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Submarino Riachuelo: Comando da MB define o dia 12 de dezembro para o lançamento ao mar

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Submarino Riachuelo fotografado na cerimônia de início da integração dos Submarinos da classe S-BR
Submarino Riachuelo fotografado na cerimônia de início da integração dos Submarinos da classe S-BR

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

O Comando da Marinha do Brasil (MB) definiu o dia 12 de dezembro de 2018, como data para o lançamento ao mar do seu primeiro submarino classe Scorpene (S-BR), o Riachuelo (S40), que vem sendo construído no complexo naval de Itaguaí (RJ).

Como ainda não há segurança absoluta de que tudo estará pronto para o evento neste dia – há uma dependência crônica da disponibilidade de recursos –, o 12 de dezembro vem sendo tratado como “data-tentativa”, e ainda não houve autorização para que a Força o anunciasse oficialmente.

As restrições orçamentárias para este ano também já fizeram a MB abandonar alguns planejamentos que a animavam, quatro ou cinco anos trás, quando tiveram início as obras do novo pólo militar de Itaguaí.

Na época em que se julgava factível transferir o Comando da Força de Submarinos (ForSub), da Ilha de Mocanguê, na Baía da Guanabara, para Itaguaí, imaginou-se ocupar as instalações hoje pertencentes à ForSub com os quadros do Comando de Operações Navais – e, especialmente, a sua “sala de guerra” (sala de situação tática), alimentada por dezenas de informações transmitidas via satélite.

Atualmente, todos esses planos estão congelados.

Mas a Marinha se preocupa em perpetuar a evolução da sua Força de Submarinos, o mais importante agrupamento de navios dessa categoria na costa sul-americana do Atlântico Sul.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, ainda este mês o Centro de Comunicação Social da Marinha, sediado em Brasília, começará a coletar uma série de depoimentos de oficiais submarinistas que prestaram relevantes serviços à Arma Submarina brasileira. O objetivo é elaborar a história oficial da Força de Submarinos do Brasil.

Entre os nomes já elencados para fornecer esses dados estão os dos almirantes de esquadra Alfredo Karam (ex-comandante da Força de Submarinos e ex-ministro da Marinha), hoje com 93 anos, Fernando Eduardo Studart Wiemer, ex-comandante de Operações Navais, e Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, atual diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha.

75 COMMENTS

  1. como sempre vão colocar todos os ovos na mesma cesta,por que não pode ter duas bases.Em caso de um ataque basta neutraliar ou minar a saida e todos os submarinos estarão presos nelas,em caso de bombardeiros basta bombardear uma delas e tudo estará acabado.

    • Guerra não acontece da noite pro dia. É um decorrer de eventos, que escalam até o conflito.
      Quem destrói uma base como Itaguaí, destrói duas.
      Quem tem uma base como Itaguaí, paga pelo custo de apenas uma base. Quem tem duas, paga pelo custo de duas.

    • Olá Ronaldo. Uma vez li um relatório ou uma reportagem sobre a Royal Navy que mencionava que o número ótimo seria em torno de 8 submarinos por base. Isso faz tempo e não encontrei mais esse documento, mas de qualquer maneira isso significa que Itaguaí atenderá com conforto a frota de submarinos da MB nos casos dela ficar com os Tupis e Riachuelos, ou apenas os Riachuelos ou mesmo se houver um segundo lote de novos submarinos. Ela ainda terá condições de atender entre 1 e 3 submarinos nucleares. O mais importante é que os submarinos estejam sempre operacionais e em caso de alguma tensão, possam ir ao mar. Sei que muitos colegas criticam o ProSub, mas com Itaguai, Riachuelos e o nuclear A.Alberto, a MB terá uma excelente condição de operação, mesmo considerando os atrasos e percalços. A historia da MB parece com a do Corinthians. riso.. no sofrimento, no amor e fazendo gol aos 45 do segundo tempo..rs.

  2. É somente o governo cortar as aposentadorias milionários dos políticos e não deixar os bancos roubarem nosso recursos financeiros que o dinheiro aparece.

    • É isso ai!
      São 100 bi de pixulécos por ano para cobrir o rombo da previdência pública;
      Mais outros 100 bi da previdência rural;
      20 bi para o Programa Sem Fome;
      E o pessoal reclama do 1 bi de pixulécos para manter o Congresso.
      Tem os 500 bi de pixulécos anuais em juros, que a gente não paga.

      • Assim,não sei se vcs sabem. Mas rombo da previdência não é causado pelos políticos,mas sim decorrente do aumento do desenvolvimento e qualidade de vida da população,que começa a viver mais e a nascer menos pessoas para substituir os que se aposentam. As pessoas esquecem esse fato e preferem culpar os políticos pq brasileiro é asim mesmo,pra ele tudo de ruim na sua vida é culpa de políticos malvados que conspiram contra o coitadinho do povo,é patético

        • Realmente, a culpa é do povo. Quem mandou viver mais. Devia ganhar a metade, aumentar sua produtividade se capacitando as suas custas e, se preocupar com mais com o pais, morrendo logo para manter o equilíbrio fiscal. Afinal, sem este equilíbrio, os bancos não vão poder receber em dia os juros da dívida pública. Político brasileiro que quer acabar com a previdência do pobre é bonzinho, é um patriota. Devíamos transforma-los em commodities e exporta-los para o mundo todo de primeira classe pela Emirates.

        • Negativo a Previdência Social ela não é deficitária e a culpa não é da sociedade em partes (pois elegemos os políticos que administram o país), a Previdência Social arrecada uma fortuna todos os anos e o dinheiro é desviado pelo Governo Federal para outros fins como por exemplo CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Liquido) e as anistia que o Congresso deu a varias empresas devedoras e por vai.

  3. Não sei qual era o cronograma inicial.
    Mas parece que está andando.
    Apesar da pior recessão da história do Brasil, os investimentos continuaram.
    Se eu fosse Temer, aceleraria alguns investimentos.
    Acelerar o pré sal.
    Acelerar a conclusão do são Francisco.
    Mandar construir um milhão de moradias nos próximos meses.
    Acelerar esses submarinos…

    • Caro Nonato. Eu lembro daquela frase do Barão de Itararé… de onde menos se espera, é de lá que nada sai. Estou lendo uma dissertação de mestrado “Alguns aspectos do pensamento Keynesiano aplicados no governo Lula 2003-2010”, do Nelson Caetano (2014). É um trabalho relativamente novo e pode servir como introdução ao que significado das ideias de Keynes. Também sugiro um video do Prof Belluzo “As teorias econômicas de Keynes” e um documentário da BBC em 3 partes (Keynes, Kayek e Marx) chamado “Masters of Money” de 2012 que aborda fundamentalmente a crise de 2008.

    • Olá Nonato. Acho que o cão de guarda não gosta de Keynes.. riso. Tem uma seria de BBC de 2012 chamada “Master of Money” que é muito boa.

    • Também estou lendo uma dissertação de mestrado de 2014 que parece ser um bom texto para entendermos o que se passou entre 2003 e 2010 chamada “Alguns aspectos do pensamento keynesiano aplicados durante…” do Nelson Caetano (2014). Sugiro baixar pelo google e gastar um tempo nela…

        • Caro Defensor. Infelizmente, não consegui ainda ler tudo de todos, mas estou tentando (sempre que leio um autor, escolho outro bem diferente para ler em seguida, assim não fico como o Popeye com a boca torta pelo cachimbo). Eu lembro de uma entrevista do Delfin Netto que desafia encontrar um marxista que tivesse lido mais sobre Marx que ele (e dai mostrou a estante de sua casa com repleta de livros sobre Marx).

    • Acho que não se trata de Keynes ou Mises.
      Acredito que ninguém contesta que o Governo tem sua importância.
      Se não tivesse, por que liberar as contas inativas do FGTS? De acordo com o governo, injetou 40 bilhões na economia.
      Acho que tudo é questão de dosagem.
      Estamos com déficit há uns 3 anos.
      Injetar uns 100 bi na economia de forma inteligente sem dúvida poderia acelerar a economia.
      Meirelles e Temer infelizmente não adotaram nenhum projeto específico para acelerar o PIB.
      Mas independente disso as denuncias na Câmara e as incertezas das eleições este ano atrapalham muito a economia…
      O PIB talvez só cresça 2,5%, e com desemprego ainda elevado.
      Se resolvesse isso seria mais fácil ganhar a eleição…
      Mas deixam tudo ao léu corre o risco do comunismo voltar e por tudo a perder.
      Os juros bancários não caíram quase nada…
      Poderia o BB e a CEF baixar.
      Não dava prejuízo algum a eles…

      • Olá Nonato. O governo tem uma série de mecanismos e instituições que poderiam ser acionadas. Mas isso depende muito dos objetivos de quem está no poder e daquilo que ele teria por ideologia. O governo poderia aumentar suas compras, poderia iniciar uma série de obras de infraestrutura/saneamento, poderia usar os bancos públicos para ofertar crédito barato. O ponto é que o setor industrial cresce por consumo e o financeiro por dívida. Liberar recursos pode não funcionar, se o consumidor preferir poupar o dinheiro. O efeito na economia é nulo (mesmo que estes recursos sejam usados para pagar dívidas). Mas a pergunta é existe ou não a intenção de melhorar ou se a estratégia é aquela apontada por Gene Sharp para uma onde de choque. Tem um colega que diz que pode ser má-fé ou incompetência. Ou uma mistura dos dois.(riso).

      • A CEF baixar os juros???
        Eles estão é aumentando os preços dos serviços e cobrando o que não cobravam, eu tinha direito a um DOC por mês de graça, agora me cobraram 10 reais por um DOC de 800 reais, e foi o primeiro em 3 meses, não existe mais a gratuidade de um por mês e o preço subiu.

        • Caro Walfrido. Se a Caixa e o BB aumentam as suas taxas e os juros a níveis similares ou mais altos do que os bancos comerciais, é porque alguém não quer que haja crédito barato. O resultado disso é a queda de investimentos e de consumo, gerando maior recessão. No fim, não há quem consiga financiar investimento, não há quem consiga consumir bens duráveis e quem tinha capital próprio, prefere ser rentista que produtor. Sua percepção é bastante keynesiana. riso.

          • Tudo depende do seu pacote de serviços contratado, que diga-se de passagem o do banco do Brasil (sou funci), é muito mais barato q o da concorrência. Do não se faz mais desde que o Ted pode ser feito acima de 0,1 centavo, e eles são cobrados independente dos valores enviados. Com a diminuição da selic as taxas vêm baixando em quase todos os bancos, compare o CET de empréstimos em 2016 e comparece com as de agora. Até mesmo o crédito imobiliário as taxas são menores do que a 12 meses atrás. Os serviços sim tem aumentado, as taxas não. Só pra ficar claro.

    • Pior recessão da história? WHAT ? Só se sua “história”for de 20 anos pra frente, amigo claramente você não viveu nos anos 80 e 90 onde uma mísera televisão custava 3 bilhao de cruzeiros kkkkk. Ou talvez no Brasil dos anos 20,é cada uma que me aparece aqui

      • Olá Dodô. Inflação é diferente de recessão. N crise dos anos 80, havia uma superinfecção mas havia crescimento e manifestação taxas de desemprego. O PIB crescia em termos reais (descontada a inflação). A atual situação éais grave do que os anos 80.

        • Exatamente. A indexação não deixava a inflação baixar, mas por outro lado atenuava seu efeito sobre o poder de compra dos salários

  4. Para o bem ou para o mar, é uma data em que o nome do(a) novo(a) Comandante-Em-Chefe a Marinha saberá. E para o mar ou para o bem ele(a) terá a governança e a governabilidade que o atual não tem. Para dar à Marinha o que ela pedir, ou falar à Marinha o que ela não quer ouvir.

    Para quem um dia quis voar, hoje, a única saída é mergulhar . . .

    • Sem polêmicas, mas o VF é apenas uma parcela da FoeAerNav… e a MB voa desde 1916…
      Voltando ao post, fui recentemente à ICN, os trabalhos no Riachuelo estão correndo bem, é razoável a data prevista para lançamento ao mar…

      • Sem polêmicas, como por esse raciocínio também sabemos que a MB navega desde 1822 e mergulha desde 1914.

        Também sem polêmicas, há uma diferença entre voar e voar, entre navegar e navegar, entre mergulhar e mergulhar e entre o literal e o implícito . . .

        • Entendo seu ponto de vista… eu, particularemte, faço da auto crítica algo presente no meu dia-a-dia… daí, sei bem a diferença entre navegar e navegar… em ter algo, nominalmente, mas não efetivamente…
          Sei que alguns não percebem ou concordam, mas a atual adminstração já mostrou um.viés de mudança… espero que isso seja aperfeiçoado e consolidado na próxima gestão, principalmente com a adoção do planejamento baseado em capacidade… está dando resultados no EB, assim o será conosco… abraço…

          • Ótimo. A Marinha, como já disse em repisadas oportunidades, é a do Brasil. E todos percebemos que tanto este como por decorrência aquela, bem sabem a lição de cor mas, na média, só lhes resta aprendê-la.

  5. Também estou lendo uma dissertação de mestrado de 2014 que parece ser um bom texto para entendermos o que se passou entre 2003 e 2010 chamada “Alguns aspectos do pensamento keynesiano aplicados durante…” do Nelson Caetano (2014). Sugiro baixar pelo google e gastar um tempo nela…

  6. Opera do Malandro do Chico.

    Se a MB navega, joga na marinha. Se voa, joga na marinha. Se mergulha, joga na marinha.

    Vida dura essa de marinheiro.

  7. Ozawa, boa noite. Estou salvando teus posts, pois são de uma primazia ímpar. Confesso; tenho vergonha da minha escrita, e da minha dificuldade em me fazer entender, perto da tua enigmática clareza em mostrar a realidade e origem dos problemas da MB
    Parabéns, me sinto honrado em poder ler teus textos.

    G abraço

      • Prezado Nunão.
        É apenas a opinião de um leigo. Apesar de entender de manutenção mecânica (engenheiro). Não sou contra o programa, não sou contra o desenvolvimento de propulsão nuclear. Não sou contra fabricar belonaves nucleares. Acho um passo importante para qualquer marinha que se preste e tenha alguma ambição.
        Apenas, no caso brasileiro, há de se pensar em prioridades, custos, expectativa de vida, operacionalidade. Se, pensarmos em 4 SubNucs, ok. Quem tem 4, terá dois operacionais.
        Um abraço.

        • O SNBR é basicamente um protótipo. Não espere dele operacionalidade e etc. Depois dele, se planeja um novo lote de navios, agregando melhorias e os conhecimentos gerados.
          .
          É um projeto de longo prazo. Até lá, vamos nos virando com os convencionais, que não deixaram em momento algum de ser uma prioridade da MB.

        • JagderBand44,
          Ok, nesse sentido dá pra entender, mas seu comentário não especificou que estava falando do submarino nuclear, especificamente.

          A matéria é sobre a data do lançamento do primeiro de uma série de quatro submarinos convencionais, daí o estranhamento de, nela, você colocar a máxima do quem tem um não tem nenhum.

          Se você não esclarece que está falando de algo que não é o assunto principal da matéria (a data do lançamento do primeiro de uma série de quatro), seu comentário fica difícil de entender o sentido, dá a entender que você não sabia que há outros três sendo construídos no mesmo lugar.

          Já sobre o submarino nuclear, como outros colegas já disseram, mesmo no caso dele, por ser total novidade aqui e por sua complexidade e custo, é preciso construir um para depois se construir outros. Nunca foi um fim em si, construir um apenas.

    • Ué, mas para ter dois não é necessário que tenha um primeiro antes do segundo?

      Além disso, quem tem 01? Que eu saiba, são 04 tupis, mais um Tikuna mais o Riachuelo, da matéria.

      Facilitou o cálculo para você ou tá difícil somar?

      • Felipe. Estou me referindo ao SubNuc. Não aos convencionais.
        Falando em cálculo, temos 5 IKL 209, no entanto, neste momento, apenas 2 operacionais.
        Ou seja, quem tem 1, tem menos de 1. Operacional, obviamente.

    • Me perdoe, mas quantos países detêm a tecnologia de construção de subnucs? Mesmo que fiquemos apenas neste este ” 1 ” já vale como quantidade, claro que precisamos de mais, e não só de subs mais de uma boa frota naval atualizada, mas este apenas “1” pode ser o começo de muitos! Abraços st4

      • Dilmes em pleno vapor aqui.
        1 = 0
        Nossa que equação complexa essa.
        Numao já falou, serão 3 SNBR.
        E com certeza está classe poderá ser ampliada ou será projetada uma nova, já que a marinha não interrompera mais de meio século de trabalho quando chegarmos no terceiro SNBR.8

  8. – Nunca dei emprego a economista.

    A frase de Vidigal, dono do Banco Mercantil de SP vendido ao Bradesco por excesso de liquidez (caixa gordo) representou uma aversão às teorias econômicas que voltaram do inferno com Delfin Neto. Delfin, o ex ministro das melancias.

    No Canadá existem umas 5 mil cooperativas de crédito. Os juros são baixos. Um dos motivos é que bancos sofrem a competição das cooperativas e se as taxas subirem não tem para quem emprestar. Quantos bancos sobraram no Brasil?

    Os prefeitos roubaram os bancos municipais. Os governadores roubaram os bancos estaduais. Governos tomaram de bancos federais. A solução foi fechar e vender.

    No centro da cidade de SP tinha uma agência bancária em cada quarteirão. Tinha. Hoje tem chinês vendendo tranca. Não tem mais banco.

    Aqui aonde vivo a Campari fechou. Vai ficar somente com a produção de Pernambuco. Morreram 120 empregos. Uma indústria local de refrigerantes está impedida de emitir NF. Vai fechar. O engarrafador local da Coca-cola afirmou que se tiver que pagar imposto (recebeu isenção por 10 anos, mas faz 18 que se instalou e nunca pagou) vai embora. As concessionárias da PGA vivem às moscas. O débito do município com a Previdência Social passa de bilhões. Há débitos de empresas do município com os antigos INPS e INSS. Somando os 3 (Previdência Social, INSS e INPS) o calote passa de outros bilhões. Especialistas tributários entrevistados pela jornal local acreditam que 5% da dívida previdenciária pode ser recuperada. Com muito empenho. 5%.

    É um dos 35 maiores e melhores municípios brasileiros. Só tem uma única faculdade de medicina, da PUC, que custa uns 9 mil a mensalidade do 1o.ano. Tentam há anos implantar outros mas o MEC e o CRM negam. Afirmaram ao jornal local que há médicos demais no Brasil.

    A cidade ficou conhecida como a cidade dos shoppings fantasmas porque investidores locais acreditaram nas promessas e no horizonte de 2003.

    Políticos da época (2003) construíram um Parque Tecnológico. Imenso. P&D. Nascedouro de novidades e de novos negócios. Não preciso dizer nadinha.

    Teorias econômicas para explicar o que aconteceu em 2003 a 2010? Comunistas? Liberais? Marx?

    Mais de 1.200 indústrias. A Toyota abriu 3o.turno transferindo outras linhas para cá. Virou a cidade dos galpões industriais para alugar.

    Então…se Itaguaí está nascendo vamos torcer para a construção naval reerguer um pouco desse país. Penso que um sub como o Riachuelo emprega mais de 1 mil. Se é com os subs que a MB irá mostrar do que é capaz, que sejam.

  9. Considero MB séria e de britanicas tradições. Assim, já estou reservando passagem para o Rio e irei assistir esse lançamento em 12 de Dezembro. Imperdivel ter um Scorpene nacionalizado em grande parte e lançado com exito. Seria uma ocasião oportuna para apresentar ao público os cronogramas de nacionalização dos componentes. Até lá ja tera recebido aas baterias nacionais e não importarão da Varta, ou outra fornecedora do ramo.

  10. Bom….pelo que tenho lido, acompanhado, e observado do que está sendo feito em Itaguaí e em Iperó, estamos colocando o Brasil em um patamar ímpar com a Marinha brasileira.
    Os subs são armas únicas no que se tem por objetivo de negar e dissuadir os mares.
    E vamos ser francos…
    Está saindo um novinho em folha, seguidos de mais 3 e um nuc logo a seguir…
    Os planos são bem maiores….até uma segunda Itaguaí com mais subs….chegava-se a comentar em 16 subs convencionais e 4 nucs…
    Se isto vai ocorrer, não sabemos, mas tudo tem um começo.
    E o começo está aí….chamado Riachuelo!
    Espero termos maturidade, serenidade e competência para seguirmos com isso tudo….

  11. Forças armadas que apoiam um grupo no poder que vende o barril de petróleo a R$ 0,85, quando o barril tem preço de R$ 268,65, merece o que? Ferro. Esses comandantes militares defendem o que?Eles destruíram a credibilidade nas instituições e vão colher.

  12. O Prosub é o futuro da MB, sua prioridade máxima, vai elevar a marinha a outro patamar tecnológico e estratégico, o tempo agora é de torcida para o comprimento dos prazos e a manutenção dos recursos.

  13. Fiquei interessado mesmo nessa “História oficial da força de submarinos”…mesmo que
    não seja lançado um livro ao menos as informações serão armazenadas e estarão disponíveis
    para consulta e poderão eventualmente até ser transformadas em matéria aqui no blog,
    como já feito pelo Nunão depois de pesquisa.

  14. Dinheiro tem para termos grandes FAs, pois teve para financiar estádios em Amazonas, em Natal, para rodovias na Argentina, porto em Cuba, etc, então tem para investir no país.

  15. Parece que a Força de Submarinos tem sido tratada com especial atenção desde o recebimento dos Guppy. E de lá para cá, exceto o período sinistro, tem obtidos os meios adequados para nosso Teatro de Operações. Resta a saber se sofrerão mais algum tipo de atraso, pois em termos de tecnologia, atraso significa defasagem. De nada adianta iniciarmos a montagem do fusca nos anos 40 e ele ficar pronto somente no ano 2000. Afinal de contas, já percebemos também em outra seara, que a justiça que tarda já é falha.

  16. Aliás, na própria obra da Base de Itaguaí houve super faturamento e um provável grande desvio de dinheiro, mas não vou relembrar os detalhes para não prejudicar a base e os submarinos, mas vale lembrar que os culpados são Odebrecht e o pt.

  17. O porque deste lançamento em dezembro é claro, é porque esta administração quer o lançar, é pura vaidade.
    Fui tranferido para a BAPV logo depois da sua inauguração e estava cheia de problemas porque o Pres. Figueiredo e o Ministro Délio J. de Matos apressaram a inauguração da BAPV e BABV para a fazer dentro do seu governo, não deixando para o seus sucessor, coisa do Brasil.

    • Você também poderia dar um crédito e acreditar que ele vai ser lançado porque estará pronto para isso… but, no hard feelings…

    • Provavelmente se planeja o dia 12 como parte das comemorações do Dia do Marinheiro (13 de dezembro), que não necessariamente precisam ser no dia exato (quaisquer que sejam os motivos para não marcarem no dia exato, aparentemente tentaram colocar no dia mais próximo possível). O mesmo ocorre na Força Aérea com inaugurações etc que, numa eventual impossibilidade de ser numa efeméride como o Dia do Aviador, ou o Dia da Aviação de Caça ou outras, é feita em dias próximos.

      Mas isso é só uma especulação minha, não sei no que seria tão diferente uma cerimônia numa quarta, dia 12, ou numa quinta, dia 13, teorias da conspiração à parte em relacao aspecto político do referido número e a ojeriza que ele costuma gerar pra quem não sabe que 13/12 é o Dia do Marinheiro.

  18. dinheiro sempre teve para as forças armadas se equiparem ,acontece que os comandantes priorizaram aumento de pessoal em vez de aumento de quantidade e qualidade de meios basta da uma olhada na quantidade de equipamentos comparado com a quantidade de meios das marinhas estrangeiras . temos o equivalente a 10% do pessoal da USN mas olha a quantidade e qualidade dos 10% de equipamento deles e os nossos nao e falta de dinheiro e falta de responsabilidade com dinheiro do contribuinte que na sua grande maioria nao sabe o desperdicio de dinheiro que ocorre dentro das FA

    • “basta da uma olhada na quantidade de equipamentos comparado com a quantidade de meios das marinhas estrangeiras”

      Sugiro acrescentar à sua avaliação o entorno estratégico, as eventuais alianças, as tarefas constitucionais e subsidiárias, as leis afetas às FFAA, a economia, o investimento em P&D, a educação, a Base Industrial de Defesa… então poderemos falar sobre comparações com A e B, sem usar o método “super trunfo”…

  19. No tocante às possíveis intenções submersas na escolha da data do lançamento do “Riachuelo”, pelo ocaso das administrações federal e naval, sinceramente, ainda que o meu sonar de desígnios acuse ruídos escusos, eu apoio seja qual for a data assim que as condições técnicas, administrativas, meteorológicas e políticas, reunidas, forem favoráveis ao lançamento, pois quaisquer destes elementos podem mudar da noite para o dia, de um governo para o outro, de um comando para o outro . . .

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