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Mais A-4KU na Desert Storm, em 1991

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Fotos raras (clicar nas imagens para ampliar) mostrando os A-4KU Skyhawk II da Força Aérea do Kuwait, em 1991, durante a Operação “Tempestade no Deserto”, contra o Iraque. Em 1997, 23 aviões remanescentes dos 36 originais foram adquiridos pela Marinha do Brasil.

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Zorann
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Continua sendo uma completa falta de bom senso e irresponsabilidade modernizar somente 12 aeronaves A-4. Todos sabemos das poucas horas voadas pelas aeronaves. Também sabemos do enorme estoque de peças existentes nos EUA. Então, não vejo justificativa para modernizar tão poucas aeronaves e não fazer um pacote mais extenso que torne nosso A-4 BR uma arma realmente temida. É um tremendo desperdício se levarmos em conta que não existe plano nenhum em estudo para substitui-los na Marinha e que com as perdas naturais advindas pelo uso, é possivel que em 10 anos não tenhamos nem 8 aeronaves voando. Portanto parece… Read more »

Klesson
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Klesson

Estas naves eram felizes e não sabiam. Acredito que não exista sentimento mais cretino que um “soldado” ser esquecido e desatualizado por seus superiores, principalmente, quando eles são na verdade a única opção existente no momento. É realmente uma situação patética nossa aviação naval de ataque. É muito triste. Aqui no Brasil só se pensa em comprar, estragar e comprar novamente. A viúva é rica mesmo, então o que importa. Concordo com Zorann, por que modernizar somente 12 unidades, quando existe um estoque considerável de peças (aliás, premissa para aquisição dessas aeronaves) que podem ser compradas e até nacionalizadas. Quanta… Read more »

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

Discordo da visão dos companheiros acima. A MB tem feito o que pode para menter esses aviões voando. A dificuldade reside justamente no fato de não haver todas essas “peças” no mercado como os senhores afirmam. O que existe no mercado é fuselagem velha e voada. Motor, que é o que faz o avião voar, não tem, não tem mancal, poucos fazem revisão geral desse motor. Muitos itens não são de fácil aquisição. Não tem gerador, não tem conversor, não tem o sistema inercial que só o Kuwait comprou,enfim,uma série de coisinhas que o público desconhece que torna difícil a… Read more »

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

Galante,

Parabéns pelas fotos. São realmente raras. Pode divulgar a fonte ?

Forte abraço

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“não vejo justificativa para modernizar tão poucas aeronaves e não fazer um pacote mais extenso que torne nosso A-4 BR uma arma realmente temida.”

Não vejo pq gastar tempo e dinheiro em transformar esses A-4 “em uma arma realmente temida”, melhor seria procurar F-18A/B usados nos EUA, estão lá á disposição tomando sol no deserto, são absolutamente + capazes, Austrália, Canadá e Espanha os operam c/ mto sucesso.
São contemporâneos e portanto + econômicos de operar, tem desempenho p/ mostrar ainda hoje e servem no nosso porta-aviões.

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

Maurício, Eu também queria que os F/A-18 A fossem compatíveis com o A-12, mas infelizemente não são. Possível é, mas não acho que valha a pena. Além das profundas, custosas e complicadas modificações necessárias no navio, as aeronaves operariam com sérias limitações de peso, o que inviabiliza a operação. Para o A-12, somente A-4 ou SEM, qualquer outro é forçar muito a barra. O caminho seria iniciar o processo de aquisição ou construção JÀ de uma novo NAe, ao mesmo tempo pegar uma carona no FX-2. Mas parece que a MB agora é a MB do submarino. A modernização dos… Read more »

habbo
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depois que acontecer uma coisa terrivel aqui ‘guerra’ eles param de gastar dinheiro com bobagens e pensaram a modernisar todo o estoque e conprar armamentos novos

Robson Bandeira
Visitante
Robson Bandeira

Prezado amigo Tailhooker Se esse relato que o amigo nos apresentou é a realidade dos caças da marinha é realmente preocupante, poís acreditávamos que a marinha tinha feito um excelente aquisição na época da compra dos caças, sendo assim me sinto enganado mais uma vez como pagador de impostos(E não como contribuinte; como o governo costuma classificar politicamente correto, O IMPOSTO É OBRIGATÓRIO), poís quando foram comprados todas as matérias falavam em uma aquisição de oportunidade. Gostaria que o blog e os amigos que participam colocassem mais informções sobre esse assunto que foi tão especialmente divulgado na LAAD. Acredito que… Read more »

Pedro Rocha
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Pedro Rocha

Olá senhores! Na modernização do A/F-1 tem uma coisa que não consigo entender! Por que não trocar o motor? Nas modernizações para a Nova Zelândia e Singapura trocaram as turbinas originais por tuborfans da GE (404) mais potentes e modernas! A mesma turbina do F-18 e Gripen! Já li que essa turbina também poderia se compatibilizada com o AMX! Bem como sou leigo talvez isso envolva um investimento pesado em engenharia e testes! Algo que não valeria a pena em células usadas! Senhores no meu entusiasmo de sonhador sempre imagino um acordo com a GE ou outras para fabricarmos turbinas… Read more »

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

Caro Robson, Como pagador de impostos que também sou, o que mais me revolta não é um compra de oportunidade com boa intenção, mas sim a corrupção e a má fé dos nossos políticos e governantes, essa sim me causa muita indignação. Uma aquisição de oportunidade não significa necessariamente um grande negócio. O nome já diz, oportunidade. A MB tinha o desejo de reativar a sua aviação de asa fixa, ceifada em 1965 por um Decreto Presidencial. Os A-4 eram os únicos vetores compatíveis com o Nae Minas Gerais e estavam disponíveis com poucas horas de voo no Kuwait, em… Read more »

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

Caro Pedro Rocha. A Nova Zelândia não mexeu nos seus motores, mativeram os J-52-P8. Somente Singapura remotorizou os seus Scooters. A aventura de Singapura com uma dry version da F404 deixa dúvidas quanto ‘à sua eficácia. Do ponto de vista de desempenho, não melhorou muito. Em relação ao J52 P 408, melhorou o consumo específico e diminuiu a geração de fumaça. Quanto ao empuxo, quase o mesmo, pouca coisa menor. Como os A-4 de singapura eram equipados com J-52 P6 e J-65, os mais antigos, o advento da F404 significou um grande ganho em desempenho para eles. A grande jogada… Read more »

Zorann
Visitante

Muito interessante oque falou nosso companheiro Tailhooker. Que de fato não existem tantas peças para reposição para os A-4, quanto imaginávamos. Também me sinto enganado enquanto “pagador de impostos”, como disse nosso amigo Robson Bandeira. Pois se seria uma ótima compra de oportunidade, então como podemos correr o risco de ficar sem voar por falta de equipamentos? Fica claro, portanto, a falta de planejamento na compra desses vetores, bem como do A-12 São Paulo se não temos claramente a intenção de operar-los como uma verdadeira arma. Manter a doutrina só é viável se houver uma constante modernização dos vetores para… Read more »

Galante
Visitante

Tailhooker, muito obrigado por suas excelentes informações, sempre enriquecendo o Blog Naval com a opinião de quem “está com a mão na massa.”
Infelizmente, não sei qual é o autor dessas fotos.

Zero Uno
Visitante
Zero Uno

O Programa para converter o AMX para um avião embarcado ficaria em torno de U$$ 250.000.000 . Um preço proibitivo para a MB. Consultas foram feitas à EMBRAER e este foi o preço. A MB rejeitou. E com razão… A falta de peças no mercado internacional existe realmente. Como foi dito por colegas do Blog, muitos equipamentos dos nossos A4k quase que não existem mais. Por isso a sua modernização. Eu, na minha opinião acho coerente essa modernização. Motivo: Vai manter a PROFICIÊNCIA de nossa tripulação. Sei que não é o ideal. Más temos que levar em conta que o… Read more »

Jacubão
Visitante

Ficou muito legal essas fotos dos A-4 ainda no KUWAIT, só falta vê-los novamente pousando e decolando do convés de vôo do nosso OPALÃO, e com uma nova pintura pós modernização. Fiz ums modelos que ficaram bem legal.

Um abraço a todos.

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

Só como curiosidade, a biplace 886 da primeira foto é a atual 1022 da MB

J Roberto
Visitante
J Roberto

Interessante o entusiasmo com que os pilotos do A4-KU da Força Aérea do Kuwait escreviam o endereço de suas bombas: To Saddam (from Joe),ou seja,de Joe para o Saddam! Os pilotos americanos tb tinham essa mania de escrever em suas armas lançadas dos aviões: With love to Saddam! Eu tb acho que esses aviões deveriam ser melhor aproveitados,em vez de servir só pra treinamento dos pilotos navais.Como já disseram,o poder paralelo procuram adquirirem para si,as melhores armas para defenderem seu espaço,território de invasões e incursões,e o Brasil como uma grande nação não pode se dar ao luxo de contentar com… Read more »

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

J Roberto,

complementando o seu comentário, na verdade, quem escrevia nas bombas não eram os pilotos kuwaitianos muçulmanos, e sim os técnicos americanos que cuidavam das aeronaves. A Força Aérea do Kuwait tinha, nessa época, contratado a empresa americana Kay and Associates, que por sinal, foi a mesma contratada pela MB para disponibilizar as aeronaves quando chegaram ao Brasil, o que, por sinal, não foi uma boa escolha.
O pessoal da Kay fazia a manutenção da frota nessa época.

Tailhooker
Visitante
Tailhooker

Galante,

obrigado. Na verdade, não estou com a mão na massa, sou apenas um estudioso no assunto. Já importei essas fotos para o meu acervo pessoal. Será que há outras como essas na mesma fonte ??

Marcos T.
Visitante
Marcos T.

Acho que a marinha vai da uma recauxutada nesses A4, por vergonha…
Vergonha de admitir que fez uma tremenda Cagada quando compro essas sucatas ae.
Se é só para manter a “doutrina”, pra que modernizar??
E do “opalão” não gosto nem de falar…
Já tem até piada (tão querendo mudar a numeração de A12 para A14… Acharam mais dois problemas).

Desculpa quem defende tudo isso aí, más tá acabando os argumentos de Vcs.

Galante
Visitante

Tailhooker, tinha encontrado essas anteriormente:

http://www.naval.com.br/blog/?p=207

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“Para o A-12, somente A-4 ou SEM, qualquer outro é forçar muito a barra.”

Lembrem-se de que o Foch operava LTV F-8E(FN) e o F-18A/B foi oferecido aos franceses por meio de leasing, qndo da ultima reforma dessas aeronaves.

Baschera
Visitante
Baschera

Cruel, mas verdadeiro.
Como disse um colega de outro fórum, esperemos que da próxima vez a MB, quando de uma futura aquisição de vetores de asas fixa, tenha aprendido a lição. TER NÃO SIGNIFICA OPERAR…. OPERAR, NÃO NECESSARIAMENTE, SIGNIFICA SABER FAZER.

Sds.

fernando
Visitante
fernando

daqui a pouco o brasil compra esses dinossauros voadores!!!

Dunga
Visitante
Dunga

A futura estrutura naval não deverá ser contemplada com aviação naval de asas fixas, nem por porta avioes de 40.000 toneladas, porque não existe dinheiro para isto, uma Marinha equilibrada para o futuro e que esteja dentro do “ORÇAMENTO” será logicamente ser composta de navios patrulha oceanicos para 3000 milhas, patrulhas “offshore” de 1000 milhas, navios anfibios de carater LPD ou ate LHD, submarinos costeiros e alguns navios de escolta(de compra de oportunidade)…
É o que se pode ter e não adianta chorar!!!

JRoberto
Visitante
JRoberto

Tailhooker

Obrigado pela informação.Eu não sabia que era essa empresa que dava assessoramento para esses aviões,a Kay and Associates,que por sinal deve ser americana,como vc disse que eram os técnicos americanos que escreviam nas bombas e faziam as manutenções,que por sinal tiveram boa disponibilidade.

abs!

Sérgio
Visitante
Sérgio

No começo haviam 4 a-4 em vôo, 2 pilotados por americanos contratados e que fizeram os primeiros pousos no A-11 e o inviabilizaram como plataforma devido a perigosa baixa altitude do convôo para aproximações, 1 argentino também contratado para acompanhar 1 dos nossos, que seria o facilitador brasileiro. Treinamento em seguida nos EUA e Argentina. Como falaram e a revista “Veja RIO” efetuou reportagem, eram homens de 1 Milhão de Dolares. Existem dispêndios que não eram de logística familiar a Asa fixa, então decidiram por postergar as formações dos aviadores, dando treinamentos junto a FAB, inclusive do pessoal de manutenção,… Read more »

Parthenon
Visitante
Parthenon

Amigo Dunga, estou contigo fechado parçeiro!

Não espaço na MB, para aviação naval de sas fixas, muito menos PAs.

Agora como vc citou, os meios acimas, concordo plenamente, o importante é termos uma MB, capacitada a cumprir suas funções, o que não é uma realidade hoje em dia, mas a MB, dá sua forma, mesmo com o contingenciamento das verbas e suas limitadas capacidades, desempenha de forma modesta suas funções.

Parthenon
Visitante
Parthenon

Correção: Não há espaço na MB, para aviação naval de asas fixas, muito menos PAs.

Fred
Visitante
Fred

Belos aviões… belas fotos… é uma pena, realmente uma grande pena que a MB não tenha conseguido, apesar dos grande esforços, mantê-los voando. A “modernização” que será feita tem mais por objetivo continuar a mantê-los em voo. Tailhooker, sua analogia com o carro antigo não apenas é bastante justa, como também são seus outros comentários. Eu, sendo aviador, admiro muito tudo o que tem correlação com o assunto aviação, seja naval ou terreste, então só posso lamentar a situação a que chegamos. De toda a forma, vamos “modernizá-los”, continuar a voar, e que sabe um dia, construir um NAe adequado… Read more »

Giovani
Visitante
Giovani

Essa configuração com bombas no cabide central é bem legal e da uma ideia de como os A-4 moderinazados poderiam carregar bombas Guiadas no pilone ventral e Mísseis de curo alcance guiados por Mira no capacete, numa tipica missão de ataque, e esquadra Brasileira não estará totalmente desprotegida.