segunda-feira, janeiro 24, 2022

Saab Naval

França aceita vender BPC ‘Mistral’ à Rússia

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A França aceitou vender um porta-helicópteros/navio de assalto anfíbio do tipo BPC Mistral à Russia e estuda a venda de outras três unidades mais deste tipo, informou hoje a agência francesa DGA (Direction Génerále de L’armement).

“Já não se trata somente de um navio, porque a França estuda a solicitação de venda de mais três unidades à Rússia”, declarou o chefe do departamento internacional da DGA, Jacques Lajugie, citado pela France Presse.

Lajugie assinalou que se trata de uma “solicitação técnica” do estado maior russo e que a respectiva solicitação de nível política,  não havia sido emitida, ainda. Um alto oficial do estado maior da Marinha de Guerra russa havia comentado no final do ano passado, que a Rússia tencionava comprar junto à França, um porta-helicópteros classe Mistral mais a tecnologia necessária para a contrução na Rússia de mais quatro unidades deste tipo.

O navio de assalto anfíbio Mistral tem um comprimento de 200 metros e pode levar seis helicópteros, quatro lanchas de desembarque de tropas, além de  dois “hovercrafts”. Assim mesmo é capaz de comportar mais 450 efetivos militares.

FONTE: RIA Novisti

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Marco antonio Lins

Srs.

Porque a MB não adquire Classe Mistral já que tem tanta necessidade?

Recife,11/2/2010

CANGA

porque tem gente que defende uma banheira velha como o nae são paulo, não serve para nada!

mas alem dos Mistral fraces, a tambem produtos espanhois semelhantes ao frances!

Luiz

Seria muito melhor um da classe Wasp americano… maior, com maior capacidade de transporte… o Francês é menor, por ser um país menor, com menores necessidades, que não se comparam ao Brasil ou EUA…
e o NAe São Paulo não tem nada a ver com isso… é um navio aeródromo, não um navio de assalto anfíbio / porta helicópteros…

Ivan

Marco Antônio, Prefiro o italiano Cavour. Tanto o francês como o italiano são navios de multiplo emprego, mas vejo no Cavour uma inclinação maior para as operações aéreas, incluindo uma SkiJump. Acredito que navios como estes (pois teriam que ser no mínimo 2) teriam que desempenhar missões de Controle Marítimo e ASW, além das eventuais Projeções de Poder sobre Terra. O Cavour foi projetado para cumprir as três missões citadas, ao passo que o Mistral é apenas um LHD, que teria que ser adaptado para as outras missões. Ao menos é este meu entendimento. Grande abraço, conterrâneo, Ivan, o antigo.… Read more »

Ivan

Marco,

Desculpe o off topic, deixa o carnaval para outro espaço.

Abç,
Ivan, do Recife.

Edcreek

Olá, Há algumas informações equivocadas na reportagem quanto a capacidade da classe Mistral. O principal é que ele pode lever até 16 Helicópteros sendo de um porte fantastico, tanto que a tradicional fabricante naval Russia está por comprar da França. Dados tecnicos: Comprimento : 199 metros Boca: 32 metros Calado : 6,20 metros Deslocamento carregado: 21.500 toneladas Velocidade máxima : 19 nós Área do convoo: 5 200 m² Número de spots para helicópteros : 6 (sendo um compatível com helicópteros do porte do CH 53 Super Stallion, de 33 toneladas) Capacidade de transporte de helicópteros : até 16 unidades do… Read more »

emerson

Lendo os comentários, percebo que a questão dos NAe´s na MB ainda é um tema aberto dentro desse blog. Gosto muito de pensar no que seria a MB. Por exemplo, eu acho que se a MB quer manter a sua capacidade aeronaval, terá que manter dois NAe´s para que no mínimo, um esteja sempre operando. Mas um NAe é caro de fazer e caro para manter, por isso defendo dois pequenos NAe´s (com deslocamento da ordem e 25.000 cheio, ou algo como 8 caças, dois ou três AEW/revo, e uns 8 heli), e por isso acho que seria demais para… Read more »

marujo

Emerson, concordo com você que dois PAs na faixa de 25 mil t e com capacidade múltipla como o Cavour, são ideais para uma marinha de guerra como a nossa. Talvez tenhamos que rever a doutrina de emprego de PA na MB, para que possamos operar unidades como a italiana, ao invés de um navio como o São Paulo. Mas, um porte mais modesto não descarta convês em ângulo e a operação de um grupo de caças maior.Em uma das Lads, a Navantia ofereceu um projeto tradicional de navio-aeródromo com capacidade de operação de até 20 caças, além de helicópteros.… Read more »

Mauricio R.

O Mistral só opera helicópteros, ao passo que o “Juan Carlos I”, “Cavour”, “Wasp” e o novo “América”, operam aeronaves V/STOL.

Emerson,

eu diria que são essas as 2 principais razões, dado a novela do porta-aviões indiano, ainda em curso na Russia:

2) o desempenho do Mistral é acima de outros similares
3) os estaleiros da Russia estão falidos e desatualizados

Mas tenha em vista que o “Mistral” não é um navio militar, mas um design civil.

Coral Sea

“França aceita vender BPC ‘Mistral’ à Rússia”
Lendo o título da notícia, fica parecendo que a França está fazendo um grande favor aos russos em vender o navio…
Como se a Rússia estive implorando algo aos franceses; na realidade foi o contrário, os franceses estavam loucos para vender o bicho….foi até enviado para St.Petersburg para ser examinado mais de perto pelos russos.

Dalton

Os franceses querem vender, mas o Comandante em chefe da marinha russa, Vladimir Vysotsky, declarou ano passado que durante a guerra com a Georgia em 2008, tivesse a marinha russa algo parecido com o Mistral estacionado no mar negro, uma mesma tarefa poderia ser feita em 40 minutos e não em 26 horas como foi o caso.

abraços

Galileu

Não só a Rússia necessita de um navio porta-helicópteros, mas como todas marinhas do mundo…

no caso do Haiti, quando houve aquela tragédia, vocês mandariam um nael ou um porta-helicópteros??

-Obvio que um porta-helicópteros!!

Eu jurava que a Rússia tinha um, com uma marinha tão tradicional, não ter um dessa classe é estranho.

Mas esse é meu preferido, também olha que belezinha ..hahaha

http://navalpowercb.blogspot.com/2010/01/ihi-marine-united-classe-hyuga-um.html

Galileu

Nael é “Supérfluo” Porta-Helicóptero é necessidade!!

será que na Escola superior de Guerra eles não ensinam isso??

abraço

Ivan 2

Colegas, quero passar uma informação: Se não me engano, a END prevê o emprego de navio aerodromos de multiplo emprego, ou seja, na prática a END não aborda o uso de porta-aviões tradicional, como o São Paulo. Os modelos que se aproximaria a END, seria o “Cavour” ou mesmo os da classe “Wasp” norte americana, visto que a END não aborda sobre a capacidade de deslocamento. Estes navios teriam tanto a capacidade de operar como LHD, apoiando a projeção de poder e o desenbarque de fuzileiros ou como navios de controle marítimo, recebendo uma ala aérea para apoiar uma frota… Read more »

Henrique Sousa

Emblemática esta notícia, fortemente contrária a vários esteriótipos disseminado em foruns da vida: os “frescos” franceses, com seus meios cheio de não-me-toques, vendendo um meio deste calibre para os russos, os sabe-tudo do meio militar, que primam pela rusticidade em tudo que fazem.

Para um pessoal bom ai repensar em seus conceitos.

celso

O tio San ,ja nos ofereceu 2 lha taraha ou Vasp que encontranse desativados mais 2 ndd e o que mais quisece por 150,000,00 de dolares mais o Brasil não tem dinheiro .

Mauricio R.

“Eu jurava que a Rússia tinha um, com uma marinha tão tradicional, não ter um dessa classe é estranho.”

A ex-URSS teve 2 de um design bem esquisito, chamavam-se Project 1123 Kondor “Moscou” e “Leningrado”.

Mauricio R.

“O tio San ,ja nos ofereceu 2 lha taraha…”

Nem de graça, os navios foram usados em testes de resistência a explosões, estão um bagaço internamente.

Mauricio R.

“Nael é “Supérfluo” Porta-Helicóptero é necessidade!!”

Um Nael clássico pode na falta de aeronaves de asa fixa e operação CTOL, pode operar como porta-helicópteros e pode operar aeronaves V/STOL.
O contrário já não é possível, pois um porta-helicópteros se não for guarnecido de aeronaves V/STOL, é um vaso bem limitado.

gerson carvalho

caros amigos,

O Brasil deveria ter negociado junto com os submarinos uns dois deste tipo, assim estariam cumprindo um dos preceitos da END e poderia criar a frota norte-nordeste.

Leopoldo Duarte

O Brasil deveria adquirir algumas unidade desse navio que muito excelente.

Luiz

um NAe convencional é muito mais multi funcional do que um “Porta-Helicóptero”… Se já tivéssemos a doutrina bem enraizada de um NAe, com ao menos mais 2 incorporados, etc, aí sim, o Porta-Heli’s era mais do que necessário… mas hoje, antes de ter o A-12 lançado aos mares, o Porta-Helicóptero não é a maior necessidade… nem temos ainda tantos Heli’s assim…
e afirmo novamente, classe Wasp é o ideal ao país… 4 deles, seriam ótimos para o Brasil.

buldog

Um porta helicópteros é indispensável para um país que quer se projetar internacionalmente e ter um força expedicionária, também colocando tropas em qualquer costa de nosso país rapidamente; isto .e; uma tropa de fuzileiros navais embarcada nesses navios pode rapidamente responder a uma ameaça em curto espaço de tempo, pois todo o equipamento necessário e meios já estaria a bordo e com os próprios fuzileiros.

Adriano

No momento a nossa marinha precisa de quase todo o tipo de vaso de guerra

Lucas Oliveira

O custo de manutenção de um NA antigo como o São Paulo, que não desloca 40 mil toneladas, é lento e não tem defesas, é absurdo para uma Marinha como a nossa. Como funciona, é um verdadeiro “alvo flutuante”. É melhor manter 2 navios porta-helicóptero de 20 mil toneladas, ou 3 de 15 mil toneladas. A área de cobertura seria maior. Mais navios significa a possibilidade de engajamento em duas ou três operações diferentes. Um poderia ser enviado para uma missão de paz como a do Haiti, enquanto outro continuaria patrulhando nosso litoral. Além de helicópteros, em breve essa classe… Read more »

Chirac

Comprar armaentos da França como o navio “Mistral” porta helicópteros pela Russia, não se faz pela necessidade do navio em si, mas para expandir os conhecimentos do armamento da França e da Otan. A Rússia possui navios semelhantes e ou melhores que o “Mistral” frances. Em uma guerra que envolva misseis atomicos e ou submarinos atomicos, estes navios tipo ” Mistral” de nada tem serventia. É um zero aos zeros a esquerda. Não sei se o leitor entendeu. Sem bombas atomicas, o Brasil vai poder guerrear contra bolivia, venezuela, paraguay, ilhas salomão, nigéria, botsuana, polo ártico e antartico. Se for… Read more »

Chirac

Quase ia me esquecendo . A Coreia do Norte também tem a sua bombinha atomica, porisso ninguem , mas ninguém mesmo ousa invadi-la. Então, estes brinquedinhos de aviõesinhos, tanquinhos, são mais moeda de troca e ou de comercio entre países . A Russia e os países possuidores da bomba atomica não precisariam de aviões, tanques, submarinos , fuzis , metralhadores. É muito claro isto . Mas, enquanto a guerra nuclear não vem , vamos vendendo armamentos e fazendo apologia a ela. As intrigas e as desconfianças são os principais motes para se vender e comprar armas. Há séculos, desde a… Read more »

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