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N/M ‘Pio Grande’ / PQ6696 – O mais novo navio da Marinha Mercante Brasileira

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Em primeira viagem a SSZ, demandando o cais do Saboó 2 para embarque de pás de hélices para energia eólica na tarde do  dia 18/12, o novíssimo graneleiro tipo Handy Size e bandeira brasileira “Pio Grande“, recém incorporado a Marinha Mercante nacional por ocasião de sua escala no Rio de Janeiro, quando foi transferido da bandeira liberiana para a brasileira.

Construído pelo estaleiro Tsuji Heavy Industries (Jiangsu) Co. Ltd., Zhangjiagang, Jiangsu, P.R.C., casco nr NB0025 teve início do corte de chapas para sua construção em 02 de dezembro de 2011, sua quilha batida em 23 de abril de 2012, foi lançado ao mar em 20 de agosto de 2012 e entregue em 25 de outubro de 2012 para o armador Anglo-Eastern Ship Management Ltd., Hong Kong.

Afretado a casco nu para o armador Norsulmax Navegacao S/A, Rio de Janeiro (Companhia de Navegacao Norsul, Rio de Janeiro) e fundeado na Baia de Guanabara desde sua chegada, quando ocorreram no mês de dezembro os tramites finais para transferência de tripulação e bandeira, se tornando o mais novo navio de bandeira nacional.

Para maiores detalhes, fotos e informações:

http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2012/12/nm-pio-grande-pq6696-em-primeira-vgm.html

Fotos: Rafel Ferreira Viva – 18/12/2012

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Fora de tópico (mas nem tanto).

Por onde anda o navio João Cândido, também conhecido por “Navio Suflair”, já que é o único com o casco aerado?

Também chamado de João Cândido Bacalhau (porque bacalhau na gíria do meio é sinônimo de trabalho mal-feito) já voltou ao estaleiro ou continua transportando uma carga mínima de óleo, para fingir que é operacional?

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“…teve início do corte de chapas para sua construção em 02 de dezembro de 2011”

“…quilha batida em 23 de abril de 2012”

“…foi lançado ao mar em 20 de agosto de 2012”

“…entregue em 25 de outubro de 2012 para o armador”

Agora comparem com os prazos de um construído no Brasil. Nem é bom lembrar do ‘João Cândido”.

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MO disse:
19 de dezembro de 2012 às 15:02

Então, ao contrário das más línguas – inclusive a minha – , o JC pode operar com carga máxima.

Por que então várias vezes opera com pouco mais que metade desta carga?

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Thanks, MO.

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Caro MO, Já tentei várias vezes comentar, em resposta ao seu último comentário que também é uma resposta ao meu último, isso no santosshiplovers.blogspot, na matéria deste N/M ‘Pio Grande’, mas não consigo. Acontece um bloqueio e nada mais é digitado. Talvez o problema esteja nos ajustes deste iPad que estou usando, já que outras coisas estranhas acontecem. De qualquer forma, eu gostaria de comentar o seguinte: Entendido, MO. Fiz um pré-julgamento. Acusar os navios fundeados na baía de Guanabara de poluírem com resíduos de óleo é mais fácil e, como você bem colocou, pode ser mais rentável. Só que… Read more »