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Foi realizada no dia 1 de fevereiro a cerimônia de batimento de quilha da Fragata ‘Admiral Golovko’ no estaleiro Severnaya Verf Shipyard (Northern Shipyard), em São Petersburgo, Russia.

Terceira unidade da classe Admiral Gorshkov, o project 22350  são fragatas EG de 4.500 t., 130 m de comprimento, 16 m de boca e 4,5 m de calado carregado.

A solenidade contou com a presença entre outras autoridades do Comandante em Chefe da Marinha Russa Almte. Vladimir Vysotskiy.

A Admiral Gorshkov se encontra em trabalhos de finalização no estaleiro e deve realizar suas provas de mar ainda em 2012. A segunda unidade Admiral Kasatonov encontra-se em construção e será lançada ainda este ano.

 

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) constituído por representantes da Marinha do Brasil, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) se reuniu novamente esta tarde para avaliar as ações realizadas até o momento, com relação ao vazamento de óleo ocorrido na Bacia de Santos.

O helicóptero embarcado na Fragata Niterói realizou dois sobrevoos hoje, nos quais foram avistadas manchas dispersas, bastante reduzidas em relação ao dia de ontem, deslocando-se para sudoeste, afastando a possibilidade de o óleo alcançar o litoral. As condições do mar na área, com ondas de 2,5 a 3 metros e ventos de 17 a 27 nós, tem contribuído para a dispersão das manchas.
Fiscais da ANP estiveram a bordo do FPWSO Dynamic Producer e recolheram informações que servirão de subsídios para a apuração das causas do incidente.

O IBAMA também esteve a bordo e analisará a atuação da Petrobras na resposta ao vazamento. A partir dessa avaliação, será estudada a possibilidade de aplicação de sanções administrativas.

Peritos da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro já efetuaram a coleta de dados no Navio-Plataforma, que instruirá o Inquérito instaurado para apurar o incidente.
Seis embarcações da Petrobras continuam realizando ações de resposta, por meio de dispersão mecânica com jatos d’água.
A Marinha do Brasil permanece com um navio e uma aeronave 24 horas na área.

DIVULGAÇÃO: Comando de Operações Navais

No  período de 03 a 05 e de 09 a 12 de fevereiro, estará atracado no Porto de Fortaleza o Navio-Patrulha “GRAÚNA”, comandado pelo Capitão-Tenente Thiago Montilla Tavares de Almeida. O Navio estará aberto à visitação pública nos dias 04 e 05 / 11 e 12 de fevereiro no horário de 14h às 17h horas.

O Navio-Patrulha “GRAÚNA” foi construído pela Companhia Comércio e Navegação – Estaleiro Mauá em Niterói – RJ em continuação ao Programa de Reaparelhamento da Marinha, sendo o segundo Navio-Patrulha da Classe “GRAJAÚ”, tendo sido lançado ao mar em 10 de novembro de 1993.

Atualmente, o Navio-Patrulha “GRAÚNA” está subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, com sede em Natal – RN, e desenvolve tarefas de patrulha e controle de área marítima, fiscalização dos recursos e das atividades de pesquisa no Mar Territorial, Zona Contígua e na Zona Econômica Exclusiva e Controle e Segurança das Plataformas de Petróleo no mar. Anteriormente ao Navio-Patrulha “GRAÚNA”, a Marinha do Brasil teve apenas um navio com este nome. Construído por Jeffersonville Boat & Machine Co. – Jeffersonville – New York em 1942, o USS Patrol Craft 561 foi incorporado à Marinha Brasileira em 06 de dezembro de 1943, com o nome de Caça-Submarinhos “GRAÚNA”, tendo operado durante a Segunda Guerra Mundial realizando escoltas de comboios de Navios Mercantes  e Patrulhas Anti-submarinos pela Costa Brasileira.

Suas principais características são:

COMPRIMENTO TOTAL ………….. 46,50 m

BOCA ……………………………………      7,50 m

CALADO ………………………………..    2,29 m

DESLOCAMENTO ……………………  217 ton

VELOCIDADE DE CRUZEIRO ……    12 nós

VELOCIDADE MÁXIMA ……………. 24,3 nós

RAIO DE AÇÃO ……………………….  2.200 milhas

ARMAMENTO ………………………….1 Canhão Bofors 40mm

2 Metralhadoras Oerlikon 20 mm

TRIPULAÇÃO…………………………..  30 militares.

 

O Navio possui dois eixos e respectivos hélices de passo fixo, dois motores “MTU” Diesel Turbocarregados, com 16 cilindros em “V”, sistema de partida elétrica e potência de 2.540 hp. O Navio possui ainda os seguintes recursos de Controle de Avarias:

  • Uma rede de água salgada suprida por duas bombas centrifugas;
  • Um sistema de borrifo automático instalado no paiol de munição;
  • Bombas portáteis para combater incêndios e esgotar compartimentos;
  • Sistema de detecção de incêndio, com sensores de fumaça e temperatura; e
  • Sistema fixo de gás HALON para praça de máquinas e compartimento do gerador de emergência.

DIVULGAÇÃO: Comando do 3º Distrito Naval

SAIBA MAIS: Conheça mais sobre a história do navio-patrulha Graúna no site Navios de Guerra Brasileiros, clicando aqui.

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Ontem, dia 31 de janeiro de 2012, com a vitória do caça Rafale no Programa MMRCA da Índia, o site Poder Aéreo bateu recorde de acessos durante o dia. Para saber mais detalhes, clique aqui.

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Poder Aéreo com problemas

Estamos com um problema de lentidão no servidor do site Poder Aéreo. Já pedimos ajuda ao suporte do provedor americano. Amanhã o site deve voltar ao normal.

 

Alexandre, bom dia. Fala Roberto Lopes, jornalista e historiador da USP.
Tomo a liberdade de te repassar, em primeira mão, a capa do meu livro sobre a guerra submarina no conflito das Malvinas.
A obra sairá pela Civilização Brasileira (uma das mais tradicionais do país, pertencente ao Grupo Record), e chega às livrarias em abril deste ano — 30º aniversário do confronto.
Se vc achar útil a teus leitores, pode divulgá-la.
Aproveito a oportunidade para, mais uma vez, te agradecer a ajuda, e desejar ao Poder Naval, em 2012, o sucesso que não tem faltado ao trabalho de vcs.
Um Abraço.
Roberto.

ENTRE O CÉU E O MAR – PORTA-AVIÕES DO BRASIL
ASX Produções Artísticas – Rio de Janeiro – 2012 – 144 páginas
ISBN: 978-85-65235-00-6
Já nas livrarias

Capaz de impor paz e segurança em cenários agressivos, o porta-aviões é um dos mais valiosos equipamentos navais em ação ao redor do mundo. Sua capacidade de projetar força é estratégica e insubstituível. A Marinha do Brasil é uma das poucas a deter a tecnologia necessária a sua operação, uma conquista feita ao longo de 50 anos de serviços prestados pelos porta-aviões Minas Gerais e São Paulo. Lançado em 2012 pela ASX Produções Artísticas, o livro “Entre o Céu e o Mar – Porta-Aviões do Brasil” resgata a trajetória dos dois navios.

O livro traz imagens raras, infografias e depoimentos sobre o Navio-Aeródromo Ligeiro (NAeL) Minas Gerais, indicativo A-11, e o Navio-Aeródromo (NAe) São Paulo, indicativo A-12. Escrito pelo pesquisador e jornalista Guilherme Aragão, o livro é divido em três partes. A primeira narra o desenvolvimento dos porta-aviões no mundo, da criação no início do século passado às épicas batalhas do Pacífico, na Segunda Guerra Mundial, e sua consolidação como arma multitarefa.
A segunda parte resgata a história do NAeL Minas Gerais. Adquirido em 1956, foi incorporado em 1960, após uma reforma. Durante as quatro décadas seguintes, todas de serviço ativo, ele navegou 285.972 milhas náuticas, em 1.967 dias de mar. A história do NAe São Paulo é contada na terceira parte. Símbolo maior do poder naval brasileiro, o navio foi incorporado em 2000 e, como Capitânia da Esquadra, participou de uma série de comissões nacionais e internacionais. Após um minucioso processo de modernização, está de volta a ativa.

Um trecho:

As águas brasileiras guardam um verdadeiro tesouro: na indústria da energia são 15,3 bilhões de barris de petróleo, 133 plataformas de processamento da Petrobras e investimentos previstos de US$ 224 bilhões até 2015. O navio-aeródromo é fundamental para a garantia da soberania brasileira nessa área. Na Esquadra, é o principal elemento estratégico-naval, pois está capacitado a controlar o espaço marítimo, negar o uso do mar, projetar poder sobre terra e contribuir para a dissuasão estratégica.

Informações sobre o livro pelo email contato@asxprodutora.com.br ou com o autor Guilherme Aragão pelo email gparagao@gmail.com

Testamos as novas facas de campanha da IMBEL

Veja reportagem exclusiva sobre as novas facas de Campanha Imbel IA2 e AMZ no site das Forças Terrestres.

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Participando da Operação Antártica (OPERANTAR) XXX desde outubro do ano passado, o Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” (H41) está de volta ao Continente Antártico, após o reabastecimento na cidade chilena de Punta Arenas, dando continuidade às ações em prol do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), que completou 30 anos de criação no dia 12 de janeiro. Tanto o Navio Polar, quanto o Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel”, são fundamentais para o apoio logístico à Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), bem como nas coletas de dados oceanógrafos na Região Antártica e em apoio aos projetos científicos desenvolvidos pelo Brasil na região.

O NPo “Almirante Maximiano” instalou, durante seu último Período de Manutenção Geral, ocorrido em 2010, diversos equipamentos científicos e de apoio à pesquisa, de modo a prover à comunidade científica os mais modernos recursos nas áreas de Hidrografia, Geologia, Biologia e Geofísica. O meio naval tem, ainda, capacidade de ser empregado para levantamentos hidroceanográficos, visando a atualização de cartas e publicações náuticas, sem prejuízo às atividades do PROANTAR.

Entre os dias 9 e 11 de janeiro, o NPo “Almirante Maximiano” esteve envolvido nas atividades logísticas do 4o voo de apoio ao PROANTAR, realizado pela Força Aérea Brasileira. Esses voos são periódicos e envolvem o emprego de aeronaves “Hércules”, transportando material e pessoal do Brasil até a Base Aérea Antártca Presidente Eduardo Frei, do Chile, localizada na Ilha Rei George, a mesma onde se encontra a EACF. O navio, empregando seus botes e suas duas aeronaves orgânicas UH-13 “Esquilo”, fez o transporte de pesquisadores e materiais diversos a serem utilizados pela EACF, pelo próprio navio e pelos projetos científicos.

Na Ilha Rei George, há oito Estações científicas de nacionalidades diferentes que se apoiam mutuamente em diversas situações. No dia 12 de janeiro, foi efetuado o desembarque de três pesquisadores com destino à Base Antártica Henryk Arctowski, operada pela Polônia, uma das mais próximas da EACF, em um deslocamento que durou aproximadamente 15 minutos de bote.

Pesquisador se prepara para ser transferido, de bote, para a estação polonesa

 

Pesquisadores realizam atividades científicas na Operantar XXX

Professor Paulo Rocha Campos(ao centro), com seu grupo de pesquisa

O Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” possui uma intensa rotina de apoio aos pesquisadores embarcados que participam da Operação Antártica (OPERANTAR) XXX. Em sua permanência na Região Antártica, o navio é responsável por prover o transporte, por bote ou aeronave, das equipes envolvidas nos diversos projetos, bem como dos materiais necessários aos trabalhos de campo, aos respectivos locais de pesquisa.

No dia 12, o pesquisador Caio Turbay, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), ficou com seu grupo na Base Antártica Henryk Arctowski, operada pela Polônia. “Participo de um projeto multidisciplinar que envolve o estudo de solos, a geologia e a respiração provenientes da decomposição de organismos vegetais. Nosso objetivo é, basicamente, entender a dinâmica de perda de gelo pelos glaciares usando esses elementos. Vamos estudar a emissão de gases pelo solo, fazer perfis de solo e verificar o material que a geleira está deixando pela sua decomposição. Como a geleira é muito sensível à variação de temperatura, estamos tentando perceber os efeitos próximos desses glaciares”.

No dia 13, foi a vez do grupo do professor Paulo Rocha Campos, da Universidade de São Paulo (USP). “É importante estudar o que vai acontecer com o manto de gelo no futuro. A maneira como vai desaparecer ou se o que está acontecendo (derretimento do gelo) é simplesmente temporal. Olhamos e lemos isso nas rochas. Estudamos sob o aspecto climatológico, assim como fazemos com os animais e plantas. E o apoio do navio, com os botes e aeronaves, é de fundamental importância. Sem eles, talvez nem estivéssemos aqui”.

O professor começou a pesquisar a Antártica em dezembro de 1981. “O Programa Antártico estava sendo anunciado e eu estava com o projeto de estudar a Antártica. Na época, escrevi uma carta para a SECIRM (Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar) e, desde então, venho participando praticamente de todas as “OPERANTAR”.

No dia 14, o grupo de cientistas coordenado pelo professor Andrés Zarankin – do Departamento de Antropologia e Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) -, foi transportado de helicóptero UH-13 “Esquilo” até a Ilha de Livingston, onde realizarão seus trabalhos por 11 dias. Depois, retornarão ao navio com as amostras e os dados coletados, preparando-os para serem analisados no Brasil, quando do regresso.

“Sou arqueólogo e estou estudando as primeiras estratégias humanas de ocupação na Antártica. Ou seja, o primeiro grupo de pessoas que trabalharam e ocuparam a região. Pelo que estudamos até o momento, foram grupos de operários de diferentes companhias de caças de focas, do final do século XVIII, início do século XIX. É interessante que os livros de história fazem referência sempre sobre os grandes exploradores e herois. A arqueologia é o estudo das pessoas a partir da cultura material, que pode ser estudado pelo lixo. A partir daí é que nós verificamos a rotina dessas pessoas”.

De acordo com o professor, argentino de nascimento, a Antártica proporciona que o material a ser estudado seja melhor preservado do que em outras localidades, por funcionar como um grande freezer, que congela esses objetos, conservando-os.

 

Andrés por ocasião do embarque no helicóptero da Marinha

Os pesquisadores que vão em terra estão sempre acompanhados de um alpinista, que auxilia o grupo, fruto de um convênio entre a Marinha do Brasil e o Clube Alpino Paulista, de São Paulo (SP). As maiores dificuldades em campo são as variações climáticas, a perda de visibilidade e o chão, muitas vezes irregular. Nelson Barretta, um dos alpinistas embarcados, nos explicou um pouco sobre a sua função.

“O Programa Antártico demanda que cada acampamento e a Estação Antártica Comandante Ferraz tenha um alpinista. O que nós, alpinistas, fazemos, é cuidar da segurança do grupo e de sua logística. Em acampamentos com até seis pessoas, temos um alpinista. Quando tem mais de seis, são dois alpinistas. Nosso papel é acompanhar os pesquisadores em seus trabalhos e, claro, com nossa experiência, participamos da montagem do acampamento, monitoramento do tempo de montagem do mesmo e as atividades dentro do acampamento. Posso dizer que somos um elo de ligação entre o navio e os pesquisadores”.

  

Durante a permanência do acampamento em terra, o navio continua mantendo contato via rádio com o mesmo para, caso haja alguma emergência, estar pronto para prestar o apoio necessário.

FONTE: NOMAR

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O Ministro da Defesa, Embaixador Celso Amorim, visitou, no dia 10 de janeiro, o Navio Polar “Almirante Maximiano”, acompanhado do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto. A bordo, foi recebido pelo Comandante do navio, Capitão-de-Mar-e-Guerra Newton Calvoso Pinto Homem.

Após a cerimônia alusiva aos 30 anos do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), a comitiva deslocou-se da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) para o navio, a bordo da aeronave orgânica UH-13 “Esquilo”, para uma visita de aproximadamente 20 minutos.

Na ocasião, o Ministro conheceu o Laboratório Misto, destinado às atividades de pesquisas biológicas, dotado de um ultra freezer, usado para conservação das amostras biológicas colhidas a uma temperatura abaixo de – 80ºC; visitou o passadiço, local de onde o navio é manobrado; descerrou uma placa comemorativa aos 30 anos de criação do PROANTAR; e assinou o Livro do Navio.

Em seguida, a comitiva deslocou-se para a Base Aérea Antártica Presidente Eduardo Frei, de onde partiu para a Cidade de Punta Arenas, no Chile, a bordo de uma aeronave “Hércules” da Força Aérea Brasileira.

 

Pesquisadores, a bordo, no Laboratório Misto

Ministro da Defesa, assina o livro do navio

FONTE: Nomar

 

No dia 13 de janeiro, suspendeu da Base Naval de Mocanguê, no Rio de Janeiro, o Grupo Tarefa (GT) que compõe a Operação “ASPIRANTEX-12”. A primeira operação do ano da Marinha começou a ser planejada pela Esquadra em outubro de 2011, durante a “TROPICALEX” (que aconteceu do Rio de Janeiro até Natal) e prepara navios e suas equipes para o ano que começa.

A Operação acontece até o dia 1º de fevereiro deste ano, na área marítima que compreende o Rio de Janeiro e a cidade de Mar Del Plata, na Argentina. Além da prática de exercícios militares no mar para o desenvolvimento e preparação continua dos meios da Esquadra e aperfeiçoamento do Poder Naval, a “ASPIRANTEX“ conta com a participação dos aspirantes que iniciarão o terceiro e o quarto ano da Escola Naval embarcados nos meios que compõem o GT. Eles acompanham e realizam operações de ataque, antissubmarino, de esclarecimento e de apoio logístico móvel, incluindo ações de superfície, aérea, de submarinos, de guerra eletrônica, além de patrulha naval. E vivenciam, ainda, o dia-a-dia do oficial a bordo de um navio, percorrendo todos os setores a fim de conhecer como serão suas vidas a bordo dos meios navais da Marinha do Brasil.

Essa rotina possibilita ao aspirante, que iniciará o terceiro ano, a escolha do Corpo onde quer atuar (Armada, Fuzileiros Navais ou Intendentes da Marinha), e também na seleção de sua habilitação na Armada (Mecânica, Eletrônica e Sistemas). E ao aspirante que começará o quarto ano, a prática da habilitação que escolheu.

 

Aspirantes formados no NDCC “Alte Sabóia”

No primeiro dia da Operação, os aspirantes embarcados presenciaram a simulação de desatracação sob ameaça assimétrica, quando os navios ficam prontos para neutralizar as ações de embarcações civis que podem se aproximar com intenções hostis, como, por exemplo, ataque terrorista; operações aéreas de qualificação e requalificação de pouso a bordo – QRPB – diurno e noturno (em que são orientados sobre como o navio deve se preparar para receber uma aeronave) e de abastecimento em voo do U-14 – “Super Puma”, que decolou da Base Aérea Naval de São Pedro D’Aldeia (RJ), além de exercícios internos de postos de combate e postos de abandono (quando a tripulação precisa abandonar o navio devido a uma situação de grande risco que não pode ser combatida) e de navegação astronômica.

O GT da Operação “ASPIRANTEX” envolve cerca de 1700 militares e é formado pelos seguintes meios: Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25); Fragatas “Niterói” (F40); “Liberal” (F43) e “Greenhalgh” (F46); Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23); Corveta “Barroso” (V34); Corveta “Frontin” (V33); duas aeronaves AH-11A – “Super Lynx“; e uma aeronave UH-12/13 – “Esquilo“.

A Diretoria de Abastecimento da Marinha (DAbM), representada pelo Centro de Controle de Inventario da Marinha (CCIM), apoia a “ASPIRANTEX“ com um container, contendo diversos itens dos sobressalentes mais utilizados nas operações anteriores pelos meios da Esquadra, chamado de “Plano de Prontidão Permanente do Sistema de Abastecimento da Marinha”. No decorrer da Operação, haverá, ainda, em apoio aos exercícios, a participação do Submarino “Tamoio” (S31); Submarino “Timbira” (S32); Rebocador de Alto-Mar “Tritão” (R21), do Comando do 5º Distrito Naval; Navio Patrulha “Gurupá” (P46), do Comando do 1º Distrito Naval; uma aeronave P-95 e duas aeronaves A-1 da Força Aérea Brasileira.

Os navios da Esquadra participantes atracarão, no dia 19 de janeiro, nos seguintes portos:

- Cidade de Mar Del Plata na Argentina: Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25), Fragatas “Niterói” (F40) e “Greenhalgh”(F46);

- Cidade de Montevidéu no Uruguai: Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), Corveta “Barroso” (V34) e Submarino “Tamoio” (S31); e

- Rio Grande – RS: Fragata “Liberal” (F43) e Corveta “Frontin” (V33).

No dia 23 de janeiro a Força-Tarefa suspenderá, atracando no dia 27 de janeiro nos seguintes portos:

- Itajaí (SC): Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25), Fragata “Greenhalgh” (F46), Corveta “Barroso” (V34) e Submarino “Tamoio” (S31); e

- Paranaguá (PR): Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), Fragatas “Niterói” (F40) e “Liberal” (F43) e Corveta “Frontin” (V33).

Os navios permanecerão atracados até o dia 30 de janeiro, quando suspenderão com destino ao Rio de Janeiro, onde atracarão em 1º de fevereiro, encerrando a Operação.

FONTE: NOMAR

 
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