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Navios que darão baixa da US Navy em 2011

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Frigates

  • Hawes: Dec. 10, 2010 — “Will be utilized as a logistic support asset primarily for remaining ships in the FFG 7 class.”
  • Jarrett: May 27, 2011 — Set aside for foreign military sale.
  • Doyle: July 29, 2011 — Set aside for foreign military sale.

Amphibious transport docks

  • Dubuqe: April 29, 2011 — Will be kept in a reserve status.
  • Cleveland: Sept. 30, 2011 — Will be kept in a reserve status.

Amphibious assault ships

  • Nassau: March 31, 2011 — Commanders are evaluating a life-extension program, and if it’s decommissioned, the ship will be kept in a reserve status.

Fast attack submarines

  • Memphis: March 14, 2011 — Will be dismantled.

Transport tankers

  • Samuel L. Cobb: Oct. 30, 2010 — Will be transferred to the U.S. Maritime Administration.
  • Richard G. Matthiesen: March 31, 2011 — Will be transferred to MARAD.

Ammunition ships

  • Kiska: Jan. 14, 2011 — Will be dismantled.
  • Shasta: Sept. 30, 2011 — Will be dismantled.
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R_Cordeiro
R_Cordeiro
9 anos atrás

Compra de oportunidade!

sem anti-americanismo xiita e ego de super potência mundial.

temos que ter pés no chão e olhar nosso rabo, afinal somos ainda uma “promessa” de potencia…. entre a promessa e a efetivação, muita agua deve correr em baixo desta ponte.

abraços.

valdo
valdo
9 anos atrás

Mais do que compra de oportunidade… compra os SH de forma tampão, com fragata e navio anfibio no pacote como “agrado”, e entra de cabeça no desenvolvimento nacional de um caça de 5ª geração….

Marcelo
Marcelo
9 anos atrás

esse Nassau dá água na boca…pena que só operaria com F-35…Será que com uma rampa não daria para operar o Tejas Naval ou Gripen? O problema é que não deck em ângulo também…Para comprar 24 F-35B, acho que é mais barato fabricar um italiano modificado como estão fazendo os indianos…

Paulo
Paulo
9 anos atrás

O Nassau e Cleveland, se bem chorado, podem sair quase de graça.

adeildo
adeildo
9 anos atrás

O USS Nassau seria um bom porta-helicopteros para a MB.

Esdras
9 anos atrás

Este porta aviões é do tipo que caberia no bolso da MB….

adeildo
adeildo
9 anos atrás

Qual o tipo de aeronave embarcada o Nassau opera?

Thiago
Thiago
9 anos atrás

Os navios de Logística seriam boas aquisições para a MB.

Dalton
Dalton
9 anos atrás

O Nassau na verdade é maior que o nosso NAe São Paulo, portanto não temos condições de manter e tripular 2 navios assim tão grandes além do mais o Nassau está no fim da linha. Ao contrário dos porta-avioes americanos que passam por um processo de extensão de vida que permite a eles operarem eficientemente até 50 anos ou mais, o mesmo não acontece com estes grandes navios anfibios. Ou o Nassau passa por uma manutenção maior até que ele está acostumado, normalmente ele passou por processos de 9 a 12 meses, para continuar em serviço por mais alguns anos,… Read more »

Carlito
Carlito
9 anos atrás

Não costumo ver com bons olhos a compra de equipamento usado, mas sejamos francos, muitos destes navios seriam ótimas aquisições de ocasião sim!

marujo
marujo
9 anos atrás

O Cleveland e o Dubuque devem estar mais usados e em pior estado que os nossos Ceará e Rio de Janeiro na época de sua incorporação à
MB. A Índia comprou uma unidade para criar doutrina de emprego e aprender a projetar e constuir um navio deste tipo.

Dalton
Dalton
9 anos atrás

É verdade marujo…10 anos a mais de uso pela US Navy do que o Ceará ou Rio de janeiro, mas seriam mais adequados a nossa realidade que o enorme Nassau, esta foi minha comparação.

abs

Marcelo Brandão
Marcelo Brandão
9 anos atrás

Os navios tanque e os anfíbios seriam uma boa… conseguiriamos substituir os NDD e resolver de maneira tampão a falta de um navio tanque de capacidade maior, até a Engeprom poder projetar e construir novos navios desse porte aqui… como fazem os Indianos.
Sonhar não custa nada!!!!
Pessoal do Blog… qual a idade desses navios e suas caracteristicas?

Mauricio R.
Mauricio R.
9 anos atrás

O Cleveland e o Dubuque vão p/ a reserva naval, os irmãos de nossos “Ceará” e “RJ”, foram p/ o Sinkex da ultima RIMPAC.

Dalton
Dalton
9 anos atrás

Marcelo…

não são navios tanque, no sentido de poderem reabastecer navios em alto mar…apenas transportam combustivel.

abs

Lusitanium
Lusitanium
9 anos atrás

Só vendem mesmo a sucata das OHP..
Ainda ofereceram fragatas deste tipo a Portugal. Felizmente não aceitámos e fomos buscar as Classe-M.

matheus
matheus
9 anos atrás

O USS Nassau seria uma boa compra.

Dunga
Dunga
9 anos atrás

O que nos torna pequenos é que sempre que tem uma liquidação de Casa Bahia, todos querem ir e comprar …rssss

A Marinha do Brasil deve ter uma frota de patrulhas oceânicos com ate 80 metros de comprimento, canhao de 76mm OtoMelara; uns 8 Exocet MM40, duas 20mm de cada lado e um hel pequeno para ligação.

A Marinha do brasil não precisa mais de sucatões estrangeiros.
Se sair mesmo aquele pacote italizano de navios …

(ja esta bom demais…)

Esdras
9 anos atrás

O problema é que ate chegar os novos navios, vamos ficar somente com os navios meia boca que temos, então operar navios ex-usnavy por uns 6 a 10 anos poderia sim ser uma boa para mantermos uma razoável força noval, ja que a nossa está bem desfalcada.

airacobra
airacobra
9 anos atrás

marujo, só relembrando, os LPDs da classe austin são mais recentes que os LSDs (NDDs) da MB qualquer navio indo para a reserva ou dando baixa na US navy está em melhores condições que nossos NDDs, não podemos esquecer que não tem como comparar o padrão da manutenção do AMRJ com o da US navy quando o NDD ceará foi incorporado na MB ele ja tinha mais de 30 anos de serviço na US navy e veio pra ca dando os mesmos 21 nós que dava quando foi incorporado na US navy em 56, e so um detalhe depois de… Read more »

Ivan
Ivan
9 anos atrás

Amigos, O USS Cleveland e USS Dubuque são LPD – Landing Platform Dock , na nomeclatura americana, da classe Austin, lançados em 1966 e comissionados em 1967. São navios diferentes dos LSD – Landing Ship Dock, que o Brasil opera dois, o G-30 Ceará e o G-31 Rio de Janeiro, lançados em 1956, da antiga classe americana Thomaston. Certamente os LSD brasileiros, apesar de mais antigos, devem estar menos gastos do que os LPD americanos. Mas este não é o ponto, pois são navios diferentes, em que pese maquinário semelhante. Primeiro o LSD, que é um navio de desembarque e… Read more »

Ivan
Ivan
9 anos atrás

Airacobra, Eu não sabia da deficiência de manutenção dos LSD brasileiros. Sei que caldeiras são sempre mais complicadas de manter que motores diesel, mas também reduzir para 2/3 da velocidade, é muito. Pelo que eu li, o maquinário dos Austin é o mesmo do Thomaston. Isto poderia facilitar a manutenção das crianças… Sei que vão falar que são barcos velhos, que nós não precisamos de “sucata” e coisas do gênero. Mas, o que temos que levar em consideração, é que são navios extremamente especializados, que incorporam anos de experiência de combate dos “experts” em operações anfíbias. Acho mais interessante pegar… Read more »

marujo
marujo
9 anos atrás

Obrigado, Aircobra, pela correção. Sempre considerei o padrão de manutenção da MB alto, fiquei surpreso com sua informação sobre os nossos LSDs. Quanto aos Austins, sempre soube que não estavam bem, devido ao intenso uso pela USN.

Challenger
Challenger
9 anos atrás

Esse Porta Harriers dá agua na boca mesmo, mas se fosse comprado pela MB levariam pelo menos uns 5 anos para prepara-lo talvez tempo suficiente para construir um da classe Mistral.

Lembrem que temos ou acho que temos um Porta Aviões que está a quase 5 anos em manutenção.

Gutex
Gutex
9 anos atrás

Não há o que se falar em compras de oportunidade dos navios tanque e anfíbios…
Pelo que entendi da reportagem, apenas as fragats Jarrett e Doyle serão colocadas a venda, e creio que não acrescentariam muito a MB…

GHz
GHz
9 anos atrás

Compras de oportunidade:
Soluções de curto prazo,
Problemas de curto, médio e longo prazo.

[[ ]]
GHz

eraldo
9 anos atrás

oi tudo bem, eu queria saber de vocês , se tem curso na marinha aberto pra cozinheiro , agradeço a vcs.
serei muito grato se estiver resposa de vcs,

joão(marujo)
joão(marujo)
9 anos atrás

por viver nesse meio e presenciar a evolução da nossa MB gostaria que levassem em consideração, o tempo de uso desses sucatões e o retrocesso que isso nos causaria.
o mais imoportante é a capaciação de nosso pessoal em operação de barcos com tecnologia de ponta, mesmo que soframos no início, temos pessoal e tecnologia pra isso,chegta de comprar sucata a preço de lançamento.
o valor de 5 ou 6 anos de manutenção pra olocar uma unidade dessa em operação efetiva é-nos mais onerosa que construir uma ou mais unidades com tecnologia nacional.

Wagner
Wagner
9 anos atrás

as desativações deles cobrem quase nossa marinha toda !! ah ah ah !!