1822             -                NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS            -               Hoje

 

NAeL Minas Gerais - A 11

Classe Colossus

 

"Mingão"

 

"A Melhor Maneira de Dizer Marinha"

 

 

D a t a s

 

Batimento de Quilha: 16 de novembro de 1942
Lançamento: 23 de fevereiro de 1944
Incorporação (RN): 15 de janeiro de 1945

Baixa (RN/RAN): 13 de agosto de 1955

Incorporação (MB): 6 de dezembro de 1960

Baixa (MB): 9 de outubro de 2001

 

 

C a r a c t e r í s t i c a s

 

Deslocamento: 15.890 ton (padrão), 19.890 (carregado).
Dimensões: 211.25 m de comprimento, 36.44 m (convôo) ou 24.50 (casco) de boca e 7.15 m de calado.

Propulsão: Vapor; 4 caldeiras Admiralty de 28 kg/cm3 a 700º C, 2 turbinas a vapor Parsons gerando 42.000 shp, acopladas a 2 eixos.

Energia Elétrica: 2 geradores diesel de 1000 kw e 1 de 600 kw e turbo-alternadores.

Velocidade: máxima de 23 nós, de cruzeiro 18 nós.

Raio de Ação: 12.000 milhas náuticas à 14 nós ou 6.200 mn à 23 nós.

Combustível: 3.200 tons e 98.000 de combustível de Aviação.
Armamento: 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD).

Sensores: 1 radar de vigilância aérea SPS-40B; 1 radar de vigilância combinada (aérea e de superfície) Plessey AWS-4; IFF; 2 radares de navegação Terma Scanter MIL-PAR; 1 radar de aproximação para pouso Terma GSA e MAGE Racal Cutlass B-1.

Aeronaves: 4 a 8 helicópteros A/S SH-3A/B Sea King, 2 helicópteros de emprego geral UH-12/UH-13 Esquilo e 3 helicópteros de transporte UH-14 Super Puma.

Equipamento de Aviação: Convés de vôo com 210.3 de comprimento e 36.4 de largura, com pista em angulo de 8.5 graus. Hangar com 135.6 metros de comprimento, 15.8 de largura e 5.3 de altura, equipado com dois elevadores centrais para aeronaves de 13.7 m x 10.4 m e capacidade de carga de 20 toneladas. Catapulta a vapor MacTaggart Scott C-3 capaz de lançar aeronaves com peso máximo de 15 toneladas, à 110 nós e aparelho de parada Mk 12.

Código Internacional de Chamada: PWMG

Tripulação: 1000 homens, mais 350 no Grupo Aéreo.

Obs: Características de 1998. 

 

H i s t ó r i c o

 

O Navio Aeródromo Ligeiro Minas Gerais - A 11, ex-HMS Vengeance - R 71, foi o terceiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Estado das Minas Gerais. Foi construído pelo estaleiro Swan Hunter, em Wallsend-on-Tyne, Reino Unido. Foi adquirido junto a Royal Navy em 13 de dezembro de 1956, por custo estimado na época em £1.100.000. Foi incorporado em 6 de dezembro de 1960, em cerimônia realizada em Rotterdam. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Hélio Leôncio Martins.

 

1957

 

Em 17 de julho, iniciou modernização avaliada na época em £ 5.000.000 no estaleiro Verolme United Shipyard, em Rotterdam (Holanda). É curioso notar que sua construção custou cerca de £ 15.000.000

 

O Nael Minas Gerais - A 11, aguardando o inicio de sua modernização no estaleiro Verolme em 1957. (foto: SDM) O Minas, docado para modernização no Estaleiro Verolme United Shipyard, em Rotterdam, Holanda. (foto: Revista O Cruzeiro)

 

1960

 

Em 26 de julho, deixou o estaleiro VEROLME, iniciando as provas de mar no Mar do Norte.

 

Inicio dos testes de mar em 26 de julho de 1960, no Mar do Norte. (foto: SDM) A NAeL Minas Gerais com um Fairey Gannet pousando a bordo durante as primeiras operações aéreas realizadas, com o concurso de aeronaves da Royal Navy, logo depois de concluida a sua modernização. (foto: SDM) Sea Hawk da Royal Navy pousando no Minas Gerais. (foto: ?)

 

Em outubro, durante a provas aéreas, pousou a bordo ocorreu o primeiro pouso a bordo do Minas, o helicóptero Westland S-55 Whirlwind matricula N-7008, ainda sob custódia do fabricante mas pilotada por dois aviadores navais brasileiros.

 

Em 25 de novembro, completou essa extensa modernização que incluiu novo armamento, instalação de uma nova catapulta a vapor, novo aparelho de parada, convés de vôo em ângulo, defletor de jato, fabrica de oxigênio e hidrogênio, nova rede de gasolina e querosene de aviação, equipamento de orientação de pouso por espelhos óticos, nova ilha, novos radares e dois novos elevadores e revitalização completa das maquinas e geradores.

 

Em 10 de dezembro, pousaram a bordo três helicópteros Westland S-55 Whirlwind, procedentes de Yeovil (Inglaterra).

 

1961

 

Em 17 de janeiro, partiu do cais da Verolme em Rotterdam, com destino ao Rio de Janeiro.

 

A NAeL Minas Gerais, partindo da Holanda, onde foi modernizado entre 1956 e 1960. (foto: SDM)

 

Em 2 de fevereiro, chegou ao Rio de Janeiro, trazendo a bordo além dos três S-55, três aviões TBM-3 Avenger, cedidos pela U.S. Navy e pela Marinha Holandesa para adestramento de manobras no convôo. Pouco depois da chegada, o Avenger matrícula N-502 tentou uma decolagem sem catapulta a partir do convés de vôo, rumo à base de São Pedro da Aldeia (então recém inaugurada). Logo após a decolagem, a aeronave acabou caindo no mar, mas o piloto se salvou.

 

O Minas Gerais fundeado na enseada de Cabo Frio em 02/02/1961. (CC (RnR) Joaquim Eduardo Wiltgen Barbosa) O NAel Minas Gerais - A 11, chegando ao Brasil em 2 fevereiro de 1961. (foto: SDM) O Minas fundeado na Baía da Guanabara por ocasião de sua chegada ao Brasil. (foto: SDM, via Edson Lucas)

 

Em 9 de março, atracou no porto de Santos-SP, o primeiro a ser visitado fora do Rio de Janeiro.

 

O NAeL Minas Gerais, em comissão com a Esquadra no litoral da Bahia em 1961. (foto: Roberto Rocha Souza Sobrinho) O NAeL Minas Gerais, em comissão com a Esquadra no litoral da Bahia em 1961. (foto: Roberto Rocha Souza Sobrinho)

 

 

O Minas operando com os WS-55 (HU2W). (foto: coleção de Guilherme Wiltgen) O convés de vôo do Minas em 23 de janeiro de 1961. (foto: coleção de Guilherme Wiltgen) O antigo CT Pará sendo reabastecido pelo Minas. (foto: SDM, via Guilherme Wiltgen)

 

Em 5 de junho, por meio do Aviso Ministerial nº 1.003, foi criada a Força Aérea Naval, ficando sediada a bordo do NAeL Minas Gerais.

 

1963

 

Em novembro, foram recebidos 6 aviões North American T-28 Trojan, adquiridos para equipar o 1º Esquadrão de Aviões Anti-Submarinos.

 

Operações aéreas no inicio dos anos 60. (foto: SDM)

 

Em agosto e setembro, participou da Operação Unitas IV, visitando o porto de Salvador-BA. Dessa edição também participaram o CT USS Norfolk – DL 1 e o CTE USS Hammerberg – DE 1015, dentre outros navios americanos e brasileiros.

 

Em 11 de dezembro, foram realizadas as primeiras operações de pouso e decolagem com aviões da MB pilotados por aviadores navais.

 

1964

 

Em janeiro, participou da Operação DRAGÃO I, a primeira da serie daquela que seria durante varias décadas o mais importante evento de adestramento das forças anfíbias da nossa Marinha. A DRAGÃO I, foi realizada ao sul de Vitória-ES e contou com a participação do NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), CL Tamandaré - C 12, CT Paraíba - D 28, Paraná - D 29 e Pernambuco - D 30 e os NTrT Barroso Pereira - G 16 e Ary Parreiras - G 21, além de aeronaves do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral e embarcações do então Grupo Anfíbio, que nos anos 80 era conhecido como GED - Grupo de Embarcações de Desembarque.

 

1965

 

Em 21 de maio, foi assinado um Decreto pelo Presidente da República entregando a operação de aviões a bordo do Minas a Força Aérea Brasileira, ficando com a Marinha apenas a operação dos helicópteros.

 

Em 22 de junho, ocorreu o primeiro pouso a bordo de uma aeronave Grumman S-2 Tracker (P-16A) da FAB.

 

1966

 

Participou da Operação UNITAS VII, que na fase atlântica foi realizada entre os litorais da Argentina, Uruguai e Brasil. A Força-Tarefa brasileira era composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia - CA L.G. Döring), pelos CT Pará - D 27, Paraíba - D 28, Paraná - D 29, e Pernambuco - D 30, pelo S Rio Grande do Sul - S 11, NTr Soares Dutra - G 22, NO Belmonte - G 24 e a Cv Imperial Marinheiro - V 15; a FT uruguaia era composta pelos CTE ROU Uruguai - DE 1 (capitânia - CMG (ROU) H. Murdoch) e ROU Artigas - DE 2 e a FT norte-americana, pela FLM USS Leahy - DLG 16 (capitânia - CA (USN) C. J. Van Arsdall) , pelos DE USS Hammerberg - DE 1015 e Van Voorhis - DE 1028 e os S USS Chopper - SS 342 e Requin - SS 481.

 

1967

 

Participou junto com outros 20 navios da Operação DRAGÃO III, realizada no litoral de São Sebastião-SP. Essa foi a primeira vez que foi realizado o desembarque efetivo de tropas helitransportadas.

 

1968

 

Suspendeu do Rio de Janeiro, para participar da Operação UNITAS IX, junto com os CT Mariz e Barros - D 26 e Piauí - D 31, realizada em Puerto Rico, em conjunto com unidades navais norte-americanas, colombianas, venezuelanas, argentinas e uruguaias. Foi visitado o porto de San Juan (Puerto Rico), retornando em seguida ao Rio de janeiro. Pela Marinha dos EUA participaram, entre outras unidades, o NAe USS Randolph - CVS 15, a FLM USS Josephus Daniels – DLG 27, o CT USS Vogelgesang – DD 862, o CTE USS McCloy – DE 1038 e o SNA USS Gato - SSN 615.

 

1969

 

Em novembro e dezembro, participou da UNITAS X, junto com o F USS Leahy - DLG 16, o CT USS Sarsfield - DD 837, o CTE USS Joseph K. Taussig - DE 1030 e o S USS Grampus - SS 523, sob o comando do Comandante da Força Naval dos EUA no Atlântico Sul (USCOMSOLANT), Contra-Almirante (USN) James A. Dare. Também participaram dessa edição os CT Pará – D 27, Paraná – D 29, Pernambuco – D 30 e Santa Catarina - D 32 e o NT Marajó – G 27, o Cruzador O´Higgins - 03 e o Navio-Tanque Araucano - A 03, esses dois últimos da Marinha do Chile. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Willemstad (Curaçao), San Juan (Puerto Rico) e Bridgetown (Barbados).

 

1970

 

Em setembro, participou da Operação UNITAS XI, visitando o porto de Santos-SP. Entre outros navios brasileiros e americanos também tomou parte na operação o CT USS Myles C. Fox – DD 829.

 

1971

 

Capitaneou o Grupo-Tarefa brasileiro comandado pelo CA Carlos Auto de Andrade, que participou da Operação UNITAS XII. Além do NAeL integravam o GT os CT Pará - D 27, CT Paraíba - D 28, CT Paraná - D 29, CT Santa Catarina - D 32, CT Amazonas - D 12 e Araguaia - D 14 e os S Rio Grande do Sul - S 11 e S Bahia - S 12. Também participaram desse exercício pela Armada Argentina os CT ARA Almirante Brown - D 20, CT ARA Spora - D 21 e ARA Rosales - D 22, NT ARA Punta Medanos - B 18 e o RAM ARA Diaguita - A 5, pela Armada Uruguaia os Contratorpedeiros de Escolta ROU Uruguai - DE 1 e ROU Artigas - DE 2, e pela Marinha dos EUA os Contratorpedeiros USS MacDonough - DDG 39, USS Bordelon - DD 881, F USS Edward McDonnell - FF 1043 e o S USS Trumpetfish - SS 425.

 

O ComForAerNav passou a ser sediado em São Pedro da Aldeia, tendo como OM subordinadas a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, o CIAAN e os Esquadrões HU-1, HI-1 e HS-1 e o NAeL Minas Gerais passou à subordinação do Comando-em-Chefe da
Esquadra.

 

1973

 

Participou da Operação ASPIRANTEX 73, junto com o C Barroso - C 11.

 

O NAeL e três CT da classe Amazonas, atracados no cais dos Armazens 29/30, ponto tradicional dos navios da Marinha em Santos. Logo a vante dos CT esta o cais da Mortona, que hoje pertencente a Marinha e é sede da Capitania dos Portos do Estado de São Paulo. (foto: Reprodução de Cartão Postal)

 

1974

 

Em 9 de setembro, iniciou no AMRJ Período de Manutenção Geral - PMG e Período de Atualização e Modernização - PAM, que constou principalmente da reconstrução do miolo do navio; substituição de parte da propulsão e de todo o sistema de geração de energia; reforço estrutural do convés de vôo; substituição de todos os equipamentos eletrônicos, como o radar SPS-12 pelo SPS-40B; substituição de parte do sistema de comunicações, sensores e reparo da catapulta.

 

1979

 

Em 1º de setembro, retornou ao mar, para testes de máquinas depois de quase seis anos de PMG.

 

Em 13 de dezembro, participou da Parada Naval em comemoração ao Dia do Marinheiro, que contou com a presença do Exmo. Sr. Presidente da Republica João Baptista de Oliveira Figueiredo, acompanhado pelo Ministro da Marinha Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca e demais autoridades embarcadas na F Liberal - F 43.

 

1980

 

Entre 7 e 28 de janeiro, participou da Comissão ASPIRANTEX/80, como capitânia da Força-Tarefa 10.1 comandada pelo Comandante em Chefe da Esquadra (ComenCh), Vice-Almirante Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta pela F Liberal - F 43, CT Mariz e Barros - D 26, Alagoas - D 36, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35, Rio Grande do Norte - D 37, S Goiás - S 15 e Tonelero - S 21 e o NT Marajó - G 27. Foram visitados os portos de Recife-PE, Fortaleza-CE, Salvador-BA e Vitória-ES.

 

Em março, realizou comissão de adestramento, visitando o porto de Santos-SP.

 

Detalhe do reparo Bofors de 40 mm a ré da Ilha, com os SH-3 N-3012 e N-3008 pousando ao fundo. (foto: SDM) Aspecto do gabinete dentário. (foto: Revista Manchete) Um P-16A Tracker, aproximando-se para pouso no NAeL. (foto: Revista Manchete) Um orientador de aeronaves, encarregado de sinalizar a manobra das aeronaves no convôo. (foto: Revista Manchete) O espelho de sinalização de pouso, instalado a bombordo do convôo. (foto: Revista Manchete) Detalhe do radar de vigilancia de superficie Signall ZW-06. (foto: Revista Manchete) A equipe de combate a incendio de prontidão para qualquer emergencia. (foto: Revista Manchete) A Sala de Briefing do 1º GAE da FAB a bordo do NAeL. (foto: Revista Manchete) O Centro de Informações de Combate (CIC) do Minas Gerais no inicio dos anos 80. É interessante comparar essa foto com a outra que mostra o mesmo espaço já na decada de 90, com os consoles do SICONTA. (foto: Revista Manchete) Aspecto geral do CCM - Centro de Controle de Maquinas do Minas Gerais. (foto: Revista Manchete) Reparo quádruplo de canhões Bofors de 40mm a ré da ilha do Minas Gerais. (foto: Revista Manchete) Três P-16E Tracker “peados” na parte de vante do convôo do Minas Gerais. (foto: Revista Manchete) Um P-16E Tracker pegando o cabo no pouso a bordo do Minas Gerais. (foto: Revista Manchete) O Capitão-de-Mar-e-Guerra Cláudio José Corrêa Lamego, comandante do Minas Gerais de agosto de 1979 a fevereiro de 1981. (foto: Revista Manchete) O NAeL Minas Gerais visto do cockpit de um SH-3 Sea King da MB. (foto: Revista Manchete) Parte da tripulação do NAeL Minas Gerais formada no convôo. (foto: Revista Manchete)

 

Em abril, o 1º GAE - Grupo de Aviação Embarcada, então sob o comando do Tenente-Coronel (Av) Francisco Augusto Pinto de Moura voltou a operar a bordo.

 

Ainda em abril, realizou duas series de exercícios com unidades da ForAerNav ao largo do Rio de Janeiro.

 

Entre 7 e 17 de julho, o navio participou da comissão Pré-UNITAS II/80.

 

Ainda em julho, durante a comissão EFORM-80, um He Wasp do HU-1, embarcado no CT Sergipe - D 35, lançou um torpedo Mk-44, que foi recolhido no mar, após o exercício, por um He Esquilo, do mesmo esquadrão, sendo trazido para bordo e colocado em um berço apropriado no convôo do Minas.

 

No dia 15 de setembro embarcaram três helicópteros IH-6 Jet Ranger do EsqdHI-1, para qualificação de pilotos desse e de outros Esquadrões da ForAerNav.

 

Em setembro e outubro, participou da 2ª Fase da Operação UNITAS XXI, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Recife-PE, integrando o GT brasileiro sob o comando do Contra-Almirante Walter Faria Maciel. O GT norte-americano, sob o comando do Contra-Almirante (USN) Peter K. Cullins, era composto pelo CT USS Arthur W. Radford - DD 968, USS King - DDG 41, F USS Pharris FF 1094 e pelo SNA USS Snook - SSN 592. Os navios escalaram em Salvador-BA.

 

Na primeira quinzena de novembro, participou como capitânia da Operação DRAGÃO XVI, realizada na praia dos Lençóis, em Santa Cruz de Cabralia, no sul da Bahia, sob o comando do VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A Força Aeronaval foi comandada pelo CA Luiz Fernando da Silva Souza e a Força de Desembarque, com mais de 3.000 homens dos Btl "Riachuelo", "Humaitá" e "Paissandú" e unidades de apoio, pelo CA (FN) Carlos de Albuquerque. Os exercícios foram acompanhados pelo MM, AE Maximiano e pelo Ministro Chefe do EMFA, GEx José Ferraz da Rocha. Também participaram da operação o CT Sergipe - D 35, Alagoas - D 36, Rio Grande do Norte - D 37; NDCC Duque de Caxias - G 26 e Garcia D'Àvila - G 28; NTrT Barroso Pereira - G 16 e Ary Parreiras - G 21; Aratu - M 15, Atalaia - M 17, Abrolhos - M 19 e Albardão - M 20; NT Marajó - G 27, NO Belmonte - G 24 e Cv Caboclo - V 19.

 

Em 6 de dezembro, completou 20 anos de serviço ativo na MB, tendo atingido até essa data as marcas de 683,5 dias de mar, 175.689,4 milhas navegadas e 107 comissões. Suas aeronaves realizaram mais de 8.000 horas de vôo, 20.000 pousos a bordo, tendo recolhido 15.000 helicópteros e 5.700 aviões, dos quais 457 a noite.

 

Recebeu a visita de Parlamentares e realizou demonstração no mar junto com o CT Piauí - D 31.

 

1981

 

Entre os dias 19 de março e 1º de abril, participou da Operação FASEX II realizada na área marítima compreendida entre Salvador-BA e Santos-SP, como capitânia de uma FT sob o comando do ComenCh, VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta também pelas F Defensora - F 41 e Constituição - F 42, pelos CT Mariz e Barros - D 26, Piauí - D 31, Santa Catarina - D 32, Sergipe - D 35 e Rio Grande do Norte - D 37, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Na ocasião foi realizado um desfile naval pelos navios da FT em homenagem ao ComenCh que foi promovido ao posto de Almirante de Esquadra durante essa comissão.

 

Entre 2 e 20 de agosto, participou da Operação UNITAS XXII, realizada na costa do norte e nordeste do Brasil, integrando o GT 138.2, sob o comando do VA Wilson Mourão dos Santos. O GT 138.2 era composto pelas F Niterói - F 40, Constituição - F 42 e Independência - F 44, pelos CT Sergipe - D 35, Alagoas - D 36 (capitânia), Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelos S Goiás - S 15 e Riachuelo - S 22, NT Marajó - G 27, NO Belmonte - G 24, e pelos NV Araçatuba - M 18 e Albardão - M 20, além de helicópteros do HU-1 e HS-1. Essa UNITAS contou com a participação de unidades da Marinha da Venezuela, além da Norte-Americana. O GT norte-americano era composto pelos CT USS Stump - DD 978 (capitânia), USS Dahlgren - DDG 43, USS Barney - DDG 6, USS Steinaker - DD 862 e USS Vogelsand - DD 863, pelas F USS Koelsch - FF 1049 e USS Capodanno - FF 1093, NT USS Marias - T-AO 57, NDD USS Plymouth Rock - LSD 29, SNA USS Thomas Jefferson - SSN 618 e o Cutter USCGC Steadfast - WMEC 623. O GT venezuelano era composto pela F ARV Alte. Brion - F 22 e pelo S ARV Picuá - S 22.

 

Em 22 de setembro, foi realizada cerimônia a bordo, presidida pelo VA Arthur Ricart da Costa, e que contou com a presença do Major-Brigadeiro do Ar Paulo Roberto Coutinho Camarinha, Comandante do Comando Aerotático, onde foram agraciados com a Medalha da Ordem do Mérito Tamandaré e com Ordem do Mérito Marinheiro, concedida em caráter excepcional pelo Ministro da Marinha, o Tenente Coronel (Av) Francisco Augusto Pinto de Moura e os Suboficiais Altair José de Andrade, Claudino Mamede e Severino Paulino Ferreira, da FAB, por contarem mais de 3500 dias de mar e já terem ultrapassado a marca de 350 dias de mar, lotados no 1º GAE.

 

(segundo semestre?) Suspendeu do Rio de Janeiro com destino a Santos em exercícios de adestramento formando um GT sob o comando do CA Wilson Mourão Santos, formado pelo Nael Minas Gerais, pelos CT Marcilio Dias, Piauí, Maranhão, Alagoas e Rio Grande do Norte e pelos S Goiás e Riachuelo.

 

Em 23 de setembro, capitaneou um GT composto também pela F Liberal – F 43, que realizou exercício no litoral do Rio de Janeiro, assistido pelos estagiários da Escola Superior de Guerra (ESG).

 

Em novembro, participou da Operação DRAGÃO XVII, realizada em Itaóca-ES, integrando uma FT, sob o comando do ComenCh, VA Arthur Ricart da Costa, composta pelos CT Rio Grande do Norte – D 37, Maranhão – D 33 e Alagoas – D 36, os NDCC Duque de Caxias – G 26 e Garcia D’Ávila – G 28, os NTrT Ary Parreiras – G 16 e Barroso Pereira – G 21, NO Belmonte – G 24, o S Tonelero – S 21, o RbAM Almirante Guillobel – R 25 e as EDCG Guarapari – L 10 e Tambaú – L 11. Participaram também unidades da ForMinVar, ForAerNav e 5.000 fuzileiros navais.

 

Em novembro, participou da comissão INOPINEX 81, como capitania da Força-Tarefa 10, sob o comando do VA Arthur Ricart da Costa, visitando o porto de Santos-SP.

 

Em 13 de dezembro, participou dos eventos alusivos ao Dia do Marinheiro atracado no Píer da Praça Mauá junto com a Niterói, Constituição, Marcilio Dias, Goiás e Duque de Caxias.

 

Em 13 de dezembro suspendeu do Rio de Janeiro acompanhado pelo Marcilio Dias, com destino ao porto de Santos, em viagem de adestramento.

 

1982

 

Entre 5 e 15 de janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX/82, como capitânia da Força-Tarefa 10 composta pelas F Niterói - F 40, Constituição - F 42 e Independência - F 44, pelos CT Alagoas - D 36, Rio Grande do Norte - D 37 e Maranhão - D 33, NT Marajó - G 27, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

Em setembro, participou da Operação DRAGÃO XVIII, integrando uma FT, sob o comando do ComenCh, VA Arthur Ricart da Costa, composta pelos CTs Marcílio Dias - D 25, Santa Catarina - D 32 e Mato Grosso - D 34, NO Belmonte - G 24, NDCCs Duque de Caxias - G 26 e Garcia D'Avila - G 28; NTrTs Barroso Pereira - G 16, Ary Parreiras - G 21 e Soares Dutra - G 22; S Ceará - S 14, RbAM Triunfo - R 23, NV Araçatuba - M 18 e Abrolhos - M 19, e as EDCGs Guarapari - L 10, Tambaú - L 11 e Camboriú - L 12, além de um contingente de 2.500 fuzileiros navais.

 

1983

 

Entre 20 de junho e 1º de julho, participou da Operação TEMPEREX II/83, realizada entre a Ilha de Alcatrazes e Salvador-BA, como capitania da FT-61 sob o comando do ComemCh VA Henrique Saboia. Também integravam a FT às F Defensora - F 41, Independência - F 44 e União - F 45, os CT Piauí - D 31, Alagoas - D 36, Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38. Participaram como navios escoteiros o RbAM Triunfo - R 23 do 1º DN e Almirante Guilhem - R 24 do 3º DN e os NV Aratu - M 15, Abrolhos - M 19 e Anhatomirim - M 16 da ForMinVar. Durante a Operação realizou exercicio de reboque com o RbAM Almirante Guilhem.

 

O NAel Minas Gerais sendo rebocado pelo RbAM Almirante Guilhem em exercício durante a Operação TEMPEREX-II/83. (foto: SRPM, via Alte Guilhem) O NAel Minas Gerais sendo rebocado pelo RbAM Almirante Guilhem em exercício durante a Operação TEMPEREX-II/83. (foto: SRPM, via Alte Guilhem)

 

Entre 8 e 19 de agosto, em GT com o CT Maranhão - D 33, realizou comissão de adestramento entre os litorais do Rio de Janeiro e São Paulo. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

Em setembro, participou da comissão TEMPEREX III/83, como capitânia de um GT composto também pelas F Independência - F 44 e União - F 45, pelos CT's Mariz e Barros - D 26 e Espírito Santo - D 38, tendo visitado o porto de Rio Grande-RS. Esses navios participaram das buscas ao veleiro "Piloto", que emitiu sinal de SOS na região onde operavam. Além desses navios foi acionado para realizar buscas a partir de Rio Grande, o RAM Almirante Guillobel – R 25.

 

Entre 12 e 16 de setembro, acompanhado de duas fragatas, quatro contratorpedeiros e um submarino, participou da Operação FATEX II com a Força Aérea Brasileira, realizada no trecho Rio de Janeiro - Rio Grande.

 

1984

 

Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 84/TROPICALEX I/84, realizada nas águas do nordeste, como capitânia da FT-10, na ocasião sob o comando do ComenCh, VA Luiz Leal Ferreira. Integravam a FT-10 as F Niterói – F 40, Constituição – F 42 e Independência – F 44; os CT Maranhão – D 33, Mariz e Barros – D 26, Marcílio Dias – D 25, Alagoas – D 36, Espírito Santo – D 38, Sergipe – D 35 e Santa Catarina – D 32; pelo NTrT Ary Parreiras – G 21; NT Marajó – G 27; NO Belmonte – G 24; e o S Ceará – S 14, além dos NV Atalaia – M 17 e Anhatomirim – M 16 como navios isolados. Foi visitado o porto de Salvador-BA.

 

Realizou PNR - Período Normal de Reparos. tendo entre outras modificações sido retirado o radar de aproximação AN/SPN-8B.

 

Em maio, participou da Operação TEMPEREX I/84, realizada no litoral sul, como capitânia de uma FT que incluía as F Defensora - F 41, Constituição - F 42 e União - F 45; os CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35 e Alagoas - D 36; os S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NTrT Ary Parreiras - G 21.

 

Durante a Operação TEMPEREX II/84, atingiu as marcas de 1.099,5 dias de mar e 276.110 milhas navegadas.

 

O NAeL Minas Gerais, preparando-se para receber o CT Mariz e Barros - D 26 por boreste e realizar faina da Transferência de Óleo no Mar. (foto: CB-CI (RNR )Armando Amaro Fernandes, 07/1984) O NAeL Minas Gerais, realizando TOM (Transferência de Óleo no Mar) com o CT Mariz e Barros - D 26. Em destaque na foto, o mangote sendo sustentado pelo guindaste de convés do NAeL. (foto: CB-CI (RNR )Armando Amaro Fernandes, 07/1984) O NAeL Minas Gerais, emparelhado com o CT Mariz e Barros - D 26, prestes a iniciar faina de TOM. No detalhe o SH-3 (SH-3D) N-3010, ostentando a antiga pintura cinza claro, tipica dessas aeronaves nos anos 70 e inicio dos 80. (foto: CB-CI (RNR )Armando Amaro Fernandes, 07/1984) A "Ilha" do NAeL Minas Gerais, fotografada do CT Mariz e Barros - D 26, durante faina conjunta. Bem no centro da estrutura da "Ilha" aparecem pressas várias seções de mangotes para transferencia de óleo ou aguada. (foto: CB-CI (RNR )Armando Amaro Fernandes, 07/1984) O NAeL Minas Gerais, visto do CT Mariz e Barros - D 26, durante faina conjunta. (foto: CB-CI (RNR )Armando Amaro Fernandes, 07/1984) O NAeL Minas Gerais, visto do CT Mariz e Barros - D 26, quando este se afastava após uma faina de TOM. (foto: CB-CI (RNR )Armando Amaro Fernandes, 07/1984) O NAeL Minas Gerais, entrando em um porto do Nordeste brasileiro, possivelmente Salvador-BA. (foto: CB-CI (RNR )Armando Amaro Fernandes, 07/1984)

 

Em setembro, realizou exercícios com o CT Piauí - D 31 no litoral do Rio de Janeiro.

 

Entre 16 e 30 de setembro, participou, como capitânia, da Operação DRAGÃO XX, que foi realizada em Porto Seguro-BA e conduzida por uma Força-Tarefa Anfíbia composta também pelos CT Mariz e Barros - D 26, Santa Catarina - D 32 e Maranhão - D 33, pelos NDCC Duque de Caxias - G 26 e Garcia D´Avila - G 28, pelos NTrT Barroso Pereira - G 16, Soares Dutra - G 22 e Ary Parreiras - G 21, pelo NO Belmonte - G 24, pelos NV Anhatomirim - M 16, Atalaia - M 17 e Araçatuba - M 18, pelas EDCG Tambaú - L 11, Camboriú - L 12 e Guarapari - L 10 e pelo RbAM Triunfo - R 23, além de diversas aeronaves da ForAerNav e embarcações do GED. A Força de Desembarque foi constituída de aproximadamente 5.000 fuzileiros navais e contou com unidades de Comando, Comunicações, Infantaria, Blindados, Artilharia, Reconhecimento Anfíbio e Serviços de Apoio ao Combate. A Força de Oposição foi formada por uma Companhia de Fuzileiros Navais.

 

Em 4 de outubro, chegou a bordo de um helicóptero SH-3 o Presidente da Republica, João Baptista Figueiredo, acompanhado de comitiva para participar das comemorações dos 60 anos da Esquadra.

 

O Minas Gerais no AMRJ em 1984, visto da antiga sede da DHN na Ilha Fiscal. (foto: Guilherme Wiltgen)

 

1985

 

Em janeiro, capitaneou o GT que realizou a Operação TROPICALEX I/85, na área marítima entre os litorais de São Paulo e Pernambuco, sob o comando do Vice-Almirante Bernard David Blower, ComenCh. O GT era composto pelas F Niterói - F 40, Defensora - F 41 e Liberal - F 43, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelo NTrT Barroso Pereira - G 16 e pelo NT Marajó - G 27. Participaram como navios escoteiros os S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NO Belmonte - G 24. Foram visitados os portos de Recife-PE, Cabedelo-PB, Maceió-AL, Salvador-BA, Vitória-ES e Santos-SP.

 

Em 27 de junho, recebeu a visita do Presidente da República José Sarney, que assistiu um desfile naval que contou com a participação da F Defensora - F 41, CT Rio Grande do Norte - D 37 e do S Humaitá - S 20, nas proximidades da Ilha Rasa, no Rio de Janeiro.

 

A Fragata Defensora, passando com a tripulação em continência para autoridades a bordo do NAeL Minas Gerais. (foto: SRPM)

 

Em 3 de setembro, durante uma Operação CATRAPO uma aeronave P-16 do 1º GAE completou o pouso de numero 12.000 a bordo.

 

Em outubro, participou da Operação UNITAS XXVI, realizada entre Santos e Salvador, como capitânia da FT brasileira. A FT foi comandada na 1ª fase pelo CA Edson Ferraciu e na 2ª fase pelo CA Gothardo de Miranda e Silva, sendo composta pelas F Constituição - F 42 e Independência - F 44, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37, pelo S Riachuelo - S 22, e o NT Marajó - G 27. A FT norte-americana, comandada pelo CA (USN) Richard C. Ulstick era composta pelos CT USS Stump - DD 978 (capitânia), USS Claude V. Ricketts - DDG 5, pela F USS Joseph Hewes - FF 1078, NDCC USS Saginaw - LST 1188, NT Milwaukee – AOR 2, pelo SNA USS Shark - SSN 591. O GT uruguaio comandado pelo CMG José Tomas, Comandante da Divisão de Escolta da Marinha Uruguaia, era composto pelo CTE ROU 18 de Julio - DE 3, além de aeronaves P-3C Orion do Esquadrão de Patrulha VP 23 “Seahawks” da USN.

 

Entre 1º e 17 de dezembro, capitaneando GT que realizou a Operação PINGÜIM, na área marítima entre o Rio de Janeiro e Rio Grande-RS. O GT era composto pelas F Defensora - F 41, Constituição - F 42, Liberal - F 43 e União - F 45, os CT Mato Grosso - D 34, Sergipe - D 35, Piauí - D 31, Rio Grande do Norte - D 37, Espírito Santo - D 38, Santa Catarina - D 32 e Alagoas - D 36, os S Amazonas - S 16, Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22, o NT Marajó - G 27, NSS Gastão Moutinho - K 10, e o NO Belmonte - G 24. Também participaram do exercício aeronaves da ForAerNav e da FAB.

 

Em 13 dezembro, esteve em Santos-SP capitaneando um GT composto pelas F Liberal - F 43, e os CT Piauí - D 31, Sergipe - D 35 e Rio Grande do Norte - D 37, onde participou das comemorações do Dia do Marinheiro, presididas pelo ComemCh VA Hugo Stoffel.

 

1986

 

Em julho, participou da Operação TROPICALEX II/86 capitaneando um GT que incluía entre outros o CT Marcilio Dias - D 26 e a F Independência - F 44. Foram visitados os portos de Salvador-BA e Recife-PE.

 

Em 22 de outubro, capitaneou um GT composto também da F Liberal – F 43 e do S Amazonas – S 16, que realizou exercício no litoral do Rio de Janeiro, assistido pelos estagiários da Escola Superior de Guerra (ESG).

 

Em novembro, participou da Operação UNITAS XXVII, como capitânia de uma Força-Tarefa constituída pelas F Niterói - F 40 e Constituição - F 42, os CT Sergipe - D 35, Espírito Santo - D 38 e Rio Grande do Norte - D 37, o NT Marajó - G 27 e o S Riachuelo - S 22. Participaram pela Marinha dos EUA, os CT USS Hayler - DD 997, USS Lawrence - DDG 4, F USS John L. Hall - FFG 32, NDCC USS Boulder - LST 1190 e o SNA USS Scamp - SSN 588.

 

1987

 

Em outubro, foi submetido a inspeção surpresa, que contou com o apoio dos CT Sergipe - D 35 e Mato Grosso - D 34.

 

Em 17 de novembro, realizou saída ao mar junto com o CT Mato Grosso - D 34, para demonstração aos alunos do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da ESG.

 

Em dezembro, participou da Operação DRAGÃO XXIII, como capitânia do ComenCh, VA Mario César Flores, junto com a F Niterói – F 40, Defensora – F 41, Constituição – F 42, Independência – F 44 e União – F 45; CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros – D 26, Piauí – D 31, Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35 e Espírito Santo – D 38; NTrT Custódio de Mello – G 20 e Soares Dutra – G 22; NO Belmonte – G 24; NDCC Duque de Caxias – G 26 e Garcia D’Ávila – G 28; S Riachuelo – S 22; AvApCo Almirante Hess – U 30; EDCG Guaraparí – L 10, Tambaú – L 11 e Camboriú – L 12, além de diversas unidades do CFN e da ForAerNav.

 

Em 13 de dezembro, participou junto com os CT Mariz e Barros - D 26 e Espírito Santo - D 38, das comemorações do Dia do Marinheiro em Santos.

 

Nesse mesmo ano a catapulta a vapor ficou inoperante, voltando a ser colocada em condições de operar somente em 1995.

 

1988

 

Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 88/TROPICALEX I/88 realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Alagoas, integrando a Força-Tarefa 10, sob o comando do ComenCh, Vice-Almirante José do Cabo Teixeira de Carvalho. Além do NAeL, participaram da operação as F Niterói - F 40, Constituição - F 42 e Independência - F 44, os CT Marcilio Dias - D 25, Maranhão - D 33, Piauí - D 31, Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38, o NDCC Duque de Caxias - G 26, o NTrT Custodio de Mello - G 20, o NT Marajó - G 27 e os S Humaitá - S 20, S Riachuelo - S 21 e S Goiás - S 15. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE.

 

Entre 4 e ? de abril, participou como capitânia da Operação TEMPEREX-I/88, integrando a FT-48 sob o comando do ComenCh, VA José do Cabo Teixeira de Carvalho. Também participaram dessa comissão a F Niterói – F 40, Defensora – F 41, Constituição – F 42 e União – F 45; CT Marcilio Dias – D 25, Mariz e Barros – D 26, Sergipe – D 35 e Mato Grosso – D 34; NT Marajó – G 27 e os S Humaitá – S 20 e Goiás – S 15.

 

Em 14 de maio, recebeu a visita do Primeiro Lorde do Mar e Chefe do Estado-Maior da Real Marinha Britanica, Almirante (RN) Sir William Doveton Minet Staveley.

 

Entre 27 de junho e 25 de agosto, participou da Operação CARIBE/88, como capitânia de um Grupo-Tarefa sob o comando do ComemCh, VA José do Cabo Teixeira de Carvalho. O GT também era composto pela F Defensora – F 41, e Constituição – F 42; CT Marcilio Dias – D 25 e Mato Grosso – D 34; NT Marajó – G 27 e o S Riachuelo – S 22, além de aeronaves da FAB e da ForAerNav. Essa comissão do tipo “ENDURANCE”, serviu para aprimorar o adestramento da Esquadra, realizar exercícios com unidades navais das Marinhas da Colômbia e EUA, exercer ação de presença e estreitar os laços de amizade com as nações amigas na região. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE, Fortaleza-CE, San Juan (Puerto Rico), Cartagena (Colômbia) e La Guairá (Venezuela). No regresso ao Rio de Janeiro, foi realizada uma Parada Naval em homenagem ao VA Cabo Teixeira, que se despedia do Comando-em-Chefe da Esquadra.

 

O NAeL Minas Gerais, entrando em San Juan (Puerto Rico) em julho de 1988, em uma escala durante a Operação CARIBE/88. (foto: Orlando Gallardo Jr.)

 

1989

 

Conquistou o Troféu Dulcineca, pelo desempenho de sua equipe de CBINC nos adestramentos realizados no primeiro semestre no Destacamento de Parada de Lucas do CAAML.

 

Em outubro, durante a Operação PRESIDENTEX, recebeu a visita do Presidente da Republica, José Sarney, que assistiu operações aéreas e exercícios, além de uma Parada Naval em sua homenagem da qual participaram as F Niterói – F 40, Defensora – F 41, Constituição – F 42, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45; CT Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35, Alagoas – D 36, Rio Grande do Norte – D 37, Espírito Santo – D 38, Marcilio Dias – D 25 e Mariz e Barros – D 26; NTrT Custodio de Mello – G 20, Ary Parreiras – G 21 e Soares Dutra – G 22; NT Marajó – G 27; NE Brasil – U 27; NSS Gastão Moutinho - K 10 e os S Goiás – S 15 e Amazonas – S 16, que emergiram a bombordo do Minas Gerais.

 

1990

 

Em 5 de maio, formou Grupo-Tarefa com os CT Alagoas - D 36 e Pará - D 27 e o NT Marajó - G 27, que executou procedimentos de ataque, em demonstração para o Presidente da Republica, Fernando Collor de Mello, que realizava visita a Esquadra. Ainda nesse dia, recebeu o Presidente a bordo, transladado da F Constituição - F 42, por helicóptero. Durante a noite o Presidente assistiu operações aéreas de helicópteros da ForAerNav e aviões de patrulha P-16 Tracker da FAB.

 

Na manhã do dia 6 de maio, o Presidente da Republica, foi homenageado por uma Parada Naval da qual participaram a F Constituição - F 42, CT Alagoas - D 36 e Pará - D 27, Cv Inhaúma - V 30, NT Marajó - G 27 e o S Tonelero - S 21. Ao termino da Parada, foi levado de helicóptero para o Aeroporto do Galeão de onde retornou a Brasilia.

 

Entre 13 de julho e 4 de agosto, participou da Operação TROPICALEX-II/90, integrando a Força-Tarefa 78 como capitânia do ComemCh, VA Jelcias Baptista da Silva Castro. A FT-78 era formada pelas F Constituição - F 42, Independência - F 44 e União - F 45, CT Paraíba - D 28, Marcilio Dias - D 25, Sergipe - D 35, Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37, NT Marajó - G 27, e os S Amazonas - S 16 e Tonelero - S 21. Também participaram helicópteros da ForAerNav, aviões P-16 do 1º GAE da FAB, navios do 1º, 2º e 3º Distritos Navais, além do S Tupi - S 30, em sua primeira participação em uma operação da Esquadra. Os navios da FT-78 visitaram os portos de Salvador-BA, Maceió-AL, Recife-PE e Cabedelo-PB.

 

O Minas, retornando de uma comissão. (Foto: U.S.Navy) O Minas, fundeado próximo ao AMRJ. (Foto: U.S.Navy) O Minas, saindo para uma comissão. (Foto: U.S.Navy) O Minas, saindo para uma comissão. (Foto: U.S.Navy) O Minas, saindo para uma comissão. (Foto: U.S.Navy) O Minas, saindo para uma comissão. (Foto: U.S.Navy) O Minas, chegando em Salvador-BA. (Foto: U.S.Navy)

 

Entre 17 e 26 de setembro, participou da Operação TEMPEREX-II/90, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo. A FT-98, sob o comando do ComemCh, VA Jelcias Baptista da Silva Castro, embarcado no NAeL Minas Gerais – A 11, F Niterói – F 40, Defensora – F 41 e Liberal – F 43; CT Paraná – D 29, Sergipe – D 35 e Espírito Santo – D 38; NT Marajó – G 27; S Tonelero – S 21 e Amazonas – S 16, além da Cv Bahiana, helicópteros de vários esquadrões da ForAerNav e aviões P-16 do 1º GAE. Esteve em Santos dos dias 21 a 24.

 

Torreta quádruplo Bofors de 40 mm a ré da ilha do Minas, durante a Operação UNITAS 90. (Foto: U.S.Navy)

 

1991

 

Nos dias 21 e 22 de março, o 1º GAE realizou vôos de teste com o P-16H FAB-7036 turbo hélice, remotorizado pela empresa canadense IMP com motores Pratt & Whitney PT6A-67CF de 1650 shp, efetuando três arremetidas no ar, três toques e arremetidas e seis pousos com enganchamento, duas catapultagens e três decolagens livres, não tendo sido registrada qualquer restrição ou dificuldade na operação. Os testes foram acompanhados pelo Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Mario César Flores e da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Sócrates da Costa Monteiro.

 

Em julho, iniciou Período de Manutenção e Modernização (PMM).

 

Em 8 de novembro, recebeu a visita do Presidente da Republica, Fernando Collor de Mello.

 

O Minas amarrado a bóia ao largo do Aeroporto Santos Dumont, local onde o navio permanecia aguardando o resto da Esquadra na saída e no retorno da comissões. (Foto: U.S.Navy) O Minas amarrado a bóia ao largo do Aeroporto Santos Dumont, local onde o navio permanecia aguardando o resto da Esquadra na saída e no retorno da comissões. (Foto: U.S.Navy)

 

1993

 

Em outubro, concluiu o PMM - Período de Manutenção e Modernização, que incluiu a instalação do Sistema de Controle de Dados Táticos Navais - SICONTA Mk 1, desenvolvido no Brasil, e com capacidade de enlace de dados com as unidades de escolta. O SICONTA do Minas, tinha sete consoles de operações, sendo um no CIC da Força, um no Centro de Controle e Aproximação (CCA) e cinco no CIC do navio, mais o Processador Tático Naval (PTN), instalado no Centro de Controle Radar (CCR), responsável pela supervisão geral do sistema. Foram também instalados dois novos radares de navegação, um radar de vigilância combinada Plessey AWS-4, um radar de controle de pouso e aproximação SCANTER-MIL,novos equipamentos de comunicação nas faixas HF, VHF e UHF e, foi feita a revisão geral nas caldeiras e turbinas de alta e baixa pressão.

 

Ainda no mês de outubro, passou para a Fase III de adestramento na inspeção de eficiência do CIASA.

 

Esteve em Santos entre os dias 15 e 18 de outubro, depois de três anos sem visitar o porto paulista. Estavam embarcados um P-16E Tracker, um UH-13 Esquilo-Bi, dois UH-14 Super Puma e um ASH-3H Sea King. Nessa ocasião foi notado um detalhe interessante que foi a instalação provisório de um reparo Oerlikon de 20mm em substituição ao reparo quadruplo Bofors de 40mm a ré da ilha.

 

Entre 26 e 29 de novembro, junto com o CT Mariz e Barros - D 26, participou da Operação ARAEX I, visando, basicamente, a manutenção do nível de adestramento dos pilotos argentinos em exercícios de "toque e arremetida", marcando o retorno do navio às operações aeronavais. Pela Armada Argentina participou a Cv ARA Parker - F 44, além de unidades aéreas da Aviacion Naval Argentina (ANA), que incluíram dois S-2E Tracker, um S-2T Turbo Tracker, um SH-3D Sea King e três Super Etendard. Durante a ARAEX, o SICONTA realizou com pleno sucesso, todo o controle aéreo e de aproximação das aeronaves brasileiras e argentinas, além de executar, também, navegação de precisão no canal de Puerto Belgrano e controlar todas as manobras táticas efetuadas durante a operação.

 

1994

 

Em janeiro, foi capitania do Comandante da Força de Contratorpedeiros, CA Alberto Annarumma Júnior, que comandou o Grupo-Tarefa que realizou a Operação ASPIRANTEX NORTE/94, do qual também participaram a F Niterói - F 40 e Constituição - F 42, os CT Pará - D 27 e Mariz e Barros - D 26, o NT Almirante Gastão Motta - G 23 e o S Riachuelo - S 22. Foram visitados os portos de Salvador-BA e Praia Mole-ES.

 

Realizou PASSEX com a F USS Clark - FFG 11 em 16 e 17 de março.

 

Em setembro, foram adquiridos na França três lançadores duplos SADRAL que usam mísseis Mistral de guiagem infravermelho, para substituir os 10 canhões Bofors L/60 de 40 mm que eram instalados em dois reparos quádruplos Mk 2 e um duplo Mk 1, e controlados pelo sistema de direção de tiro Mk 63 (GFCS) através de dois radares de direção de tiro SPG-34 instalados nos reparos quádruplos. O reparo duplo instalado bombordo ao lado da pista em angulo era controlado por uma diretora ótica Mk 51 mod.2.

 

Foi realizada a Avaliação Operacional do Sistema SICONTA Mk-1.

 

Um dos displays do Sistema de Dados Táticos Navais (SICONTA) Mk-1, instalado no Minas no inicio da década de 90. (foto: SRPM) Aspecto do CIC do Minas, depois da instalação do SICONTA Mk 1 e outros equipamentos modernos como o Radar de Busca Combinada AWS-4. É interessante comparar essa foto com a do CIC na década de 80. (foto: Revista Manchete)

 

Realizou a Operação HELITRAPO 94.

 

Prestou apoio ao Curso expedito para Oficiais de Segurança de Aviação, do CIAAN.

 

Entre 3 e 11 de novembro, capitaneou o Grupo-Tarefa brasileiro que participou da Operação FRATERNO XIV, realizada em águas argentinas. Além do NAeL integravam o GT, sob o Comando do ComEsqCT-1, os CT Pernambuco - D 30, F Defensora - F 41, a Cv Jeceguai - V 31 e o S Tupi - S 30. Participaram desse exercício pela Armada Argentina a F ARA Almirante Brown - D 10, e as Cv ARA Granville - F 33 e ARA Parker - F 44 e o S ARA Santa Cruz - S 41. Foram visitados os porto de Puerto Belgrano e Mar del Plata.

 

Entre 28 de novembro e 10 de dezembro, participou da Operação ARAEX-II, realizada na area marítima próxima a Bahia Blanca, junto com o CT Rio Grande do Norte - D 37 e a Cv ARA Spiro - F 43. A comissão consistiu basicamente de operações aéreas realizadas por aeronaves SH-3 Sea King, S-2 Tracker e Super Etendard, a Aviacion Naval Argentina (ANA), que serviram para a qualificação e adestramentos dos pilotos argentinos. A comissão foi acompanhada pelo Comandante da Frota de Mar, Almirante Carlos Alberto Berriso, o Comandante da ANA, Almirante Basilio Pertine, e outras autoridades argentinas. Foi visitado o porto de Puerto Belgrano. Nessa comissão aconteceu o pouso "acidental" do Super Etendard a bordo do NAeL, quando a aeronave pegou o cabo n.º5. Aproveitando o ocorrido a equipe de manobra acabou por hangarar a aeronave.

 

Operações de toque e arremetida durante a Operação ARAEX-II, ocasião na qual aconteceu o pouso "acidental" do Super Etendard 3-A-203 da ANA no NAeL Minas Gerais. (foto: coleção: Gustavo Rocha) O Super Etendard 3-A-203 da ANA no NAeL Minas Gerais, depois de pegar "acidentalmente" um dos cabos, durante a ARAEX-II. (foto: coleção: Gustavo Rocha) O Super Etendard 3-A-203 da ANA no NAeL Minas Gerais, depois de pegar "acidentalmente" um dos cabos, durante a ARAEX-II. (foto: coleção: Gustavo Rocha)

 

 

1995

 

Em janeiro, participou da Comissão ASPIRANTEX/95, integrando uma Força-Tarefa composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Niterói - F 40, Defensora - F 41, Liberal - F 43, Independência - F 44, CT Pará - D 27, Paraíba - D 28, Rio Grande do Norte - D 37 e Espirito Santo - D 38 e o NO Belmonte - G 24, tendo visitado os portos de Santos-SP (20 a 23/01) e Vitória-ES.

 

Em abril, o Presidente da Republica, Fernando Henrique Cardoso, em visita ao navio, conheceu as instalações do Sistema de Controle Tático (SICONTA).

 

Nesse ano a catapulta a vapor foi novamente colocada em condições de operar.

 

Em setembro participou de exercícios da Esquadra, sob o comando do ComemCh, VA Carlos Edmundo de Lacerda Freire, do qual tomaram parte o NAeL Minas Gerais – A 11 os CT Mariz e Barros – D 26, Pará – D 27, Paraíba – D 28 e Paraná – D 29, F Niterói – F 40, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45, Cv Inhaúma – V 30 e Jaceguai – V 31, S Humaitá – S 20 e Riachuelo – S 22, NT Marajó – G 27 e o NA Trindade – U 16. Esteve em Santos entre os dias 15 e 18.

 

Em outubro, o Presidente da Republica, Fernando Henrique Cardoso, voltou a visitar o NAeL, de onde assistiu a demonstração do NDD Rio de Janeiro - G 31, lançando Carros de Lagarta Anfíbios (CLAnf). Foi mais tarde transladado por He Lynx para a F Constituição - F 42, onde assistiu a demonstração de lançamento de foguetes A/S Boroc e tiro de superfície.

 

Entre 28 e 30 de outubro esteve em Santos-SP, partindo rumo ao sul do país.

 

Entre 27 de novembro e 1º de dezembro, junto com o CT Mariz e Barros - D 26 participou da Operação ARAEX III. Pela Armada Argentina participou a Cv ARA Spiro - F 43, além de unidades aéreas da Aviacion Naval Argentina (ANA). Foi visitado o porto de Mar del Plata.

 

Entre 9 e 11 de dezembro, esteve em Santos.

 

Realizou embarque do Esquadrão HI-1 para realizar a parte pratica do CAAVO Turma-I/95.

 

1996

 

Em 5 de maio, em cerimônia presidida pelo ComemCh, recebeu pela segunda vez consecutiva o Premio Dulcineca, referente ao bom desempenho de suas equipes de CBINC nos adestramentos de combate a incêndio realizados no Destacamento de Parada de Lucas do CAAML no ano de 1995.

 

Realizou viagem aos Estados Unidos, para buscar os seis helicópteros SH-3H (SH-3B), adquiridos da U.S.Navy, na Base Aeronaval de Pensacola (Florida). Em 10 de junho, desembarcou essas aeronaves no Rio de Janeiro.

 

Entre 5 e 8 de agosto, realizou a comissão CATRAPO/HELITRAPO-III/96, acompanhado da Cv Frontin - V 33.

 

Em 14 de agosto, foi realizado o último pouso a bordo de uma aeronave P-16 da FAB (FAB-7034), atingindo em 31 anos de operação embarcada as marcas de 14.072 ganchos diurnos, 2.674 ganchos noturnos, 2.944 catapultagens, 1.382 dias de mar, 556 arremetidas e 93.892:45 horas de vôo.

 

Em agosto (ou setembro), foi instalado no seu Centro de Controle de Aproximação (CCA), em conjunto com a Diretoria de Eletrônica e Proteção ao Vôo, um simulador radar para o adestramento dos operadores, simulando uma área terminal de controle, de 50 milhas de raio, centrada no NAeL.

 

Entre 8 e 15 de novembro, junto com o CT Mariz e Barros - D 26 participou da Operação ARAEX IV. Pela Armada Argentina participou a Cv ARA Spiro - F 43, além de unidades aéreas da Aviacion Naval Argentina (ANA).

 

Entre 17 e 22 de novembro, capitaneou o Grupo-Tarefa brasileiro que participou da Operação FRATERNO XVI, realizada em águas argentinas. Além do NAeL integravam o GT o CT Mariz e Barros - D 26, além da F Liberal - F 43 e do S Tamoio - S 31 que se juntaram ao GT depois da ARAEX. Participaram desse exercício pela Armada Argentina a F ARA Almirante Brown - D 10, e as Cv ARA Spiro - F 43 e ARA Guerrico - F 32 e ARA San Juan - S 42.

 

Em 6 de dezembro, completou 36 anos de sua incorporação à Armada, tendo atingido até essa ocasião as marcas de 1.862,5 dias de mar e 463.484,1 milhas navegadas.

 

Em 30 de dezembro, foi realizado o último vôo de um P-16 do GAE, operando a partir da Base Aérea de Santa Cruz-RJ. A partir de então o Minas passou a operar apenas com os helicópteros da Força Aeronaval.

 

1997

 

Conquistou o premio Contato CNTM/98-Esquadra, referente as partes de contato enviados para o COMCONTRAM no ano de 1996.

 

O Minas fundeado próximo a ponte Rio-Niterói. (Foto: U.S.Navy) O Minas fundeado próximo a ponte Rio-Niterói. (Foto: U.S.Navy) O Minas, em uma cena rara,  fundeado do lado de dentro da ponte Rio-Niterói na Baia da Guanabara, próximo a Base Naval do Rio de Janeiro. (Foto: U.S.Navy) O Minas amarrado a bóia ao largo do Aeroporto Santos Dumont, local onde o navio permanecia aguardando o resto da Esquadra na saída e no retorno da comissões. (Foto: U.S.Navy)

O Minas amarrado a bóia ao largo do Aeroporto Santos Dumont, local onde o navio permanecia aguardando o resto da Esquadra na saída e no retorno da comissões. (Foto: U.S.Navy) O Minas, em uma cena rara,  fundeado do lado de dentro da ponte Rio-Niterói na Baia da Guanabara, próximo a Base Naval do Rio de Janeiro. (Foto: U.S.Navy) Detalhe da ilha do Minas. (Foto: U.S.Navy)

 

1998

 

Em 25 de junho, recebeu do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo – COMCONTRAM, o Prêmio "Contato-CNTM/Esquadra", relativo ao ano de 1997.

 

1999

 

Recebeu a primeira versão da Estação Móvel Naval de Comunicações por Satélite (EMN) que faz parte do Sistema de Comunicações Militares por Satélite (SISCOMIS).

 

2000

 

Em maio, foi submetido a vistoria de Segurança de Aviação, pelo Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM) para realização de operações aéreas e noturnas diurnas com helicópteros.

 

Entre 27 de junho e 6 de julho, realizou comissão na aérea marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Durante essa comissão passou pelo Programa de Adestramento da Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento (PAD-CIASA), que foi acompanhado pelo Almirante Gérson Carvalho Ravanelli. Durante essa comissão, foi visitado pela última vez o porto de Santos, em escala feita entre os dia 30 de junho e 3 de julho. A cidade de Santos, foi a primeira fora do Rio a ser visitada pelo Minas Gerais em março de 1961.

 

O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos pela última vez, em 30 de junho de 2000. Santos foi a primeira cidade visitado fora do Rio de Janeiro em 1961. (foto: Silvio Smera) O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera) O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera) O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera)

O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera) O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera) O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera) O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera)

O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera) O NAeL Minas Gerais, entrando em Santos em 30 de junho de 2000. (foto: Silvio Smera)

O NAeL Minas Gerais, esteve atracado em Santos, pela última, entre os dias 30 de junho e 3 de julho de 2000. (foto: Guilherme Poggio) O novo espelho de pouso do NAeL Minas Gerais, que foi instalado em uma de suas últimas reformas. (foto: Guilherme Poggio) O elevador de proa do NAeL Minas Gerais. (foto: Guilherme Poggio) A ilha do NAeL Minas Gerais em detalhes. (foto: Guilherme Poggio) O lançador de mísseis Mistral de bombordo. (foto: Guilherme Poggio)

 

Participou da Operação TROPICALEX I/00.

 

Recebeu do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo – COMCONTRAM, o Prêmio "Contato-CNTM/Esquadra", relativo ao ano de 1999.

 

Um dos AF-1 (A-4 Skyhawk) participando da primeira série de "toques e arremetidas", a bordo do NAeL Minas Gerais, em agosto de 2000. (foto: SRPM) Um dos AF-1 (A-4 Skyhawk), arremetendo no testes realizados em agosto de 2000. (foto: SRPM) Um dos AF-1 (A-4 Skyhawk), realizando um circuito de arremetida, nos testes de agosto de 2000. (foto: SRPM) Um dos AF-1 (A-4 Skyhawk) realizando toque e arremetida ao largo de Cabo Frio. (foto: SRPM) Um dos AF-1 (A-4 Skyhawk), arremetendo na popa do Minas Gerais. (foto: SRPM)

 

Em setembro, participou da Operação ARAEX V, ao largo de Bahia Blanca. O GT brasileiro era comandado pelo CA Antônio Fernandes Pereira e o Grupo Aéreo Argentino era comandado pelo Comandante da Força Aeronaval 2, CMG (ARA) Alejandro Lefebvre.

 

Em dezembro, participou da Operação DRAGÃO/LEÃO 2000, realizada na região de Itaóca-ES. Nessa comissão estiveram a bordo o Comandante da Marinha e o Ministro da Defesa.

 

2001

 

Em janeiro, foi submetido a vistoria de Segurança de Aviação, pelo Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM).

 

Entre 13 e 24 de janeiro, capitaneou o GT 801.4, realizando a comissão CATRAPO I/HELITRAPO I, na área marítima entre o Rio de Janeiro e Vitória-ES, ao largo de Cabo Frio-RJ. Entre os dias 17 e 19 foram realizados os primeiros pousos e decolagens de aeronaves AF-1 Skyhawk do 1º Esquadrão de Interceptação e Ataque (VFA-1), pilotadas por AvN brasileiros.  Essa  operação, entrou para a história da aviação naval brasileira, pois pela primeira vez aeronaves a jato pilotadas por aviadores navais brasileiros fizeram pousos enganchados e catapultagens no NAeL. Mesmo depois de realizada mais uma revisão na catapulta visando prepara-la para lançar os Skyhawk, e de conhecimento geral que o Minas apesar de estar em ótimas condições não reunia condições em termos de velocidade, para operar as "novas" aeronaves em todo seu potencial, deduzindo-se que essas operações foram realizadas em condições de ventos favoráveis, permitindo assim que os pousos e decolagens fossem feitos com a máxima segurança. Assim o velho e querido Minas cumpriu com galhardia sua ultima missão deixando o caminho do futuro de nossa Aviação Naval traçado para o nosso novo NAe, o São Paulo - A 12 adquirido junto a Marinha Francesa.

 

O AF-1 (A-4 Skyhawk) N-1006, no convôo do Minas Gerais. (foto: SRPM) O AF-1 (A-4 Skyhawk) N-1006, no convôo do Minas Gerais. (foto: SRPM) O AF-1 (A-4 Skyhawk) N-1014, sendo manobrado no convôo do Minas Gerais. (foto: SRPM) O AF-1 (A-4 Skyhawk) N-1014, sendo manobrado para a catapulta do Minas Gerais. (foto: SRPM) O AF-1 (A-4 Skyhawk) N-1006, posicionado na catapulta do Minas Gerais. (foto: SRPM) O AF-1 (A-4 Skyhawk) N-1006, sendo lançado pela catapulta. (foto: SRPM) Um AF-1, momentos antes de pegar um dos cabos de parada. (foto: SRPM) Um AF-1, pegando um dos cabos de parada. Notar a equipe de orientação de pouso na bordo do convôo. (foto: SRPM) Lançamento de um AF-1, assistido pelas equipes de manobra no convôo. (foto: SRPM) Um AF-1, deixando o convôo do Minas Gerais logo após ser catapultado. Notar que o cabo de lançamento ainda se encontra sob a areanove, vindo a cair no mar instantes depois. (foto: SRPM)

 

Em 16 de fevereiro, zarpou do Rio de Janeiro, dando inicio a Operação ARRIVEX, como capitânia do GT 802.1 integrado pelas F Greenhalgh - F 46 e a Cv Frontin - V 33. As 12:00h local, se incorporaram a esse GT as F Liberal - F 43 e Rademaker - F 49, e o CT Pernambuco - D 30, acompanhados do NAe São Paulo - A 12, que chegava ao Brasil.

 

No dia 17 pela manhã, quando o GT 802.1 já se aproximava da Baia da Guanabara, começaram a embarcar ex-comandantes do NAeL e do GAE da FAB, além do Ministro da Defesa, Comandantes da Marinha, Exercito e Aeronáutica e demais autoridades.

 

 

A ilha do NAeL Minas Gerais, com os ex-Comandantes, e outras autoridades durante a Operação ARRIVEX, na chegada do NAe São Paulo - A 12 ao Brasil. (foto: SRPM) Duas faces de uma história de sucesso. Juntos o Capitão-de-Mar-e-Guerra Julio César de Araújo Passos e o Vice-Almirante Hélio Leôncio Martins, o último e o primeiro Comandante do navio, respectivamente. (Revista Força Aérea. n.º23) Em confraternização a bordo do Minas, por ocasião da chegada do NAe São Paulo, o atual e alguns do seus ex-Comandantes. (Revista Força Aérea. n.º23)

 

Recebeu do Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo – COMCONTRAM, o Prêmio "Contato-CNTM-2000/Esquadra", relativo ao período 1º de maio de 2000 a 30 de abril de 2001.

Em 2 de outubro, recebeu o Troféu "Dulcineca" no Destacamento do CMAAL de Parada de Lucas , referente aos desempenho de suas equipes de CBINC e CAV no período entre fevereiro e novembro de 2000.

 

Durante o período de preparação para desativação, o Minas Gerais ficou por varias vezes atracado no cais publico do Porto do Rio de Janeiro, já que o São Paulo ficou na sua posição no AMRJ. (foto: ?)

 

Em 9 de outubro, em cerimônia realizada no período da manhã no AMRJ, o NAeL Minas Gerais - A 11, foi submetido a Mostra de Desarmamento, pelo Aviso de 21/09/2001, deixando assim serviço ativo na MB. O Minas atingiu as marcas de 1975,5 dias de mar, 487.503,7 milhas navegadas, 17.022 pousos enganchados e 3.115 catapultagens.

 

2002

 

Em abril, foi publicado o Edital de Licitação para alienação do casco do ex-Minas Gerais, pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (ENGEPRON).

 

Em julho, foi vendido por um valor de aproximadamente US$ 2 milhões, para um estaleiro chinês para ser desmanchado.

 

2003

 

Dado baixa em 9 de outubro de 2001, o casco do ex-Minas Gerais continuava encostado no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, aguardando sua destinação, em janeiro de 2003. (foto: Paulo de Oliveira Ribeiro, ASPIRANTEX 03 - 16/01/03) Em outubro de 2003, o casco do ex-Minas Gerais ainda aguardava seu destino final atracado no AMRJ. (foto: Rogério Cordeiro)

 

Em dezembro, partiu do Rio de Janeiro pela última vez, rebocado pelo Rebocador de Alto-Mar "Kapitan Martyshikin", da firma Regulus Ship Services LLC, com destino a Alang (Índia), para ser desmanchado.

 

O casco do ex-NAeL Minas Gerais, partindo do Rio de Janeiro pela última vez para ser desmanchado em Alang, na India. O navio foi rebocado pelo Rebocador de Alto-Mar "Kapitan Martyshikin", da firma Regulus Ship Services LLC. (foto: ?) O casco do ex-Minas Gerais, fundeado ao largo das praias de Alang (India) aguardando para ser abicado e iniciar o seu "scrap". (Foto: Google Earth) O casco do ex-Minas Gerais, fundeado ao largo das praias de Alang (India) aguardando para ser abicado e iniciar o seu "scrap". (Foto: Google Earth) O casco do ex-Minas Gerais, sendo desmanchado nas praias de Alang (Índia). (Foto: Zahan) O casco do ex-NAeL Minas Gerais, com parte da "ilha" em primeiro plano, sendo desmanchado nas praias de Alang, na Indi). (foto: ?)

 

2010

 

O timão retirado do ex-NAeL Minas Gerais depois de desativado e presevado no Museu Naval no Rio de Janeiro. (foto: Poder Naval OnLine - Guilherme Wiltgen - 08/05/2010) Detalhe do timão. (foto: Poder Naval OnLine - Guilherme Wiltgen - 08/05/2010)

 

 

 

 

O u t r a s    F o t o s

 

Medalha do Minas Gerais. (foto: via Rogério Cordeiro) A tripulação do NAeL em continência. É possível ver próximo a "ilha" alguns membros do 1º GAE (de uniforme azul) da Força Aérea Brasileira, que também compunham sua guarnição quando em operações. (foto: SRPM) Nos 40 anos de serviço na Marinha do Brasil, o Minas sempre esteve em ótimas condições operacionais, provando a qualidade de sua construção, e, o empenho de suas tripulações em mante-lo em bom estado. (foto: SRPM) O Minas Gerais, junto com os NDD Ceará - G 30 e Rio de Janeiro - G 31. (foto: SRPM) O Minas Gerais, navegando junto com o NDCC Mattoso Maia - G 28. (foto: SRPM) O Minas Gerais, em um momento histórico, quando atravessou para o outro lado da Ponte Rio-Niterói, ficando próximo a Base Naval do Rio de Janeiro na Ilha de Macanguê. (foto: SRPM) O Minas Gerais, em foto histórica, tirada quando passou pela primeira vez para o outro lado da Ponte Rio-Niterói, ficando próximo a Base Naval do Rio de Janeiro na Ilha de Macanguê. (foto: SRPM) O NAeL Minas Gerais no mar. (foto: SRPM) Um SH-3A Sea King, do HS-1, aproximando-se do NAeL Minas Gerais. (foto: SRPM) O Minas sendo amarrado numa Bóia de Fundeio, próxima à Escola Naval, e ao Aeroporto Santos Dumont. (foto: SRPM) Uma bela foto da proa do Minas, que saiu na capa do NOMAR, o informativo mais popular da Marinha. (foto: SRPM) Um helicóptero aproximando-se do Minas. (foto: SRPM) O Minas atracado no Arsenal, tendo ao fundo os Navios de Transporte de Tropas Soares Dutra e Ary Parreiras, e, a Corveta Frontin. (foto: Edson Lucas) O Minas, atracado no Arsenal, e tendo junto a sua proa a Fragata Liberal - F 43, aparecendo parcialmente. (foto: Edson Lucas) O Minas com um respeitavel Grupo Aéreo composto por aviões P-16 Tracker. (foto: SRPM) O Minas com convôo quase limpo, aparecendo apenas um Tracker e um Esquilo. (foto: SRPM) O Nael Minas Gerais - A 11, logo depois de suspender do cais do AMRJ para mais uma comissão. (foto: Revista Brasil Modelismo) O lançador duplo do sistema de misseis antiaéreos de defesa de ponto SIMBAD, instalado a vante da ilha. (foto: Revista Brasil Modelismo) Praça de Maquinas. (foto: Revista Brasil Modelismo) O hangar visto da popa, antes do elevador de ré. Esta parte do hangar era utilizada como oficina. (foto: Revista Brasil Modelismo) O hangar visto a partir da proa. (foto: Revista Brasil Modelismo) Alguns dos tratores de manobra do NAeL. (foto: Revista Brasil Modelismo) O elevador de ré arriado, visto no sentido da popa para proa. (foto: Revista Brasil Modelismo) Uma equipe de combate a incendio (CBINC) em adestramento. (foto: Revista Brasil Modelismo) O passadiço do Minas Gerais. (foto: Revista Brasil Modelismo) O Minas, com os Trackers em seus últimos dias de embarque, na posição em que normalmente ficavam espotados, quando não eram realizadas operações aéreas. (foto: Revista Força Aérea) Decolagem de um S-2E (P-16E na FAB) Tracker do Minas. (foto: Revista Força Aérea) Vista aérea pela popa, do convôo do Minas. (foto: Revista Força Aérea) O Minas Gerais, atracado em seu local de costume, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. (foto: ?) O Minas Gerais, como era em seus primeiros anos de serviço, logo após a modernização na Holanda. (foto: Revista O Cruzeiro) Vista aérea dp Minas Gerais, navegando. (foto: Revista Manchete) O Minas Gerais, com um P-16E Tracker espotado junto a ilha. (foto: SRPM) O Minas Gerais, navegando com o convôo vazio. (foto: SRPM) O Minas Gerais, navegando escoltado pelo CT Mariz e Barros - D 26. (foto: SRPM) Aeronaves de Patrulha A/S P-16E Tracker posicionadas no convôo do NAeL. (foto: SRPM) Um P-16E Tracker manobrando no convôo do NAeL. (foto: SRPM) O NAeL com os P-16E Tracker, espotados no convés de vôo. (foto: SRPM) O NAeL navegando em companhia do tambem já desativado CT Mariz e Barros - D 26. (foto: SRPM) O NAeL com a tripulacao formada, e com P16 e "Vacas" espotados ao longo do convôo. (foto: SRPM) A NAeL Minas Gerais, navegando em alta velocidade. (foto: SRPM) O NAeL Minas Gerais, realizando faina de transferencia de combustivel para o CT Mariz e Barros - D 26. (foto: SRPM) A NAeL Minas Gerais, tendo em primeiro plano o CT Mariz e Barros - D 26, realizando faina de VERTREP com um UH-12 Esquilo. (foto: SRPM) Vista superior, mostrando em destaque a "ilha" do NAeL Minas Gerais, com destaque para a posiçào das antenas e dos lançadores de misseis Mistral (sistema SIMBAD). (foto: SRPM) O P-16E Tracker - FAB-7032, no elevador de ré do NAeL Minas Gerais. (foto: Luis Martini Thiesen) O P-16E Tracker - FAB-7033, na oficina de aeronaves na parte de ré do hangar, logo atrás do elevador de ré. (foto: Luis Martini Thiesen) Hangar do NAeL Minas Gerais, com dois UH-14 Super Puma. (foto: Luis Martini Thiesen) Um UH-14 Super Puma, na oficina do hangar, com o elevador de ré na posição superior. (foto: Luis Martini Thiesen) O hangar do NAeL Minas Gerais, com aeronavas de varios tipos da FAB e da ForAerNav. (foto: Luis Martini Thiesen) O NAeL Minas Gerais, entrando em um porto, com cabo de reboque passado. (foto: ?) Maquete do NAeL Minas Gerais, no Centro Cultural da Marinha no Rio de Janeiro. (foto: José Henrique Mendes)Pintura do Minas Gerais, em seus primeiros anos, com um T-28 Trojan logo após a decolagem. (Ilustração: Celegatti) Um Grumman TBM Avenger no elevador de proa do NAeL Minas Gerais. (Ilustração: SDM) O pessoal do GAE - Grupo de Aviação Embarcada da FAB fez parte da guarnição do Minas durante décadas e muitos dos seus membros mantiveram um convívio de muita camaradagem e profissionalismo com os seus pares da Marinha. (Foto: SG Thiesen) Vista aérea de proa do Minas Gerais. (foto: Rob Schleiffert, via José Henrique Mendes) O Minas Gerais com sete S-2 Tracker no convés de vôo, provavelmente final dos anos 60 ou inicio dos 70. (foto: ?) O Minas com dois helicópteros e oito Trackers formados no convôo. (Marinha em Revista, via José Henrique Mendes) O Minas navegando em formação com o CT Araguari - D 15. No convôo apenas uma aeronave espotado, um helicóptero Vaca. (Marinha em Revista, via José Henrique Mendes) O Minas com dois helicópteros e oito Trackers formados no convôo. Na sua proa navega o grupo de escolta composto por um cruzador (Barroso ou Tamandaré), quatro contratorpedeiros que parecem ser da classe “A” e um submarino. (Marinha em Revista, via José Henrique Mendes) O Minas Gerais atracado em Salvador em uma edição da Operação UNITAS fotografado do Cruzador USS Leahy – CG 16. (foto: USS Leahy) O Minas Gerais operando plenamente com seu Grupo Aéreo A/S no final dos anos 60. (foto: SDM)

 

 

R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

 

Comandante Período
CMG Hélio Leôncio Martins 06/12/1960 a 12/08/1961
CMG Hélio Ramos de Azevedo Leite 12/08/1961 a 09/10/1962
CMG Roberto Coutinho Coimbra 09/10/1962 a 04/02/1964
CMG Arnaldo de Negreiros Jannuzzi 04/02/1964 a 10/02/1966
CMG Eddy Sampaio Espellet 10/02/1966 a 14/03/1967
CMG Euclides Quandt de Oliveira 14/03/1967 a 01/04/1968
CMG Telmo Becker Reifscheneider 15/04/1969 a 07/09/1970
CMG Raphael de Azevedo Branco 07/09/1970 a 29/03/1972
CMG Francisco Aripena Leão Feitosa 29/03/1972 a 14/02/1973
CMG Geraldo Sylvio Cravo Guimarães 14/02/1973 a 06/05/1975
CF Luiz Carlos Rocha Fernandes (interino) 06/05/1975 a 04/06/1976
CMG Roberto Gomes Candido 04/06/1976 a 03/02/1978
CMG José Paulo Machado Chagas 03/02/1978 a 06/08/1979
CMG Cláudio José Côrrea Lamego 06/08/1979 a 06/02/1981
CMG Daniel Acylino Macedo de Lima 06/02/1981 a 19/02/1982
CMG Leonido de Carvalho Pinto 19/02/1982 a 15/01/1983
CMG Paulo Ronaldo Daldegan Moreira 15/01/1983 a 03/12/1984
CMG Walter Nery de Medeiros 03/12/1984 a 25/08/1986
CMG Luiz Fernando Portella Peixoto 25/08/1986 a 06/09/1988
CMG Raul Pereira Bittencourt 06/09/1988 a 06/09/1990
CMG Herialdo Martins Ferreira Filho 06/09/1990 a 29/07/1992
CMG Wilson Jorge Montalvão 29/07/1992 a 14/07/1994
CMG Álvaro Luiz Pinto 14/07/1994 a 15/07/1996
CMG Ricardo de Lima Vallim 15/07/1996 a 04/02/1998
CMG Antônio Alberto Marinho Nigro 04/02/1998 a 21/01/2000
CMG Júlio César de Araújo Passos 21/01/2000 a 09/10/2001

 

H i s t ó r i c o  A n t e r i o r

 

 

B i b l i o g r a f i a

 

- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.181-182.

 

- Baker III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD: Naval Institute Press, 1998.

 

- Revista Marítima Brasileira. Rio de Janeiro, SDGM, n.º 10/12, out./dez. 1981; n.º 10/12, out./dez. 2000.

 

- Revista Força Aérea. Rio  de Janeiro, Action Editora, n.º23, jun./jul./ago. 2001; n.º25, jan./fev./mar. 2002.

 

- Revista Segurança & Defesa, Rio de Janeiro, Contec Editora, N.º7/1985.

 

- Revista Passadiço - Publicação do Centro de Adestramento Almirante Marques Leão. Niterói, Niterói, RJ, n.º 21, Ano XIV, 2001; n.º 22, Ano XV, 2002.

 

- O Anfíbio - Revista do Corpo de Fuzileiros Navais. Rio de Janeiro, Assessoria de Relações Publicas do CGCFN, n.º Especial, Ano VI, 1985, n.º 17, Ano XVIII, 1998, n.º 22, Ano XXIII, 2003.

 

- Revista Flap Internacional, São Paulo, Grupo Editorial Spagat, Nº 104, junho de 1980.

 

- Revista Tecnologia & Defesa, São Paulo, n.º 6, agosto de 1983; n.º 11, fevereiro de 1984; n.º 13, 1984; n.º 21, 1985; n.º 36, 1988.

 

- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 439, jan. 1980; n.º 443, mai. 1980; n.º 446, ago. 1980; n.º 448, out. 1980; n.º 450, dez. 1980; n.º 458, ago. 1981; n.º 454, abr. 1981; n.º 460, out.  1981; n.º 462, nov. 1981; n.º 463, jan. 1982; n.º 482, ago. 1983; n.º 496, out. 1984; n.º 497, nov. 1984; n.º 499, jan. 1985; n.º 500, fev. 1985; n.º 503, jul. 1985; n.º 506, out. 1985; n.º 507, nov. 1985; n.º 509, jan. 1986; n.º 519, nov. 1986; n.º 520, dez. 1986; n.º 533, jan. 1988; n.º 534, fev. 1988; n.º 535, mar. 1988; n.º 537, mai. 1988; n.º 538, jun. 1988; n.º 542, out. 1988; n.º 556, dez. 1989; n.º 561, mai. 1990; n.º 566, out. 1990; n.º 568, dez. 1990; n.º 573, mai. 1991; n.º 579, nov. 1991; n.º 594, dez. 1992; n.º 608, nov. 1993; n.º 609, dez. 1993; n.º 610, dez. 1993; n.º 613, fev. 1994; n.º 614, mar. 1994; n.º 623, set. 1994; n.º 628, jan. 1995; n.º 631, fev. 1995; n.º 644, fev. 1996; n.º 647, mai. 1996; n.º 651, set. 1996; n.º 653, nov/dez 1996; n.º 655, fev. 1997; n.º 662, ago. 1997; n.º 677, ago. 1998; n.º 705, jan. 2001; n.º 706, fev. 2001; n.º 713, set. 2001.

 

- Colaboração Especial do CMG (RRm) Egberto Baptista Sperling.