sábado, maio 28, 2022

Saab Naval

Northrop Grumman prepara a construção do segundo CVN Gerald R. Ford

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

DCS04-80-1 Northrop Grumman Newport News  file

A Northrop Grumman Corporation recebeu US$ 374 milhões do Pentágono para a preparação da construção do navio-aeródromo nuclear CVN79. O porta-aviões, que ainda não tem nome, será o segundo da classe “Gerald R. Ford” (CVN78).

O contrato de 21 meses também prevê a continuação das pesquisas e desenvolvimento com os principais fornecedores. Cerca de 300 pessoas vão apoiar este projeto, até ao final do seu primeiro ano. A construção em escala total do CVN79 está prevista para começar em 2012.

cvn-78-deck

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RL

Qual será o valor total desse bichinho ai?

Democracia

Só gostaria de ajudar a redação:
Neste trecho
“O porta-aviões, que tem ainda não tem nome, será o segundo da classe “Gerald R. Ford” (CVN78).”

“que tem ainda não tem nome”, não seria que ainda não tem nem nome,
é só uma coisinha bem simples até eu fasso isso, obrigado a atenção

Viva a República!!!

Nunão

Corrigido, Democracia, obrigado por avisar. O porta-aviões continua sem nome, mas pelo menos o texto do Galante agora está certo!

Lecen

A idéia de possuir um porta-aviões no Brasil é alfo bem estranho. É uma típica arma de ataque, de projeção de poder a longa distãncia. Ou seja, para um país como o nosso, que sequer participa eficazmente de missões de paz da ONU, um porta-aviões seria, em tese, apeas uma elefante branco. Contudo, para uma nação hoje ser considerada potência mundial, é necessário ter em mãos porta-aviões com capacidade para navegar em águas azuis e ogivas nucleares. É aí que vem o “ser ou não ser”: o que o Brasil quer? Seguir os passos da China e Índia ou continuar… Read more »

Roberto CR

Esta semana estava revendo algumas velhas informações sobe os porta-aviões nucleares americanos e pesquei isso: o congresso americano quase cancelou a continuidade da Classe Nimitz porque o custo total da terceira unidade (Carl Winston), estava previsto em exorbitantes 600 milhões de dólares (década de 1970).
Hoje, só para preparação da construção do navio, são 374 milhões de dólares…rsrsrsrs

Abraços

Wilson Johann

Realmente, e são armas caríssimas. Mas se o Brasil pensa em se tornar uma potência militar, algum dia, terá que pensar grande e ter um grande orçamento para a defesa. E uns dois, mesmo que menores, viriam a calhar. E umas bombinhas também, para impor respeito. Não sei porque o Brasil não denuncia o tratado de não proliferação de armas nucleares e pára com essa besteira de uso pacífico da energia atômica. Os grandes só são grandes porque possuem artefatos nucleares. Somente possuindo poder o Brasil vai ocupar o topo da pirâmide.

Abraços!!!

Mauro Lima

O LPD San Atônio estava previsto para algo em torno de 600 milhões de dólares! (a primeira vez que eu procurei achei um orçamento de quase 2 Bi por vaso)

Imagino que este bicho aí custe alguns Bis!

Taí um link legal pra quem curte maquetes (tem até os veículos transportados) ô brinquedinho legal… será que flutura… será que dá pra instalar um motorzinho RC… 🙂

http://www.allwoodships.com/MilitaryShips/Amphibious/5,LPD-17,SanAntonio.htm

Abração galera!

Alexandre Galante

Sobre os custos do CVN78:
http://www.naval.com.br/blog/?p=1722

Mauro Lima

Cacilda… :0)

Vassily Zaitsev

Lecen,

Quanto a classe Elizabeth, estou de acordo com seu pensamento.

abraços.

RL

Ah, é um preço salgado 2 Bi, más se analisarmos os gastos de lá com os de cá, nem parece tanto em se tratando de 1 Bi para uma vila olimpica de militares.

JSilva

Notaram os dois UCAVs integrando o GAE com os SH-60R, E-2E, F/A-18E e F-35C.

Como tudo esta virando uma bagunça a USN poderia batizar os F-35 como Corsair III ou Hellcat II. Aqueles que gostam de sacanear podem querer colocar o nome de Buffalo II hehehehe

Nunão

Zé, como acho que o F-35 na US Navy vai ser muito mais avião de ataque do que caça, então que tal sacanear um pouco mais, e com alguma licença poética, e renomeá-lo Devastator II?

Pô, Devastator é um nome tabajárico dos bons !!!!

Wolfpack

O Brasil para ser respeitado precisa de um artefato nuclear de dissuasão. Hoje podemos ver que o mundo está muito mais tolerante do que antes. A invasão do Iraque pelos Estados Unidos contra tudo e todos e a recente incursão de Israel a Gaza com seguitos ataques a prédios da ONU, Hospitais e até cemitérios sinaliza que sem um mudança de estratéia, este país sempre será o pais da bananas, mulatas e carnaval…
A figura do CVN79 já apresenta no convoio os F35 e UCVA.

Dalton

J.Silva O F-35 já foi batizado de Lightning 2, uma clara homenagem ao P-38 Lightning americano da II Guerra e ao jato interceptor ingles Lightning que entrou em serviço no fim dos anos 50. Wolfpack Lembro quando Saddam invadiu o Kuwait, o mundo todo se perguntou!!! O que os americanos irâo fazer agora? Sim, porque só os americanos para tirar o Saddam de lá. Nem toda a Europa unida tinha os meios de enviar tantos homens e equipamento para o Iraque. Sei que nao é uma critica sua aos EUA, mas temos que reconhecer que eles acertam também. Quanto a… Read more »

Mauro Lima

Dalton… não só se esconde… em última análise, ele É uma parte integrande da população… como os traficantes do Rio por exemplo… se fossem bombardear estes caras, zona sul bonitinha também ia levar uns cascudos, uns não… muitos! Li em algum lugar da WEB que o custo de construção de um Hyuga ou Dokdo girava em torno de 1 Bi… o que seria muito mais adequado ao Brasil… principalmente se tivéssemos pego os KDX com as Pohang, mais a reforma do Arsenal… poderia vir na esteira, no médio e longo prazos PKX com alcance extendido, e um aeródromo decente à… Read more »

Dalton

Mauro !

Vi a maquete sim…e tambem o preço !! Tenho um modelo do San Antonio na escala 1;1250…um LPD bem mais simpatico que os antigos classe Austin, mas que tem sido muito criticado pelo valor exorbitante e os problemas que apresentou e tem apresentado.

E acho tambem que seria mais razoavel adquirir algo como o Hyuga,Dokdo ou mesmo Osumi. Claro que é bom sonhar com porta-avioes de 40.000 toneladas, mas a realidade é outra, pois o orçamento para a nossa marinha terá que aumentar dezenas de vezes para termos os navios que queremos.

Sds

The Captain

Pergunto aos amigos especialistas do blog, uma ilha tremendamente à ré não é temério, visto que seria a primeira coisa a acertar, caso o piloto, ou o sistema do UCAV erre o convoo?

Alexandre Galante

The Captain, essa configuração da ilha mais à ré foi escolhida para maximizar a eficiência de decolagens e pousos simultâneos.
Os pousos estão cada vez mais automatizados, sendo assim, os riscos de colisão com o convôo estão menores também.

Dalton

Por isso os novos porta-avioes britanicos com duas ” ilhas”. A situada a frente lida com a navegabilidade do navio enquanto a de ré, com a parte aerea.
Pode ser que funcione bem, afinal os britanicos sao peritos em projetos revolucionarios.

Sds

The Captain

Grato Galante e sinto-me honrado por vc, o idealizador do “site” ter me respondido. Isto demonstra o cuidado que vc tem com as discussões aqui no blog. Desejo a vc e família um grande 2009.

Alexandre Galante

The Captain, gostaria de participar mais das discussões, mas me falta tempo. Um grande abraço pra você e para a família também!

The Captain

Ainda nesta linha de raciocínio, algum dos amigos saberia informar-me se já houve alguma colisão com a ilha, em qualquer ocasião, desde o 1º NAE?

[…] mostramos que foi assinado um contrato de preparação para construção do segundo navio da nova classe de porta-aviões da US N…. Nesta sexta-feira, 16 de janeiro, a Royal Navy (Marinha Real Britânica) também noticiou […]

KURITA

O opalão já saiu do dique seco , alguem sabe informa quais foram os trabalhos realizados?

Wolfpack

Precisamo de um projeto nuclear… e não estou dizendo de um submarino nuclear.

JACUBÃO

Se não me engano, foi a instalação do eixo, ele estava empenado e a MB conseguiu um outro na frança que estava esquecido em elgum galpão Françês.

JSilva

Dalton,

Notar esse trecho: “Como tudo esta virando uma bagunça a USN poderia batizar…..”

Eu sei que ele foi batizado como Lightning, apenas estou sugerindo (brincando) seguir a bagunça que estão fazendo como, por exemplo, nos SSN/SNA classe Virginia que de navios que teriam nomes de estados passaram a receber nome de pessoas.

Mas isso não chega a ser uma novidade, pois já aconteceu com os Los Angeles, por exemplo.

Um abraço

[…] Northrop Grumman prepara a construção do segundo CVN Gerald R. Ford […]

Dalton

JSilva !

Realmente, batizaram o futuro 785 como John Warner. Uma ” bagunça”
mesmo !!!

Um abraço !

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