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Zumbi dos Palmares - foto via Blog do Planalto

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Agência Brasil e Blog do Planalto destacam cerimônia em que Dilma Rousseff batizou petroleiro em Pernambuco

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vinheta-clipping-navalBrasília – A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (20), durante cerimônia de entrada em operação do navio-petroleiro Zumbi dos Palmares, no Porto de Suape, em Pernambuco, que o crescimento da produção de petróleo no país nos próximos anos vai estimular ainda mais o crescimento da indústria naval nacional. A expectativa da Petrobras é que, nos próximos sete anos, a produção atual de 2 milhões de barris, por dia, dobre.

“Não há como produzir isso sem construir plataformas, navios, equipamentos. Não há como produzir petróleo sem empregos qualificados. Portanto, estamos falando de uma indústria que tem futuro, que vai passar gerações e isso é muito importante porque queremos ser não só um grande produtor de petróleo e gás, mas também de navios, de plataformas, de equipamentos”, disse a presidenta.

Dilma ressaltou que a indústria naval passou de 2 mil para 54 mil trabalhadores nos últimos dez anos e agradeceu aos que fabricaram o navio “por mostrar que o Brasil pode, sim, construir um navio deste tamanho”. O Zumbi dos Palmares é a quinta embarcação entregue à Transpetro – subsidiária da Petrobras – produzida por meio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O navio tem 274 metros de comprimento e capacidade para transportar 1 milhão de barris de petróleo.

Cerimônia de início de operações do navio-petroleiro Zumbi dos Palmares - foto R Suckert Filho via Agência Brasil

Ao comentar a escolha do nome da embarcação, a presidenta disse que é uma homenagem a um dos heróis do Brasil. “Temos o nome, nesta embarcação, do Zumbi dos Palmares, que representa, sem dúvida, a luta contra a escravidão no país”, disse. Segundo Dilma, trata-se do reconhecimento da cultura negra como parte fundamental do que são os brasileiros, além de um sinal de repúdio à discriminação racial.

A presidenta* da Petrobras, Graça Foster, falou da necessidade de mais navios para transportar o petróleo produzido no país. “Nós vamos precisar de muito mais navios para buscar esse petróleo em alto-mar e é por isso que a demanda é grande e vai continuar grande por algumas décadas nesse país”.

Ainda na tarde de hoje, Dilma participa, ao lado do governador Eduardo Campos, da inauguração da Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana do Recife. Estádio oficial da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014 no estado, a Arena recebeu investimentos de R$ 532 milhões e tem capacidade para 46 mil torcedores.

Para marcar a inauguração, haverá um jogo festivo entre equipes formadas por operários que trabalharam na construção do estádio. Antes do início da Copa das Confederações – dia 15 de junho –, a Arena Pernambuco vai sediar outro evento que servirá como teste: uma partida entre o Náutico e o Sporting de Portugal na próxima quarta-feira (22).

Zumbi dos Palmares - foto 3 via Blog do Planalto

Promef e a indústria naval brasileira

O Promef, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), encomendou 49 embarcações a estaleiros nacionais, garantindo as bases para o ressurgimento da indústria naval brasileira. O programa também possibilitou a abertura de novos estaleiros e a modernização dos já existentes, criando oportunidades de trabalho para milhares de brasileiros e um novo polo naval no Nordeste.

Criado em 2004, o Promef segue três premissas: construir navios no Brasil, ter índice de no mínimo 65% de conteúdo nacional e atingir competitividade internacional. Com cerca de R$ 11 bilhões em investimentos, três novos estaleiros foram viabilizados devido às encomendas do Promef, que já capacitou mais de seis mil trabalhadores, apenas em Pernambuco, e gerou 54 mil empregos.

Zumbi dos Palmares - foto 2 via Blog do Planalto

FONTES e FOTOS: Agência Brasil (reportagem de Danilo Macedo) e Blog do Planalto

NOTA DO EDITOR: achávamos que a política de se usar o termo “presidenta” para tratamento, em órgãos oficiais como a Agência Brasil e outros, referia-se apenas à presidente Dilma Rousseff, mas ao que parece a iniciativa se aplica a todas as presidentes de organizações governamentais ou estatais.

Quanto à reportagem, há uma necessidade indicada de mais navios para transportar petróleo, com demanda crescente tanto para importação quanto para o transporte ao continente de nossa própria produção, e é bastante louvável que se busque, efetivamente, produzi-los no país, com índice de nacionalização crescente e, principalmente, com diretrizes para que isso seja atingido com competitividade internacional, como está citado entre as premissas do Promef no texto logo acima.

A busca de índices maiores de nacionalização, mais do que significar a geração de empregos, pode ajudar a dinamizar a produção de componentes pela indústria naval como um todo, com implicações positivas na manutenção dos navios e nos ganhos de escala resultantes. Deve-se, porém, ter sempre o fator competitividade em mente, pois tentativas passadas de nacionalização “a todo custo”, nas décadas de 1970 e 1980, muitas vezes não pesavam esse fator e prejudicavam tanto o custo final dos navios quanto a sua manutenção futura, e os componentes nacionalizados, mais caros e menos eficientes, eram logo trocados por importados, resultando em inúteis prejuízos.

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vinheta-clipping-navalO Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro (ARMJ) lançou, em 10 de maio, a 4ª Embarcação de Desembarque de Viaturas e Materiais (EDVM) “Comandatuba – Casco 132”. A preparação para o evento incluiu a inspeção de verificação de estanqueidade e a movimentação e instalação de uma rampa de acesso ao Cais Sul, onde será realizada a conclusão da obra e os testes dos sistemas da embarcação.

As EDVM utilizadas pelas Forças Anfíbias, são transportadas em Navios de Desembarque-Doca e empregadas no transporte de tropas e equipamentos entre navio e terra, em operações com mergulhadores de combate, no recolhimento de náufragos, no reparo de outras embarcações e no apoio a navios em operações de salvamento.

O Casco 132 possui 21,81m de comprimento, 6,39m de boca moldada, calado carregado de 1,4m e capacidade para transportar 72 toneladas de carga.  Pode ser também aplicado no transporte de até 80 homens e 32 toneladas de carga.

O projeto básico destas embarcações, elaborado pelo Centro de Projetos de Navios, foi desenvolvido integralmente no Sistema FORAN utilizado para a preparação de projetos de construção naval, proporcionando solução integrada para o desenho completo da embarcação, incluindo a definição do casco, cálculos de arquitetura naval, outfiting, estrutura e eletricidade. Todo o projeto de detalhamento e a construção foram realizados pelo AMRJ, marcando a consolidação do processo de retomada da construção naval militar no Arsenal de Marinha.

FONTE: Nomar

Bora_Class_Missile_Corvette_Samum

vinheta-clipping-navalO hovercraft porta-mísseis russo do Projeto 1239 Bora, da Frota do Mar Negro, foi o centro da atenção dos especialistas reunidos na Feira Internacional da Indústria de Defesa (IDEF-2013), realizada na semana passada, em Istambul, na Turquia.

Concebidos como porta-mísseis de ataque para romper a defesa organizada por uma força-tarefa de porta-aviões e afundar porta-aviões, os navios do Projeto 1239 (no momento, são apenas dois) constituíram um avanço na construção naval.

Os engenheiros responsáveis pelo projeto conseguiram instalar oito mísseis antinavio pesados ​​em um hovercraft – embarcação geralmente pequena e pouco estável, podendo virar em consequência de um tiro de míssil.

No entanto, um grupo de engenheiros do Сentro de Desenvolvimento em Tecnologias Navais Almaz, em São Petersburgo, chefiado por Valerian Korolkov, elaborou um projeto de navio híbrido de catamarã e hovercraft.

O porta-mísseis Bora representa uma embarcação com dois cascos estreitos feitos de uma liga especial de alumínio e unidos por uma plataforma de cerca de 64 metros de comprimento e 17,2 metros de largura. O efeito colchão de ar surge quando, na frente do navio, desce uma tela flexível, e o ar é impelido por um ventilador entre os cascos.

O hovercraft do projeto 1239 tem qualidades únicas. Por um lado, é um catamarã estável, capaz de se mover a uma velocidade de até 20 nós. Por outro, um hovercraft veloz capaz de desenvolver uma velocidade de mais de 50 nós.

Com um deslocamento de 1.050 toneladas, o navio possui unidades de propulsão com uma potência total de 56 mil cavalos: dois motores a diesel, cada qual com 10 mil cavalos de potência, para operar em regime de catamarã e dois motores de turbina a gás, com uma potência total de 36 mil cavalos, para operar em regime de hovercraft.

Isso permite ao navio permanecer em marcha em qualquer situação. Além disso, ele pode se deslocar com os motores desligados e com um vento contrário de 7 m/s a uma velocidade de 3 nós. A propulsão é assegurada pelo fluxo de ar direcionado pelos ventiladores do colchão de ar à popa.

Armamento

Os principais armamentos do navio são oito mísseis antinavios supersônicos Mosquito, distribuídos em grupos de quatro a bombordo e estibordo, além de um sistema de mísseis antiaéreos Osa-Ma e dois canhões de seis canos automáticos AK-6-30M de 30 mm. Na proa, o navio possui um canhão automático AK-176 de 76,2 milímetros.

Os oito mísseis disparados em salva podem destruir qualquer navio de guerra moderno, inclusive um porta-aviões nuclear. Além disso, o navio se torna praticamente invulnerável quando se desloca sobre um colchão de ar.

Os mísseis antinavios autoguiados em serviço da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) não podem manter na mira um alvo em movimento a uma velocidade de cerca de 90 km/h.

Na época soviética, o governo do país mandou criar flotilhas de hovercrafts em cada uma das frotas da Marinha. Desde então, porém, conseguiu-se construir apenas dois navios, o Bora e o Samum, que foram incorporados à Frota do Mar Negro e que, de acordo com especialistas militares ocidentais, alteraram a relação de forças no Mar Negro.

Após o colapso da União Soviética e a retirada do serviço de muitos navios da Frota do Mar Negro no início dos anos 1990, a Turquia havia se tornado objetivamente mais forte nestas águas.

No entanto, em 2002, com o advento do hovercraft Samum, a situação no Mar Negro mudou, o que explica porque o Bora tenha despertado interesse tão grande nos especialistas reunidos em Istambul.

 

Publicado originalmente em russo pela Rossiyskaia Gazeta

FONTE: Gazeta Russa (edição e adaptação do Poder Naval)

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A Marinha do Brasil tem dado passos largos no processo de construção dos novos submarinos convencionais (S-BR1), que serão construídos nacionalmente. Hoje, dia 14 de maio de 2013, as seções de vante (S3 e S4) do primeiro submarino da classe “Scorpène” foram embarcadas no Navio Mercante “Tracer”, em Cherbourg, França, e já estão a caminho de Itaguaí, no Rio de Janeiro, para o início da construção desse submarino.

A construção desse submarino faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que prevê a fabricação de cinco submarinos, sendo quatro deles convencionais e um com propulsão nuclear.

Desde maio de 2010, quando as seções de vante tiveram sua construção iniciada, aproximadamente, 365 pessoas, entre funcionários, engenheiros, técnicos e especialistas da Marinha do Brasil, da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP) e da Itaguaí Construções Navais (ICN) foram treinados para serem os multiplicadores de conhecimento a todos aqueles que irão trabalhar na fabricação e construção dos submarinos no Brasil.

Progredindo em tecnologia e investindo em conhecimento, a Marinha do Brasil vem solidificar o sonho de projetar e construir, no Brasil, nosso submarino com propulsão nuclear.

FONTE: Marinha do Brasil

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O navio de assalto anfíbio USS Anchorage (LPD-23), da classe San Antonio, foi comissionado no último sábado (04), em cerimônia realizada na cidade que dá nome ao navio, no estado do Alasca.

O LPD, construído pela Huntingnton Ignalls, teve a quilha batida em setembro de 2007 e foi lançado em fevereiro de 2011. O Anchorage desloca 25 mil toneladas, tem 208 metros de comprimento, 31m de boca, 7m de calado e alcança velocidade de até 22 nós. A vida útil da embarcação é estimada em 40 anos.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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No último sábado, a Marinha do Exército de Libertação Popular da China comissionou sua nova fragata de vigilância. A cerimônia aconteceu na cidade de Sanya, no sul da província de Hainan. O navio deve reforçar a presença do país no Mar Meridional.

Segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua, o O Yueyang é capacitado para operações de vigilância de longa distância, defesa antiaérea e operações antissubmarinos.
FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

vinheta-clipping-navalFoi realizada na manhã de ontem a cerimônia de Batimento de Quilha que dá início às obras do Navio Hidroceanográfico Fluvial (NHoFlu) “Rio Branco”, a ser construído pela Indústria Naval Cearense (Inace) e primeiro navio integralmente projetado pelo Centro de Projetos de Navios, da Marinha.

A construção da embarcação está inserida no Projeto de Cartografia da Amazônia, realizado em parceria com o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira e o Serviço Geológico do Brasil.

O navio foi projetado para realizar levantamentos hidroceanográficos, coleta de dados ambientais, atualização contínua de cartas e publicações náuticas, além de poder atuar em apoio a órgãos governamentais na Defesa Civil, em ações de socorro e ações cívico-sociais.

Com previsão de ficar pronta em aproximadamente 18 meses, a embarcação teve contrato de construção assinado pela Marinha do Brasil e o Estaleiro Inace no dia 5 de dezembro do ano passado. Depois de construído, o navio ficara em Manaus, no Estado do Amazonas.

Características

O NHoFlu “Rio Branco” terá como características básicas o comprimento total de 55 metros, a boca moldada máxima de nove metros, o calado máximo de dois metros e o deslocamento de 530 toneladas. Projetado para operar em um raio de ação de 3.000 milhas náuticas, com uma autonomia de 25 dias, o futuro navio será composto de modernos sensores científicos para o cumprimento de sua missão. A tripulação da embarcação será composta por 36 militares, sendo seis Oficiais e 30 Praças.

FONTE: Diário do Nordeste/Negócios

FREMM Marrocos - foto DCNS

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Primeira fase de provas foca no sistema de propulsão, e próxima fase focará no sistema de armas – entrega do navio, que servirá à Marinha Real Marroquina com o nome ‘Mohammed VI’, está prevista para o final deste ano

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A DCNS informou em nota que, em 17 de abril, foram iniciadas as provas de mar da fragata multimissão FREMM da Marinha Real Marroquina, que receberá o nome Mohammed VI. Segundo a empresa, diversos testes serão feitos ao longo das próximas semanas, e a entrega ao Marrocos será no final deste ano, de acordo com o cronograma do contrato. As “excepcionais qualidades marinheiras das fragatas FREMM”, segundo a nota, já foram demonstradas pela primeira da classe, a Aquitaine, entregue à Marinha Francesa em novembro de 2012.

O foco das primeiras provas é o desempenho dos sistemas de propulsão e navegação, com tripulação composta de militares da Marinha Francesa (60), representantes do cliente e funcionários da DCNS. No total, mais de 150 pessoas estarão a bordo realizando diversos trabalhos. Para economizar idas e vindas do navio ao porto, conforme as necessidades da equipe, integrantes serão transportados diariamente da fragata à terra por outros meios.

Os primeiros três dias da campanha de provas são conhecidos como fase de “familiarização”, e serão usados para testar os sistemas e equipamentos de segurança. Isso inclui sistemas de combate a incêndio, de controle de embarque de água e de resposta a emergências, assim como procedimentos de evacuação. Também se inclui a avaliação da manobrabilidade  e desempenho em atracação.

A segunda fase focará no sistema de propulsão híbrido CODLOG (COmbined Diesel eLectric Or Gas – Combinação Diesel Elétrica ou Gás), que combina motores elétricos para propulsão em baixa velocidade e modo silencioso e uma turbina a gás para alta velocidade, que pode exceder a 27 nós. Além disso, as equipes da DCNS testarão os sistemas de navegação e suas plataformas inerciais para posicionamento preciso em qualquer lugar do mundo.

Quando esses testes preliminares forem terminados, a fragata voltará às instalações da DCNS em Lorient, antes de voltar ao mar para a segunda fase de provas, que focará no sistema de combate. Enquanto isso, parte da futura tripulação marroquina do navio está sendo treinada em simuladores em Lorient.

O programa FREMM francês inclui 11 navios para a Marinha Francesa e um para a Marinha Real Marroquina. Além da primeira, a já entregue Aquitaine francesa, e da segunda, a Mohammed VI marroquina que acaba de iniciar as provas, há quatro outras fragatas FREMM em vários estágios de conclusão em Lorient. A terceira da série é a futura Normandie, que deverá iniciar suas provas de mar no final do ano para entrega à Marinha Francesa em 2014. A quarta, Provence, já está construída e flutuará na doca de construção no último trimestre do ano.  A quinta e a sexta da série estão em construção.

Ainda segundo a nota, as fragatas FREMM são equipadas com armas e sistemas de última geração, incluindo o radar multifuncional Herakles, mísseis de cruzeiro MdCN, mísseis antiaéreos Aster, mísseis antinavio Exocet MM40 e torpedos MU90. O comprimento total é de 142 metros, com 20 metros de boca, deslocamento aproximado de 6.000 toneladas, velocidade máxima de 27 nós, alcance de 6.000 milhas náuticas a 15 nós, tripulação de 108 pessoas (incluindo grupo aéreo embarcado), acomodações para 145 homens e mulheres.

FONTE / FOTO: DCNS (tradução e edição do Poder Naval a partir de original em inglês)

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vinheta-clipping-navalA Wilson Sons, operadora integrada de logística, entrega hoje o Estaleiro Guarujá II, segunda unidade de construção naval do grupo na Baixada Santista. A empresa tem outro estaleiro, de menor porte, em operação também no Guarujá. As novas instalações, equipadas com dique-seco de 145 metros de comprimento por 26 metros de largura, guindaste de 80 toneladas e oficinas, receberam investimentos de US$ 60 milhões.

Guaruja II em construcao

Cerca de 90% dos recursos foram financiados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM) tendo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente financeiro. O prazo do financiamento, incluindo o período de carência, é de 17,5 anos. O estaleiro nasce focado na construção, manutenção e docagem de barcos de apoio para a indústria de petróleo e gás. E permitirá avançar em outro segmento de barcos offshore, o de embarcações de maior capacidade e sofisticação, disse Arnaldo Calbucci, vice-presidente das áreas de estaleiros, rebocadores, offshore e agenciamento marítimo da Wilson Sons.

A unidade vai duplicar a capacidade de produção da Wilson Sons Estaleiro, empresa dona das instalações do grupo no Guarujá. A capacidade total de processamento de aço nas duas unidades passa para dez mil toneladas por ano, sendo 5,5 mil toneladas no Guarujá II e 4,5 mil toneladas por ano no Estaleiro Guarujá, disse Calbucci. As obras do novo estaleiro atrasaram por discussões envolvendo o licenciamento ambiental e os trabalhos chegaram a ser interrompidos. Mas em 2011 o grupo fez acordo na Justiça pelo qual se comprometeu a investir R$ 5 milhões em projetos socioambientais na área de influência do estaleiro.

A inauguração coincide com momento de incerteza para as empresas do setor. O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) mostrou recentemente que houve redução da construção local de barcos de apoio marítimo, sobretudo os de maior porte, como os que movimentam âncoras de plataformas. Ao mesmo tempo, tem ocorrido aumento do aluguel de embarcações de bandeira estrangeira, feitas em estaleiros fora do Brasil, segundo o Sinaval.

O sindicato afirma que a Petrobras tinha expectativa de construir 146 barcos de apoio no país, mas desde 2009 contratou apenas 56. No início deste mês, em resposta ao Valor, a Petrobras informou que o Plano de Renovação da Frota de Embarcações de Apoio, em execução desde 2008, continua sendo implementado como planejado. Foram realizadas três rodadas de contratações e há uma quarta em processo de contratação para mais 23 barcos. Na quinta, sexta e sétima rodadas estão previstos contratar 67 barcos, segundo a estatal.

Calbucci disse que pode ter havido atraso nas contratações de novos navios, mas a empresa tem confiança de que a Petrobras voltará a contratar. “Acreditamos no pré-sal.” O executivo afirmou que a atividade de apoio offshore é a que mais tem crescido no grupo. Calbucci não comenta informações de mercado segundo as quais a Wilson Sons é uma das interessadas na compra dos ativos da Companhia Brasileira de Offshore (CBO), do grupo Fischer. “Temos interesse em crescer no mercado e olhamos oportunidades.”

Além da construção de barcos, o grupo tem sociedade com a chilena Ultramar na Wilson, Sons Ultratug Offshore (WSUT), que opera 14 barcos próprios, número que deve chegar a 17 até o fim de 2013. O grupo tem em carteira a construção de três navios de apoio para a WSUT. Há ainda contrato para construção de um ROVSV, barco equipado com robô submarino, para a holandesa Fulgro. No Estaleiro Guarujá serão construídos doze rebocadores para outra empresa do grupo, a Saveiros Camuyrano.

Fonte: Valor Econômico

Telescopium - 16 abr 2013

Nota do Blog: Na ocasião também estará sendo apresentada aos clientes a mais nova unidade da frota de rebocadores da Wilson Sons/Saveiros Camuyrano, o Rebocador ‘Telescopium’ (WS 123), a sexta do modelo Damen 3212. O ‘Telescopium’ tem 32 metros de comprimento, 11 metros de boca e 5,5 metros de calado, com tração estática de 73 toneladas (Bollard Pull), tem capacidade de combate a incêndio, salvamento e reboque oceânico e inicialmente vai operar no Porto de Santos.

Fotos: Acervo Wilson Sons e Silvio Smera

 

LAAD 2013: assinado acordo entre SDS e COTECMAR

Eisa

A Synergy Defesa e Segurança (SDS) e a colombiana COTECMAR (Cooperação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Industria Naval, Marítima e Fluvial) assinaram hoje, quinta-feira 11 de abril, um convênio de cooperação comercial. O acordo foi formalizado na LAAD por German Effromovich, presidente do Grupo Synergy, e pelo vice-almirante Roberto Sachica Mejia, presidente da COTECMAR.

Lançada no ano passado, a SDS foi concebida para fortalecer a Base Industrial de Defesa, de acordo com a Estratégia Nacional de Defesa adotada pelo governo federal. Uma das empresas do grupo, o estaleiro EiSA, já esta construindo para a Marinha brasileira cinco navios patrulha de 500 ton. O primeiro navio devera ser entregue ate o final de 2013. A partir dai, esta prevista a entrega de um novo navio a cada seis meses.

FONTE: Ex-Libris

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porto_natal_mar2013

vinheta-clipping-navalUm estudo contratado pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), Federação das Indústrias (Fiern) e Federação do Comércio (Fecomércio) fará um levantamento de demanda de mercadorias no estado, para auxiliar na implantação de uma linha de navegação de cabotagem no Porto de Natal. A cabotagem é o transporte marítimo de mercadorias entre portos do mesmo país.

De acordo com informações da Codern, o estudo identificará ainda os gargalos que atualmente impedem a instalação desse tipo de navegação no RN. A análise, que será feita pela Agência Porto, custará R$ 300 mil e a previsão é que esteja pronta em quatro meses.

A contratação do estudo foi anunciada ontem, durante entrevista coletiva na Casa da Indústria. Na oportunidade, os presidentes da Fiern e da Codern, Amaro Sales e Pedro Terceiro de Melo, fizeram um balanço da participação do RN na Feira de Logística e Transporte Intermodal South America, que aconteceu em São Paulo entre os dias 2 e 4 de abril. Segundo o presidente da Codern, Pedro Terceiro de Melo, quatro armadoras (Maestra, Aliança, Mercosul Line e Log-in) se prontificaram a dar as informações necessárias para ajudar na composição do estudo. O governo do Estado também ficou de repassar os números oficiais de recebimento e saída de mercadorias do RN, para contribuir com a formatação do diagnóstico.

“A ampliação do porto e a instalação de linhas regulares de cabotagem são necessidades reais.  Sem a cabotagem, a alternativa é o transporte rodoviário e isso implica em custos mais elevados, tanto financeiros, quando logísticos e ambientais”, disse Amaro Sales.

Os consultores que farão os estudos no Porto de Natal já estiveram com os diretores da Fiern e da Codern, na Intermodal South América. Durante o evento, que é a maior feira da América Latina e segunda maior do mundo para os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior, foram feitos contatos iniciais com armadores que atuam na área de cabotagem. Pelo menos quatro desses empresários demonstraram interesse em operar no Porto de Natal.

Mas os armadores também revelaram preocupação com a falta de área para estocagem, que só poderá ser ampliada com a retirada da comunidade de Maruim das proximidades do Porto. Essa remoção, segundo a Prefeitura de Natal, está em andamento.

“Mas é o trabalho da consultoria que vai mostrar todos os gargalos e, mais do que isso, o que e como devem ser enfrentadas essas dificuldades. A Fiern e a Fecomércio estão empenhadas para encontrar as soluções e buscar as parcerias necessárias aos projetos, obras e programas que foram identificados como essenciais”, afirmou o presidente da Fiern.

Obra do terminal deve ficar pronta em outubro

Outro destaque da Intermodal foi a viabilização de mercado para o Terminal Marítimo de Passageiros, que está sendo construído e tem previsão de conclusão para outubro de 2013. Quanto a esse assunto, Pedro Terceiro informou que já há viagens de cruzeiros sendo vendidas para partirem do Terminal de Passageiros.

“A empresa é a BCR Representation e isso já está acertado. Inclusive eles já estão vendendo esses pacotes e  passaram para a Codern as datas dos cruzeiros. A temporada começa em dezembro. Serão 21 escalas, sendo que todos os navios partirão do Terminal Marítimo de Passageiros”, afirma Terceiro.

Ainda de acordo com ele, a obra do Terminal Marítimo, além de ser de fundamental importância para o desenvolvimento econômico do estado, é importante para a revitalização do bairro da Ribeira. Segundo ele, com a construção do Berço 4 do Porto, do Museu da Rampa e do Terceiro Distrito da Marinha, a Ribeira terá um novo formato, o que é importante também para o turismo do estado.

Fonte: Tribuna do Norte Foto:Poder Naval

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O navio de assalto anfíbio USS Arlington (LPD 24), da Marinha americana, foi comissionado no último sábado (06) em uma cerimônia com mais de 5 mil participantes na base naval de Norfolk, no estado da Virginia. Trata-se da oitava embarcação da classe San Antonio, desenvolvida para ter navios anfíbios mais duráveis, e transportar cerca de 1.200 tripulantes e fuzileiros até os locais de combate.

Construído pela Huntignton-Ignalls, o Arlington teve a quilha batida em maio de 2008, foi batizado em março de 2010 e entregue à US Navy em dezembro de 2012. O LPD desloca 24.900 toneladas, mede 208 metros de comprimento, 32m de boca e 7m de calado, além de alcançar até 22 nós de velocidade. A vida útil da embarcação é estimada em 40 anos.

O navio leva o nome do condado de Arlington, na Virgina, onde os 184 passageiros do Voo 77 da American Airlines morreram quando a aeronave se chocou contra o prédio do Pentágono, em 11 de setembro de 2001.

FONTE: Naval Today e ASD News (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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De acordo com documento confidencial escrito pelo comandante das forças de superfície da Marinha americana, vice-almirante Tom Copeman, os canhões de 57mm que compõe o sistema de armas dos navios de combate litorâneo (LCS) não proporcionam poder de fogo suficiente para as embarcações. No memorando, Copeman, alertou à US Navy que, após os primeiros 24 LCS serem construídos, considerasse desenvolver um navio com mais capacidade de ataque

O memorando redigido pelo vice-almirante, a pedido do comandante de operações navais da US Navy, almirante Jonathan Greenert, indica que a Marinha pode estar começando a repensar o programa de desenvolvimento dos LCS, que já soma 37 bilhões de dólares. Esse redirecionamento pode levar à revisão do projeto original ou mesmo ao desenvolvimento de um modelo novo.

Os navios de combate litorâneo vêm passando por problemas desde 2005, quando o preço das embarcações dobrou. Segundo o responsável pelo programa de desenvolvimento dos LCS, contra-almirante James Murdoch, o custo operacional e de manutenção ao longo da vida útil dos navios chega a  440 milhões de dólares cada um. Atualmente, estão sendo construídos duas modalidades de LCS, pela Lockheed Martin e pela Austal, respectivamente. O modelo da Lockheed Martin apresentou rachaduras no casco, e o da Austal teve problemas com ferrugem e corrosão.

O conceito de navio de combate litorâneo surgiu após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. O emprego desses navios inclui contraminagem, guerra antissubmarino, interceptação de drogas e ajuda humanitária.

FONTE: Defenseworld.net (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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O presidente da estatal russa United Shipbuilding Corporation, Andrei Dyachkov, declarou ontem (01) que o terceiro submarino estratégico de propulsão nuclear da classe Borei (Projeto 955) começará a fase de provas de mar em junho deste ano, no Mar Branco. O Vladimir Monomakh foi lançado em dezembro do ano passado, e a previsão é de que seja comissionado em 2014.

O primeiro navio do Projeto 955, Yury Dolgoruky, foi comissioado à Frota do Norte em janeiro deste ano, e o segundo, Alexander Nevsky, deve ser entregue até o fim de 2013, segundo informaçõs concedidas pela Marinha russa à RIA Novosti.

O Alexander Nevsky está em fase de provas de mar desde 2012 no estaleiro Sevmash. Os testes deste ano serão combinados com os dos mísseis balísticos Bulava, desenvolvidos para serem o sistema de armas principal da classe Borei. Os quatro primeiros submarinos levarão 16 mísseis cada um.

O estaleiro Sevmash deve começar ainda este ano a construção de dois navios do projeto modernizado (955A), o Alexander Suvorov e o Mikhail Kutuzov, capazes de transportar 20 mísseis Bulava. A previsão é que os oito submarinos nucleares sejam entregues à Marinha russa até 2020.

A classe Borei se tornará a peça-chave da força de submarinos russa, e substituirá as classes Typhoon (Projeto 941), Delta-3 e Delta4 (Projeto 667), já obsoletas.

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FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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vinheta-clipping-navalOs investimentos nos nove estaleiros em construção no Brasil somam R$ 8,7 bilhões, segundo expôs o Sindicato da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) em seminário promovido no Rio.

O secretário-geral do Sinaval, Sergio Leal, reconhece que alguns dos estaleiros estão com o cronograma atrasado, mas diz acreditar que a indústria vai conseguir atender às demandas do setor.

O diretor de engenharia naval da Marinha, Almirante Francisco Deiana, reclamou de dificuldades para conseguir abrir licitações, dado o alto número de encomendas para o setor de petróleo. A Marinha, diz, tem demanda por embarcações menores, mas com tecnologia avançada, como no caso de navios-patrulha.

“A indústria naval está com carteira lotada até 2017, sem capacidade de absorver essas (demandas) de alto valor agregado”, disse. “Não conseguimos espaço para colocar nossas encomendas”.

O almirante, responsável pela área de licitações, também fala da dificuldade de estaleiros estrangeiros fazerem parcerias com brasileiros para transferência de tecnologia.

Leal, do Sinaval, reconhece que há um atraso nesta área, mas que o sindicato está estudando o plano de reaparelhamento da Marinha e espera apresentar melhora no próximo ano.

O secretário executivo informa que há cerca de duas semanas foi assinado o contrato de terraplenagem do novo estaleiro EBR, que será construído na pequena São José do Norte (RS). Hoje a cidade produz cebolas e pescado. “Uma cidade que praticamente parou no século XIX e agora vai mudar sua vocação”, disse.

A empresa Estaleiros do Brasil (EBR) e a Technip/Techint venceram a concorrência da Petrobras para integração das plataformas P-74 e P-76, programadas para a área da cessão onerosa.

O estaleiro tinha início de construção esperado para janeiro ou início de fevereiro, de forma a cumprir o cronograma de início de construção dos primeiros módulos em outubro.

Emprego

O Sinaval também informou que o número de empregos gerados pela indústria naval caiu quase 10% no primeiro trimestre deste ano, de 62 mil postos até dezembro de 2012, para 54 mil postos em março de 2013.

Sergio Leal disse que a redução é considerada normal, já que o setor apresenta oscilações naturais. “Não há como o número ser constante”, disse no seminário.

A previsão do sindicato é de que o emprego vai aumentar para 100 mil postos até 2017, considerando-se os nove estaleiros virtuais em implantação no Brasil (24,7 mil postos) e a demanda nos estaleiros já em operação (15,3 mil).

FONTE: O Estado de S. Paulo

FOTO: Agência T1

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A terceira corveta antissubmarino desenvolvida pelo Directorate of Naval Design dentro do Projeto-28 para a Marinha indiana foi lançada ontem. O navio está sendo construído por um dos maiores estaleiros do país, o Garden Reach Shipbuilders and Engineers Ltd (GRSE).

O desenvolvimento e posterior lançamento da corveta – batizada de Kiltan – impulsionou fortemente o esforço da Marinha e dos estaleiros indianos rumo à nacionalização e à autossuficiência nas tecnologias de projeto e construção naval.

Estiveram presentes na cerimônia de lançamento o representante do GRSE, Chitra Joshi, o chefe de Estado-maior da Marinha indiana, almirante DK Joshi, o presidente do GRSE, contra-almirante da reserva A K Verma e demais autoridades do ministério da Defesa e das Forças Armadas indianas.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Um oficial da Marinha russa declarou na última sexta-feira (22) à agência de notícias RIA Novosti, que o segundo submarino de propulsão nuclear da classe Borei (Projeto 955) será entregue à Força até o final deste ano.

“A Marinha pretende colocar o Alexander Nevsky em serviço antes do fim do ano. Tudo está indo conforme o planejado”, declarou o oficial ao comentar relatórios atestando que a embarcação só estaria pronta em 2014.

O submarino da classe Borei está em fase de provas de mar desde 2012 nas instalações do estaleiro Sevmash. De acordo com o oficial da Marinha, mais provas estão previstas para este ano, e também serão realizados testes com o míssil balístico Bulava lançado a partir do navio. Um porta-voz do estaleiro também confirmou à RIA Novosti que a embarcação será entregue à Marinha até o fim de 2013.

O Alexander Nevsky é o segundo submarino do projeto 955. O primeiro, Yury Dolgoruky, foi comissionado na Frota do Norte em janeiro passado, e o terceiro, Vladimir Monomakh, foi lançado em dezembro de 2012 – a previsão é que entre em serviço em 2014. Os primeiros navios da classe Borei serão capazes de transportar 16 mísseis Bulava. A Rússia planeja construir oito submarinos da classe até 2020.

O estaleiro Sevmash deve começar ainda em 2013 a construção de duas embarcações do Projeto 955A, uma atualização do atual 955. O Alexander Suvorov e o Mikhail Kutuzov serão capazes de transportar 20 mísseis balísticos cada um. A classe Borei deve se tornar o elemento principal da força de submarinos russa, substituindo os já obsoletos Projeto 941 (classe Typhoon) e 667 (classes Delta-3 e Delta-4).

FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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