Home Marinha do Brasil MISSILEX 2017: afundamento da ex-fragata ‘Bosísio’

MISSILEX 2017: afundamento da ex-fragata ‘Bosísio’

7196
60

A Operação MISSILEX 2017, realizada no período de 24 a 28 de julho, ao sul da Ilha de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, foi marcada pelo ineditismo de alguns procedimentos de combate. Foram cinco dias consecutivos de exercícios no mar, de caráter estritamente militar, concernentes às tarefas do Poder Naval, empregando mísseis, torpedos, bombas, canhões e metralhadoras. A missão teve como propósito incrementar o aprestamento das unidades da Esquadra e afundar o casco da Ex-Fragata Bosísio.

Durante a operação, no dia 25, foi realizado o lançamento do Míssil Ar-Superfície Penguim pela aeronave SH-16. Pela primeira vez, a aeronave foi armada com esse míssil a bordo de um navio da Esquadra, o Navio Doca Multipropósito Bahia. Na sequência, a Fragata Rademaker lançou o Míssil Superfície-Superfície Exocet MM40. De forma inédita, uma Fragata da Classe Greenhalgh realizou o disparo de forma integrada ao seu sistema de armas.

Mesmo antes do lançamento de bombas pelas aeronaves de Interceptação e Ataque (AF-1), os primeiros sinais de afundamento do casco da Ex-Fragata Bosísio já eram observados. As oito bombas de 230Kg aumentaram a tendência de afundamento. Com o navio bastante adernado, as Fragatas Liberal e Independência atiraram com seus canhões de 4.5 polegadas e os impactos agravaram criticamente a situação, levando o casco ao fundo.

Ainda no mesmo dia, na parte da tarde, a Fragata Liberal lançou pela primeira vez, o Míssil Aspide sobre drone e atirou, juntamente com a Fragata Independência, com canhão de 4.5 polegadas sobre este alvo.

Os tiros de canhões ainda continuaram na manhã do dia 27, quando os navios testaram o pronto emprego dos seus armamentos sobre o alvo Killer Tomato, de superfície, e o alvo aéreo derivante. O término da missão, no dia 28, foi coroado com o lançamento do torpedo MK46 pela aeronave SH-16.

FONTE: Marinha do Brasil

60 COMMENTS

  1. Errou mesmo, não sei se era necessário acertar o casco, mas os A1 erraram todas. Engraçado que os AMX são conhecidos por acertarem bastante, seria uma comprovação de que a aviação naval não aprendeu nada?

  2. Aparece realmente a imagem de um A-1, que é da FAB, mas o vídeo nos leva à crer que apenas os AF-1 (A-4KU da MB) que fizeram bombardeio contra o alvo. A nota não dá muitos detalhes, realmente. E por mais que seja melhor acertar o alvo com impacto direto, bombas detonadas próximas do casco causam danos sim. Nesse caso, quanto maiores as bombas, melhor.
    .
    Outra dúvida que tive é sobre o que escreveram sobre o lançamento do Aspide. Foi lançado sobre um alvo (drone) e posteriormente ambos os navios também dispararam com seus canhões contra esse mesmo alvo. Alvo esse que eu esperaria ter sido destroçado pelo Aspide. Então a nota ficou meio ambígua em relação à isso.
    .
    Mas devo dizer que é MUITO bom ver a MB disparando esses armamentos. Parabéns à MB pelo treinamento e sinceramente eu gostaria muito de ver isso acontecer de forma mais frequente, embora eu não tenha muitas esperanças de que isso se realize, claro.

  3. Belo vídeo e parabéns a Marinha do Brasil pelo exercício!
    Uma dúvida, em um momento do vídeo (aos 2:17) aparece uma “Niterói” disparando um Exocet, pensei que apenas a Fragata Rademaker teria disparado esse armamento, mas pelo visto foi bem completo esse Missilex/Torpedex 2017.
    Grato.

  4. Foram lançados 2 MM 40…
    Alto padrão, vibrei muito com a minha Rademaker !!!
    Ô saudade da Esquadra, agora só remexo papel…

  5. tinha que fazer o mesmo com o sao Paulo so para ver com quanto chumbo ele aguenta antes de afundar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. Imagino o HMS Ocean passando a ser nosso, com todos os SH-16 a bordo, com o Penguin, com o torpedo Mk-46, como seria muito interessante, fora os linces modernizados, em pesar o que muitos não gostam, a Kombi com os Exocet,
    Bom, sonhar vale.

  7. Também não vi impacto direto das bombas e aos 1:25 min aparece uma legenda identificando como ‘MAS Penguin’, mas o que se vê parece ser o torpedo MK46, ou estou errado ?

  8. A marinha americana em 2015 recebeu 58 mil dólares num exercício semelhante de um estúdio de filmagem só para ter o direito de fazer o registro de filmagem da explosão, foram instaladas câmera internas tb…A Marinha Brasileira deveria ter tentando vende os direitos de imagens desse exercício…

  9. Luciano,
    Eu acho que estava tudo certo. Quando a legenda dizia ser o Penguin era ele mesmo.

    Achei tudo muito legal!
    Vale salientar que os A-4 lançaram suas bombas de uma altitude maior e não como fizeram os argentinos em voos rasantes. Pra mim valeu!
    Parabéns à Marinha do Brasil.

  10. axo q vai ter segunda parte pq não mostrou os impactos dos misseis embora o penguin não faça dano nem a um pesqueiro mais deve ter mais imagens de torpedo,exocet e aspide…são paulo é o proximo.

  11. Muito bom o exercício! Parabéns pra MB!
    Mas, pecaram no vídeo ao não mostrar o impacto dos mísseis, como teve no afundamento do casco da Frotin. E, mesmo quando mostra os AF-1 atacando, está muito de longe. Mostra o casco já bem adornado, mas, não vimos ele ficando assim…..

  12. Eu guardaria o casco do SP
    O dia de amanhã pode ser diferente
    E um casco daquele tamanho pode vir a ser útil
    Abraço

  13. No exercício com a corveta mostraram o momento do impacto do míssil, mas nessa não…. será que tiveram problemas ou estão guardando para outros vídeos??

    Tb vi um lançamento por uma niterói (min 2:18 e 2:22), será que foi nesse exercício ou imagem do passado?

    Esse tipo de exercício, com armamento real, já foi realizado com torpedos lançados e submarinos?
    abs

  14. A diferença da ogiva de um Penguin e do Exocet são só 30 kg. A diferença de material explosiva não deve ser maior que 10 kg.

  15. Muito interessante! Mas do jeito que a coisa anda, daqui a pouco não teremos mais navios para usar como alvos… Triste fim da “Gloriosa”.

  16. Muito legal!
    Mas estou os vídeos com os impactos!
    .
    Fabio,
    A ideia é legal, mas essas coisas funcionam só nos EUA rsrs. A equipe de filmagem teria que vir para o Brasil, então já iria gastar mais, de forma que ofereceria menos do que US$ 58 mil. No final das contas, não pagaria nem a licitação que a MB teria que fazer para alienar o direito de filmagem no navio rsrs.
    .
    Horatio Nelson, o míssil Penguin caso seja usado contra um navio maior será útil se acertar o paiol, tanque de combustíveis, sensores ou o passadiço. Não é necessário afundar um navio para torná-lo praticamente inútil numa batalha.
    .
    Aliás, a MB poderia usar no Lynx que estão sendo modernizados. Eu vi que o míssil é certificado no Super Lynx, então se a integração não for sair muito cara, compensa padronizar, até porque o Sea Skua já nem deve mais fazer parte do estoque da MB.
    .
    Ficou faltando o lançamento do Exocet pelo EC-725. Será que ainda não terminaram de integrar o míssil ao helicóptero?
    .
    Antes que alguém pergunte, MANSUP, com muita sorte e se tudo der certo, será testado no final do ano quem.

  17. No vídeo foram mostrados o A-1 (1°) e o A-4 (2°), entretanto, as explosões das bombas ao redor do navio não falam quem as lançaram, A-1 (2:39 do vídeo, um A-1 passa e o video da marinha diz que é um A-4!) ou A-4(2:41 mostram os A-4 mas aparentemente já sem as bombas) , o fato que surpreende é nenhuma ter acertado o alvo (deveriam chamar os argentinos para ensinar)… Talvez isso acelere a FAB em finalizar a modernização dos A-1 e a Marinha dos A-4 (no texto diz que somente os A-4 lançaram bombas), bem deixa quieto. Sabe se lá se vão terminar…. Não mostraram o impacto do Penguin, dos Exocet, dos tiros de canhão e do torpedo MK46 no Bosisio ou alvos e também dos Aspide nos drones. Teriam Alguns deles também errado o alvo? Seria interessante ver os impactos…

  18. 1) Galera, eu sinceramente acho que a ideia do A1 e A4 não era acertar o alvo com precisão, isso justamente para que a brincadeira não termine de pressa kkk Era só um navio para brincar, estavam tentando aproveitar o máximo possível e ir “matando aos poucos”. É engraçado mas acredito. Pensem nisso.

    2) Penso que exercícios como esse poderiam ser realizados com maior frequência, mesmo que seja em embarcações civis. Existem centenas abandonadas em estaleiros/portos por ai(que sairiam a preço de banana). Muitas sucatas poderiam ajudar nessas simulações.

  19. Parabéns à MB que, apesar do contingenciamento de verbas, está exercitando os músculos.

    Agora, pena que estamos mandando a Esquadra para o fundo do mar sem repor as perdas. Nossa Plataforma Continental ficará igual ao fundo do arquipélago de Guadalcanal, na SGM , chamado de Iron Deep!!

  20. Então a morte espartana tambem acontece aqui no Brasil? Gostaria de ver a Fab fazer isso com os velhos xavantes, miragens ou que tivesse de velho pra usar como alvo para treinar nossos topguns!!!! E sim, acho um fim dessa maneira melhor do que encher patios ou docas de sucata velha. SP sua vez ta chegando!

  21. Muito legal esta operação! Parabéns a MB!
    Como é linda essa aeronave SH -16 Seahawk (Sikorsky SH-60 Seahawk), espero que a Marinha compre mais destes.

  22. Parabéns pelo exercício! Isso implica em todo um preparo prévio eficiente. Devem ter outros videos com os acertos dos misseis e granadas. O torpedo foi disparado contra o que?

    Atiraram com tudo que podiam! Só faltaram as .50!rsrs

  23. Jorge Tadeu 1 de agosto de 2017 at 11:07
    Engano seu Jorge, tirando a Barroso, o Tikuna e o Bahia, o que falta é navios, o resto são alvos.

  24. Participar de um exercício desses deve ser a emoção da vida! Imaginem a adrenalina nos momentos de disparos, confirmação de impacto etc. sensacional!

  25. Bom treinamento, 1 ano de preparo… más deveriam acertar com o alvo em movimento, apenas colocar um cabo com uns 5.000m em algum rebocador. Más se conseguiram errar com um alvo parado imagina se movimentar… enfim, segue o enterro.

  26. Olá Diego,

    O risco do míssil acertar o rebocador, levando a fatalidades da tripulação, não justifica qualquer ganho de treinamento. Imagino que o mérito do exercício não é acertar o alvo em si, mas adestrar toda a equipe envolvida no preparo do míssil até seu disparo. O alvo poderia até ser o paredão de um rochedo, mas o casco real de um ex-fragata permite o adestramento das equipes de radar em relação ao tipo de sinal, etc.. além disso, os dados gravados servirão para treinar novos operadores com dados reais. Imagino também que o longo tempo de preparação está relacionado à limpeza do casco, removendo lubrificantes, combustível, equipamentos diversos, baterias, etc.. tudo que poderia causar algum dano ambiental em torno do casco afundado. Talvez tenha faltado na reportagem este tipo de esclarecimento.

  27. Flávio Cardia 1 de agosto de 2017 at 10:14 quando comentei lembrei desse video 00:52 penguin…exocet mm40 1:41. com certeza todos os misseis torpedos e projeteis acertaram o alvo e temos q levar em consideração q quando os a4 lançaram as bombas de 230kg o navio ja estava bastante adernado as bombas acertariam em cheio se estivesse intacto. a marinha deve liberar mais videos com os impactos até o fim do mês igual a fab com seus videos do treino com os f18 usnavy.
    Rafael Oliveira 1 de agosto de 2017 at 11:08 concordo com seu comentário caso o país agressor não possuia marinha. com fragatas,corvetas,destroyers e naes tudo q se espera de uma ataque a nós. caso possua é inadmissível q a marinha faça tal ataque contando com a sorte seria um crime de lesa patria usar um missil de pouco poder de destruição e com menos da metade do alcance do exocet o piloto nem conseguiria invadir as defesas em camadas de uma força agrassora.é um missil q foi desenvolvido para apenas para frear navios de desembarque. o penguin foi desenvolvido para areas litoraneas rasas confinadas onde operam navios de baixa tonelagem ideal para lanchas torpedeiras ou barcaças de desembarque nada mais q isso.

  28. deixamos os erros, seja de alvos ou dos vídeos, vamos falar da parte boa….. finalmente temos um navio de onde os Seahawks podem decolar, e não de terra como a MISSILEX 2016!

  29. Prezado camargoer, o Navio alvo estava a deriva, o rebocador somente o leva para a área do exercício… e sai de lá rapidinho… o disparo não é autorizado até ser realizada limpeza de área e termos certeza de que não há quaisquer contatos em uma determinada distância de segurança…
    Realizar disparo de míssil sobre rochedo é inexequível, seria fadado ao insucesso e muito temerário devido à provável proximidade com a costa… abraço…

  30. Horatio Nelson,
    No caso de um combate contra um agressor que possua NAe devidamente escoltado, não acho que fará muita diferença atacar com Penguin ou Exocet. Primeiro que vai ser difícil o helicóptero chegar na distância de engajamento, seja ela qual for. Segundo que com poucos mísseis, vai ter que ter sorte deles não serem derrubados ou despistados. A esperança estará depositada apenas nos submarinos e, caso a FAB adquira mísseis anti-navios para os Gripens, neles.

  31. Caro XO,
    Concordo com você em tudo. Acho que você foi mais didático do que eu para explicar ao Rafael porque não faz sentido puxar o casco com um rebocador como ele (e outros) gostariam.. o exemplo do rochedo foi apenas um paralelo sobre como é indiferente para o treinamento da equipe se o alvo for um casco rebocado, um casco à deriva ou um alvo fixo, como um rochedo. A preparação do míssil é a mesma. Por outro lado, o caso à deriva ou rebocado cria a mesma assinatura nos radares e sensores, mas a vantagem do casco á deriva é a segurança. Seria um desastre se o míssil acertasse o rebocador e não o casco. De qualquer modo, obrigado por complementar meu post. Um grande abraço de quem o admira há mais de 10 anos.

  32. Não dou mais 8 anos de vida para a Barroso.
    Dizem que está começando já a virar sucata.

  33. O então USS Utah…o mesmo que foi afundado por engano pelos japoneses em Pearl Harbor,
    um ex encouraçado convertido como navio alvo podia também ser remotamente controlado por rádio permitindo que mudanças de rumo e velocidade pudessem ser efetuadas oferecendo condições mais reais de como um navio se comportaria sob fogo sem por em risco vidas humanas.
    .
    Evidentemente o “Utah” e outros navios como ele não se destinavam a serem afundados, mas,
    apesar da diferença, talvez alguém ache interessante.

  34. Meu pai serviu na Art de Costa há muitos anos. Os tiros para afundar o alvo só aconteciam no final da brincadeira. Creio q a ideia é essa neste caso.

  35. Se não apareceram os impactos dos misseis no alvo então é potque não houve impactos, simples assim, a Marinha não deixaria de colocar no vídeo o momento mais importante do exercício, no caso o impacto dos misseis, tal qual o foi com a ex-Frontin, e se um desavisado acabasse esquecendo de colocar os impactos na edição ja teria tomado uma cadeia (se fosse um praça) ou pago uma rodada (se fosse um oficial) simples assim!

  36. Falando em Frontin bateu até uma saudade dos tempos em que durante a transferencia de oleo no mar depois de varios navios haverem sido abastecidos sem nenhuma musica de fundo ou com as musicas xaropes de sempre somente no momento do desengajamento, ai chegava a Frontin com um AC/DC no talo durante toda a faina, era diferente abastece-la, me arrepio do de lembrar, realmente parecia que estavamos operando ao lado de um navio de guerra e detalhe, era com ela que a transferencia saia praticamente perfeita, sem erros, sem falhas, tudo perfeito!
    Tava nela nessa época XO?

  37. E quanto a possibilidade dos misseis haverem errado o alvo não acho nada de mais, pois creio que a MB use em tais exercícios misseis já vencidos ou de lotes já próximos de vencer, o que creio deva influenciar no desempenho do missil, não creio que a MB use misseis na validade em tais exercícios, pois são poucos e muito necessarios, mas afirmo, somente suposição minha

  38. Meus parabéns a MB, uma grande vitória.
    Queria ver eles enfrentando uma fragata armada até os dentes, e qual seria o resultado, bem adverso do que a “selvageria” que fizeram com o Bosísio.
    Bastava uma Free de construçãol francesa, ou 100 espanhola ou uma de construção itsliana. Nem precisasria ser russa, pois daí o estrago seria grande.

  39. Aira, na minha época só tocava axé, rsrsrsrs… agora lembrei que, durante a Expo/Tapon 98, o então CF Marcello fazia as aproximações ao som da Cavalgada das Valquírias… sinxxxxtro, merrrmão (essa é para o Juarez, rsrsrs)… abraço…

  40. Comentário a lá urubulino!!
    Tudo errou e a salvação foi enviar um marinheiro para provocar a inundação do casco!!!!
    Só faltou mostrar imagem de um Sea king, um Mirage e um búfalo para completar a obra!
    Desculpem…
    A população carece de informação e marketing construtivo sobre nossas FAAs….
    Se é pra fazer, faz direito!!! Que ódio viu!!
    O vídeo gera mais dúvidas que certezas….

  41. Boa tarde XO, a época que citei foi entre 2007 e 2009, bons tempos, belo navio, sou suspeito pois sou corveteiro.

  42. Aira, nesse período, eu estava servindo na Amazônia… mas também confesso-me suspeito, sou corveteiro até a alma… abraço…

  43. Nem fala XO, la pelo final de 90/inicio de 2000 a união da Juju era sem par, quando estavamos de figin afundavamos todo mundo, alcatrazes a equipe do 4 e meio cravava todas, tiro sobre GIl era perfeito, a equipe do COC nem se fala, tudo coeso, maquinas sempre em cima, e não tem nem como esquecer a fabrica de delicias da Juju, excelente navio, mesmo com todas as dificuldades que o material impunha o pessoal mais que compensava, bons tempos, um dia sei que vai chegar a hora dela também, mas espero que não seja tão cedo.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here