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O X-47B Unmanned Combat Air System (UCAS) já decolou da catapulta do porta-aviões USS George H. W. Bush (CVN 77) no dia 18. Ontem ele fez “Touch and Go”.

 


O video acima mostra a passagem do porta-aviões HMS Ark Royal (R07), da Marinha Real britânica, pela cidade de Portsmouth em sua viagem final. O navio foi vendido devido a cortes orçamentários promovidos pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, e parte rumo à Aliaga, Turquia, onde será scrapeado.

O Ark Royal foi lançado em 1981, comissionado em 1985 e descomissionado em 2011, após quase 30 anos de serviço – conforme a vida útil prevista para a classe Invincible, à qual o porta-aviões pertence.

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VÍDEO: Naval Open Source Intelligence

TEXTO: Poder Naval

FOTOS: Wikimedia.org

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A Coreia do Norte disparou nesta segunda-feira (20) o quinto míssil de curto alcance em direção ao Mar do Japão. O teste de fogo é o mais recente dos ocorridos ao longo dos últimos três dias, e contraria diretamente os avisos dados pelo chefe da ONU, Ban Ki-Moon e líderes da Coreia do Sul.

Os disparos foram confirmados por um porta-voz do Estado Maior sul-coreano. Esse tipo de teste não é incomum, mas gera receio por acontecer logo após um pico de instabilidade e atritos militares na Península da Coreia, desencadeados pelo teste de armas nucleares relizado pelo Norte em fevereiro deste ano.

Horas após os testes desta segunda, Pyongyang divulgou comunicado oficial rejeitando veementemente críticas e acusações de que o lançamento dos mísseis foi uma tentativa deliberada de causar novos atritos na região: “implicâncias maldosas com nossos testes de fogo são um desafio inaceitável e uma provocação infundada”, diz trecho do comunicado. A Coreia do Norte disparou três mísseis de curto alcance no último sábado, e mais um no domingo.

A Coreia do Sul, por sua vez, classificou os testes como “deploráveis”, enquanto o chefe das Nações Unidas, Ban Ki-moon, insistiu para que o Norte tome uma postura mais contida. “É hora de eles retomarem o diálogo e suavizar as tensões”, declarou ontem, em visita a Moscou.

Pyongyang argumenta que a verdadeira provocação veio do Sul e dos Estados Unidos, que realizaram manobras de pequeno e grande porte entre março e maio deste ano – os exercícios Foal Eagle. As atividades dos dois países incluíram voos de bombardeiros B-52, capaz de transportar armas atômicas, e a participação do porta-aviões de propulsão nuclear USS Nimitz.

Após os disparos desta segunda-feira, Kim Jang-Soo, conselheiro de segurança da presidente sul-coreana, Park, Geun-Hye, insistiu para que Pyongyang não realize mais exercícios desse tipo: “Seja um teste militar, ou uma demonstração de força, o Norte não deve mais agir de modo a criar atritos”, declarou.

A Coreia do Norte chegou a se preparar para testes de fogo com mísseis de médio alcance, mas órgãos de inteligência dos Estados Unidos afirmam que as plataformas de lançamento foram removidas do litoral do país no começo de maio.

A desavença mais significativa dos últimos meses entre as duas Coreias foi a desativação mútua do parque industrial conjunto de Kaesong, a 10 quilômetros da zona desmilitarizada entre os dois países e dentro do território norte-coreano.

Inaugurado em 2004 como um raro símbolo de cooperação entre os dois países, Kaesong passou incólume por outros picos de tensão na península. Porém, em abril passado, o governo do Norte ordenou que todos os 53 mil trabalhadores empregados em 123 empresas sul-coreanas não comparecessem ao expediente. Em resposta, o Sul retirou seu contingente logo depois.

A Coreia do Sul propôs diálogos formais sobre a recuperação de estoques de matérias-primas e bens deixados no local pela empresas, mas o Norte sugeriu hoje que as conversas devem se concentrar no futuro do parque industrial como um todo: “mais importante do que remover os bens produzidos é a questão do colapso ou não do complexo”, declarou um porta-voz da parte norte-coreana da administração de Kaesong. Nenhum dos países decretou o fechamento oficial do parque, e Seul ainda abastece a região com o mínimo de energia elétrica.

Donos das empresas localizadas em Kaesong alegam que foram vítimas das rusgas entre Seul e Pyongyang. De acordo com comunicado divulgado por uma entidade representativa dos empresários da região, “empreendedores e companhias estão sendo esmagados por esses embates emotivos entre os governos de ambas as Coreias”. Cerca de 200 presidentes e gerentes de empresas encaminharam pedido formal para visitar o parque industrial, mas o Ministério da Unificação sul-coreano alegou que Norte precisa concordar em abrir canais de diálogo.

FONTE: AFP via Channel New Asia (tradução e adaptação via Poder Naval a partir de original em inglês)

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vinheta-clipping-navalQue fazer com um porta-aviões velho e obsoleto de 20 mil toneladas e 210 metros de comprimento? Depois de muitas sugestões – afundar para transformar em point de mergulho, adaptar para cassino flutuante em Hong Kong ou heliporto em Londres – a Marinha Real britânica decidiu mandar o HMS Ark Royal (R07) para um destino inglório: virar ferro-velho num desmanche naval na Turquia.

Nesta segunda (20) o Ark Royal iniciou sua última viagem, informou a BBC. A previsão é que o desmanche demore dois anos, com 300 operários trabalhando 24 horas por dia, sete dias por semana.

Tirado de serviço cinco anos mais cedo para poupar dinheiro do Ministério da Defesa, o navio deve render cerca de US$ 4 milhões como sucata.

O Ministério da Defesa britânico diz que o trabalho para preparar o Ark Royal começou logo depois que foi descomissionado no início de 2011. Todos os equipamentos foram removidos e todos os resíduos potencialmente perigosos, incluindo o amianto, foram retirados.

FONTE: O Estado de S. Paulo (edição e adaptação do Poder Naval Título original: “Porta-aviões britânico é vendido como sucata“)

Corveta SAAR 72 israelense

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O estaleiro israelense Israel Shipyard está comercializando uma nova versão das lanchas de ataque SAAR, chamada S-72, que está sendo oferecida como uma “Mini Corveta” ou como navio de patrulha oceânico. A classe desloca 800 toneladas e pode operar um helicóptero da classe do AW139. Tem acomodações para 50 tripulantes e 20 adicionais.

A versão militarizada tem mais recursos para diminuir a assinatura como exaustores escondidos e mastro radar integrado. O armamento pode incluir os novos mísseis Barak 8 de defesa de aérea de área e mísseis anti-navio.

O navio poderá ser comprado pela marinha israelense para substituir navios mais antigos. A marinha israelense tem 20 lanchas SAAR 4 e 4.5 e não pode comprar navios muito capazes, já se limitando a comprar apenas três corvetas classe SAAR 5.

 

phased array CEA Technologies

O Departamento de Defesa divulgou hoje uma solicitação para a CEA Technologies para o desenvolvimento de demonstrador de conceito do radar de varredura de alta potência.

CEA Technologies Pty Ltd é uma empresa baseada na cidade australiana de Camberra cuja tecnologia de radar CEAFAR está sendo implementada nas fragatas classe Anzac da Royal Australian Navy (RAN) como parte do projeto de atualização dos navios.

“Esta solicitação é para o desenvolvimento de sistemas baseados no radar CEAFAR que podem dar suporte a aquisições futuras como o Projeto  SEA 5000, que seria a próxima classe de fragatas da marinha australiana,” informou o ministros da Defesa, Mike Kelly.

“O montante inicial do investimento foi antecipado para a casa dos quatro milhões de dólares [australianos, possivelmente].”

O desenvolvimento de um Radar de Varredura de Alta Potência baseado no radar CEAFAR introduzirá investimentos consideráveis por parte do governo australiano em programas de pesquisa e desenvolvimento  locais e soluções para as futuras fragatas.

FONTE: Ministéro da Defesa da Austrália (tradução e adaptação do Poder Naval)

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FREMM Aquitaine - foto A Galante - Forças de Defesa

Segundo reportagem do site Defense News, devido ao corte nas encomendas de fragatas FREMM, em redução que foi revelada pela última edição do Livro Branco de Defesa da França, poderá haver o desenvolvimento de um novo navio de combate, de menor capacidade.

O Governo Francês, ao invés de comprar onze fragatas multimissão FREMM da DCNS, vai adquirir oito (ou mais) unidades. Seis deverão ser da versão antissubmarino e duas da versão antiaérea, sendo que estas últimas ficarão para o final da encomenda.

Para manter trabalhando o escritório de projetos da DCNS localizado em Lorient, no Oeste da França, há conversações programadas para 2015 ou 2016, referentes a contratos de desenvolvimento de um futuro navio de combate. Este será um navio de menor capacidade do que a FREMM, planejado para depois de 2020, segundo a reportagem.

Quanto a submarinos, os seis modelos nucleares de ataque da classe “Barracuda” receberam o sinal verde. Porém, a entrega do primeiro deles deverá ser atrasada.

FREMM no Rio 043a

FONTE: Defense News (tradução do Poder Naval a partir de original em francês)

NOTA DO EDITOR: este é apenas um dos assuntos tratados por extensa reportagem do Defense News (clique no link para ler o original em inglês), que destacava a encomenda de drones Reaper pelos franceses e a questão do caça Rafale ser prioridade frente à modernização dos jatos Mirage 2000D. Esses outros assuntos são temas de matérias no Poder Aéreo.

VEJA TAMBÉM:

Representantes do Pentágono anunciaram ontem (16) a realização de testes de voo bem sucedidos com o sistema de defesa Aegis contra mísseis balísticos. As provas aconteceram a bordo do cruzador USS Lake Erie (CG 70)  sob coordenação de agentes da Missile Defense Agency (MDA) e pessoal da Marinha americana.

Após localização do alvo pelo radar AN/SPY-1, e com base nos dados fornecidos pelo Aegis Ballistic Missile Defense 4.0, um exemplar do SM-3 Block IB abateu um míssil balístico de curto alcance disparado a partir da Pacific Missile Range Facility em Kuai, no Havaí.

A tecnologia Aegis é o braço naval do sistema de defesa contra mísseis balísticos da MDA, que administra o programa Aegis em parceria com a US Navy.

FONTES: Departamento de Defesa dos Estados Unidos e Militaryphotos.Net (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Bora_Class_Missile_Corvette_Samum

vinheta-clipping-navalO hovercraft porta-mísseis russo do Projeto 1239 Bora, da Frota do Mar Negro, foi o centro da atenção dos especialistas reunidos na Feira Internacional da Indústria de Defesa (IDEF-2013), realizada na semana passada, em Istambul, na Turquia.

Concebidos como porta-mísseis de ataque para romper a defesa organizada por uma força-tarefa de porta-aviões e afundar porta-aviões, os navios do Projeto 1239 (no momento, são apenas dois) constituíram um avanço na construção naval.

Os engenheiros responsáveis pelo projeto conseguiram instalar oito mísseis antinavio pesados ​​em um hovercraft – embarcação geralmente pequena e pouco estável, podendo virar em consequência de um tiro de míssil.

No entanto, um grupo de engenheiros do Сentro de Desenvolvimento em Tecnologias Navais Almaz, em São Petersburgo, chefiado por Valerian Korolkov, elaborou um projeto de navio híbrido de catamarã e hovercraft.

O porta-mísseis Bora representa uma embarcação com dois cascos estreitos feitos de uma liga especial de alumínio e unidos por uma plataforma de cerca de 64 metros de comprimento e 17,2 metros de largura. O efeito colchão de ar surge quando, na frente do navio, desce uma tela flexível, e o ar é impelido por um ventilador entre os cascos.

O hovercraft do projeto 1239 tem qualidades únicas. Por um lado, é um catamarã estável, capaz de se mover a uma velocidade de até 20 nós. Por outro, um hovercraft veloz capaz de desenvolver uma velocidade de mais de 50 nós.

Com um deslocamento de 1.050 toneladas, o navio possui unidades de propulsão com uma potência total de 56 mil cavalos: dois motores a diesel, cada qual com 10 mil cavalos de potência, para operar em regime de catamarã e dois motores de turbina a gás, com uma potência total de 36 mil cavalos, para operar em regime de hovercraft.

Isso permite ao navio permanecer em marcha em qualquer situação. Além disso, ele pode se deslocar com os motores desligados e com um vento contrário de 7 m/s a uma velocidade de 3 nós. A propulsão é assegurada pelo fluxo de ar direcionado pelos ventiladores do colchão de ar à popa.

Armamento

Os principais armamentos do navio são oito mísseis antinavios supersônicos Mosquito, distribuídos em grupos de quatro a bombordo e estibordo, além de um sistema de mísseis antiaéreos Osa-Ma e dois canhões de seis canos automáticos AK-6-30M de 30 mm. Na proa, o navio possui um canhão automático AK-176 de 76,2 milímetros.

Os oito mísseis disparados em salva podem destruir qualquer navio de guerra moderno, inclusive um porta-aviões nuclear. Além disso, o navio se torna praticamente invulnerável quando se desloca sobre um colchão de ar.

Os mísseis antinavios autoguiados em serviço da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) não podem manter na mira um alvo em movimento a uma velocidade de cerca de 90 km/h.

Na época soviética, o governo do país mandou criar flotilhas de hovercrafts em cada uma das frotas da Marinha. Desde então, porém, conseguiu-se construir apenas dois navios, o Bora e o Samum, que foram incorporados à Frota do Mar Negro e que, de acordo com especialistas militares ocidentais, alteraram a relação de forças no Mar Negro.

Após o colapso da União Soviética e a retirada do serviço de muitos navios da Frota do Mar Negro no início dos anos 1990, a Turquia havia se tornado objetivamente mais forte nestas águas.

No entanto, em 2002, com o advento do hovercraft Samum, a situação no Mar Negro mudou, o que explica porque o Bora tenha despertado interesse tão grande nos especialistas reunidos em Istambul.

 

Publicado originalmente em russo pela Rossiyskaia Gazeta

FONTE: Gazeta Russa (edição e adaptação do Poder Naval)

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Número mostra interesse da Marinha pelo outro lado do Atlântico

 

Caio Quero

vinheta-clipping-navalDos cerca de 850 alunos que fazem o curso de formação de oficiais de Marinha na Escola Naval, no Rio de Janeiro, 23 são estrangeiros. Destes, 17 vêm da África, em um sinal de que a aproximação entre o Brasil e os países do continente na área de Defesa não se restringe a exercícios e venda de armamentos, mas envolve também a formação de militares.

Em sua maioria jovens na casa dos 20 anos vindos de Namíbia, Moçambique, Senegal, Nigéria e Angola, os aspirantes – como são chamados no jargão da Marinha – algumas vezes não tiveram um treinamento prévio em seus países de origem, tendo o primeiro contato com o mundo militar no Brasil.

É o caso do senegalês Cherif Ismaila Babou, de 20 anos. Vindo de uma família civil, ele foi aprovado em concurso no Senegal e logo enviado para ser formado na Escola Naval, localizada na Ilha de Villegagnon, próximo ao aeroporto Santos Dumont.

Assim como os outros estrangeiros, Babou passou por um ano de adaptação antes de iniciar propriamente o curso de formação de oficiais junto com os aspirantes brasileiros. Neste período, eles têm aulas de português, além de reforço de Cálculo e Física.

“Na verdade eu conhecia o Brasil através do futebol, do carnaval. Quando eles me disseram que eu ia para o Brasil eu fiquei um pouco confuso, porque eu não sabia nada de português. Fiquei na dúvida se eu aceitava ou não”, diz Babou, que após as aulas no período de adaptação fala em um português com pouco sotaque.

Ele acaba de ingressar no primeiro ano do curso de formação de oficiais. Até se formar terá que passar por mais três anos de aulas teóricas e práticas. No final deste período, assim como os outros aspirantes, embarca em uma viagem de cerca de seis meses em um navio-escola.

Embora esteja longe de seu país, ele continua em contato com o adido militar do Senegal no Brasil e se encontrou com seus superiores durante uma viagem de férias no ano passado. Mesmo assim, ele diz não ter ideia sobre que função o aguarda quando retornar à Marinha senegalesa.

Em situação diferente estão dos namibianos Michael Kasita, de 30 anos, e Tangeni Haimbala, 26, ambos no terceiro ano do curso. Os dois já sabem que, de volta à Namíbia, irão trabalhar como maquinistas, os responsáveis pela propulsão das embarcações.

“Como fui mandado para cá pela Marinha do Senegal, eles sabem as necessidades deles. Foi a Marinha quem escolheu (que ele seguisse os estudos como maquinista)”, diz Kasita, que antes de vir ao Brasil já havia trabalhado por um ano em uma base da naval na Namíbia.

Com a especialização já definida, o currículo dos dois namibianos na Escola Naval dá ênfase a aulas técnicas, como Resistência de Materiais, Mecânica de Fluidos e Eletrônica Aplicada.

Pela internet, eles costumam conversar com colegas que, após se formarem no Brasil, voltaram à Namíbia. O país africano é disparado o país com mais militares capacitados pela Marinha brasileira, com 1.179 namibianos tendo frequentado cursos entre 2001 e 2011.

Segundo Haimbala, um dos principais conselhos dados pelos veteranos é sempre tentar aprender a versão em inglês dos conceitos passados na Escola Naval.

“Eles sempre falam pra gente aprender tudo em inglês e português, ao mesmo tempo. Porque se eu sair daqui falando só português, eu não vou utilizar português no navio”, diz.
Técnica

Vindo de um país lusófono, o angolano Américo Fortuna da Silva, de 23 anos, diz ter sentido outras diferenças entre a Escola Naval e a formação de um ano que teve em Angola.

“As escolas são muito diferentes. A Escola Naval de Angola é mais puxada na parte militar e aqui a Escola Naval é mais puxado na parte acadêmica”, diz o angolano, que está no primeiro ano do curso.

Assim como os outros aspirantes, os alunos estrangeiros dormem na escola durante os dias de semana, mas, diferente dos brasileiros, não conseguem visitar amigos e parentes nos finais de semana que estão de folga. As únicas oportunidades para matar as saudades da família são as férias de verão.

“Falando sério, foi muito difícil no ano de adaptação, porque tinha muita saudade da minha família. Depois consegui me adaptar, agora já estou acostumado, mas o mais difícil é a saudade mesmo”, diz o senegalês Babou.

FONTE: BBC

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Embaixador também anunciou abertura de uma fábrica de helicópteros para uso civil pela Eurocopter no Brasil

 

FREMM no Brasil

Brasília – O Embaixador da França no Brasil, Bruno Delayne, anunciou nesta terça-feira, 14, ao presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, Nelson Pellegrino (PT-BA), a abertura de uma fábrica de helicópteros para uso civil pela Eurocopter no Brasil. Disse ainda que a DCNS, parceira no desenvolvimento de submarinos, pretende abrir uma unidade no país para produzir fragatas para a Marinha.

Delayne afirmou que a parceria entre Brasil e França na área de Defesa deve contemplar muitos outros projetos, inclusive pelo êxito dos programas já implementados como dos helicópteros em Itajubá (MG) e de submarinos em Itaguaí (RJ).

Nelson Pellegrino chamou a atenção para a necessidade do Brasil em adquirir um satélite geoestacionário com banda militar e para as telecomunicações. A França tem interesse em participar deste projeto.

Bruno Delayne aproveitou para elogiar o Brasil pela indicação do agora eleito diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo. Para Pellegrino, “a OMC pode estreitar as relações com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) para que sejam adotadas regras claras capazes de evitar um “dumping social” principalmente nos países mais afetados pela crise econômica”.

O francês explicou que o modelo brasileiro de inclusão social deveria ser seguido por todos os países e revelou que o presidente François Hollande deverá participar da segunda edição do Fórum para o Progresso Social realizado pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean-Jaurès, nos dias 11 e 12 de julho em São Paulo.

FONTE: Assessoria de Comunicação da CREDN

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Mapa-Politico-de-Okinawa-Japon-10429

Segundo comunicado oficial divulgado ontem (13) pelo Ministério da Defesa do Japão, um submarino estrangeiro foi detectado no último domingo (12) em águas continentais próximas à ilha de Kumejima, na região de Okinawa. Apesar de o informe não detalhar a origem do navio, uma fonte ligada ao governo japonês declarou que o submarino provavelmente pertence à Marinha do Exército de Libertação Popular da China.

O ministro da Defesa japonês, Itsunori Onodera, declarou a repórteres ontem que “estava pronto para autorizar ‘operações de segurança marítima’ logo após autorização do primeiro ministro [Shinzo Abe], caso o submarino invadisse águas territoriais japonesas”. Caso as operações fossem autorizadas, as forças nipônicas teriam permissão legal para emprego irrestrito de armamentos, e ralização de procedimentos como evacuação da população de áreas de risco.

As operações mais recentes de segurança marítima contra submarinos aconteceram em 2004, quando um submersível chinês invadiu águas japonesas em torno da cadeia de ilhas Sakishima, também na região de Okinawa.

Legislações internacionais não proibem a presença de submarinos em águas comuns entre países. Porém, as autoridades japonesas decidiram trazer o incidente do último fim de semana a público, pois o submarino permaneceu por um tempo estranhamente longo nas águas continentais próximas a Okinawa.

FONTE: The Asahi Shinbun (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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X-47B sendo recebido no elevador do USS George HW Bush - CVN 77 - foto USN

A Marinha americana planeja catapultar pela primeira vez uma aeronave não-tripulada a partir do convoo de um porta-aviões. A previsão é de que o UCAS X-47B seja lançado hoje a partir do USS George H.W. Bush (CVN-77). O teste acontecerá no litoral do estado da Virgínia, após meses de decolagens e pousos simulados em terra, na base naval de Patuxent River, no estado de Maryland. O objetivo desse novo experimento é demonstrar que uma aeronave autômata pode ter papel ativo em um teatro de operações no mar.

Segundo declaração divulgada ontem em um portal da US Navy pelo contra-almirante Mat Winter, responsável pelo programa de aviação e armas de ataque autômatas, “a adição de veículos não-tripulados é formidável. Cria-se uma capacidade nova de projeção de poder, que garante a relevância da aviação naval baseada em porta-aviões pelas próximas décadas”, Winters completa: “Também demonstra nossa propensão coletiva a aceitar a oportunidade de progredir com esse tipo de aviação. É um momento importante”.

O X-47B, desenvolvido pela Northrop Grumman, é um dos dois protótipos usados nos testes em Patuxent River. Os exemplares empregados nas demonstraçoes ainda não são considerados operacionais, mas seriam os precursores de aeronaves não-tripuladas que podem entrar em serviço até o fim desta década.

Ainda que o  Unmanned Combat Air System (UCAS) seja programado para voar automaticamente, um operador pode emitir comandos para que o avião suba a uma determinada altitude ou vá para uma localidade em particular. A manobrabilidade e a velocidade da aeronave também são controladas remotamente pelo operador em terra.

Após a decolagem a partir do navio-aeródromo, o X-47B deve pousar em Patuxent River.

FONTE: PilotOnline.com (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Escola Naval será base exclusiva de treinamentos da equipe brasileira de vela para 2016.

 

predio Escola Naval

Marcus Vinicius Pinto

vinheta-clipping-navalAtletas olímpicos da vela, nado sincronizado, polo aquático e tiro esportivo ganham uma nova opção de treinamento em alto nível depois que o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e a Escola Naval assinaram na manhã desta segunda-feira um acordo para que a escola seja base de treinamento das modalidades para 2016. De acordo com o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, “essas modalidades vão ter o melhor nível possível para 2016”, disse. Com um investimento inicial de R$ 350 mil por parte do COB para melhorar equipamentos e instalações para as quatro modalidades, “o COB não está investindo em obras. Isso é por conta da Marinha e do Ministério dos Esportes”, ressalta Nuzman.

O acordo prevê que a Escola Naval seja, por exemplo, a base exclusiva de treinamentos da equipe brasileira de vela para 2016. “Estados Unidos, Grã-Bretanha e Austrália já tinham procurado a Marinha tentando um acordo, mas eles preferiram dar exclusividade ao Brasil”, conta o superintendente do COB, Marcus Vinicius Freire. Tanto que as instalações vão receber um investimento de melhoria nas garagens, oficinas, guindastes e rampas, além de uma nova zona de armazenamento para os barcos. “Além disso, o COB está comprando dois barcos novos por cada modalidade olímpica, num investimento de cerca de R$ 1 milhão”, conta Freire.

Para o tiro esportivo, por exemplo, vai ser construído um centro de treinamento de nível internacional e a conclusão das obras é para julho do próximo ano. “O Centro de Tiro de Deodoro também existe e vai ser usado, mas como é um local de competição, passa muito tempo fechado, por isso a opção por esse novo centro”, justifica Nuzman. As equipes de nado sincronizado e polo aquático vão dispor de três piscinas (uma de 50 metros e duas de 25 metros) de treinamento e o COB vai entrar com a parte de modernização de academias, estrutura de atendimento médico e fisioterápico, refeitório e alojamento. Além da Escola Naval o acordo prevê a utilização do Centro Educação Física Almirante Adalberto Nunes, em Olaria, onde a equipe de saltos ornamentais deve fazer parte de sua preparação no futuro.

Sobre as modalidades que ainda não estão contempladas com instalações de treinamento ou as que perderam como o caso do ciclismo, que ficou sem o velódromo (construído para o Pan e que está em processo de demolição dentro do que será o futuro Parque dos Atletas), ou da natação e do atletismo que em breve vão perder o Célio de Barros e o Parque Aquático Julio Delamare, Nuzman disse que algumas modalidades podem até ter que treinar fora do país, como a Grã-Bretanha fez, por exemplo com parte da equipe de atletismo, que treinou no Quênia.

“Isso é um ajuste de acordo com as melhores condições para cada modalidade. E não apenas vamos ter centros de treinamento no Rio, mas também em São Paulo, no exterior ou outro lugar”, disse Nuzman. Sobre a demolição do Célio de Barros e Julio Delamare, que será levado a cabo pela empresa que administrar o complexo do Maracanã, o presidente do COB disse não estar preocupado com a ausência das duas instalações do cenário esportivo carioca. “Já recebi garantias do Governo Estadual que essas instalações vão ser reconstruídas e modernizadas”.

Para o cinco vezes medalhista olímpico Torben Grael, o acordo é muito importante para a vela. “Esse apoio facilita as coisas, pela localização privilegiada e pela estrutura”, disse Torben, que voltou a criticar o projeto da empresa EBX para modernização da Marina da Glória. “Eles estão mais preocupados em um centro de eventos e remodelação da parte imobiliária do que em construir um centro de treinamento permanente da vela como está previsto no projeto. Torben esteve acompanhado da filha Martine Grael, que vai lutar por uma vaga na equipe brasileira para 2016 e do campeão olímpico em Moscou 80, Eduardo Penido, e disse que treinar em casa é muito importante. “Até porque a raia da Baía de Guanabara é muito difícil e já conhecer o local é melhor”, disse o campeão olímpico, sem esquecer sua preocupação com a poluição no local.

FONTE: Portal Terra

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A volta dos balões cativos

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A US Navy adaptou um balão de vigilância (aerostato) modelo TIF-25K para operar da popa de um navio de transporte de alta velocidade. O objetivo é melhorar a capacidade de detectar pequenos barcos de tráfego de drogas, aumentando o alcance do radar de 8 km para 80 km. O aerostato foi instalado no USNS Swift (HSV 2).

O US Army está usando centenas de aerostatos no Iraque e Afeganistão. Foram projetados para operar com câmeras de vídeo e em 2010 o US Army adicionou o radar leve AN/ZPY-1 Starlite. O Starlite foi projetado para equipar a aeronave remotamente pilotada Sky Warrior, sendo capaz de criar imagens de qualidade fotográfica do terreno, dando capacidade qualquer tempo com alcance de 80km. O aerostato do US Army flutua a 320 metros enquanto o da US Navy flutua a 640 metros por ser rebocado atrás do navio.

Os blimps já foram muito usados na Segunda Guerra Mundial patrulhando os mares, principalmente na caça de submarinos. Outros milhares de balões cativos foram usados para evitar ataques aéreos a baixa altitude.

Observação: O conceito não deixa de ser uma boa proposta para uma plataforma de vigilância radar contra alvos voando baixo e até mesmo designar alvos para mísseis superfície-ar contra alvos além do alcance do horizonte radar dos navios de superfície.

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Por André Borges, Caio Junqueira, Leandra Peres e Raquel Ulhôa | De Brasília

 

vinheta-clipping-navalO governo deixará “caducar” a medida provisória que altera as regras do setor portuário, caso não consiga derrubar, até o início da semana que vem, as emendas defendidas pelo líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). Na avaliação do governo, a proposta praticamente rasga o texto original da MP dos Portos (595) e esvazia a competitividade do setor, privilegiando empresas que já atuam nos principais terminais do país.

Para tentar derrubar a emenda aglutinadora de Eduardo Cunha, a presidente Dilma Rousseff mobilizou o governo e a base aliada. Em conversas com o vice-presidente, Michel Temer e os ministros Aguinaldo Ribeiro (Cidades) e Manoel Dias (Trabalho), Dilma cobrou esforço concentrado para tentar derrubar a emenda. O governo trabalha para que a MP dos Portos seja votada na Câmara no início da próxima semana para que possa seguir para o Senado antes de quinta-feira, quando perde a validade. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou uma sessão na segunda-feira para votação da MP. Em geral, não há votações às segundas-feiras. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também entrou em campo. “Vamos fazer o que for possível para atender [ao pedido]. Se aprovada pela Câmara, vamos tentar um acordo com os líderes para aprovar também no Senado”, explicou.

A emenda proposta pelo PMDB contraria o governo, especialmente, em quatro pontos. O Palácio do Planalto não admite a alteração do prazo de prorrogação das concessões dos terminais portuários. O governo quer prorrogar esses contratos por até cinco anos e apenas os terminais licitados antes de 1993, quando passou a vigorar a Lei dos Portos (8.630). A emenda, no entanto, estende esse prazo para dez anos e não se limita aos contratos anteriores a 1993, ou seja, todos os portos teriam mais uma década de validade pela frente. Há 52 portos com contratos firmados antes de 1993, mas outros 117 são posteriores a essa data. Na avaliação do governo, a emenda favorece atuais operadoras de terminais e reduz a competitividade.

O segundo ponto de discordância diz respeito à exigência de que os funcionários de novos terminais privados sejam, obrigatoriamente, ligados ao Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), que hoje faz a gestão de trabalhadores de portos públicos. Nos atuais terminais privados, os funcionários são contratados pelo regime da consolidação das leis do trabalho (CLT), os chamados celetistas. A terceira proposta que contraria o governo trata de restrições para realização de licitações. Eduardo Cunha propõe que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) só realize licitações desde que seja “comprovadamente esgotado o aumento de capacidade em instalações portuárias dentro dos portos organizados da mesma região concorrencial”. Para o governo, isso significa afastar a possibilidade de ampliar a concorrência. Finalmente, a emenda limita a prorrogação de contratos por uma única vez, mais uma medida que, na visão do Palácio do Planalto, inibe o interesse de investidores.

Outros temas incluídos no relatório não agradam o governo. A inclusão do conceito de “terminal indústria”, por exemplo, prevê que a aprovação de terminais privados destinados à movimentação de carga própria – e não de terceiros – seja dispensada de chamada pública e do processo seletivo pela Antaq. O governo discorda e quer que tudo passe por licitação, com abertura de terminais privados destinados à carga própria e de terceiros. Mais uma proposta que causa dor de cabeça prevê que companhias que detenham participação superior a 5% em empresas de navegação marítima não participem de licitações. A medida, para o governo, afasta a participação dos armadores.

Relator da MP na comissão mista, o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), criticou a emenda de Cunha. Disse que ela representa uma “ruptura” do entendimento construído na comissão mista e que o relatório aprovado “foi amplamente negociado” com o governo, trabalhadores e empresários e representa a possibilidade de consenso. “Aquele texto representa senão o ideal, o possível. Mais do que aquilo significa ruptura”, declarou Braga.

Ontem, Dilma aproveitou a cerimônia de posse de Guilherme Afif Domingos (PSD) na Secretaria da Micro e Pequena Empresa para fazer um apelo ao Congresso. Em rápida declaração a jornalistas, disse que vai lutar até a quinta-feira para tentar aprovar a proposta. “Não podemos desenvolver nosso país se não tivermos uma infraestrutura dos portos aberta ao setor privado”, afirmou Dilma.

A presidente destacou que a proposta negociada assegura, sobretudo, o direito dos trabalhadores do setor. “Queremos hoje uma nova abertura, que o acesso aos portos brasileiros seja um direito a todos aqueles que produzem. É essa a ideia dessa medida provisória”, afirmou a presidente.

Dilma e Temer decidiram ainda mexer na relação com a base parlamentar, numa tentativa de “afinar a relação”, atualmente alvo de muitas reclamações dos aliados. Quando a presidente viajar a um Estado para inaugurar obras, por exemplo, deverá ser acompanhada por parlamentares da região. Quando houver liberação de recursos para municípios, deputados da região deverão ser informados previamente, para que possam transmitir às suas bases no local. A estratégia é mostrar que Cunha age sozinho ao articular a derrota do governo, apresentando uma emenda que desvirtua o texto defendido pela presidente. Com isso, tenta evitar também arranhões na relação com o principal partido de sustentação da base no Congresso e da reeleição. Isso porque chama a atenção a inclusão, na emenda de Cunha, a presença de outras propostas feitas por parlamentares da oposição, como o DEM, ou da base que ameaçam não apoiar a petista em 2014, como PSB e PDT. Cunha afirma agir com respaldo da bancada de 79 deputados, a segunda maior da Casa. Tanto que disse hoje que sua emenda está mantida se ocorrer votação da semana que vem. “A emenda será apresentada. A única possibilidade de votar essa MP é com essa emenda”, declarou.

Ele também rejeitou a possibilidade de a Câmara apreciar o texto na segunda-feira, conforme defendido por Henrique Alves. “Segunda-feira não votamos. Não mobilizo a bancada para votar segunda-feira. Não foi por culpa nossa que não votamos ontem”, declarou.

A sessão de anteontem que apreciava a MP foi interrompida após discurso do líder do PR, Anthony Garotinho (RJ), de que a emenda de Cunha transformaria a MP dos Portos em “MP dos Porcos” e estava permeada por negócios escusos. Sua fala inflamou o plenário, que cobrou dele a identificação dos corrompidos e dos corruptores antes de a sessão continuar. A sessão foi interrompida.

Ontem, Garotinho reafirmou as acusações. “Aquela emenda é tio Patinhas mesmo. Aquela emenda desfigura a MP proposta pelo governo. “Se meu discurso era falso, por que a sessão não prosseguiu? Ora, lobistas conhecidos, famosos do setor portuário, que representam entre outras figuras o senhor Daniel Dantas, circulavam aqui em salas fechadas, em conversas nada republicanas.” Dantas é sócio da empresa Santos Brasil, um dos principais terminais de contêineres do país. As declarações de Garotinho devem abrir uma apuração no Conselho de Ética. Alguns deputados já falam até na instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Portos.

FONTE: Valor Econômico via Resenha do Exército

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Sob os olhares de centenas de espectadores em ambas as margens do rio Tâmisa, o HMS Edimburgh, último contratorpedeiro tipo 42 em atividade, passou sob a Tower Bridge e atracou ao lado do cruzador convertido em museu HMS Belfast, em serviço na mesma época do Edimburgh anterior, afundado no Ártico há 71 anos.

O porta-aviões leve classe Invincible, HMS Illustrious, e o caça minas classe Sundown, HMS Blyth, também permanecerão em Londres pelos próximos seis dias para as comemorações do fim da campanha mais longa da Segunda Guerra Mundial.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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