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NAsH Tenente Maximiano

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O Comando do 6º Distrito Naval realizou no dia 17 de março de 2009, na Base Fluvial de Ladário, a cerimônia de Incorporação à Armada do Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) Tenente Maximiano.

O navio tem como missão principal realizar assistência médico-hospitalar, odontológica e sanitária às populações ribeirinhas da região do Pantanal do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, aprimorando, ainda mais, as Ações de Assistência Cívico-Social (ACISO) já realizadas pelo Com6ºDN.

O NAsH poderá, também, atender às necessidades de apoio logístico durante os deslocamentos das tropas e dos navios que realizam operações na faixa de fronteira; contribuir com a patrulha naval; realizar operações de socorro e atividades de defesa civil; auxiliar na implementação e fiscalização do cumprimento de leis e regulamentos em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo Federal e Estadual, e ainda, fazer o recebimento e tratamento de baixas em operações ribeirinhas. A incorporação do navio representa um significativo incremento para a Estrutura Nacional de Defesa na região Centro-Oeste.

Antes de ser adquirido pela MB, em 31 de janeiro de 2008, a embarcação se chamava SCORPIONS e desempenhava atividades de turismo e de pesca amadora.

O navio passou por uma reforma estrutural, com a construção de centro cirúrgico, enfermaria, sala de esterilização, sala de expurgo, farmácia, laboratório, consultório médico, consultórios odontológicos e de um compartimento equipado com aparelho de raio-X, além de uma modernização nos sistemas de propulsão, de geração e distribuição de energia.

Características Técnicas:
Tripulação: 4 Oficiais e 19 praças
Comprimento: 31,06m
Boca (largura): 6,50m
Deslocamento: 106,00ton
Calado: 1,02m

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FOTOS: Centro de Comunicação Social da Marinha

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Carcará
Carcará
11 anos atrás

No Comando do 6° Distrito Naval, existe uma muralha com canhões
antigos, e muito bem conservados, não sei o total mais o pessoal que gosta de história deveria conhecer este pedaço de Brasil, que muito
contribuiu para a glória desta MB.

Marcelo Ostra
Marcelo Ostra
11 anos atrás

Alguns estão virando monumentos

Na CPSP, 127 mm ex Ct Para (Garcia)

MO

Marcelo Ostra
Marcelo Ostra
11 anos atrás

Nossa Marcos, hoje vc tah demais …. risos, demais pra quem manja muito pouco

Desculpe, mas (não leva a mal, é construtivo,mas .. SABE TUDO ! hehehhe

MO

Buuuuhhhhh pra mim

Celio Andrade
Celio Andrade
11 anos atrás

alguem sabe me dizer o que fazem com os canhoes retirados dos navios desativados? tipo os dos contratorpedeiros?

Flávio
Flávio
11 anos atrás

O livro “Endurance” sobre a espedicão de Ernest Shackleton ao Polo Sul mostra bem como é importante para a moral da tripulação esses momentos que o Sr Callia citou.
Para relaxar as tensões em um navio aprisionado no gelo, Shackleton instruia o cozinheiro a caprichar na bóia, e após o navio ser esmagado pelo gelo ele organizava partidas de futebol sobre a calota polar.
Resultado, após todas as privações e um dos maiores feitos de navegação, toda a tripulação foi resgatada sã e salva.

sds.

Callia
Callia
11 anos atrás

desculpa pessoal , foi duas vezes

Callia
Callia
11 anos atrás

desculpa pessoal , foi duas vezes

Jacubão
11 anos atrás

Vixi… no total foram quatro vezes, relaxa um pouco Callia.

Callia
Callia
11 anos atrás

Pessoal , gostaria de fazer aqui um relato pessoal sobre as condições num nash Exatamente como o Jacubão disse , é necessário um minimo para a tripulação.Eu ano passado fui médico de bordo do Oswaldo Cruz , eram missões de 30 à 45 dias , a que mais exigiu de todos nós foi a missão Javari na triplice fronteira , fomos para lá combater a epidemia de febre negra que assolava os indios isolados , nos suportavamos todo o tipo de tensão , desde a ameaça dos indios , principalemente a etinia Korubo que era muito agressiva , até o… Read more »

Callia
Callia
11 anos atrás

Pessoal , gostaria de fazer aqui um relato pessoal sobre as condições num nash Exatamente como o Jacubão disse , é necessário um minimo para a tripulação.Eu ano passado fui médico de bordo do Oswaldo Cruz , eram missões de 30 à 45 dias , a que mais exigiu de todos nós foi a missão Javari na triplice fronteira , fomos para lá combater a epidemia de febre negra que assolava os indios isolados , nos suportavamos todo o tipo de tensão , desde a ameaça dos indios , principalemente a etinia Korubo que era muito agressiva , até o… Read more »

McNamara
11 anos atrás

A churraqueirinha já estava lá, então deixa. É importante a marujada poder fazer um churrasquinho em horário de folga, ou confraternizar com os ribeirinhos, isso é normal. O que não é normal, é a sacanagem com dinheiro público que rola no Senado Federal, por exemplo.

Carcará
Carcará
11 anos atrás

È o ínicio de uma nova fase da Marinha Brasileira
no Pantanal.
Os ribeirinhos são gratos a todos que levam esperança
e saúde para seus lares.
Parabéns Marinha do Brasil e o Comando do 6° Distrito Naval

Carcará
Carcará
11 anos atrás

que belas fotos…

Marcos T.
Marcos T.
11 anos atrás

Me desculpem a sinceridade.

“O barco Feio” e aquela churrasqueira ….Hum não vo nem falar.

Carcará
Carcará
11 anos atrás

Um feio que leva esperança aos necessitados, e você o que faz? pelas pessoas que vivem longe dos meios urbanos, necessitam de atendimento, educação, lazer e reconhecimento por serem também cidadãos brasileiros.

Marcelo Ostra
Marcelo Ostra
11 anos atrás

A tomatada que aquele tenente e parte da guarnição toma na cidade de uniforme branco foi punk

os Xina não perdoaram os careta …

MO

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Ostra,

verdade…e quando voltaram ao navio humilhados,e nervosos começaram a arrancar a farda e até pediram que elas fossem queimadas.

Com exceçao de Hollmann (McQueen), ele nao estava nem aí …

Taí um navio que gostaria de ter em maquete, mesmo sendo ficticio mas os que vi pela internet sao horrororiveis…

abraços

Dalton
Dalton
11 anos atrás

Este navio lembrou-me o ficticio ” San Pablo ” do meu filme predileto ” O canhoneiro do Yang tsé ” com Steve McQueen.

Eles construiram uma canhoneira muito semelhante as canhoneiras americanas e tambem de varios outros paises que patrulhavam o interior da China , para as filmagens.

Fica aí uma recomendaçao, o filme é um drama bastante tenso.

abraços

Don D
Don D
11 anos atrás

É impressão minha ou tem uma churrasqueira no último convés?

Callia
Callia
11 anos atrás

Ele é bem pequeno em comparação aos outros , mas eu sinceramente desconheço a navegabilidade dos rios onde ele vai operar, quantos medicos e dentistas será que destacam?Porque dos quatro oficiais provavelmente deve medico ou dentista embarcado.De qualquer forma vai ser um grande acrescimo aos navios da Esperança , Bravo Zulu para a marinha por esta nova aquisição.

Saúde Onde Houver Vida!

Jacubão
11 anos atrás

“Bravo Zulu” mesmo, e o MD/MS devem investir em mais navios para atender aos “Brasileiros” dessas regiões tão carente de assistência médica.
O DON D, aquilo é uma churrasqueira mesmo para o lazer da tripulação pois as viagens de assistência hospitalar feitas por esses navios, costumam ser muito longas e a tripulção precisa relachar vez ou outra, afinal “ninguém é de ferro”.

Paulo Renato
Paulo Renato
11 anos atrás

Não entendo muito de embarcações mas acho pequeno esse Navio, mas já é uma grande coisa telo navegando e trazendo saúde a quem precisa, mas com certeza, precisamos de mas Navios como esse com capacidade maior.
Tem muita gente precisando de atendimento médico.

Abs.

luizz cláudio
luizz cláudio
11 anos atrás

PESSOAL O COMANDANTE DESSE NAVIO E O CT PRIETO PESSOA COM QUAL CONVIVI POR 3 ANOS NO PORTA AVIOES SÃO PAULO, NÃO TENHO PALAVRAS PARA DIZER SOBRE ESSA PESSOA, ESPERO QUE ELE SEJA FELIZ NESSA SUA NOVA JORNADA E BONS VENTOS. ABRAÇO DE MIM E DA DIVISÃO MIKE NO QUAL O SR. FOI MUITO IMPORTANTE PARA NÓS.

Callia
Callia
11 anos atrás

Um nash de 100T e 1 metro de calado seria muito util ao 9 DN tendo em vista que muitos polos de atendimento como o do Javari que dá acesso ao territorio das tribos isoladas ficam inacessiveis durante grande parte do ano, seria um grande complemento aos tres nashs daquela região , poderiamos até classsifica-lo como nash leve he he

abraço

Don D
Don D
11 anos atrás

Aff, polêmica minha pergunta, Jacubão e outros, não foi uma crítica, é que não identifiquei mesmo o que era, em assuntos de marinha não sou tão experiente. É claro e merecido que os tripulantes tenham como se divertir, e não se trata de navio de combate, talvez eu tenha sido mal interpretado, é que não reconheci mesmo a estrutura, minha segunda teoria é que era uma caixa dágua. E quero dizer que não é fácil o clima da região e acesso ao lazer nem pensar. Admiro e defendo que deveríamos ter mais desses para apoio da população ribeirinho, mostrando o… Read more »

Marcos T.
Marcos T.
11 anos atrás

Cara, so Design da GM à 10 anos quando digo que é feio é porque poderia ser muito mais bonito e funcional do que isso, provavelmente sem alterar os custos .
E se tratando de uma embarcação médica ele parece pouco adaptado, ja pensou um cadeirante ter de ir a bordo por exemplo?
Poderia escrever 20 paginas explicando porque eu acho feio mas ninguem iria querer ler.

Talvez eu faça um desenho pra provar que poderia ser bem melhor.

Jacubão
11 anos atrás

Então vamos fazer um desenho, eu e vç e ver o que a galera do blog acha, que tal.

Abração

Marcos T.
Marcos T.
11 anos atrás

Vo fazer um desenho um e posta-lo então.

Jacubão
11 anos atrás

Já é…

trackback
11 anos atrás

[…] Incorporado à Armada no dia 17 de março de 2009, o NAsH tem como principal objetivo realizar atendimentos médico-odontológico às populações ribeirinhas pantaneiras. Esta primeira comissão de Ação Cívico Social (ACiSO) iniciará os trabalhos, entre os dias 10 de junho e 12 de julho, pela região norte do Pantanal, Estado do Mato Grosso, atendendo as localidades de Santo Antônio do Leverger, São Gonçalo, Beira Rio, Barão de Melgaço, Piúva, Porto Brandão, Estirão Comprido, Cuiabá Mirin, Porto Cercado, Barra do Piraim e Cáceres. […]

Marco Antônio Abreu Florentino
Marco Antônio Abreu Florentino
11 anos atrás

DOCES LEMBRANÇAS Compartilho com a opinião de Callia sobre o que chamo de ¨autêntica aventura¨ a participação em missões a bordo dos Navios de Assistência Hospitalar na região amazônica. Como oficial médico, embarquei, em 1986, no NAsH Oswaldo Cruz na condição de seu segundo pediatra, visto que sua incorporação ocorreu em 1984 e sua primeira comissão de assistência aos povos ribeirinhos dos rios da Amazônia em 1985. Lembro-me, como se fosse hoje, nosso Comandante, também líder nato e muito espirituoso, dizendo que nosso navio tinha um diferencial importante em relação a outros navios da Marinha do Brasil: nossos armamentos e… Read more »

bruno
bruno
11 anos atrás

gostaria de conhecer um pouco mais da historia da nossa marinha,gostaria de saber se tem mais alguma embarcação com o nome de algum militar em homenagem?gostaria de receber novidades no email.como ou onde eu me cadastro?obrigado

DARIO MENDONÇA
DARIO MENDONÇA
10 anos atrás

Mais uma vez a MARINHA fazendo-se presente. Bravo Zulu!!!!!!!!
Meu abraço a todo o pessoal de “MARA” do 6ºDN a Ladario e Corumbá.