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O futuro porta-aviões Type 002 da China

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O Type 002 é um projeto de porta-aviões chinês de segunda geração. O navio será o primeiro porta-aviões chinês a ser equipado com catapultas.

De acordo com os últimos informes, a construção deste porta-aviões foi adiada para fazer a escolha das catapultas e os resultados mais recentes da competição mostram que os lançadores eletromagnéticos serão usados ​​no porta-aviões Type 002.

A adição de catapultas para lançamento de aeronaves dará à China a capacidade de lançar várias aeronaves de asa-fixa de apoio, como aeronaves de alerta antecipado (AEW) e aeronaves de entrega a bordo (COD). Os caças também poderão ser lançados em plena carga de combate e atingir seu potencial total ao contrário dos atuais porta-aviões Type 001 operados pela Marinha Chinesa.

À medida que o segundo porta-aviões da Marinha do Exército de Libertação Popular (PLA Navy), comumente referido como o Type 001A, está perto da conclusão, a mídia estatal chinesa informou que o terceiro porta-aviões do país já está em construção.

Li Jie, um especialista militar naval, foi citado pelo jornal Global Times em 21 de fevereiro de 2017, dizendo que o porta-aviões, conhecido como Typo 002, será “completamente diferente” dos porta-aviões anteriores da China e que parecerá um “porta-aviões dos EUA em vez de um russo”.

O primeiro porta-aviões da China, o Liaoning, é um navio da classe da “Amirante Kuznetsov”, da era soviética, adquirido da Ucrânia e incorporado em 2012, enquanto o Type 001A, o primeiro porta-aviões construído na China, é um desenvolvimento do projeto do Liaoning.

63 COMMENTS

  1. Será que os J-15 já receberam modificações no trem de pouso para suportar os lançamentos catapultados? Ou tudo indica que as aeronaves embarcadas nesse novo navio também serão de uma geração posterior?

  2. Eu ja estou me perdendo na contagem. Tem o Lianing, a 2a unidade sendo construída, uma terceira tbm e tem essa nova classe?

  3. SERA.. que ninguem da nossa marinha já pensou em …colar nos chineses… fala sério gente.. não é possível que eles.. não aceitem uma parceria conosco..para desenvolvermos junto essa linda…linda.. belo nave.. ai sim… teriamos um NAE.. digna da nossa história naval.

  4. Em Tempo.. ai caiiria bem vier junto… um gripem navaL… ai seria sonhar demais…!!!.. se isso acontecer….Almirante Tamandaré sairia do tumulo…..
    vamos rapaziada.. sonhar.. alto..sonhar a gente pode..

  5. Os chineses estão copiando os americanos, parabéns pros chineses. Pior o nosso país que nem tenta construir o seu próprio porta aviões, prefere comprar essas carcaças usadas que no fim se torna um grande urso.

  6. Acho que os chinas fazem bem em copiar. Mas isso é se contentar em ser o nº 2. Se quiserem disputar mesmo ser o nº 1 terão que fazer o que fizeram os soviéticos. Criar, inovar, ter sua própria tecnologia disruptiva, fazer os Yankees correrem atrás e suarem em alguns casos. Fazer os americanos OS COPIAREM em alguns casos. Nesse dia vou concordar que os chinas estão disputando MESMO, palmo a palmo, o primeiro lugar, a LIDERANÇA GLOBAL.

  7. Juliano Bitencourt 21 de agosto de 2017 at 18:05
    Acho que os chinas fazem bem em copiar. Mas isso é se contentar em ser o nº 2. Se quiserem disputar mesmo ser o nº 1 terão que fazer o que fizeram os soviéticos. Criar, inovar, ter sua própria tecnologia disruptiva, fazer os Yankees correrem atrás e suarem em alguns casos. Fazer os americanos OS COPIAREM em alguns casos. Nesse dia vou concordar que os chinas estão disputando MESMO, palmo a palmo, o primeiro lugar, a LIDERANÇA GLOBAL.

    Desculpa a franqueza, mas os soviéticos criaram, inovaram e até mesmo possuíram tecnologia “disruptiva” para não só perder o segundo lugar, mas para desaparecer da história…..

  8. O NAe está parece estar equipado com um sistema RBU-6000 ou análogo.
    Interessante/curioso fazer uso de um foguete anti-submarino em um NAe…

  9. deveríamos ter vendido o NAE SP para eles e eles retofitariçao !!!!!! Outro pergunta kd o NAE SP?? Ainda no porto no arsenal ???

  10. A vantagem que os chineses tem são boas economias, a uns anos atrás me lembro de uma notícia de que a China tinha 3 trilhões de dólares em reservas, são a segunda economia mundial. Tendo dinheiro pra investir até a marinha brasileira teria seu Nae de fabricação própria, haja vista a a MB tem grandes engenheiros na área naval. Pena não termos dinheiro suficiente para ter muitas tamandarés, scorpenes e outros sub nuclear de tecnologia nascional.

  11. senhores senhores….. o problema do brasil nunca foi.. e nunca sera riquezas..capacidades… lamentavelmente temos…a res…pública politicos que não tem visão de futuro.. pensam unicamente no bem próprio se esquecem da..nação.. pensam unicamente.. nas próximas eleições.. presidentes… que entram e saem… com visão unicamente.. no programa de governo. e o outro que entra para tudo que o antecessor fez.. e começa tudo outra vez….desde o golpe republicano.o pais nunca mais andou..república velha república nova.. revolução de 14.22.revolta tenentista.. de 24 era vargas ditadura vargas renuncia de presidente suicídio de presidente..ditadura militar nova república.. morte.suspeita de presidente.. impechement 1.2.. golpe branco atual..e agora querem tentar a novíssima república..parlamentarismo..republicano…estão de brincadeira..
    parlamentarismo..somente com monarquia constituicional.. com 1 ministro com visão de construir um futuro a longo prazo.. pensando na nação.. um imperador..isento de poder, mas que pode dissolver o congresso.convocar novas eleições no mesmo instante.. ai sim teremos uma visão de futuro uma meta a seguir.independente de partidos
    senhores.. senhores.. lembre-se um pais que nega sua história é como uma árvore sem raízes não para de pé
    que saudades da 3 marinha de guerra do mundo.. tinhamos respeito até a ingleterra nos temia… e hoje,,
    vamos sonhar e esperar…

  12. Srs
    Jovem Carvalho
    É provável, pois parece que o plano chinês é chegar a 6 PA’s até 2030.
    O curioso que este modelo ainda não é com propulsão nuclear, o que significa que os chineses estão caminhando por etapas e deverá surgir um modelo, provavelmente maior e com reatores nucleares.
    É interessante também que eles já adotaram as catapultas eletromagnéticas.
    Considerando que eles estão estabelecendo uma base na Namíbia, é provável que em menos de uma década se torne comum a presença de PA’s chineses no Atlântico Sul.
    Sds

  13. Se o A-12 estiver com vida útil no hidroframe, eles compram. Refazer o sistema de geração de energia interno (que pela idade do Foch é por caldeiras, o calcanhar de aquiles dele) é uma coisa relativamente simples pra eles…

  14. Um “A-13” com cara de Type-002 e propulsão nuclear “made in Brazil”?
    ‘Sonhar, não custa nada.
    Não se paga pra sonhar.”

  15. Notável a semelhança do Type 002 com o USS Gerald R. Ford. Mais uma vez, a China segue os três passos da sua engenharia: primeiro, copia o que já funciona no Ocidente ou na Rússia; depois, aperfeiçoa o que copiou; por último, desenvolve um modelo próprio. Enquanto isso, em um certo país latino do Hemisfério Sul…

  16. Bardini,

    Eu também não vejo sentido em instalar lançadores de foguetes ASW em um NAe, já que essa função, a priori, seria das escoltas e dos helicópteros embarcados tanto no NAe quanto nas escoltas. Em minha franca e leiga opinião, lançadores de chaff/flare fariam muito mais sentido.

  17. Quantas mil toneladas essa máquina de guerra vai ter?
    Terá propulsão nuclear?
    Alguém já disse no passado (não me lembro agora, mas eu que foi o Napoleão Bonaparte): deixa o dragão chinês dormir em paz, quando ele acordar, ninguém vai conseguir segura-lo..

  18. Bosco,

    Isso também faz sentido, pois os lançadores estão na popa, as principais fontes de ruído subaquático de um navio são seus hélices e torpedos normalmente se orientam por hidrofonia.

  19. Diante do exibicionismo dos americanos com todo poder instalado hoje na Ásia é uma obrigação dos chineses investir muito em armamento, uma ação gera uma reação.
    Parabéns aos chineses.

  20. A China esta mostrando para que veio. Ela esta se firmando como potência militar de influência global! Ae de quem viver para ver a China dobrar o mundo ao seus desejos! Quero estar muito errado sobre essa previsão nefasta, mas não vejo como visto que os EUA não estão fazendo nada para conter a China!

  21. Hoje os Chinas ainda estão copiando. Há 30 anos atrás copiavam quinquilharias eletrônicas do Japão e dos Tigres asiáticos. Depois copiaram automóveis, aviões a jato. Seus alunos engenheiros e cientistas estão em todos os lugares do mundo aprendendo de tudo.
    É somente uma questão de tempo, e não irão mais copiar.
    É assim que se constrói um grande país. China tem problemas? Claro que sim. Não esqueçam os EUA e a grande depressão, e o que eles evoluíram depois disso.
    Só não acredito no Brasil, nem pra copiar tem alguma vontade, povo medíocre.

  22. tá mais pra um forrestal class, 85 kton pleno e 80 aeronaves.
    pra ter emals precisa ter muito em gerador; se não for nuclear, de onde tirarão as turbinas à gás aptas à demanda? será misto, propulsão nuclear/geração elétrica a diesel (daí os intakes e stacks na ilha)? terá volume interno adequado pros paióis e tanques de combustível?
    tudo muito incerto, parecendo um oxímoro propandístico.

  23. Os primeiros a serem removidos do caminho pelos chineses serão os russos. Aí veremos se Putin vai continuar fazendo pose de machão..

  24. HMS TIRELESS 22 de agosto de 2017 at 17:27
    .
    HMS Tireless, depois de Napoleão e Hitler tentarem a sorte será que a China iria invadir a Rússia?
    Para que? É praticamente impossível ocupar um país daquele tamanho.

  25. A China segue pragmaticamente subindo degraus. Trata-se de um projeto nacional e geopolítico. O Type 003 terá propulsão Nuclear. Repetirei a pergunta que fiz no PB. Uma curiosidade em relação ao Projeto 23E000E da marinha russa. Aparentemente o mesmo contempla um estratagema inédito para lançamento de aviões, um sistema concomitantemente catobar / stobar, utilizando-se de uma catapulta cujo percurso se encerra no início da rampa ski-jump. É o que aparenta ao ver os desenhos, se alguém souber, isso procede? Se procede, talvez o uso de “pequenos” porta aviões, que operem aeronaves de decolagem convencional, se torne viável com o conceito.

  26. Srs
    Os chineses não tem nenhuma vergonha em copiar boas soluções, como pode se ver pelo design do convés, similar aos PA’s do Tio Sam, solução muito melhor que a adotada no QE com suas ilhas que reduzem a área para estacionamento de aeronaves e atrapalham a sua manobra no convés ou que a do CDG com a ilha mais a vante, o que prejudica a manobra das aeronaves a serem lançadas pelas catapultas.
    Sds

  27. Srs
    Aparentemente, a China busca retornar ao tempo em que era um império, o que explica, suas ações para impor seu controle sobre os países limítrofes, como fazia em séculos passados.
    Porém, para retornar ao status de grande potência bem como para sustentar sua grande população, a China necessita de um grande volume de matérias-primas e alimentos.
    Isto explica o seu movimento geopolítico visando estabelecer uma forte influência na Africa e na América do Sul, dois continentes que dispõe de abundância de matérias-primas e terras agriculturáveis.
    Curiosamente, para a sobrevivência e expansão chinesa, este movimento é mais importante que o de estabelecer supremacia sobre os países de seu entorno geográfico, mas os chineses não conseguem evitar o viés emocional de querer controlar seus vizinhos (aliás, um comportamento similar ao da Rússia que busca impor sua hegemonia sobre os países de sua vizinhança), o que pode envolver a China num conflito antes dela estar pronta para desafiar de igual para igual o poder americano.
    Sds

  28. Jorge F 21 de agosto de 2017 at 18:13
    Perfeito.
    __________________________________
    Walfrido Strobel 22 de agosto de 2017 at 13:17
    Os motivos do poderio Chinês estar avançando são outros e vc como militar sabe quais são.
    A China não quer se igualar a ninguém, vai projetar o poderio para outros fins,
    principalmente sua sobrevivência.
    Quem tem capacidade Nuc de ataque (Mísseis Intercontinentais) projeta poderio por outros motivos,
    nesse campo USA (aliado com os Ingleses e Franceses a tira-colo), Russos e os Chinas são
    protagonistas, o Jorge F 21 de agosto de 2017 at 18:13 definiu bem uma parte do tabuleiro.

  29. Não há nenhum erro nas duas “ilhas” do “QE” ou na “ilha” mais à vante do “CDG”…se os chineses estão “copiando” o “layout” dos
    NAes dos EUA é porque pretendem algo similar à forma como às operações aéreas a bordo dos NAes dos EUA são conduzidas e uma maior
    quantidade de aeronaves embarcada o que significará um maior número de aeronaves estacionada no convés de voo também.

  30. Analisando o projeto, se os caras conseguissem replicar o Foch com uma liga melhor no casco, com um sistema foto-diesel para alimentação eletrica interna, seria um ótimo projeto (apesar de já terem dito que um CATOBAR na casa dele não seria viável, 30.000 tons, ele operou 40 anos na frança e 5 anos no brasil muito bem). É uma saída para marinhas menos ricas e táticas…

  31. Walfrido Strobel 22 de agosto de 2017 at 17:40

    Não quis dizer militarmente mas sim no campo das alianças geopolíticas. A China está aguardando o momento em que se sentir segura militar e tecnologicamente para tanto. E quando isso ocorrer as eventuais alianças geopolíticas com a Rússia cairão e os chineses irão abertamente desafiar os russos quando seus interesses assim o determinarem

  32. Srs
    Jovem Dalton
    É um princípio em engenharia, procurar sempre pelo melhor resultado possível.
    Se um determinado design permite obter um melhor resultado que outro, este design é, do ponto de vista da engenharia, melhor.
    Ora, um bom indicador da capacidade de um PA´s é o número de aeronaves que ele pode transportar e quantos pode lançar em um determinado tempo. E considerando o custo de um PA, é sensato se exigir o máximo possível.
    Se um design permite o transporte de mais aeronaves e/ou lançar com maior rapidez mais aeronaves e/ou receber mais aeronaves em menor tempo, tal design é melhor e justifica um esforço de projeto para chegar a tal resultado.
    E mais, mesmo que um PA opere normalmente um determinado número de aeronaves, se ele dispuser da capacidade de transportar mais aeronaves, isto é uma vantagem que justifica um esforço maior no projeto de seu convés de vôo.
    Sds

  33. Control…
    .
    nunca li nada que desabonasse a posição da “ilha” do “CDG”…na verdade o que pesou contra o “layout” foi um comprimento inadequado do convés em ângulo para operar com segurança o E-2C e isso foi facilmente corrigido.
    .
    Você mencionou que a “ilha” de alguma forma prejudicaria a manobra de aeronaves a serem lançadas pelas catapultas e isso simplesmente não
    ocorre como dá para ver até no meu modelo do “CDG”…as aeronaves simplesmente são estacionadas depois da “ilha” e facilmente alcançam as duas catapultas que estão posicionadas da melhor forma possível, tanto que a catapulta de vante está colocada no lado esquerdo permitindo
    que algumas aeronaves possam ser estacionadas do lado direito, não obstruindo o lançamento.
    .
    Nos NAes da US Navy o elevador atrás da “ilha” raramente é utilizado tanto que foi excluído na classe “Ford” permitindo que a “ilha” fosse colocada mais para trás e no “CDG” ambos os elevadores estão situados no lado direito enquanto nos NAes da US Navy há um elevador do lado esquerdo e
    as catapultas do “CDG” são também mais curtas devido ao comprimento menor, ou seja, tudo no “CDG” foi pensado para atender às necessidades
    francesas.
    .
    Também é importante notar que as operações aéreas nos NAes da US Navy são de maior intensidade e essa intensidade pode necessitar
    ser ampliada, algo que os franceses com um limitado complemento aéreo não são capazes de imitar e com um complemento bem maior que será
    aumentado na próxima década com à adição de algumas aeronaves não tripuladas para tentar aproveitar mais espaço a “ilha” foi deslocada mais para trás…mas…a colocação da “ilha” mais à vante no “CDG” também oferece melhor aproveitamento do convés de voo só que no outro sentido !
    .
    E quanto ao “QE” há espaço de sobra mesmo com duas “ilhas” e se de fato era possível se ter apenas uma chaminé ao invés de duas, talvez
    os problemas e o custo para solucionar tal “problema” não valessem a pena então se tem uma “ilha” para navegação e uma “ilha” para o
    controle de operações aéreas.
    .
    abs

  34. Srs
    Jovem Dalton
    Como você mesmo diz ao citar o caso do Ford, a ilha mais recuada libera espaço a vante e se isto tivesse sido a opção no CDG, haveria mais espaço para aeronaves, o que facilitaria o seu posicionamento para o lançamento, o que é importante para reduzir o tempo deste posicionamento e aumentar a taxa de lançamentos. Poderia até aumentar a extensão das catapultas.
    É claro que o design atual atende as necessidades francesas, mas isto é em tempo de paz com o CDG servindo de plataforma para poucos aviões, mas em caso de um combate naval?
    No caso de QE, a ilha de vante poderia ter sido eliminada, pois a sua presença rouba espaço do convés e dificulta/impede a manobra de aviões simultaneamente com algum pouso.
    Outro ponto a se lembrar é que os navios precisam durar bastante tempo (50 anos ou até mais) e neste período, as coisas mudam bastante (tamanho e tipos de aviões, por exemplo).
    Isto exige um projeto com maior flexibilidade, o que não parece ser o caso dos PA’s citados.
    Sds

  35. Srs
    Jovem Bardini
    Poder lançar e recolher aeronaves é uma questão de desempenho e segurança, particularmente se considerarmos operações de guerra.
    Quanto ao design, observe:
    No caso da solução de 42000 t, o uso da pista de pouso impede o uso das duas catapultas, situação indesejável quanto da necessidade de lançamentos em maior taxa. Isto poderia ser evitado com o deslocamento da ilha mais a popa, entre os elevadores e com o deslocamento levemente a estibordo da catapulta de proa.
    Já no segundo desenho (50000 t) a ilha já está entre os elevadores, mas se ela e o elevador de vante ficasse deslocado mais para a popa, u,a área de estacionamento maior ficaria disponível prósima a catapulta de proa, o que facilitaria as manobras de lançamento. Novamente, um pequeno deslocamento da catapulta de proa melhoraria as condições para operações de lançamento e pouso simultâneas (ou quase simultâneas).
    Msmo no caso do terceiro desenho (60000t), o deslocamento da ilha e do elevador de vante para a popa melhoraria a manobra das aeronaves para o lançamento. Neste caso seria possível instalar uma segunda catapulta na proa, o que melhoraria em muito a capacidade de lançamento de aviões.
    Como pode-se ver, a posição da ilha e dos elevadores é importante para a eficiência dos PA’s.
    No caso do QE a coisa não é diferente, ainda mais que ele é manco pois está amarrado a um único tipo de avião.
    Ora, como é um enorme investimento, o lógico seria dotá-lo de uma maior flexibilidade, afinal ele precisa durar bastante para compensar o investimento. É muito provável que ele acabe voltando para o estaleiro para instalar emals em alguns anos e isto não sairá barato.
    Sds

  36. Control…
    .
    o “CDG” recebeu catapultas C-13 americanas adaptadas para um NAe de menor comprimento como é o caso do “CDG”…no caso elas possuem 75
    metros de comprimento contra as de 90 metros nos NAes da US Navy, então não foi possível nem será possível aumentar a extensão das mesmas,
    caso contrário, desde o início teriam sido colocadas as de 90 metros.
    .
    O “CDG” tem apenas duas catapultas contra 4 nos NAes da US Navy e um complemento de aeronaves relativamente limitado quando comparado
    com um da US Navy também, então não espere muita coisa mais no que você esteja considerando como “combate naval”.
    .
    Você parece não ter entendido que o fato do “CDG” ter uma ilha mais à vante não prejudica em nada a capacidade de lançamento…tenho um modelo bastante fiel na escala 1:1250, mas, você pode tirar a dúvida em ilustrações do convés de voo.
    .
    Quanto às duas “ilhas” do “QE” lembro que não foi possível se ter apenas uma chaminé na classe “Invincible” e todo o arranjo do maquinário
    consumia muito espaço abaixo do convés de voo…aparentemente os engenheiros navais britânicos não conseguiram que apenas uma chaminé
    desse conta do recado…ou…simplesmente não valia a pena investir nisso.
    .
    O “CDG” foi pensado para durar 40 anos ou pouco mais… tendo sido comissionado em 2001, oficialmente será descomissionado em 2041, com um último”reabastecimento nuclear” programado para ocorrer em mais ou menos 2035 que poderá garantir seu funcionamento até 2043…ou seja,
    o “CDG” já está quase chegando a metade de sua vida, com certeza um futuro NAe irá tirar proveito do que se aprendeu com ele, mas, ele foi
    projetado ainda nos anos 80…é preciso levar isso em conta também mesmo nas falhas que você acredita existirem.
    .
    Quanto ao “QE” ele provavelmente irá durar uns bons 48 anos e irá operar o F-35B por décadas ou seja pela maior parte de sua vida e se não
    houver um substituto para ela, certamente não compensará equipa-lo com catapultas no fim da vida então ele que opere apenas como uma grande
    base móvel que aliás será sua principal função e não envolver-se em uma batalha à la “Midway”.
    .
    abs

  37. Invadir vizinhos por acaso e reação?

    Nao existe vizinho que ja nao tenha sido invadido pelos chineses nos ultimos 70 anos. A China e um imperio que subjugou varios povos e criou um pais artificial.

    Fazem isso por seculos e a culpa agora e dos americanos. Com certeza, os tibetanos, coreanos, indianos, vietnamitas… nao concordam.

  38. Essa CIA e terrivel. Os caras colocam um exercito disfarcado de chines na fronteira chinesa e invadem o vizinho, matam estupram, roubam e desaparecem, dai os chineses levam a culpa.

  39. Srs
    Jovem Dalton
    A priori o assunto era o design do PA catobar chinês. Apenas considerei que eles tiveram o bom senso de escolherem o melhor modelo para copiar, ou seja o design dos PA´s americanos (que aliás, são os que mais projetaram e produziram PA´s).
    O CDG e o QE entraram apenas como maus exemplos de engenharia.
    Tecnicamente, as razões que levaram a escolha não importam quanto ao mérito ou o demérito do design. Tal aspecto é apenas funcional.
    Quanto ao aspecto de que o design não será um problema futuro no uso dos referidos PA´s, só o tempo dirá.
    È claro que existe a máxima que as guerras nunca são travadas conforme as anteriores ou mesmo como os planejadores de plantão imaginaram. Elas sempre pregam surpresas.
    Sds

  40. Calama ai mestre Bardini…. No QE apesar de VSTOL, eles provavelmente em caso de sucesso dos testes, vão operar o F35 naquela modalidade de rolamento de pouso. Ou seja, irá ocupar o espaço de rolagem de pouso igual a um Stobar, sera apenas um pouso mais suave mas não necessariamente ocupando menor espaço.

  41. Control…
    .
    se você acha que nos próximos 25 anos o “Charles de Gaulle” terá “dificuldades” para operar eficientemente seus 24 Rafales M por
    conta da “ilha” estar posicionada mais a vante o que posso fazer não é mesmo ?
    .
    abs

  42. Srs
    Jovem Dalton
    Realmente não importa o que eu ache quanto ao CDG ter ou não dificuldades em sua vida devido ao seu design.
    Aliás,como interessado em projetos e soluções técnicas, o importante, entendo, é a maior ou menor eficiência do design. E a crítica, se assim entendida, é apenas com a aparente despreocupação dos projetistas com o princípio de engenharia da busca pela melhor solução possível, aí se considerando inclusive a maior flexibilidade e capacidade de evolução.
    E, claro, há também a consideração óbvia, de que, os PA’s são navios destinados a guerra e portanto o seu projeto e uso deve ter, como enfoque norteador, este fim.
    Sds

  43. Mestre Bardini,
    .
    Logico que o F-35B pode descer na vertical….afinal foi feito para isto certo?….mas o que digo é que a missão tem uma pre configuração….via de regra, não existe liberdade poetica de decisão tipo agora vou descer vertical ou agora vou fazer STOSRVL….isto já é programado e calculado para a missão…cota de combustivel, armas, etc…inclusive, a tx de ocupação e movimentação de convés…então, se a Royal navy seguir adiante e comprovara a eficacia do modo STOSRVL, a programação de convés utilizará de forma programada e desimpedida a rampa de convés de forma similar ao tradicional….os aparelhos poderiam ainda assim pousar no modo vertical tradicional? poderia, mas em emergencias, alijando a carga e caso tenha sobra de combustivel para o pouso , pois o gasto adicional não foi programado…
    .

  44. “SERA.. que ninguem da nossa marinha já pensou em …colar nos chineses… fala sério gente.. não é possível que eles.. não aceitem uma parceria conosco..para desenvolvermos junto essa linda…linda.. belo nave.. ai sim… teriamos um NAE.. digna da nossa história naval.”

    Se o Brasil colocar $$$$ na mesa, nao tem problema.

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