Home Sistemas de Armas Fragata australiana HMAS ‘Sydney’ disparou míssil Standard SM-2

Fragata australiana HMAS ‘Sydney’ disparou míssil Standard SM-2

317
12

Nas fotos, o míssil antiaéreo de defesa de área Standard SM-2, sendo disparado da fragata HMAS Sydney da Marinha Real Australiana. O exercício MIDPAC foi realizado na costa do Hawaí para verificação do upgrade ASMD (Anti-Ship Missile Defense).

Subscribe
Notify of
guest
12 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Luiz Padilha
Luiz Padilha
9 anos atrás

E ainda tem gente que detona as OHPs.

Essas belezinhas na MB com SM-2 seriam o máximo.

Mas alguns dizem ser impossível as OHPs lançarem o SM-2.

Devem ser miragens as fotos acima.

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

Essa configuração resolve uma das mais gritantes deficiências da OHP, provendo proteção antimíssil em 360º com os 32 ESSM lançados dos lançadores verticais.

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

Esse pequeno navio com seus 72 (40 SM-2 e 32 ESSM) possíveis mísseis sup-ar de defesa de área/área curta é tão eficaz como alguns dos mais modernos projetos de navios de defesa aérea. Mudando de pato pra ganso, não me surpreenderei se no futuro a USN operar apenas os mísseis RAM, o ESSM e o SM6 como mísseis antiaéreos, aposentando os SM-2 Block III e IV. O alcance nominal do ESSM lhe confere uma capacidade similar aos dos SM-2 MR, e o fato de pesar quase 3 x menos e de 4 poderem ocupar uma célula do Mk-41, torna a… Read more »

daltonl
daltonl
9 anos atrás

Os EUA pensaram em reequipar suas Perrys com SM-2s e a ultima delas comissionada, a USS Ingraham, de fato recebeu modernização para opera-los, mas, chegou-se a conclusão que fazer o mesmo para toda a classe seria caro demais, em navios não considerados de “primeira linha”. As Perrys também eram limitadas por terem apenas um “iluminador” além de não possuirem um radar adequado o que não permite um total aproveitamento do SM-1 ou SM-2, consequentemente tanto o “iluminador” quanto o Mk-13 foram retirados. Para a RAN, as Perry eram e são consideradas navios de”primeira linha” então investiu-se pesadamente na reforma de… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

Pra mim o OHP tinha duas antenas de iluminação para o SM-1. (???)

daltonl
daltonl
9 anos atrás

Bosco…

O iluminador fica situado entre o canhão de 76 mm e o mastro…nas Perrys da US Navy, não há mais nada nessa posição.

abs

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

Mas Dalton,
Nas Perrys da USN, anterior à atual configuração, o canhão CAS (sistema de antena combinada), situada sobre o passadiço, à frente do mastro e voltado para a proa também podia tanto “iluminar” quanto efetuar solução de tiro para o canhão.
Os dois radares (STIR e CAS) fazem parte do sistema Mk-92 de controle de tiro usado nas OHP.
http://www.tpub.com/fcv2/14099_files/image041.jpg
Seria um absurdo colocar o lançador Mk-13 na proa, com amplo arco de conteira, e instalar o iluminador à meia nau com arco extremamente limitado.
Posso estar errado mas acho que não.

Um abraço.

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

Correção: no lugar de “canhão CAS” lê-se “radar CAS”.

daltonl
daltonl
9 anos atrás

Oi Bosco…Não sei se entendi bem…

Referi-me ao SPG-60 modificado, uma antena separada para o MK-13, instalado em uma palavra à meia nau, para evitar interferencia eletronica…este foi retirado juntamente com o MK-13.

O radar dianteiro, para simplificar, além do canhão fornecia um segundo canal para o SM-1 sim e provavelmente nos anos 70 quando foi idealizado , a capacidade para iluminar 2 alvos deveria ser considerado suficiente para o que as Perrys se propunham a fazer.

abraços

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

Dalton,
Você disse “As Perrys também eram limitadas por terem apenas um “iluminador””.
Isso motivou meu comentário fazendo referência que as Perrys tinham dois “iluminadores”, o radar à meia nau que serve apenas para “iluminar” alvos para os mísseis Standards, que é o SPG-60 STIR, e o “sistema” CAS, que conta com um radar de vigilância e um de controle de fogo/iluminador, situado sobre o passadiço, que serve tanto para “iluminar” alvos para os Standards, quanto para controlar o canhão.
Ou seja, as Perry tinham “dois” iluminadores, e não “um”, como você havia dito.

Um abraço.

daltonl
daltonl
9 anos atrás

Sim Bosco, mas “iluminador” especifico para os SM era, nas Perrys da US Navy e é nas australianas, apenas 1e este 1 que entendi vc achar mal localizado, à meia nau, foi retirado das Perrys americanas. Acredito que para seu gosto pessoal, vc deva achar mais interessante a localização do SPG nos DDs Spruance, colocado bem no alto e afastado das demais antenas. Já os cruzadores e destroyers “Aegis” possuem 4 e 3 “iluminadores” especificos respectivamente, não que vc não saiba, apenas para ilustrar ainda mais o desinteresse da US Navy em levar adiante a modernização das Perrys para lançar… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

Dalton,
Pela lógica realmente o STIR está mal localizado, sendo mais um “erro” de projeto das OHPs.
Com certeza ele seria mais útil se estivesse acima do passadiço voltado para a proa (no lugar do CAS) e fazendo a mesma cobertura angular dos lançadores Mk-13.
Só não se torna um problema grave porque o CAS cumpre a função do mesmo (satisfatoriamente??), iluminando alvos vindos de frente.

Um abraço meu amigo.