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EUA liberam tecnologia do EMALS para a Índia

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Por dentro da catapulta eletromagnética EMALS

Os EUA decidiram liberar o crucial sistema eletromagnético de lançamento de aeronaves para o futuro porta-aviões da Marinha Indiana, de acordo com a administração Trump.

A decisão vem à frente da visita do Secretário de Estado Rex Tillerson à Índia. Ainda não foi anunciada uma data formal da visita.

A administração do Trump informou a Índia da sua decisão.

A Índia enviou uma carta de solicitação ao governo dos EUA durante a administração Obama para o sistema eletromagnético de lançamento de aeronaves (EMALS), construído pela General Atomics para o porta-aviões planejado pela Marinha Indiana.

Devido à sua arquitetura flexível, o EMALS pode lançar uma grande variedade de pesos de aeronave e pode ser usada em uma variedade de plataformas com diferentes configurações de catapulta.

A administração Trump enviou uma resposta à Índia na segunda-feira sobre sua decisão de liberar essa tecnologia.

Concepção artística do Electromagnetic Aircraft Launch System (EMALS)

O especialista aeroespacial, Dr. Vivek Lall, executivo-chefe de desenvolvimento estratégico norte-americano e internacional, da General Atomics, disse anteriormente que a General Atomics está planejando abrir um escritório em Delhi para apoiar os requisitos militares do governo indiano.

A Marinha Indiana planeja integrar as catapultas EMALS feitas nos EUA em seus futuros porta-aviões.

Este gesto à frente da visita de Tillerson é outra indicação da aliança estratégica que os EUA querem promover com a Índia, disseram fontes informadas.

No mês passado, o secretário de Defesa Jim Mattis visitou a Índia.

FONTE: DefenceNews India

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diego
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diego

E o Brasil em, será que conseguiria ter acesso a essa tecnologia…. por exemplo, caso o Brasil solicitasse aos EUA a construção de um Nae nos moldes (talvez mais leve) do Kitty Halk más com catapultas eletromagnéticas eles fariam ou apenas com catapultas a vapor?? Ou se o Brasil pedisse um par de catapultas EMALS para uma hipotética recuperação dO SÃO PAULO eles liberariam?? Para o São Paulo talvez a unica forma de recuperação pois retiraria os motores e caldeiras antigos e colocaria apenas novos motores e geradores de energia….

Bardini
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Bardini

Mas será que também liberaram o EMALS pra um projeto do NAVAL Group?

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

A questão é como proteger essa tecnologia, uma vez em mãos indianas, dos russos, que também são parceiros dos indianos?

Walfrido Strobel
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Não ha muito o que proteger, então o melhoe é faturar em cima com exportações antes que por veto em uma suposta proteção outro fabricante lance o seu e fature em cima. A China ja está fazendo o seu e o UK e Austrália foram de rampa Ski-Jump. . Curiosidade, vejam o RC Drone salva vidas, usa baterias elétricas e mini waterjet para não ferir a vitima. Ele tem a desvantagem de não salvar afogados desacordados, pois a vítima precisa se segurar na corda que envolve o drone. Mas é uma vantagem pois permite que seja operado a distancia por… Read more »

kfir
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kfir

Wardog1
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Wardog1

os EUA liberaram esta tecnologia pq a India e parceira no combate a China

Renan
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Renan

Com financiamento e tempo qualquer pais desenvolve algo similar

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Off, interessante

jorwagne
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jorwagne

Desculpa me intrometer, sou leigo, mas na minha opinião, o Brasil tem que parar de depender dos países detentores de tecnologia, nós temos excelentes engenheiros, que podem fazer igual ou até melhor. Temis que parar de depender dos outros, pois é certo que não irão querer dar-nos tal tecnologia, fizemos o melher equipamento para enriquecer urânio, sem igual no mundo, vamos construir nosso Naes e nossas corvetas e submarinos sem depender do estrangeiro, eu acredito na capacidade dos engenheiros brasileiros, e muito……..

marcelo km
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marcelo km

Sai mais barato para os americanos fornecerem essa tecnologia, do que montar uma segunda base no oceano Indico.Já basta dividir com os britânicos a base naval de Diego Garcia.

Ádson
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Ádson

Renan 18 de outubro de 2017 at 16:37
Renan, posto a tempos e de vez em quando minha opinião sobre a necessidade do Brasil desenvolver esta tecnologia mas minha opinião sempre foi solitária aqui no Naval. Essa tecnologia pode ser usada não só em catapultas, pode ser para canhões de altíssima velocidade e muito mais. Além disso tem o uso civil, trens de alta velocidade, aparelhos médicos de diagnostico, terapias com uso de magnetismo, etc, além de usos industriais.

Top Gun Sea
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HMS TIRELESS 18 de outubro de 2017 at 15:16
A questão é como proteger essa tecnologia, uma vez em mãos indianas, dos russos, que também são parceiros dos indianos?

HMS TIRELESS
Os Russos já tem acesso aos EMALS Chinês, mas vai dar uma olhadinha nas dos indianos/americanos e aprimorar no seu projeto Russo – melhoria contínua! rsrs

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Isso me lembra aquele seriado “Galagtica” onde os caças são lançados de um túnel com colunas laterais (magnetos?).
Ficção científica virando realidade.

WSMDAL
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WSMDAL

Com essa possibilidade, os EUA podem ter garantido a venda dos Super Hornet para a Marinha Indiana (57 unidades).

Francisco Braz
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Francisco Braz

Por quê será que me parece conto da carochinha??? Por quê será que tenho a impressão de que a tecnologia não é o que prometeram e estão afim de arrumar um pato para dividir os custos de desenvolvimento do produto? As contas da Índia ninguém consegue rastrear, transparência 0 ao cubo, sistema de castas em que abandona mais de 85% da população à ignorância e subnutrição, mas tem forças armadas com a melhor de tecnologia disponível. Sim, enfrenta grandes desafios em termos de defesa, mas nem tanto assim. Volto a afirmar que se os americanos liberam esta tecnologia é por… Read more »

LucianoSR71
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LucianoSR71

Como dar opinião ainda não paga imposto, creio que é uma jogada p/ tentar trazer a Índia mais p/ a esfera americana, diminuindo a influência russa e reforçando um inimigo no quintal da China, além de barganhar a venda de seus aviões F-16 e F-18 e talvez forçar o F-35, numa desistência no FGFA. Um movimento de xadrez pensando já nas próximas jogadas.

Gustavo
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Gustavo

Eles vão vender o sistema fechado, quando li o titulo até assustei. Liberar essa tecnologia, talvez só a Inglaterra ou a França consigam em breve. Mas a “rainha” escolheu skyjump e a França não consegue começar seu segundo porta-aviões…

Manock
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Manock

Na maioria das vezes vale mais a pena lucrar com a venda de algo que gastar muito pra manter a exclusividade desse algo. Assim, o lucro advindo da comercialização desse algo financia a pesquisa e desenvolvimento de algo mais novo ainda.

E a roda gira…

PRAEFECTUS
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PRAEFECTUS

LucianoSR71 18 de outubro de 2017 at 23:19,

eu ia falar praticamente o que o amigo postou.

A questão aqui é geopolítica, este movimento faz parte de estratégias adotadas pelos Estados Unidos para administrar sua influência junto a India. O propósito é anular a influência russa e ter um aliado contra a China.

Inclusive a implosão do projeto conjunto indu-russo FGFA, é algo perseguido pelos EUA. Desta forma atrasam a Rússia em contar com caças de quinta geração em sua Ordem de Batalha.

Por conta disso comumente vemos matérias detonando o programa FGFA na Índia…

Grato

PRAEFECTUS
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PRAEFECTUS

Só esclarecendo que quando digo:

“Inclusive a implosão do projeto conjunto indu-russo FGFA, é algo perseguido pelos EUA. Desta forma atrasam a Rússia em contar com caças de quinta geração em sua Ordem de Batalha.”

O que quero dizer, é que, com os ataques que o projeto indu-russo vem recebendo, não háveria os repasses adequados de verbas tão necessária para o cumprimento do cronograma do Su-57 entrar em operação na VKS.

Grato

diego
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diego

Por quanto sairia via FMS para instalação no A-12 uma par de Emals, Motor propulsor e geradores elétricos, uma duzia de F-18 SH?? Tudo já instalado e funcionando, creio que menos de 2 Bi em parcelas de 10 a 15 anos… Contratar um estaleiro capaz no próprio EUA creio que entregam o barco em 2 anos… é a diferença de quem tem guarda costeira e sonha em ter uma marinha.

fabio jeffer
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fabio jeffer

WSMDAL

Falou tudo… Com certeza tem tentativa d uma outra venda implícita nisto.

LucianoSR71
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LucianoSR71

PRAEFECTUS 19 de outubro de 2017 at 8:33
Muito já se falou que os indianos estão reclamando que os russos não repassam a tecnologia conforme o combinado, ou seja eles pagam por tudo, mas só recebem uma parte.

SmokingSnake 🐍
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SmokingSnake 🐍

Vi em algum lugar que o Brasil também queria o EMALS, agora para quê?? Só se for para passar para a China que nem queriam fazer com toda a doutrina de um porta aviões que receberam dos EUA, depois não sabem porque os EUA estão tão relutantes em passar qualquer coisa para o Brasil, porque seria um parceiro nada confiável.

Walfrido Strobel
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A China ja está testando a sua, esta é uma unidade onde são testados os projetos de catapulta a vapor e eletromagnéticas para futuros Porta Aviões.
Imaginem o Brasil ter que bancar algo do gênero….não da para a gente, isso é coisa para gente grande.
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Walfrido Strobel
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Outra foto de testes de catapultas na China, não esclarece se é outro local ou o mesmo local em época diferente.
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Antônio
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Antônio

O Brasil poderia estar desenvolvendo isso e muito mais…
Nada do outro mundo…
Uma espécie de motor elétrico que empurra o avião em poucos segundos…

Ádson
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Ádson

“Walfrido Strobel 19 de outubro de 2017 at 12:15
A China ja está testando a sua, esta é uma unidade onde são testados os projetos de catapulta a vapor e eletromagnéticas para futuros Porta Aviões.
Imaginem o Brasil ter que bancar algo do gênero….não da para a gente, isso é coisa para gente grande.”
Por isso sempre seremos anões. Complexo de vira-lata.

Bardini
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Bardini

O caminho do Brasil é o Navio de Propósitos Múltiplos. Pq é o caminho? . Vejamos o basicamente o que se precisa: 6 Fragatas, para substituir as Niterói. ( ~U$ 6 Bi) 10 Corvetas, para substituir os demais Escolta. (U$ 4,5 Bi) 2 NApLog, para poder operar (U$ 0,5 Bi) 2 NPM, o que garante diversas aplicações pelo melhor custo x benefício (U$ 4 Bi) . Isso tudo, na calculadora da padaria, da coisa na casa dos 10 Bi… Um NAe e seu componente aéreo completo, custaria esse valor. U$ 5 Bi do NAe + U$ 5 Bi das aeronaves… Read more »

Luiz Monteiro
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Luiz Monteiro

Prezado Diego,

Vejo dois problemas principais em instalar catapulta magnéticas em um navio do porte do “São Paulo”. O primeiro é como gerar energia suficiente para esse tipo de catapulta em um navio sem propulsão nuclear.

O segundo é, como fazer uma aeronave do porte do Super Hornet decolar utilizando uma catapulta com apenas 50 metros de comprimento.

Abraços

Matheus de Oliveira
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Matheus de Oliveira

O conceito de usar Força eletromagnetica para impulsionar projeteis não pode ser considerada tecnologia nova, pois hoje é obrigação de qualquer engenheiro ou físico recém formado saber montar um dispositivo para lançar bolinhas de ferro a alguns metros, a tenologia sensivel do EMALS consiste na estrutura do software para controle dos subsistemas, relação peso x ampere x força, física de materiais pois não é qualquer material que suporta uma corrente de 5000 Amperes sem derreter e para tal sistema, deve controlar para que não haja atrito entre os trilhos!

Marcelo
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Marcelo

E-MALS no São Paulo?
Essa banheira velha só serve pra alvo de torpedo e Exocet.

Control
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Srs As catapultas eletromagnéticas são fundamentadas nos conceitos dos motores lineares assim como os railguns e até os trens de alta velocidade. Ou seja, é uma tecnologia já bastante conhecida em seus fundamentos. Os desafios tecnológicos são mais questões de materiais e de soluções de controle. Curiosamente a maior dificuldade alegada por muitos é a necessidade de grandes geradores elétricos só disponíveis em navios com propulsão nuclear, o que, tecnicamente, não corresponde a verdade, pois o funcionamento das catapultas, assim como os railguns, é intermitente, o que significa que elas precisam de grandes impulsos de corrente elétrica por um período… Read more »

Ádson
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Ádson

Control 19 de outubro de 2017 at 21:56
Control, venho escrevendo isto a muuuito tempo, mas sempre fica no vácuo. A grande maioria quer compras de prateleira em detrimento a construção local, se falar em pesquisa e desenvolvimento aí é quase morte. Veja o caso das centrífugas e do reator nacional, a maioria acha um desperdício.

Roberto Bozzo
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Roberto Bozzo

Bardini 19 de outubro de 2017 at 18:00

Bardini, suas “contas de padaria” estão levemente erradas… somando-se tudo, da US$ 15 bi…. E como vc disse certa vez, também começo a achar que é melhor ter dois NPM tipo Cavour e no futuro alguns F35 B do que aguardar as verbas para um único NAe…. Até porque um NAe, por mais poderoso que seja, nunca vai estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Bardini
Visitante
Bardini

Verdade errei. Da coisa na casa de ~U$ 15 Bi… Mas mesmo assim, não compensa colocar 10 bi no NAe com tudo o que tem de se fazer e rezando para o Governo continuar apoiando o projeto…
.
O “Cavour” não é lá muita vantagem ao meu ver. Os próprios italianos estão partindo para algo mais multipropósito. Este sim, eu acho extremamente útil para o futuro da MB:
https://youtu.be/6LgoWgXet8s

diego
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diego

Luiz Monteiro 19 de outubro de 2017 at 18:48 – Prezado, sem a necessidade de reinventar a roda, seria apenas uma questão de engenharia. O único detalhe seria a utilização apenas dos elevadores laterais pois o de vante teria que deixar de existir para dar espaço para catapulta de vante principal alongada. Quanto a geração de energia não penso ser necessário reatores nucleares, pode se manter um modelo de propulsão convencional só que atual o que lhe garantiria maior autonomia pois deixaria de usar para propulsão aquele velho olho betuminoso… enfim, desistir do A-12 é um desserviço pois o custo… Read more »

Dalton
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Dalton

diego… . você mencionou acima sua ideia de enviar o “A 12″… por reboque…já que ele não navega… a um estaleiro americano…o único capaz mal está dando conta da demanda interna… para que ele seja completamente revitalizado e com duas catapultas “EMALS” …que ainda apresenta desafios a serem superados a bordo do USS Gerald Ford mais a compra de 12 “Super Hornets” tudo por 2 bilhões…você não especificou se dólares ou reais, a ser pago em 15 anos e dentro de um prazo de APENAS 2 anos ??? Só os ” 12 Super Hornets” já responderiam por um bilhão de… Read more »

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

WSMDAL 18 de outubro de 2017 at 22:28
Interessante,
_________________________________

Ainda o A 12 ?
Caraca, tem que ter muita paciência.
________________________________

Os Hindis são a bola da vez, se souberem aproveitar ….

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Hindus*

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

LHD
Prefiro o que existe e já funciona

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Os Ausis escolheram essa plataforma, mencionado no final do vídeo.

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

A Turkia irá contruir o seu em parceria com a España (Navantia),
o ski jump não sei como ficou no projeto conjunto.

Dalton
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Dalton

Carlos…
.
já foi exposto o modelo e maiores detalhes…será ao menos exteriormente, idêntico ao “Juan Carlos I”.
.
abs

Renan
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Renan

ÁDSON
O Brasil tem plena capacidade de desenvolver um motor linear para lançamento de aeronaves, o que não tem é vontade politica. Pois recusos tecnológicos precisão de tempo e dinheiro para amadurecer

Control
Assino em baixo.
Não penso no A12 como Navio de Guerra, mas sim como laboratório de testes de tecnologia militar.
Podemos e devemos reinventar a roda e testar no A12.
Tudo ( cataputas, propunsão, bancos de cargas …)
Ele pode ser rebocado e testes em mar podem ser realizados.
Seria um enorme laboratório.
Um dia teremos a capacidade de produzir nosso moderno NAE.
Abraços.

diego
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diego

Renan… Um navio aeródromo de testes é um pouco difícil pelo próprio conceito “teste” não ser bem vindo na caserna. Melhor nomear como um NAE ESCOLA, nesse termo, não se perde doutrina e mantem o treinamento. Mesmo que se estalasse apenas uma catapulta EMALS no vante já serviria para tal proposito, se retira os velhos propulsores e caldeiras la da casa de maquinas através de uma cesária na lateral esquerda e se faz uma licitação para fornecedores capazes de construir um motor com as especificações necessárias para manter o barco equilibrado, geradores elétricos que sejam capazes de suportar as baterias… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

O “São Paulo” seria modernizado justamente para servir de “escola” para o próximo Navio… Não rolou, acabou. Já era.
.
Se acontecer a aquisição de um Navio Aeródromo novo, é coisa para ~2035… Não tem mais lógica colocar dinheiro no “São Paulo”.
.
O caminho da força de superfície é renovar os Escoltas e tentar comprar um bom par de Navios de Propósitos Múltiplos. Se o Navio Aeródromo não sair até 2030 ( e certamente não sairá), vamos atrás de aeronaves para os novos NPM.

Control
Visitante

Srs
Jovem Bardini
Dentro da filosofia e visão puramente de defesa apregoada como sendo a coerente com nossa postura no mundo, onde entram navios anfíbios, caso dos NPM. navios sabidamente próprios para a projeção de poder?
Sds

Bardini
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Bardini

Control, . Não gosto dessa visão puramente defensiva, embora seja o básico e o racional… . O NPM não seria um simples LHD, como um “Mistral” ou um não tão útil LPH, como o “Ocean”. Teria de ser algo mais capaz e polivalente, algo mais parecido com um LHA americano. Só que guardadas as devidas proporções $$$, claro… . Algo semelhante a isto: . Precisamos de um navio que atenda varias necessidades básicas da MB. Esse seria o NPM. . perceba que, mesmo que o novo Navio Aeródromo um dia se torne realidade (Coisa difícil), o NPM ainda seira extremamente… Read more »

Control
Visitante

Srs Jovem Bardini Mas a questão é que a visão geopolítica e estratégica geral é que devem direcionar o planejamento de uma marinha e consequentemente, sua estrutura e seus meios. Se uma marinha deve ter caráter defensivo, navios para projeção de poder são desnecessários, e, se em sua atribuição de defesa uma marinha precisar operar longe da costa, ela precisará de PA’s. Ou seja, no caso da MB, se ela deve focar seu planejamento em ações defensivas no mar, não há porque adquirir NPM’s, mas sim, há fundamentadas razões para ela adquirir PA’s, de defesa de frota para operações longe… Read more »