segunda-feira, setembro 27, 2021

Saab Naval

Indonésia negocia com Naval Group variante do submarino classe ‘Riachuelo’

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Submarino Riachuelo - S40
Submarino Riachuelo – S40

Oficiais do ministério da defesa da Indonésia estão em negociações com um consórcio liderado pelo construtor naval francês Naval Group para uma possível encomenda de submarino da classe “Riachuelo” (Scorpène Modificado), fontes distintas da indústria próximas às negociações confirmaram ao Jane’s.

A discussão é o mais recente desenvolvimento no que tem sido uma série de conversas esporádicas entre planejadores de defesa indonésios e o Naval Group desde 2016, quando Jacarta pela primeira vez indicou seu interesse no tipo de navio Scorpène 1000 para suas necessidades navais.

A due diligence especificamente para a classe “Riachuelo” começou depois que uma variante do tipo submarino foi sugerida pelo Naval Group como sendo adequada para os requisitos da Indonésia, disse uma das fontes da indústria.

Além das discussões técnicas, as negociações com o Naval Group e seu consórcio também abordaram opções de financiamento e oportunidades para acordos de transferência de tecnologia entre empresas de defesa francesas e indonésias, acrescentou a fonte.

A classe Riachuelo é um submarino de 1.800 toneladas, quatro das quais encomendadas para a Marinha do Brasil em 2009. O primeiro da classe foi lançado pelo Naval Group em dezembro de 2018, enquanto o último submarino está programado para entrar na água em 2022.

O submarino tem comprimento total de 75 metros, boca total de 6,2 m, e pode acomodar uma tripulação de 31 militares, incluindo seis oficiais. Ele pode lançar torpedos pesados ​​F21 e mísseis MBDA Exocet SM39 Bloco 2 Mod 2 através de tubos de 533 mm e é capaz de mergulhar até 350 m.

Visão em conrte do S-BR Scorpène, classe Riachuelo

FONTE: Jane’s

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Eduardo

Alguma chance de parte da construção acontecer no Brasil?

Jef2020

Olá amigo…pelo que entendi como a classe oferecida é a Riachuelo essa classe é exclusiva do Brasil e portanto sim. Caso o negocio seja concluido me parece lógico montar aqui para se aproveitar toda a estrutura ja existente para esta versão

Funcionario da Comlurb

Prezado, que papo é esse de que é exclusivo do Brasil ? A única diferença dessa classe de Scorpene em relação às demais é a seção extra que foi adicionada para poder dispor de maior autonomia, mas já estava prevista no projeto original , na forma de uma seção para abrigar o AIP.

O projeto pertence a Naval Group.

Vitor

Correto!
O Aço é mais barato adquirir da China
Equipamentos de tubulação também.
Fiação Também.
Sistema de Combate são Europeus etc…
Sobra praticamente pouco ou nada a ser potencialmente fornecido no Brasil. Aqui tudo é mais caro , inclusive a mão de obra!
Talvez exista um ganho mínimo na montagem de estruturas mas duvido….
Única opção seria que exista uma clausula de royalties para o projeto caso seja exportado.

Jef2020

Ola amigo…a maioria dos equiptos vem de fora sim…o que temos aqui é a Unidade de fabricação de estruturas metálicas (UFEM) e a montagem propriamente dita…vejo como mais ou menos como o caso dos guaranis do EB que foram exportados pela Iveco…o projeto é dela mas aproveita a estrutura existente daqui e grana no bolso…para eles pouco importa onde é montado… as diferenças de custo sao consideradas na oferta final..eles competem com os IKLs e outros subs e não entre fabricas da propria naval group…

Jef2020

Ola amigo…Complementando…Seria sim um entrave se as diferencas de custo fossem a tal ponto de afetar a competitividade da oferta em relação à outros subs concorrentes!! Mas pelo que tudo indica o cliente estaria interessado no projeto Riachuelo

Camargoer

Caro Vitor. O aço usado no SBR é francês. Os cabos provavelmente são nacionais, resultado do desenvolvimento deste tipo de material para construir a classe Tupi. O sistema hidráulico é brasileiro. Os motores foram nacionalizados assim como as baterias.

Jodreski

Sonar tb é nosso, ou não?

Funcionario da Comlurb

Não.

Nilson

Essa questão de motores e baterias nacionalizados é meio história da carochinha. Não negativei, mas tenho certeza que nos Riachuelo não haverá MEP nem baterias nacionais. Infelizmente.

rommelqe

Mas nos próximos poderão ser nacionais, sem problemas tecnológicos. Mas aí como seriam vendas para Filipinas (e talvez também para a Indonésia) precisa confirmar se os franceses concordam; posso afiançar que muito provavelmente é uma questão de custos, quem for mais competitivo leva…aí entendo que a WEG ganha de lavada.

Funcionario da Comlurb

Pode provar tido isso que afirmou ? Quais são as fontes?

rommelqe

Caro Vitor, hoje não é bem assim não, a desvalorização do real tem trazido algumas surpresas…Além do que vc citou apenas materiais e componentes mas somando-se os serviços e outros custos fabris (dispositivos, procedimentos etc…) acredito que um Scorpene padrão MB fabricado no ICN seja mais barato do que lá na França. E de entrega mais rápida.

Jef2020

Ola amigo….essa configuração da classe Riachuelo é sim um projeto para o Brasil justamente pelo alongamento e portanto modificação de projeto em relação ao scorpene tradicional…esse alongamento traz uma serie de consequencias quanto a estabilidade da embarcação, ponto de equilíbrio, distribuição de peso, etc e necessita de analise de como o espaço seria utilizado em substituição ao sistema AIP e como afetaria na performance do sub…é muito mais viavel na minha opinião aproveitar a estrutura ja existente aqui para este modelo do que fazer na europa adaptando a linha do scorpene…para a Naval Group nao faz diferença montar aqui…as difetencas… Read more »

Leonardo Costa da Fonte

A Indonésia já monta seus submarinos no próprio país. Por que iria montá-los no Brasil?

Jean Jardino

O custo Brasil eh um grande impeditivo, alem da Logistica. Mais certo que eles construam na propria Indonésia.

Camargoer

Caro Jean, o liberal. Quais são os custos Brasil? abra a planilha para eu entender.

Armando Eisele

Engraçado repetem sempre o mesmo discurso. A EMBRAER está aí para desmenti-los. O Brasil deveria na minha humilde opinião manter essa produção, nem que seja 1 sub/2anos, e proceder a nacionalização até chegar num ponto que seremos independentes de outros países. Jogar 15 bilhões que gastaram em Itaguaí é um crime de lesa pátria. Infelizmente o Mundo diante de tantas ameaças inclusive da FRANÇA, mãe desse projeto, nos ameaçou de INVASÂO. Nossa marinha tem que considerar ter no mínimo 15 submarinos.Que sejam 3 nucleares e 12 convencionais. As escolas navais devem aproveitar e criar um massa cinzenta que possibilite isso… Read more »

Fabio Araujo

Se quiserem estamos prontos para começar imediatamente a construção, nas nossas infraestruturas é só passar o cheque!

Last edited 9 meses atrás by Fabio Araujo
Moriah

pois é, tem tudo pronto aqui.

Kemen

Qual é o preço do aluguel? kkkkkkkk

Vitor

Construir no Brasil é quase 3 vezes mais caro que construir na Ásia (Comparação Navio Mercante). Se já é essa conta, imagina para um militar…

Camargoer

Caro Vitor. O custo de fabricação do SBR no Brasil foi similar ao de construir em outro país. O que encareceu foi o custo de construir uma nova base e estaleiro, mas estes valores não podem ser colocados no valor unitário de construção do SBR. Cada um custou cerca de meio bilhão de dólares, como teria sido faze-lo na França, Espanha ou Chile.

Thiago Roberto

Mas acredito que os nossos foram um pouco mais caro por causa da “transferência de tecnologia” tbm. Mas se a indonésia for comprar aqui, imagino que os subs seriam mais caro sim, em geral quando importamos algumas coisa os custos de importação chega incrementar o valor em quase 60%(isso pode variar a depender de alguns benefícios fiscais). Mas é aquilo, se o super tucano é fabricado aqui e montado e vendido nos EUA e ainda assim é competitivo, acredito que o Riachuelo tbm seria possível, mas para entender a competitividade dele teríamos que estudar bastante, mas é melhor a Marinha… Read more »

Nilson

O que é importado para reexportação após industrialização não paga impostos. É o chamado drawback. As partes e peças entram com com isenção e o submarino sai com isenção de impostos. Esse é um fator que a Naval deve levar em consideração nos seus cálculos. Creio que com a desvalorização do real a mão de obra brasileira ficou bem mais barata no contexto internacional. Lápís e papel na mão, a decisão é empresarial.

Elias E Vargas

Correto, devemos manter o complexo fabril de Itaguaí funcionando, até porque, sem contratos não há trabalho e a mão de obra qualificada é perdida como já aconteceu em outras oportunidades, Afinal de contas a economia de escala também ajuda a baratear o preço do produto tornando-o mais competitivo. Vamos ser otimistas e torcer para que exportemos muitos “Riachuelos”

Funcionario da Comlurb

Como assim? Abra a planilha para eu entender.

Armando Eisele

Perfeito, acabo de lembra isso, gastamos bilhões nesse complexo militar e industrial, vão jogar tudo fora e deixar empoeirando ?

Célo

Resta saber se a construção será aqui ou na própria Indonésia. Já estamos com problemas de estaleiros e desenvolver mais um projeto em Itaguaí sobrecarregaria e comprometeria toda a estrutura e logística local.

Thiago

Sobrecarregar, Tá de sacanagem ? Brasileiro gosta de zueira!

Kemen

Mandem as partes lá em casa que eu monto! kkkkkkk

Caerthal

Comentário estúpido.

Gamayun

Itaguaí tá precisando de trabalho caro Célo. A MB estava até tentando vender um dos nossos pra continuar a cadeia de produção e o tempo que vai demorar entre o final da construção do SBR e o inicio do SNBR. Se não tem trabalho o estaleiro de submarinos para, pessoas altamente capacitadas são dispensadas e facilmente acham trabalho no mercado e ai se vai nossa mão de obra.

Fabio Araujo

Exato,se o prelo for bom estamos a disposição para construí-los e temos toda a expertise afinal esse modelo foi modificado segundo as nossas especificações!

Allan Lemos

Amigo, você está enganado. Um dos maiores problemas que a ICN vai enfrentar é justamente a ociosidade entre o fim da construção do S-43 Angostura e o início da construção do SN Álvaro Alberto, o que poderá acarretar a desmobilização dos meios produtivos. Saiu uma matéria sobre isso ainda ontem na Folha de SP, que foi republicada aqui.

Se a Indonésia realmente quiser um submarino igual ou semelhante ao Riachuelo, isso poderia representar a solução dos nossos problemas se a ICN tiver alguma patente exclusiva desse modelo. Seria uma dádiva se esses submarinos fossem produzidos em Itaguaí.

Alex Barreto Cypriano

Do céu só cai chuva, meteoro, aeronave e operário da construção. Vez ou outra, cuspe, e olhe lá…

Last edited 9 meses atrás by Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano

É claro que vai ser lá. Leram o trecho da matéria falando de ToT pra Indonésia? Então, vai ser o mesmo truque aplicado aqui: pagamos pela receita, pelos ingredientes e utensílios domesticos mas só temos autorização pra fazer quatro bolos (pra uso pessoal, nada de vender bolo por aí, hein?). Ou a gente inventa nosso próprio bolo ou vamos ficar chupando o dedo. Mas todo mundo já sabia, né?

Esteves

Sabia. E como sabe.

Paulo Sollo

Pois é. Mas essa jogada de ToT engorda o valor do contrato que é uma beleza, tudo legalmente justificado, alguns bolsos recheados, e mãos se esfregando para o próximo contrato com ToT…

Thiago Roberto

Ou compra o bolo pronto e no lugar de 4, compra 8 kkkkk

Fighter_BR

Não duvido de comprarem de prateleira o primeiro Riachuelo da MB.

Carvalho2008

Não deixa de ser uma alternativa…

Vende e põe o Novo Riachuelo no fim da fila construindo um novo…

sj1

Uma ótima maneira de não deixar o estaleiro ocioso, pois o último fica pronto daqui a pouco mais de um ano, e o SN vai demorar a começarem a montar.

John Paul Jones

Depois do fiasco da compra dos Classe 214 Sul Coreanos pela Indonésia, que vieram com um NRI (Nivel de Ruido Irradiado) incrivelmente alto, a Indonésia voltou a negociar com a Alemanha e França ….

Junior

A Indonésia não tem submarinos da classe 214, os que ela comprou da Coréia eram submarinos da classe 209/1200, chamada na Coréia de classe Jang Bogo

John Paul Jones

É verdade vc está certo, mas apesar de vendidos como IKL 1200 na verdade são cópias do 1400 (Tikuna) e apresentaram elevado NRI para um navio novo.

Abraços

Roberto Bozzo

Agora vamos saber se a MB foi inteligente e colocou em contrato que, como cliente de lançamento do modelo, pelo menos uma parte dos futuros contratos seja feito aqui.
A Indonésia é cliente antiga de produtos brasileiros e isso pode ser um diferencial na negociação.

Caio

Correto see a Damen produz fragatas e corvetas na Romênia, por que o Brasil não poderia pegar pelo menos uma parte dessa produção dos submarinos para a Indonésia?

Rafael

É o BR vai levar $$$ algum ???

Jean Jardino

Naooooo, o projeto eh da Naval Group.

Wellington Góes

Mas ou menos Jean… Realmente o Scorpene, como os montados para o Chile e Índia, é totalmente francês, mas o S-BR Riachuelo, não é TUDO francês e a oferta citada é do S-BR e não do Scorpene. Por óbvio que a liderança dessa oferta é francesa, mas há sim uma participação brasileira no negócio e, inclusive, deve ser muito bem vinda, já que os custos de produção são muito inferiores no Brasil do que na França (muitos dos custos aqui, são 6 vezes menores, caso de alguns componentes e mão de obra), talvez por isso, também, a Naval Group queira… Read more »

Thiago

Fecha ai um acordo bacana Entrega a nossa primeira unidade, ja pronta, os indonésios super felizes e nos com o dinheiro e enconmendamos outro sub, ideal para manter as instalações ativas e cobrir o iato ate a chegada do sub nuclear .

Marcos

Indubitavelmente é o Scorpène mais avançado do mundo!

Kemen

É um ótimo submarino o nosso, mas vamos com calma, não temos AIP e não temos baterias de Li-ión, para o nosso cenário esta ótimo e suficiente.

Marcos

Interpretação de texto passou longe

Que scorpène tem AIP? baterias de Li-ión? Nenhum! O indiano sequer tem torpedos, o AIP deles ainda não foi instalado e se for, vai ser em 5 ou 8 anos.

Kemen

Os Scòrpene tem a possibilidade de ter AIP e o espaço previsto para AIP nos nossos esta presente mas não para futura instalação de AIP, a não ser que na MB no futuro decida instalar.___ O que tem a haver se os outros não compraram com AIP?___ O que tem a ver se o AIP dos Scórpene da India ainda não foi instalado?___ Colega, lhe adianto que na India não foi instalado porque esta aguardando o projeto de um novo de AIP, pois o MESMA é mesmo uma M***a, é um dos piores AIP, vai se informar com quem conhece.___… Read more »

Last edited 9 meses atrás by Kemen
sj1

AIP é para lagos e mares fechados camarada, para a vastidão do Atlantico Sul não se aplica.

kemen

Colega você esta brincando não! Pelo contrario, quanto mais tempo um submarino pode ficar submerso, mais longe da sua base ele pode atuar em caso de guerra, mais dificil para um satelite localizar aonde ele esta ou vai.

Desde quando o Atlântico sul é mais vasto que o oceano Pacifico seja no norte ou no sul?__ O oceano pacifico cobre 46% da superficie da terra e lá tem submarinos com AIP, japoneses, chineses e russos.

Last edited 9 meses atrás by kemen
Renan

A indonésia está realizando diversas compras no mercado e seria interessante uma negociação de alto nível, para se aproximar deles e vender tudo o que for possível. Um vice presidente poderia ir até lá e tentar fechar alguns acordos. Vamos Brasil ajude a indonésia a ajudar o Brasil. Vamos dizer que um Riachuelo custe a MB 550 milhões de dólares ou menos pois a transferência de tecnologia visa reduzir o custo dos próximos. E uma vez transferido o preço tem que ser mais barato que os primeiros. Então se o Brasil venda por 500 ou 450 milhões de dólares uma… Read more »

Ferreras

Exato! Fora que esses 100 milhões voltaram para o governo na forma de impostos da cadeia produtiva.

Kemen

Sera que o Naval Group ainda tem como produzir mais submarinos no tempo desejado pelos clientes com a agenda de entregas que já tem? É bem verdade que muitos serão produzidos fora da França ou algumas partes.

Thiago Roberto

Na verdade a preocupação a falta de pedidos, o ICN foi planejado para que depois que fosse finalizado o Riachuelo logo em seguida fosse construído o SUBNUC, mas esse vai atrasar, então entre o último Riachuelo e o SUBNUC o ICN vai ficar ocioso.

Kemen

Ainda estou com dúvida se a classe Riachuelo tem hélices de passo variável.

mazzeo

submarinos em geral não tem hélice de passo variável, são de passo fixo e baixa rotação para evitar a cavitação.

Kemen

Entendi o termo geralmente, talvez até seja a maioria, mas alguns fabricantes noruegueses e suecos fornecem hélices de passo variável e com minimo ruido de cavitação, esse problema tem sido contornado e minimizado, assim sendo fica impossivel .gravar a figura de ruido de um submarino ou belonave, impedindo seu reconhecimento pelos sonares.

Entretanto hélices de passo ajustavel controlado podem ser utilizadas de forma a enganar o reconhecimento do submarino, por sonares, ajustando o passo das mesmas no momento certo, antes de uma operação de risco,o mesmo se aplica a belonaves. O problema é que são bem mais caras.

https://www.kongsberg.com/maritime/products/propulsors-and-propulsion-systems/propellers/adjustable-bolted-propeller/

https://www.kongsberg.com/maritime/products/propulsors-and-propulsion-systems/propellers/controllable-pitch-propeller/

Last edited 9 meses atrás by Kemen
Carlos Campos

muito legal isso, agora me pergunto o pq de não termos comprado sub da SAAB

Carvalho2008

De fato, nao deixa de ser tambem uma alternativa pegar um dos 4 Subs ja em construção e finalização e repassar a Indonesia e assim com o dinheiro, colocar mais um na fila para a MB. O ideal seria pegar o ultimo ou penúltimo em construção para permitir aos indonésios alguma troca de eletrônicos que prefiram.

Esteves

Parece uma boa ideia. Faz sentido.

Carvalho2008

O Agostura ainda não foi construído. Seria o melhor candidato para que os Indonésios façam as adaptações dos eletrônicos que desejarem, bem como possibilitaria o acompanhamento de seus técnicos na construção

Allan Lemos

Seria uma dádiva se esses submarinos pudessem ser fabricados aqui, ou pelo menos algumas partes ou peças. Será que a ICN detém alguma patente que seja exclusiva desse modelo ou algo do tipo? Ajudaria se tivéssemos uma diplomacia eficiente para oferecer à Indonésia a nossa linha de produção, mas como não temos, ficamos à mercê da sorte.

Silvano

Diplomacia “eficiente” era aquela que negociava com o Irã, tratava o grupo narco terrorista das FARc como “Força Beligerante”, Venezuela no Mercosul, Maduro um estadista democrata, criou um grupo de bananeiros chamado UNASUR e por aí vai…

Sem alarde, essa diplomacia ineficiente já vendeu o KC-390 para dois países da OTAN.

E todos os programas militares estão em dia, vivendo uma crise econômica mundial sem precedentes….estamos saindo dela, graças em parte a essa diplomacia também.

Allan Lemos

Eita, criticar esse governo agora faz de mim um comuna adorador de Fidel, Lenin e Marx kkkk

Com licença que eu vou ali comer meu sanduíche de mortadela.

Gabriel BR

Será construído por um consórcio entre Naval group e empresas indonésias de defesa. Leiam com atenção!

Esteves

A notícia diz que estão conversando na França. Com a DCNS. Não estão falando com a ICN, com a Odebrecht, com a MB. Não.

O que e de que estão tratando?

Chama a Mulher dos Ventos pra traduzir.

— Gesse, Gesse…

Thiago

Nada impede que , conhecendo o interesse dos indonésios, a diplomacia brasileira ( existe ainda ?) , Previa consulta com o executivo e a MB, chegue de enxerida para ventilar a proposta para os colegas asiáticos .

Esteves

Não dá pra pegar notícia de internet e reagir.

Não dá pra descobrir que a T está sendo desmobilizada no PN. Não dá pra saber das coisas que afetam nossos negócios pela internet.

Nossa diplomacia perdeu o diploma?

Luís Henrique

Sonhem.
A Indonésia quer desenvolver sua indústria bélica nacional. Eles estão negociando 48 caças Rafale, Corvetas Gowind e Submarinos Scorpene com os franceses.
Eles tentarão que seja acordado parte da produção lá no país deles.
E a França vai lutar para fazer na própria França.
No final, caso o acordo seja concluído, ficará trabalho para a França e trabalhos na própria Indonésia.

A França não é trouxa de negociar produção aqui no Brasil.

Allan Lemos

Eles estão negociando 48 caças Rafale

Rsrs até mesmo a força aérea de um país pequeno tem mais ambição do que a FAB. O jeito é rir para não chorar.

Thiago

A Indonésia não é pequena Allan , se conseguir resolver enfrentar direitinho seus tantos problemas internos pode ser uma das potências emergentes mais relevantes em um futuro próximo. Mas eu dúvida que agora ela tenha capacidade financeira para tudo isso .

Dalton

Sem falar da localização da Indonésia e consequentemente um grau de percepção de ameaça maior.
.
Por lá transitam seguidamente navios da US Navy, entre outras marinhas enquanto aqui os vemos principalmente quando não podem transitar pelo Canal do Panamá o que os obriga a contornar à América do Sul, o último deles, o USS Tripoli que por conta da pandemia nem atracou no Rio de janeiro.

carvalho2008

A Indonesia tem uma projeção de crescimento de forma a estar entre os 5 maiores em 10 anos….nós é que somos ignorantes sobre noticias da Asia, mas existem previsões de ela será uma das grandes economias…

EduardoSP

População superior à do Brasil. E crescendo.

Esteves

Mesmo modelo que fizeram aqui.

Cortes, dobras e soldas nas chapas, na Indonésia. MEP, calotas, aço HY80, sistemas de combate, armas, sonares, vigilância…tudo importado.

Tomcat4,2

Brincadeira o quanto a viralatice de muitos aflora por aqui na trilogia viu, só deprecia e escarnece de tudo que é do Brasil ,de suas forças armadas e sua indústria, lastimável.

João Rodrigues dos Santos

É amigo…Mas, isso não é viralatice…Porque viralatice, é um pouco de desconhecimento da própria historia com má interpretação de textos e preguiça de ler.. Isso eu acho que é viralatice…
No caso de “alguns” aqui, é mau caratismo mesmo!!
Se percebe na forma da escrita e na colocação adjetiva…
A pessoa escreve e sabe sobre o que esta escrevendo, mas quer sempre deturpar tudo…
São pessoas amargas e acham que devem arrastar todos para o mundo paralelo em que vivem… Vivem no zoom eternamente…

Last edited 9 meses atrás by João Rodrigues dos Santos
Nilo

Quem conta com o ovo antes da galinha?
É consumidor, não Produtor. 😒

Last edited 9 meses atrás by Nilo
Foxtrot

Talvez esteja aí a oportunidade do Brasil continuar com as operações em Itaguaí.
Um acordo com a Naval Group para fabricar partes dos equipamentos Indonésios.
Ou como temos excelentes relações comerciais militares com a indonésia, deveríamos colocar nossa diplomacia para oferecer nossa variante SBR para eles.
De todo jeito a Naval Group ganhará roialtyes com a venda mesmo (nossa ou deles).

Esteves

A cada transferência internacional de um jogador, o clube formador do atleta tem direito a 5% dos valores envolvidos. 

É o que temos para hoje.

Rafael Oliveira

É o Chile o “formador” do submarino Scorpene.

Silvano

Aquele do Chile está muito, mas muito defasado em relação ao Riachuelo.

glasquis 7

Os Scorpene da ARCh foram comissionados em 2005 e 2006 respectivamente. Ou seja há 15 anos.

Mas, fizeram suas respectivas modernizações recentemente.

Existe um GAP de 15 anos mas é difícil saber ao certo o quanto podem estar defasados. Os chilenos sempre tentam manter uma frota moderna e operativa pois pro Chile, o mar tem uma importância estratégica mais significativa do que pros outros países da região.

glasquis 7

Tal vez o Silvano possa nos mostrar as defasagem que os Subs chilenos tem em relação aos subs brasileiros.

Eu pessoalmente, não tenho essas informações.

Silvano

15 anos de defasagem tecnológica. Acha pouco?? todo o recheio interno e sensores do Riachuelo são mais modernos, além de maior, 70 dias em operação contra 40 dos do Chile.

É mais ou menos que comparar os F-16 do Chile com o Gripen E/F do Brasil… em suma… não dá pra comparar.

glasquis 7

15 anos de defasagem tecnológica. Acha pouco??”

Não, não acho. O que acho pouco é a sua compreensão de leitura. Em nenhum momento eu disse que a defasagem é pouca, apenas que é difícil saber ao certo até que ponto vai essa defasagem.

“é difícil saber ao certo o quanto podem estar defasados.”

O senhor poderia nos dizer quais sistemas possuem os Scorpen Chilenos? Ou pelo menos, se e quando eles foram modernizados e com o que?

Vc nem sabe. Apenas especula. se tiver algum dado, além do seu achismo, que possa ser considerado, apresente.



Last edited 9 meses atrás by glasquis 7
João Rodrigues dos Santos

kkkk Claro! Boa!!

Andromeda1016

Cuidado. Eles gostam de pagar com comodities em vez de dinheiro. É conhecida a prática deles de negociar condições de pagamento incomuns e depois de dar cansaço nos credores dar o calote e depois ir atrás de novo fornecedor para aplicar o mesmo golpe.

Silvano

Pior que os argentinos?? se for…o Brasil já fez muitos negócios com os argentinos… do KC-390 só querem se gabar o tempo todo que fabricam partes e bla bla bla.. nunca vão comprar porque não tem dinheiro….. e os E-190 pararam de pagar, alegando a tal da pandemia…só calote também…

ADRIANO MADUREIRA

foram eles que compraram gripen com arroz e borracha?

João Rodrigues dos Santos

Seriooo ?? kkkk rsrsrs

kemen

O mais engraçado é que nos comentarios se analiza o que faria o Naval Group, ou seja, se monta os submarinos aqui ou na França, mas o principal é esquecido, o que o comprador quer, tal como nós a Indonésia pode querer montar alguma coisa lá mesmo, na Indonésia, afinal já fizeram isso, aguardemos. “Improved Chang Bogo-class submarine/DSME 1400. 2 units built by South Korea and 1 unit assembled domestically under license by PT PAL Indonesia. In 2019, Indonesia order 3 more units. The fourth submarine will be built jointly with Transfer of Technology, and the fifth and sixth will… Read more »

Last edited 9 meses atrás by kemen
Eduardo

Me ocorreu aqui.
Não seria uma boa oportunidade à MB vender um dos que estão ficando prontos, mesmo o Humaitá, e adicionar mais um à fila?
Win-win: Indonésia recebe seu novinho em tempo recorde; Brasil lucra alguma coisa com a venda; Itaguaí adiciona o novo submarino à linha de montagem, como necessita.

Reginaldo

Pode parecer uma pergunta boba, mas por curiosidade. Se estão negociando uma “Classe Riachuelo”, lá se chamaria Classe Riachuelo também? Ou logicamente, cada país dá o nome da Classe ao seu primeiro submarino do tipo? Porque se for assim, não faz muito sentido dizer “Classe Riachuelo” apenas porque será igual ao nosso.

Renato

Um dos problemas da indústria militar em relação a indústria civil é manter as suas atividades sem paradas ociosas.
Uma indústria de submarinos e navios militares não tem a mesma demanda que uma indústria automobilística.
A indústria automobilística soube se reinventar para se manter em linha de produção contínua.
Já fico pensando futuramente o que poderá ocorrer com o estaleiro em ITAJAÍ adquirido pelo grupo alemão quando finalizar o último navio Tamandaré.
Mais gente correndo o risco de perder o emprego e o Brasil de perder mão de obra nacional.

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