção da quantidade de mísseis utilizados simultaneamente no ataque. Mas repito que não seria o vetor e nem o míssil certo pra atacar uma frota russa ou chinesa por parte da USN por conta de apenas um míssil ser levado pelo helicóptero, o que inviabiliza o ataque de saturação, e no caso da USN, ela tem outros meios de atacar uma frota altamente protegida. Não seria o nosso caso. Nós teríamos que utilizar os poucos Penguins e os poucos SH-70 num ataque conjunto de modo a tentar obter exito contra uma frota de superfície sem cobertura aérea.
    Os americanos, como possuem meios os mais diversos, os helicópteros são utilizados contra embarcações de pequeno deslocamento, rápidas e em geral em cenários de baixa intensidade, e pra isso utilizam o Hellfire N (10 km de alcance). Os americanos já não usam o Penguin.
    Não é o nosso caso, nós teremos que utilizar o Penguin contra qualquer coisa, mesmo que seja um destróier Aegis.

  60. Mateus, acredito que sejam areas de maior poder destrutivo quando atingidas, area em vermelho é praça de maquinas e area em amarelo seria o paiol de munições do canhão 4.5 na proa.

    Mas isso é apenas achismo meu, acho que alguem do CASOP poderia ter uma informaçao precisa.

  61. bosco vc tocou no X da questão não axo q nenhuma marinha inferior a mb possa ser uma ameaça tenho em vista só as grandes…e concordo com vc em tudo como disse acima ataques de saturação não são eficazes hj…só axo q se ou quando formos atacados será por uma nação bem armada e preparada a qual não nos permitirá o luxo do penguin…

    ps: concordo com tudo q vc disse

    abraço.

  62. Como é claro nas imagens o poder de destruição do Exocet é infinitamente superior ao penguin cujo nossos supostos comentaristas “especialistas” disseram antes da divulgação das imagens que a diferença entre os dois era mínima, um fez rasgo, o outro afundou o navio! acho que ha uma grade diferença. Mesmo que o penguin tivesse acertado a linha d´agua não afundaria o mesmo.

  63. Ou não né horatio nelson, nosso quintal está cheio de “democracias” bolivarianas que vivem ameaçando uma intervenção no caso de concretização do “golpe” à “democracia” por parte da direita “golpista”.

  64. aircobra se fosse a 5 anos atrás acreditaria sim nesse cenario, mais hj a venezuela tem 4 horas sem energia e falta até papel higienico,o indio não vai se reeleger e no equador alem de tudo teve terremoto, sei q ditadores para permanecer no poder adotam o tom beligerante com outras nações mais axo improvavel uma guerra aero-naval com estes

  65. Gerson,
    Não é questão de supostos comentaristas especialistas. Se você quer a opinião desses você está no local errado e deveria procurar em sites oficiais da Marinha, Exército ou Aeronáutica. Ou então nos sites dos construtores.
    Aqui você deve se conter só com as opiniões de entusiastas e um ou outro profissional que nos brinda com suas experiências. No caso em questão, nem precisamos de um especialista de verdade em equipamento militar, bastando uma pessoa que entendo o mínimo de matemática. Como a ogiva do Exocet pesa 165 kg e a do Penguin pesa 120 kg, há uma diferença de apenas e tão somente 45 kg, dos quais duvido muito que haja mais de 20 kg de explosivo a mais no Exocet, que no cômputo geral é irrelevante e não tem nada de “infinitamente” superior.
    E em momento algum eu vi um vídeo mostrando que o afundamento do navio do vídeo foi causado pelo impacto direto do Exocet. O que vi foi dois mísseis atingindo um navio e depois de um lapso de tempo vi um navio afundando.
    Embora não seja um especialista de absolutamente nada e muito menos do naipe que você acha adequado tenho só a dizer que a aparente maior explosão do Exocet pode ter vários motivos, o Exocet é mais pesado (maior energia cinética desprendida), maior quantidade de propelente residual, posição onde houve o impacto, local onde ocorreu a explosão (depende da regulagem da espoleta de impacto), etc.
    Um abraço.

  66. Este exercício eu bato palmas, teste e avaliação de doutrina moderna, sem inventação e comprovando a capacidade do vetor.
    Show de bola. Viu Air cobra, quando ela para elogiar eu elogio a Gloriosa….

    G abraço.

  67. Bueno, acredito que o descritivo do vídeo que dizer a data do exercício (12 de abril) e não, necessariamente, de que o míssil Exocet lançando seja a com motorização nacional. Entretanto, se for um míssil com motores nacionais, entendo ser um coroamento do trabalho realizado.

    Até mais!!! 😉

  68. Horatio, dentro do cenário que você propõe, no qual eu até concordo, a própria atuação da força de superfície estaria em xeque. Se uma Marinha superior atacasse o Brasil seria muito difícil a nossa MB dar-lhe combate através de meios de superfície, seria como a Marinha Argentina nas Malvinas/Falklands.
    Nesse cenário de ataque por uma grande força tarefa inimiga (EUA, China, França, Inglaterra), a defesa mais realista seria uma combinação de submarinos e aviação naval baseada em terra para manter a frota inimiga o mais distante possível da nossa costa, impedindo que misseis da classe tomahawk inutilizassem os nossos radares, bases aéreas e toda nossa infraestrutura.
    É por isso que, em se tratando da força de superfície, eu sou a favor de compras de oportunidade, navios com 15 a 20 anos de uso, mas tecnologicamente capazes contra forças do mesmo porte ou de menor poder que a MB.
    Já para a força de submarinos e a aviação naval baseada em terra, a estratégia seria a oposta, por esse motivo eu concordei com a priorização do Prosub frente ao Prosuper, e é neste cenário que um Su-34 se encaixaria na nossa realidade.
    .
    Essa é apenas a opinião de um leigo, portanto estejam tranquilos para discordar se falei alguma bobagem.

  69. Quem tiver achando que o penguim é fraco, no próximo teste pede pra ficar dentro do navio filmando com o celular…. concordo com o colega acima, defesa naval brasileira tem que ser baseada em submarinos e uma força considerável de ataque aéreo…

  70. Off-Topic…Marinha Real Tailandesa:
    1 Porta-aviões, comissionado em 1997 (Novo)
    7 Fragatas – todas mais novas que as brasileiras
    7 Corvetas – todas mais novas que as brasileiras
    22 NAPAOCs (Ual !!!)
    9 Missileiras
    1 Navio escola
    3 Navios de desembarque
    9 Navios auxiliares
    EXEMPLO!!! País em desenvolvimento, que nunca pretendeu exercer a influência que o Brasil almeja e que mesmo assim leva sua defesa sério!
    https://en.wikipedia.org/wiki/Royal_Thai_Navy

  71. Pra quem está triste pelo “funeral” da ex-corveta Frontin, não fique assim, tenha orgulho da última missão desse guerreiro. Eu até consideraria que foi um “sepultamento com honras militares”. Aki na FAB nossas aeronaves estão morrendo e virando panelas. Os C130 Hércules desativados, que depois de anos de serviços bem prestados à nação, estão sendo vendidos como sucata pelo mesmo preço de um fogão velho. Uma vergonha nossos companheiros de trabalho terem um fim tão triste…

  72. E.silva concordo com seu ponto de vista e lembro tbm q nas falklands se os argentinos tivessem os 30 exocet´s q foram comprados(na guerra tinham 5 entregues) a conversa teria sido diferente pelo menos na guerra aero-naval, hj temos harpoon exocet´s e mk 48/6…

  73. Airacobra:
    Muito útil este comentário “Somente a tom de comparação, esse foi um dos principais objetivos quando da adoção do calibre 5.56 em substituição ao 7.62, pois o 7.62 matava o combatente e tirava 1 homem de combate, enquanto o 5.56 somente fere o combatente e tira 3 homens de combate, o ferido e mais 2 que irão socorrê-lo”.
    Nunca havia lido ou visto algo a esse respeito. Achava que era apenas para o combatente carregar menos peso e mais munição.

  74. Eu me orgulhava de ter boa pontaria e me garantir com o 7,62, mas sempre o achei pesado para o caso dos combatentes terem de passar 24hs com ele, que carregado é bem mais pesado que os rifles e espingardas.

  75. Contra ameaças navais sem cobertura de porta-aviões o que temos dá pro gasto. Digo em termos de qualidade e não de quantidade.
    Já se estivermos sob ameaça de uma força naval protegida por porta-aviões (e aí subtende-se um que tenha caças e aviões AEW) precisaríamos dar um salto qualitativo. Nesse contexto a melhor opção para um país pobre como o Brasil seriam os submarinos.
    Se além destes quiséssemos complicar pro agressor, teríamos que ter uma capacidade de negação de área além dos submarinos, na forma de uma força aérea baseada em terra com ampla capacidade de detectar, rastrear e atacar uma força naval nucleada em porta-aviões a grande distância.
    Isso é praticamente impossível para o Brasil já que são poucos os países que têm essa capacidade de forma consistente.
    Isso exige uma série de dispositivos que nós não temos e que não teremos nem num futuro longínquo. Os chineses estão gastando alguns bilhões de estão imbuídos de conseguirem uma capacidade A2/AD há vinte anos e ainda essa capacidade é insipiente. Eles lá inclusive estão inovando com a introdução de um complexo sistema de mísseis balísticos de médio alcance com capacidade antinavio. Nem se sabe se o sistema realmente existe ou se a ideia já foi abandonada tal a complexidade da empreitada.
    Nós, pra começar, teríamos que ter satélites de reconhecimento naval e de preferência grandes UAVs furtivos de patrulha naval, de modo a detectar e acompanhar uma força tarefa sem que fosse neutralizado pelo “atacante” dotado de consistente capacidade de atuação aérea.
    Além disso, teríamos que contar com aeronaves capazes de enfrentar no mano a mano os caças dos referidos porta-aviões de modo a que eles possam chegar à distância de lançamento de seus mísseis. O ideal seria a utilização de grandes aviões de ataque (ou bombardeiros) dotados de mísseis de alcance extra-longo e com capacidade de autodefesa ou então escoltados por caças. Um Su-34 armado com mísseis Onix/Brahmos seria interessante.
    Nunca foi tentado penetrar nas defesas nucleadas em um porta-aviões pelo ar e na teoria é algo bem difícil de ser feito.
    Como a estrutura necessária a dotar uma força aérea de mínimas chances de sucesso contra um grupo tarefa nucleado em porta-aviões é extremamente complexa e depende de muito dinheiro, muita vontade, muito tempo, muito planejamento, muito patriotismo e que deve ser um projeto de Estado, sabemos que não irá vingar pelo menos não no tempo de vida de quem vos fala e provavelmente nem no tempo de vida dos meus netos (futuros).
    Então, vamos optar por ter a coisa mais em conta com chances de sucesso. Uma força de submarinos (convencionais) consistente, formada por umas 10 unidades plenamente operacionais, em estado da arte (não precisa necessariamente ser AIP), com armamentos adequados, e com tripulações treinadas de motivadas, é a melhor relação custo/benefício para termos um mínimo de proteção contra uma hipotética agressão na forma citada acima.
    Aí teríamos os meios convencionais (fragatas, corvetas, helicópteros, etc.) para se contrapor às ameaças mais corriqueiras.

  76. sendo otimista e visionário acredito que em 2020 teremos tupi,tamoio,tapajó,timbira.tikuna,riachuelo,humaita e toneleiro…talvez o sn10… agora eles operando os sm-39 vai ser uma maravilha para a mb…

  77. O submarino tem a vantagem de ser completo em si mesmo. Ele pode operar por longo tempo sem apoio nenhum. Pode patrulhar uma determinada área, detectar e classificar seus alvos e atacar por conta própria. Claro, teria que enfrentar os submarinos inimigos e as forças ASW, mas têm chances de se dar bem e no cômputo geral é a melhor relação custo/benefício em relação à dissuasão.
    Já se adquiríssemos duas dúzias de Su-34 e mais meia centena de mísseis Brahmos, não adiantaria nada se não tivéssemos meios de detectar uma força de ataque nucleada em porta-aviões de forma consistente. Não podemos simplesmente mandar duas dúzias de “bombardeiros” de encontro ao nada. A frota atacante tem que ser detectada antes de modo a que os bombardeiros possa interceptá-la. Para isso é preciso o concurso de vários meios: satélites SIGINT, satélites radar, radares OTH, aeronaves de reconhecimento (o melhor seriam UAVs furtivos de patrulha e grande autonomia). Um patrulheiro convencional como o P-3 não teria chances de se aproximar de uma força tarefa atacante sem ser neutralizado antes.
    Parece simples, mas é mais fácil achar uma agulha no palheiro que uma dúzia de navios no meio do Atlântico, principalmente quando eles não querem ser achados e mais ainda, quando estão sob proteção de um porta-aviões, que controla tudo ao redor de 500 km da força tarefa.
    Sem falar que desde a introdução do Tomahawk a coisa piorou muito já que essa força tarefa pode atacar do dobro da distância que os caças. Com a introdução de UCAVs a partir de porta-aviões a coisa irá complicar mais ainda. Um UCAV pode atacar três vezes mais longe que os caças.

  78. Bosco…

    sei que foi apenas um exercício de imaginação da sua parte, mas, se levarmos em conta que as marinhas normalmente tomam suas decisões
    em parte devido a potenciais ameaças de minha parte não consigo enxergar nenhuma das poucas nações que possuem NAes que poderiam
    vir a ser uma ameaça ao Brasil o que acredito faça diferença na hora da marinha brasileira selecionar suas plataformas diante de um orçamento
    modesto.
    .
    Ter 10 submarinos convencionais plenamente operacionais exigiria um número total bem maior, um mínimo de 20 unidades, pois alguns estariam passando por algum tipo de manutenção seja de longo ou curto prazo e treinamento, então poder contar com 50% de unidades devidamente armadas e treinadas já seria um grande feito mesmo os submarinos tendo que operar somente no Atlântico Sul, resta saber, por quanto tempo se poderia
    contar com 10 unidades no mar, pois a curto prazo teriam que retornar a base a serem substituídos por um número cada vez menor.
    .
    E uma nação que disponha de NAes obrigatoriamente teria mísseis de cruzeiro a disposição e uma base de submarinos mesmo que bem defendida
    seria um alvo prioritário e é bem possível que alguns submarinos seriam atingidos reduzindo ainda mais a disponibilidade.
    .
    Mas, também estou só fazendo um exercício de imaginação… 🙂

    abraços

  79. Caio…

    quanto a marinha de Taiwan que vc elencou, algumas considerações:

    – Não há nenhum “porta-aviões” apenas um porta helicópteros modesto de 12000 toneladas de
    deslocamento máximo já que todas as aeronaves de asa fixa tipo “harrier” foram retiradas de serviço muitos anos atrás e o navio em si tem visto pouco de mar embora tenha sido utilizado
    como uma espécie de “iate real” para a família real e tenha sido utilizado em algumas calamidades;
    .
    – Uma das fragatas é do tipo “knox” comissionada na US Navy em 1974 , adquirida nos anos 90,
    portanto é mais antiga que a Niterói;
    .
    – As demais 6 fragatas são mais novas embora de tamanho modesto
    .
    – As 7 corvetas são relativamente pequenas 1000 toneladas ou menos e algumas datam dos anos 70 !
    .
    – Os “navios de desembarque” são de tamanho modesto e aquém das necessidades da Tailândia
    que precisa lidar com “insurgentes” coisa que nós aqui no Brasil não precisamos;
    .
    – Nenhum submarino por enquanto.
    .

    No mais a Tailândia lida com falta de verbas, baixa disponibilidade de meios, etc, nada de
    muito diferente da maioria das marinhas.
    .
    abraços

  80. Bosco 30 de abril de 2016 at 11:26

    Em linhas gerais concordo com seu ponto de vista, talvez a divergência esteja no sub nuclear, acho que seria importante como negação do uso do mar em primeira camada, e de qualquer forma desistir agora depois de todo o investimento talvez seja até pior. A capacidade aérea embora não seja ampla como você explicitou muito bem, pode ser relativa, dois esquadrões de aviões de ataque, com bons aviões de patrulha naval (e um sistema que integre estas plataformas) podem nos dar alguma capacidade de dissuasão,

    horatio nelson 30 de abril de 2016 at 10:44

    É verdade, se estivessem com todos os Exocet, a vida dos ingleses seria bem mais dura.

  81. Dalton 30 de abril de 2016 at 14:31

    “…se levarmos em conta que as marinhas normalmente tomam suas decisões em parte devido a potenciais ameaças de minha parte não consigo enxergar nenhuma das poucas nações que possuem NAes que poderiam vir a ser uma ameaça ao Brasil o que acredito faça diferença na hora da marinha brasileira selecionar suas plataformas diante de um orçamento
    modesto.”

    Exatamente, as opiniões aqui às vezes divergem muito por causa das ameaças que cada um vislumbra quando imagina quais seriam os meios ideais e possíveis. Quais seriam estas ameaças?

    Eu por exemplo considero a China como uma hipotética ameaça, vejo uma certa convergência de conflito para nossa direção pela necessidade deles em alimentar mais de um bilhão de pessoas e as nossas terras produtivas, além da água doce que possuímos em abundância, um recurso essencial que no futuro se tornará escasso. Se considerarmos que eles não são uma democracia, ou seja, sem influência de opinião pública, e que estão em plena expansão, então na minha visão existe um certo risco.

  82. E.Silva…

    a China está distante demais e ocupada demais com seus vizinhos para enviar algo como uma força de desembarque para cá…acredito que haja um certo exagero quanto às potencialidades chinesas. É certo que terão mais navios que a US Navy, mas, em nenhum lugar li que tal marinha chegará ao tamanho do que foi a US Navy no fim dos anos 80, fim da guerra fria, quase 600 unidades de todos os tamanhos e tipos e muitas de suas unidades serão “pequenas” para uso próximo de suas bases ou seja quando se fala em números totais um NAe equivale a uma corveta de 2000 toneladas.
    .
    Talvez seja falta de criatividade minha, mas, não consegui ainda visualizar um potencial inimigo, mas, ainda é e continuará sendo muito mais barato
    comprar do que guerrear a menos que sanções econômicas e/ou embargos sejam impostos o que pode deixar uma nação sem alternativas ou alguma
    outra razão como tentar garantir a estabilidade regional ou tentar manipular a opinião pública, como aconteceu na Argentina em 1982.
    abs

  83. Dalton,
    Meu comentário foi só no sentido de dizer que só termos Su-34 com Brahmos não adianta muito.
    Também não imagino sermos atacados pelos EUA mas essa era uma visão corrente há uns 13 anos atrás e perdurou até alguns meses.
    Quanto aos 10 submarinos operacionais, não me expressei bem. Nem imagino que precisemos de tantos. Dez são só 10 mesmo. O sentido de estarem operacionais foi que adianta termos 10 com 5 enferrujando encostados mas constando da lista como se operacionais estivessem.
    E para de puxar o saco dos americanos se não a gente não ganha deles nem em imaginação. Na minha descrição do cenário os mísseis Tomahawks todos estavam proibidos de serem lançados porque apresentaram problema no propulsor e havia perigo deles explodirem ao serem lançados. rsrsssss
    Não ponha os Tomahawks na “minha” história. srssss
    Um abraço.

  84. E se você não tirar os Tomahawk eu coloco duas baterias de Pantsir defendendo cada uma das minhas 8 bases de submarinos e aumento os meus submarinos para 30. rsrssss

  85. Não acho que um Su-34 faria muito mais que um Gripen, se necessário… http://www.zerohedge.com/sites/default/files/images/user5/imageroot/2015/10/Stratfor%20Plane%20Reach_0.jpg
    .
    Na minha visão da coisa, seria mais racional investir-se em um substituto para os P-3AM em parceria com a Embraer. Seria uma aeronave muito mais útil para nossas necessidades. Se a chapa esquentar e os Gripens da FAB, com seus hipotéticos envelopes mais REVO não derem conta, ai a coisa cai no colo dos submarinos.

  86. E.Silva,
    O problema é que não há “relativização” em relação a uma força tarefa capitaneada por um porta-aviões (americano). Ou se tem uma força capaz de bancar os americanos (sendo bem explícito) ou o que temos já está de bom tamanho. Por exemplo, nossos helicópteros armados com Exocet e Penguins, os P-3 com Harpoons (???) e nossas unidades de superfície já oferecem uma dissuasão convincente para um agressor que não tenha porta-aviões.
    Quanto ao submarino nuclear, esse sim seria uma arma interessante, mas aí vem de novo aquela velha história que só um não adianta nada. Teria que ser pelo menos 4. Duvido que tenhamos um.
    Não é que eu não goste ou não queira o submarino nuclear, só não acredito que ele venha a se concretizar e nem faço conta.
    O que disse sobre termos 10 submarinos seria ao meu ver o mínimo do mínimo para um agressor como a USN pelo menos pensar que a empreitada pode não ser como um passeio no parque.
    Sem falar que julgo que 10 submarinos e mais o que já temos (no papel e não na realidade) sai muito mais barato que termos dezenas de Su-34, satélites, UAVs, etc.
    Claro, como disse o Dalton submarinos convencionais poderiam ter suas bases arrasadas e ainda teriam que lidar com os submarinos e as defesas ASW inimigas, e tendo eles no máximo uns 30 dias de autonomia uma hora teriam que voltar, mas não vejo outra forma viável para dissuadir com pouco dinheiro disponível uma hipotética força naval de ataque nucleada em porta-aviões da USN.
    Um abraço.

  87. Bosco…

    na verdade não sou “puxa-saco” dos americanos e sim muitas vezes crítico já que a US Navy simplesmente não tem recursos para cumprir todas
    as missões exigidas…sim, eles podem destruir o mundo inúmeras vezes, mas, não é uma opção !
    .
    Quanto a visão do Brasil ser atacado pelos EUA, não acredito que seja ou tenha sido uma visão da marinha brasileira e sim uma visão de um
    governo com forte viés anti americano e nem sei se de fato acreditaram nisso ou fizeram como o Chavez alguns anos atrás quando o USS
    George Washington esticou as pernas pelo Caribe depois de um período de manutenção e colocou as forças armadas em alerta…Chavez sabia o que se passava, mas, usava os EUA como pretexto para unir a população ao menos a parcela da população que o apoiava.
    .
    E mesmo submarinos encostados ou em manutenção são contados aqui e em qualquer marinha do mundo como fazendo parte da Esquadra,
    não tem jeito.
    .
    Agora …se vc colocar duas baterias de Pantsir aí eu mando meus B-2s !!!!!
    .
    abraços

  88. Bardini,
    Eu citei o Su-24 porque tem alcance maior e porque pode levar os gigantescos mísseis anti porta-aviões russos. No ataque a uma força tarefa se faz necessário atacar o mais longe possível e o Gripen NG não é moldado para essa tarefa em particular.
    Melhor mesmo seria termos duas dúzias de bombardeiros Backfires armados com mísseis AS-4, mas aí já é viajar na maionese por demais. rsrsss

  89. Ok Bosco, mas não pensava na USN como hipotética inimiga, talvez por ter citado o Su-34…Só quero ressaltar que quando eu falo em capacidade relativa seria para efeitos de dissuasão, a intenção não é ser igual ou superior a inimigos de grande porte, mas apenas tornar uma empreitada dessas cara, arriscada e com perdas acima do aceitável para eles.
    .
    Na minha conta também existe outra variável, é preciso oferecer uma alternativa de peso para que a nossa Marinha desista de um Nae, não acredito que seja possível convencê-los com P-3 velhos e Harpoons. Ou alguém aparece com opções como P-8 Poseidon, Su-34 Fullback, ou vamos continuar insistindo no Nae.
    .

  90. e. Silva
    “ou vamos continuar insistindo no Nae.”

    Não, não vamos, é só o novo governo assumir que o impedimento para mandar o SP para Alang acaba..

    G abraço

  91. E.Silva,
    Eu não sou contra caças terem capacidade de lançar mísseis antinavios, só acho que não havendo reação por caças inimigos, não é preciso tanto.
    Pra nós que não vislumbramos enfrentar porta-aviões, etc, acho mais viável que nossos mísseis antinavios sejam levados por aviões de patrulha marítima, que têm muitas funções, inclusive em tempo de paz. E claro, não vejo problemas em relação aos helicópteros.
    Mesmo se formos enfrentar uma armada dotada de navios de defesa aérea de área, podemos atacá-la fora do alcance de seus mísseis com o que já temos (estou contando com os Harpoons nos P-3).
    Um Su-34 seria interessante se formos atacar navios mas em espaço aéreo contestado, seja por caças baseados em terra ou em NAes.
    Mas sem dúvida temos que ver quanto tempo esses P-3 vão conseguir ficar voando. Quando forem trocados seria interessante que o fossem por P-8 zero quilômetros, mas acho que é sonhar demais. rsrss
    Continuando sonhando claro que seria interessante termos caças Gripen NG com capacidade de lançar mísseis antinavios. Essa combinação daria conta do recado pra quase qualquer cenário previsto, salvo raras exceções como mencionadas anteriormente.

  92. Bosco,

    Neste ponto acho que o Brasil deveria ter bem mais de 20 SSK’s…

    E para se fazer esta massa possivel e a baixo custo, investir inclusive em categorias menores e mais simples como o SMX-23 ou HDW 210 na faixa das 800 a 1.000 ton.

    Custam em tese metade ou 1/3 de um scorpene e ajudam a dar volume e espalhar “olhos” ou ainda, ocupar a faixas mais proximas da ZEE liberando os SSK maiores para as missões mais afastadas…

    Mesmo os 209 atualizados talvez pudessem dar esta massa numerica por um custo bem inferior aos modelos mais modernos….são mais simples sim, mas ainda capazes de um senhor estrago, medo e respeito…

    Ao menos uns 12 destes ssks menores poderiam ajudar bem nisto…a costa é tão grande, que não faltariam zonas de utilização…SSkś maiores seria bem melhor, mas se esta ladainha de que custam quase 1/3 ou metade dos maiores….não seria mal….

    Uma duvida, temos doutrina para reabastecer nossos SSkś por aerea ou outros meios alem da base?

    Sei que um 209 carrega algo em torno de 168 ton de combustivel….seria isto?

  93. Parabéns a MB, foi um ótimo treinamento. Obrigado pelos comentários aqui feito, gostei muito parabéns a todos, aprendi muito lendo o que os senhores escreverão, muito obrigado.

  94. O Brasil deveria ter como premissa básica, ou seja, um planejamento de estado levado a sério, a nacionalização de submarinos. Deveríamos concluir o programa atual e continuar contratando novas unidades projetadas aqui, com modernizações e atualizações para que este setor se desenvolva e se estabeleça.
    .
    No tocante a frota de superfície, tentou-se por três vezes criar uma indústria naval neste país, fracassaram em todas as três. Não vai ser a MB com seus programas que vai salvar o mais recente fracasso do PT. É preciso ter em mente que temos de investir na nossa infraestrutura bem como fazer a reforma tributária para que se reduza o famoso custo Brasil, que mata a indústria naval direta e indiretamente. Se não se fizer isso primeiro, nacionalizar Fragatas e demais meios, fazendo favores a estaleiros nacionais é rasgar dinheiro com algo que não vai ir pra frente. Já aconteceu no passado e vai acontecer de novo… A espinha dorsal da esquadra tem de vir de fora, mais barato, rápido e racional financeiramente.
    .
    Também não precisamos de uma, ou duas esquadras abarrotadas de navios. Não teremos em um horizonte de médio prazo, e levando em conta a conjuntura de gestão atual, dinheiro para manter e operar tais meios. Somos um país que tem uma Marinha de carácter puramente defensivo. Logo, uma esquadra enxuta, com meios sempre mantidos no estado da arte e que cabem no orçamento deveriam ser o foco.
    .
    O que mais se precisa são patrulhas. Estes são os meios que mostram a bandeira no final das contas. Estes são os meios que cumprem o grosso das missões por aqui. Estes deveríam ser a prioridade. É inadmissível a quantidade de meios de patrulha que temos hoje. Não temos ameaças e pretensões que justifiquem uma grande e cara esquadra, mas temos que ter muito mais meios para barrar crimes e ilegalidades ao longo de nossa costa.
    .
    Somado ao grande número de Patrulhas e Subamrinos nacionalizados um projeto, em parceira com a indústria nacional para uma aeronave de patrulha de grande autonomia, para substituir os P-3AM já nos deixaria bem encaminhados por algumas boas décadas.
    .
    12 Submarinos
    5 Fragatas EG
    3 Fragatas AAW
    8 Corvetas ASW
    1 LHD/Porta Harrier + Alguns F-35 B, para se ter alguma capcidade de ataque
    2 LPDs
    2 NApLogs
    Dois Esquadrões com aeronaves patrulha
    Muitos OPVs, NPas, etc…
    .
    Seria algo bem factível do meu ponto de vista para a reestruturação desta força, e estaria bem dentro de nossas necessidades.

  95. Prezados, desculpe e ignorância no tema. Mas os A-4 skyhawk da marinha não tem capacidade de operar algum míssil antinavio?

    Seria útil como vetor de lançamento desse tipo de arma?

    Obrigado.

  96. o brasil nunca será atacado por uma nação igual ou inferior a nossa até pela geografia…o q significa q a frota agressora contará com subnuc e nae temos q nos preparar para isso e não contra ameaças como uruguai,senegal,costa do marfim,venezuela,argentina,colombia ou outros.
    agora mudando um pouco de assunto aquele missil p-270 moskit russo causa um belo estrago em uma força tarefa se tivessemos algo semelhante..

  97. Juarez 30 de abril de 2016 at 20:33

    “Não, não vamos, é só o novo governo assumir que o impedimento para mandar o SP para Alang acaba..”

    Será Juarez?
    Segundo as especulações sobre o governo Temer, o nome para a Defesa seria Nelson Jobim, se não me falha a memória foi na gestão dele que o SP foi adquirido…

    Abraço!

  98. E.Silva

    antes mesmo do Foch ser adquirido o foram os 23 A-4s do Kuwait e o NAeL Minas Gerais não apenas não podia operar com eles com boa margem de segurança como estava aproximando-se do fim de sua vida útil então nada mais coerente do que adquirir um NAe maior e mais moderno e que poderia
    servir a marinha brasileira por mais 20 anos, até 2020 ou pouco mais, quando então se imaginava que um substituto ao menos estaria sendo construído.
    .
    O que aconteceu é que por falta de recursos a revitalização do NAeSP iniciada em meados dos anos 2000 que era algo que a marinha brasileira sabia que teria que acontecer começou a sofrer atrasos e a corveta Barroso é outro exemplo pois na ocasião suas obras encontravam-se paradas.
    .
    A ideia de adquirir o “Foch” os A-4s e dar a marinha brasileira o direito de possuir uma aviação de asa fixa foi correta na época então não acredito
    que se deva culpar à administração da época pelos tumultuados anos que se seguiram ao longo da década passada e que perduram até hoje.
    .
    abs

  99. É verdade Dalton, meu questionamento seria mais no sentido de questionar se o Ministro da Defesa da época (e cotado para assumir novamente) da aquisição do ex-Foch daria o aval em se desfazer do mesmo como o Juarez especula. Mas lendo os jornais deste domingo já dizem que o Raul Jungman é quem seria o favorito.

  100. Silva, pode colocar ate o Papa no Mindef que não vai mudar nada, com o aumento da crise e as medidas de contenção fortes que virão, a MB vai acelerar as baixas de meios que se tornaram economicamente inviáveis de manter e recuperar, pois não terá outra saída para sobreviver como força de combate.
    Quando o novo governo a caixa de pandora do tesouro nacional, tornar público o tamanho do rombo e divulgar isto, nós vamos ver que vamos comer o pão que o diabo amassou por pelo menos uns seis ou sete anos e as FAs vão na mesma carroça.
    Que Deus nos acuda.

    G abraço

  101. Os senhores precisavam ver o estado do chapeamento abaixo da linha d’água, severamente danificado pela corrosão. Um descaso!

  102. Bosco, entrando no exercício de imaginação…

    Na sua opinião, uma força de superfície composta por unidades com grande capacidade de defesa de ponto, poderia enfrentar de forma eficiente uma força hostil nucleada por um porta aviões?

    Vou exemplificar melhor os meios…

    Cinco fragatas Meko 600,armadas da seguinte forma:

    I-Mast 400: quatro antenas fixas AESA com capacidade de monitorar mil alvos simultâneos a até 250km de distância.
    2 diretores de tiro, um voltado a proa e outro a popa.
    1 canhão principal de 127mm, dispondo de munição especial Vulcano.
    2 canhões secundários de 35mm millenium cobrindo 360 graus ( um acima do hangar e outro na frente dos lançadores verticais, atrás do canhão principal).
    Lançador vertical MK-41 com 16 células.
    64 mísseis Sea Ceptor (4 por célula).
    8 mísseis Exocet block 3
    2 lançadores triplos de torpedos.
    Capacidade para levar até 2 helicópteros

    Na sua opinião, como se sairia esse confronto?

  103. Uma pergunta para nossos experts, Mo, Nunão, Aricobra e outros: qual seria o custo de um CV03 sem sonar, sem torpedos, sem mísseis, sem seus respeitativos radares com exceção o de navegação e com um único canhão de 40mm na proa além de duas metralhadoras, uma em cada bordo, 20mm remotamente controladas?

  104. A proa párese estar maior. Nunca gostei daquele canhão exagerado, um 76 mm ou 40 mm já bastava.

  105. Lucas…

    não sou tão criativo quanto o Bosco, mas, jogando gasolina no incêndio, isto é, dificultando um pouco as coisas, penso que não é possível pensar
    em um NAe sem sua escolta. No caso da US navy em tempo de paz, um cruzador e 3 destroyers, todos deslocando mais de 9000 toneladas é a
    norma e embora submarinos não estejam mais fazendo parte da escolta fixa podem e serão agregados em caso de necessidade, já os franceses
    aparentemente fazem seu único NAe ser sempre acompanhado de um submarino.
    .
    Com os navios da escolta especialmente os destroyers no caso da US Navy operando a dezenas de kms do NAe para cobrir uma área extensa
    com seus sensores e com uma aeronave de reconhecimento no caso o E-2C as fragatas provavelmente seriam localizadas antes.
    .
    Como a Meko 600 ainda não existe também deveríamos supor que acréscimos serão feitos ao grupo de combate do NAe, como por exemplo, a
    aeronave E-2D que já começou a entrar gradualmente em serviço e novos mísseis que estarão em breve fazendo parte do arsenal da US Navy como o
    SM-6 que terá uma capacidade anti navio a ser lançado dos navios de escolta e o AGM-158C a partir de Super hornets.
    .
    E para se ter 5 fragatas de quase 6000 toneladas em “pé de guerra” todas armadas com cerca de 80% da capacidade total ou seja 32 mísseis exocet
    mais de 250 Sea Ceptor e 10 helicópteros médios de 10 toneladas, teria que ser uma “senhora” marinha com outras plataformas disponíveis
    como fragatas leves/corvetas e vários submarinos disponíveis fora os que estariam em manutenção ou pós manutenção/treinamento.
    .
    Pessoalmente acho que não dá para as 5 “Meko 600”, vamos ver o que o Bosco acha !
    abraços

  106. Muito interessante este post, visto que só vemos esse tipo de vídeo de outras marinhas. Que grande estrago destes mísseis, então podemos imaginar o real poder de uma marinha bem armada e preparada para combate real.
    E podemos saber como é importante um exercício de disparo real, gerando material para muitos meses de estudos, comentários, planejamento, etc.
    Muito bom mesmo.

  107. Lucas,
    Essa configuração de armas descrita é bem eficiente em relação a ataques de saturação que seriam efetuados pela aviação de ataque baseada no porta-aviões. Seria chute meu dizer qual o nível de ameaça que cada navio consegue absorver. Teoricamente as Meko não conseguiriam adentrar o perímetro de defesa do grupo tarefa de modo a lançar seus mísseis com 200 km de alcance, e de outra forma esses navios poderiam ser atacados a mais de 3 x essa distância pela aviação embarcada. Se “apenas” 12 F-18 forem utilizados haveria a possibilidade de um ataque combinado de 48 Harpoons/SLAM-ERs/HARMs, o que daria mais de 9 mísseis por navio.
    No caso da força aeronaval atacante saber (e saberia) que as fragatas não têm defesa de área, os caças ainda poderiam utilizar o míssil Maverick F.
    Vale salientar que os Super Hornet ainda receberão bombas JSOW C-1 e SDB-2, ambas com capacidade antinavio.
    As SDB-2 poderão ser levados até 16 por caça, o que complica mais para o defensor, mesmo com uma alta capacidade de defesa contra ataques de saturação, como é o caso do navio com 64 Sea Ceptors e radar de varredura eletrônica.
    Espero ter ajudado.
    Um abraço.

  108. Vale salientar que os EUA possuem uma rede de satélites SIGINT e satélites radar capazes de monitorar todos os oceanos do mundo. Isso confere uma vantagem aos americanos e seus aliados.
    A Rússia e a China também possuem algum grau dessa capacidade mas não ao nível dos EUA.

  109. Minha ultima pergunta, apesar de não respondida, tem razão de ser. Resolveria-mos par de nossos problemas e teríamos o caminho para futuramente termos varias corvetas modernas (fragatas leves). A construção uma duzia de Napoc, que são bem mais baratos que corvetas, baseadas no casco Barroso Mod, resolvendo o problema de patrulhamento que se tornou crítico a partir do descondicionamento das Imperial Marinheiro. Bem, a após a incorporação destes passaria-se a reequipar em um rítimo de uma ou duas por ano, conforme o orçamento permitisse, passando-os a verdadeira corvetas.

  110. Alguma noticia sobre as CV Julio de Noranha ,jaceguai e inhauma?
    dessas qual retornara primeiro ao setor operativo.

  111. OFF TOPIC…, mas nem tanto!!!
    .
    O afundamento do HMS Sheffield, 34 anos depois:
    .
    “How disappointing that the Royal Navy’s first post of the day is about a science fiction film with a picture of an aircraft.
    34 years ago today the Royal Navy lost its first warship in anger since the Second World War when two Argentinian aircraft launched Exocet missiles against HMS Sheffield in the South Atlantic with the loss of 20 souls.”
    .
    (http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2016/05/20-years-ago-todayhms-sheffield-sunk-by.html)
    .
    PS: O botão “Publicar comentário” está sumindo, rolando p/ dentro da página, quando o texto é um pouco mais longo. Igual já ocorreu no Aéreo.

  112. Adson,
    Teoricamente sua sugestão é interessante mas é difícil de ser colocada em prática. Mesmo porque o recheio pra transformar um navio de patrulha oceânico para corveta deve custar o dobro do que já foi gasto. Sem falar da planta propulsora que ou já deve ser compatível com uma corveta ou senão teria que ser trocada. Uma corveta em geral tem velocidade de 28 nós enquanto um navio patrulha tem por volta de 20 nós.
    A adição de sensores e armamentos necessários à conversão de um NaPaOc em corveta é radical.
    Um NaPaOc precisa só de um simples radar de busca de superfície, um sistema optrônico e um canhão leve. Já uma corveta deve contar com radares de busca aérea de longo alcance, de preferência 3D, radares de direção de tiro, canhão de maior calibre, defesa antiaérea e antitorpédica, sonares (de casco e rebocado),mísseis SSMs, torpedos, etc.
    O helicótpero orgânico também é completamente diferente nos dois casos.
    A ideia é ótima, mas para o Brasil que não tem comprometimento com o futuro, seria um fiasco.
    Um abraço.

  113. Mauro,
    Realmente o convés a vante parece muito melhor sem o canhão. Realmente seria muito mais conveniente um canhão de 57 mm. Acho até o de 76 mm meio que pesado para as Inhaúmas e Barroso.

  114. Bosco, mas se não partirmos p isto, não teríamos nem corvetas nem patrulhas, ou pior, na compra dos “Amazonas” adquirimos o direito da construção de outros cascos da mesma classe, ou seja, teremos só patrulhas. Essa sua explanação das características do patrulha “Barroso” é correta, só acho que talvez o armamento de cano principal pude-se ser o mesmo das corvetas como também a motorização.
    Quanto ao custo sitado por você, acho ponto a favor. Olhando-se pelo fato de não custar duas vezes o que já foi gasto, mas sim pelo fato inverso, ele custará um terço de uma corveta “pronta”. Teria-mos vários meios navegando, apesar que muito longe de ideais, mas com possibilidade de transformarem em vasos de guerra. Temos em desenvolvimento hoje no país por várias empresas vários armamentos (ex:misseis ante navio) que em um futuro próximo poderiam baratear o aparelhamento destes cascos. enquanto isso teria-mos pelo menos patrulhamento.

  115. Mais uma coisa, o valor unitário dos “Amazonas” foi algo em torno de 59 milhões de Dólares. Esses um pouco menores que a Barroso, 90,5mts contra 103. Uma Barroso Mod esta estimada em 450 milhões de Dólares. Estimado, mesmo que seja para uma construção fora do Brasil, um custo entre 70 a 100 milhões para cada “patrulha Barroso” com pouco mais do valor de duas corvetas Barroso Mod, teríamos uma quantidade de patrulhas oceânicas se não excelente muito boa. Também para a futura conversão dos mesmos em corvetas, teríamos volume suficiente para baixar custos.

  116. O que poderia ser feito é meia dúzia específicas para NaPa e meia dúzia dotadas de motorização e com canhão principal de maior calibre (57 ou 76 mm).
    É uma sugestão muito boa. Tomara que alguém que mande a tenha lido.
    Um abraço.

  117. Bosco,
    o ideal é que sejam todos idênticos para que possam todos se converter em corvetas e também ter escala para baixar custos . Outra coisa é sobre a velocidade dos patrulhas, os patrulhas oceânicos, diferente dos patrulhas costeiros, é uma vantagem que tenham uma velocidade máxima alta a exemplo dos Amazonas.

  118. Ádson/Bosco,

    Está ideia e proposição é muito lógica e faz todo sentido em minha opinião.

    Concordo totalmente.

    O que mais demora é a operação do casco, construir e testar operacionalmente no mar.

    Com este tipo de doutrina de implementação comentada pelo Adson, você poderia implementar e crescer os meios de superficie gradativamente, conforme necessidade belica ou economica.

    Uma vez implantados e prestando serviços, podem conforme o contexto ser atualizados ao padrão de navio de guerra de guerra como uma Corveta e, mesmo emergencialmente, alguns modulos de estações de combate e armamentos plug&play receberem integração.

    É um exemplo de como poderia ser o planejamento de uma industria naval de defesa.

  119. Carvalho,
    É justamente isso que tento fazer-me entender, mas apesar do mais lógico, não é vista como uma solução. Solução é comprar sucata ou sonhar com um dia que teremos condições de comprar uma armada inteira no estado da arte. Isso é falta de administração, de bom senso, de humildade. E tenho dito.

  120. Com o avançar do MT-300 (nas suas futuras versões), a capacidade de causar sérios danos à uma pretensa frota agressora se torna mais factível. Temos então o problema de plataformas adequadas para lançá-los, bem como para esclarecimento marítimo e/ou identificação dos alvos. Sendo assim proponho, assim como já iniciado pelo colega Bosco, um “toró de parpite” de como poderíamos montar nossa estrutura de defesa e de ataque.
    Até mais!!! 😉

  121. Uma dúvida que não quer calar, o MM40 que atingiu a corveta; foi mesmo Exocet ou o nacional Marlim ( MANSUP-01)?
    Pois estava previsto os testes reais do mesmo para esse exato mês, dessa tal operação Missilex!
    Seria interessante, numa futura Operação Míssilex-2 os testes de aceitação e testes do armamentos nacional (Marlim; Versão naval do Matador( Mt-300), Torpedo nacional em escala reduzida).
    Como alvo, sugiro o “Opalão” NAe São Paulo; ao menos para isso ele servirá kkk.
    Agora surgiu outra dúvida, esse TPNer nacional, seria um ” torpedo Leve” ?, antes de partimos para o torpedo pesado propriamente dito !
    Vê-se no vídeo que as aeronaves P3-BR possuem designadores laser; porém estava desligados; seria interessante o desenvolvimento de uma versão guiada a laser do kit nacional Acauã, para emprego contra embarcações seriamente avariadas ou parcialmente inoperantes.

  122. Gostaria de saber porque a fragata greenhalg F-46 é o único navio
    que ainda usa o míssil mm-38 exocet na MB,porque não colocam o mm-40 exocet que hole é o míssil
    padra dos navios escoltas da MB?

  123. Souto, há matéria tratando exatamente disso aqui no Poder Naval. Digite o nome Greenhalgh no campo busca do blog (ícone da lupa no canto superior direito da página) que aparecerá uma lista de matérias sobre a fragata, uma delas abordando justamente as idas e vindas de seus mísseis mar-mar. Boa leitura.

  124. erá que o Brasil comseguira alguns super entend a frança iria dar baixa em alguns a argentina estava no pareo mas os ingleses não vão deixar.Imaginem o super entend com exorcet m39 m40 nas asas nem precisaria utilizar o são paulo . Eu acho que seria um bom negocio se o preço fosse bom.

LEAVE A REPLY