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Lockheed Martin Air and Missile Defense Radar (AMDR)

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A Lockheed Martin apresentou sua proposta final para a Marinha dos EUA para projetar, construir, integrar e testar o novo Air and Missile Defense Radar (AMDR) para o futuro destróier da classe DDG-51 Flight III . O radar escalável AMDR de banda S e o conjunto controlador de radar terá a sensibilidade aumentada significativamente para a detecção simultânea de longo alcance e engajamento de avançadas ameaças de mísseis anti-navio e mísseis balísticos.

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aericzz
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aericzz

ei galante, vc tá q tá hein! alta produtividade, ainda bem q saiu essa revista, rsrsrsrs. os posts e eu agradecemos! abçs, ericdolobo.

joseboscojr
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joseboscojr

Não ficou claro se esse radar é de tecnologia AESA ou se irá prescindir dos radares iluminadores SPG-62 usados no atual sistema Aegis, de operação mecânica e que reduz a quantidade de mísseis no caso de engajamento simultâneo de ameaças quando num ataque de saturação.
O radar SPY-3 que será usado no DDG-1000 e no CVN-78, de tecnologia AESA, não fará uso de antenas mecânicas para a iluminação dos mísseis Standard e ESSM.
Eu achava que o SPY-3 é que iria substituir o atual SPY-1 no Aegis.

Fernando "Nunão" De Martini
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Bosco,

Ainda que rapidamente, pelo menos dá pra ver os três grandes radares de direção de tiro no destróier mostrado em mais detalhes. Um voltado para a proa e dois voltados para a popa.

joseboscojr
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joseboscojr

Interessante que o radar MPQ-53 usado no sistema Patriot, de tecnologia PESA, contemporâneo do SPY-1 (Aegis), não utiliza radares separados para a iluminação de mísseis Patriot enquanto o sistema Aegis precisa do apoio de radares mecânicos.

joseboscojr
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joseboscojr

Nunão,
Pois é. Por isso fiquei na dúvida.
Radares AESA navais europeus já em operação não precisam de “iluminadores” ou radares de controle de tiro separados.
Tudo bem que os mísseis Aster15 e 30 não usam “iluminadores”, mas muitos irão usar o ESSM e alguns usarão o Standard, e esses ainda precisam.
Salvo engano, o APAR consegue “iluminar” 32 alvos “simultaneamente” no modo “Interrupted Continuous Wave Illumination” para mísseis ESSM e Standards, o que somado às 4 “faces” dão um total de 128 “canais” para mísseis guiados por TSARH.

Fernando "Nunão" De Martini
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Bosco, Lembrando também que a iluminação do alvo para o Standard, das versões mais recentes (aliás, acho que nem é tão recente assim), por meio de radares dedicados à direção de tiro, se dá apenas nos poucos segundos finais. Ou seja, dá pra manter diversos mísseis no ar sendo direcionados no meio do caminho pelo Aegis a seus alvos, com ao menos três alvos (conforme, é claro, a posição do mesmo em relação ao diretor de tiro, sem obstrução) sendo direcionados na brevíssima fase terminal. Creio que um APAR não consegue simultaneamente iluminar tantos alvos para os Standard na mesma… Read more »

joseboscojr
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joseboscojr

Nunão,
Se bem que a gente não pode confiar muito nesse filminho tendo em vista que no convôo do porta-aviões estão alguns A-6 estacionados, o que mesmo sendo os EA-6 seria pouco provável de estarem em algum convôo quando esse radar estiver em operação.

GUPPY
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GUPPY

“…futuro destróier da classe DDG-51 Flight III .”

É a primeira vez que leio sobre isto. Alguém sabe quais as novidades neste novo destróier, além do novo radar objeto desta matéria?

Abs

joseboscojr
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joseboscojr

Nunão,
Os Aster 15 e 30 usam no meio curso o sistema inercial atualizado via data link até a fase terminal, onde ativam seus radares. A atualização se dá pelo radar 3D próprio do navio (fixo ou giratório) e para isso não se faz necessário nenhum radar específico, mas claro, ele precisa de indicação do alvo já que não saberia para onde ir sem nenhuma ajuda. rsrss
Os únicos mísseis que usam um sistema duplo semi-ativo/ativo é o SM-6 Standard e o PAC-3.

joseboscojr
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joseboscojr

Nunão,

“Os únicos mísseis que usam um sistema duplo semi-ativo/ativo é o SM-6 Standard e o PAC-3.”

Claro que esta frase não tem nada a ver com algo que você tenha dito. Eu a fiz apenas à título de ilustração/curiosidade.

joseboscojr
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joseboscojr

Guppy,
Pelo que eu sei o programa é de longo prazo e é evolutivo com o passar dos anos, mas parece que além do radar os pontos mais “visíveis” dizem respeito à propulsão elétrica e a troca do canhão de 127 mm por um de 155 mm (AGS-L).

GUPPY
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GUPPY

Ok, Bosco.
Vou pesquisar depois.
Brigado.

Abraços

Blind Man's Bluff
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Blind Man's Bluff

Essa é claramente a resposta americana a ameaça chinesa, DF-21.

joseboscojr
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joseboscojr

Após uma olhada rápida no Google fica claro que o modo “Interrupted Continuous Wave Illumination” do APAR faz a iluminação “simultânea” de 32 alvos contando com as 4 faces combinadas e não em cada face isoladamente como havia dito antes.

daltonl
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daltonl

Guppy… receio que não haja muito a ser pesquisado, pois como o Bosco escreveu, eles ainda estão “imaginando” como será e quanto custará o tal Flight III. Se for um navio do mesmo tamanho que um Flight IIA, ou seja, um máximo de 9500 toneladas, então, será preciso sacrificar algo, os lançadores verticais de vante por exemplo, para se encontrar mais espaço para gerar mais energia para o novo radar. Simplifiquei um pouco, mas basicamente é isso, não se pode ter tudo em um casco de “apenas” 9500 toneladas. Se for um navio muito maior, terá que ser completamente redesenhado… Read more »

joseboscojr
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joseboscojr

Só pra complementar, rsrsrss. os “radares” SPG-62 dos Aegis são verdadeiramente “iluminadores”. Eles não têm nenhuma função de direção de tiro, onde subentende-se que seriam capazes de rastrear um alvo. Toda a tarefa de direção de tiro é realizada pelo SPY-1, inclusive prover o data-link para os mísseis.
O SPY-1 só não consegue “iluminar” os alvos por operar numa banda incompatível com os mísseis de orientação TSARH.

GUPPY
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GUPPY

Beleza Dalton. Agradeço o seu esclarecimento.

Abraços