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A evolução da corveta Barroso Mod ‘stealth’ em arte digital

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corveta classe barroso EVOLUTION

A Barroso “stealth” com as modificações pedidas pelos leitores do Poder Naval. Observar o nome do último navio. Clique na imagem para ampliar.

ARTE: Luiz Henrique “Jacubão”

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Gustavo
Gustavo
7 anos atrás

Fechou! Pode mandar pra Marinha!

Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
7 anos atrás

Prezado Luiz Henrique, Parabéns pelos projetos. Todos muito bem feitos. Porém, na minha opinião (que não necessariamente reflete a opinião da Marinha do Brasil) e pelo que entendi as novas corvetas da Classe Tamandaré terão desenho e capacidade muito semelhante à Barroso. A seção de proa será praticamente idêntica a da Barroso, dispondo de canhão principal com calibre 76mm. Porém não acredito em lançadores verticais para mísseis. A meia-nau receberá lançadores de torpedos e mísseis superfície-superfície. Esta seção poderá ter desenho mais furtivo como os apresentados por Vossa Senhoria. Na popa será ampliado o hangar e o covoo para operar… Read more »

Celso
Celso
7 anos atrás

Prezado Galante,
Muito oportuna sua informaçao sobre seu leitor (Marinha). Quem sabe estes Srs imaculadamente vestidos de branco saiam da penunbra e realmente tomem as redeas da escabrosa situaçao desta força q muito nos orgulha. Ai esta o real potencial de sugestoes de nossos patricios….vox populi, vox dei…..

PS; Jacubao…..nada mais para melhorar suas excelentes sugestoes, Parabens.

Sds

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
7 anos atrás

Falta uma alteração: Parar de chamar de Corveta Barroso e começar a chamar de Fragatas Barroso… hehehe

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
7 anos atrás

Srs primeiramente quero agradecer por terem criado este espaço sobre temas que, infelizmente, a grande midia mal cobre (quando cobre).
Não vejo a hora de saber como realmente ficará o projeto da nova Tamandaré.
E Jacubão, seus desenhos ficaram ótimos mesmo. Parabéns.

Milton
Milton
7 anos atrás

Caro Jacubão, parabens.
Excelentes sugestoes.
Com umas dez dessas as coisas seriam um pouquinho diferentes…
Vai ser um exercicio interessante confrontar depois os seus estudos com a configuração escolhida pela marinha.
Galante, devia manter os comentarios abertos sempre…
Att

MOSilva
MOSilva
7 anos atrás

Jacubão, o seu esboço mostra um navio ao mesmo tempo compacto e versátil. As futuras “Tamandarés” deverão ser bem parecidas. Aliás, você mesmo “cantou essa bola”.
Parbéns pela iniciativa e pelo resultado.
SDS.

G-LOC
G-LOC
7 anos atrás

O Luiz monteiro lembrou bem que tem que aumentar o hangar para acomodar o MH-16.

Corvetas não são pensadas para cenários de alta ameaça. As originais foram pensadas para escolta anti-submarino no nosso litoral. Ameaça aérea seria no máximo mísseis anti-navio e submarinos levam poucos.

Acho que o armamento tem que ser bem simples por questões de custos e ter um navio “low” para tarefas secundárias. O que está instalado lembra navios “hi”.

Lembro que inicialmente o armamento seria dois canhões de 57mm, semelhantes aos do LCS.

Anônimo
Anônimo
7 anos atrás

Agora é só esperar e conferir c/ o projeto da marinha.
Parabens pelas concepçoes artisticas das provaveis configuraçoes das Barroso(Tamandaré) G2.

Antonio
Antonio
7 anos atrás

Algo mais para comparações
A corveta Ludwigshafen am Rhein chega a Recife no dia 08/03/2013
http://moraisvinna.blogspot.com.br/2013/02/corveta-da-marinha-alema-atraca-no.html?m=1

rcardonam
7 anos atrás

RT @podernaval: A evolução da corveta Barroso Mod ‘stealth’ em arte digital: A Barroso “stealth” com as modificações ped… http://t.co

MAD DOG
MAD DOG
7 anos atrás

Excelente!!! … Parabéns!!!

Agora é só esperar!

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
7 anos atrás

Li recentemente que a MB trabalha com somente 30% de “novidades” em seus projetos (o tema era o SubNuc) e, pensando nisso, acredito que não vejamos algo tão sofisticado e furtivo neste projeto…

Rogério
Rogério
7 anos atrás

Show de bola Jacubão, nota 10.

[]s

jacubao
jacubao
7 anos atrás

Olá amigos!
Obrigado pelos elogios! Fico feliz que tenham gostado da Barroso stealth.
Fiz esses desenhos na itenção de incentivar os amigos a darem suas sugestões para fazer-mos um “desin dos amigos do blog”.
Vejo que todos gostaram e participaram com carinho desse projeto, inclusive com o aval positivo do Sr LM, que é quem entende muito bem do assunto. Quem sabe entramos novamente numa outra empreitada como essa com um outro projeto? 😉
Ao meu grande amigo Galante, obrigado pelo espaço cedido e pela sua amizade.
Enquanto isso, vamos debater e discutir a corveta “TAMANDARÉ”.

Abçs.

dalton
dalton
7 anos atrás

Jacubão… faz muito sentido o que o LM escreveu sobre não haver um VLS então como uma possivel ultima modificação talvez fosse o caso de aumentar o convoo movendo a superestrutura mais para a frente e colocando um seaRAM sobre o hangar. Seu convoo me parece ter o comprimento do de um Arleigh Burke F-IIA só que mais estreito e sei até pelas marcas de convoo que o Seahawk pousa lateralmente ou seja não segue o eixo do navio então temo que pelo convoo estar localizado onde está e não um deck mais acima como nos cruzadores ticonderoga seja necessário… Read more »

jacubao
jacubao
7 anos atrás

Dalton, se observar bem amigo, o convôo já foi aumentado para receber o sea hawk. A posição da aeronave no convôo, conforme o desenho, é de peiada e não de pouso e decolagem, tanto é que tem bastante convés a ré da mesma.
Abçs

Mauricio R.
Mauricio R.
7 anos atrás

Jacubão,

Parabéns, tá quase perfeita!!!
E eis que o Sea Hawk substituiu o Super Lynx…

Denilson
Denilson
7 anos atrás

No lugar do Vulcan pode ser avaliada a substituição pela versão naval do Pansir, já que estamos comprando a terrestre.

Dalton
Dalton
7 anos atrás

Percebi o aumento sim Jacubão, que é apenas no comprimento e não na largura o que seria impossivel. Minha dúvida é se este aumento no comprimento é suficiente para operar com total segurança em mar mais agitado um Seahawk pois no Arleigh Burke a boca é bem maior e o Seahawk pousa de maneira diferente em angulo e ainda conta com o tal do RAST que ajuda na recuperação do mesmo…mas talvez seja um requirimento da US Navy

abraços

matheus
matheus
7 anos atrás

Denilson
Concordo plenamente.

Anônimo
Anônimo
7 anos atrás

Denilson, Será que o Pantsir naval tem penetração na estrutura como o Kashtan? Se tiver não tem como. A vantagem do Phalanx é ser do tipo plug and play, bastando que haja tolerância estrutural onde ele vai ser instalado e conexões simples de energia e ao console de controle no COC. Dalton, Apenas o Phalanx, o Goalkeeper e o Sea RAM possuem radares de busca integrados e podem operar de forma autônoma. É bom por um lado mas encarece o sistema. A busca de ameaças poderia ficar por conta dos radares do próprio navio que passaria a informação para o… Read more »

marciomacedo
marciomacedo
7 anos atrás

Parabéns, Jacubão, pelos excelentes desenhos e pelo debate que provocaram. Mas não acredito em mísseis anti-aéreos nas Improved Barroso. Acho que a escolha da MB recairá sobre o Bofors MK-4, de 40 mm ou, no máximo, no Milleniun de 35mm que equipa os patrulhas oceânicos da Venezuela. Já li inclusive sobre a disposição da MB de dotar com ambos as fragatas de 6 mil toneladas. Quanto à possibilidade do Pantisir, eles podem ser disparados de navios?

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Denilson, Mas a versão naval do Pantsir penetra na estrutura, como o Kashtan? Se penetrar não tem jeito de instalar sobre o hangar. Sem falar que vai adicionar um míssil a mais no navio do Jacubão que já tem um lançado verticalmente. Dalton, Não vejo necessidade do Sea RAM e nem sei o motivo dele ter sido escolhido no Independence. Pra mim ele só cabe em navios civis, desprovidos de sistemas de combate. O Phalanx ainda é do jeito que é porque quando foi desenvolvido visava prover proteção a navios de combate que no início da década de 80 não… Read more »

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Jacubão,
Parabéns!
As duas últimas ficaram ótimas.
Uma pena que as Tamandarés não terão lançadores verticais.
Grande abraço.

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Marciomacedo, Calma lá com o andor que o santo é de barro! rsrssss Brincadeira Marcio! “ou, no máximo, no Milleniun de 35mm” Marção, o Millenium é sem dúvida o melhor sistema CIWS baseado em canhão que existe no mundo e se nossas novas corvetas ou fragatas vierem equipadas com ele podemos nos sentir abençoados. Os americanos só não o adotaram porque hoje eles confiam mais em mísseis para se protegerem dos mísseis anti-navios supersônicos russos e a defesa contra ameaças assimétricas de superfície, prioritária hoje na USN, dispensam as capacidades superiores do Millenium e podem ser muito bem cobertas pelos… Read more »

Dalton
Dalton
7 anos atrás

Oi Bosco…

Na verdade pensei no RAM o mesmo usado em varias belonaves da marinha alemã e também nos San Antonios e escrevi seaRAM.

O LM comentou lá em cima sobre a possibilidade de instalação de misseis de defesa de ponto acima do hangar…o RAM parece encaixar-se não ?

abraços

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Dalton,
Também acho que o RAM é o que melhor se encaixa já que é o único conteirável de concepção moderna e que não é uma “gambiarra” como o Mistral (Sadral, etc)
Mísseis como o Sea Wolf e Crotale N acho que nem fabricam mais.
O Sea Sparrow e o Albatroz também são de concepção antiga, além de grandes e pesados.
Ou seja, se for conteirável, sem penetração na estrutura do navio, e concebido especificamente para a defesa de ponto naval, só tem o RAM.

Um abraço.

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Saíram 2 comentários meus erradamente.
O primeiro, das 13:44 eu mandei e ele sumiu e eu achei que o tinha perdido e refiz o comentário, ás 14:00.
Peço perdão!

Denilson
Denilson
7 anos atrás

Como escrevi antes, deve ser avaliada a possibilidade, mas acho possível colocar toda a caga paga da carreta no local, ai tem que verificar se o peso vai afetar a estabilidade, o centro de gravidade etc.
Calculo que o sistema inteiro ficaria no mesmo tamanho do vulcam, mas com mais volume e peso.

Ivan
Ivan
7 anos atrás

Luiz Henrique “Jacubão”, Parabéns pela arte digital. Um verdadeiro presente para entusiastas como nós todos e uma tentação terrível, pois é impossível passar por aqui e não registrar um “pitaco”. Como o Luiz Monteiro ponderou coerentemente uma nova ‘Improved’ Barroso ‘Stealth’ teria que manter muito da atual Barroso, então as mudanças seriam em torno do que já existe. A proa dificilmente seria perfurada para um sistema de lançamento vertical, mas seria ótimo a substituição do canhão Vickers Mk-8 de 4,5 polegadas, cuja torre pesa cerca 25 toneladas, por uma arma de 3 polegadas como o Oto-Melara Mk.100 Compact que pesa… Read more »

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Vale lembrar que há rumores que até o RAM na sua versão Block 2 será lançado verticalmente. Ou seja, muito provavelmente num futuro próximo só haverá disponível mísseis sup-ar navais lançados verticalmente, com exceção do Mistral, que claramente é um míssil auxiliar baseado em um Manpads e do próprio RAM que deverá continuar a disponibilizar a opção de lançador conteirável para sua versão Block 2. A saber: Defesa de ponto: VL-Mica Sea Ceptor Umkhonto Barak RAM Block 2 (??) Defesa de área curta: ESSM Aster 15 Defesa de área: SM-2 Block III A SM-2 Block III B SM-2 Block IV… Read more »

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Também é interessante que houve uma grande extensão no alcance dos mísseis de defesa antiaérea de navios nas últimas décadas. Antes a defesa de ponto não passava de 10 km (Sea Wolf, Sea Chaparral, RAM, Crotale N, Sea Cat, etc), hoje, com os novos mísseis, passa de 15 km, chegando a 20 km (Sea Ceptor, VL Mica, RAM Block 2, Umkhonto, etc), o que é vantajoso na defesa contra mísseis supersônicos dando mais tempo para um segundo tiro se necessário. A defesa de área curta, que antes era de 15 a 20 km (Albatroz, Sea Sparrow), hoje está entre 30… Read more »

jacubao
jacubao
7 anos atrás

Ivan, meu amigo! Os armamentos e sensores da nossa corveta “Tamandaré” ficou assim: ARMAMENTOS: – 1Canhão OTO MELARA 76mm SUPER RAPID – 1 lançador VL MICA IR/RF – 2 lançadores de EXOCET MM40 Block III – 2 lançadores embutidos de torpedos A/S MK-46 ou MK-50 – 1 CIWS VULCAN PHALANX – 2 lançadores CHAFF – 4 metralhadoras calibre 12,7mm (.50) – Mísseis antinavio AGM-119 PENGUIN (SEA HAWK) – Mísseis antinavio SEA SKUA (SUPER LINX) SENSORES: – Mastro Thales I-Mast-400 – Radar 3D SMART-S MK2 – Sonar EDO Corp. 997 – CME ET/SLQ-2X DEFENSOR – 2 Sistemas FLIR (1a vante e… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
7 anos atrás

Com certeza se o Phalanx for substituído por um Mk49/RAM seria interessante a adição de dois CIGS (close in gun system), seja o de 25 seja o de 30 mm, para dar apoio ao Super Rapid no caso de ameaças assimétricas múltiplas. Lembrando que o Mk-49 deverá ser capacitado a operar o Griffin, o que irá aumentar em muito a flexibilidade do sistema, que poderá contar inclusive com uma combinação de mísseis (RAM + Griffin) no lançador. Sem falar que o próprio RAM (Block 1, HAS) tem uma alegada capacidade antisuperfície. Mantendo-se o Trinity (40 mm), o Phalanx Block 1B… Read more »

jacubao
jacubao
7 anos atrás

Esta ficando muito interessante esse debato dos amigos do blog, hehehe…
Já deu para aprender muito com vcs amigos, tanto é que lançarei, muito em breve, um novo e empolgante desafio. Quem viver verá, hehehehe…

jacubao
jacubao
7 anos atrás

Correção!!!!!! Onde se lê “debato”, leia-se “debate”.
Foi mal galera!!!

Nautilus
Nautilus
7 anos atrás

Lindos os desenhos, Jacubão.
Só acho que as Improved Barroso ou Classe Tamandaré deveriam continuar operando os Super Lynx, deixando os Sea Hawk para as Fragatas de 6 mil toneladas,

Guilherme Poggio
Reply to  Nautilus
7 anos atrás

Nautilitus,

Com cordo com você, mas acho que o convoo das “improved” Barroso devem possuir pelo menos capacidade para receber o Sea Hawk.

Isto facilitaria muito a operação conjunta e colocaria à disposição dos helicópteros do HS-1 mais opções em alto mar.

Ivan
Ivan
7 anos atrás

Jacubão, Nautilus e Poggio, Esta questão do convoo e hangar das “Improved” Barroso é importante. Uma escolta, mesmo que pequena, para operar no Oceano Atlântico precisa receber, abastecer e rearmar helicópteros ASW e, preferencialmente, hangarar o ‘danado’. Mas será que um navio com as dimensões da Barroso, como lembrei acima, teria condições de receber um SeaHawk de 10 (dez) toneladas? Lembrando que o Lynx pesa menos que 6 (seis) toneladas. Isto sem falar das dimensões. Talvez (apenas especulando) a solução passe por aumentar o convoo para receber um MH-16 Seahawk até um determinado estado do mar, porém embarcando um AH-11… Read more »

marciomacedo
marciomacedo
7 anos atrás

Grande Bosco, obrigado pelo seu oportuno esclarecimento.

eduardo.pereira1
eduardo.pereira1
7 anos atrás

Puxa ,obrigado a todos por me aumentarem gradativamente o conhecimento sobre estas maquinas da guerra atravez de seus comentarios ricos em detalhes.
Jacubao, mais uma vez parabens pela criatividade e empenho no pesquisar e montar um projeto tao minucioso e após remontar com base nas sugestoes dos companheiros do blog.

GUPPY
GUPPY
7 anos atrás

Desculpem a “loucura”, mas: teria algum problema o convoo ter os bordos dobráveis e, assim, poder ser ampliado para as laterais quando das operações com os helicópteros seahawk?

No mais, o trabalho do Jacubão ficou excelente. Parabéns!

Abraços

ci_pin_ha
ci_pin_ha
7 anos atrás

Bosco
Tem outro conteirável de concepção moderna, RIM-162D ESSM.

joseboscojr
joseboscojr
7 anos atrás

Ci-pin-ha,
O ESSM foi disponibilizado para operar no lançador conteirável Mk-29 mas com certeza, não fossem os porta-aviões americanos (e os navios de assalto), estaria em franca decadência já que nenhum escolta moderno adota esse lançador.
Os porta-aviões americanos insistem nesse lançador de maneira que só podemos supor o motivo e não adotam lançadores verticais.
Vale lembrar que o Charles De Gaulle tem lançadores verticais, assim como o Kuznetsov.
Um abraço.

daltonl
daltonl
7 anos atrás

Bosco… entre as possiveis razões pela adoção do lançador conteirável e que talvez voce concorde estão: – receio de que o ESSM ao falhar caia sobre o convoo e a US Navy tem um historico de terriveis incendios em seus NAes; – redundancia, pois ao contrario do CDG e do Kuznetsov que vc citou os escoltas da US Navy fornecem um maior grau de proteção; – possibilidade do lançador conteirável reagir mais eficientemente no caso do missil antinavio estar proximo; – prioridade para aeronaves armas e combustivel no que tange a espaço e peso; Neste ultimo aspecto parece que os… Read more »

Ivan
Ivan
7 anos atrás

Admiral Dalton,

Nem mesmo Halsey ou Spruance teriam oferecido melhor esclarecimento.

Abç.

daltonl
daltonl
7 anos atrás

Obrigado Ivan…

este Armchair Admiral agradece, mas o que será que o “nosso”
Roberto Godoy Bosco terá a dizer ??? 🙂

Guppy…

lendo agora o que vc escreveu, até que não é tanta “loucura” sua, afinal existem helipad dobraveis em iates de luxo, mas não sei se
é uma opção viavel para combatentes de superficie ao menos não até
agora.

abraços aos dois

joseboscojr
joseboscojr
7 anos atrás

Dalton, Eu fico só com a primeira opção embora ache exagerada a preocupação caso seja mesmo esse o motivo. Se o ESSM fosse lançado à frio, como o “Tor/SA-N-9” usado no Kuznetsov, poderia haver maior risco tendo em vista que o míssil é “ejetado” do lançador e só põe seu motor foguete pra funcionar quando fora do mesmo. Se o motor foguete não inflamar ele cairia no convôo. Já o ESSM/Sea Sparrow, por ser lançado pelo próprio motor foguete corre mesmo risco de falha catastrófica. Se o motor não funcionar ele simplesmente não sai do lançador. Quanto ao lançador conteirável… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
7 anos atrás

Ivan,
Vê se pode!?
O Dalton é que sabe tudo de navio e eu é que sou o Roberto Godoy?
Ta bom!
Rsrssss