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Vídeo: PHM Atlântico na Base Naval de Devonport

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O canal Warship TV do Youtube disponibilizou um vídeo feito ontem (10.6) em Devonport, do Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico (ex-HMS Ocean).

O PHM Atlântico, adquirido por £ 84 milhões, está sendo preparado pelas companhias Babcock e a BAE Systems para a transferência à Marinha do Brasil, em 29 de junho.

O PHM Atlântico depois da incorporação passará pelo Flag Officer Sea Training (FOST), um programa da Royal Navy que provê o treinamento operacional no mar para todos os navios de superfície, submarinos e auxiliares, sendo ministrado por uma dedicada equipe de especialistas da Marinha Real.

No vídeo é possível ver na popa o lugar onde aparecia o nome Ocean apagado e com marcas de solda. O navio também estava levemente inclinado para boreste, o que indica a movimentação de combustível dos tanques.

O indicativo visual ainda não tinha sido pintado no costado de boreste.

Os espaços onde ficavam os sistemas CIWS Phalanx de defesa de ponto aparecem com uma cobertura de lona branca.

46 COMMENTS

  1. Navio LINDO! Não vejo a hora em ver ele no Brasil! E melhor ainda, não vejo a hora em ver ele com boas escotas e bons helicópteros de ataque e transporte!

  2. As viúvas do A-12 São Paulo estão a se morder com a aquisição do HMS Ocean pela Marinha. Vai ser ….. quando entrar na baia arvorando a bandeira do Brasil. Espero que seja adquirido os Helis para o seu aparelhamento embarcado. Agora meu amigo a pergunta é.! Vamos escoltar essa coisa com o que?

        • A questão não é contra quem e sim se realmente for necessário, vai usar as Niteróis que estão sendo movidas praticamente a remo???? vai querer as Niterois até quando? 2100??
          Se não precisa de escoltas também não precisa do porta helicóptero, alias, pra que forças armadas? vamos nos defender de quem?? vamos atacar quem??
          é cada uma

          • Credo, continuam essa história de ovo ou a galinha (quem vem primeiro, a escolta ou o escoltado?)…

            Será escoltado pelas fragatas e corvetas que tem hoje, e pelos futuros navios (classe Tamandaré) que substituírem parte delas. Se ninguém puxar o tapete do programa da classe Tamandaré, haverá um início de renovação dos navios de escolta nos próximos anos. Nenhum motivo pra celeuma, por enquanto, somente temas que, aparentemente, não viram a página mesmo depois de quilos e quilos de discussões intermináveis nos comentários.

            Acho que ainda tem muito o que se debater sobre o navio em si do que das escoltas, que é um outro assunto.

          • O assunto é chato (assim como o assunto dos radares ou armamento do Atlântico) mas todo mundo sabe da situação e não param de levantar lebre sobre isso!! Sugiro que faça um desenho ilustrativo.

  3. Daqui a pouco aparece um para falar dos Phalanx, esse está por toda parte, e claro, não pode faltar aquele de sempre com a conversa manjada de… “Ainda faltam as escoltas”… 3…2…1…

  4. Sem CIWS e Com o ARTISAN 3D descontinuado, nada mal !!!
    Em outros comentários já tinha dito e vou falar de novo !!!
    Deus !!! Salve a Rainha !!!
    Seja mais que bem vindo !!!
    Sucesso na sua missão aqui no Brasil !!!

  5. A pergunta que não quer calar:
    Chegando no RJ, vai ficar atracado no AMRJ, ou sua altura permite passar pelo Vão Central da Ponte Rio-Niteroi e atracar na BNRJ?

  6. O vão central tem 72 metros…mais que o suficiente para o “Atlântico” passar…mas quero crer que a razão que se irá aloca-lo no AMRJ é pelo mesmo ter melhores instalações para atender
    um navio tão grande…

  7. Tá vindo meio pelado, mas tudo bem. O pessoal da Real tá tirando aquelas montueiras de radares e antenas. Vamos ter que fazer um serviço bom aqui no Brasil, se não aproximar igual a que tava na Real Marinha mas pelo menos chegar perto, afinal, NPHM A 140 em nossas mãos “merece”.

  8. A aquisição do HMS Ocean contrasta bem a diferença dos caminhos: A compra de meios usados em boas condições ou o desenvolvimento de projetos nacionais. Quanto custaria para construir um navio deste porte no Brasil, com certeza muito. Bem, penso que se as aquisições forem bem feitas este caminho tem as suas vantagens, pela velocidade de obtenção dos meios, e o Atlântico assim como os OPV Amazonas são os melhores exemplos.

    • Concordo com as boas compras de oportunidade. Mesmo assim creio que não deveríamos abdicar de desenvolver projetos próprios. Precisamos de FFAA o mais independentes possível.

  9. Vejo as.pessoas falando, foram as duas melhores compras.ja realizadas pela nossa MB, o Bahia e o Atlântico, estamos avançando muito, que nos transfiram um de apoio, vejam quantos anos tem qualquer de nossos mais, e estes que estamos recebendo e com toda a tecnologia que não tinhamos prática, agora iremos aprender.

  10. Fui crítico a esta aquisição, pelo fato de já termos o Bahia e não possuirmos outras tantas coisas que precisamos. Mas se foi escolhido, bons mares e seja bem vindo, prestará um ótimo serviço ao Brasil.

    • Também critiquei, mas pelo preço e qualidade do navio acho que dificilmente acontecerá de novo outra oferta por um navio desses. Vai agregar muito a nossa esquadra

  11. Creio que, por ora, o importante seria adquirir o NT classe Wave (se é fato que foi oferecido a MB) para compensar a baixa do Marajó… Entendo que o engajamento do PHM Atlântico e suas escoltas, sem um NT de grande capacidade, acaba limitando o raio de ação, ante a necessidade de constante reabastecimento do NT para suprir a frota

    • Para instalar no novo porta aviões que entrou em serviço recentemente. Não foi por nada, foi simples necessidade mesmo.
      Tem um sistema com dois tubos de 30 mm radarizados também que tem essa mesma função, já foi oferecido pelos ingleses ao Brasil faz tempo, negócio de governo a governo, em termos de poder de fogo é muito mais devastador que este Phalanx atual, creio que para as missões do Atlântico seria mais eficaz, além de bater mísseis em voo baixo, também serve melhor contra ameaças de superfície, seu poder de fogo é muito maior, o Atlântico sofreria mais ameaças tipo terrorista ou assimétricas que de um míssil lançado de uma Marinha inimiga regular, creio que ele será aposentado e nunca verá um combate na vida, exceto dessas ameaças tipo terroristas, os tubos de 30 mm são mais eficazes.
      O principal é seu poderoso radar, é isso que importa, pois se ele fosse retirado, acredito que todo seu centro de comando e controle teria que ser mexido.
      Você já viu o Gepard do EB cuspindo chumbo?? é igual aquela coisa lá, só que com cadência muito maior.

        • Pois é, também fiquei curioso. Reparo duplo de 30mm já foi trocado na RN por reparo simples, e não é para emprego antiaéreo. E reparo antiaéreo de 30mm que a RN usava era o Goalkeeper, que também foi tirado de serviço, e não era reparo duplo, e sim reparo singelo de canhão tipo Gatling.

    • Israel,
      O motivo, como já mencionado, é que a Royal Navy deverá instalá-los em outros navios que está comissionando. Foi assim com os destróieres Tipo 42, que quando deram baixa tiveram seus Phalanx retirados para modernização e instalação nos novos Tipo 45. Assim eles economizam nesse custo.

        • Desconheço qualquer previsão para instalar algo igual ou melhor tão cedo, há outras prioridades e já se está empregando dinheiro bem difícil de se arranjar na compra do navio. Algumas questões que se levantam como CIWS de ultimo tipo, jatos de pouso vertical, helicópteros pesados etc são devaneios que ainda estão muito fora da realidade atual dos recursos, só o fato de conseguir adquirir o navio (e, antes dele, o Bahia) já foi um feito considerável para uma Marinha que esteve desativando navios de maior porte como o NAe São Paulo e os NDD Rio de Janeiro e Ceará nos últimos seis anos.

          Se reaproveitarem os lançadores Simbad do NAe São Paulo, o PHM Atlântico já ficará com defesa semelhante à do NDM Bahia e, pra não falarmos só de Brasil, também semelhante aos BPC classe Mistral da França, o que é adequado para o tipo de navio.

          Pode ter coisa melhor? Sim.
          Agora? Não.

          Pode-se também instalar canhões antiaéreos de 40mm retirados das corvetas classe Inhaúma desativadas, que se bem mantidos, com direção de tiro instalada no navio e integração com seu sistema de combate, seriam bem eficientes com munição 3P.

          Após se definir e encomendar, por exemplo, o sistema de mísseis antiaéreos da futura classe Tamandaré de escoltas, pode ser interessante tentar encomendar um sistema extra de mísseis e seus lançadores para o Atlântico, padronizando com elas (como fez, por exemplo, a França que emprega o Aster 15 no navio-aeródromo Charles de Gaulle e nas fragatss FREMM). Mas isso não é para agora. Cada coisa a seu tempo, eu vejo o pessoal ansioso demais por conta disso.

  12. Ranking das perguntas recorrentes, e que já estão enc…..o……..co.. e que poderiam ser respondidas se a pessoa não tivesse preguiça de ler as matérias anteriores :

    1 – Retirada dos Phalanx do Oceano ;

    2 – Adaptar o Oceano para operar os Harriers ;

    3 – Escoltas.

    4 – Diferença entre o RMB e o reator do Alvaro Alberto.

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