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O AW 101 Merlim ASaC

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A AgustaWestland e a Thales revelaram a versão de Vigilância e Controle Aéreo (ASaC-Airborne Surveillance and Control), desenvolvida a partir da plataforma do helicóptero AW 101 Merlim, durante o International Air Day RNAS Yeovilton, no último dia 10 de julho.

Com a previsão de desativar seus Sea King Mk7 ASaC até 2016, a Royal Navy tem nesta proposta da nova versão do Merlin, equipada com o sistema Cerberus e o radar Searchwater 2000,  uma solução para proporcionar maior eficiência operacional.

O radar Searchwater 2000 será instalado em um módulo, e seria arriado a partir da abertura da rampa traseira da aeronave durante a sua operação, e recolhido para dentro da aeronave quando não mais estiver em uso, permitindo deste modo uma performance melhor na execução das missões, ao contrário dos atuais Sea King Mk7, que permanecem com o radar exposto.

FONTE e FOTOS: AgustaWestland

NOTA do EDITOR: Enquanto isso, vamos ressuscitando o Tracker como AEW.

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Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

Ah, esse aí na MB e poderiamos esquecer S-70 e a tranqueira francesa mto cara e inútil!!!

Marcelo
Marcelo
10 anos atrás

sou da opinião que o Tracker tem mais alcance, maior teto operacional (então mais alcance do radar) e maior tempo de patrulha que qualquer helicóptero. E ainda pode ser que use o mesmo radar que este aqui…

Marcelo
Marcelo
10 anos atrás

esqueci de dizer, que por ser mais veloz, o Tracker chega mais rápido à zona designada para patrulha.

Fábio
Fábio
10 anos atrás

Sem dúvida nenhuma uma belíssima aeronave.

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

Gozado o Traker ser essa maravilha tda, mas nenhuma outra marinha ou força aérea se interessou por tanta utilidade.
Ah, claro as outras marinhas ou tem ou planejam construir porta-aviões nos quais é possível operar o Hawkeye, algo que o Tracker nunca foi e nem recauchutado será.
Interessante tb que além dos ingleses, italianos e russos abraçaram igualmente cada um a sua maneira, o conceito do helo AEW.
Mas aqui não pode, temos que ressucitar uma velharia que saiu de serviço tem uns 14 anos.

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
10 anos atrás

Não concordo Mauricio,

As Marinhas que utilizarão este tipo de helicóptero operam em Teatros de Operação muito menores do que o Atlântico Sul. Possuem NAs com convoo Ski-jump e ASW, não com catapultas. Os S-2 podem ser uma alternativa para iniciarmos uma doutrina, além de ser o único avião AEW que pousa no São Paulo (tirando o Alizé francês, muito caro de operar). Como futuramente a MB pretende obter 2 NA de 60.000 ton. Poderiam ser adquiridos E-2 ou substitutos no futuro. Mas já é um começo

Marcelo Brandão
Marcelo Brandão
10 anos atrás

No futuro podemos dotar Nae com a versão AEW do Osprey por exemplo… ou com o E-2…
Não vejo problemas em operar o Tracker, com uma boa suite de avionica e um radar no estado da arte vai ser uma importante aquisição. Lembrem do seguinte, o tracker junto com os A-1 serão o binomio E-99 mais F5M da MB… que tem se mostrado muito útil… na realidade da AL são uma importante força, pois ninguém os tem em operação em um Grupo Tarefa…

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

“…maior teto operacional (então mais alcance do radar)…” O tamanho da antena de radar é limitado pelo domo, dentro do qual a mesma será instalada. Isso influência e mto o desempenho, esse alcance do radar. Aliás já acharam algum radar p/ cortar a antena, aumentando os custos de desenvolvimento, e equipar essa asneira. “…muito menores do que o Atlântico Sul…” O Tracker tb não tem alcance p/ cobrir tdo o Atlântico Sul, pois sua funcionalidade é limitada pelo alcance de seu radar e não pelo da aeronave. Senão como vc explica a capacidade dos russos c/ Ka-31/Flanker-D??? “…ser uma alternativa… Read more »

Marcelo
Marcelo
10 anos atrás

“Esta aeronave não se encontra mais em serviço ativo”.
E os Tracker argentinos?
Nenhum destes helicópteros tem o alcance do Tracker. O radar do Tracker pode até ter menos alcance do que o de um helicóptero AEW de última geração, mas como estará poscionado mais distante (mais à frente do grupo tarefa) a detecção da ameaça se dará antes. Russia, Italia e Inglaterra só usam helis porque os navios não possuem catapulta. Os Tracker usariam (usarão?) motores novos, o que minimiza um pouco a questão da manutenção.

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

E os Tracker argentinos? Ah, faça-me o favor, vai ver a manutenção deles como anda. A disponibilidade é uma maravilha, tem matéria aqui no blog. Aproveita e veja tb a matéria sobre os S-2T de Taiwan: (http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/estudo-de-caso-os-northrop-grumman-s-2t-turbo-tracker-de-taiwan/) “Os Tracker usariam (usarão?) motores novos, o que minimiza um pouco a questão da manutenção.” A motorização proposta já é estranha a FAB, o que dizer a MB. O problema não seria a manutenção dos itens de upgrade, mas da célula, da fuselagem e suas partes. É aí que a logística pega, pois não há peças novas e o que estão pretendendo adquirir… Read more »

Marcelo
Marcelo
10 anos atrás

Não entendi seu comentário, favor explicar melhor: “Se a ameaça passar pelo alcance efetivo do radar.” Se for o que eu entendi, isso pode acontecer com helicópteros AEW também. Os porta-aviões com rampa, são mais baratos para construir, porém, existe o comprometimento político devido ao fato de existir apenas uma opção no ocidente, o F-35, que além disso, está com sérios problemas de custo, e até quase inviabilizando a opção dos porta-aviões com rampa, pois o custo do grupo aéreo está ficando tão alto, que já está se pensando em equipar os porta-aviões novos ingleses com catapulta ! A Inglaterra,… Read more »