Esquadrão VF-1 realiza treinamento em Natal e faz REVO com a FAB

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vinheta-especialNo período de 15 a 19 de março, o Esquadrão VF-1 (1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque) se deslocou para a Base Aérea de Natal (BANT) com quatro aeronaves, sendo duas aeronaves AF-1A N-1021 e 1022 (Falcões 21 e 22) e duas aeronaves AF-1 N-1011 e 1013 (Falcões 11 e 13).

Esquadrilha Falcão

Durante o voo de ida, foi realizado adestramento de reabastecimento em voo (REVO), com o apoio da aeronave Hercules KC-130 da Força Aérea Brasileira, o Barão 62, do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1/1 GT).

O reabastecimento em voo foi realizado sobre o Oceano Atlântico, ao longo da costa da Bahia e do Estado de Alagoas, durando aproximadamente uma hora, tempo necessário para reabastecer toda a esquadrilha.

REVO Esquadrilha Falcão_01 REVO AF-1 e AF-1A REVO Esquadrilha Falcão_02

Após a chegada a Natal, foram realizados voos de qualificação em navegação a baixa altura (NBA) e de adestramento de emprego de armamento ar-solo no estande de tiro de Maxaranguape.

As NBA consistem em voos de navegação tática a 300 pés sobre o terreno, empregando a velocidade no solo de 420 nós.

Durante a estada em Natal, o Esquadrão VF-1 foi apoiado pelo 1/4 GAv, Esquadrão Pacau, que colocou à disposição as suas instalações para o apoio operacional ao VF-1.

AF-1A N-1022 BANT CF Fonseca Júnior e Esquadrilha Falcão

No regresso à Macega, houve mais um adestramento de reabastecimento em voo, novamente com a participação do Barão 62, que além de prover combustível adicional para as aeronaves, também efetuou o transporte do material e do pessoal do VF-1, que apoiou toda a missão.

DSC06350 copy REVO Falcão 13 Falcão 13

Neste voo, uma importante marca foi alcançada, a de voo mais longo realizado por aeronaves AF-1/1A no Brasil, com a duração de 4 horas e 12 minutos.

REVO Falcão 22

A missão terminou com uma passagem baixa da Esquadrilha, sobre a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), coroando com sucesso esta missão, a qual não somente possibilitou a ascensão operacional de pilotos do Esquadrão, mas também um aumento efetivo no nível de adestramento do EsqdVF-1, além de ter contribuído para solidificar os laços de amizade e cooperação com a Força Aérea Brasileira.

NOTA do EDITOR: Só neste mês de março, acompanhamos durante a Passex os Falcões em exercício de ataque aéreo aos meios da Esquadra, operando com o USS Carl Vinson, realizando manobras de “low aproaches” e embarcando oficiais para atuar como LSO, visando o breve retorno as operações embarcadas no NAe São Paulo.

O inédito deslocamento e a marca atingida, são reflexos da dedicação e esforço de todos os tripulantes do VF-1 . Bravo Zulu Falcões!

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