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vinheta-clipping-navalNo dia 18 de maio de 2013, as Forças Armadas, coordenadas pelo Ministério da Defesa, iniciaram, em toda a fronteira brasileira, a Operação “Ágata 7”. Os Comandos do 5º, 6º e 9º Distritos Navais (DN) participam ativamente dessa mobilização, que é a maior realizada pelo Governo Federal, no combate aos ilícitos entre o Oiapoque (AP) e o Chuí (RS) e, ainda, visa fortalecer a presença das Forças Armadas nas regiões de fronteira. Outros órgãos federais e estaduais também participam no combate a delitos transfronteiriços e ambientais.

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Comando do 5º Distrito Naval

Durante a Operação o Comando participa com o emprego dos seguintes meios: Rebocador de Alto-Mar “Tritão”, Navio-Patrulha “Babitinga”, Coverta “Imperial Marinheiro”, três helicópteros HU-12 “Esquilo”, 23 embarcações, 18 viaturas administrativas, seis caminhões operativos e 1.670 militares envolvidos, que atuam nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Além das atividades de patrulha e inspeção naval, missões de socorro, salvamento e de evacuação aeromédica têm sido realizadas. Para integrar a Operação, um destacamento do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio Grande também está empregado, além de Ações Cívico-Sociais (ACISO) que são desempenhadas em diversas localidades.

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Comando do 9º Distrito Naval

O Comando do 9º Distrito Naval realiza atividades de controle do tráfego aquaviário, patrulha naval e inspeção naval, prestando, ainda, assistência médico-hospitalar, odontológica e sanitária às populações ribeirinhas da área de operações, por meio dos Navios de Assistência Hospitalar, conhecidos como os “Navios da Esperança”.

A Operação abrange os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, onde militares e civis das Forças Armadas têm atuado contra os ilícitos nessas regiões. Além dos meios navais que vêm sendo empregados na “Ágata 7”, o Navio-Auxiliar “Pará”, do Comando do 4º Distrito Naval, juntou-se a Operação, na área de jurisdição do 9º DN, para realizar ACISO nas proximidades da foz do Rio Amazonas.

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Comando do 6º Distrito Naval

O Comando do 6º Distrito Naval contribui para reduzir a criminalidade na região de fronteira, com o emprego de, aproximadamente, 600 militares, 20 embarcações, entre elas quatro navios e 16 lanchas da Capitania dos Portos, além de uma companhia do Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário e uma aeronave UH-12 “Esquilo”, que se destinam a realizar patrulha e Inspeção Naval, Ações Cívico-Sociais e apoio logístico aos demais Órgãos.

Em coletiva de imprensa, realizada em Ladário (MS), o Comandante do 6º Distrito Naval enfatizou que é necessário “unir forças para contribuir para a redução das ações do crime organizado na faixa de fronteira”.

FONTE: Nomar

NPaOc Apa P121
 

O navio, projetado e construído para atender às necessidades de fiscalização de extensas áreas marítimas, contribuirá com os demais navios da Marinha do Brasil na proteção da “Amazônia Azul”.

 

vinheta-destaqueApós atracar na cidade de Rio Grande (RS), no dia 08 de maio, vindo de uma viagem de cerca de dois meses de trânsito pela costa africana, o Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Apa” chega dia 24 de maio em seu porto sede: Rio de Janeiro (RJ).

O navio partiu de Portsmouth, no Reino Unido, em 11 de março e fez escala em Portugal, Espanha, Mauritânia, Senegal, Gana, Angola e Namíbia. Durante a sua viagem para o Brasil, pode interagir com as Marinhas dos países africanos visitados, realizando exercícios conjuntos, como por exemplo, treinamento antipirataria.

Ao chegar ao Brasil, o NPaOc realizou Vistoria de Segurança de Aviação (VSA) em Rio Grande, visando à preparação do navio para operações aéreas. O “Apa” ficou aberto à visitação pública nos portos de Rio Grande e Itajaí (SC).

O navio, construído pela empresa BAE Systems Maritime – Naval Ships e incorporado à Marinha do Brasil, no dia 30 de novembro de 2012, é o segundo da Classe “Amazonas” e recebe o nome de um importante rio da Região do Pantanal, o Apa, que delimita a fronteira entre o Brasil e o Paraguai, cuja bacia hidrográfica tem cerca de 12.000 quilômetros quadrados em território brasileiro. O primeiro a ser incorporado foi o NPaOc “Amazonas”, em 29 de junho de 2012, e o terceiro, “Araguari”, chegará ao país no segundo semestre deste ano.

A aquisição dos três Navios-Patrulha Oceânicos agrega importante valor para que a Marinha possa intensificar as ações de Patrulha e Inspeção Naval, voltadas à segurança do tráfego aquaviário, prevenção da poluição ambiental e, ainda, para o aumento da capacidade de Busca e Salvamento (SAR), ao longo da extensa área marítima sob a responsabilidade do Brasil. Mas, principalmente no patrulhamento da chamada “Amazônia Azul”, operando, primordialmente, na região das bacias petrolíferas dos estados do Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro.
O evento contará com a presença do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, e de Parlamentares.

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Informações:
Data: 24 de maio
Horário: 13h – Partida da lancha da imprensa para embarque no NPaOc “Apa”
Local: Comando do 1º Distrito Naval – Cais da Bandeira

Credenciamento:
E-mails: [email protected] e [email protected]
Telefones: (21) 2104-6110 / 6111 / 7271.
No dia 24 de maio, os jornalistas credenciados deverão encaminhar-se, até as 12h40, ao estacionamento em frente ao pórtico do Comando do 1º Distrito Naval.

Popa_Niteroi

A Marinha do Brasil e a Marinha Peruana estão realizando, no período de 22 de maio a 3 de junho, a 2ª edição da operação naval binacional, denominada BRAPER. A Fragata “Niterói”, o Navio-Tanque “Marajó” e Navio Escola da Marinha Peruana “Villavisencio”, participantes da Operação,  atracam em Natal nesta quarta-feira (22), às 15 horas, e estarão abertos à visitação pública nos dias 25 e 26 de maio e 1º e 2 de junho, entre 13h e 16h, no porto de Natal. Estão envolvidos na Operação cerca de 600 militares, sendo 360 brasileiros e 240 peruanos.

Entre os objetivos do exercício estão: adestrar os participantes no planejamento e execução de operações navais combinadas destinadas a conduzir e integrar operações de ataque, de esclarecimento, de apoio logístico móvel, além de ações de defesa aeroespacial dentro de um cenário de treinamento real; estabelecer meios de comunicações em proveito do apoio às operações; incrementar a interoperabilidade por meio de procedimentos táticos comuns; e implementar procedimentos de controle positivo dos exercícios, que facilitem o conhecimento da situação em tempo real, permitindo uma realimentação dinâmica dos aspectos positivos e a obtenção de lições aprendidas relevantes.

A Operação, que ocorre ao longo da costa nordestina brasileira, contará com a participação dos seguintes navios: Fragata “Niterói” (F40) e Navio-Tanque “Marajó” (G27), ambos da Marinha do Brasil e o B.A.P. “Villavisencio” (FM-52), da Marinha de Guerra do Peru. Haverá ainda a participação do Submarino “Tikuna” e de três aeronaves: um “Esquilo” (UH-12), helicóptero orgânico à Fragata “Niterói”, além de dois caças “Skyhawk” da Marinha do Brasil, operando a partir de terra, baseados em Natal.
Entre os exercícios que serão realizados na Operação BRAPER 2013 destacam-se: operações aéreas, incluindo pouso a bordo de navio estrangeiro, manobras táticas, reabastecimento de óleo no mar, guerra antiaérea, guerra de superfície, exercícios de tiro diurno e noturno, entre outros.

O Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, Capitão-de-Mar-e-Guerra Marco Lucio Malschitzky, exercerá a função de Comandante da Força-Tarefa 51 (CFT), embarcado na Fragata “Niterói”, cujo Comandante é o Capitão-de-Fragata Daniel Américo Rosa Menezes. O Navio-Tanque “Marajó”, que proverá o apoio logístico móvel, o Submarino “Tikuna” e o B.A.P. “Villavisencio”, da MGP, são respectivamente comandados pelos Capitão-de-Fragata José Eduardo Vieira Carneiro, Capitão-de-Fragata Alexandre Madureira de Souza e Capitão-de-Mar-e-Guerra Juan Carlos Romaní Seminario, que também será o Comandante do Grupo-Tarefa Peruano.

A Fragata peruana “Villavisencio” zarpou de Callao, no Peru, em 22 de abril, realizando escalas em Guaiaquil no Equador, passando pelo Canal do Panamá, La Guaira na Venezuela e Fortaleza no Brasil, antes de chegar a Natal em 22 de maio. Em seu regresso, passará por Belém, Cartagena na Colômbia, regressando ao seu país em 28 de junho. Aquele navio, além de realizar a BRAPER 2013 estará realizando a Viagem de Instrução ao Estrangeiro (VIEX 2013), contando com cerca de 80 cadetes do 5º e último ano da “Escuela Naval del Perú”, sendo um panamenho, além de 2 cadetes do Exército e 3 da Força Aérea daquele país.

Ao término da Operação, a Fragata “Niterói” permanecerá na área de jurisdição do Comando do 3º Distrito Naval com a finalidade de apoiar, na área de Recife, durante a Copa das Confederações. O Navio-Tanque “Marajó” iniciará seu retorno ao Rio de Janeiro, perfazendo cerca de 1 mês de afastamento do porto sede localizado na cidade do Rio de Janeiro.

DIVULGAÇÃO: Com3ºDN, via Comunicação Social.

NOTA DO EDITOR: Os jatos AF-1 já se encontram em Natal-RN, mas devido à nebulosidade e aos intensos protestos que estão ocorrendo na cidade, a mobilidade para o entorno da BANT está reduzida, por isso não conseguimos fazer imagens dos aviões.

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vinheta-clipping-navalO Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro (ARMJ) lançou, em 10 de maio, a 4ª Embarcação de Desembarque de Viaturas e Materiais (EDVM) “Comandatuba – Casco 132”. A preparação para o evento incluiu a inspeção de verificação de estanqueidade e a movimentação e instalação de uma rampa de acesso ao Cais Sul, onde será realizada a conclusão da obra e os testes dos sistemas da embarcação.

As EDVM utilizadas pelas Forças Anfíbias, são transportadas em Navios de Desembarque-Doca e empregadas no transporte de tropas e equipamentos entre navio e terra, em operações com mergulhadores de combate, no recolhimento de náufragos, no reparo de outras embarcações e no apoio a navios em operações de salvamento.

O Casco 132 possui 21,81m de comprimento, 6,39m de boca moldada, calado carregado de 1,4m e capacidade para transportar 72 toneladas de carga.  Pode ser também aplicado no transporte de até 80 homens e 32 toneladas de carga.

O projeto básico destas embarcações, elaborado pelo Centro de Projetos de Navios, foi desenvolvido integralmente no Sistema FORAN utilizado para a preparação de projetos de construção naval, proporcionando solução integrada para o desenho completo da embarcação, incluindo a definição do casco, cálculos de arquitetura naval, outfiting, estrutura e eletricidade. Todo o projeto de detalhamento e a construção foram realizados pelo AMRJ, marcando a consolidação do processo de retomada da construção naval militar no Arsenal de Marinha.

FONTE: Nomar

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vinheta-clipping-navalNo dia 13 de maio de 2013, foram encerradas as 2ª e 3ª fases da Operação “TROPICALEX-2013”. A 2ª fase da Operação abrangeu a área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro/RJ e Natal/RN. Durante essa fase, foram realizados exercícios que visaram a elevar o nível de adestramento dos meios da nossa Marinha e contribuir para a manutenção da segurança da nossa Amazônia Azul, destacando-se: problema de batalha, exercício de guerra submarina, trânsito com oposição de submarino, tiro sobre alvo rebocado, transferência de carga leve (diurna e noturna), transferência de óleo no mar sob múltiplas ameaças e proteção de navio-plataforma nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).

A 3ª fase da Operação teve início com a atracação dos navios do Grupo-Tarefa (GT) nos portos de Natal/RN e Cabedelo/PB, onde foram realizados exercícios de sabotagem (SABOTEX) e adestramento de combate e prevenção à poluição hídrica. Além disso, os navios foram abertos para visitação pública nos dias 11 e 12 de maio, totalizando 5.490 visitas aos meios navais. Os navios suspenderam no dia 13 de maio, iniciando a 4ª fase da Operação, com novos exercícios no mar.

Sob o comando da 1ª Divisão da Esquadra, a Operação teve início no dia 2 de maio e conta com a participação dos seguintes meios Navais e Aeronavais: Fragata “Liberal” – Capitânia da Operação, Fragata “Bosísio”, Navio-Tanque “Marajó”, Corveta “Barroso”, Aeronave AH-11A “Super Lynx” e Aeronave UH-13 “Esquilo”.

FONTE: Nomar

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Com o apoio institucional das Marinhas do Brasil e de Portugal, o Instituto dos Mares da Lusofonia realizará, no período de 20 a 23 de maio, no auditório da Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, o III Congresso Mares da Lusofonia, tendo como tema: “No Mar, o futuro das Nações Lusófonas”.

Durante o evento, serão abordados assuntos ligados à segurança, aspectos legais, exploração com sustentabilidade e o futuro do mar, com a participação de autoridades militares e civis dos diversos países da língua portuguesa.

O evento será gratuito e oportuno para quem pretende conhecer, refletir e debater sobre o Mar, que com suas riquezas, é a fronteira, que, na atualidade, traz a possibilidade de conflitos, mas também de prosperidade para os que o defenderem e explorarem de forma sustentável.

Para conferir a programação e inscrever-se, acesse o site: www.maresdalusofonia.com.br.

Local:
Escola de Guerra Naval
Av. Pasteur, 480, Praia Vermelha, Rio de Janeiro-RJ

Assessoria de Imprensa
Telefones: (21) 2104-6991/ (21) 9288-0318
Emails: [email protected]

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CA LEANDRO – Comandante da Força-Tarefa Marítima; Sr. Hervé Ladsous – Subsecretário-geral para Operações de Paz da ONU; Sra. KRISTINA SEGULJA – Senior Political Affairs Officer; Major-General PAOLO SERRA – Comandante da UNIFIL

 

No dia 11/05/2013, o Subsecretário-Geral para as Operações de Manutenção da Paz das Nações Unidas, Sr. Hervé Ladsous e o Comandante da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), Major-General Paolo Serra, fizeram uma visita à Fragata “Constituição”, que é o Navio-Capitânia da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL). Eles foram recepcionados pelo Comandante da FTM, Contra-Almirante Joese de Andrade Bandeira Leandro, ao qual ministrou a bordo uma palestra sobre as atividades da Força-Tarefa Marítima e sua cooperação com a Marinha Libanesa (LAF-Navy).

O Sr. Ladsous elogiou a LAF-Navy e a FTM-UNIFIL para demonstrar profissionalismo e compromisso com suas responsabilidades de segurança em resolução nº 1701/2006 do Conselho de Segurança da ONU. “Os esforços contínuos da Força-Tarefa e de cooperação estratégica com a LAF-Navy são fundamentais”, disse ele. “A LAF-Navy e a FTM devem aproveitar esta dinâmica e construir sobre as conquistas alcançadas até o momento. Para este fim, a formação oferecida pela FTM-UNIFIL à LAF-Navy é uma importante iniciativa de capacitação. ”

F42 no Líbano

Ele acrescentou: “É claro para mim que a parceria estratégica entre a UNIFIL e a LAF é vital para o sucesso da implementação do mandato da UNIFIL. É imperativo que a comunidade internacional forneça os recursos técnicos e os materiais necessários para as Forças Armadas do Líbano (LAF), para que se possa efetivamente cumprir as suas tarefas importantes pela resolução nº 1701 do Conselho das Nações Unidas , e continuar a apoiar a liderança libanesa em seus esforços para esse fim.”

A FTM-UNIFIL é a primeira Força-Tarefa criada para tomar parte em uma missão de paz da ONU. Foi implantada pela primeira vez em 2006, a pedido do Governo libanês, com o objetivo de adestrar a Marinha Libanesa e impedir a entrada não autorizada de armas e de material conexo por via marítima para o Líbano.

DIVULGAÇÃO: Fragata Constituição

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Seahawk MH-16 (3035) - 1

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A Avaliação Operacional (AO) dos novos helicópteros MH-16 “Seahawk”, da Marinha do Brasil utilizará o Sistema de Previsão do Ambiente Acústico para o Planejamento das Operações Navais (SISPRES 5.0), como ferramenta de auxílio ao planejamento e testes iniciais dos sistemas de guerra antissubmarina da aeronave.

O Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) foi incumbido da instalação do SISPRES 5.0. Tal sistema tem a finalidade de auxiliar na previsão do ambiente acústico em uma determinada área e época do ano. Seu uso capacita a Marinha a otimizar o planejamento e o emprego dos meios navais nas operações navais, interferindo de modo decisivo na tomada de decisão em operações antissubmarino. Além disso, realiza cálculos de nascer e pôr do Sol, de nascer e pôr da Lua, de crepúsculos náutico e civil, bem como da previsão de maré, cujas aplicações estendem-se às operações anfíbias.

FONTE: Nomar

Corveta_Barroso_Porto_Natal

A Marinha do Brasil está realizando, no período de 2 a 27 de maio, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro-RJ e Natal-RN, a Operação TROPICALEX-2013, com visitas aos portos de Natal-RN, Cabedelo-PB e Salvador-BA. A Fragata “Liberal” e a Corveta “Barroso”, participantes da Operação,  atracam em Natal nesta sexta-feira (10), às 9 horas, e estarão abertos à visitação pública neste sábado e domingo, entre 14h e 17h, no Porto de Natal.

Nessa Operação estão sendo executados exercícios no mar tais como: transferência de óleo no mar, proteção de navio-plataforma nas águas jurisdicionais brasileiras, exercício de tiro sobre alvo e, adicionalmente, serão conduzidas, ainda, atividades de patrulha naval nas proximidades da Bacia Petrolífera de Campos. Os exercícios visam à manutenção do nível de adestramento dos meios da Esquadra e a vigilância da Amazônia Azul (mar). 

O Comando do Grupo Tarefa da Operação TROPICALEX-2013 está sendo exercido pelo Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Flávio Soares Ferreira, a bordo da Fragata “Liberal”, de onde estão sendo coordenados e conduzidos os exercícios para os meios navais e aeronavais participantes. Também participam do exercício o Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Sergio Roberto Fernandes dos Santos e o Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Paulo Cesar Mendes Biasoli, embarcado na Corveta “Barroso”. 

Na Operação estão envolvidos os seguintes meios: Fragata “Liberal”; Navio-Tanque “Marajó”; Corveta “Barroso”; Aeronave AH-11A – Super Lynx (Helicóptero de Esclarecimento e Ataque); e 1 Aeronave UH-13 – (Helicóptero Esquilo de Emprego Geral), com o apoio do Navio-Patrulha “Gurupi” , do Comando do 1º Distrito Naval; do Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, do Comando do 1º Distrito Naval; do Navio-Patrulha “Guaratuba”, do Comando do 2º Distrito Naval; do Navio-Patrulha “Guaíba”, do Comando do 3º Distrito Naval; Submarinos “Timbira”  e “Tikuna”, do Comando da Força de Submarinos; Aeronaves AF-1 – Skyhawk, do Comando da Força Aeronaval; e Aeronaves P-3 AM, P-95 e A-1, da Força Aérea Brasileira.

Dando continuidade à operação, o GT seguirá para Salvador-BA, com previsão de  atracação no porto de Salvador-BA para o dia 17 de maio. No dia 19 de maio o GT suspenderá com destino ao Rio de Janeiro, onde, ao encerramento da operação, os navios atracarão no dia 27 de maio.

FONTE: Comsoc 3ºDN

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Brasileiros que trabalham em locais isolados e de acesso difícil foram tema do documentário “Nos confins do Brasil e do mundo”, lançado ontem à noite no centro cultural Oi Futuro, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. O vídeo traz depoimentos de homens e mulheres – militares e civis – que se dedicam em missões na Base Comandante Ferraz, na Antártica, e na Ilha da Trindade, a 1,2 mil quilômetros da costa do estado do Espírito Santo.

Na plateia, o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, dividiram espaço com intelectuais, jornalistas e fotógrafos. No palco, antes de exibir a fita, a diretora e produtora Glaucia Camargos explicou que o filme deixaria o público muito melhor do que quando chegou ao espaço cultural.

O diretor, Marco Schiavon, assegurou que há uma parceria em curso com a Marinha para divulgar à sociedade as atividades da Força Naval. “Iniciamos o trabalho em 2004. Esse documentário é resultado daquilo que estamos produzindo”, contou Schiavon.

O filme

“Nos confins do Brasil e do mundo” intercala informações do projeto antártico e da ocupação da ilha. No vídeo, destacam-se as estórias de militares e pesquisadores que deixaram suas famílias no Brasil e assumiram o desafio do embarque para regiões inóspitas. Os depoimentos, que revelam estórias de amor à causa de projetos apoiados pelo governo brasileiro, arrancaram lágrimas dos depoentes e da plateia.

Entre as situações apresentadas, o documentário mostra as manobras feitas pela Marinha no sentido de embarcar e desembarcar tropas e suprimentos nas duas regiões. O filme resgata também as imagens do incêndio da base antártica e os escombros que sobraram após serem debeladas as chamas.

A sequência de imagens mostra a retirada dos destroços e o embarque dos contêineres para o Brasil. Ao final, nos créditos, os produtores dedicam o documentário aos dois militares mortos quando tentavam controlar o fogo.

Após a exibição do filme, o ministro Amorim conversou com o diretor Schiavon, a produtora Gláucia e o almirante Moura Neto. Para o ministro, o documentário ilustra o trabalho realizado pela Marinha e a dedicação da tropa e dos pesquisadores. “Todos estão de parabéns. Quero me congratular com os produtores por essa iniciativa”, disse.

FONTE: Ministério da Defesa

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DESTAQUE

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Órgão de direção geral da Marinha e segundo mais importante da Força Naval, o Estado-Maior da Armada (EMA) está sob novo comando. Trata-se do almirante Eduardo Monteiro Lopes, que substitui o almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer. A troca de função foi presidida pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, na manhã de hoje, no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (DF).

Na ocasião, o chefe substituído, almirante Wiemer, discursou despedindo-se do serviço ativo da Marinha, o qual permaneceu por 46 anos. Relembrou os tempos de aspirante da turma Barão de Tefé e definiu sua jornada em duas palavras: carreira e aventura. “A carreira repleta de responsabilidades. A aventura, o prazer de vivê-la”, explicou.

Destacou, também, que pôde “participar da evolução de uma Marinha romântica para uma Marinha profissional que goza de prestígio junto à nossa sociedade”. O almirante lembrou, ainda, cargos já exercidos, como o de comandante da Escola Naval e o de comandante de Operações Navais, além de diretor-geral de Navegação.

E encerrou: “É tempo de desembarcar (…) Passo o timão às firmes e competentes mãos do almirante Monteiro Lopes”. Wiemer agora vai atuar como conselheiro militar da missão permanente do Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU).

Em ordem de serviço lida na solenidade, o comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, enfatizou as principais realizações do almirante substituído, que encerra o período de cerca de um ano à frente do EMA.

“Conduziu com notável competência as desafiantes tarefas do EMA, trazendo uma marcante contribuição para o processo de desenvolvimento e aprimoramento contínuo da nossa instituição”, afirmou o comandante da Marinha. Moura Neto completou dizendo que um dos feitos da administração de Wiemer foi “o estudo sobre a importância político-estratégica do Atlântico Sul, apontando as possibilidades de operação com os países da África Ocidental”, diretriz reiterada pelo ministro da Defesa em sua gestão.

Novo chefe

INTERNA IVComo palavras iniciais na função que agora ocupa, o almirante Eduardo Monteiro Lopes disse que estava assumindo o cargo mais importante de sua carreira e afirmou estar ciente das responsabilidades a ele atribuídas.

Entre as “profundas operações” em realização na Força Naval, citou o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e o Programa Nuclear da Marinha. Sobre este último, disse que pode ser chamado de “Programa Nuclear do Brasil”.

Com relação aos investimentos em andamento na Força, alertou para o enfrentamento das novidades. “Devemos ser capazes de absorver as novas tecnologias (…) Procurar novas e modernas formas de gestão. Temos que enfrentar o novo e não podemos temer as mudanças.” O almirante Monteiro Lopes ocupava o cargo de secretário-geral da Marinha.

A cerimônia foi encerrada com desfile militar. Estiveram presentes os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Força Aérea, brigadeiro Juniti Saito, além do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi, e o chefe do gabinete de Segurança Institucional, general José Elito Siqueira.

Sobre o EMA

interna IO Estado-Maior da Armada tem como missões planejar a mobilização marítima e a logística naval; assessorar o comandante da Marinha; coordenar e controlar a participação da Força Naval em grupos de trabalhos no âmbito do Ministério da Defesa, entre outros.

FONTE: Ministério da Defesa

comandante

A Marinha do Brasil (MB) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) premiam, no dia 7 de maio, os projetos selecionados no concurso público de arquitetura para reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), lançado, no dia 28 de janeiro, na sede do IAB.

O Termo de Referência, que orientou os 74 arquitetos que participaram do Concurso, foi elaborado com base nas informações obtidas em dois Seminários. No primeiro, a comunidade científica antártica especificou os laboratórios internos e remotos da nova EACF. No segundo, realizado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), os Consultores Técnicos da Marinha, da Petrobras e de diversas Universidades estabeleceram: sistemas construtivos, materiais e técnica; conforto ambiental; água e sistema hidráulico; esgoto e sistema sanitário; resíduos sólidos; energia; qualidade do ar; segurança; logística; e rede de dados e voz.

Em 22 de fevereiro, foi conduzido um Seminário, na sede do IAB, com o propósito de levar ao conhecimento de todos os concorrentes alguns aspectos técnicos do objeto do Concurso. Foram proferidas palestras por representantes dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Meio Ambiente, da Marinha e de Consultores Técnicos, que trabalharam no Termo de Referência.

A divulgação do resultado do Concurso ocorreu no dia 15 de abril, onde estavam expostos os 74 projetos concorrentes. O Projeto de Estudo no Nível Preliminar vencedor foi idealizado pelo Arquiteto e Urbanista FÁBIO HENRIQUE FARIA, do Estúdio 41, de Curitiba.

Segundo a Comissão julgadora, composta por cinco arquitetos, “O projeto apresenta uma composição formal singela e ao mesmo tempo marcante. A proposta é compacta, sem deixar de responder à setorização funcional esperada. Destaca-se a adequação à topografia, potencializando visuais a partir dos volumes implantados em níveis diferenciados, a modulação e o sistema construtivo, que favorece a racionalidade da execução.”

Na proposta vitoriosa para a Estação Ferraz, os setores funcionais estão organizados em blocos que distribuem os usos. O bloco superior, a ser construído a 9,10 metros de altitude, abrigará os camarotes, áreas de serviço de jantar/estar. Ao bloco inferior, a 5,95 metros, serão incorporados os laboratórios e as áreas de operação e manutenção. Este mesmo bloco contemplará as garagens e o paiol central, localizados a 2,50 metros de altitude.
Um bloco transversal reunirá os usos social e de trabalho. Neste trecho serão posicionados a sala de vídeo/auditório, a lan house, a sala de reuniões/videoconferência, a biblioteca, e o estar.

O primeiro colocado, além do prêmio de 100 mil reais, será contratado para realizar adaptações nos Estudos Preliminares, fazer o Anteprojeto e os Projetos Executivo e Complementares, além de acompanhar todo o processo licitatório da obra de construção da nova EACF. Este contrato custará cerca de 5 milhões de reais. Em paralelo, será contratada uma empresa especializada para fazer o Estudo de Avaliação Preliminar de Impacto Ambiental da nova EACF.

Após a finalização dos trabalhos, será realizada uma licitação para contratação da obra, com previsão de início no verão de 2013/14.

Foram também premiados os seguintes arquitetos:
2º lugar, com uma premiação de 50 mil reais,
Luiz Adriano Trindade de Almeida (São Paulo);

3º lugar, com uma premiação de 30 mil reais,
Igor Soares Campos (Brasília)

E os projetos dos arquitetos abaixo foram agraciados com Menções Honrosas:
Anália Maria de Carvalho Amorim (São Paulo)
Mário Biselli (São Paulo)
Ricardo Jorge Pessôa de Mello (Recife)
Vera Magiano Hazan (Rio de Janeiro).

DIVULGAÇÃO: Centro de Comunicação Social da Marinha

Navio-Patrulha Macaé

A Marinha do Brasil vem conversando com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre um possível apoio da instituição à construção de navios-patrulha. “Estamos discutindo um projeto-piloto com o BNDES sobre a construção de navios-patrulha de 500 toneladas. É algo que precisamos para ter mais navios nas proximidades das bacias petrolíferas”, disse ao Valor o comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto.

Esse pode ser o primeiro passo para o BNDES participar de um eventual financiamento ao Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper), que prevê a construção no Brasil de cinco fragatas de 6 mil toneladas cada uma, de cinco navios-patrulha oceânicos de 1.800 toneladas e de um navio de apoio logístico de 24 mil toneladas. Esse pacote deve exigir investimentos de cerca de € 5 bilhões.

Ainda não está claro como o Prosuper será financiado. Em recente entrevista, Moura Neto disse que há várias possibilidades. O Prosuper poderia contar com recursos orçamentários, seguir o caminho do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que conta com financiamento externo, ou ter o apoio financeiro do BNDES. Caberá à presidente Dilma Rousseff definir a melhor alternativa.

Moura Neto disse que não há prazo definido para contratar a construção dos navios. “Depende da decisão do governo brasileiro. É um projeto que começou na época do ex-presidente Lula [Luiz Inácio Lula da Silva]. Acredito que 2013 pode ser o ano em que a presidente Dilma Rousseff pode tomar a decisão, pelo menos essa é a esperança da Marinha.” Disputam a encomenda empresas da Alemanha, Holanda, Espanha, Itália, França, Reino Unido e Coreia do Sul. (FG)

FONTE: www.valor.com.br

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vinheta-clipping-navalO Corpo de Fuzileiros Navais adquiriu 195 viaturas não-especializadas de 5 toneladas 4×4 1725/42 da Mercedes Benz do Brasil. As aquisições fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, para o fortalecimento da Indústria Nacional de Defesa.

Em abril, o Comando do Material de Fuzileiros Navais realizou a entrega técnica de 34 dessas viaturas, sendo três para o Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (RJ), 14 para o Grupamento de Fuzileiros Navais de Rio Grande (RS), uma para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (RJ), uma para o Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (RJ) e 15 para o Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais (RJ).

FONTE: Nomar

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Algumas imagens do NAe ‘São Paulo’ (A12) em sua última escala em Santos, por ocasião da entrada/atracação no cais do armazém 30 em 18/11/2011.

Mais fotos:  http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2011/11/nae-sao-paulo-12-pwsp-em-santos-parte-1.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 18/11/2011

 

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vinheta-clipping-navalO Píer da Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha (DHN), em Niterói (RJ), recebeu, no dia 25 de abril, o último navio participante da 31ª Operação “Antártica” (OPERANTAR). O Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” atuou no apoio logístico ao desmonte da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) e à instalação dos Módulos Antárticos Emergenciais (MAE), durante os cinco meses que permaneceu no continente gelado.

“Essa foi uma operação diferente de todas as outras. Foi a que se sucedeu ao infortúnio do incêndio na EACF e, por isso, a mais complexa em termos logísticos. O esforço da Marinha foi muito grande para manter todas as pesquisas que estavam sendo feitas na Antártica”, expôs o Vice-Almirante Marcos Nunes de Miranda, diretor da DHN.

O “Gigante Vermelho”, como o recém-chegado navio é carinhosamente conhecido pela tripulação, também apoiou projetos científicos de 14 pesquisadores, em sua maioria realizados próximo ao local do desmonte, na Enseada Martel, e, ainda, na Ilha Deception. Dentre eles, estavam projetos de geofísica, com sondagem do fundo do oceano, acampamentos de análises de aves e algas, bem como um projeto dentro da própria área da Estação, onde foram realizadas manutenção de equipamentos que funcionarão neste inverno.

Além do “Ary Rongel”, a Marinha do Brasil enviou outros dois de seus navios: o Navio de Socorro Submarino “Felinto Perry”, também empregado, prioritariamente, no apoio aos trabalhos na área da EACF e o Navio Polar “Almirante Maximiano”, que abriga modernos equipamentos para o desenvolvimento de projetos científicos no ambiente antártico. Também participaram dessa edição o Navio de Apoio Logístico Ara San Blas, da Marinha Argentina; e o Navio Mercante Germânia, afretado para apoiar o desmonte e a instalação dos MAEs.

“Era metade do verão na antártica, no dia 12 de janeiro, aniversário de 31 anos do Programa Antártico Brasileiro, já tínhamos desmontado completamente a Estação. Foram apenas dois meses e meio de trabalho, o que possibilitou e facilitou a chegada e instalação dos MAEs. Logo estávamos com tudo pronto para instalar nossos 15 militares durante o inverno. A missão foi totalmente cumprida, é uma satisfação enorme”, explicou o Comandante do “Ary Rongel”, Capitão-de-Mar-e-Guerra Marcelo Luis Seabra Pinto.

Foram 120 dias de mar e mais de 17.300 milhas navegadas pelo “Gigante Vermelho” nessa operação. Com dois porões com capacidade de 1.254 m³ para o transporte de carga e dois laboratórios para apoio à pesquisa, o navio cumpriu sua missão.

“Trouxemos, por exemplo, materiais que não tinham mais uso e estavam em Punta Arenas, como os utilizados para o reabastecimento de óleo da Estação. Também transportamos a lancha para manutenção, para que seja reutilizada na nova Estação”, descreveu o Comandante Seabra.

“A Marinha reagiu de uma forma esplêndida ao sinistro e hoje, após apenas alguns meses, já possui praticamente outra estação montada com os módulos emergenciais. Foi um trabalho da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, Arsenal de Marinha, tripulação dos navios e pesquisadores. O esforço conjunto de todos culminou com a missão cumprida. A previsão desse ano é ser um ano de muito trabalho para a construção da nova estação. Após o reparo, o trabalho inicia de novo”, vibrou o Vice-Almirante Miranda.

FONTE: Nomar (Ttítulo original: ‘Chegada do Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” ao Rio de Janeiro marca o fim da 31ª “OPERANTAR”’)

VEJA TAMBÉM: 

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vinheta-clipping-navalDecisão da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte determinou a imediata suspensão do processo seletivo à categoria de praticante de prático da Marinha, cujo edital foi lançado em novembro de 2012.

A ação acata pedido do Ministério Público Federal que questiona a necessidade de comprovação da habilitação de aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a quatro, prático ou praticamente de prático, bem como de mestre-amardor, em datas distintas.

De acordo com o edital, aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4, pratica ou praticante de prático deveriam comprovar a habilitação até o dia 28 de agosto de 2013, enquanto o grupo de armadores no mínimo na categoria de mestre-armador, precisam comprovar a habilitação até o encerramento das inscrições, em 26 de novembro de 2012.

Segundo a decisão, o edital criou uma distinção indevida entre os candidatos e que se para o ingresso no estágio de praticante de prático qualquer uma das categorias já mencionadas atende à exigência, não caberia haver datas distintas para a comprovação da qualificação em uma ou outra categoria.

Dessa forma, o cronograma previsto no calendário de eventos está suspenso. De acordo com comunicado da Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha, os candidatos que estavam agendados para o período em que permanecer a suspensão, a partir de 25 de abril, serão oportunamente reagendados para outras datas.

O comunicado ainda informa que o DPC está elaborando as informações necessárias para subsidiar a Advocacia-Geral da União para recurso na defesa do ato administrativo. Segundo a nota, os candidatos devem acompanhar o andamento da seleção no site da Marinha.

Recursos
Leitores enviaram e-mails ao G1 questionando o conteúdo da prova. Os candidatos, que pediram para não serem identificados, informaram que foram enviados cerca de 1.300 recursos questionando a prova e que nenhum foi atendido. A Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha informou que não pretendia alterar os gabaritos da prova escrita do processo seletivo para praticante de prático, realizada em janeiro deste ano.

O processo seletivo é para habilitar praticantes de prático. Depois de passar na seleção, os praticantes fazem um treinamento denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático, com duração mínima de 12 meses e máxima de 15 meses. Segue-se então o exame de habilitação conduzido pela Capitania dos Portos. Com a aprovação nesse exame, o praticante é certificado como prático, que exerce atividade privada, individualmente, em sociedade ou contratado por empresa de praticagem. A remuneração é variável e pode chegar a R$ 130 mil mensais, caso o porto seja bastante movimentado. O prático assessora os comandantes de navios nacionais e estrangeiros, sendo responsável pelas manobras realizadas em portos brasileiros.

A Marinha esclarece que o processo seletivo à Categoria de Praticante de Prático (PSCPP) não é concurso público, pois não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. Os práticos exercem atividade privada, sendo remunerados pelos tomadores de seus serviços. O praticante de prático é uma categoria dos aquaviários, conforme previsto no Decreto nº 2.596, de 18/05/1998, o qual regulamenta a Lei nº 9537/1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – Lesta).

No concurso, cujo edital foi lançado em novembro do ano passado, inscreveram-se 2.141 candidatos, e à prova escrita realizada em 5 de janeiro compareceram 1.834 candidatos, segundo a Marinha. Com a divulgação do resultado da prova escrita em 22 de fevereiro, a primeira etapa foi concluída. Já foi realizada a convocação dos 250 candidatos melhor classificados para a 2ª etapa, que engloba apresentação de documentos, seleção psicofísica e teste de suficiência física (provas de barra, natação e permanência na água).

Além de curso de nível superior, o candidato precisa ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas, prático ou praticante de prático; ou, alternativamente, pertencer ao grupo de amadores, no mínimo na categoria de mestre-amador.

Questionamentos

Os candidatos questionaram a mudança no número de questões, que neste ano foi de 50. A mudança, segundo a Marinha, atendeu à orientação pedagógica da Diretoria de Ensino. As provas anteriores, desde 2006, tiveram a duração de 4 horas e 70 questões. Avaliação pedagógica recente indicou que, mantido o tempo de duração, a prova deveria se resumir a 50 questões.

As provas escritas aplicadas em 2006 e 2008 contiveram algumas questões em inglês. A prova de 2011 e a deste ano tiveram somente questões em português. De acordo com a Marinha, o edital prevê que a prova escrita poderá ter textos e questões redigidos em português e/ou inglês. Portanto, não é obrigatório que as provas tenham sempre questões em inglês.

Os candidatos questionaram o curto espaço de tempo entre o anúncio do concurso e o lançamento do edital. De acordo com a Marinha, a intenção de realizar o processo seletivo foi anunciada em 25 de outubro de 2012, embora a divulgação não seja obrigatória. O edital foi publicado no “Diário Oficial da União” em 6 de novembro e a prova escrita foi aplicada em 5 de janeiro deste ano.

Em relação aos recursos questionando a prova, a Marinha informou que “todos foram repetidamente e exaustivamente analisados pela banca examinadora e que não foram identificados argumentos sólidos que justificassem alterações no gabarito preliminar”.

De acordo com a Marinha, o gabarito definitivo levou 47 dias para ser publicado após a divulgação do gabarito preliminar, conforme previa o edital. O período decorrido é necessário para o recebimento, processamento e análise dos inúmeros recursos tradicionalmente recebidos.

Os candidatos alegaram que o nível de dificuldade das questões foi muito baixo, o que fez com que as notas de todos ficassem muito próximas, beneficiando as pessoas que são da Marinha, devido à prova de títulos. A Marinha rebateu informando que o rigor da prova foi o normal de sempre, sendo que, dos 1834 candidatos que a realizaram, 819, ou seja, 45%,  obtiveram nota menor do que 35 pontos, inferior à necessária para a classificação.

“Ocorre que são os candidatos que vêm cada vez melhor se instruindo, inclusive estudando em inúmeros cursos privados que hoje existem”, informou a Diretoria de Portos e Costas (DPC).

Segundo a Marinha, a prova de títulos busca contribuir para a seleção dos candidatos mais bem preparados para a habilitação como praticante de prático, valendo apenas 10% do grau final de classificação. Devido às especificidades das atividades de praticagem, a Diretoria Técnica Especializada entende que deva se dar preferência aos candidatos que detenham superiores conhecimentos e experiência na atividade náutica (ciência e arte de navegação sobre a água) profissional.

“A prova de títulos, portanto, não beneficia ninguém e, ademais, permite pontuação não somente por parte de pessoal da Marinha do Brasil como da Marinha Mercante, inclusive daqueles que já são práticos, muitos deles que não tiveram antes qualquer vínculo com as duas Instituições”, diz a DPC.

A Marinha ressalta que apenas metade dos 250 classificados para a 2ª fase do processo seletivo pertence ou pertenceu a uma das duas Marinhas, “este sim um resultado surpreendente”.

A Marinha informou ainda que as provas escritas nunca podem ser iguais, que o peso de cada assunto pode mudar a cada ano e a dimensão do conteúdo programático não permite que sejam abrangidos todos os tópicos do edital nas provas.

FONTE: G1

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vinheta-clipping-navalO contra-almirante Carlos Alberto Matias assumiu o comando da Força Aeronaval em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A cerimônia começou por volta das 10h30 e contou com a presença de autoridades e convidades civis e militares, além de ex-comandantes da Força Aeronaval. A cerimônia militar teve início com o Hino Nacional Brasileiro. Logo depois o contra-almirante, Victor Cardoso Gomes, que está deixando o comando, discursou. Dentro os assuntos abordados, ele disse que estava muito satisfeito em saber que muita coisa foi realizada durante os 16 meses que ficou no controle.

”Foi realmente um privilégio ter sido comandante dessa grande parcela naval. Satisfação muito grande. Desejo ao novo almirante Matias uma boa sorte, contando que Deus continue nos abençoando”, declarou.

Militares dos esquadrões da Base Aerea Naval de São Pedro da Aldeia ficaram formados durante toda a cerimônia. O novo comandante tem uma tripulação de 3.500 homens e mulheres, que treinam continuamente para qualquer conflito, dentro ou fora do país. Apoiar à base brasileira na Antártica, coordenar de projeto de modernização das aeronaves da marinha e dar continuidade as missões, estão entre os desafios que o novo  almirante, Carlos Alberto Matias, terá que lidar. Ele se formou oficial na própria Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia.

“Passei minha maior parte de carreira oficial aqui. Minha paixão pelo mar foi descoberta na adolescência. Uma grande Marinha é construída a cada dia com o bom empenho da corporação”, disse.

Militares passaram mal durante cerimônia 

Dois militares passaram mal durante a solenidade. A ambulância que estava de plantão no local teve que entrar no lugar onde a cerimônia acontecia para resgatar os homens. Por causa do grande tempo parado em baixo do sol, fardados, alguns militares podem sentir um mal estar. Os homens que não se sentiram bem foram atendidos pela equipe médica e foram liberados.

FONTE: G1

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