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Custo anual de operação do HMS Ocean

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HMS Ocean

Porta-helicópteros tinha custo anual menor do que um destróier Type 45 e quase o mesmo que uma fragata Type 23

Um documento do Ministério da Defesa britânico disponível na Internet mostra o custo anual (2015) de operação dos navios de superfície da Royal Navy, inclusive do porta-helicópteros HMS Ocean, que era de £ 12,3 milhões (R$ 53,9 milhões). O custo operacional do porta-helicópteros era menor do que um destróier Type 45 e quase o mesmo que uma fragata Type 23 (classe Duke).

A informação foi divulgada para atender a um pedido de informação de um cidadão com base no Freedom of Information Act 2000.

Na tabela anexada ao documento, aparece o custo médio anual para cada uma das classes de navios foi obtido a partir dos custos totais por classe de navio divididos pelo número de navios na classe.

Segundo o documento, os custos anuais médios de funcionamento apenas incluem aqueles que são diretamente atribuíveis aos navios, incluindo custos de pessoal, combustível, visitas a portos, viagens e subsistência, etc.

Os custos anuais médios de funcionamento não incluem:
– Custos de manutenção do domínio marítimo
– Subsídios centrais – nomeação de alistamento e licença (subsídios), continuidade do subsídio de educação, etc.
– Despesas gerais para serviços comuns
– Custos de suporte para bases navais
– Custos de suporte de outras áreas de orçamento de nível máximo do Ministério da Defesa
– Custos centrais, isto é, TI e Comunicações
– Custos de aeronaves
– Treinamento e custos de geração de força

143 COMMENTS

  1. Como a MB não vai usar tanto quanto a RN , nosso custo teoricamente será menor, se aqui ele navegar 40% do que navegava na RN vai ser muito!

  2. “A informação foi divulgada para atender a um pedido de informação de um cidadão com base no Freedom of Information Act 2000…” A RN é uma Marinha de águas azuis e límpidas…

    Antes da MB se preocupar com o custo de operação do seu novo NPhM deverá se preparar para a operação do custo, pois suas contratações de obras, serviços e suprimentos, sob a égide da vetusta e intrincada Lei Geral de Licitações, devem ser mais complexas que as congêneres britânicas…

  3. Será que vem alguma Type 23 pro Brasil ??? … imagina se vir umas 4 fragatas Type 23 junto com o Ocean … ai sim seria delícia

  4. Aí entra o famoso custo Brasil onde tudo pode mudar. Mas seria muito bom se tivéssemos o mesmo acesso que os cidadãos ingleses tem. Realmente navegaremos menos mas acredito que o custo de manutenção será maior pelo fato de similaridade de peças que acredito que seja maior na RN. Além de que teremos de importar peças volta e meia. Peças essas que são produzidas lá e que são muito mais baratas para eles que fabricam no próprio país e em maior quantidade. Mas faz parte. Sds.

  5. O custo do navio é baixo por quê ele é construção civil, não militar. Um navio do porte dele construído para combate tem um custo muito maior. Não podemos utilizá-lo em áreas “quentes”, mas podem ser núcleo de forças de paz. Também pode ser utilizado como apoio, mas nunca em linha de frente. É um remendo para um longo período sem um NAe.

  6. Claro que o Ocean pode ser utilizado em áreas quentes,do mesmo modo que a Classe Invencible foi utilizada no conflito das Falklands.

  7. Um navio de guerra que não pode ir a guerra?
    O pessoal continua com essa história de atribuir maiores custos a navios militares.
    Que não são ocos, que têm compartimentos estanques, que têm triplicidade de sistemas…
    Enquanto isso, um valemax com 400.000 toneladas de deslocamento foi vendido pela vale por 100 milhões.
    Ou seja, um navio 200 vezes maior, o que certamente exige maior complexidade em tudo.
    Mais reforço para evitar que a carga rompa o casco, a estabilidade do próprio navio. Um monstro, mais barato do que a maioria dos navios de guerra 200 vezes menores…
    Ah mas é porque não é oco…
    O aço usado num valemax dava para fazer 200 corvetas…
    Com toda compartimentalização dava para cortar um valemax é encher umas 40 corvetas com compartimentos para nunca afundar…
    É muito dinheiro jogado fora…

  8. Nonato, de onde você tira esse festival de besteiras? e você ainda afirma como se fosse um especialista no assunto!

    Um navio de guerra é muito mais complexo que um navio mercante, tanto na propulsão, quanto pelo sistema de armas, comando e controle e sensores.

    Não tem comparação!

  9. Manuel Flávio 4 de Janeiro de 2018 at 19:18, o que o Francisco Braz quiz dizer quando falou que não podemoa utiliza-lo em áreas “quentes” (e não em águas quentes como você se referiu) é que ele não pode ser utilizado na linha de frente em um conflito e não em uma área tropical/quente

  10. O HMS Ocean foi utilizado várias vezes em áreas de risco (quentes), como na campanha contra a Líbia em 2011.

    O fato do navio empregar técnicas e equipamentos de navios mercantes não tem nada a ver com o fato de poder operar em áreas conflagradas.

    Os navios da classe Mistral também empregam tecnologias de navios mercantes para baratear os custos de construção.

  11. “O HMS Ocean foi utilizado várias vezes em áreas de risco (quentes), como na campanha contra a Líbia em 2011.”
    .
    Lógico… Também poderíamos usá-lo da mesmíssima forma como foi usado na Líbia. É só gastar algumas centenas de milhões de dólares na compra de Apaches e Fragatas e somar forças com a OTAN, que nos ajudaria a proteger o navio.

  12. “Claro que o Ocean pode ser utilizado em áreas quentes,do mesmo modo que a Classe Invencible foi utilizada no conflito das Falklands.”
    .
    O Ocean não é um Invencible. São navios bem diferentes…

  13. Bardini, não fique nervoso só porque a matéria quebrou a cara do pessoal que dizia que o HMS Ocean era caro de operar. Custa o mesmo que uma Type 23.

  14. Isso é no caso deles.
    Quero ver quando tiver de comprar sobressalentes, chamar técnico, mexer em instalçoes feitas para durar 20 anos, pagando tudo em Pound… Aí vai ser outra conversa.
    .
    Se colocar na ponta do lápis e isso aí operar 20 anos custando “preço de RN”, são no mínimo 20 NPa 500t BR que deixou-se de ter. Coisa que é muito mais útil em uma Marinha que não patrulha o próprio quintal.

  15. Nonato, como você mesmo falou, navio de guerra não é oco! Já os mercantes, como você também citou, são exatamente isso, ou seja, ocos!
    Sistemas de propulsão, radares, sonar, e sensores diversos, centro de operações de combate, controle de avarias, acomodações e suporte para uma tripulação que nunca é pequena, sistemas de armas, setores e conveses inferiores compartimentados e estanques, etc, etc…..tudo isso é muito caro! Você vai dizer: “por que é caro?”. Vamos usar o exemplo de radares militares embarcados. Observe a complexidade do local onde esses sistemas operam, a quantidade de processamentos que precisam realizar, alcance de detecção e acompanhamento de alvos, acuracidade dessas detecções, etc, etc…..tudo muito mais complexo do que um radar de uso em um mercante. E quantos engenheiros e técnicos são necessários para projetar, desenvolver e produzir esses radares? Qual o custo? Obviamente é alto. E esse custo todo, partindo do zero até estar operacional e instalado, tem que ser diluído em poucas unidades, pois radares de uso naval são produzidos, com raras exceções, para uso em detrminadas classes de navios…..e depoiis de produzidos, ficam décadas em serviço. Tudo isso entra no custo final! E isso vale para a propulsão, COC’s, sistemas de armas, etc, etc….
    E bem como o Galante falou, não tem comparação entre um mercante e um militar…..não tem como fazer paralelo entre eles.

  16. A utilização do NPhM da MB em área conflagrada foi dita, s.m.j., em teoria, para refutar a tese contrária. É evidente que cogita-se para tanto as escoltas e o apoio aéreo de praxe… Não teríamos essa plena autonomia hoje mas nada impede, se convocados, sob um mandado da ONU, mesmo num futuro próximo, que o NPhM partícipe de uma força de coalizão com tais recursos… Em teoria…

    • MadMax, as fragatas Type 23 são movidas a turbinas a gás, consomem mais que os motores diesel do Ocean. E os sistemas de armas das fragatas são bem mais complexos, com custo maior de manutenção.

  17. Olha o Nonato na área, com seu show de horrores.
    kkkkkkkkk
    virou piada.
    É aquele típico caso de alguns aqui, que, quando se vê o nome, automaticamente o cérebro devolve a palavra: PIADA!

    Temos aquele que é frustrado com a Embraer, aquele que se diz professor, aquele que se acha o cara com a imagem da cruz de ferro e o Nonato, grande especialista em coisa nenhuma e analogias ridículas.

  18. Airacobra 4 de Janeiro de 2018 at 20:00

    Airacobra, as Falklands não é área quente de temperatura. Eu usei a mesma expressão que o Francisco Braz havia utilizado para respondê-lo, que são áreas de risco.

  19. Olá Bardini!
    .
    O Ocean custou barato para comprar e se é barato de operar, tendo o mesmo custo de uma Type 23 e com certeza mais barato do que uma Tamandaré, oque temos de questionar é a compra das Tamandaré. E aí concordo contigo: muito mais úteis seriam 16/20 navios de patrulha oceânicos do que 4 Tamandarés. Na minha opnião o Ocean foi uma boa compra de oportunidade: é, e será por muito tempo o navio mais capaz da MB, custando 1/4 do preço de uma única Tamandaré.
    .
    E sejamos sinceros: para participar de missões de paz da ONU, o Ocean é mais do que suficiente.
    .
    Quanto à escoltas, para quem nem faz patrulha, ter escoltas é desperdício de dinheiro: navegarão sempre mal armadas e farão missões de patrulha em 90% de sua vida operacional.

  20. ONU isso, ONU aquilo… Se fosse pautar as aquisições da MB por participação em missões da ONU precisamos é de mais Escoltas, para cobrir encrencas do tipo UNIFIL.
    .
    E pra intervir seja lá onde, apoiando e participando seja lá que tipo de intervenção da OTAN, cujo qual nem parte fazemos, já se tem o Bahia, que é muito mais útil.
    .
    Mas enfim. Deixa pra lá…

  21. O Ocean saiu barato, mas tb acho que esse navio deve ser o limite de sonho da marinha nos próximos 20 anos, NAe só daqui a 30 anos ou mais , um país que não têm navio patrulha oceânico suficiente para seu litoral não pode sonhar em ter 2 NAe, primeiro escoltas, patrulhas, navio de varredura , navio de apoio logístico, ai sim pensar em ter 1 NAe.

  22. Zorann, também acho o preço estimado das tamandarés um absurdo e, enquanto contribuinte, preferia que essa grana fosse empregada em navios maiores e mais capazes, como a KDX II sul coreana, por exemplo.

    Mas daí você dizer que é melhor comprar 20 patrulhas com essa grana. Seria o caso, então, de declarar logo a MB uma guarda costeira? Porque se a Marinha de um país desse tamanho não tiver pretensão de comprar uma escolta descente, é melhor fechar as portas e pedir par alguém nos defender.

    E, pelo pouquíssimo que tive a capacidade de avaliar e ler comentários de outros foristas mais entendidos, me parece que a Tamandaré está longe de ser mal armada!

  23. Eu insisto, insisto, e cada vez mais o tempo passa mais as informações vão convergindo.
    .
    É isto mesmo, o Ocean possui custo operacional barato.
    .
    Especificação mercante que se ajusta muito bem e na melhor casamento possível quando se trata de um navio anfíbio. Sim, São ocos, podem ter uma melhor eletrônica embarcada ou não, podem ter uma casca dura blindada ou não mas em essência, são muito similares a um ro-ro ship
    .
    Mas existe ao que está chamando a atenção aí…porque o Albion custaria o dobro do Ocean, e sendo assim, porque não seria o Albion posto então na reserva em seu lugar? Toda esta diferença seria por conta da doca alagada?
    .

  24. Posos estar enganado,mas pelo que eu li,aparentemente o preço elevado da tamandaré se deve ao fato de ser um projeto totalmete novo,bastante moderno(uma das corvetas mias modernas disponiveis no mundo),além de servir tbm como investimento no desenvolvimento interno desses tipos de equipamentos. Portanto eu sou super a favor do preço,considero esses gastos como investimentos,diferentemente de muita gente que parece nao ter visao de futuro. E concordo com o Felipe,ja encheu o saco essa historia de navio patrulha,a MB ja tem uns 20 navios desse tipo,contanta com os novissimos classe amazonas,sem falar que uma fragata ou corveta pode sim fazer papel de um navio patrulha em uma missao pela costa(missao de patrulha,como foi feita na costa do rio durante as olimpiedas e da copa do mundo),para o contexto geopolitico brasileiro,acho que estamos muito bem servidos,ainda mais com o Ocean e o Bahia na equipe,em todo o hemisferio sul do globo a unica forca naval que chega a rivalizar com a brasileira é a australiana,mas mesmo assim a MB ainda fica levemente na frente

  25. Tem vários Nonatos nestes comentários do Trilogia., em todos os assuntos. O que eu mais gosto é quando algum deles diz uma grande asneira como se estivesse proferindo uma aula de grande especialidade em defesa e logo no comentário seguinte vem o Nunão explicando ao cara que ele só falou um monte de asneira. Com toda educação, claro. Já identifiquei uns cinco. 🙂

  26. Mestre Alex,
    .
    Você pode debater e argumentar Sobre ideias dissonantes, mas não deve se referir aos debatedores desta forma.
    .
    Em fóruns debate-se ideias nunca pessoas

  27. O custo militar é alto, porque qualquer equipamento militar seja el uma arma ou um outro sistema, tem no seu preço final um valor muito maior que apenas o do material ou da mão de obra que foi empregada para sua produção, bem como muito mais do que também foi investido no seu desenvolvimento.
    Tem um custo elevado porque simplesmente é uma arma e a indústria de material de defesa obtêm altos lucros, principalmente quando seus produtos são produzidos em pequena escala e empregam tecnologia sensível. Exemplo radares navais militares.
    Vejam senhores qual seria o valor de uma espada de bronze na antiguidade para um outro povo que somente domina-se a tecnologia da pedra. Seu valor por exemplo em ouro seria muito maior que o valor que teve para ser produzida.
    Assim desta forma um fuzil que custa para ser produzido digamos 200 dólares chega a ser vendido no mercado criminoso por R$ 50.000,00. Da mesma forma um torpedo filoguiado chega a custar vários milhões de dólares, 3 a 4 variando.
    Um simples canhão automático antiaéreo de 20 mm, é vendido por valores muitas vezes maiores que o seu seu custo de produção.
    Produzir armamentos é um negócio extremamente lucrativo.
    Por isso não dar para comparar nada da área civil com produtos militares.

  28. Que tabela interessante… o RFA Fort Victoria que e um navio de reabastecimento tem praticamente o mesmo custo de operacao de uma Type 45?

  29. Prezados, ou é muita ingenuidade ou muito patriotismo. O custo será bem mais alto, mas não exatamente no papel. É assim: após certame, poucas empresas foram desclassificadas, digamos, para fornecer manutenção tecnológica, física e lógica para máquinas e sistemas. Está tudo bem. A empresa X ganhou e inicia seu serviço. Tudo continua bem, as notícias na mídia são alvissareiras. Aí o civil da empresa é chamado em alto e ritualizado gabinete, onde ouve: “temos, ordens superiores, de contingenciar 25% da sua operação. Lamento mas terá de reduzir pessoal e meios, é contingenciamento do MinFaz.” Aí vc olha para as faixas do ombro, as estrelas, os móveis impecáveis, e pensa: “e agora, como faço para arrumar verba para dispensar o pessoal?” Aí…te jogam um salva-vidas, com os 33,5m de retinida padrão. “Isso será decisão nossa, o setor é importante, quem sabe podemos encontrar uma solução…” Pronto! Um luz apareceu em céu de borrasca…e vamos nessa!

  30. Olá Adson, Felipe Morais!
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    Todos sabem que a MB nao tem estoque de munição/mísseis para intervir em lugar nenhum. Aliás algumas escoltas navegam com armamentos que nem operam mais. Já li por aqui e em outros sitios que não há nem Exocets para todas as Nierói. Por que acham que com as Tamandarés será diferente? Operarão mal armadas sim. Adianta ter VLS e não ter mísseis nem para preencher os silos? Ou tê-los em quantidade simbólica? Ter, só para dizer que tem, não adianta.
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    Compraram o Ocean, mas cogitam retirar o CIWS Phalanx devido ao seu custo de operação. Querem um navio moderno (usado sim, mas o meio mais moderno da MB), querem dar um salto na capacidade da MB e cogitam desinstalar o CIWS Phalanx devido a seu custo? Se não conseguem manter isto, vão ter grana para ter misseis em estoque para as Tamandaré?
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    Na minha opnião, 4 escoltas operando do jeito que operamos, não farão diferença nenhuma. Não temos uma aviação de patrulha decente, não temos NaPaOc em quantidade suficiente, nem sabemos quem navega por aqui e vamos comprar 4 Tamandarés que farão, no fim, missões de patrulha. Se não mudar a maneira de operar e manter, não adianta ter.
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    Marinha de guerra não se faz com navios com armamentos que não funcionam e/ou com meia duzia de misseis em estoque. A MB demora 5, 6, 7 anos para fazer PMG de um navio!
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    Melhor continuar investindo em submarinos, ter uma aviação de patrulha, vants, navios de patrulha, satélite e fazer pelo menos o básico: saber quem navega aqui e ter condições de negar o uso do mar. Não é ser “guarda-costeira”, é fazer oque está ao nosso alcance e fazer bem feito.
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    Desculpem-me, mas acredito que temos que pensar fora da caixinha. A situação orçamentária não vai melhorar. Temos de pensar a melhor maneira de nos defender com o orçamento que está aí.

  31. Zorann, não cogitam tirar os Phalanx por custo, isto é estoria de forista. O que é possível é negativa dos EUA de não nos permitirem a sua utilização, mas nem nisto acredito. Outra possibilidade é eles não terem entrado na negociação para serem utilizados pela própria RN, mas também acho difícil.
    Sobre as Tamandarés, que nem acho depreciativo chama-las de tamanduá, é que uma Marinha de Guerra não se faz com NaPaOc se faz com buques de guerra. Melhor ter um navio que pode ser municiado do que ter um que só pode flutuar. O MANSUP esta quase ai, e sou capaz de apostar que um míssil superfície/ar ser o próximo, mas nada adiantará se não tivermos meios para opera-los. Devíamos ter na verdade doze corvetas como a Tamandaré para um papel mais próximo da costa e ZEE mais cinco ou seis fragatas de 6000ton ou até mais. Com o Minguão, o Bahia e os subs essa seria nossa “Marinha de Guerra”, nossa Esquadra. Isto não tem nada a ver com meios distritais, e navio patrulha é meio distrital. Aqui o pessoal mistura muito uma com outra. É importantíssimo a patrulha, nossa responsabilidade internacional com o SALVAMAR, etc. Teríamos que ter dois NaPaOc no 5º Distrito, três divididos entre o 8º e o 1º, dois no 2º, três no 3º e dois no 4º, perfazendo doze e todos teríam que ter hangar, hoje temos três e sem hangar, mas quando você diz que temos que abandonar a ideia de termos uma esquadra você esta falando em acabar com a Marinha, só que você não percebeu que esta defendendo isto. Nos meios distritais hoje temos as três Amazonas, duas Macaés, doze Grajaú, dois Bracuí e outros, é muito pouco mas esta infinitamente melhor que a Esquadra. Nossa Esquadra tem como meios que realmente valeriam como combatentes dois ou três subs, a Barroso, o Bahia e agora o Mingão. Não sei como estão os navios de desembarque. Esta é a real situação, a Esquadra precisa urgentemente de meios, e que venham estas quatro corvetas e mais quatro e mais quatro.

  32. Qual seria o componente aéreo do Ocean da MB numa hipotética missão participando duma força naval internacional contra os castro-comunistas que oprimem a Venezuela? Estaría dedicado ao CFN ou teria outro emprego? Quais outros navios anfíbios comporiam a FT Brasileira? Quais escoltas estariam disponíveis? Como os Sub seriam empregados? E o apoio logistico móvel?

  33. Mahan, muitas perguntas que pouquissima gente poderia responder mas com certeza o Brrasil não tem capacidade desta operação, que OBRIGATORIAMENTE teria quer ter o aval da ONU, que jamais iria aprovar uma operação destas.
    No mais, se acontecer algo, teria que ser via os gringos (que também nem estão muito ai com a Venezuela), particularmente acredito mais em uma patrulha aero naval do que uma intervenção na Venezuela, invadir o pais com fuzileiros navais não tem sentido algum. No mais, quem é a favor de mandar os seus filhos para derrubar uma ditadura?

  34. Se a manutenção em um pais mais liberal que o Brasil é de 53 milhões, aqui não será por menos de 100 milhões de reais.

  35. Guevara-mickey…
    O assunto é custo operacional… De onde saiu custo de manutenção????
    Ah, tá mais barato que o nosso nae tá!

  36. R$ 53,9 milhões, barato ?
    Tão de S . . . . .
    Uma coisa é comprar peça e chamar técnico na ‘esquina’, outra é mandar vir do outro lado do Ocean, digo oceano.
    Quando comprara o São Paulo, muita gente bateu palma (inclusive eu), hoje reconheço que foi um erro. Mas tem muita gente que finge ter criticado na época e elogia o “Elefante Albino”.
    Quero ver daqui a 10 anos. (queria ver os comentários na época da compra do A12).

  37. Só lembrando:
    “Segundo o documento, os custos anuais médios de funcionamento apenas incluem aqueles que são diretamente atribuíveis aos navios, incluindo custos de pessoal, combustível, visitas a portos, viagens e subsistência, etc.

    Os custos anuais médios de funcionamento NÃO INCLUEM:
    – Custos de manutenção do domínio marítimo
    – Subsídios centrais – nomeação de alistamento e licença (subsídios), continuidade do subsídio de educação, etc.
    – Despesas gerais para serviços comuns
    – Custos de suporte para bases navais
    – Custos de suporte de outras áreas de orçamento de nível máximo do Ministério da Defesa
    – Custos centrais, isto é, TI e Comunicações
    – Custos de aeronaves
    – Treinamento e custos de geração de força.”

    Ou seja, se o navio tiver tripulação mínima, ficar exclusivamente navegando e fizer absolutamente nada além disso vai custar R$53.000.000,00 por ano ?!
    Isso lá!
    Uma coisa é comprar peça e chamar técnico na ‘esquina’, outra é mandar vir do outro lado do oceano.

  38. Fixação com a Venezuela e seu regime Castro-Comunista-mediunico. Pq não brigar com a França ou a Inglaterra?
    vizinhos com mais historico de intervenção externa que os diabinhos vermelhos. Parecemos aquele saradão, bebado, contando como bateriamos num sujeito 10kg menor. Quero ver esses valentões se a França fechar a foz do Amazonas.
    A França pode sustentar, mas os vermelhos não tem saúde economica nem para o começo.

  39. Nunes Neto: “Um sonho seria terem metido no bolo os 3 River, quebrariam uma árvore!”. Seria uma boa se o pacote incluísse os trés patrulhas oceânicos e o apoio logístico Fort Victória. O preço não ficaria proibitivo.

  40. “Erichwolff 5 de Janeiro de 2018 at 9:16
    Guevara-mickey…
    O assunto é custo operacional… De onde saiu custo de manutenção????
    Ah, tá mais barato que o nosso nae tá!”
    Então passa fácil dos 100 milhões.. Deus nos proteja dos çabios..

  41. Carvalho…
    .
    enquanto o “Ocean” é único na Royal Navy existem 2 classe “Albion” e justamente por terem custo mais elevado um deles permanece em uma espécie de reserva com tripulação muito reduzida durante cerca de 6 anos…então…o navio “ativo” que também passou por manutenções de rotina durante esse tempo, passa para à reserva e o outro assume seu lugar, então sempre há apenas um em serviço.
    abs

  42. jacinto…
    .
    um navio de reabastecimento como o “Fort Victoria” não é qualquer navio…totalmente carregado desloca mais de 35.000 toneladas, tem hangares para 3 helicópteros e uma grande tripulação bem maior que a tripulação de um T-45 o que torna o navio dispendioso.

  43. Como cargas d’água a França vai fechar a foz do Amazonas? Invadindo o Amapá? Além de ser uma total reversão da politica ocidental dos últimos 70 anos, fragmentaria o bloco ocidental. abriria espaço para a influencia russo/chinesa na região. teria logica questionável e utilidade nula

  44. “A informação foi divulgada para atender a um pedido de informação de um cidadão com base no Freedom of Information Act 2000.”
    Como houve comentários dizendo que a RN é mais transparente que a MB, entendo relevante divulgar que no Brasil temos ato similar, que permite ao cidadão buscar dados governamentais, a exemplo do que o cidadão inglês fez:
    “A Lei nº 12.527/2011 regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas. Essa norma entrou em vigor em 16 de maio de 2012 e criou mecanismos que possibilitam, a qualquer pessoa, física ou jurídica, sem necessidade de apresentar motivo, o recebimento de informações públicas dos órgãos e entidades.
    A Lei vale para os três Poderes da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, inclusive aos Tribunais de Conta e Ministério Público. Entidades privadas sem fins lucrativos também são obrigadas a dar publicidade a informações referentes ao recebimento e à destinação dos recursos públicos por elas recebidos.”

  45. Dalton 5 de Janeiro de 2018 at 10:25

    Obrigado pela resposta.

    Embora eu acredite piamente naquela idéia de que logística é o que ganha guerras (“Amadores pensam em estratégia, generais em logística”) eu não imaginava que o custo de um navio de logística era tão grande quanto o de um combatente da classe de uma T-45.

  46. Como não teremos o mesmo acesso aos custos do navio como os cidadãos ingleses, podem ter certeza que os custos do Ocean no Brasil serão muito maiores. Na Inglaterra os padrinhos do navio não tomam tanto “cafezinho”…

  47. Delfim…
    .
    dessa forma o “Minas Gerais” também poderia ser classificado como um “mercante militarizado” já que foi construído como todos da classe “Colossus” utilizando-se “técnicas mercantes” para se ter um navio mais barato e de construção mais rápida…e os navios da classe “Colossus” acabaram sendo muito bem vistos por seus usuários.
    .
    O “Ocean” é um navio “anfíbio” projetado para operar com helicópteros principalmente de transporte para desembarque de tropas e seus equipamentos e não foi projetado para
    operar com aeronaves VTOL ou melhor STOVL…nunca operou com aeronaves como o
    “Harrier” apesar de ser capaz de transporta-los, mas, isso até um navio de carga como o
    “Atlantic Conveyor” foi capaz de fazer em 1982.
    abs

  48. jacinto…
    .
    tudo depende do tipo de navio logístico…a US Navy por exemplo colocou na reserva muito prematuramente 2 de seus 4 gigantescos navios logísticos da classe “Supply” em 2014 e 2016 quando contavam com apenas cerca de 20 anos de uso por serem muito caros de manter, por conta da propulsão à turbinas à gás e grandes tripulações.
    .
    Guardadas as devidas proporções entre as marinhas, um “Fort Victoria” é igualmente um grande navio de apoio logístico e caro de operar por conta de uma grande tripulação além de ser bastante solicitado.
    abs

  49. Dalton
    É que sempre que leio “mercante militarizado para operar VTOL”, me lembro do Atlantic Conveyor, que foi pego sem escoltas e defesas.
    Pelo menos que se coloque os Phalanx para funcionar.

  50. Lembrei de uma matéria que passou na Globo. Ela falava sobre isso aqui:
    .
    “- Um filme exibido ontem pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo, mostrou que o único porta-aviões do Brasil, o Minas Gerais, também pode estar servindo à compra irregular de mercadorias no exterior. A Receita Federal vai investigar denúncias de que navios da Marinha em missões oficiais estejam servindo ao contrabando. Fernando Henrique disse ontem ao ministro da Marinha, Mauro César Pereira, que quer o assunto esclarecido. (pág. 1 e 7)”
    .
    http://clipping.radiobras.gov.br/anteriores/1997/sinopses_1906.htm
    .
    A matéria falava de uma “visita”, ou missão, ou seja lá o que for que não lembro agora, e no seu retorno ao Rio estava abarrotado de eletrodomésticos e outras maravilhas do país mais querido e odiado pelos amigos leitores. Os USA, claro. Já que a MB não tinha dinheiro para colocar equipamento de ponta, então, por quê não trazer uma geladeira duplex de última geração para a mulher do comandante?
    .
    Quem sabe, a MB não dê o mesmo uso para o Ocean.
    Quem sabe, dê um uso diferente, condizente com uma marinha de guerra.
    Quem sabe, nem dê uso algum.
    Quem sabe.
    .
    Entendo a alegria de Galante. Mas teimo em concordar com Bardini. Acredito que patrulhas são mais importantes para uma marinha de baixo orçamento do que um navio desse porte.
    Mas quem sou eu além de mais um contribuinte que “contribui” com os devaneios alheios.
    Espero que ele tenha um fim mais glorioso que o do Minas Gerais, navegue mais que o São Paulo, e ajude a MB naquilo que ela objetiva para ele.
    .
    Feliz Ano Novo a todos.
    .
    Grande abraço.

  51. Sem duvida que a discussão sobre a marinha que queremos e principalmente podemos ter é valida, eu particularmente sou da opinião que devemos priorizar a proteção de nossas águas jurisdicionais com Npa e Npaoc e depois partir pra nossas escoltas, mas acho também que não ha como deixar passar uma oportunidade como o Ocean que sem duvida preenche uma lacuna mesmo não sendo a principal.

  52. Nossa, que chatice virou isso aqui.
    Está parecendo a torcida do Vasco comentando as contratações, nada está bom. Especulam Robinho, é criminoso. Especulam Fred, é cone. Especulam não sei quem, é bichado!

    “Ah, há décadas atrás um navio que já saiu da ativa foi utilizado para trazer bugigangas para as patroas, logo o Ocean tbm pode ser”. É claro que pode. Assim como o Bahia, ou o KC390, ou algum caminhão do EB que vá para o Paraguai. Para resolver isso, só trazendo monges orientais para operar nossos meios, e olhe lá!

    “Ah mas 53 milhões não é barato”. Brother, você acha que para operar um monstro desses com todos os seus sistemas e subsistemas, é só trocar o óleo, o filtro de óleo e, quando der, o filtro de ar?

    Pelo amor de Deus, tenham bom senso. Se a Marinha não quer ter custo de operação, que compre uma dúzia de veleiros e passe a utilizar a força dos ventos.

    E essa questão de “ah era melhor gastar a grana nas escoltas”. Velho, a MB viu a oportunidade de ter um novo capitânia em bom estado e por um preço ótimo, ponto final. Aqui não tem esse negócio de GF dizer “ah vocês gastaram a grana com o Ocean agora querem mais para corverta”. Não, a cada grande negociação é a mesma coisa, troca disso por aquilo, recurso por apoio etc. O Mourão esses dias falou do balcão de negocio e é isso mesmo.
    Mesmo sem Ocean, seria necessário um choro pela tamandarés. Agora com o Ocean, será necessário o mesmo choro. Ou vocês ainda estão nessa de “no hay plata”? Plata hay, mas nos lugares errados e todos sabemos disso.

  53. Resposta a Bardini 5 de Janeiro de 2018 at 11:10

    No caso trazido por você a informação não foi prestada sob entendimento de que os contratos eram sigilosos, inclusive por cláusula de confidencialidade internacional, sujeita a multa. Uma boa tentativa seria algum colega ter a pachorra de pedir as mesmas informações prestadas pela Royal Navy, no link que você mandou certamente se acessa toda a orientação para pedir as informações. Seria até um estudo de caso, comparar os gastos.

  54. Delfim…
    .
    o excesso de confiança dos britânicos, de certa forma justificado pelo andar dos combates acabou sendo mais importante na perda do “Atlantic Conveyor,” que deveria ter sido mantido mais na retaguarda do que a falta de armamento defensivo…na época nenhum navio da Royal Navy possuía algo como o “Phalanx” e os escoltas provavelmente estavam bem ocupados.
    .
    Da mesma forma que o “Mattoso Maia” nunca teve seu “Phalanx” operacional, uma decisão da
    marinha brasileira e que nunca fez falta a ele é bem possível que o “Ocean” venha sem os
    3 “Phalanx” também por conta de uma decisão da marinha e/ou necessidade dos britânicos
    retirarem os mesmos para uso em outros navios ou manter em estoque.
    .
    abs

  55. Rennany Gomes 5 de Janeiro de 2018 at 10:30
    Concordo que não tem sentido algum MAS as Guianas Francesas estão do lado, dali enviar aviões como Breguet Atlantique ou um dos subnuc e minar a foz do Amazons é uma baba.
    Temos que lembrar que quase caímos no tapa com eles, mas repito, concordo com vc, não tem sentido algum algo deste tipo acontecer.

    Delfim Sobreira 5 de Janeiro de 2018 at 12:54
    Acho que podíamos tirar esta neura do Phalanx, sinceramente vendo o potencial uso do Ocean pela MB, a presença dele está muito longe do necessário, no fundo, se houver a necessidade do uso do do Vulcan Phalanx estaremos muitíssimo encrencados.
    Concordo que é melhor ter e não usar do que querer usar e não ter, mas a vinda (ou não) do Phalanx está virando uma lenda. Já foi explicado aqui várias vezes a utilidade dele na MB.
    Abraços

  56. Nilson 5 de Janeiro de 2018 at 13:33
    .
    Então vamos pedir a conta do NAe São Paulo, para ver se esse custo do Ocean a preço de RN é “barato”.

  57. O ocean foi uma excelente compra de oportunidade,o Brasil não precisa de porta aviões e nem tem grana para tal.È se aparecer as type inglesas compra também as escoltas ai se puder compre as australianas.Quanto os navios patrulhas do jeito que está ai pouco armadas,sem misseis não vão valer muita coisa pois qualquer sub ou fragata estrangeira põem elas a pique antes de dar o sinal.Podemos investir em drones,dirigiveis patrulhas aviões patrulhas,radares na costa satélites espiões etc.

  58. Só para analogia rasteira, sem maiores pretensões.
    Vejam a diferença do interior de um B737 Cargo e AEW&C.
    Não surprende que um AEW&C seja muito mais caro de adquirir e operar.
    . https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRQ53Bl42cPJT–hRd4NkTifQ6NRtKHk9M0A-NHfMv203PSXEWbpzRYYaLt
    .
    . http://1.bp.blogspot.com/-YaXOWxYZkYk/VoUTXDRr1vI/AAAAAAAA3a8/RtzrqavlUaM/s640/Australian%2BAir%2BForce%2BWedgetail%2BAWACS%2Bcombat%2Bcoordination%2B1.jpg

  59. Zorann…

    Não faz o menor sentido comparar o preço de tipos distintos ( uma fragata e um LPH )construídos a vinte anos atrás com o que se projeta para uma ‘Tamandaré’…! Um navio semelhante ao ‘HMS Ocean’ custaria certamente mais de 500 milhões de dólares, fosse ser construído nos dias de hoje. E uma fragata como a ‘Type 23’ dificilmente iria ficar menos US$ 600 milhões em estaleiros ocidentais atualmente.

    Também não tem como uma ‘Tamandaré’ custar o mesmo que uma Type 23 para manter… São navios de classes distintas e serão equipados de forma igualmente distinta. Começa pela propulsão, com um CODAD vs CODLAG. Não há dúvidas que o arranjo do vaso inglês é muito mais custoso…. E imagine dotar uma fragata de mais de 4900 toneladas com silos ( uns 32 VLS no lugar de tudo e encher isso com mísseis ) e outros sistemas básicos para combate EG ( sonar de casco, radar 3D, etc ), e ainda 1/3 a mais de tripulantes que o projetado para uma ‘Tamandaré’.

  60. Senhores,

    Muita calma nessa hora…. vários pontos aí precisam ser levados em conta, por exemplo, o Ocean estava no estaleiro de 2012 até quase o meio de 2014. Quando voltou a operar ainda ficou alguns meses nos testes e não foi tão utilizado quanto poderia. Sendo assim, a qual ano ou período a tabela do meio de 2015 faz referência?

    Como o documento da Royal Navy deixa claro, esse é o custo quase “limpo” de operar o navio, em cima disso tem um belo múltiplo a ser adicionado e isso é antes de entrarmos nos custos da ala aérea, incluindo manutenção e afins.

    Como vários aí já mencionaram, o custo para a Royal Navy, em sua maior parte nos UK, não será necessariamente o custo da MB, no Brasil. Sem contar que, por envolver combustível e outras variáveis, vai depender muito da utilização do meio.

    Enfim, vamos com calma nas análises em cima de informações incompletas, com um timeframe desconhecido, em um mercado que é muito diferente do nosso. Dado o histórico nacional de custos, prazos e afins, devo dizer que sou bastante cético a qualquer idéia de que o Ocean será “barato” de alguma maneira.

    E de barato entendemos… afinal quem compra Porta-Aviões por 12 milhões de dólares* e acha que fez bom negócio….

    * Caso alguém tenha esquecido, esse foi o preço de compra oficial do São-Paulo. O preço de um bom iate…

  61. Pois é !!!
    Vendo todos os posts aí de cima do meu, já To até me conformando com a compra das OHP desdentadas (aquisição tampão p/ a MB).
    E aí MO ?!
    Tá feliz agora ?!
    Galante;
    Vou criar um blog dentro do seu blog !!!
    Os adoradores de OHP !!!
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Brincadeiras a parte, vejo que em relação custo X beneficio a MB fez uma boa escolha
    (HMS Ocean).
    Agora precisamos objetivar as Tamandas e depois sair à caça dos tampões e dar seguimentos aos Napas e correr atrás de mais dois ou três Napas Oceânicos é um Navio de apoio Logístico.
    Tudo isso entre 5 a 10 anos.
    Vai ser uma corrida contra o tempo.
    Mas ainda bem que as autoridades acordaram e viram que a MB ficou meio que como aquele filme “Esqueceram de mim 1,2 e o 3).
    Mas tá valendo !!!
    Legal !!!
    Esqueci !!!
    Os Scorpenes e base de Itaguaí !!!
    O kbeça minha !!!
    Kkkkkkkkkkkkk

  62. Pessoal, a França intervém em países da África, pois há minerais estratégicos (urânio) dentre outros, e os governos “pedem” a intervenção.
    Esta teoria louca da França, bloquear a foz do Amazonas, vai contra mas de 100 anos de diplomacia e tratativas entre o Brasil e países europeus. Se ela o fizesse, sairia com o rabo entre as pernas, como episódio da intervenção anglo-francesa no canal de Suez. Com o agravante que além dos EUA e Rússia, hoje tbm temos a China, como potência global.
    Ou vc acham que os franceses vão querer, navios russos e chineses, conseguindo uma base aqui no Atlântico Sul???

  63. Amigos, como leigo, gostaria de um esclarecimento. Caso os americanos vetem a vinda do CIWS Phalanx, seria ruim o Brasil comprar o sistema Kashtan dos russos? Imagino que seja caro de operar, mas parece ser uma arma e tanto. Seria difícil de enquadrá-lo em nossas despesas, necessidades e doutrina?

  64. Li acima um comentário sobre o possível contrabando trazido em navios da MB qdo voltando de missão no exterior… deixo aqui uma situação… um navio do porte de um NDD tem uma capacidade de transporte de FNs + tripulação + DAE de cerca de 750 militares… vamos supor que cada um traga um forno de microondas, que custam menos de U$500,00 a cota de cada brasileiro que viaja ao exterior… serão 750 unidades! Isto e contratando?

  65. Ronaldo de souza gonçalves, tu não sabes a diferença entre um navio de patrulha e uma corveta ou Fragata?Olha a diferença Navio de “Patrulha”-Navio de “Guerra”. Patrulha e Guerra são coisas diferentes, e igual a querer comparar um vigilante de supermercado (38) com um soltado (granada, fuzil, pistola, bazuca, .50) , entendeu?

  66. “Ingrato é aquele que esquece a pátria e os amigos de infância, quando tem a felicidade de encontrar na vida, o oásis da prosperidade e da fortuna.”

  67. “Um navio semelhante ao ‘HMS Ocean’ custaria certamente mais de 500 milhões de dólares, fosse ser construído nos dias de hoje. E uma fragata como a ‘Type 23’ dificilmente iria ficar menos US$ 600 milhões em estaleiros ocidentais atualmente”.

    Qual classe de navio LHD construído atualmente que poderia se comparar as dimensões do HMS Ocean?

    Os argelinos compraram um LHD da fincantieri,uma versão ampliada e melhorada da classe de San Giorgio .o navio chamado de Kalaat Beni Abbes ( L-474 ), mede 143 metros de comprimento e 21,5 metros de largura.
    Custou mais de 400 milhões de euros e é bem menor que um classe mistral…

    Ao invés de alguns reclamarem pela “sucata” comprada da Royal Navy,agradeçam a tesoura do MoD britânico,que está cortando gastos militares a torto e a direito.
    Tanto militares e sociedade inglesa são contra a venda do navio,assim como o parlamento que questionou a venda devido ao término de sua recente modernização,será posto a venda.

    Boas compras de oportunidade serão mais difíceis de aparecer,compramos o NDD Bahia com idade de 20 anos,assim como o Ocean,que juntos com os classe amazonas serão os navios mais novos da MB juntamente com o Vital de Oliveira.

    Agradeçam que não somos ainda uma marinha argentina…

  68. Eu i da não entendi o porque do Albino custar o dobro do Ocean. Ou um trabalhou demais e o outro de menos. Possuem porte similar, motorização similar idem.
    .
    Se for uma simples alocação de centro de custo, as folhas de serviços requisitados podem distorcer muito

  69. Carvalho2008 4 de Janeiro de 2018 at 22:49
    Um link interessante de estudos sobre custos anuais da marinha americana
    https://calhoun.nps.edu/bitstream/handle/10945/10726/11Dec_Antonucci.pdf?sequence=1
    :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    Mestre Galante,
    .
    De uma olhada neste tese sobre projeção de custos da US Navy
    .
    Página 28 tabela 5….resumo da projeção dos navios, de Nae a à patrulhas

  70. Desculpe Galante, mas onde o conflito na Líbia (2011) foi “quente”? Qual a ameaça para um navio operando ao largo da costa? Quais os níveis de ameaça aérea e naval que ele ou sua escolta, enfrentaram?? Em terra, sim, as coisas foram cascudas, mas em termos navais e aéreos, nem tanto. Além do mais, estiveram sob cobertura aérea a partir de bases em terra (principalmente na Itália) de aviões de alta performance. O HMS OCEAN pode dar apoio em algumas operações, mas não é um navio de frente ou capaz de encarar um ambiente de conflito nas áreas naval e aérea. Em terra… Bom, em terra a pia cai na cabeça dos fuzileiros navais.

  71. Ainda bem que compramos o Ocean para nos defender desses piratas franceses vindos do século XVI e XVII para roubar nossa soja que saí por lá.

  72. “Quanto os navios patrulhas do jeito que está ai pouco armadas,sem misseis não vão valer muita coisa pois qualquer sub ou fragata estrangeira põem elas a pique antes de dar o sinal”
    Ronaldo,a função de um navio patrulha nao é entrar em combate com fragatas,corvetas ou submarinos,o objetivo de um navio patrulha é patrulhas as aguas territoriais de uma nação,engajando navios de pascas ilegais,combatendo a pirataria e outras ameaças que chamamos de “ameaças assimetricas”. Pois bem,nos dias atuais,em que essas ameaças sao muito mais constantes do que o risco de paises se enfrentarem militarmente em combate convencional,fizeram com que diversos paises no mundo,nao so o Brasil,focassem sua capacidade militar nesse tipo de combate. Nao faria sentido por exemplo emviar uma fragata missileira combater um grupo de piratas em pequenos botes que operam na costa do golfo da guine por exemplo…. Isso pode ser refletido nessa remodelacao que diversas forcas armadas estao fazendo(substituindo MBT’s por VBTP’s,fragatas por navios patrulha oceanicos,caças de reação a jato por aeronaves do tipo conter insurgency etc…)
    Sds

  73. Ádson
    Sugiro que assista a um video chamado operação missilex da MB,e outro chamado operação dagrao 38. Nesse utlimo mostra bem a operação de 2 navios de desembarque e 4 fragatas da esquadra,o Bahia tbm esta presente juntamente com alguns navios de varredura e desminagem

  74. Emmanuel com todo respeito mas olha só a data da materia kkkkk 1997 WTF, eu nao era nem nascido. E acho que nao tem nada a ver com o assunto em discussao,visto que a questao de utilodade o ocean ja foi bem definida(apoio a catastrofes humanitarias,missoes de combate a unidades designadas pela ONU em missoes de paz e de imposição de paz,reprrsentação diplomatica em paises amigos,patrulha maritima de longa duração)

  75. Apenas lembrando que ‘custos operacionais” da uma nave são muito MENORES que os custos de equipagem, manutenção, qualificação de sistemas e capacitação de tripulação, esses sim, custos verdadeiramente altos e impactantes em qualquer orçamento.
    Custos operacionais correntes indicam praticamente gastos com pessoal e combustível, isso é, despesas de pouca monta, posto que previsíveis.
    Em outras palavras, possuir sempre será mais caro que usar.

  76. Nunes-Neto disse:
    “…primeiro escoltas, patrulhas, navio de varredura , navio de apoio logístico, ai sim pensar em ter 1 NAe.”
    Penso que primeiramente seria uma boa e numerosa frota de submarinos. Posteriormente, não importaria o porte ou classe do navio, desde que com ótimos radares e mísseis de longo alcance.

  77. Concordo que a prioridade são os submarinos convencionais. Com o Prosub, tudo correndo bem, teremos mais 4 subs em 5 anos, ou seja, mesmo descomissionando um dos atuais até lá, ficará uma respeitável (na América Latina e hemisfério sul) flotilha de 8 subs. O que não pode acontecer é parar com apenas 4 construídos (erro que foi cometido com os 209). Quando estiver terminando os 4 Riachuelo tem que contratar mais 4, mesmo que com prazo longo de entrega (8 a 10 anos). Assim, vai conseguir estabilizar a frota de 8 unidades com idade média baixa, dar real utilidade ao dinheirão que está sendo gasto em Itaguaí e consolidar a transferência de tecnologia. Quanto aos demais meios, vai fazendo o que der, uma compra de oportunidade aqui, um programa de algumas unidades ali (já estão em andamento as Tamandaré e os Maracanã). Não tem como construir muita coisa ao mesmo tempo, e porta-aviões, caríssimo, nem pensar antes de conseguir executar o também caríssimo Prosub.

  78. Cristiano GR, quando sugeri a compra dos navios já foi pensando que daqui a poucos anos teremos mais de 7 submarinos, também não adianta ter 20 submarinos e nenhum combatente de superfície! A marinha está com os navios de combate fluvial antigos, os combatentes oceânicos idem, os navios varredura também, navios de patrulha realmente de águas azuis temos somente 3, o restante têm tonelagem baixa os Grajaú estão ficando com idade e os Macaes que iriam teoricamente substitui los laaaaaá na frente (mais de 27 unidades) só temos 2 e um 3 sendo finalizado.Enfim a força de submarinos tá bem na foto em medio prazo, agora o resto dos componentes da MB….Outra de quem fala mal de navio de patrulha, para mim quem desconhece a importância deles no mundo real, vive em supertrunfo ou sonha todo dia com guerra, desconhece a realidade de gastos entre enviar 7 Fragatas para fazer patrulha ou comprar patrulhas para fazer seu trabalho, não que a Fragata ou corveta não possa fazer , mas fazer como rotina vai sair caro!Acho muita viagem a MB querer 2 NAe (RJ e RS), se não têm o básico, para pensar em ter 1 deveríamos possuir, 12 NAPAoc de 1800 ton, 8 corvetas umas 8 fragatas (tudo novo) e uns 10 submarinos, navios de varredura novos, navio de apoio..não têm lógica o Brasil ter NAe, se é pra proteger nosso litoral , bases na costa com aviões de boa autonomia bastam.

  79. Alguns pensam igual aqueles cidadões que moram mal, dormem em colchão no chão , só têm ovo e sardinha para comer todo dia, mas fazem questão de ter um Civic ou BMW zerada na garagem só para aparecer! Navio anfíbio tá bom de mais para a MB mais que isso é viagem na maionese, tá construindo 4 sub novos planejando 1 nuclear, 4 corvetas (fragatas leves) já com financiamento garantido, Navio Bahia combrado, Ocean negociado…agora é Navio de apoio , varreduras e patrulha (fluvial e oceânico).

  80. Dodo 6 de Janeiro de 2018 at 9:28
    Dodo, eu sei que os meios participaram das operações, este não é o caso. O caso é sua real condição, sua real efetividade. Não é desmerecendo a MB, até pelo contrário, é falando da real situação que se forma consciência para que outros também cobrem sua valorização. Sei que nossa valorosa Marinha, em caso de uma nova “Guerra das Lagosta” levantará ferros e partirá para cima. Mas e daí, qual sua efetividade, a nível de sensores, radares, sonares, a nível de proteção AA de área, torpedos, confiabilidade da propulsão, etc. Volto a falar, sobra muito pouco que é realmente efetivo. A Esquadra merece mais respeito que este governo e os últimos tem lhe dado. E aproveito para lhe perguntar, por que não sei mesmo, qual a situação dos navios de desembarque?

  81. Adson,entendo seu argumento,mas acho que as fragatas classe niteroi e as corvetas classe tamandaré sao muito boas,sendo no hemisferio sul uma das melhores a operar,temos que levar em comta que é normal navios de guerra possuirem longo tempo de serviço,por exemplo os navios da marinha dos eua possuem idade media de 35 a 40 anos,como os tyconderoga(nao sei como escrever o nome desse bixo kkkk).Sobre os nabios de desembarque propriamente dito,conheço 2(o matoso e o saboia),o Bahia poderia ser incluido como um “super navio de desembarque”,o que elevaria a quantidade desses navios na armada para 3 unidades,se quiser colocar o ocean como navio de desembarque super super kkkkkk,ai teria 4 navios desse tipo

  82. Dodo…
    .
    o mais antigo destroyer da US Navy o USS Arleigh Burke foi comissionado em 1991, portanto ele está na faixa de 27 anos e como existem 65 deles hoje, isso os transforma na espinha dorsal da US Navy.
    .
    Dos 22 cruzadores”Ticodereroga”, o mais antigo o USS Bunker Hill foi comissionado em 1987
    portanto ele irá completar 31 anos.
    .
    Dos 9 grandes navios de assalto anfíbio, o mais antigo o USS Wasp foi comissionado
    em 1989, portanto ele nem completou 30 anos…dos 11 LPDs classe San Antonio o mais antigo foi comissionado em 2006, ainda nem completou 12 anos e dos 12 LSDs o mais antigo
    foi comissionado em 1986, portanto irá completar 32 anos.
    .
    Dos 11 NAes, 2 deles já completaram 40 anos, porém já passaram pela modernização de meia vida…todos os demais tem 35 anos ou menos, portanto a idade média deles é bem mais baixa que 35 anos !
    .
    O mesmo vale para os navios de apoio e logísticos, então definitivamente a idade média dos navios da US Navy é bem mais baixa que 35 anos ou os 40 que você acredita !
    .
    abs

  83. Dalton,a idade pode nao ser exatamenteessa que eu disse mas estao bem proximas,todos os navios de combate com pelo menos quase 30 anos,essa é a questao,os navios de combate costumam ter a faixa de idade em torno dos 30 a 40 anos,isso sem contar com a revitalizacao como bem foi mencionado no seu comentario,o que aumenta o seu tempo de servico. So por curiosidade, alguem sabe quando a primera fragata classe niteroi foi comissionada ? Foi no final dos anos 70 eu creio,acho que 77 ou 78

  84. Senhores
    Visualizem a China em 1949 e em 1999.
    A Polônia em 1945 e em 1995.
    Os EUA EM 1929 e em 1979.
    O Vietnã em 1940 e em 1990.
    O Egito em 1945 e em 1995.
    O quanto tudo mudou. O quanto pode mudar.
    A AL ainda tem muito pra dar e o continente branco também.
    A França pode não precisar nada em fechar a fiz hj, mas é daqui 20 anos.
    Por que mantém um Regimento na Guiana Francesa e tem acordo de Defesa com o Uruguai.
    Quem domina a foz, domina o Rio. Quem domina o Rio q interioriza o continente, domina o continente.
    Parece viagem? Parece, mas dúvida pra vc ver…. kkk
    Dá mole pra Kojak!

  85. A só completando,idade nao significa mta coisa se o navio for bem amntido e ocasionalmente modernizado. Tomem por exemplo o desastre que esta sendo esse novo zumwalt(ou sei la como se escreve isso) que é super novo mas que constantemente dá uma serie de problemas(inclusive causaram um embarasso qnd pifaram la no panama e precisaram ser rebocados de volta),sou mto mais um pyter the great russo do que um zumwalt,por mais antigo que o pyter seja,pelo menos antigamente se faziam veiculos confiaveis,sem esses complexos sistemas digitalizados que fritam a qualquer problema de circuito(quem ja viu a serie battlestar galactica sabe bem disso,na serie,apos um ataque a terre que se nutraliza todos os sistemas digitais das naves mais modernas,a banheira velha anallgica que era a battlestar galactica,que no momento do ataque estava a de deslocando para ser exposta como museo,é a unica que sobra e se torna o principal vetor de resistencia kkkkk)

  86. Dodo…
    .
    quase 30 é bem diferente de quase 35 ou 40…portanto a idade média dos combatentes de superfície está abaixo dos 30 anos…assim como a idade média dos não combatentes também.
    .
    Há uma proposta que os 28 primeiros “Arleigh Burkes” deverão servir por 35 anos e todos os
    demais inclusive os que ainda entrarão em serviço deverão servir por pelo menos 40 anos…o
    que exigirá mais manutenção, mas, isso é para o futuro, atualmente nenhum combatente de superfície tem mais que 35 anos hoje e de qualquer forma a idade média nunca será de 35
    ou 40 anos porque sempre deverá haver substitutos.
    .
    Como escrevi de cabeça cometi dois errinhos…o “Bunker Hill” foi comissionado em 1986 e o
    mais antigo LSD comissionado em 1985, errei um ano para cada um, mas, o resto está
    certo.
    .
    E de fato a “Niterói” foi incorporada em fins de 1976 ainda no Reino Unido…chegando ao Brasil em agosto de 1977.

  87. Dodo…
    .
    depende da idade…senão nem mesmo compensa modernizar e quanto ao USS Zumwalt, de fato estão ocorrendo problemas por ele ser algo novo…mas…eventualmente os problemas serão corrigidos e muito do que se está aprendendo com ele será utilizado no futuro.
    .
    Também não dá para comparar navios com funções diferentes…o “Pedro o Grande” é um
    grande cruzador e muito maior que o USS Zumwalt que por enquanto continua sendo
    classificado como um navio para ataque terrestre…e o cruzador russo está necessitando
    urgentemente de passar por uma modernização de meia vida e isso anda complicado pelos
    atrasos que vários navios russos sendo modernizados vem experimentando.

  88. Dodo 6 de Janeiro de 2018 at 15:06
    Eu concordo a respeito das Tamandarés e também da vida longa de navios, mas as Niterói estão no final dela, a Greenhalgh já passaram do aceitável, as duas Inhaúmas estão no osso, ou seja, há urgência nas Tamandarés e em escoltas mais pesadas. Se os governos não tivessem negligenciado com a defesa, já teríamos hoje cinco escoltas 6000ton do PROSUPER mais no mínimo quarto Tamandarés e teríamos dado baixa pelo menos nas Greenhalgh. Quanto aos quatro navios de “desembarque”, um é bem sabido de seu estado, o Bahia é o que tem de melhor na Esquadra hoje, pelo menos até a chegada do Mingão, o que não sei é do estado do Matoso Maia, Almirante Saboia e do Garcia D’Ávlila.

  89. Àdson…
    .
    como explicar para dezenas de milhões de brasileiros que vivem na pobreza ou abaixo dela e outros tantos milhões de uma massacrada “classe média” o gasto de bilhões com novos navios, aeronaves, blindados, etc ?.
    .
    Também desejo forças armadas melhores, mas, não acho que criou-se até hoje o momento
    econômico oportuno para isso.
    .
    Quanto ao “Mattoso Maia” ele passou muito tempo atracado no Arsenal da Marinha…eu mesmo o vi no mesmo lugar em duas ocasiões em viagens de uns três anos de intervalo entre uma e outra, mas, como já anunciado, ele deverá retornar ao serviço ainda esse ano.
    .
    Quanto aos outros dois, estão plenamente operacionais em que pese o ‘Sabóia” já ter completado 50 anos desde que foi comissionado na Royal Navy em 1967.
    abs

  90. No inicio tive duvidas quanto a essa aquisição, porém acompanhando os comentários e me inteirando melhor da situação da MB, entendo ter sido um ótima aquisição. Quanto ao custo anual de R$ 54 millhões acho bem baixo, afinal a MB irá recompor e potencializar seus recursos aéreos e anti-sub, alem de disponibilizar uma formidável capacidade para os FN, EB e FAB em operações combinadas.
    Muitos são ferozes criticos dos R$ 54 milhões, mas não dizem nada dos R$ 9 bilhões que saem dos nossos bolsos todos os anos para sustentar aquelas “Excelencias” de Brasilia.
    Eita gente hipócrita.

  91. somente o custo com pessoal será menor, custo de víveres será maior (basta visitar um supermermercado na europa pra saber), manutenção provavelmente será maior.

  92. Dalton às 16:59:
    “como explicar para dezenas de milhões de brasileiros que vivem na pobreza ou abaixo dela e outros tantos milhões de uma massacrada “classe média” o gasto de bilhões com novos navios, aeronaves, blindados, etc ?.”
    É muito mais fácil explicar os gastos em defesa do que explicar que é necessário fazer uma reforma da Previdência para acabar com o sonho de aposentaria de quase todos esses milhões de trabalhadores. Com exceção dos “extra-terrestres” do Judiciário (não vivem na realidade do Brasil) e dos “queridos” deputados e devidamente dos militares essa reforma vai prejudicar a vida de todo trabalhador, mas vai beneficiar muito a vida de cada banqueiro, suas famílias, seus descendentes e sócios que, se aprovada, ganharão muito com previdência privada.
    Só a soma do que o GF gasta todo mês com propaganda já dá para comprar um navio de patrulha.
    Imaginem quanto está sendo gasto para comprar votos de deputados em apoio a reforma.
    Só em financiamento público de campanha haverá uma despesa de alguns bilhões de reais, mas para isso é fácil aparecer dinheiro explicar para o contribuinte.

  93. [ Diogo C.- 6 de Janeiro de 2018 at 19:33]
    “Senhores, é possível utilizar o Ocean de forma eficiente sem os Apaches e somente os meios que a Marinha brasileira possui?”.

    O Ocean normalmente embarcava os seguintes tipos de helicópteros:

    Sea King HC4, cada um podendo levar até 27 soldados equipados ou 2.700kg de equipamentos, o que possibilita o transporte um Land Hover ou um obuseiro de 105mm pelo gancho externo.
    Lynx Mk.7 e Mk.9, para missões de reconhecimento armado, anti-carro e de apoio aéreo aproximado.
    Sea King Mk.7 ASaC, para missões AEW.
    Merlin, para missões antinavio e antissubmarino.
    Apache (do British Army), para missões anti-carro.
    Chinook HC Mk.2, que leva 50 soldados equipados ou 10 toneladas de carga.

    No Brasil o navio poderá operar com os helicópteros da Força Aeronaval brasileira, como os SH-16 Seahawk, UH-14 Super Puma/UH-15 Super Cougar e AH-11B Super Lynx.

    http://www.naval.com.br/blog/2017/12/08/as-aeronaves-da-forca-aeronaval-que-vao-operar-no-ocean/

  94. Na minha opinião eles compraram esse navio para apoiar a participação brasileira na missão de paz na África… Juntamente com o Bahia conseguiriam transportar todo material, efetivo, helicópteros e inclusive os super tucanos caso a FAB participe…

  95. É inacreditável ver tantas pessoas acreditarem em coisas diversas, nã lerem os argumentos e ainda fazer piadinhas com comentários.
    Outro disse que há vários Nonatos e que alguns falam asneiras.
    Que eu saiba só há um Nonato.
    Não sou especialista em nada.
    Mas como qualquer cidadão com um mínimo de conhecimento e depois de vários anos não apenas acompanhando a trilogia, mas acompanhando muitas outras fontes, acredito ter uma noção mínima necessária para opinar.
    Por sinal, quem falou inicialmente que o Ocean foi feito em grande parte com tecnologia mercante e que por isso não poderia ir para zonas quentes não fui eu.
    Comentei em cima dessa afirmação.
    Não vi critica a essa possível deficiência do Ocean nem sei se foi a essa “asneira” que Galante se referiu.
    Faço menção ao comentário do colega Jose Luiz, de 4/1, às 23:05, no mesmo sentido que o meu (equipamentos militares custam horrores desnecessariamente, desde que alguém prove ao contrário). Não vi ninguém critica-lo. Por sinal falou de forma bastante coerente.
    Tenho citado por diversas vezes o caso dos valemax, que, de acordo com as informações divulgadas na imprensa, com capacidade de carga de 400.000 toneladas, teria sido vendido por 100 milhões de dólares.
    Trata-se de comparar uma moto com uma carreta. E alguém dizer que a moto é mais complexa…
    Mas ignorar completamente que a carreta é muito maior e tem motor muito mais poderoso…
    Ou comparar o iate com uma corveta ou porta contêineres e alguém dizer que o iate é muito complexo.
    Que a cozinha do iate é feita de inox.
    Que o toalete é feito de nanoglass…
    Dando a entender que o maior é muito simples, não dá trabalho algum para fabricar, que o valemax é um navio qualquer, usa um motor meia boca, o casco é frágil, que os sistemas de navegação e comunicação são obsoletos, que afunda facilmente, que não há alojamento para a tripulação…
    Que ele não tem autonomia de uns 20.000 km…
    É como comparar um elefante com uma formiga e dizer que a formiga é mais complexa…
    O que tentei dizer é que a diferença de tamanho é tão descomunal que “compensa” eventuais complexidades.
    Quando alguém diz que o Ocean é um navio militar mas que usa tecnologia mercante de certo modo é uma incoerência e também corrobora meus argumentos.
    Se um navio de guerra pode ser construído com tecnologia civil significa que ele não é tão diferente assim.
    E que a “tecnologia” militar é cara e que a civil é barata.
    Qual seria a diferença entre um Ocean e um “clone” militar?
    O Ocean é oco?
    Afunda fácil?
    Ou o Ocean não pode ser considerado um navio militar propriamente dito, e seria apenas um navio de apoio?
    Uma corveta Tamandaré com 2.700 toneladas de deslocamento deverá custar uns 350 milhões de dólares.
    Um valemax 200 vezes maior custa 100 milhões de dólares…
    Vai entender…
    Se o problema todo for o custo do radar, do sonar, etc, então compararianos apenas os cascos.
    Se o problema for os compartimentos internos para evitar afundamento fácil, é bom observar que estamos comparando um 200x maior…

    José Luís, 4/1, 23:05

  96. Nonato, pelo que entendo, quase 50% do custo de um navio de guerra sao seus sensores específicos para os armamentos, além desses próprios. Talvez seja daí a resposta do custo, a despeito de tamanho

  97. Não esqueçam de incluir nas despesas a conta do IPTU, pois vai ficar atracado na bela baía a maior parte do tempo.
    Enquanto isso o 5DN tem que se virar com DOIS navios patrulha inadequados para a tarefa e nenhum helicóptero que valha este nome.
    Mas, o Ocean é um belo navio! Ótima compra de oportunidade!
    Parabéns à MB!

  98. Nonato 7 de Janeiro de 2018 at 0:24
    Bom dia Colega
    Me permita argumentar sobre seus comentários., apesar de não entender absolutamente nada de navios.
    Navios, seja lá para que aplicações sejam construídos, são meios Dedicados, ou seja, construídos para um determinado fim. Os navios para aplicações militares são mas dedicados ainda, por considerarem muitas vezes aplicações mais específicas ainda. Os navios civís (de transporte de carga por exemplo) são mais Standard, digamos assim. Não podemos comparar jamais navios militares com navios cívis, por mais semelhantes que sejam, na aparência, construção básica, etc.
    Apenas nos requisitos de propulsão e suporte de vida, ja teriamos enormes diferenças (e custos).
    É o que os especialistas chamam de Armação suponho. Voce pode ter praticamente embarcações semelhantes armadas de forma completamente diferente (armadas não no sentido de armamento e sim de armação)
    Se falei besteiras me corrijam.

  99. Baratinho em .. surpreso com os custos do Fort Victoria e Classe Albion (navios q ao meu ver tb teriam chance de vir a ser adquiridas pra MB .. junto as River B1 )…..pessoal deve estar achando q todo navio de guerra da vida deve ser feito com base num Couraçado com chapas de ”’75848855mm” de espessura .. e construção baseada num Classe Nimitz em relação ao desafio da obra … construção civil ou n .. n se esqueçam q nossos principais meios de escolta hj .. e por +- 40 anos … foram fragatas a base do alumínio … pouco importa o tipo de construção do navio .. o q vale o e recheio e funções … pois dependendo do dano ..civil ou n .. vai pro fundo do mar …campanha segue ativa ..pra desqualificar o navio .. e o pessoal do contra , ainda n entendeu o termo ”oportunidade”

  100. Nonato, eu particularmente compartilho em “tese” com o que vc coloca.
    .
    Todos sabem que diante da dificuldade orçamentaria e ausencia de industria belica ou de base instalada, defendo soluções intermediarias a´te o dia em que tenhamos de fato um alicerce industrial capaz de projetos de 1o. nivel.
    .
    Quando digo em tese, é que muitos não conseguem associar ou até mesmo estabelecer a relação indireta dos custos e margens da industria de defesa…
    .
    Se e quando analisamos um caso isolado, um objeto ou projeto em si, fica dificil de distinguir estes atributos.
    .
    Na realidade, eles somente podem ser explicados de forma abrangente e generico como um todo, um olhar mais distante ou de cima panoramico.
    .
    A industria de defesa é circunscrita, pequena perante qualquer outra, quer seja num pais ou no mundo. Outro ponto, é que ela sendo pequena perante as demais, acaba por si só, altamente especializada, digamos formados por profissionas “mosca branca”, raros e valorados. Tanto quanto a profisionais altamentes raros e tecnicos. Isto tambem se reflete na proprias unidades de industria de defesa, são raras…e por consequencia, caras de se manter….Ainda sim, resta o ultimo motivo de o ser de uma industria de defesa, que é produzir equipamentos que não possam ombrear mas superar o portfolio do adversário, tendo ainda como incremento, não só o verdadeiro espirito de capitalismo selvagem de competição como na realidade verdadeira representação de um portfolio de “vida ou morte” como atrativo diferencial competitivo.
    .
    Isto faz com que sempre estejam no limiar do conhecimento humano em termos de programação, materias, engenharia, etc…fazendo com que a piramide de custos ja acima elencada torne uma espiral logaritmica….
    .
    No entanto, isto causa um fenomeno em que dois decimos subliminares qualitativos ou de tecnologia superior resulte em custos desproporcionais tambem superiores….
    .
    Isto colide frontalmente com o proprio avanço da tecnologia em todos os campos, pois projetos complexos possuem prazo de maturação raramente inferiores a 10 anos, sequer a maioria deles quando começa a entrar em operação, surgem outras alternativas tecnologicas e as vezes nem ligadas diretamente ao meio militar que podem ser implementadas de forma mais rapida e obrigando a depreciação e acelerando a obsolescencia de conceitos.
    .
    Então, quando voce joga tudo isto num caldeirão global, voce identifica que de fato, a tecnologia militar de ponta sempre estará lá na vanguarda, mas como a vanguarda fica cada vez mais efemera, surgem as possibilidades de projetos maduros e com tecnologia acessivel com alguma capacidade de ombrear com projetos militares não necessariamente antigos, alguns até atuais.
    .
    O “x” da questão é que perseguindo deste outro lado de cenario, consegue-se soluções muito mais baratas e com boa eficiencia….
    .
    Este é o meu ponto….creio que talvez seja isto que queira expressar tambem…
    .
    Tem um outro fator ou fenomeno que não havia mencionado…em tempos de paz, a industria acaba tendo este reves mais acentuado de projetos carissiomos bala de prata, pois justamente nestas epocas eles não tem de dividir orçamentos com encomendas “por quantidades” e assim, investem cada vez mais na diferenciação por “qualidade tecnologia”….mas todos sabemos que quase todos os modelos seriam impossiveis de se manter em uma guerra global em escala….

  101. Primeiramente a discussão é sobre o custo de um navio recém adquirido pela marinha brasileira, vamos resistir a tentação delirante de invasão a países vizinhos e nos ater a nossa realidade que é tentar ter uma armada de defesa que seja capaz de proteger nossas águas e riquezas de forma eficaz e, depois sim porque o tamanho de nossa nação exige um maior protagonismo mundial com uma participação mais efetiva na Onu e em suas missões de paz, reforçando nossa esquadra com boas escoltas, submarinos e Navios de Propósitos Múltiplos.

  102. Nonato, dá uma olhada em um post meu lá no começo. Só para você raciocinar nessa comparação entre um Velamax e um navio militar: com o valor de um radar Artisan 3D, quantas toneladas de chapas de aço, para consteuir um velamax, você poderia comprar?
    Volto a repetir: não tem como comparar um navio mercante com um militar! Só os sensores e armamento de um navio militar já jogam os custos lá para cima. Você pode perguntar: por que? No mesmo post eu coloco a minha opinião do porque!

  103. Bem off-topic:

    Num outro post estavam falando sobre os hélices do Ocean. Já sei que as fragatas classe Niterói tem dois. Gostaria de saber se elas tem um leme centralizado ou um leme para cada hélice. Tentei encontrar fotos de alguma em doca seca, mas só encontrei da proa. Ficarei grato se alguém puder me ajudar.

  104. Giovani…
    .
    as “Niterói” possuem dois lemes…há algumas fotos na internet inclusive no site
    Navios de Guerra Brasileiros o “NGB” que é muito comentado aqui e há até um “link”
    para ir direto até lá…vale muito a pena !
    abs

  105. Prezados,

    O custo operacional de um navio depende de vários fatores. Ainda não é possível determinar o valor que será despendido anualmente para operar o Ocean.

    Porém, é possível fazer projeções. Acredito que o custo não seja muito diferente daquele necessário para operar um moderno navio escolta.

    Abraços

  106. Off-topic. Alguém sabe informar se o Pantsir M entra pelo convés como o Kashtan, e caso entre, se ele pode ser montado sem o remuniciador de mísseis, operando só com os quatro já nos lançadores. A pergunta tem um porque, caso o Mingão velha sem os Falanks, o que é provável, nesta configuração ele seria bem interessante para equipa-lo e também as Tamandaré no lugar do Trinity.

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