sábado, novembro 27, 2021

Saab Naval

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USS George Washington chega ao Rio

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

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Fotografamos hoje nas primeiras horas da manhã o USS George Washington e outros navios que chegaram ao Rio de Janeiro para a Operação UNITAS XLIX. Clicar nas imagens para ampliar.

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Alte. Doenitz

Parabéns ao Blog pelas fotos e termos a oportunidade de ver esse monstro entrando no porto do Rio

RodrigoBR

Valeu editores!!! 😀

marcelorcunha

pena pra quem tá longe não apreciar ao vivo! curtimos as fotos! será que um desses fará parte da 4ª esquadra caso venha mesmo a ser reativada?

Wilson Johann

E pensar que este único navio possui mais poder do que todo o conjunto das forças armadas brasileiras…

Raphael

Nao se sinta mal Johann, este unico navio possui maior poder aereo que 92% dos paises do mundo.

Graff Von Demmelsingen

É bom que o governo sinta inveja.
Gostaria que o Lula e representantes do congresso fossem até lá dar uma olhada. Quem sabe, apenas e tão somente quem sabe, os nossos líderes políticos, presenciando toda aquela magnificência de poder naval e força aérea embarcada, representando a vontade nacional americana; digam entre si: “Seguramente não temos como igualar isso, nem mesmo temos a necessidade de ter tal poder, mas o Brasil DEVE ter uma marinha de guerra capaz de dar uma dor de cabeça nesses caras. Mesmo num exercício de treinamento.

tenente

Belas fotos!!!Do lado esquerdo(bombordo),foi possivel identificar um sistema Phanlax,um RAM e um Seasparrow.E do outo lado?

Corsário

Vejam a sequência exata da chegada dos navios ao Rio de Janeiro em fotos exclusivas:
http://www.basemilitar.com.br

Abraços e aguardem que vem muita coisa por ai!

PAULO

Enquanto isso cadê o Opalão e seus “passarinhos”?
Em tempo: como início de construção de meios nucleares não seria mais fácil começar com um Nae do que com um Sn? Em uma “coisa” desse tamanho caberia qualquer reator, não sendo necessário todo o trabalho de miniaturização de componentes?
Aliás, temos capacidade de construção de um porta-aviões? (convencional que seja)?

edilson

Bem lembrado senhor Paulo. também compartilho desta visão.
acho que o país tem capacidade industrial de produzir um PA.
o que falta é o principal.
a cabeça, acabeça meu caro…

Alte. Doenitz

Negativo. Teríamos que comprar catapultas, aparelhos de parada, elevadores, etc. Tudo isso depende do Tio Sam liberar para nós. Tem até uma nota nesse blog sobre elevadores.

König

Paulo um NAE é muito mais complicado fora que como nos iriamos apoialo com oType22 Batch1?Niterois?.

PAULO

Obrigado Srs. Edilson e König.
Alte. Donitz, não poderiamos “copiar” tais equipamentos do São Paulo e efetuar seu redimensionamento e atualização? Não temos engenhieors navais aptos para tanto?
Dias desses estava vendo um documentário sobre a construção de Naes, no History Chanel, e as catapultas forão apresentados como projetos ainda da década de 1970.
Será que não dava para copiar?

Fabinho Niteroi

Gostaria somente de comentar uma nota do amigo acima “…nem mesmo temos a necessidade de ter tal poder…” Como não temos necessidade de poder? Os EUA nao tem essa esquadra nem nada do que tem pela questão do medo que impõem? Ou só fazem isso pra guerra mesmo? Se possuirmos armas deste tipo, Chaves e outros governantes malucos da america do sul iam pensar duas vezes antes de tomar atitudes grosseiras contra nossa costa, limites territorias? Dentre outras? Brasil chega lá, se nao em breve…

joao

Imaginem o contraste de ver o nae Sao Paulo,com so um aviao A-4 antigo,com duas bombas de brinquedo doadas,do lado do George Washington…No Brasil,a prioridade sao os politicos corruptos,nao as FAAS. Que o Lula faca uma visita,para ver o que e Marinha de verdade. Agora,literalmente,vamos ficar a ver navios,so que nas marinhas dos outros.

José da Silva

As fotos ficaram legais e foram feitas de um local até que legas…..não é uma Santos, mas até que o navio ficou razoavelmente perto. Só ficou faltando o prato principal, os navios argentinos, o Farragut, que se não me engano, é o primeiro Oscar Austin (Arleigh Burke Flight IIA) a vir ao Brasil e o Cutter Northland. Alias para quem realmente aprecia essas visitas, mesmo que seja apenas para fotografar, esse Cutter (classe Bear/Famous) é a verdadeira sensação dessa escala. Keep ready to take a shots! Keep ready to take a shots in any place, any time and under any… Read more »

Marcelo Ostra

Final o Jorge uaxington não eh novidade nenhuma pros carioquenses

E foto de Nae tem em todo lugar … agora flight II …. Perry .. e do ESCGC …

Incrivel neh m], ams os cara da emprensa soh falam do Nae, que isso e que aquilo e que do porte dels jah foram uns 8 pro saco ….

Dianna

Humm… Será q ha alguma relação existente entre a chegada dete poderoso navio com a incidencia do terremoto ? seria testes nucleares ? se ele esta atracado…sera q tem outros navios semelhantes nos “mares” brasileiros?

Baschera

Pelo amor de Deus !!!
Sds.

Moraes

O mais engraçado foram as aspas na palavra mares. O nosso “mar” deve ser um laguinho metido a besta.

Marcelo Martins

É realmente impressionante o tamanho e o poder de fogo dessa máquina, mas não dá pra fugir da realidade. Convenhamos, o Brasil não tem a menor possibilidade econômica para fazer algo assim. Técnica até acredito que tenhamos de construir um convencional, não nuclear, mas construir um monstro desses levaria décadas com esse orçamento ridículo que a Marinha tem. Não se esqueçam da corveta Barroso que, só agora, depois de 10 anos de ter sua quilha batida, começou as provas de mar!
Marcelo

Danilo

O Brasil não tem essa cultura de guerra. Acho sim importante direcionar dinheiro em reformas de estradas, educação, saúde, segurança pública, entre outros…. Que mané porta-avião oque minha gente.

[…] de chegada ao Japão era agosto de 2008. Durante o seu trajeto, contornando a América do Sul, o NAe participou de exercícios com as marinhas da […]

[…] que será desativado no ano que vem, depois de 46 anos em serviço. O navio será substituído pelo USS George Washington na função de único navio-aeródromo permanentemente posicionado no […]

Paulo Steffano

Não dá para chamar isso de investimento 180 milhões, porque não usaram 10 desses 500 bilhões deste P.A.C. Para modernizar as força a situação é critica em equipamentos o Brasil não tem condições de combate, se entrarmos em uma guerra contra uma super potencia o único jeito de ganhar seria pela persistência e força de nossos soldados ativos e reservistas, assim como o Vietnã, que não tinha força moderna mais sufocou o movimento americano, na verdade os paises ditos de primeiro mundo não tem um histórico muito favorável quando o assunto é investidas militares,no Iraque vários paises que enviaram tropas… Read more »

Gerson

O nosso problema é o que todos sabem: falta de investimentos na força. E que ninguém subestime a capacidade de nossos técnicos e engenheiros navais. Falta mesmo é vontade de investir, apoiar, acreditar e vergonha na cara de nossos políticos.

[…] estilo “mangá”, para aliviar as tensões sobre a passagem do navio-aeródromo nuclear USS George Washington por […]

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