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Marinha do Chile incorpora novo avião de observação

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P68 Observer 2 Aviación Naval Armada de Chile

A Marinha do Chile (Armada de Chile) incorporou ao serviço o primeiro de sete aviões bimotores P68 Vulcanair Observer 2, anunciou o Ministério da Defesa (MoD) em 1 de Setembro.

A primeira aeronave produzida na Itália (designada Aeronave Naval 321 no serviço do Chile) chegou à Base Aérea Naval de Concon em 1 de Julho, muito antes de sua entrada em serviço como busca e salvamento, polícia marítima, evacuação aeromédica, e plataforma de ligação, no lugar do agora aposentado Cessna O-2 Skymaster.

Enquanto o Ministério da Defesa não revelou quando as próximas aeronaves serão entregues, informou que o tipo começará operações com o Esquadrão VC-1 no início de 2017, voando de Puerto Montt e Iquique, inicialmente, antes de ser transferido para Talcahuano.

Equipado com dois motores Lycoming IO-360-A1B6, o Observer P68 2 já está em serviço em um número de operadores militares e parapúblicos ao redor do mundo, incluindo o Exército Chileno. Com custos operacionais referidos pela empresa em cerca de um quinto de um helicóptero à turbina monomotor, o Observer P68 2 tem uma velocidade de cruzeiro de 166 nós (em comparação com 125 nós para um helicóptero), e um alcance de 1.525 milhas marítimas (350 milhas para um helicóptero). Tem uma autonomia de 10,5 horas.

No serviço da Marinha do Chile, a aeronave será equipada com a torreta electro-óptica UTC Aerospace Systems TASE500 estabilizada de alta definição (HD), com sensores infravermelhos (EO/IR) para melhorar a consciência situacional e aumento das capacidades de observação.

Embora pertencendo e operado pela Marinha do Chile, os dois P68 Observer serão controlados pela Direção-Geral da Marinha do Chile para o Território Marítimo e Marinha Mercante (Dirección General del Territorio Marítimo y de Marina Mercante: DIRECTEMAR), que é efetivamente uma guarda costeira dentro do Marinha.

FONTE: Jane’s

45 COMMENTS

  1. Afinal… fico me questionando… o que o Chile tem que nos.. brasileiros não temos… seu pais.. nao tem. um.. gigantesco território.. sua população.. quanto muito.. deve ser.. 1\5 da brasileira..mas sua marinha.. de longe esta..sempre.. se atualizando.. buscando e conseguindo novos meios..navais..lembra-se ..das últimas fragatas bek 3.se não me engano….que o ingleses nem chegaram a oferecer a MB. e quanto a nós…que tristeza é ver como nossa luta para se manter… navegando… sem o verdadeiro valor que ela..merecia..

  2. O Chile é outra conversa meu amigo, lá a coisa funciona, é praticamente uma ilha dentro da burralda América Latrina.

    G abraço

  3. Já falei bem do Pinochet e quase fui linchado, o cara fez o Chile crescer, tornou-o potência regional e os presidentes depois deram continuidade ao excelente trabalho, realmente lá é um país sério, o povo é culto e educado, são alinhados da Inglaterra e EUA, atualmente possuem o melhor exército da América do Sul, a melhor marinha e aeronáutica, e tudo isso com 1/10 do nosso PIB, falar o quê?

  4. Talvez porque a população do Chile é pequena, se trate de um povo culto, educado e que lê jornais e revistas, ou seja, um povo que entende os problemas e necessidades do país. Aqui, no Brasil, eu já vi jornalista de alto coturno (estrela da TV e do rádio) dizendo que comprar avião de caça é só para general brincar de força aérea…

  5. Avião de esclarecimento marítimo tem para todos os gostos e bolsos. É claro que os chilenos são profissionais, sabem o que fazem e tudo mais, mas cabem algumas reflexões.

    Nos últimos 20 anos em especial, os sensores de imagens, radares ar-mar e estações de trabalho ficaram bem leves. Quase todo fabricante de aeronave de uso geral cria uma versão militar deste tipo.

    Porem questiono até que ponto estas economias não saem caras ao final.

    A matéria compara a solução chilena com helicópteros. Primeiro erro. Para portes semelhantes, uma aeronave de asa rotatória é sempre mais cara de se operar que uma de asa fixa.

    Segundo ponto, quando se escolhe uma aeronave barata, focado em custo operacional, implica em querer voar muitas horas com ela. E ai me questiono até que ponto uma aeronave a pistão é uma boa escolha para se voar de forma intensiva em ambiente marítimo.

    Embora toda aeronave bimotor a pistão seja homologada a voar monomotor, nem sempre ela consegue fazer isto se as estreitas condições de homologação não estiverem presentes. O Piper Navajo é um exemplo de aeronave que quando monomotor simplesmente cai.

    O Brasil vai ter que tomar daqui a alguns anos a decisão de incorporar um avião desta classe em complemento aos P-3 formando um hi lo mix na aviação de patrulha, critérios econômicos seguramente serão importantes e mais de uma dezena de opções serão possíveis para esta aeronave.

    Questões técnicas e econômicas também vão ser bem debatidas neste programa. Assim esperamos…

  6. João Paulo, em dimensão diferente, mas o mesmo que faz a Dinamarca ter mais de 70 F-16 e uma população de menos de seis milhões de habitantes e um território minúsculo (excluindo a Groenlândia). Eles possuem um PIB Per Capita que é quase o dobro do nosso (PPC), dimensões menores exigem menos em tudo, inclusive em comida e soldo (básico do básico) e ainda acrescenta problemas com vizinhos. Possui um belo problema não resolvido com Peru e Bolívia (não resolvido pros outros, pros chilenos ta de boa) o que demanda uma atenção constante. O Peru também possuí um nível bom, 6 U-2009, Mirage 2000 (obsoletos) e Mig-29 além de outros equipamentos. O Chile ainda utiliza mais de 2% do seu PIB com defesa e a Dinamarca consegue tudo com 1,2% do PIB que é um pouco mais da metade do PIB chileno.
    A Suécia possuí menos de 10 milhões de habitantes (tipo Pernambuco), um PIB que é de pouco mais de meio trilhão de dólares, investiu 1,08% no PIB, mas desenvolve e tem mais de 100 caças Gripen, 6 submarinos com AIP, sistemas de misseis de cruzeiro, antinavio, antiaéreo de curto e médio alcance, mais uma infinidade de armas que eu não conheço. Isso sem contar os programas de desenvolvimento conjunto que ela faz parte como o IRIS-T e o Meteor. Repare como são todos no Estado da Arte.
    A coisa é bem gerida, tem muito dinheiro, o investimento é continuado e os custos básicos são baixos.
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    PS: No Chile também há uma lei que determina que parte da receita obtida com a venda do Cobre deve ir pras FFAAs. O cobre é a principal riqueza do país.
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    Dados: CIA -The World Factbook

  7. Outro diferencial do Chile foi a maneira como o Pinochet lidou com os primeiros traficantes. Estes queriam se instalar nos Andes. Passou o cerol. Os que sobreviveram foram para a Colômbia e aí todos nós sabemos o que aconteceu.

  8. Bem, em uma Marinha igual a nossa, seria bem útil uma aeronave deste modelo. A maior parte de nossas Missões são de treinamento, então, se não podemos treinar nossos procedimentos com aeronaves ideais, vamos treinar com o que podemos comprar. Se baratearmos os nossos treinamentos, vamos treinar sempre e, quando nossas condições melhorarem, bastará apenas comprarmos as aeronaves certas. É o que fazemos com o Porta-Aviões, não é??? Não dispomos dele para ter sempre uma tripulação qualificada. Quando pudermos adquirir um Porta-Aviões operativo, é só transferir a tripulação.

  9. Engraçado:
    Os outros países buscam solução baratas e adequadas para suprirem suas carências.
    Nós só sonhamos alto, qualquer coisa apelamos para ENGEPRON (que há muito tempo vem devendo soluções factíveis, realizáveis e baratas para a MB, pois muito se enjeta dinheiro lá, e resultado que é bom: NADA),
    O nosso Almirantado tb tem boa culpa no cartório, temos que colocar os pés no chão e trabalhar como o “minimo de orçamento”, e que logo, as coisas aconteçam, se realizem. AGORA, tocar 10/15 projetos ao mesmo tempo, o pouco que se tem anda a “passo de tartaruga”, e mais distante fica a possibilidade de se colocar meios (belonaves) a disposição da MB.
    Nós temos muito a aprender com Chile, Italy, Dinamarca, Suécia, Peru, Colômbia, Turquia, países que gastam menos que nós, mas tem FFAA efetivas, e cada vez mais se reaparelhando melhor que nós.
    Hoje, há muito tempo que nossas FFAA só sabem gerir a folha de pagamento, e não sobra nda.
    Enquanto o Tesouro Nacional não assumir a folha de pagamento das FFAA, será sempre essa pindaíba, e não sobra nada para investirmos.

  10. Calma nesse andor aí, pessoal. O aviãozinho não é nada demais. Custo x benefício em relação a helicóptero, apenas.

    Porém, em uma opeção lógica, P-95 Bandeirulhas e P-3AMs deveriam ser operados e de responsabilidade da marinha, bem como, cairiam muito bem 2 E-99 e 2 R-99 adaptados para operações aero marítimas.

    Utopicamente, funcionando em conjunto com os sistemas, sensores e datalink da potência capitânia A-12 com seus 11 valentes e bem armados A-4 Skyhawk, integrados às valorosas escoltas classe barroso e vosper mk.10, e também, é claro, com os temíveis scorpenes capazes de emergir e submergir, navegar e combater. Não esquecer dos turbo trackers capazes de fazer AEW e AWACS com o apoio do capitânia.

    Na prática, bem, os caros colegas analisem o estado da força, e a bóia gigante vendida como sub de última geração.

    Lógica e utopia estão muito longe da realidade por aqui. E tome bad-trip de maionese a torto e a direita.

    Saudações a todos.

  11. Eu já havia comentado em outro post que aviões como este ou o Tecnan são excelentes para a patrulha com baixíssimo custo e cobertura de patrulha muito superior às embarcações.
    .
    Utilizando se com meios que possam fazer as abordagens de inspeção, pode se chegar a um equilíbrio bem eficiente

  12. Olá Delmo!
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    “PS: No Chile também há uma lei que determina que parte da receita obtida com a venda do Cobre deve ir pras FFAAs. O cobre é a principal riqueza do país.”
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    Isto nao muda o fato de orçamento deles ser 1/6 do nosso.

  13. …É triste… sentir.. essa.. dor……saber que estamos a…deriva…por falta de visão.. estratégica.. de longo prazo…quando digo.. que.. .o ..sistema.. presidencialista.no brasil. matou o país.. te como maior exemplo.. o pouco caso.. que.. o..Presidente tem com suas forças.. armadas…,,via de regra eles.. só pensam nas próximas eleições….. sacrificam…a tudo e a todos.. pelos interesses..
    partidários…o chile.passou por..uma ditadura igualmente a nós.. mesmo em meio a tragédias.. conseguiram dar um destino.. a sua pátria.. tiro o chapéu á eles….

  14. Pinochet foi atrás do Milton Friedman para colocar a economia do Chile em ordem. Nossos militares foram atrás do Delfim Neto. O resultado é isso aí. Sem mais.

  15. Bela aeronave, se fosse por aqui a imprensa e seus proxenetas estariam estrebuchando dizendo que deveria comprar dos EUA.

  16. Walfrido Strobel,

    O Chile não roubou territórios. Em 1879 a Bolívia, tomada de assalto pelo golpista Hilarion Dazza quis desrespeitar tratados bilaterais de fronteira e comerciais com o Chile. Após isto, tomou as Salitreiras de propriedade Chilena, Assim como o fez evo com as refinarias da PETROBRAS só que o chileno não é como o lula. O Chile foi atrás e tomou de volta. Ante isto, a Bolívia convocou o Peru pra uma guerra contra o Chile valendo-se de um pacto militar secreto em que uniriam forças contra o mesmo. Deu no que deu, depois de uma guerra em que o Peru, com o dobro da população do Chile e a Bolívia com quase o 80% da população do Chile perderam, permitindo a entrada das tropas chilenas até as suas capitais e tomando controle do Peru por 4 anos. Os territórios tomados pelo Chile eram o objeto do tratado que a Bolívia desrespeitou e por isso o Chile tomou-os como escambo. Isto era permitido naquela época.

  17. Gente, o Pinochet não tem nada a ver com a forma como o Chile lida com as suas FFAA. Isso é histórico. O Chile sempre teve boas FFAA e bem equipadas. Aliás, durante a época de Pinochet, o Chile teve a sua pior situação frente a seus vizinhos, no tema equipamentos pras suas FFAA.

  18. Glasquis7, Pinochet tem a ver com o tamanho do orçamento chileno. Enquanto os países sulamericanos viveram algumas ou várias crises nas décadas de 80/90/00 e agora, o Chile teve um desempenho econômico mais consistente.
    .
    E para manter FAs bem equipadas e treinadas é preciso dinheiro.

  19. Rafael Oliveira,
    Em parte posso até concordar que a situação econômica do país possa ajudar mas no caso do Chile especificamente, sempre teve boas e bem equipadas FFAA. Isto por que existe uma lei conhecida como “Ley de Reserva del Cobre” que destina uma porcentagem fixo dos lucros da estatal CODELCO pra um fundo de reserva permanente que se acumula ano após ano e que por poder constitucional só pode ser utilizado pra renovação, modernização e reaparelhamento das FFAA do país. Isto é uma provisão de gastos futuros pra compra de armamento. Isto tem permitido às FFAA chilenas ter sempre condições de cobrir gastos pra compras de oportunidade sem depender do estado pra liberar verbas.

  20. País com a melhor/maior consciência marítima da Amérdica Latrina.

    Há uns 3 ou 4 anos, a esquerda de lá também começou a incomodar, querendo fazer a sua “primavera”.

    Bom exemplo de que se pode fazer o serviço de guarda costeira sem que se tenha que criar uma, para “gerar empregos”, como disse um político há um tempo atrás (leia-se, portanto, cabide de empregos), que também foi matéria de um post aqui.

    Lá, também quiseram derrubar essa vinculação de recursos da venda do cobre como fonte financiadora para a defesa. Porém lá o povo é mais inteligente, ao contrário daqui, como foi o caso dos royalties do petróleo.

    Historicamente, as forças armadas chilenas eram bem vistas e tratadas institucionalmente mas em termos de equipamentos, seu destaque começou a dar-se somente de meados dos 90 pra cá.

    Em tudo parece que avançam a passos lentos, mas bem consistentes e com nenhum atrás.

  21. A pergunta não é “o que o Chile tem”, mas “o que o Chile não tem” e a resposta é: brasileiros. O problema do Brasil somos nós com nossa ética e nossa moral.

  22. Rafael Oliveira,

    Além do mais, o problema com as FFAA do Brasil não está no orçamento que é 6 vezes superior ao do Chile, o problema aqui é gerencia e distribuição. As FFAA do Brasil tem tido, por muitas oportunidades, condições de estruturar as melhores e mais equipadas FFAA do Continente mas, está sempre caído na mesma, compras com TO, “Brasil Putenphia”, construir localmente, beneficiar mercado interno etc. Sempre desviando-se do seu objetivo, beneficiando terceiros em detrimento da sua função como FFAA. Tá ai a ODEBRECH que não nos deixa mentir.

  23. João Paulo…

    não é que a “Inglaterra” nem chegou a oferecer as fragatas T-23s…antes delas serem disponibilizadas iniciou-se a modernização das fragatas “Niterói” a última das quais teve os trabalhos concluídos em 2006 e pouco antes desse processo ter iniciado, 1998, a marinha recebeu as fragatas T-22 batch I, entre 1995 e 1997 e a corveta Barroso encontrava-se então em construção com possibilidades de outras serem construídas.
    .
    Portanto, por volta de 2005, a marinha chilena precisava com muito mais urgência de navios do que a marinha brasileira e aproveitou uma grande e rara oportunidade de poder adquirir navios ainda novos e avançados o que dificilmente veremos ocorrer novamente já que a tendência é
    que as marinhas utilizem seus navios até além do previsto, como deverá ocorrer com os
    “Arleigh Burkes IIA” da US Navy que deverão dar baixa com cerca de 40 anos !

  24. Glasquis7,
    .
    Sim, conheço a lei do cobre. Mas os recursos advindos dessa lei também flutuam, acompanhando a cotação do minério. Então é meio relativo dizer que as FAs chilenas tem um fluxo constante de dinheiro.
    .
    No mais, seu comentário corrobora o meu: “compras com TO, “Brasil Putenphia”, construir localmente, beneficiar mercado interno” (sic, TOT) são parte da ideologia dos desenvolvimentistas brasileiros e também dos militares.
    .
    Mas, também concordo que o orçamento aqui não é pequeno e que é mal empregado. Mesmo com cortes, contingenciamento e sem lei de royalties o orçamento das FAs brasileiras é bem maior que do Chile e nossos militares acabam consumindo quase tudo com folha de pagamento e, quando sobra para investir, querem fazer tanta coisa ao mesmo tempo que o resultado é pífio.

  25. Rafael Oliveira,

    Tal vez eu tenha me expressado mal.

    Todo ano, um percentual dos lucros de CODEL é retirado e colocado num fundo de reserva destinado única e exclusivamente ao reaparelhamento das FFAA. Usando ou não, estes valores ficam retidos e a disposição pra compras. Por ordem constitucional, não pode ser redirecionado nem usado pra outros fins com exceção do acontecido em 2010 que por prerrogativa de emenda presidencial, foi retirado um monto da reserva pra reconstrução de ASMAR Talcahuano. Do restante, sempre existe esta reserva que fica a disposição das FFAA. Constante é a retirada deste percentual e o acumulo destes valores que, não sendo usados, ficam retidos pela Contraloria General de la Republica, esperando requisição. Lembrando que só pode ser usado pra compra das FFAA. Isto garante uma reserva disponível constante.

  26. Mahan,

    Chamar de estadista a um militar que tomou de assalto o poder rompendo assim a mais antiga tradição democrática da região, instaurando uma das mais rígidas ditaduras da América, só pode ser considerado, no mínimo, uma desinformação ou desconhecimento sobre tema.

  27. Não me lembro.. bem…. quem disse… SE QUERES A PAZ….PREPARA´TE…PARA GUERRA,,!!,,
    mas deve sempre ser lembra-da… penso…..aproposito.. Dalton..se tivessemos…os..R$..para aproveitar.. o negocio de ocasião…eles..os chilenos… não nos teriam.. passado a frente..
    já tinhamos as bach 1… F 45.46.47..48.. foi uma chance..perdida… por falta de ..lastro… visão de futuro… e como bem diz vc.. que difícilmente ira acontecer novamente….a classe..greenhald..se nao errei no nome… esta fadada… a virar…. sucata… já se foram.. a 47 e 48……e agora.. estamos..mesmo.. lentamente… transformando.. nossa marinha numa… graciosa… guarda costeira…..

  28. joao Paulo,

    Oportunidades sempre existem. É claro que o bom relacionamento entre Chile e Inglaterra ajudou muito nessa compra mas não será a única vez que apareça algum navio dando sopa. Por exemplo, ASMAR fez a cotação de um Rebocador de Frota pra Alto Mar e assim dar Baixa ao Galvarino. Dava mais ou menos U$ 45 Milhas. Foram pros EEUU e compraram por U$ 3 Milhas o ATF-170 USNS Mohawk que com a modernização sairá uns U$ 8 ou 10 Milhas no total (isso exagerando e muito) e pronto. Já foi oferecido e está em estudo comprar o gêmeo pelo mesmo valor deixando a ARCh. com 3 Rebocadores pros próximos 20 anos e gastando menos da metade do que custaria construir um. Sem TOT, Sem ODEBRECHT, sem demoras, sem querer ser “putenphia” em fim, se reequipam e conseguem cobrir as suas necessidades com poucos devaneios e muito planejamento. E os EEUU não criam empecilhos pois o Chile é considerado como Nação séria e de ótimas relações com “uzamericanu”.

  29. Caro Aéreo, a utilização de motores a pistão modernos com rotação mais baixa e sistemas de lubrificação pressurizados mudou bastante o conceito deste tipo power train, e lembrando que TBO de um motor a pistão deste porte chega a ser 10 vezes mais barato que o de um PT 6.

    G abraço

  30. Olá Juarez, talvez eu me apegue demais ao clássico. Se eu tivesse que arriscar a minha vida sobre o mar, gostaria de estar nas mãos de uma PT6 do que de um Lycoming 🙂

  31. O povo ta realmente batendo palmas pro Pinochet??? Ninguém é perfeito e ninguém é todo podre, mas bater palmas pra esse cara…

  32. Delmo, no meu caso, eu só aplaudo as medidas econômicas adotadas por ele. O fato dele ter sido ditador é deplorável.
    .
    Obrigado, Glasquis7 pelos esclarecimentos.

  33. Mestre Aereo, estes avioes ai na mesma categoria Vulcanair, Tecnam, Diamond, são quase ultraleves bimotores… com um STOL baixissimo, são muito seguros e 1 unico motor da e sobra…

  34. João Paulo…

    o Brasil simplesmente não poderia interromper a modernização das “Niteróis” , dar baixa nas
    T-22s recém adquiridas, a última incorporada em 1997, ou suspender a construção da “Barroso” entre outras coisas para concorrer com o Chile na aquisição das T-23s…não é assim que as
    coisas funcionam, há limites e ninguém poderia prever, nem mesmo a própria Royal Navy, que não haveriam recursos materiais e humanos, sim, falta de tripulantes inclusive, para 3 das 16 T-23s, então não se poderia ficar de braços cruzados esperando por tal oportunidade…o
    Chile precisava com mais urgência de navios em 2005 que o Brasil e assim agarrou a oportunidade.

    As T-23s são bons navios e eram ainda mais 10 aos atrás quando foram negociadas pelo Chile,
    mas, não são a “última bolacha do pacote” e a não aquisição delas pelo Brasil já que não havia tanta necessidade na época, não deve ser vista como a grande responsável pela situação atual, pois os planos previam à aquisição de navios novos seja do exterior ou construídos aqui já na
    década seguinte, ou seja à atual década.
    .
    Mais uma vez os planos da marinha foram colocados em hibernação até porque o país tem
    muitas outras prioridades…sim…conheço o lema que você citou, mas, seriamente falando, o
    Chile tem mais probabilidade, embora pequena, de ir à guerra do que o Brasil e não se pode ou se deve julgar atos passados conhecedores agora de tudo o que se passou.
    .
    Eventualmente a marinha brasileira irá se reerguer como tantas outras vezes o fez, pois, o país
    tem um grande potencial, não necessariamente a ponto de ter uma segunda esquadra, etc, pois
    foram apenas planos e planos fantasiosos ou não todas as marinhas os tem…vide os planos da
    marinha polonesa nos anos 30…e nós sabemos o que aconteceu no dia primeiro de setembro de 1939.

  35. Grande parte do Chile é composto por montanhas, geleiras e deserto. Santiago é uma cidade seca, onde se pode passar dias sem sequer uma nuvem, muito menos chuva. Contudo, possui as praças mais floridas e bem cuidadas que já vi. É raro ver uma pichação. Os chilenos preferem trabalhar a se vitimizar, aí fica fácil.

  36. A verdade é que o Dalton tem razão.
    Na década passada o Chile realizava estudos pra construção de 8 fragatas nos estaleiros de ASMAR Talcahuano com a intenção de incorporar (se iniciasse a construção em 2001) a partir de 2005, um navio por ano até 2009 e assim teria uma cadencia de outros 4 navios a cada 2 anos e meio renovando toda a sua frota até 2020. Justo naquele período, a Inglaterra ofereceu as suas T 23 pro Chile, que sem pensar 2 vezes, abandonou o plano de construção (por uma questão de disponibilidade de meios e custos) e correu pra garfar as fragatas inglesas.
    Atualmente ocorre algo similar com os rebocadores. Foi encomendado a ASMAR um estudo de projeto pra substituição de um dos remoçadores de frota (o Galvarino) e o custo de construção girava em torno dos U$ 45 milhões. Uzamericanu ofereceu o ATF-170 USNS Mohawk por U$ 3 milhões e considerando a modernização do mesmo (mais uns U$ 5 Milhões) e o tempo de incorporação à ARCh, se considerou que seria uma enorme “pechicha” e correram a compra-lo via EDA (Excess Defense Articles), abandonando assim os planos de construção do mesmo. Como no caso do Chile, não vale aquela premissa “Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar”, uzamericanu ofereceram também o gêmeo e ao que parece, o Chile vai garfar também, aumentando a capacidade da sua frota de rebocadores em 50% com um custo muito abaixo dos U$ 45 milhões que custa construir localmente um novo e num prazo mito menor.
    É a oportunidade aliada à necessidade no momento certo.
    Mas concordo com sua opinião também “Os chilenos preferem trabalhar a se vitimizar”

  37. “Vulcanair, Tecnam, Diamond,…”

    Temos empresas equivalentes a essas no Brasil???? Talvez, mas o que temos mesmo é um mercado de aeronaves de turismo totalmente importado, aonde empresas nacionais pouco ou nada aparecem.
    Um ambiente de negócios amigável e programas de incentivo que não descambem para a reserva de mercado, poderiam alterar essa situação e permitir a expansão da industria aeronáutica.

  38. Bom…segundo a US Navy o USNS Mohawk encontra-se agora na categoria “X” de manutenção o
    que significa que ele tem recebido apenas o mínimo necessário para evitar inundação ou
    incêndio acidental depois de vários anos na reserva sendo mantido para um eventual reativamento…normalmente navios assim não encontram-se em boas condições para serem vendidos.
    .
    A partir do ano que vem os 4 irmãos que ainda estão em serviço começarão a ser retirados de
    serviço, mas o que foi informado é que o primeiro a ser retirado o USNS Navajo será utilizado como fonte de peças para os demais enquanto os mesmos continuarem em serviço até 2021.
    .
    Talvez algo tenha mudado, mas, por enquanto o que eu li é isso.

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