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Proposta da Navantia é favorita na concorrência de fragatas para a Austrália

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Proposta da Navantia para o Programa Sea 5000 da Austrália
Proposta da fragata F-100 modificada da Navantia para o Programa Sea 5000 da Austrália

As propostas britânicas e italianas para construir as futuras fragatas da Austrália  Fragatas foram classificadas pelo Australian Strategic Policy Institute como os mais capazes navios de guerra antissubmarino na concorrência SEA 5000 de 25 bilhões de euros para a construção de nove fragatas.

No entanto, a terceira concorrente, a Navantia da Espanha, foi identificada como a opção menos arriscada e provavelmente a mais barata de se construir.

Com uma decisão sobre o contrato, dentro de três semanas, o instituto classificou os três concorrentes para o contrato de desempenho, risco de projeto, estratégia industrial e custo.

O último artigo do instituto disse que o Type 26 Global Combat Ship, oferecido pela britânica BAE Systems, é “o projeto mais moderno”, mas também a opção menos comprovada, sem navios ainda concluídos.

A novidade da Type 26 é uma “espada de dois gumes”, segundo o relatório, com seu desempenho baseado em projeções “que deveriam ser necessariamente consideradas com certo ceticismo”. A FREMM, do construtor naval italiano Fincantieri, era um “projeto relativamente novo, mas comprovado” e adequado a um papel específico de ASW.

“Em relação ao Type 26, a FREMM oferece a vantagem de estar em serviço e, portanto, ser avaliado mais prontamente. Por exemplo, sua assinatura acústica pode ser medida, em vez de ser uma característica projetada”, disse o jornal.

FREMM italiana
FREMM italiana
Type 26 Global Combat Ship
Type 26 Global Combat Ship

FONTE: The Australian

20 COMMENTS

  1. Ou seja, escolhem pelo que existe, pelo o que dá para se avaliar e não sobre projetos no papel. Coisa de país que leva a sério sua defesa. Ô Brasil, vê se aprende!!!!

  2. A escolha pelo projeto da navantia parece óbvia, apesar de ser o menos sofisticado dos 3. Só o que eles vão economizar com a comunalisade com as fragatas de defesa aérea q estão entrando em serviço agora é um absurdo.
    Essa é daquelas comcorrencias feitas só pra Navantia se sentir menos confortável e abaixar um pouquinho seu preco.

    Agora q as Type 26 são, no papel, um senhor navio, isso elas são…

  3. Alguém consegue me explicar porque quase 3 bilhões de euros por fragata. Tem algo errado, não é possível.
    Eu pensei que com esse dinheiro daria para comprar 2 fremm e sobrar um dinheiro para manter durante um bom tempo.
    Ou esses navio não serão fragatas ou tem algo errado kkkk
    Na minha cabeça uma fremm já com armamentos não passaria de 2 bi de euros.
    Os australianos estão comprando o projeto? Transferência de tecnologia?

    • O orçamento para as nove fragatas é de $35 Bilhões de Dólares Australianos.

      Daí para a frente temos as conversões cambiais e não sei se esse valor corresponde a 25 Bilhões de Euros. Tem que fazer a conta.

    • O orçamento para as nove fragatas é de $35 Bilhões de Dólares Australianos.

      Daí para a frente temos as conversões cambiais e não sei se esse valor corresponde a 25 Bilhões de Euros. Tem que fazer a conta.

  4. A Navantia vai levar essa. A desculpa que ela deu para sair da concorrência das Tamandarés foi porque estaria com a sua capacidade instalada comprometida com a encomenda da Arábia Saudita e ( o que ela não disse mas a especulação corre solta) com enormes chances de vencer a licitação da Austrália.

    A conferir.

  5. Será que com essa grana os Aussies não comprariam uma Zumwallt? É muito dinheiro e essa história da transferencia de tecnologia é a maior fria para aumento dos preços. Com os armamentos ficando obsoletos a cada dez anos a tecnologia (casco e propulsão)do barco não conta.

    • O “Zumwalt” acabará na terceira unidade que encontra-se hoje em construção…além disso a US Navy os utilizará também como plataformas de testes para novas tecnologias e não são o ideal para à marinha australiana.

  6. os 35 bilhões de dólares australianos se deve ao fato de que os Aussies compram o pcote completo, ou seja:
    Tot, adequação de estaleiros, formação de pessoal, e ainda normalmente colocam junto um pacote de manutenção dos navios por um determinado tempo, aí, isto toma proporções gigantescas de valôres.
    Só discordo que estejam optando por um navio “testado”, porque, na verdade o navio proposto pela Navantia terá como “base” a F100, e não será a mesma, portanto vários parâmetros e desempenhos podem ser diferentes. Porjeto testado mesmo e operacional seria a Fremm italiana, sendo construída nos mesmos moldes.

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