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Coreia do Sul lançará segundo navio da classe Dokdo este mês

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ROKS Dokdo (LPH-6111)
ROKS Dokdo (LPH-6111)

O segundo navio de assalto anfíbio da classe Dokdo, da Marinha da Coreia do Sul, será lançado este mês, informou a Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA, Defense Acquisition Program Administration).

A cerimônia de lançamento do novo navio, chamado ROKS Marado, será realizada no estaleiro Hanjin Heavy Industries & Construction em Busan, no dia 14 de maio.

A Coreia do Sul começou a construir o navio no estaleiro Hanjin em abril de 2017.

Com um comprimento de 199 metros e uma largura de 31 metros, a expectativa é de que a Marado seja inaugurada em 2020, após testes e avaliações, de acordo com a DAPA.

O primeiro navio da classe Dokdo, o ROKS Dokdo, foi lançado em 2015 e comissionado dois anos depois. Diz-se que é um dos maiores navios de assalto anfíbio na Ásia.

Comparado ao navio anterior da classe Dokdo, o ROKS Marado foi projetado para incorporar melhorias e atualizações, bem como novas tecnologias, explicou a DAPA.

ROKS Dokdo (LPH-6111) lançando veículos anfíbios pela doca alagável na popa
ROKS Dokdo (LPH-6111) lançando veículos anfíbios pela doca alagável na popa
Nas imagens acima e abaixo, concepções do ROKS Marado
Nas imagens acima e abaixo, concepções do ROKS Marado

ROKS Marado durante a construção, em 2017
ROKS Marado durante a construção, em 2017

51 COMMENTS

  1. Grande Navio, o melhor da sua classe, gostaria que a MB comprasse mais 3 desses para se juntarem ao Atlântico (Antigo HMS Ocean) , teriamos 4 porthelicoperteros desses…

      • Vou pedir desculpas pelo engano, eu na verdade me baseie com o Artigo, sendo que o ROKS DOKDO um enorme sucesso, acredito que esse segundo navio será melhor, a titulo de exemplo veja a classe MAKASSAR do Peru, um derivado bem menor desse navio, tem sido um sucesso de vendas (Peru, Indonesia) , espero ver esse navio sendo um sucesso de vendas, uma vez que a tensão entre as Coreias já esfriou com o acordo de paz, esse navio é muito parecido ao Mistral (21300 Toneladas, 199 m de Cumprimento, 32 m de Largura) com a propulsão do tipo Azimuth Thruster, o melhor tipo de propulsão, apenas superado pela IEP que equipa os navios da classe Qween Elizabeth da Royal Navy.Quando falei que a MB estaria em servida com um navio dessa classe , vejo o exemplo da MAKASSAR, os navios Coreanos devem ser de produção e manutenção mais barata, apenas superados pelos Navios Chino-Russos.

    • De onde você tirou que ele é o melhor da classe dele? O Dokdo teve diversos problemas, esse segundo da classe tem diversas diferenças com o primeiro, além de melhorias e atualizações esse segundo vem com as correções dos problemas que o primeiro da classe teve, vamos esperar ele entrar em operação para saber se ele é ou não o melhor de sua classe, se você estiver levando em consideração o primeiro da classe como base para essa sua afirmação, te digo que você esta bastante equivocado

  2. Não vejo a hora ele ser descomissionado, para a MB comprar. “Sorry”. kkkkkkkk

    Navios sul coreanos são espetaculares.

  3. Uma pergunta, por que o elevador fica quase “no meio” do convoo e não deslocado para a lateral ? Parece ocupar um espaço desnecessário; pode ser para facilitar, quando uma aeronave subir ela já estaria no local correto para decolagem, mas ainda assim parece desperdício de espaço.

      • Incompetentes com certeza não são, senão não haveira o projeto e construção da classe. Se vc não sabe a resposta para a pergunta, por gentileza, não fale besteiras. Grato.

      • Bardini, reparei no arranjo da doca e pensei na mesma coisa na hora que vi a foto dos “Clanfs” atras dele..cade o hangar??? Sera que é algum espaço mais a frente para as aeronaves ?? E agora com voce falando dos LCACs fiquei ainda mais curioso sobre o hangar….mas sera que é possivel dividirem o mesmo espaço separados por alguma outra porta (estilo doca so que levanta pra cima)que fica no meio do navio?? Assim servido por um elevador frontal e o de tras descendo logo a frente da doca “quase alagada”??? Bom, desde que vi o Dokdo eu achei estranha essa concepçao interna..onde geralmente os mistrais..Juan carlos e os LHDs americanos possuem hangar mais acima e doca alagavel ou essa porta logo no fim da doca interna para separar aeronaves e veiculos ( oq me chamou atencao foi ele ser um pouco baixo para se ter esse tipo de hangar acima da doca)….tb nao gostei muito!!

      • Bardini, acho que esta imagem que vc postou é da época do projeto ainda, depois houveram algumas alterações, como a adição do segundo elevador.
        Ou, quando usarem os LCAC este elevador não desce até a doca…

        • Sim, é coisa da época que estavam definindo o projeto. Eu usei a imagem pra ilustra o tamanho dos LCAC dentro do bicho, comparando a posição do elevador. Mas se atente que nessa imagem não tinha esse segundo elevador .
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          “Ou, quando usarem os LCAC este elevador não desce até a doca…”
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          Pois é.
          Mas mesmo assim, é preciso todo uma estrutura interna pra poder descer um elevador desses. Não sei o que os caras bolaram com esse elevador, pra ele funcionar ali.

          • Acho que os elevadores do Dokdo não são elevados por cabos tracionados hidraulicamente e carros em guias laterais. Eles devem subir no topo de colunas hidráulicas telescópicas, talvez com uma guia anti translação num lado apenas. Quando necessário, a plataforma fica travada por algum dispositivo no nível do convôo e as colunas telescópicas são recolhidas à sua ‘casa de máquinas’ no deque abaixo do hángar.

      • Aposto que o elevador não desce quando o LCAC precisar estar ali. Num LHD desses, espaços tem usos múltiplos e sacadas mecânicas pra liberar espaços, como mesas rebatíveis em cozinhas pequenas. Parece com o interior do Oozumi, onde há continuidade da doca até o elevador de aeronaves próximo ao limite frontal do convôo, sendo um espaço de uso múltiplo (hangar, garagem, doca, depósito).
        Já projetei, na falta de coisa melhor a fazer, um mini LHD de 144×24, boca de 18, muito parecido no geral. 😉

    • Em um porta aviões um elevador no meio da pista em pane baixado interdita as operações com aviões, por isso foram abolidas e passaram a lateral.
      Em um porta helicopteros um elevador em pane não interdita toda a operação dos helicopteros, que podem pousar e docolar de suas posições, por isso pode estar no convoo.

  4. A incrível produtividade da indústria coreana inevitavelmente deságua nos equipamentos militares por ela produzidos. Principalmente no tocante a prazos e quantidade.

    Ouso dizer, sabendo da polêmica, que se a península nunca tivesse se dividido seriam fortes concorrentes a maior e melhor marinha do globo proporcionalmente. A proporcionalidade que digo é em relação a território e população, logicamente.

    Na minha ignorância, achei muito interessante, porém de difícil consecução, o conceito coreano de “Frota de Resposta Rápida”: um navio de assalto anfíbio, uma combinação das diferentes séries da classe KDX (I, II, III) e seus Type 214.

    • Se a península nunca tivesse sido dividida, provavelmente a Coréia não investiria sequer uma fração do que hoje investe em pesquisa, desenvolvimento e compra de equipamentos militares e dificilmente teria algo parecido com a Marinha que tem hoje.

      • Ouso discordar. Acredito que a península nunca dividida teria desenvolvimento militar por essas razões:

        1- fronteiras com a URSS, países limítrofes deste país ou se tornaram satélites ou investiram em alguma forma de dissuasão. Fronteira com a China maoista: até a morte do grande timoneiro, esta nação pautou sua política externa na criação de pequenas crises com vários países fronteiriços. Ou seja, para não ser absorvida, algo precisaria ser feito.

        2- passado colonial. Se permitir ser ocupada e subjugada mais uma vez seria demais. Principalmente com a reordenação política pós segunda guerra.

        3- influência da casta militar na política. Algo visto de ambos os lados do paralelo atual. Podemos pressupor que ocorreria na união.

        4- uma Coréia unificada não precisaria concentrar milhões de homens em menos de 250 km, se preparando para investidas surpresas. A provável fronteira com a China e Rússia poderiam ser defendidas de forma menos traumática, principalmente pela questão geográfica. Talvez uma estratégia semelhante a suíça. Logo, acredito que haveria uma redistribuição interessante do orçamento e as prioridades.

        5- por fim, uma razão econômica. A Coréia é extremamente dependente do comércio externo marítimo, seja importando ou exportando. E seus conglomerados produzem tecnologias por si só. Me parece natural, uma economia rica de mercado projetar uma marinha que proteja seu comércio internacional.

        Ps: não podemos cometer o erro de medir outros países pela régua brasileira de mediocridade, inépcia e improvisação. Basta ver como muitos países do continente asiático não descuidam de sua área de defesa.

    • Produtividade? Era pro Makado ter sido entregue em 2010 e o terceiro, cujo nome não lembro, pouco depois. Deitaram em berço esplêndido e ficaram só com o Dokdo. Aí, sabe, things change, surgiram Anitta e Pablo Vittar e retomaram a classe por medida de prudência.

  5. Sensacional, com essa doca alagável. Só estranhei a diversidade dos sistemas de defesa de ponto: na frente Goalkeeper e atrás dois Phalanx CIWS.

    • Trata-se de uma ilustração quando pensava-se em equipa-lo com o “Phalanx”…na
      realidade embarca apenas o “Goalkeeper”.

  6. Roberto…
    .
    nem todo navio é candidato para receber elevador lateral…arranjos internos, forma e estrutura
    do casco , pouca borda livre…ao menos nesse caso os elevadores foram afastados o mais possível do centro do convés de voo para não interferir tanto nas operações aéreas.

    • Entendi Dalton, agradeço. Então foi uma solução de projeto, achou-se necessário ter este elevador mais centralizado como uma solução às especificações para o projeto.

  7. Não é um LPH. É um LHA, ou melhor, LHD pois tem doca alagável.
    Possivelmente tem um deque logo abaixo do convôo, e hangar contíguo à área elevada da doca.; garagens de veículos abaixo do hangar e paióis e depósitos logo abaixo, no mesmo nivel das salas de máquinas. É bem evidente que existem alas laterais à doca, cuja largura deve ser algo como 15m, cada uma com uns 5m de largura, onde se localizam as circulações de pessoas e material (exceto os elevadores de veículos, carga e munições). A tal largura de 31m é no convo, e há uma concordância entre a boca de uns 25m e o convôo. Mas tudo isso é mera especulação, palpite educado, já que é difícil pacas encontrar plantas de vasos contemporâneos comissionados.

    • Alex…
      .
      LHA também pode ter uma doca alagável…foi o caso da já descomissionada classe “Tarawa” o último dos quais foi descomissionado em 2015 e a partir do terceiro navio da classe “América” uma doca voltará a ser incluída…então para quem gosta dessa “sopa de letrinhas” o que me incluo…LHD obrigatoriamente tem doca e LHA pode ou não ter uma.
      abs

      • Bem verdade, Dalton.
        Mas parece que, li em algum lugar, que um LHD tem certas capacidades a mais que um LHA. Servir como C2 de uma força anfíbia, por exemplo. Mas não existe nada fixo nesse mundo, tudo muda, apenas os nomes vão ficando…
        Abraço.

        • Sim Alex…em ao menos um livro que tenho lembro estar escrito que a classe “Tarawa” não era tão eficiente em C2 então melhorias vieram com a classe seguinte “Wasp” que foi denominada “LHD”…como se fosse um tipo de navio muito diferente.
          .
          Então por ser de outra geração a classe “Wasp” tornou-se mais eficiente no que se refere a C2 ou mesmo C3, mas, tudo isso e mais foi adicionado nos navios mais recentes da classe “América” classificados como “LHA”,
          então não há diferença significativa entre os tipos, apenas os navios mais novos trazem novos equipamentos.
          .
          abs

  8. Filipe, o Makassar class não é derivado do Dokdo, é uma classe a parte, a Coreia do Sul oferece o Makassar como uma opção para pequenas marinhas com restrições de orçamento, uma alternativa a quem não pode bancar um Dokdo.
    Inclusive já tem Makassar class na Indonésia, Filipinas e Peru, mas a Coreia do Sul não opera, indo contra aquele mantra de que o país produtor tem que comprar e operar para poder vender.

  9. Observe como são rápidos para construir um vaso com essa dimensão! Em apenas um ano! E lá como fica a mão de obra! será que em Seul não tem leis trabalhista!? Sim! Lá tem legislação trabalhistas! SEUL é alinhado com leis internacionais como ISO da família 9000…, NRs, OSCHA, ISOTS 16949 automotiva. ISO 26000 internacional de responsabilidade social e etc. São rápidos, tem qualidade e com preços moderados. A MB logo vai entender que o caminho para sair dessa crise de escoltas é pela Ásia Oriental.

  10. Top Gun Sea 9 de Maio de 2018 at 16:54

    Observe como são rápidos para construir um vaso com essa dimensão! Em apenas um ano! E lá como fica a mão de obra! será que em Seul não tem leis trabalhista!? Sim! Lá tem legislação trabalhistas! SEUL é alinhado com leis internacionais como ISO da família 9000…, NRs, OSCHA, ISOTS 16949 automotiva. ISO 26000 internacional de responsabilidade social e etc. São rápidos, tem qualidade e com preços moderados. A MB logo vai entender que o caminho para sair dessa crise de escoltas é pela Ásia Oriental.

    Boa noite Top Gun Sea! A resposta é:

    Eles tem o maior patrimônio que uma indústria pode ter:

    Gente educada, escolarizada, ordeira disciplinada e altamente qualificada.
    O resultado não podia ser diferente.

  11. É evidente que o NXYZ Atlântico será a Capitânia da Esquadra pelo menos por mais 25 anos, devido a um milagre real, em qualquer conotação.

    Nem de longe, em condições normais de temperatura, pressão e juízo, é hora de sequer pensar em seu substituto, sendo essa uma tarefa da geração que não entrou na MB, ou se muito, ainda aspira ao oficialato em sua Escola Naval.

    Mas esperando daquela futura geração, quando no alto-comando, o equilíbrio das ações, visão de contexto, maturidade profissional e honestidade de propósitos – elementos faltantes parcial ou totalmente em alto-comandos que lhe antecederam até o momento – vislumbro um altivo LHA ou LHD, possivelmente de prateleira, com um convés exclusivo de asas rotativas, como uma sucessão possível, razoável, natural e definitiva da Capitânia da Esquadra nos anos 30, 40, 50 . . .

      • Ele não esqueceu…apenas não acredita e quem pode censura-lo ? Revistas que tenho dos anos 80 possuem matérias e mesmo desenhos dos NAes brasileiros que substituiriam o NAeL “Minas Gerais” no fim dos anos 1990…um seria de tamanho médio com catapultas enquanto o outro seria leve operando helicópteros principalmente anti submarinos e já se foram mais de 30 anos desde então.
        .
        O “Minas” foi substituído pelo “São Paulo”, um NAe de segunda mão que deveria
        permanecer em serviço até meados dos anos 2020 quando então um NAe novo
        estaria em sua fase final de construção…só que permaneceu navegando por apenas 5 anos e depois de inativo durante 10 anos foi iniciada sua desmobilização ou inativação já que não havia como moderniza-lo…nem mesmo se irá modernizar 12 dos 23 A-4s adquiridos em 1997 !
        .
        Planos e estudos sempre existirão e isso acontece em todas as marinhas, não é exclusividade da marinha brasileira, não é devaneio…apenas nunca há uma contrapartida financeira realista e não vejo isso mudando tão cedo, não diante de
        tudo o que há para se fazer no país.
        .
        Por outro lado, espero que os mais jovens que gostam de assuntos ligados à defesa , não passem pela frustração que passei …quem sabe estou sendo apenas pessimista demais.

        • Prezado Dalton,

          Você, juntamente com o Ivan “O mapento”, são para mim os melhores comentaristas deste espaço, simplesmente dois ícones literários, os quais procuro identificar mesmo em posts que eventualmente ultrapassem as centenas de comentários e os milhares de acessos.

          Em linhas gerais concordo com sua réplica, apenas uma ressalva quanto aos “devaneios” citados em relação aos planos e estudos para um NAe na MB. Eu não só não acredito neles como, no mérito, não vejo utilidade tática ou estratégica nessa embarcação na Marinha do Brasil, e por isso acho-a uma aberração estratégica, um erro administrativo, um desperdício econômico, e uma flagrante afronta à ordem jurídica, cujos fundamentos reporto-me: [Ozawa, em Marinha do Brasil recebe primeiro jato AF-1 biposto modernizado – 29 de Abril de 2018].

          No mais, como sempre, um afetuoso abraço e sempre atento às suas intervenções.

        • Boa noite, me interessei pela matéria da revista, você teria como disponibilizar o material? Caso não possar, poderia me dizer qual revista e N° da edição?

          Obrigado.

  12. Obrigado Ozawa…mas…sem a mínima falsa modéstia, não mereço tanto, mas, há gosto para tudo… até pelo que escrevo 🙂
    .
    grande abraço !

  13. Não podemos comparar a complexidade de execução de um barco destes com a execução de uma fragata que integra inumeros sistemas de alta tcnologia. É um grande barco e que se assemelha mais a um cargeiro especializado do que um barco de guerra moderno. Basta lembrar que a defesa se faz com Golkeeper que é um sistema com radar e direção de tiro autonômos. Esta classe de navio tem simplificações marcantes. Vejam no “nosso” Atlântico: o hélice não tem passo regulável e está construida de forma bem básica, pois, não se leva muito em conta a economia de operação em um navio dessa classe, feito para desdobrar com furia, em raras ocasiões. O incontroverso é que a Coréia do Sul está em um patamar de tecnologia naval que até o Reino Unido e a Austrália, sua ex colônia estão comprando lá seus barcos de guerra.

  14. Agora Coréia do Sul além do Japão já possuem navios para conter a ameaça da China…basta incorporar nestes navios o F35 de pouso e decolagem vertical e terão capacidade aérea em suas frotas. Para fazer frente aos porta aviões chineses…a |Coréia não parece a fim de fazere grandes operações de desembarque anfíbio …precisaria muito mais para isso na escala que teria de enfrentar ali…na região e com os artistas que se apresentam no teatro geopolítico da região mas ter aviões capaz de dissuadir na luta pela presença no mar da China…fiquei curioso para saber a velocidade desses navios em nós…se for menos de 20 nós…tudo bem deve ser para atuar em desembarques mesmo…agora se for de 25 pra cima …abram o olho; e duvido que essa informação divulgada seja a real. A Royal Navy e a Guerra das Malvinas/ Falklands motraram que nenhuma marinha poderá defender-se numa guerra e manter sua atuação num determinado Teatro de operações sem suporte aéreo.

  15. sempre gostei deste projeto!
    ROK navy é uma marinha em estado de arte, criada para fazer frente ao Japão , China e Coreia do Norte….se o orçamento do projeto tamandaré fosse um pouquinho melhor os coreanos seriam a melhor opção.

  16. Nem uma palavrinha sobre o preço dos LPH Dokdo class? Parece que custa quase o mesmo que uma nossa CV Tamandaré class… 😉

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