quinta-feira, janeiro 27, 2022

Saab Naval

Fragata australiana HMAS ‘Sydney’ disparou míssil Standard SM-2

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Nas fotos, o míssil antiaéreo de defesa de área Standard SM-2, sendo disparado da fragata HMAS Sydney da Marinha Real Australiana. O exercício MIDPAC foi realizado na costa do Hawaí para verificação do upgrade ASMD (Anti-Ship Missile Defense).

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Luiz Padilha

E ainda tem gente que detona as OHPs.

Essas belezinhas na MB com SM-2 seriam o máximo.

Mas alguns dizem ser impossível as OHPs lançarem o SM-2.

Devem ser miragens as fotos acima.

joseboscojr

Essa configuração resolve uma das mais gritantes deficiências da OHP, provendo proteção antimíssil em 360º com os 32 ESSM lançados dos lançadores verticais.

joseboscojr

Esse pequeno navio com seus 72 (40 SM-2 e 32 ESSM) possíveis mísseis sup-ar de defesa de área/área curta é tão eficaz como alguns dos mais modernos projetos de navios de defesa aérea. Mudando de pato pra ganso, não me surpreenderei se no futuro a USN operar apenas os mísseis RAM, o ESSM e o SM6 como mísseis antiaéreos, aposentando os SM-2 Block III e IV. O alcance nominal do ESSM lhe confere uma capacidade similar aos dos SM-2 MR, e o fato de pesar quase 3 x menos e de 4 poderem ocupar uma célula do Mk-41, torna a… Read more »

daltonl

Os EUA pensaram em reequipar suas Perrys com SM-2s e a ultima delas comissionada, a USS Ingraham, de fato recebeu modernização para opera-los, mas, chegou-se a conclusão que fazer o mesmo para toda a classe seria caro demais, em navios não considerados de “primeira linha”. As Perrys também eram limitadas por terem apenas um “iluminador” além de não possuirem um radar adequado o que não permite um total aproveitamento do SM-1 ou SM-2, consequentemente tanto o “iluminador” quanto o Mk-13 foram retirados. Para a RAN, as Perry eram e são consideradas navios de”primeira linha” então investiu-se pesadamente na reforma de… Read more »

joseboscojr

Pra mim o OHP tinha duas antenas de iluminação para o SM-1. (???)

daltonl

Bosco…

O iluminador fica situado entre o canhão de 76 mm e o mastro…nas Perrys da US Navy, não há mais nada nessa posição.

abs

joseboscojr

Mas Dalton,
Nas Perrys da USN, anterior à atual configuração, o canhão CAS (sistema de antena combinada), situada sobre o passadiço, à frente do mastro e voltado para a proa também podia tanto “iluminar” quanto efetuar solução de tiro para o canhão.
Os dois radares (STIR e CAS) fazem parte do sistema Mk-92 de controle de tiro usado nas OHP.
http://www.tpub.com/fcv2/14099_files/image041.jpg
Seria um absurdo colocar o lançador Mk-13 na proa, com amplo arco de conteira, e instalar o iluminador à meia nau com arco extremamente limitado.
Posso estar errado mas acho que não.

Um abraço.

joseboscojr

Correção: no lugar de “canhão CAS” lê-se “radar CAS”.

daltonl

Oi Bosco…Não sei se entendi bem…

Referi-me ao SPG-60 modificado, uma antena separada para o MK-13, instalado em uma palavra à meia nau, para evitar interferencia eletronica…este foi retirado juntamente com o MK-13.

O radar dianteiro, para simplificar, além do canhão fornecia um segundo canal para o SM-1 sim e provavelmente nos anos 70 quando foi idealizado , a capacidade para iluminar 2 alvos deveria ser considerado suficiente para o que as Perrys se propunham a fazer.

abraços

joseboscojr

Dalton,
Você disse “As Perrys também eram limitadas por terem apenas um “iluminador””.
Isso motivou meu comentário fazendo referência que as Perrys tinham dois “iluminadores”, o radar à meia nau que serve apenas para “iluminar” alvos para os mísseis Standards, que é o SPG-60 STIR, e o “sistema” CAS, que conta com um radar de vigilância e um de controle de fogo/iluminador, situado sobre o passadiço, que serve tanto para “iluminar” alvos para os Standards, quanto para controlar o canhão.
Ou seja, as Perry tinham “dois” iluminadores, e não “um”, como você havia dito.

Um abraço.

daltonl

Sim Bosco, mas “iluminador” especifico para os SM era, nas Perrys da US Navy e é nas australianas, apenas 1e este 1 que entendi vc achar mal localizado, à meia nau, foi retirado das Perrys americanas. Acredito que para seu gosto pessoal, vc deva achar mais interessante a localização do SPG nos DDs Spruance, colocado bem no alto e afastado das demais antenas. Já os cruzadores e destroyers “Aegis” possuem 4 e 3 “iluminadores” especificos respectivamente, não que vc não saiba, apenas para ilustrar ainda mais o desinteresse da US Navy em levar adiante a modernização das Perrys para lançar… Read more »

joseboscojr

Dalton,
Pela lógica realmente o STIR está mal localizado, sendo mais um “erro” de projeto das OHPs.
Com certeza ele seria mais útil se estivesse acima do passadiço voltado para a proa (no lugar do CAS) e fazendo a mesma cobertura angular dos lançadores Mk-13.
Só não se torna um problema grave porque o CAS cumpre a função do mesmo (satisfatoriamente??), iluminando alvos vindos de frente.

Um abraço meu amigo.

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