segunda-feira, junho 27, 2022

Saab Naval

Técnicos Militares da Base Naval de Val-de-Cães visitam estaleiro sueco

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Em fevereiro, uma equipe de militares (engenheiros e técnicos) da Base Naval de Val-de-Cães (BNVC) visitou o estaleiro sueco Dockstavarvet AB durante uma Inspeção Técnico-Administrativa no Exterior (ITAE). O propósito foi realizar um intercâmbio técnico na área de construção naval, especialmente verificando a possibilidade de produção, na BNVC, da embarcação de alumínio “Combat Boat” (CB 90H), produzida na Suécia.

Na visita, os militares da BNVC coletaram subsídios para avaliar as alterações necessárias na infraestrutura de seu complexo industrial, para o estabelecimento de uma linha de produção daquele tipo de embarcação, caso a Marinha do Brasil, bem como o Exército Brasileiro, decidam pelo emprego desse meio para operação na Região Amazônica.

A BNVC já possui um prédio, recém construído, com infraestrutura industrial capaz de iniciar, caso necessário, a construção das CB 90H em território nacional, o que traria reflexo na redução de custos de aquisição e na facilidade de manutenção dos meios em operação na região.

Fonte: NOMAR

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ci_pin_ha

Isso seria um sonho.

juarezmartinez

Meu Deus,existe luz no túnel, os marinheiros foram ver algo realmente presta e sem frescuras de tots….

Grande abraço

joseboscojr

Eu não faço parte da turma que vira e mexe diz que “o Brasil tinha que comprar umas 4 dúzias”, mas desta vez me rendo: esse barco é a cara do Brasil e esse nós temos que ter, se não 4 dúzias, pelo menos “2”.
rsrsrsrsr
Vai sê bunito assim lá em casa sô……
Rsrsrsr

arlindoedu

Será que meu sonho vai se realizar? CB90H nos rios da Amazônia?

daltonl

A terceira foto mostra um destes barcos fazendo patrulha na Base naval de Norfolk, na Virginia, a maior base naval do mundo !

Nautilus

Eu participei de uma demonstração da CB-90 e de sua “irmã menor”, a G-Boat (Group Boat, para 8 infantes+2 tripulantes), na Amazônia, há alguns anos. O barco é simplesmente fantástico. Fiz um video que coloquei no Youtube. Vejam:
http://youtu.be/NT_Gh-YpxNE

Antonio M

E neste aparece equipada com mísseis Hellfire

http://www.youtube.com/watch?v=iYXBvCrzbHo

Parece que foi testada na região do pantanal também.

E se o Brasil for operá-la, que seja bem armada mesmo…..

Daglian

Desconhecia a CB 90H. É projeto sueco?

Se até os americanos que produzem de tudo as utilizam, realmente deve ser um ótimo equipamento.

Luis

Hahaha! O vídeo do link do Nautilus tem a música retirada da trilha sonora do jogo Medal of Honor Allied Assault, da EA (2002).

Daglian, a CB90 é projeto sueco sim.

http://navalpowercb.blogspot.com/2008/08/cb-90-uma-super-lancha-de-combate.html

Mauricio R.

Infelizmente não será possível a aquisição deste meio, apesar de interessante e utíl, o mesmo não atende a condição principal da END, não é produto de nossos “parceiros estratégicos”, os franceses.

Brincadeirinha!!!

Interessante testamos o G-Boat tb, mas aí a Engepron apareceu c/ o seu brinquedinho, a LAR – Lancha de Ação Rápida.
E nada de G-Boat, depois disto.

“Se até os americanos que produzem de tudo as utilizam,…”

O NECC da US Navy opera 2 dessas lanchas, os suecos 200.

Almeida

Sempre fui a favor desses vetores para a MB operar na Amazonia e Pantanal em apoio ao CFN e EB. Me parecem terem sido criados especificamente para esse TO e doutrina!

Que venham muitas duzias, como sugeriu o Bosco!

aldoghisolfi

PERGUNTAR não ofende: não poderíamos construir essa embarcação, com os meios técnicos que dispomos?
Há pouco tempo li que vamos equipar a PM do Rio de Janeiro com ‘caveirões’ comprados da África do Sul.
Não parece um dispsrate?

José da Silva

Uma verdadeira herdeira das canhoneiras francesas e americanas no Vietnã.

Tropa, .50, 7.62, foguetes, lança granadas, lança-chamas, tudo que a tropa precisa no mato e na beira dos rio para apoio.

Lembro que na época que foram testadas muita gente as achou sofisticadas demais, mas nada impede que sejam feitas de forma mais espartana.

A Noruega e os mexicanos parecem estar bem satisfeitos com elas.

daltonl

A US navy havia planejado descomissionar neste mês de março, o USS
Ponce um LPD com 40 anos, mas ao invés irão converte-lo em navio-mãe para entre outras coisas, operações especiais e o barco sueco
poderá fazer parte do arsenal, já que algumas dezenas deverão ser construidos.

Mauricio R.

“Há pouco tempo li que vamos equipar a PM do Rio de Janeiro com ‘caveirões’ comprados da África do Sul.” Creio que é justamente isto que essa comissão da MB foi avaliar, a nossa capacidade em construir esses barcos aqui no Brasil e como faze-lo. Qnto aos futuros “caveirões” sul-africanos da PMRJ, bem vinda sua seleção, pois mostra o interesse do Estado em equipar a organização de modo adequado a necessidade percebida. Qndo a indústria nacional de defesa não tem como atender as necessidades, que os diversos organismos de segurança do Estado lhe apresentam, tem mais é que comprar lá… Read more »

Daglian

Entendi Luis e Mauricio R.

Obrigado. Deste modo, que venham!

Mauricio R.

“…mas ao invés irão converte-lo em navio-mãe para entre outras coisas, operações especiais e o barco sueco…”

daltonl,

Links a respeito da conversão do “USS Ponce” e de sua possível nova missão:

(http://snafu-solomon.blogspot.com/2012/01/uss-ponce-as-seabase-dont-be.html)

(http://snafu-solomon.blogspot.com/2012/01/changing-story-regarding-uss-ponce.html)

aericzz

Partindo do principio q criaria-se um GED para essas embarcações, para melhor operá-las e e racionalizar a manutenção, supondo-se q se localizaria em manaus, por motivos óbivios, e aventando-se a possibilidade de um quiprocó lá pras bandas de tabatinga… Quem levaria essa lanchas até o local da ação e suas tropas necessárias??? (levando-se em considereção os meios disponíveis em manaus, o mesmo raciocinio vale para ladário, apesar das distâncias menores!).

aericzz

Pra não deixar barato: q coisa interessante essa foto da equipe…
Praças mordendo um pedaçinho do jabá… fazendo visita no exterior!!! as coisas tão mudando mesmo!!!

joseboscojr

Os americanos não possuem mais da CB 90 porque usam a também fantástica Mk5 SOC.
Claro que a CB 90 é mais apta para assalto anfíbio e operações ribeirinhas tendo em vista que usa jatos d’água enquanto a Mk5 é mais apta para operações em alto mar, mas creio serem complementares.

daltonl

Bosco…

existem ou existiam cerca de 20 Pegasus MK-V, em 10 destacamentos
de 2 unidades que podem ser transportados em aeronaves C-5.

Tenho meu proprio destacamento, 2 unidades, na escala 1;1250 o que dá 2 cms de comprimento. 🙂

Mauricio…

só complementando, o USS Ponce deixará de ser um LPD e será redesignado como AFSB, ou afloat forward staging base , ou melhor, uma base flutuante avançada, no Golfo Pérsico provavelmente.

abs

Nautilus

Luis disse:
“Hahaha! O vídeo do link do Nautilus tem a música retirada da trilha sonora do jogo Medal of Honor Allied Assault, da EA (2002).”

É isso mesmo, Luís! E não ficou joinha o vídeo com essa trilha? 🙂

Nautilus

aericzz, se a MB de fato adquirir a CB90, penso que seria o caso de se construir navios de assalto ribeirinho, com porte de uma fragata (até 3.500 ou 4.000t), dotados de doca na parte traseira e capaz de levar vários desses barcos, que têm cerca de 20 m de comprimento. A MB já testou NDD da Classe Ceará (Thomaston) nos rios da Amazônia. O Solimões-Amazonas tem, em média, 40 m de profundidade. Mesmo em Tabatinga, pode-se operar navios com até 5m de calado, tranquilamente. Esses navios só não poderiam se aventurar em alguns afluentes, mas nos rios principais, não… Read more »

aericzz

obg nautilus, mas não lembro de ter lido no end ou peamb algo sobre esse tipo de navio… saudações!!!!

giltiger

Embora testadas em 2004, a enorme necessidade do Brasil destas embarcações simplesmente inviabiliza a compra simples. Oito anos depois a G-boat (a mais simples) virou um projeto próprio nacional a LAR da MB/Engepron. E quanto a CB-90, desde a LAAD 2011 em abril, a MB vem mantendo contatos com o estaleiro construtor Dockstavarvet para uma parceria (com TOT sim senhor) para produção nacional e licença para exportação na área da américa do sul. Em outubro de 2011 a Base Naval de Val de Cães foi visitada por representantes do estaleiro sueco e agora foi feita uma visita técnica brasileira ao… Read more »

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