terça-feira, março 9, 2021

Saab Naval

Esquadrão HA-1 completa 33 anos

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

vinheta-especialCom o propósito de prover os meios aéreos integrantes do sistema de armas das Fragatas Classe Niterói, foi criado em 15 de maio de 1978, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque Anti-Submarino (HA-1), tendo sido ativado em 17 de janeiro de 1979.

O Esquadrão inicialmente contou com nove aeronaves Westland Sea Lynx Mk-21, designadas na MB como SAH-11 Lynx.

Em 1995, as 05 aeronaves SAH-11, remanescentes do lote inicial, foram enviadas para o fabricante, afim de serem modernizadas para a nova versão Westland Super Lynx 100 Mk-21A, passando a ter, junto com as 9 novas aeronaves, a designação AH-11A Super Lynx.

Hoje o HA-1 possui doze aeronaves no seu inventário.

Em virtude da aquisição pela MB de novos navios e da flexibilidade que o Lynx demonstrou em operação, o Esquadrão recebeu a apartir de 1997, uma missão mais abrangente e teve a sua designação alterada para 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), permanecendo assim até os dias atuais.

O HA-1 executa, preferencialmente, missões de esclarecimento e ataque a alvos de superfície (ASuW) utilizando o MAS Sea Skua e ataques vetorados a alvos submarinos (ASW) com torpedos e cargas de profundidade, podendo ainda ser empregado em diversas outras missões a bordo dos meios da Esquadra.

No ano em que completa seus 33 anos, o HA-1 inaugura também uma nova fase operativa com a dotação de suas aeronaves com imageadores térmicos STAR Safire III, que proporcionará seus “Linces” enxergarem além do alcance, tornando sua missão esclarecedora mais eficiente e segura, mantendo sua aeronave fora do alcance de armas defensivas.

Nestes 33 anos de bons serviços prestados, o Lince acumulou mais de 50.000 horas voo, realizou mais de 46.000 pousos a bordo e totaliza mais de 12.000 dias embarcados.

Seu atual Comandante é o Capitão-de-Fragata Fabio Müller Vidal.

Invenire Hostem et Delere

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Mauricio R.

Beleza, mas já está mais do que na hora, de passarmos os Super Lynx prá frente, em favor do Sea Hawk.
Pelo menos naqueles navios em que o helo americano, possa operar c/ tda a segarança necessária.

Wiltgen

Ou seja, trocar o AH-11A por MH-16 para operar somente no NAe e nos NDD’s?

O que vamos operar nas Fragatas e Corvetas, UH-12/13 ou IH-6B?

Mauricio R.

Já circulou aqui pelo Naval, comentário de que a diferença de tamanho do MH-16 dobrado p/ o AH-11 seria pequena o suficiente p/ o helo americano caber nos mesmos hangares, c/ pequenas modificações. Então nas “Niterói” seria o caso de se reforçar o convoo, de projeto limitado a um helo c/ peso de 6 ton.,pois o Sea Hawk é coisa de 1m mais curto que o Sea King, mas 1 ton. mais pesado. As Type 22 B-1, tem mais espaço e são mais robustas na questão “peso”, pois foram desenvolvídas p/ carregarem 2 helos Lynx. Nas “Inhaúmas” e na “Barroso”,… Read more »

Luiz Padilha

E vc quer mesmo que a MB gaste dinheiro para fazer isso em navios que já estão com suas baixas programadas?
É isso mesmo?

Esquece. A MB irá operar o SLynx por muito tempo ainda. MUITO tempo, pois é um senhor helicóptero ainda.

O MH-16 irá operar no A-12, G-30, G-25, G-29, G-28 no futuro Super navio anfibio, no novo NApalog e nas futuras fragatas.

Tá de bom tamanho né? Tem mais navio do que MH-16.

Wiltgen

O problema não está em reforçar convoo, está em dimensionar o convoo, que são duas coisas bem distintas. As “Niterói” e “Greenhalgh” não possuem convooo compatíveis para operar o MH-16. A questão de ter capacidade de hangarar dois AH-11A não quer dizer que possa operar com os Lynx’s simultâneamente, muito menos receber o MH-16, pois seu convoo também é dimensionado para operar com apenas um Lynx por vez. A aeronave orgânica das “Inhaúma” e “Barroso” não é o UH-12/13 e ném o IH-6B e sim o AH-11A, porém estes também precisam embarcar, tanto nelas como nas Fragatas, pois os Esqd.… Read more »

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