Home Sistemas de Armas Mísseis mar-mar na América Latina

Mísseis mar-mar na América Latina

4935
66

misseis-mar-mar-al

ARTE: MC72

Subscribe
Notify of
guest
66 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Lucio Sátiro
Lucio Sátiro
11 anos atrás

Caros colegas, vejam que negócio mais idiota, a subserviência brasileira em assinar um tratado desses. Só um idiota como FHC, mais preocupado em agradar e evitar (duvidoas) sanções.Bom,esses caras não estão preocupados com a defesa do país, só com negócios, como ao PMDB, que virou plataforma de negócios.Eu já enviei uma proposta ao antigo Ministério da Marinha, pra o desenvolvimento de uma super lancha de ataque rapido e defesa de costa, equipada com dois Exocet ou Penguim, 12 anti-aéreos Avibrás, movida a turbiana adaptada de helicóptero,desenvolvendo 350km/h, mas acho que nem leram.Seria uma lancha ultra moderna e de desing futurista.Mas… Read more »

trackback
11 anos atrás

[…] para uma marinha com recursos limitados (a maioria das marinhas do mundo) o uso de seus escassos mísseis antinavio e torpedos pesados deverá ter como alvo os navios capitais inimigos, evitando ao máximo o combate […]

carlos augusto
carlos augusto
11 anos atrás

Valeu,RodrigoBR!
obrigado pela a informação, eu acho que o pessoal do MD deveria olhar a Orbsat com mais atenção. Essa empresa pode ser muito útil as Forças Armadas.

Abs. a todos Carlos Augusto.

RodrigoBR
RodrigoBR
11 anos atrás

Mais sobre o Sensor de imageamento da OrbiSat: 28/08/2007 – Radar brasileiro localiza destroços do jato da Gol Uma aeronave civil equipada com um dos mais modernos radares do mundo, produzido em São José dos Campos, sobrevoou a área da queda do Boeing 737, da empresa Gol. O equipamento produzido pela Orbisat consegue obter imagens precisas das partes do avião que até agora estão sem localização pelos processos convencionais. Ontem, peritos e técnicos avaliaram o material obtido em cinco horas de vôo na região e as informações serão mapeadas e remetidas ao Ministério da Defesa. O objetivo é localizar as… Read more »

trackback
11 anos atrás

[…] No final de 2008, a fragata peruana Aguirre, durante um exercício de tiro real bateu o recorde sul-americano, atingindo um alvo naval a 153km de distância, com um míssil mar-mar Otomat. […]

RodrigoBR
RodrigoBR
11 anos atrás

Carlos, Como o Vassili falou, ele é bom para o objetivo que foi desenvolvido. Por isso, no meu comentário me referi ao desenvolvimento/adaptação para torná-lo eficaz também para uso como radar aéreo de longo alcance e altitude. A versão SABER M200 (200Km) será usada também pela Aeronáutica. A empresa que o desenvolveu, a OrbiSat é muito competente nessa área de uso da “tecnologia radar”, provavelmente com vontade e verbas do governo ela poderá em poucos anos desenvolver um radar de qualidade 100% nacional que necessitamos para a marinha também! Ela desenvolveu um sensor de imageamento do solo aerotransportado (semelhante ao… Read more »

Vassili Zaitsev
Vassili Zaitsev
11 anos atrás

carlos,

O Radar SABER M60 foi usado pelo EB, para controlar o espaço aéreo no entorno de sua posição. É um bom radar, porém, devemos lembrar para o devido fim que ele foi criado: é um radar anti-helicóptero, capacitado a detectar, rastrear e designar alvos para a AAA. porem, ele tem alcance limitado (60km) e detecção somente à baixa altura (até 6000 metros), o que o impossibilita de detectar um caça que esteja voando acima desse teto.

abraços.

Vassili Zaitsev
Vassili Zaitsev
11 anos atrás

carlos,

disse que o EB usou o M60, orêm esqueci de dizer quando: na visita que a Santidade, O Papa vez ao Brasil. O EB foi o responsável por sua segurança pessoal. E incluia o controle do espaço aéreo.

abraços.

É a pressa para digitar.

carlos augusto
carlos augusto
11 anos atrás

Vassili Zaitsev, valeu amigo.
Grato.

carlos augusto
carlos augusto
11 anos atrás

RodrigoBR
Eu não conhecia e nunca tinha ouvido falar deste radar SABER M60 e o M200, entrei no site da Orbisat.com.br e achei interessante, como muitas vezes a solução esta muito perto e pessoal da MB não consegue enxergar, ou será que o equipamento as vezes não é tão bom?
Fica essa dúvida.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Hoje está se disseminando a tecnologia de radares OTH e o futuro com certeza reserva a capacidade de um navio engajar outro navio ou aeronave além do horizonte sem ajuda de sensores externos e fazendo uso de mísseis com orientação autônoma e atualização por data-link.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Rasgue” o Missile Technology Control Regime(MTCR) e nossa industria de misseis acaba no instante seguinte, s/ tecnologia, s/ parcerias e principalmente s/ capital p/ pesquisa e desenvolvímento.

Nosso programa nuclear vai p/ a berlinda tal qual o iraniano e ainda sobra p/ o VLS, afinal lançador de satélite e ICBM são quase a mesma coisa.

O tratado que os russos “rasgaram” é o CFE – Conventional Forces Europe.

Jacubão
11 anos atrás

Resumindo, estamos f…

Bosco
Bosco
11 anos atrás

A vantagem é de quem toma a iniciativa e não necessariamente de quem tem o míssil de maior alcance. Depende dos sensores disponíveis (próprios e externos), do sistema de C3I, da discrição do vetor, do nível de discrição do “alvo”, do alcance do míssil, etc. Um navio está limitado a detectar um alvo com seus próprios sensores ao nível do mar (como um navio) a uma distância de cerca de 40 km, dependendo do tipo de radar, da altura da antena, do estado do mar, das condições atmosféricas, do nível de discrição do alvo (altura do mastro, RCS, etc), etc.… Read more »

Vassili Zaitsev
Vassili Zaitsev
11 anos atrás

Marlos,

Beleza. Valeu pelo esclarecimento sobre a capacidade de detecção e engajamento dos radares do A-12. Fiquei espantado pq confundi as bolas (no bom sentido é claro, não comece à entender picuinhas). Imaginei que os valores informados por vc eram para alvos aéreos.

abraços.

Carvalho
Carvalho
11 anos atrás

Um tratado desses foi feito para ser RASGADO!!!! Mesmo que se tenha que fazer um referendo popular. O presidente tinha que não prestar muito mesmo para assinar um tratado desses!!!!
Sds.

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Ahhhh Ostra !

Eu tava quase acreditandoooo…primeiro foi com o coelhinho da pascoa, depois Papai Noel…bom…deixa para lá!

Mas voltando ao mundo real…vc viu que os EUA irao levar tropas colombianas para o Afeganistao? Os caras sao bons, nao só de selva mas narcotrafico principalmente!

Sds

Marcelo Ostra
Marcelo Ostra
11 anos atrás

Putiz Dalton

è a segunda vez que te entendo errado, me desculpe a falta de percepção, alias me de um desconto as segs, quas and sexs, pois volto da dialise meio zoreta

Prometo estudar mais Daltense e coreografar mais

Ahhh, apesar de nao suportar papo de aviaozinhum no ambiente naval (ve soh, no ambiente naval !!!!), jah escutei uns careta que acreditam fielmente nisto (red flag xou dos efe 5)

Na terceira ddeixarei mais tempo para o boi de piranha 🙂

hehehhehehe
MO

henrique
henrique
11 anos atrás

Alguem sabe quanto custa esses misseis?

Marcelo Ostra
Marcelo Ostra
11 anos atrás

Er……. Dalton

Não creio ser exatamente assim

Aparentemente um sub peruélico tb jah perifotou e sacaneou um CVN dos cara

O Red Flag, hummmmmmmmmmmm, num sei não …

Quanto a tropa de Selva, somos bons, mas dai a ser o melhor do mundo, hummmm tenho ca minhas duvidas, principalmente por falta de operações em situações reais, neste quesito, atualmente um exercito que aprendeu a combater no mato é o colombiense

Abs
MO

marlos barcelos
marlos barcelos
11 anos atrás

Vassili Zaitsev Nenhum navio de guerra sul-americano tem o poder de engajar ouro navio a 150 km, a marinha do brasil só consegue engajar a 39km, os holandeses a 70km, mísseis de 150 km de alcance tem que ser repassado a posição do inimigo por gps do míssil ou seja eles voam por gps até ativar o sistema final que pode ser infravermelho por exemplo, então teria que saber a posição correta do inimigo e nenhuma marinha sul-americana tem este poder, os navios da marinha brasileira são considerados os mais modernos, perdendo apenas para o chile, porque podem travar os… Read more »

marlos barcelos
marlos barcelos
11 anos atrás

navios de guerra italianos engajam a 32 km o alvo….só para comparar, os sistemas implantados nos navios brasileiros são da mesma marca utilizados pelos italianos.

RodrigoBR
RodrigoBR
11 anos atrás

Valeu Marlos! 😉

Vassili Zaitsev
Vassili Zaitsev
11 anos atrás

Marlos,

É verdade que o radar do A-12 São Paulo só consegue detectar alvos à até 94km????????????

Realmente muito pouco. Se entrassemos em guerra com o Peru, os Otomat deles, com alcance de 150km o poriam à pique rapidinho. Isso sem falar que eles tb operam o IKL-209.

abraços.

marlos barcelos
marlos barcelos
11 anos atrás

o a-12 o radar tem alcance de 94 km, só que só consegue travar o alvo a 39 km, se tiver radar 3d é possível disparar os exocet blocks III que localizam o alvo através de gps, não precisa travar o alvo, só não tem os lançadores.

Mas o porta-aviões tem o helicoptero sh-3B que carrega mísseis exocet-39 (versão mais atual para caças e helicopteros) com alcance de 70 km, basta o radar pode localizar alvo e mandarmos os helicoteros.

RodrigoBR
RodrigoBR
11 anos atrás

Falou e disse RL! Não é “doideira” o que vc disse não, é possível sim e é nisso que acredito. Marlos e Marujo, Se o problema é o Radar 3D então está “quase” resolvido! Como lembrado pelo RL, o SABER M60 (60 Km) e o futuro SABER M200(200 Km) são radares 3D com capacidade de acompanhamento de 40 alvos simultâneos! Já que a tecnologia é totalmente nacional(desenvolvidos pela OrbiSat) acho que poderiam ser adaptados/melhorados para outros tipos de radares. Info da prória Orbisat >> http://www.orbisat.com.br/ ### Radar de Vigilância Saber M60 Características: Alcances de 60, 100 e 200 km; Tecnologia… Read more »

RodrigoBR
RodrigoBR
11 anos atrás

Falando em radar, qual é o será(após a modernização) o alcance do radar aéreo do A-12? Será que não serviria o SABER M200 no “Opalão”(ou “Diplomata” 🙂 após a modernização)???

RodrigoBR
RodrigoBR
11 anos atrás

Errata:
Falando em radar, qual é OU será… 😉

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Calma Dalton!

Dalton
Dalton
11 anos atrás

E ai Bosco !!

Andamos nos perguntando por aqui, por onde voce andava ????

abraços

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Eu e a dona da pensão estamos meio brigados e eu fui passar uma temporada em uma kitzinha. rsrsrs..
No trabalho eu não tenho internet. Tinha, mas tirei porque desviava muito a minha concentração.rsrs…
Mas já tô voltando às boas com a minha musa.
Vai dar muito trabalho ler tudo que eu perdi.
Um abraço meu caro.

Jacubão
11 anos atrás

Falou e disse marujo.

marujo
marujo
11 anos atrás

Participo da infignação do Jacubão. É duro ver países sem expressão política e econômica no cenário mundial,não, no regional, serem pioneiros na introdução de sistemas de armas mais avançados que os nossos. O que leva à conclusão que somos mesmo um “gigante adormecido” e desdentado. Operar Exocet MM-38 até hoje é fogo. Não ter radares 3D em nossos escoltas também é dose.

marlos barcelos
marlos barcelos
11 anos atrás

o exocet Bllock III tem ogiva de 165 kg, o Block II 155kg, o problema de se usar o block III é que o míssil exige sistemas 3D e a marinha brasileira não possui se possuisse o míssil poderia ser adquirido porque o lançador é o mesmo.

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Eu tö quietinho aqui no meu canto…nao falei nada !

Claudio
Claudio
11 anos atrás

Como dizia o esquartejador, vamos por partes.
Com relação a colocação dos produtos citados da Avibras (FOG-MPM / TM)em barcos patrulhas ou mesmo navios da marinha não será possível, pelo simples fato qua não estão operacionais.
Quanto ao míssil mar-mar em desenvolvimento pelo Brasil, este é baseado no Exocet Block 2, não é baseado na versão mais moderna Block 3 porque a MDBA não liberou.

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Caro Gaspar !

Aí voce está jogando agua na fervura! Deixa Eu acreditar!

Eu preciso acreditarrrrrr !!!

sds

marlos barcelos
marlos barcelos
11 anos atrás

O importante não é só a capacidade de alcance do míssil, mas tem-se que localizar o navio inimigo a essas distâcias, que é muito difícil praticamente impossível por exemplo um navio de guerra localixar outro a 180km de distância, um míssil desse tipo acho que só atingiaria o inimigo com apoio aéreo ou de satélite, confirmando a posição do inimigo.

marlos barcelos
marlos barcelos
11 anos atrás

o alcance normal de detecção de um navio de guerra é de cerca de 40 km, mas se souber a posição exata do inimigo pode-se disparar mísseis anti-navios a 300 km de distância, como por exemplo o rbs 15 da suécia.

Po exemplo o navio mais moderno da esquadra holandesa detecta um navio a 70 km , os da marinha do Brasil a 39 km, o mesmo que navios italianos, é o mesmo sistema, igual ou melhor das marinhas americanas exceto o chile.

marlos barcelos
marlos barcelos
11 anos atrás

exceto EUA e canada também, antes que algum defensor dos EUA venha me contestar, o tópico anterior me referi as marinhas sulamericanas.

gaspar
gaspar
11 anos atrás

dalton,

quanto ao “afundaram um porta avioes americano”, foi so no treinamento…
com esse “treinamento” a US NAVY obteve os dados do nosso sub, ou seja, esse sub NUNCA MAIS AFUNDARA NADA NORTE AMERICANO… pode ter certeza disso.

gaspar
gaspar
11 anos atrás

ja que nao assinamos o tratado de banicao das bombas “Cluster”, nao vejo nada demais rasgar esse tratado e nos desenvolvermos… acho ate que com isso o pragrama do VLS iria andar…
posso estar enganado, mas acho que o desenvolvimento de misseis de curto/medio/longo alcance seria de extrema importancia para o desenvolvimento do VLS.

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Esquenta nao, Jacubao!

Esqueceu que nossos submarinos foram os unicos da America do Sul que já ” afundaram ” porta-avioes americanos ?

Esqueceu das surras que demos nos gingos na Red Flag com nossos F5 ?

Esqueceu que nossos soldados de selva sao os melhores do mundo?

Vc é muito pessimista meu caro!

Antonio
Antonio
11 anos atrás

Enquanto os nossos vizinhos “atiram” os seus mísseis a 130, 150 e 170 km de distância, nós os disparamos a apenas 70 km.

Não precisa ser nenhum gênio para saber de quem é a vantagem num conflito ou numa situação de negação de uso do mar – quem atira mais longe sempre tem a vantagem.

Jacubão
11 anos atrás

O que me deixa p… da vida, é ficar sempre atrás de países sem tamta expressão. Nessa situação que está representada no quadro acima, nós só poderíamos entrar em guerra com EQUADOR, ARGENTINA E COLÔMBIA, e isso (no meu ponto de vista) é inadimissível para o Brasil.

RL
RL
11 anos atrás

Rodrigo BR. Concordo com suas idéias, tb penso da mesma forma. Minha configuração seria a seguinte. Embarcação estilo da Barroso ou com maior capacidade de carga onde poderiam ser instalados. Radar aéreo – SABER M60 – (inicialmente). Substituição pelo SABER M200 (futuro). Desisgnador de alvos – A desenvolver ou acoplar um similar no mecado internacional. Misseis antiaéreos – (Mescla) MAA-1B / A-Darter / Unkonto / FOG TM, sendo este último também utilizado para interceptar embarcações de menor porte. Misseis Anti-navios ou para ataques à superficies a partir da embarcação – TM Avibras. Sistema de gerenciamento SINCONTA integrado ao sistema de… Read more »

Roberto
Roberto
11 anos atrás

Gaspar

Tanto é que os russos construíram um míssil supersônico de longo alcance,lançado no momento por aeronaves SU-33,é uma respsta ao concorrente SS-N-22.O SS-N-26 ONIKS tem uma carga militar de 150 Kg de explosivos,é provavelmente o míssil antinavio mais rápido do mundo.Com 8,9m de comprimento,diâm. de 67 cm,peso total de 3000Kg,atinge a veloc. de Mach 3.5.Além de guiagem ativo-passiva para a designação de objetivos no limite de alcance,que é de 300 Km,utiliza os serviços do satélite Kondor-E.
sds!

fernando
fernando
11 anos atrás

ola pessoal, vcs poderiam me dizer qual foi o presidente na epoca que assinou o tratado que limita os misseis acima dos 300 km???

gaspar
gaspar
11 anos atrás

deve ter sido o THC, quer dizer FHC

JP
JP
11 anos atrás

O brasil assinou o tratado Missile Technology Control Regime(MTCR) em 1995, 1º mandato FHC.