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Caças Su-33 do Kuznetsov decolam para operações sobre a Síria

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O Ministério da Defesa russo divulgou imagens dos caças Sukhoi Su-33 decolando do porta-aviões Almirante Kuznetsov para realizarem operações sobre a Síria.

Aparentemente os Su-33 estão realizando CAPs (Combat Air Patrol) e os MiG-29 estão sendo usados para missões de ataque e reconhecimento.

44 COMMENTS

  1. Se este for o caso a Missão de ataque ficou completamente comprometida com os problemas dos Mig-29… Ao menos agora eles sabem onde melhorar…

  2. Nonato, compartilho da mesma dúvida.
    Aliás, creio que é um desperdício russo desenvolver duas variantes de aeronaves (Fulcrum e Flanker) para uso naval em tão baixa quantidade.
    Isso só se explica para manter as fábricas com encomendas. Capitalismo de Estado tem esses problemas.

  3. o SU-33 é o equivalente do F-14, um caça de superioridade aérea, igualmente imenso, mas
    não muito eficaz no bombardeio. O F-14 acabou recebendo melhorias que o permitiriam executar
    missões de bombardeio com grande precisão, mas foi considerado caro demais e perdeu a vez para o mais barato Super Hornet.
    .
    O SU-33 está recebendo tais melhorias para transforma-lo em uma aeronave mais flexível, mas, aparentemente os que estão a bordo do NAe russo ainda não as receberam.

  4. Pangloss…
    .
    O SU-33 é uma aeronave antiga e existe em pequena quantidade, mas, nenhuma nação pode
    se dar ao luxo de dispensar aeronaves que podem ainda ser úteis.
    abs

  5. eu pensei que o porta aviões russo, os caças eram catapultados que nem os americano, ele decolam só com a força do motor !?

  6. E essa?
    https://www.youtube.com/watch?v=ZZVHabDyjUc
    Musicalisada 🙂
    Percebem que no 0:52 praticamente na tem fumaça? Edição de imagem ou simplesmente “fator russo”?
    Outra coisa (nao vi ainda nas reportagens da trilogia) : a operação russa começou com mísseis “Kalibr” e disparos dos “Bastion”(?) contra alvos terrestres.E dizem que podem vir “Granit” P-70 também. WTF??
    Se for a verdade o balanço militar fica bem estranho ate agora: Bastion = Iskander ???
    Então como fica o tratado?Como fica um monte de coisas a partir de agora?
    Um abraço!

  7. E essa?
    https://www.youtube.com/watch?v=ZZVHabDyjUc
    Musicalisada 🙂
    Percebem que no 0:52 praticamente na tem fumaça? Edição de imagem ou simplesmente “fator russo”?
    Outra coisa (nao vi ainda nas reportagens da trilogia) : a operação russa começou com mísseis “Kalibr” e disparos dos “Bastion”(?) contra alvos terrestres.E dizem que podem vir “Granit” P-700 também. WTF??
    Se for a verdade o balanço militar fica bem estranho ate agora: Bastion = Iskander ???
    Então como fica o tratado?Como fica um monte de coisas a partir de agora?
    Um abraço!

  8. Internet ta ruim mesmo aqui no AM…Esta com Bad Gateway tempo todo..
    OBS :Peço srs moderadores excluir a duplicidade.
    Um abraço!

  9. Há a necessidade de Patrulha Aérea de Combate neste conflito???
    Quais seriam as ameaças?? A ameaça não seria só misseis anti navio??

    Abraços.

  10. Para mim a limitação de operação dos SU 33 no PA Russo fica clara, pois limitam a operação dele ao TO ar ar, pois provavelmente a anv, bem como o navio não consigam velocidade relativa para garantir uma operação full at solo, com a anv mais pesada.

    G abraco

  11. “Valim 15 de novembro de 2016 at 20:57
    Há a necessidade de Patrulha Aérea de Combate neste conflito???
    Quais seriam as ameaças?? A ameaça não seria só misseis anti navio??
    Abraços.”
    .
    Desde o abate do Su-24 russo pela Turquia, a Russia tem feito CAP sobre a Síria

  12. Oganza, vai depender do payload do caça, penso q seja está na o motivo da adoção do Mig 39 pela avn Russa, afim de ter um cacaxmulti role a bordo sem limitações operacionais quanto o SU 33.

    G abraco

  13. quem pode pode, quem não pode fica com peça de museu sendo vencido pela ferrugem e pela vaidade de quem tem muitos planos; mas só planos mesmo
    hahahahaha!

  14. Dalton 15 de novembro de 2016 at 18:56
    Pangloss…
    .
    O SU-33 é uma aeronave antiga e existe em pequena quantidade, mas, nenhuma nação pode
    se dar ao luxo de dispensar aeronaves que podem ainda ser úteis.
    abs
    ————————————————
    Dalton,
    muito obrigado pela gentileza de sua resposta.
    Eu concordo com o que você escreveu: uma vez desenvolvida e produzida a versão naval, ela deve ser empregada, em todas as suas possibilidades.
    Mas a minha dúvida concerne às etapas anteriores: seria realmente necessário desenvolver e produzir o Su-33, cujo tamanho e peso limitam sobremaneira sua operação embarcado? A versão naval do MiG-29 não seria suficiente para a pequena ala aérea da Marinha russa?

  15. O mig29 tem melhor capacidade de ataque a alvos terrestres, por isso serão utilizados. Os su33 ainda não estão preparados para ataque, foram pensados para agir de forma defensiva na doutrina russa para enfrentar os PA americanos, onde o ataque seria realizado por mísseis.

  16. Inicialmente o Nae Russo estava dimensionado para atuar como defesa de frota com sua ala aérea. A projecao e ataque sao características secundárias deste conjunto
    O que já li eh que o MIG29k por sua vez possui um range mais completo e multimossao do que os SU33
    Existe uma matéria antiga aqui no próprio site em que anuncia que o MIG29k consegue realizar 90% das missões com um vento relativo de apenas 10knots na decolagem

  17. Pelo que se vê aos 1:37 do vídeo acima, da TV russa mostrando o porta-aviões Kuznetsov e demais operações na Síria, os Su-33 estão carregando 2 bombas FAB-500M-54 nos suportes centrais para atacar seus alvos.

    E aparentemente o Bastion-P e Iskander usam a mesma plataforma de lançamento. Sendo interessante ver o Onyx adaptado para atacar alvos terrestres.

    Meses atrás quando vi foto do MZKT-7930 na Sìria, pensei que fosse o iskander, pois não fazia muito sentido usar o Bastion-P em sua função original naquele teatro de operações.

  18. Uma coisa que eu nunca entendi foi porque os russos nunca fizeram uma variante de ataque terrestre do Su-25UTG de treinamento embarcado.

  19. @Oganza, Juarez,

    No blog do Solomon (snafu-solomon.blogspot.pt) alguns dos comentadores russos lembraram que existem 3 posições de descolagem no Kuznetsov – duas curtas, na sky-jump, e uma longa.
    Na posição longa (a que faz um ângulo) o SU-33 pode sim ser lançado com payload completo (inclusive mostraram um vídeo do mesmo), apenas o SU-33UB não (penso que o MTOW do mesmo passava 1TON o limite).

    Claro que não é a solução ideal, daí o Mig-29K, mas serve para desmistificar a ideia que o SU-33 apenas pode levar carga AA e meio tanque…

    @Cristiano Amante

    Mudança de doutrina: o conceito de Cruzador de mísseis pesado que transporta aeronaves 🙂 reservava às aeronaves o papel de ajudarem na defesa de frota (conceito puramente defensivo AA) enquanto os mísseis destruiam os CSG da Nato. Os Russos esão a evoluir para conceitos “tradicionais” de porta-aviões com papel expedicionário. Além disso, penso que o SU-25 tem “pernas curtas” para funcionar a partir de um porta-aviões.

  20. Pangloss…
    .
    só agora li seu comentário, então no caso de você retornar o que penso é o seguinte:
    .
    Apenas 4 Mig 29s puderam ser embarcados no NAe …os russos até possuem mais deles,mas, há necessidade de treinar mais pilotos, algumas aeronaves precisam ser reservadas para treinamento, outras poderão estar em manutenção, então, até que mais aeronaves e pilotos
    de MIG 29s estejam disponíveis o SU-33 é essencial para compor a ala aérea.
    .
    O SU 33 foi desenvolvido para a função de interceptação e superioridade aérea em outra época, mas, aeronaves embarcadas sempre serão um bem escasso então nada mais natural
    que converter os SU-33s para ataque terrestre também e eles deverão operar até o fim de
    suas vidas úteis mesmo de bases terrestres enquanto o “Kuznetov” passa por um longo e
    necessário período de modernização de meia vida a ser inciado ano que vem.
    .
    É possível que durante um tempo, quando o NAe retornar ao serviço os MIg 29s e SU 33s
    um esquadrão de cada tipo, irão operar conjuntamente, da mesma forma como os Rafales M e SEM operaram a bordo do “Charles De Gaulle” que tem uma capacidade de embarcar
    aeronaves similar ao NAe russo até que finalmente o SU-33 seja aposentado e um segundo esquadrão de MIg 29s seja embarcado, como agora, existem 2 esquadrões de Rafale M a
    bordo do “Charles De Gaulle “.
    .
    abraços

  21. Duncan,
    mas a pergunta não é essa. Minha questão é o quanto de vento o Na tem que gerar considerando a carga independente das posições de decolagem.

  22. Dalton, eu tenho sérias dúvidas se Mig 29 e SU 33 vão operar concomitantemente no Kuznetsov em função do espaço interno para acomodar as aeronaves e suas respectivas ferramentas e bancadas de apoio para manutenção.

    G abraço

  23. Caros
    .
    Questão interessante esta do vento para a decolagem. Em matéria sobre o Kiev indiano, vi que ele necessita desenvolver 22 nós para a decolagem multimissão swing-role (o que deve gerar o mesmo vento relativo, ou, se estiver de popa em relação ao vento, aumentá-lo). Saudações.

  24. Juarez…
    .
    O “Kuz” é um navio enorme…o único motivo dele ter embarcado apenas 4 Mig 29s foi que não
    houve tempo para treinar um número suficiente de pilotos e ainda não há um número suficiente de aeronaves.
    .
    Embarcar 24 aeronaves de asa fixa e pelo menos 12 helicópteros não seria nada problemático até o Nae indiano de origem soviética reconstruído pelos russos que é menor tem essa capacidade.
    .
    abraços

  25. Boa tarde, inicialmente não sei quanto de vento relativo é necessário para o lançamento de um Mig-29K e o SU-33 em situação de MTOW e muito menos leve, mas geralmente de 25 a 30 nós de vento relativo no convôo lança tranquilo um avião de um NAe (no caso CTOL), o vento relativo no caso é a soma do vento real com a velocidade desenvolvida pelo navio, sendo praticamente mandatório o navio aproar ao vento para gerar mais vento relativo, somente em caso de 0 de vento real o NAe pode lançar em qualquer direção, mas terá que navegar no maximo de sua veloc e dependendo do caso não poderá lançar o avião com peso maximo, geralmente quando se tem um bom vento real nem se precisa imprimir tanta velocidade no navio, mas geralmente se mantem acima de 20 nós por segurança. Uma oportunidade em meados de 2001 ou 2002 o São Paulo estava com 2 AF-1 a bordo e deu problema na propulsão, o navio ficou somente com 1 um eixo, mas mesmo assim deu 17 nós, o que somado ao vento real foi suficiente para gerar vendo no convôo e assim lançou os aviões com segurança de volta a SPA

  26. Aircobra, no caso por ti colocado, tem duas variáveis importantes:

    Payload do A 4 e limpo de configuração e o principal, a catapulta .

    G abraci

  27. Isso mesmo Juarez, agora quanto ao SU-33 e Mig-29k e um NAe STOBAR como o Kusnetzov são uma zona desconhecida para mim, tenho a mesmo duvida e curiosidade que vocês
    Abraço Juarez e Oganza

  28. “A Rússia é uma superpotência”

    Barack Hussein Obama, em discurso durante sua última viagem como presidente dos Estados Unidos à Europa.
    .
    E tem postagens antigas, aqui na Trilogia, de “ispessialistas” dizendo que o poder militar da Rússia era inferior ao da França!!!!!!!!!!!!!!!!
    .
    Estou agora rolando de rir.

  29. Elaine 20 de novembro de 2016 at 15:24
    “A Rússia é uma superpotência”
    Barack Hussein Obama, em discurso durante sua última viagem como presidente dos Estados Unidos à Europa.
    E tem postagens antigas, aqui na Trilogia, de “ispessialistas” dizendo que o poder militar da Rússia era inferior ao da França!!!!!!!!!!!!!!!!
    Estou agora rolando de rir.
    ———————————————————————–
    Elaine, qualquer país que possua um arsenal nuclear (e, sobretudo, vetores capazes de lançá-las) deve ser respeitado por suas capacidades militares.
    A Rússia é, sim, uma superpotência militar.
    A questão é saber se ela consegue manter seu poderio, ou se está em decadência.
    No mais, eu ficaria muito surpreso se um presidente americano dissesse o contrário sobre o poder russo. Isso desautorizaria gastos enormes com a defesa dos EUA.

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