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Torpedo F21 da DCNS entrou em fase final de desenvolvimento

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A DCNS acaba de realizar um disparo de qualificação do torpedo F21 como parte do programa Artémis liderado pela DGA (Direction Générale de l’Armement). O Artémis pretende equipar todos os submarinos nucleares da Marinha Francesa com este torpedo pesado, considerado o de mais alto desempenho de sua geração.

Este disparo de qualificação foi realizado sob a autoridade da DGA em área marítima segura. Foi precedido por cerca de vinte testes em protótipos na embarcação de teste Pégase da DCNS e do navio JANUS da COMEX, bem como nos submarinos.

Este disparo de qualificação, que foi conduzido na costa do Mediterrâneo, conclui os testes que começaram no final de 2016. A partir de agora, o programa Artémis já entrou em sua fase final de desenvolvimento.

O diretor do programa Artémis para a DCNS Franck Dostal explica: “O disparo foi realizado de acordo com o procedimento de teste e as comunicações com o torpedo foram realizadas ao longo do exercício. Os dados registrados em tempo real podem retraçar toda a missão, validando a conquista de todos os objetivos”.

Artémis, um programa inovador no domínio dos torpedos pesados

O torpedo pesado F21 foi projetado para neutralizar os navios e submarinos inimigos.

Com um alcance de mais de 50 km e uma velocidade superior a 50 nós, o F21 está previsto para operação não só em águas profundas, mas sobretudo em áreas costeiras com altos níveis de ruído e tráfego denso. Graças ao seu poder de computação significativo que permite capacidades de processamento excepcionais em tempo real, o torpedo F21 se beneficia de um sistema avançado de missão e autonomia estendida.

Essas características técnicas ampliam consideravelmente suas possibilidades de uso tático com uma capacidade de discriminação de alvos inigualável, inclusive em ambientes muito desafiadores.

Ele irá gradualmente equipar todos os submarinos franceses, começando em 2018. O contrato inclui o desenvolvimento e entrega de cerca de cem torpedos F21 e sua integração em submarinos franceses.

A Marinha do Brasil também selecionou o F21 para equipar seus submarinos.

Torpedo F21 sendo embarcado em um submarino Scorpene

 

Sobre o torpedo F21
O torpedo F21 é o único novo desenvolvimento de torpedos de peso pesado no mundo. As características são significativamente superiores a todos os outros torpedos pesados ​​atualmente em serviço. Além de seus níveis de desempenho excepcionais, sua inteligência tática a bordo torna este torpedo um precursor para os drones subaquáticos do futuro.

• Diâmetro / comprimento / peso: 533mm / 6.000mm / 1,3 toneladas
• Velocidade variável contínua até > 50 nós
• Autonomia de cerca de 1 hora
• Distância > 50 km
• Profundidade operacional de < 10m a > 500m

DIVULGAÇÃO: DCNS

35 COMMENTS

  1. Acho impressionante como é complexa a faina de abastecimento de torpedos nos submarinos. O trabalho é pesado e cuidadoso ao mesmo tempo.

  2. Aos mais entendidos, vamos receber o mesmo modelo, nas mesmíssimas especificações? E em qual quantidade?
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    Existirá alguma ToT, alguma possibilidade de fazermos algo parecido por essas bandas? Ou, em caso de conflito com algum membro da OTAN vamos ter um ultra mega caro submarino nuclear sem… torpedos?

  3. Acredito ter lido que o sistema de combate vai permitir operar não apenas esse mas também o Mk-48 americano, que é utilizado pelos Tupis modernizados. Por via das dúvidas melhor ter um estoque de ambos.

  4. Alguem saberia me dizer qual a vida util de um torpedo embarcado? Quando um submarino sai em patrulha, ele sai com a quantidade máxima de torpedos?
    SRN

  5. Poderiam me dar a opinião sobre produção de torpedos leves aqui no Brasil? podem ser usados em alguns submarinos? O que vocês acham da construção de lanchas torpedeiras modernas? (esqueçam as da 2ª guerra). São válidas para nossa s defesas navais?

  6. Rapaz, mas essa galera gosta de AIP hein…
    .
    Não temos linha de produção de submarinos e suas peças, não desenvolvemos os principais sistemas, não produzimos os torpedos…
    .
    Pelo menos do meu ponto de vista, AIP é o menor dos problemas, até porque já foi decidido.

  7. Os maiores problemas são: não ter o básico (AIP) e gastar bilhões com submarino nuclear, e não ter escoltas suficientes e insistir em porta-aviões. É a mesma coisa que morar em um barraco e comprar um carro zero

  8. Retornando ao tema da matéria, gostaria de ver uma comparação entre o F21 e o MK48 ADCAP utilizado nos nossos atuais submarinos.

  9. Enfim teremos armamentos no estado da arte. Não que o MK-48 não o seja, mais se compararmos com sistemas ar-ar, ar-solo e solo-ar, seria o mesmo se já tivéssemos encomendados o METEOR, TOMAHAWK e S-500, antes mesmo de estarem operacionais nas suas forças de origem.

  10. GeneralSofa
    Na minha humilde opniao, AIP realmente nao é necessario para nós…. Como foi dito, custa caro, tem que ter infraestrutura dedicada ao abastecimento e, nao faz milagres! Se temos condiçoes financeiras e, principalmente tecnicas de termos submarinos nucleares, acho eu que, devemos concentrar nossos recursos neles!Moramos num barraco, compramos carro zero, mas ele nao precisa ser cambio automatico.
    SRN

  11. Quanto ao AIP, meus amigos, já está na hora de virar a página, não faz sentido a MB querer investir em algo caro e dispendioso, que não trará nada tão significante assim na operação de submarinos diesel-elétrico. A MB operar num grande e vasto Oceano Atlântico e não num Mar Báltico ou Mediterrâneo. O caminho é este mesmo, SubNuc.

  12. Acho que o maior problema do AIP talvez nem seja só o custo, mas também o tempo que deve demandar para dar manutenção.

  13. Tem gente reclamando de que o AIP é caro, necessita de estrutura dedicada e ficam dizendo que o tal submarino nuclear sera a solução mais indicada para nossa guarda costeira. Vocês tem ao menos idéia do custo para operar um submarino nuclear? Além de toda a infraestrutura para mante-lo e operar (muitíssimo mais cara do que o convencional), ainda há (ou pelo menos deveria ter) toda uma infraestrutura para o descarte seguro do combustível nuclear usado, que diga-se de passagem, é caríssima e deve ser mantida por algumas centenas de anos. Ainda há que se considerar o que fazer com o dito submarino após sua aposentadoria. Países como a Inglaterra que operam submarinos nucleares a décadas, ainda hoje não tem uma solução definitiva para o problema. Uma marinha que não consegue sequer operar fragatas, e fica mendigando algumas corvetas, deveria repensar suas prioridades. Sinceramente? Pés no chão e bom senso nunca fizeram mal. Seis submarinos nucleares? Só nos sonhos.

  14. Será provável que os super torpedos de 610mm japoneses possam voltar a serem fabricados hoje em dia? Ou os modernos de 533mm levam uma carga explosiva equivalente?

  15. Lemes, existe hoje no Brasil muito mais estrutura para se trabalhar com equipagens nucleares, aliás muito mais conhecimento adquirido do que operar um sistema AIP. O descarte de urânio empobrecido é o de menos, pois pode ser usado os depósitos do urânio descartado da usinas nucleares. Montar toda um infraestrutura, treinamento de pessoal, etc, etc, etc, para usar um sistema AIP que pouca utilidade teria para patrulhar um oceano Atlântico, seria jogar mais dinheiro fora do que já se joga com tanta ineficiência dos gastos com nossas forças armadas.
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    O que se aprende com o uso de tecnologia nuclear submarina, pode ser usado em muitos outros seguimentos na vida civil, daí eu te pergunto, onde a aprendizagem do uso de sistemas AIP pode ser aplicado quem não no uso de submarinos?! É interessante saber, pois eu não conheço nenhum, tu podes nos citar algum?! Desde já te agradeço!
    .
    Até mais!!! 😉

  16. Engraçado vocês falarem que o descarte do combustível nuclear usado não será problema, que podemos utilizar os mesmos depósitos utilizados pelas usinas nucleares e bla-bla-bla. Só que não! Não existe no Brasil um local para descarte e depósito para dejetos nucleares. O combustível usado das nossas usinas são armazenados “provisoriamente” nas mesmas, o mesmo “provisório” que pretendem fazer com o combustível usado dos tais submarinos nucleares. O problema é que o tal provisório das usinas nucleares brasileiras já vão pra mais de trinta anos de “provisório” e até hoje nada de se aventar uma solução definitiva. Os dejetos do acidente do césio 137 estão até hoje num local que deveria ser provisório e que virou permanente. Por falar em Césio 137, este é um bom exemplo de que não há nada de “simples” quando se fala em radiação nuclear. Qualquer deslise e a merda é enorme. A quantidade de material deste acidente foram de poucas gramas, e até hoje, trinta anos depois, ainda temos consequências e gastos. E mais, quem disse que precisa ter um submarino nuclear para ter pesquisa e desenvolvimento de tecnologias nucleares para uso civil? Basta o governo ter interesse, fazer planos de longo prazo e disponibilizar a verba. As universidades e centros de pesquisa podem fazer este papel até melhor, pois não teriam tanta dificuldade para ter acesso a pesquisa e tecnologias quanto os institutos de pesquisa militares.

  17. Bom…se serve de consolo, os britânicos possuem 19 submarinos de propulsão nuclear, aguardando o desmantelamento desde que o pioneiro HMS Dreadnought foi descomissionado em 1980 e levará décadas ainda para que todos sejam desmantelados.
    .
    Evidentemente que não é o ideal, mas, uma falta de dinheiro e locais apropriados para
    descarte do material nuclear causou isso e os russos também tiveram problemas semelhantes
    o que levou à uma ajuda internacional e agora o descarte está sendo feito de forma profissional por eles.
    .
    Portanto é perfeitamente possível se manter submarinos de propulsão nuclear desativados
    por um longo período após seus descomissionamentos , mesmo não sendo o ideal e no caso
    do futuro submarino de propulsão nuclear brasileiro décadas se passarão até que o mesmo
    seja descomissionado, portanto há muito tempo para se preocupar com o descarte.

  18. Bom, quantos submarinos ingleses atracados no porto já assinaram? O afundamento do Tonelero atracado na ilha das cobras da bem conta de como as coisas podem ser complicadas. Já imaginaram se fosse a baleia branca nuclear? Não dá pra comparar as Inglaterra com Brasil. Continuo no na mesma tecla: para se pensar em ter e operar submarinos nucleares temos que, antes de qualquer coisa possuir um orçamento Garantido para operar a contento durante toda sua vida operacional e muito depois do seu descomissiomento. Isso num país que leva mais de trinta anos para construir uma usina nuclear mesmo já tendo todos os seus equipamentos pagos e estocados. Uma marinha que leva quatorze anos para construir uma corveta, consegue fazer um pmg em um navio e em sua primeira viagem quase afunda. Sinto muito, me sinto mais seguro com meu dinheiro investido em outros meios mais necessários para a MB. Acho que a força deveria ficar seus esforços e orçamentos em voltar a ser uma marinha do verdade, coisa que hoje infelizmente não é mais.

  19. Dalton, em minha opinião, a preocupação do Lemes procede.

    Peguemos como exemplo o Yucca Mountain Nuclear Waste Repository, que seria a resposta definitiva dos EUA para essa questão. Virou um escândalo praticamente, extremamente dispendioso, vários atrasos na obra e uma oposição ferrenha do Estado de Nevada que levou a sua suspensão. Atualmente, segue o calvário de Hanford…

    Ou seja, se o Brasil mantiver sua tradição com obras públicas complexas, teremos um problema sério no futuro!

  20. Lemes…
    .
    o que aconteceu com o “Tonelero” foi uma exceção, ele nem mesmo era considerado mais
    como “top de linha”…mas, vamos supor que o mesmo venha à acontecer com o futuro
    submarino nuclear da marinha…o que você acha que poderá ocorrer…contaminação da
    água ?
    .
    Não é tão simples assim…o reator localiza-se em um compartimento resistente, além do mais
    a US Navy tem um histórico de acidentes envolvendo seus submarinos nucleares, como colisões, incêndios, inundações, mesmo vazamento de água utilizada no reator e nem por isso tudo ocorreram grandes problemas.
    .
    A US Navy teve casos semelhantes ao do “Tonelero” também, um que lembro foi com o
    então USS Sand Lance da classe “Sturgeon” que teve sua sala de máquinas inundada enquanto atracado e quase foi ao fundo…se tivesse ido, simplesmente seria reflutuado, assim como foi o “Tonelero”, nada demais, com exceção dos tripulantes envolvidos nessa “barbeiragem”.
    .
    Primeiro o submarino precisará ser lançado ainda…2027 ou 2029, para só depois depelo menos um ano ser comissionado, então passar por uma série de testes que levará outros
    2 anos e então estar apto à cumprir missões e com uma vida útil de 30 anos só lá pela
    década de 2060 se precisará se preocupar com a inativação.

  21. Vamos por partes:
    Primeiro, a maioria das marinhas que operam submarinos nucleares não recicla nada. Ao fim da vida útil do vaso, a seção do casco que contém o reator é removida e lacrada com chapas de aço (soldada). É então destinada a um local seguro, e lá ficará por séculos, até o fim da meia-vida do combustível. Apenas os USA manipula o combustível nuclear usado. Para os demais é mais econômico deixá-lo como está. Não há nada errado nisso, desde que projetado para isso :
    http://atomicpowerreview.blogspot.com.br/2013/08/russian-nuclear-sub-decommissioning.html
    Vala de descanso das seções dos reatores:
    https://na.unep.net/geas/newsletter/images/Aug_11/83074066_422978c492_o_small.jpg

    Segundo: AIP ou não. Não sou especialista, mas quando li sobre o ataque e afundamento da fragata indiana INS Kukri pelo submarino paquistanês PNS Hagor em 1971, a questão ficou muito clara. Após o ataque, o submarino foi obrigado a navegar a grandes profundidades a apenas 1,5 nós para não exaurir suas baterias, pois a Índia lançou tudo o que tinha numa missão Hunt and kill. O fluxo de navios e aviões em patrulha tornou impossível ao atacante snoquear e recarregar suas baterias, que se arrastou por dias até chegar em área segura. Os paquistaneses conseguiram escapar do cerco indiano, mas foi por muito pouco. Hoje, com o avanço em sensores, detecção e processamento, acredito que seria uma missão suicida. Daí, acho o AIP um fator a se considerar.

  22. Concordo com o que Lemos falou sobre os custo do SubNuc, preferiria muito mais que o $ gasto no submarino nuclear fosse gasto pra renovar a frota de superfície ou na compra de mais convencionais, porém não adianta ficar chorando o leite derramado… Só torcer pra senado conseguir arrumar verba pras Tamandarés

  23. Satytiricon,
    Existem cenários e cenários… Índia x Paquistão é uma coisa, Brasil x… daí depende.
    .
    Na realidade, esse é (ou deveria ser) o primeiro debate a ser feito com a sociedade (ou quem se interessa pelo tema, notadamente os não-especialistas – afinal, esses são poucos e não são formadores de opinião).
    .
    Para que um submarino? Para que um NAe? Minha esposa, aqui em casa, até hoje discorda dos valores gastos. Imagine numa família de civis sem qualquer interesse pelo tema (como 99% das famílias brasileiras)?
    .
    Submarino convencional sem AIP, com AIP, de convencional para nuclear, balístico, estratégico, invisível, com laser… Pode-se pensar em tudo, discutir tudo por aqui, porém tudo tem custo. E, como os recursos são limitadíssimos, é preciso tomar decisões razoáveis.
    .
    Não sei se o submarino nuclear foi a melhor decisão. Não sei se um convencional sem AIP foi a melhor decisão também. Porém, note que foram decisões tomadas totalmente à margem da sociedade. Logo, sem debate, sem convencimento, não há legitimidade, não é adesão, não há apoio para mais gastos.
    .
    Logo, se na Índia ou no Paquistão existem motivos para se adquirir um sub com AIP (como você demonstrou acima), por aqui temos o inverso: não existem inimigos em potencial no entorno que possam vir pelo mar. Já os que detém essa capacidade, na realidade, poderiam vir aqui com um NAe, enviar uns caças pra mandar Mocanguê (sede da Esquadra e onde fica a BACS), o 1º DN e a Ilha das Cobras pro espaço. Se sobrar alguma munição nos caças, ainda daria pra mandar pelos ares Ilha das Flores e DHN… Se fizerem um esforço, dá pra varrer a Escola Naval, uma cacetada de OMs na Avenida Brasil, Aeroporto do Galeão e Base da FAB e, finalmente, numa esticada em direção à SP, desabilitar tudo que for da FAB e do EB na área. E ainda tem IPQM, Fábrica de Munição, IMBEL….
    .
    Sinceramente, vs EUA, Rússia, Inglaterra, França e talvez algumas outras potências, não duraríamos nem uma semana. Logo, pra que AIP?

  24. A propulsão AIP só é vantajosa na hora da patrulha pois o submarino ficará submerso por um grande período navegando a baixa velocidade. Se a embarcação tiver que navegar uma longa distância a alta velocidade a situação muda pois o consumo do caro combustível será elevado reduzindo assim o período da missão. Não é a toa que a maioria das nações que operam submarinos AIPs possuem pequenas áreas marítimas. A DCNS apresentou recentemente aos australianos um projeto que mescla a propulsão convencional com a AIP. Quando o submarino tiver que navegar longas distâncias a altas velocidades ele utilizará a propulsão a diesel, muito mais barata, e quando chegar na zona de batalha ligará o AIP. Porém esse é um novo conceito e pode levar tempo e apresentar muitos problemas durante o desenvolvimento.

  25. O Brasil faz bem em desenvolver submarinos nucleares. O que atrapalha sãos os cortes de gastos, a descontinuidade dos projetos devido às trocas de governos e os atrasos. Infelizmente esses problemas afetam todos os projetos no setor de defesa e não só o do submarino nuclear.

  26. Concordo inteiramente com o Lemes. O Brasil não é sério o suficiente para ter um submarino nuclear. O descarte desse material já é uma temeridade nas usinas, imaginem no submarino, com altíssimo nível de segredo, acesso, etc.

    Desculpem, com relação ao SubNuc, não consigo ver nada além de problemas

  27. Papo de ambientalista…
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    Como se Angra fosse pouca porcaria. Os caras tem tudo pra armazenar lá, assim será na base dos Submarinos, o que falta no Brasil é o que o citaram: um local de descarte permanente para os resíduos dessas aplicações, mas se tem tempo de sobra pra providenciar um.
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    http://www.eletronuclear.gov.br/Saibamais/Gerenciamentoderes%C3%ADduos/Res%C3%ADduosradioativos.aspx
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    Como estamos no Brasil e só nos mexemos quando a água bate na bunda, não está “errado” em se falar que vão ir atrás de um local desses só quando os reservatórios estiverem quase cheios… Mas no caso do submarino, que ainda nem existe, quantos anos vai levar para isso ocorrer?
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    Existe também o mundo de normas e restrições ambientais a serem seguidas… Toda a burocracia em geral.
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    Certamente, se fará um local destes, mas principalmente para atender a demanda das usinas. Os submarinos se beneficiaram. Aliás, como se pretende usar o reator também para fins civis, é factível que este local de descarte permanente venha a existir, já que ao que tudo indica, poderá existir um aumento no número de usinas nucleares.
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    Agora, veio a tona até o acidente de 30 anos atrás, onde catador de lixo abriu uma máquina de radioterapia abandonada… Isso como argumento de que não estamos preparados para mexer com energia nuclear!
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    Legal…
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    Leiam a respeito de como foi feito o descarte do resíduo do “acidente” com Césio-137 e qual a atuação da CNEN.
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    Talvez vocês percebam que já existe uma instalação de descarte permanente de material radioativo no Brasil.

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