USS Nimitz (CVN 68), USS Kitty Hawk (CV 63) e USS John C. Stennis (CVN 74) Carrier Strike Groups transitam em formação durante exercício para foto aérea em 14 de agosto de 2007. Uma formação sermelhante deverá ocorrer na próxima semana, durante a visita do Presidente dos EUA Donald Trump à Ásia. Foto: US Navy

Por Geoff Ziezulewicz e David B. Larter

O raro movimento da Marinha dos EUA para desdobrar simultaneamente três porta-aviões no Pacífico criará uma grande exibição de poder marítimo americano no momento em que o presidente Donald Trump planeja visitar a região pela primeira vez na próxima semana.

Os três porta-aviões da US Navy — acompanhados por mais de 20 mil marinheiros, centenas de aeronaves e uma série de destróieres e cruzadores — estarão em trânsito na área de operações da 7ª Frota, com sede no Japão.

É uma ocorrência incomum e vem em um momento de tensão crescente com a Coreia do Norte, que tem ameaçado repetidamente os Estados Unidos e tem feito testes de mísseis provocativos contínuos nos últimos meses.

A última vez que a Marinha operou três grupos de porta-aviões em conjunto foi em 2007, disse o tenente Kenneth McKenzie Jr. a repórteres no dia 26 de outubro. Os porta-aviões USS Nimitz e USS Theodore Roosevelt, com sede na costa oeste, serão acompanhados pelo porta-aviões baseado no Japão, USS Ronald Reagan.

Um exercício conjunto envolvendo as três porta-aviões não foi anunciado publicamente, mas os oficiais da Marinha que falaram sob condição de anonimato disseram que o planejamento está em andamento.

Espera-se que os porta-aviões se encontrem para uma oportunidade de fotografia, do tipo que tem pouco significado operacional, mas sim simbólico para aliados e adversários da região, de acordo com um funcionário com conhecimento do assunto.

A Casa Branca anunciou a viagem de Trump de 12 dias para a Ásia a partir de 3 de novembro. O comandante em chefe fará paradas no Havaí, Japão, Coreia do Sul, China, Vietnã e Filipinas.

Um oficial de defesa disse que os cronogramas sobrepostos dos porta-aviões foram definidos meses antes da Casa Branca finalizar seus planos para a visita de Trump.

“Certamente não é algo que planejamos coordenar com mais ninguém”, disse o oficial de defesa, que pediu anonimato porque não estava autorizado a falar sobre o assunto.

No momento em que os desdobramentos dos porta-aviões foram planejados, a mensagem foi direcionada mais para a disputa sobre as reivindicações da China no Mar da China Meridional, em vez da Coreia do Norte, disse um funcionário.

O Chefe do Joint Chiefs of Staff, general Joseph Dunford, esteve na Coreia do Sul esta semana, e minimizou o momento da chegada dos porta-aviões, dizendo que o movimento estava programado há vários meses.

Dunford disse que porta-aviões não estão “especificamente dirigidos para a Coreia do Norte”.

No entanto, muitos especialistas da Marinha dizem que a mensagem será inegável quando tanto poder aéreo e naval estiver em uma região onde o presidente dos EUA está visitando, e no quintal da Coreia do Norte.

“Sem dúvida, muitos observadores notarão a confluência e juntarão dois e dois”, disse Jan Van Tol, capitão da Marinha aposentado que comandou navios de guerra na 7ª Frota, ao Navy Times.

Os grupos de porta-aviões que se sobrepõem em um comando não são incomuns, disse Van Tol. No entanto, acrescentou: “Seria interessante se um ou ambos os porta-aviões baseados na costa oeste fizessem uma visita portuária ao Japão ou na Coreia do Sul.

“Isso pode ser sinalizado para os atores regionais”, disse Van Tol.

A Marinha tem um total de 10 porta-aviões, e nenhum deles está atualmente na Região do Comando Central dos EUA, disseram oficiais da Marinha.

Alguns expressaram preocupação de que, em uma situação de alta tensão como a de Washington e Pyongyang, pequenos erros ou mal-entendidos poderiam provocar um conflito.

Van Tol disse que não vê os porta-aviões reunidos na região como um desses catalisadores, enquanto Trump faz a visita.

“Ao contrário do estereótipo do louco de Kim Jung-Un, Kim e o regime são altamente racionais, se profundamente maus”, disse Van Tol.

“Este regime atrasado e de pobreza conseguiu sobreviver por muitos anos, enquanto extorquem todo tipo de coisas de pessoas de fora e continuam implacavelmente em direção ao seu objetivo”.

Operacionalmente, no entanto, três porta-aviões são um “número mágico”, disse Jerry Hendrix, um capitão aposentado da Marinha que agora é um membro sênior no “think tank” Center for a New American Security.

Um porta-aviões pode operar 12 a 14 horas por dia antes de ter que fazer uma pausa nas operações para a manutenção do convés de voo e o descanso da tripulação.

Dois porta-aviões podem operar durante 24 horas por dia, mas apenas por seis dias seguidos. No sétimo dia, é preciso pausar as operações para manutenção, enquanto o outro faria a pausa no oitavo dia, disse ele.

“Mas quando chegam três porta-aviões, pode-se obter uma reação crítica onde podemos operar 24/7, 365”, disse Hendrix ao Navy Times.

Ainda assim, Hendrix pensa que os três porta-aviões que convergem são mais um caso de “diplomacia coerciva” do que qualquer preparação para uma operação militar.

Os grupos de ataque enviam uma mensagem não apenas para a Coreia do Norte, mas para a China, que Trump deverá visitar no mês que vem.

“Eu não ficaria surpreso se os exercícios ocorressem em alguma região geográfica que está sendo contestada para demonstrar que os Estados Unidos têm a capacidade de operar no alto mar quando e onde quiserem”, disse Hendrix.

O fato de o Pentágono indicar que o exercício de porta-aviões vai acontecer também mostra que isso não é preparação para um ataque, disse ele.

“É muito improvável que os Estados Unidos pretendam iniciar uma guerra com o nosso presidente na região”, disse Hendrix. “Este é um sinal forte para os tradicionais aliados e parceiros dos EUA na região”.

FONTE: Defense News

32 COMMENTS

  1. Destaque para “Operar 24/7, 365”.
    Duvidas…
    1) Esses cara vão estacionar na Coréia do Sul tbm, isso msm ou vão parar pelo Japão?
    Se bem que a distância entre os dois países é minima..
    2)Essa galera toda vai armada até os dente ou nem tanto?

  2. Se eu fosse Trump não colocaria o pé no território de um adversário como a China.
    E em países com as Filipinas? O risco de um atentado ou coisa pior já que o presidente é meio doidão… Já disse uns palavrões com Trump… E se não me engano há Estado islâmico nas Filipinas, se não me engano…
    É muita ousadia…
    Especialmente se fizer discursos contundentes em território inimigo.
    Se eu fosse Trump, cortava as asas da China. Tem crescido com apoio de empresas americanas…
    Apple e Nike fabricam lá, por exemplo…

  3. Nestas horas temos que pedir a Deus que coloque algum juízo na cabeça do Kim maluco e do Trump doido, e que os assessores e conselheiros do Trump façam um trabalho decente. Risco gigante de um conflito enorme se iniciar

  4. Países tem interesses, devem sair bons neócios nessas visitas.
    A demostração de força é natural, muito bom aliás.

  5. Muito provocativo por parte do Trump, provavelmente vai dar alguma m@#$%, ou durante as visitas ou em decorrência delas :S.
    *Coitado do pessoal do serviço secreto que fica responsável pela segurança do presidente, devem estar de cabelo em pé.

  6. Olá pessoal, olha meu temor é que o Ditador Comunista resolva fazer um teste de míssil durante a visita do Presidente Republicano, o que pode ser entendio como um ataque e acabe servindo de espoleta para esse barril de pólvora que é a Asia nesse momento, até por que como que ficaria a cara do Norte Americano com um teste realizado em sua presença… Porém um ataque de fato acho difícil de acontecer. No jogo de quem tem mais ovos quem pode sair perdendo é a população civil da região infelizmente, e espero que isso pese nas decisões e impeça um conflito.

  7. Seria preocupante se o USS Theodore Roosevelt tivesse saído às pressas ao invés de cumprir
    um rigoroso e longo treinamento e junto fosse o USS Carl Vinson que está sendo mantido como o NAe de prontidão na costa oeste.
    .
    O USS Nimitz está voltando para casa um pouco mais cedo para que a tripulação possa passar as festividades de fim de ano com seus familiares…o USS Theodore Roosevelt está a caminho para substituí-lo na V Frota e o USS Ronald Reagan está fazendo sua segunda patrulha anual que sempre ocorre nesse período.
    .
    Claro que é uma mostra de força, mas, também uma coincidência feliz porque o NAe que estava de guarda na V Frota o USS Nimitz está sendo substituído por outro que também é baseado no Pacífico, o USS Theodore Roosevelt e não por um baseado no Atlântico que foi
    o caso do USS George Bush quando foi substituído pelo USS Nimitz e isso facilitou às coisas
    para se ter 3 NAes na VII Frota.

  8. A US Navy tem na verdade 11 NAes comissionados…talvez o oficial tenha se referido à 10 por
    conta do USS Gerald Ford ser novo demais e não estar minimamente qualificado para operações,
    isso, só a partir de 2019, mas, da mesma forma não está o USS George Washington também na costa leste que recentemente iniciou sua modernização de meia vida que irá durar até fins de 2021.

  9. Espero que não
    Vendo como o Presidente dos EUA age e fala, não espero coisa boa disso dai não.
    Tá me cheirando a pólvora essa visita dele a
    China !!!

  10. Acabei de ler um texto de pesquisa do GenEx Pinto Silva – A Integração da Eurásia do Século XXI, interessa a parte do texto que fala da tese que diz: Que governar a A “Ilha do Mundo” que é a Eurásia, Governará o Mundo.
    A reorientação dos EUA para Ásia nada mais é que uma estratégia Geopolítica que já foi ate tópico aqui no Naval, O Gordinho esta no meio do caminho e será usado pra este proposito.

    http://www.naval.com.br/blog/2012/01/09/china-adverte-eua-a-serem-cuidadosos-em-reorientacao-militar/
    “Cerca de 90 por cento do sistema de defesa antimísseis dos EUA, tanto global como regional, encontra-se na região de Ásia-Pacífico”
    http://www.naval.com.br/blog/2013/04/29/nordeste-asiatico-rumo-a-nova-escalada-armamentista/

  11. Dalton, em caso de um conflito militar de alta intensidade, a estratégia da USN é realmente concentrar tantos meios em uma mesma região? Não é mais factível cada Carrier Strike Group atuando independentemente?

  12. O bom e velho B-52 saindo bem na foto.
    Impressionante a longevidade desse projeto. Viu muito companheiro de céu se aposentando.
    E vai voar um bom tempo ainda.
    Abraço.

  13. Rafael…
    .
    dois NAes operando juntos são mais eficientes ofensivamente e defensivamente, como já demonstrado em combate e em exercícios apoiados pelo restante da máquina militar dos EUA e só reforçando, apesar dos 3 estarem devidamente capacitados para entrar em combate um está lentamente retornando para a costa oeste, USS Nimitz, e outro indo substituí-lo o
    USS Theodore Roosevelt que passará as festividades de fim de ano na V Frota, provavelmente
    no Golfo Pérsico.
    abs

  14. Admiral Dalton,
    .
    Vc escreveu:
    “Claro que é uma mostra de força, mas, também uma coincidência feliz…”
    .
    Então vamos por partes:
    .
    Coincidência é o substantivo feminino que significa o ato de coincidir, indicando acontecimentos que ocorrem simultaneamente.
    Feliz seria algo ditoso, afortunado ou talvez bem-sucedido.
    .
    Uma ocorrência simultânea e afortunada como essa, considerando o momento crítico na península coreana, é uma ‘sorte danada’.
    .
    Em tempo 1:
    Sorte é quando a oportunidade encontra a preparação.
    .
    Entretanto há outras coincidências.
    .
    Saiu no portal ‘Notícias ao Minuto’ (clipping do outlook) uma notícia com a seguinte manchete:
    “Avião americano com ‘radar de ataque’ voa perto da Coreia do Norte.”
    .
    A fonte era o nosso velho conhecido ‘Sputinik News do Brasil’.
    Calma amigos.
    Temos que saber ler nas entrelinhas.
    .
    Transcrevo parte da notícia:
    “Um avião militar com um sistema de radar tático sobrevoou a Coreia do Sul neste domingo (29), em direção à fronteira com a Coreia do Norte, de acordo com um site de monitoramento do tráfego aéreo citado pelo Daily Star. A aeronave corresponderia a um Northrop Grumman E-8 da Força Aérea dos Estados Unidos.”

    “O Boeing 707, modificado com um sistema de radar multifuncional STARS Joint, teria sido voado a cerca de 8.800 metros acima do Chuncheon, a capital da província de Gangwon, cerca de 65 quilômetros da fronteira com a Coreia do Norte.”

    “O sistema de radar aéreo coleta e transmite imagens táticas para comandos terrestres e aéreos, como parte de seu controle de batalha, controle de aeronave e funções de rastreamento de veículos terrestres e aéreos. Não está claro qual era o seu propósito ou o seu destino final, mas tal plano militar é projetado para detectar e identificar alvos inimigos para o ataque. O avião poderia estar avaliando as forças norte-coreanas, sua artilharia ou locais de mísseis perto da fronteira em preparação para o ataque.”
    .
    Certamente a notícia é verdadeira, mas o tom é tendencioso, como devemos esperar. Mas fica bem dentro da coincidência.
    .
    Aqui são poucos neófitos em assuntos de defesa e certamente o Northrop Grumman E-8 Joint Surveillance Target Attack Radar System (Joint STARS) é um velho conhecido.
    Se não for, lá vai o link da wikepedia:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Northrop_Grumman_E-8_Joint_STARS
    .
    Mais uma coincidência?
    Certamente.
    .
    Mas precisamos lembrar do conceito de credible threat…
    … ou em português, ameaça crível.
    .
    Sem discursos inflamados do Kim Jong-un,
    ou twitters (@Twitter) aloprados do Trump,
    O que as forças armadas e o Departamento de Estado ianque estão fazendo é mandando uma mensagem verossímil para a região da Ásia e Pacífico. A mensagem é para a região e não apenas para Pyongyang.
    .
    A credibilidade está nos meios envolvidos, no levantamento de dados críticos para formação de cenários realistas, na concentração de forças aeronavais, no movimento de informações entre aliados e outros que ainda não conhecemos.
    .
    Não seria surpresa descobrir que um dos SSGN classe ‘Ohio’ ou talvez um ‘Virgínia’ tenha desaparecido pelo Pacífico.
    .
    Vai haver guerra?
    Acredito que não e… espero que não.
    .
    Mas a ameaça tem que ser crível.
    Não apenas para sacudir Pyongyang,
    mas também para sensibilizar Beijing.
    .
    Em tempo:
    Prefiro a antiga grafia para a capital chinesa: Pequim.
    Esse negócio de Beijing fica muito soft.
    .
    Forte abraço,
    Ivan, an olfinfantryman.

  15. Ivan…
    .
    talvez não tenha sido muito claro…mas…vamos supor que o NAe que estivesse de guarda
    na V Frota pertencesse à Frota do Atlântico…ao retornar para casa, ele o faria subindo o Mar Vermelho, atravessando o Mediterrâneo e o Atlântico Norte até chegar à Norfolk…foi o que aconteceu com o NAe que precedeu o USS Nimitz…o USS George Bush.
    .
    O USS Nimitz, pertencendo à Frota do Pacífico não tem alternativa…para ele retornar para
    casa ele precisa atravessar o Oceano Pacífico e como sua missão iniciou no dia primeiro de
    junho de 2017 ele precisa retornar no máximo dia 01 de janeiro de 2018…sete meses de
    missão que finalmente está sendo conseguido depois de grande imprevisibilidade com
    missões durando mais de 8 meses, afetando a tripulação e seus familiares e o estado
    material de navios e aeronaves.
    .
    Mesmo eu, já sabia poucos meses atrás que o USS Nimitz retornaria antes das festividades
    de fim de ano e o USS Theodore Roosevelt deixaria San Diego ainda em outubro sendo então
    o único NAe em condições de substituí-lo e coincidentemente pertencente à Frota do Pacífico,
    já que não havia outro no Atlântico para faze-lo.
    .
    abraços

  16. Os navios mercantes da área deverão redobrar o cuidado pois o risco de haver uma colisão vai aumentar exponencialmente…

  17. Admiral Dalton,
    .
    Entendo a coincidência.
    Mas vejo oportunidade.
    .
    Para desencadear um ataque realmente efetivo contra o aparelho nuclear e de mísseis balístico da Coreia do Norte seriam necessários mais que a soma dos navios aeródromos USS Nimitz, USS Theodore Roosevelt e USS Ronald Reagan.
    .
    Por mais espetacular que venha a ser esta frota reunida – três Super Carriers e pelo menos uma dúzia de cruzadores e destroieres lança mísseis – seria necessário muito mais para um ataque arrasador, que impedisse uma reação fulminante de curto alcance ao longo do paralelo 38.
    .
    Mas, ainda assim, vejo a oportunidade de uma rara demonstração de força, inigualável hoje por qualquer outra nação do planeta. Serão quase 500.000 (quinhentas mil) toneladas de diplomacia navegando em formação.
    .
    Por outra, entendo que Pyongyang é apenas um dos destinatários da mensagem.
    A solução da crise na península coreana passa por Beijing, por que foi Pequim que no passado ajudou a construí o monstro encastelado nas montanhas ao norte do malfadado paralelo.
    .
    Coincidência?
    Sim, certamente.
    Mas uma incrível oportunidade.
    .
    Em tempo 3:
    Como todo bom militar é sempre prudente manter os planos de batalha e contingência atualizados. Reconhecimento com Joint STARS, F-35, satélite e tudo mais que possa gerar informações atualizadas são importantes.
    Afinal,
    Vai que… acontece alguma… coisa.
    .
    Abç.,
    Ivan, o Antigo.

  18. Tres porta aviões e suas frotas juntos?Coisa de louco.Se lançam uma bomba termo nuclear,quebram a espinha da marinha.Parece que os militares estão se idiotizando no mundo inteiro.

  19. Antônio 30 de outubro de 2017 at 0:09
    Se eu fosse Trump não colocaria o pé no território de um adversário como a China.
    E em países com as Filipinas? O risco de um atentado ou coisa pior já que o presidente é meio doidão… Já disse uns palavrões com Trump… E se não me engano há Estado islâmico nas Filipinas, se não me engano…
    É muita ousadia…
    Especialmente se fizer discursos contundentes em território inimigo.
    Se eu fosse Trump, cortava as asas da China. Tem crescido com apoio de empresas americanas…
    Apple e Nike fabricam lá, por exemplo…

    Antônio
    Qual é o problema com a China?
    Esses argumentos sem fundamentos! Não passa de um americanófilo fanático e xenofóbico. É um país que trabalha e muito. Existem milhares de brasileiros trabalhando por lá pelas empresas brasileiras que também se instalaram no pólo indústria chinês, principalmente uma gama enorme de filiais de empresas da zona franca de Manaus. A China não força nenhuma empresa a ir para lá, inclusive a Apple e todas as empresas que vão para lá seguem a CLT. Existem centenas de empresas brasileiras aguardando para se instalar na China até 2019. Os americanos só atacam países que usam basucas em camêlos. Os americanos não são loucos de enfrentar a China seu país credor. Até 2030 a PLA Navy será a maior marinha do mundo sem disparar nenhum míssil em cidadãos e muito menos dá uma de polícia do mundo.

  20. “Roberto Barreto 30 de outubro de 2017 at 18:47
    Tres porta aviões e suas frotas juntos?Coisa de louco.Se lançam uma bomba termo nuclear,quebram a espinha da marinha”

    Esse é o bom de ter 11 Porta Aviões.

  21. Ele tá mandando um recado para China assim: Tá… Vcs estão se fortalecendo como um novo poder militar no mundo, mas nós ainda estamos aqui tá?!? Não se mete a besta não, que vcs vão se f…, ok?!?

  22. Ué????
    A US Navy não estava com problemas de manutenção nos Porta Aviões???
    Até pouco tempo tinha 4 PA com várias restrições somente aguandando vaga no dique.
    Sei lá… que maluquice.

  23. Imaginem o Doido Lingua Solta Trump ao ver esses tres “barquinhos” lindos e maravilhosos reunidos e enfileiradinhos com seus respectivos strike groups todos juntinhos. Vai ter um orgasmo de tanta coercitividade, asneiras e ameaças. Lembraria uma hipotética cena do filme Star Wars onde Darth Vader sai imponente e ameaçador de uma daquelas naves gigantescas que lembram porta aviões. Por ser Trump é hilário.

  24. Top Gun Sea…
    Você acha que a China é boazinha?
    O que o fato de haver empresas e cidadãos brasileiros na China afeta em quê minha análise?
    A situação da China atual é um pouco semelhante à do Japão na década de 1980.
    Só que agora muito pior pois a China quer partir para o confronto sem falar nos países, inclusive Tiver, que eles governam com mão de ferro.
    O ocidente viu com bons olhos o crescimento da China para evitar uma catástrofe humanitária com sua população de mais de 1 bilhão de habitantes.
    A China atualmente é uma ameaça maior aos EUA e ao ocidente como um todo inclusive maior do que a União Soviética foi na guerra fria, pois esta não tinha hegemonia econômica…
    Enquanto o ocidente dorme a China trabalha…

  25. Prezados,
    Vamos por partes.
    1- Ao contrário do que alguns acham, a USNAVY não é constituído de otários, estes navios NÃO estarão navegando como o da fota, sim, vai ter um encontro para fotos e videos mas é um momento.
    2- Mesmo que estivessem navegando todos juntos, vão jogar uma bomba nuclear como? Primeiro teriam que localizar os navios, os navios são gigantescos mas o mar é infinitamente maior, por sinal uma das tarefas deles é se manter indetectáveis. Mesmo descobertos, teriam que usar mísseis, aviões ou submarinos para o ataque, convenhamos, beira o impossível um pais como a coreia do norte fazer isto, já a China até poderia, mas em escala reduzida.
    3- Assumindo que pudessem jogar uma bomba nuclear, a resposta seria devastadora para quem fizesse o ataque.
    4- 3 Porta aviões para acabar com a Coreia seria meio palito, a Coreia do Norte é um pais que investe muito na área bélica mas é dificil acreditar que existam dezenas de bases onde um missil intercontinental possa ser lançado. Temos que lembrar que a USAF não ficaria só olhando, eles possuem muitas bases na região, isto sem contar os aliados que poderia ceder as suas bases.
    Por tudo isto, concordo com o Dalton (como discordar dele), é uma coincidência.
    Antes que alguns entrem com teorias de conspiração, Trump não pode de supetão entrar em guerra com a Coreia do Norte, este ultimo sim pode fazer isto mas os gringos tem todo um controle de pesos e contra-pesos para evitar alguma loucura. O mundo não acabou em uma guerra nuclear por causa destes controles, de repente dentro de alguns anos (10, 20 anos), toda este controle se torne pública, mas um ataque surpresa em uma região tão sensível não me parece viável, AGORA, algo que vai crescendo de intensidade é possível sim. Um teste de um míssil Coreano mal sucedido, caindo em alguma região povoada pode ser um sinal para uma meleca total.

  26. Valim…
    .
    a US Navy tem um monte de problemas…mas…ainda é capaz de substituir um NAe no
    Golfo Pérsico, USS Nimitz, por outro, USS Theodore Roosevelt e esse planejamento foi
    cuidadosamente feito muito antes da viagem do Presidente…eu mesmo já sabia meses
    atrás que isso iria acontecer.
    .
    Não fossem ambos “Nimitz” e “Roosevelt” pertencentes a Frota do Pacífico, apenas o
    USS Theodore Roosevelt encontraria-se na VII Frota juntamente com o USS Ronald Reagan que está realizando como habitualmente nessa época do ano sua segunda patrulha anual, pois caso o NAe no Golfo Pérsico precisando ser substituído fosse da Frota do Atlântico , o
    mesmo não teria que atravessar o Pacífico para retornar para casa.
    .
    Ainda não é certo que todos os 3 irão operar juntos por alguns dias ou semanas o que
    seria uma oportunidade rara, mas, se acontecer, não irá mudar absolutamente nada, e os
    EUA sabem perfeitamente disso.

  27. O Antônio foi muito feliz em dizer o que venho falando à muito tempo…
    A China atualmente é uma ameaça maior aos EUA e ao ocidente como um todo inclusive maior do que a União Soviética foi na guerra fria, pois esta não tinha hegemonia econômica…
    Enquanto o ocidente dorme a China trabalha…
    Quando o ocidente acordar vai ser tarde demais…

  28. Enquanto o ocidente dorme a China trabalha… é o que ela faz de melhor e chegará a ser a maior potência do bélica e econômica do mundo. E isso incomoda os americanos e seus adeptos e seguidores lambi botas. Controladores de nações, ninguém pode crescer mais que o tio san! Americanos com sua falsa bandeira, um bando de hipócritas, se dizendo liberdade com falsa liberdade mas não passa de ditadores que se intrometem na vida de outros países em detrimento proprio. Se o Brasil tivesse um regime como o da China não haveria ladrões no governo e no congresso e seríamos a maior potência da América Latina, central e Europa.

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