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Governo inclui mais quatro projetos militares no PAC

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Prosub - Os futuros submarinos brasileiros

Por Virgínia Silveira | Para o Valor, de São José dos Campos

 

vinheta-clipping-navalO governo federal incluiu o programa de desenvolvimento da aeronave militar KC-390, sob a responsabilidade da Embraer, e dos helicópteros das Forças Armadas EC-725, a cargo da Helibras, no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A portaria foi publicada no dia 16 de abril e prevê o repasse de R$ 444,3 milhões para os helicópteros e de R$ 1,185 bilhão para o KC-390 em 2013.

Também foram incluídos no PAC o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e o Programa Nuclear da Marinha, que este ano receberão R$ 2,5 bilhões. É o segundo ano que o governo inclui projetos da indústria de defesa no PAC. Em junho de 2012, o Ministério da Defesa recebeu R$ 1,527 bilhão do PAC Equipamentos, para a compra de 4.170 caminhões, 40 carros de combate Guarani, da Iveco, e 30 veículos lançadores de mísseis Astros 2020, produzidos pela Avibras.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que a inclusão desses projetos no PAC é “uma garantia de que os programas estratégicos da Defesa serão executados e não serão afetados por contingenciamentos”. Para Walter Bartels, presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (Aiab), “o PAC garante recursos adequados e contínuos para o desenvolvimento dos programas”.

O presidente da Helibras, Eduardo Marson, disse que a decisão de incluir projetos estruturantes do setor de defesa no PAC representa avanço importante no entendimento do governo de que se trata de um segmento prioritário para o desenvolvimento econômico do país. “O KC-390 e o HX-BR, como foi denominado o programa dos helicópteros, são vistos como projetos estruturantes do setor aeronáutico porque envolvem o desenvolvimento de tecnologia estratégica e a participação da indústria nacional.”

O programa HX-BR conta hoje com 16 parceiros estratégicos na indústria brasileira e outros 39 fornecedores nacionais. O contrato de desenvolvimento e produção de 50 helicópteros para as três Forças Armadas está avaliado em € 1,89 bilhão.

Procurada pelo Valor, a Embraer informou que já havia tomado conhecimento do fato, mas que não comentaria o assunto. Em teleconferência sobre os resultados do balanço do primeiro trimestre deste ano, esta semana, o presidente da empresa, Frederico Fleury Curado, informou que o KC-390 tem receita prevista de US$ 450 milhões este ano. Os recursos estão vinculados ao contrato de desenvolvimento da aeronave para a FAB, avaliado em US$ 2 bilhões.

Segundo o Valor apurou, até meados deste ano serão iniciadas as negociações para o contrato de produção dos 28 aviões que a FAB já havia anunciado a intenção de compra no início do programa. Além do Brasil, a Embraer também espera que as primeiras vendas do KC-390 sejam efetivadas pelos países que participam do desenvolvimento da aeronave, como Argentina, Chile, Colômbia, Portugal e a República Tcheca.

FONTE: Valor Econômico via Resenha do Exército

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Emmanuel
Emmanuel
7 anos atrás

Enquanto isso em Pindorama, os velhos-novos F-5 continuam “protegendo” os céus dessa nação… (é o pombo com síndrome de gavião)

Emmanuel
Emmanuel
7 anos atrás

Dilma deveria transformar o opalão num recife artificial….assim ele teria alguma função….aproveitava e colocava os A-4 dentro pra “aproveitar a viagem”….

MO
MO
Reply to  Emmanuel
7 anos atrás

er .. presidente decide destinação de navio ? caraio .. hehehhe

emerson
emerson
7 anos atrás

Olá a todos, É interessante notar que todos os programas militares em andamento (ProSub, caminhões, Astros, KC390, helicópteros, etc) existiu a preocupação de gerar emprego em território nacional. O ProSub foi além porque envolveu a construção de uma nova base de submarinos e um estaleiro exclusivo. Sem entrar no mérito de prioridades, sobre qual programa seria mais importante ou estratégico, gostaria de saber existe algum programa focando o desenvolvimento do aço para os cascos dos submarinos ou se ele será importado. Imagino que a nacionalização deste tipo de aço especial teria grande impacto na construção de plataformas e equipamentos para… Read more »

Emmanuel
Emmanuel
7 anos atrás

MO….como leigo (e bota leigo nisso), acredito q não, mas seria algo q a “cumpanhera” poderia fazer pela MB…

Navegador
Navegador
7 anos atrás

MO, sabe tudo….
A PR é a cmte em chefe das FA’s. Em TESE, ela pode sim definir destinação de navio… Como esse é um assunto normalmente de pouca relevância, não vai perder tempo com isso.
Ou vc acha que a venda (ou doação, sei lá)das nossas sucatas pra Namibia não passou pelo molusco?

MO
MO
Reply to  Navegador
7 anos atrás

olha sinceramente, duvido que algum PE ou Pa mande um navio pra sucata por conta … (Aqui, claro), quanto a doação pra Namibia deveria (Cv Purus), mas particularmente nao creio … no mais risos, que nada to mais desatualizado and desinformado que o lula, hoje em dia nao sei de nada, nao vi nada … heheheh

Cicero
Cicero
7 anos atrás

Emerson, que excelente pergunta a sua. Afinal o produto final pode ser um navio, submarino, avião ou carro de combate. Mas será que temos capacidade industrial para confecconar estas ligas metálicas? Qual das nossas companhias tem esta capacidade? CSN? Usiminas? Existe alguma universidade associada a estes projetos?

Jean
Jean
7 anos atrás

Mais dinheiro pra colocar nas kombis que voam com restrições.

justin oliveira
7 anos atrás

Alguém sabe me dizer se os 4 subs que serão construídos podem ser convertidos p/ uma versão nuclear ? Ouvi alguém dizer que sim , pois como são feitos de forma modular bastaria substituir o modulo onde fica os motores e colocar um c/ um reator nuclear .Desde já agradeço .

Felipe
Felipe
7 anos atrás

“O contrato de desenvolvimento e produção de 50 helicópteros para as três Forças Armadas está avaliado em € 1,89 bilhão.”

Só rindo mesmo do governo que faz contrato de 50 EC-725 que não pode voar sobre o mar.

Fora isso, com esse preço (superfaturado), pode-se comprar quantos gripen ou rafale’s?

emerson
emerson
7 anos atrás

Olá Cícero. Obrigado pela atenção. Se não me engando, a USIMINAS tinha uma linha de aços especiais na década de 80, antes dos processos de privatização, enquanto que a CSN, Tubarão e COSIPA produziam aços para construção civil, perfilados e para o setor automobilístico. Hoje, não sei. Inclusive, é interessante lembrar que a produção de trilhos foi encerrada no Brasil na década de 90 e ainda não foi retomada. A produção das seções do casco serão fabricadas perto da nova base e pelo que sei, a unidade de fabricação das seções dos submarinos já está pronta. Mas não consegui encontrar… Read more »

colombelli
colombelli
7 anos atrás

Até onde sei, o unico programa atual para desenvolvimento de aço especial ( existem mais de 3000 tipos) pra fim militar esta sendo levado a efeito em vista do Guarani. A priori, o programa do sub nuclear envolve a manufatura das peças, mas não do aço em si, que terá de ser importado. Sem entrar no mérito dos programas, os quais tem aspectos que eu ( e não o único) reputo qustionáveis (vários alias), pelo menos se tem a certeza de que não irão parar. Podiam ser melhores, mas antes algo do que nada.

Marcos
Marcos
7 anos atrás

O contrato com os franceses foi tão mal feito que ninguém sabe de nada. O pessoal tá preocupado com o aço, mas já tem gente na Marinha se preocupado se os franceses vão transferir tecnologia para a solda. Lembrando que o aço utilizado no convencional e no nuclear são diferentes. Na minha humilde opinião isso dai vai virar outra Foguetobras, um troço que até agora só mandou foi nosso dinheiro para o espaço. Meu apelido carinhoso para o SubNu é “Moby Dick”, o grande ELEFANTE BRANCO das profundezas abissais. A preocupação com os “amigos” franceses é legitima, já que no… Read more »

Paulo Costa
Paulo Costa
7 anos atrás

No Brasil temos a Usiminas que fabrica chapas especiais para
navios,ou o Guarani,Acesita(aços especiais de Itabira),fabrica inox,e etc,
CSN ,fabricava trilhos,cessou devido a falta de escala,
a Aços especiais Anhanguera,SP,e Aços especiais Piratini,no RG do Sul.No CTA/ITA em SJ dos Campos se fabricavam ligas especiais
para foguetes e aeronautica.De um modo geral os aços especiais
são bem mais caros ,e os que tem escala no pais tem produção local.
Por ex uma fabrica no pais de tubos sem costura,pode mediante
entendimentos ,destinar a produção de um dia para tubos para
morteiros,depende da industria de defesa do país..

emerson
emerson
7 anos atrás

Olá Colombelli, A notícia sobre o aço balístico para o Guarani é muito boa. Saberia dizer qual siderurgica e universidades estão envolvidos? Sobre a solda dos Scorpenes, acho que a situação será mais tranquila a partir do início da escola de solda dentro da unidade de estuturas metálicas. Se considerarmos que a execução dos quatro Scorpenes depende das etapas de solda, todo o programa seria inviabilizado se não houver o treinamento de soldadores no Brasil, e que acarretaria em prejuízo para a DCNS inclusive para disputar o ProSuper. Não há ganho nenhum em prejudicar a transferência de knowhow das soldas… Read more »

marc
7 anos atrás

Parece que estão nos plano do PAC ainda a compra de:

120 chupetas;
5 lambretas na cor azul claro;
15 capas de chuva modelo amarelinha;
13 bamboles;
7 guarda sois modelo vermelhinho;
8 patins com luzinha atras;

Para acreditar, so falta acrescentar estas informações….
rsrsrsrrrr….

Jeca Tatu
Jeca Tatu
7 anos atrás

Só existem dois tipos de navios: submarinos e alvos! Em todos os blogs de defesa que frequento e frequentei por ai. Em todos os blogs de defesa estrangeiros que passei, todos sempre foram unanimes e radicais em um ponto! O submarino nuclear É o aparato naval belico mais mortal, estratégico e eficaz que uma marinha pode ter! Que É 1 dos aparatos belicos mais sonhados e almejados por qualquer força armada! Mas é só aqui! É só aqui! É só aqui que são contra o desenvolvimento disto! É só aqui que inventam falacias de todas as especies para o não… Read more »

Jeca Tatu
Jeca Tatu
7 anos atrás

E eu deixo aqui os meus parabens a Marinha deste pais! Pois é a unica força competente e comprometida com os interesses do pais atualmente! é a unica que não fica desfilando de nariz empinado e de sapatinho alto !! é a unica que não fica com birras e picuinhas!! é a unica que não fica com nhem nhem nhem e mim mi mi!! é a unica que não fica soltando dossiê pra sabota as coisas pretendidas no pais!! é a unica comprometida atualmete com os interesses do pais e não com interesses de partido/ideologia “x” e “y”! SÓ A… Read more »

Paulo Costa
Paulo Costa
7 anos atrás

http://www.mar.mil.br/hotsites/sala_imprensa/arquivos…a…/carta_spn7.pdf

No site da MB acima tem um pdf explicativo sobre as chapas do submarino convencional escorpene.
A MB tem no AMRJ,um equipamento que corta o casco do submarino Tupi,para troca de baterias e etc,e depois solda,não sei se serve no escorpene.A tecnologia de solda de casco,a solda é o lugar mais fragil
do casco,é derivada do mesmo sistema que solda o vaso do reator nuclear,dai o acordo com a Alemanha de comprar uma usina nuclear
e os subs Tupi MB.

Corsario137
Corsario137
7 anos atrás

Longe de mim querer me meter na administração do espaço porém fica a pergunta:

Aqui os comentários não são apenas para aqueles que compram ou assinam a revista, salvo ocasiões especiais como notícias de enorme repercussão? Porque no Aéreo é de um jeito e no Naval de outro?

Grato.

emerson
emerson
7 anos atrás

Olá Paulo.

Obrigado pelo link ao documento da Marinha sobre o aço que será usado no Scorpene. É interessante saber que ele será mesmo importado da França, mas que as USIMINAS teria capacidade tecnológica para desenvolve-lo, se fosse economicamente viável.

Parece um projeto de pesquisa muito legal para ser feito…..

Contudo, não consegui encontrar nada sobre o aço HTL 80, mas segunda-feira irei procurar um amigo no laboratório de metalurgia para indagar sobre esse tipo de material.

Se o blog estiver fechado, enviarei a um Editor como sugestão de um post, ok?

Hudson
Hudson
7 anos atrás

Aos pouco as nossas FA’s estão se estruturando. Não adiante só poder de combate, temos que ter aviões de transporte. Parabéns aos militares.

Cicero
Cicero
7 anos atrás

Basta lembrar que parte da ferrovia Norte-Sul (aproximadamente 800 km) foi feita com trilhos importados da China. O que me chamou a atenção quando li esta reportagem não foi o fato da qualidade (péssima) dos trilhos, mas qual seria a origem do casco dos nossos Scorpenes. Vamos torcer que a Usiminas possa fazer parte deste projeto e as nossas universidades.

Abraços

Almeida
Almeida
7 anos atrás

Apenas mas uma maracutaia/maquiagem do Governo Federal pra esconder os problemas na economia, especialmente nos investimentos públicos. Tá faltando dinheiro pro PAC e por isso enfiaram esses programas do Ministério da Defesa, que já estavam com as verbas providenciadas, dentro dele, mantendo-se assim o total dos “investimentos” sem no entanto investir mais.

Ribeiro
Ribeiro
7 anos atrás

Boa noite concordo certamente com o amigo denominado Jeca tatu, pois é bem claro que países que conseguem desenvolver retores atômicos são contados nos dedos de uma mão. Apesar de estar desenvolvendo um submersível movido a energia nuclear a Índia em hipótese nenhuma chegará a tanto; usará de tratados com os russos para tudo que exigir algo desta monta que é evidente não esta a seu alcance. Todavia nós sabemos da capacidade industrial e tecnológica da MB e parabenizamos esta força por tal ímpeto e idealismo que mesmo diante de recursos escassos e todos os problemas oriundos de tais projetos… Read more »

Rafael
Rafael
7 anos atrás

Entraçado como todo mundo aqui é capacitado pra dar pitado em engenharia naval e reatores nucleares né? Mesmo o pessoal aqui falando em colisões de eletrons pra se referir a reações nucleares, todo mundo acha que é apto a criticar…. Nego não sabe nem o que é matemática vetorial e fica na internet falando besteira técnica pq le alguma coisa numa revista internacional de algum repórter que sabe menos ainda… Só rindo Só entendem muito é de fazer melindres e beicinhos na internet … Com Brevê de curso de piloto…. É fail por cima de fail… Rata por cima de… Read more »

Rafael
Rafael
7 anos atrás

E outra: tão achando ruim a marinha ter um submarino nuclear? Então vão reclamar com a militalhada que gastaram tubos e tubos de dinheiro publico e até hoje só conseguiram fazer uma maquete

Foi a militalhada que perturbou por um submarino nuclear

Se o governo atende o desejo desses macacos de farda, vcs reclamam… Se o governo não atende, reclamam do mesmo jeito

Só rindo mesmo!

Rafael
Rafael
7 anos atrás

“É só aqui que estas coisas acontecem! É só aqui que eu vejo essas coisas! E tudo isto porque?! Porque o programa PROSUB esta sendo tocado por um governo das “isquerdas”, porque esta sendo feito pelus “cumunistas” feios, maus e cumedores de criançinhas! É um absurdo que por questões politico-ideologicas aqui neste pais se chegue ao ponto de se sabotar a defesa e segurança da propria nação!” É isso mesmo jeca tatu… A única frustração dessa gente é pq,o PROSUB esta sendo conduzido pelo governo DASIZQUERDAS FEIAS E BOBAS E COMUNISTAS E COMEDORAS DE CLIANCINHAS…. Fazem questão de botar defeito… Read more »

Ribeiro
Ribeiro
7 anos atrás

Eu não consigo entender sequer uma palavra destas pessoas que se intitulam (BRASILEIROS ) e vem postar algo que a gente sente o fedor político em cada ´silaba. Agora vejamos que apesar de escreverem um português de relevante intendimento ;é de qualidade duvidosa. Se não gosta do PT ou qualquer outro partido não fale nele, existe um ditado que diz : “Falem mal ou falem bem mas falem de mim” é bem político Poste algo sobre o assunto que segue acima não sendo pessimista tentando em vão passar esse pensamento aos outros leitores que virão após .Lembrando enfim que se… Read more »

Rafael
Rafael
7 anos atrás

Rafael disse: 3 de maio de 2013 às 23:49 “É só aqui que estas coisas acontecem! É só aqui que eu vejo essas coisas! E tudo isto porque?! Porque o programa PROSUB esta sendo tocado por um governo das “isquerdas”, porque esta sendo feito pelus “cumunistas” feios, maus e cumedores de criançinhas! É um absurdo que por questões politico-ideologicas aqui neste pais se chegue ao ponto de se sabotar a defesa e segurança da propria nação!” É isso mesmo jeca tatu… A única frustração dessa gente é pq o PROSUB esta sendo conduzido pelo governo DASIZQUERDAS FEIAS E BOBAS E… Read more »

navegador
navegador
7 anos atrás

Creio que o aco dos cascos seja importado….A villares chegou a fazer o aco para o vls, mas depois parou. Nao sei dee onde vem o aco dele, ou se usam estoques

emerson
emerson
7 anos atrás

Caro Paulo.

Encontrei referências de um aço de alta resistência para uso militar HY 80, mas nada sobre o HTL 80. Aliás, o HY 80 é usado pela marinha americana para seus submarinos.

o resto fica para segunda-feira

emerson
emerson
7 anos atrás

Caro Navegador, O Paulo indicou um link para um documento da marinha onde é colocado explicitamente que o aço para os Scorpenes será importado da França, a despeito da capacidade da Usiminas forja-lo. Pelo que entendi, o investimento para produzi-lo seria muito alto considerando a quantidade que será usada. Contudo, há menção do padrão HTL80, mas não consegui achar nenhuma referência de estudos sobre ele, mas encontrei uma centena de trabalhos sobre o HY80 usado pela USNavy em seus submarinos. Parece que seria um post interessante essa questão do aço naval… se tiver fôlego, enviarei algo para o Editor do… Read more »

Ribeiro
Ribeiro
7 anos atrás

Parabéns ao Poder Naval as postagens sempre publicadas com o respeito e conhecimento técnico dado a cada post ( matéria) .Venho acompanhado como leitor e interessado em seus assuntos. Obrigado Galante e sseus respectivos seguidores ……. Abs.

Ribeiro
Ribeiro
7 anos atrás

O Galante poderia me dizer se os tratados de reator Multipropósito que o Brasil Fez com Argentina ,tem algo a ver com MB e projetos da força? O Pró-sub e toda a gama de fontes que venham a acompanhar o Reequipamento da MB com seus meios devem no entanto ser totalmente com tecnologias nacionais para que não fiquemos na mão quando se precisar destes “sócios” em data futura, diria literalmente a “ver navios”. Dissuasão é ter tecnologia que possa mostrar a capacidade tecnológica em material de defesa que um país tem, independente de A ou B em momento de decisões… Read more »

Thiago
Thiago
7 anos atrás

Tem uma coisa que não entendi até agora, vai ter aqueles tubos de misseis verticais ou não? Porque hora aparece um desenho com eles ai depois aparece sem eles, daqui a pouco aparecem eles na diagonal e eu não vou me assustar…

Zorann
7 anos atrás

Olá a todos! Quanto ao aço especial: vi (não me lembro onde) que a Gerdal estaria planejando a produção do aço com as especificações necessárias aos submarinos que serão montados aqui. Quanto a transferencia de tecnologia, acredito que a mesma se dará sem problemas.Tecnicos brasileiros já estão na França acompanhando e participando da construção do 1° submarino. A questão é se vamos usar a tecnologia que está sendo comprada. Estamos pagando por 4 submarinos Scorpene, o preço de 14 IKL com AIP novinhos de fábrica!!! Eu particularmente duvido que construiremos unidades adicionais ou que venhamos a criar um projeto nacional… Read more »

Renato
Renato
7 anos atrás

Olá,

Gostei dessa discussão sobre o aço a ser utilizado nos sub’s. De fato, a escala é quem manda… tristeza me deu foi saber que os trilhos da Norte-sul ( da FIOL deve ter sido tb) foram made in China. Bom, fico na torcida para que o financiamento da MB junto ao BNDES dê certo, ainda este ano.

Quanto aos comentários políticos, ignorem. Já se sabe de onde vem o cheiro – e o da esquerda é tão ruim quanto o cheiro da ideologia da direita. Fui

emerson
emerson
7 anos atrás

Caro Zorann. O valor do contrato não é apenas a compra de 4 Scorpenes. Se fosse uma compra simples de quatro submarinos, o valor seria bem menor, como fui a compra dos Oberon na década de 70. O valor do ProSub envolve a construção de uma nova base de submarinos em Itaguaí. É interessante ver o local no GoogleMaps. Além da base, também há a unidade industrial onde serão feitas as seções dos submarinos que será montado no novo estaleiro. Por fim, também há a questão do casco para SubNuc O Scorpene custa cerca de 450 milhões de dolares, enquanto… Read more »

Almeida
Almeida
7 anos atrás

Só atualizando alguns recém chegados e desavisados, tem gente aqui com doutorado pela COPPE e MIT, fora os muitos oficiais militares das três forças, alguns do ITA e IME.

Ninguém aqui sabe tudo, mas claramente o nível dos comentaristas destes blogs é muito mais alto que o normal por aí afora… quando os comentários estão fechados, claro.

emerson
emerson
7 anos atrás

Caro Almeida,

Muito bem colada a questão sobre a excelência de muitos que frequentam o blog. Outra coisa que muito me impressiona é a participação de muitos jovens que usam o blog para se informarem sobre defesa.

Talvez a maior dificuldade, pelo menos para mim, é calibrar para que todos participem.

Mas faço minhas as suas palavras sobre o nível técnico dos comentários .

Aurélio
Aurélio
7 anos atrás

Os franceses, usam o aço HY 80 em seus submarinos classe Scorpène.
Os alemães usam o aço HY 100 , nos submarinos tipo U-214 .
O HY 100 , permite merguhos a mais de 400m de profundidade. Já o HY 80 , é menos resistente que o HY 100. Pelo que tenho lido, nossos submarinos S-Br e SNBr , usarão o mesmo tipo de aço.

Aurélio
Aurélio
7 anos atrás

onde se lê :” merguhos “, leia-se : ” mergulhos “

L.D.K.
7 anos atrás

Olá a todos!
Estes projetos no desenho à cima são projetos de qual origem, alemã, francesa, inglesa?
Se algum dos senhores souber a origem e de qual modelo derivam eu agradeço desde já qualquer resposta que me dê uma luz!

Aurélio
Aurélio
7 anos atrás

Justin / Galante . Acredito que os primeiros quatro submarinos S-Br poderão ser nuclearizados, pois possuem pràticamente as mesmas dimensões dos submarinos nucleares franceses classe Rubis/ Améthyste. Teremos que modificar apenas nosso reator nuclear. Compare as especificações no link abaixo :

http://www.naval.com.br/blog/2008/12/20/rubisamethyste-as-pedras-preciosas-francesas/#axzz2SMPAV3ub

Subnauta
Subnauta
7 anos atrás

Prezados, com relação aos submarinos, não há como substituir a seção da propulsão de um SBR convencional por uma nuclear. Primeiro pelo diâmetro do casco, que no nuclear é muito maior que do convencional, mas também por motivos de estabilidade estática e dinâmica, além de posicionamento do centro de gravidade e de carene, que são essências para o desempenho do submarino na superfície e mergulhado. Além disto, a propulsão nuclear exige diversas outras modificações no meio para que ele funcione corretamente. O aço utilizado no submarino convencional pode ser o mesmo do nuclear (HY 100 ou HLES 80). Isto depende… Read more »

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Eu não sei o que é matemática vetorial mas sei que o nosso país não deveria gastar os tufos com um submarino nuclear se mal dá conta da marinha acanhada que tem. Idem para o porta-aviões (ou NAe, se preferirem). Tivéssemos 3 x mais submarinos convencionais e um navio de funções múltiplas (porta-helicóptero de convés corrido) estaríamos muito melhor do que estamos e aí sim poderíamos pensar em operar submarinos nucleares e porta-aviões. No caso, estamos achando a solução para um problema que não temos, que não detectamos. É a mais pura demonstração de falta de planejamento do país a… Read more »

aldoghisolfi
aldoghisolfi
7 anos atrás

Boa noite.

No corte dos submarinos, lá em cima, o Scorpène não mostra o paiol dos mísseis (Exocet?). Aonde se localizam os lançadores?

Será possível a viabilidade do Aurélio? Apenas reduzindo o reator? Isso seria fantástico!

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Pra complementar, acho que projetos da magnitude de submarinos nucleares, lançadores de satélites, armas nucleares, mísseis ICBMs, porta-aviões, etc, são projetos de Estado e deveriam ser discutidos com a população fazendo parte dos planos de governo de futuros candidatos aos cargos públicos.
Não me lembro do Lula ou da Dilma, ou de quem quer que seja ter comentado que iriam construir uma frota de submarinos nucleares antes das eleições, assim como o FHC não disse que iria comprar o São Paulo e tentar fazer ele operar.

Bosco
Bosco
7 anos atrás

Aldo,
Mísseis anti-navios ocidentais em geral são lançados via tubos de torpedo mesmo.
No caso dos lançadores verticais do subnuc são mísseis hipotéticos, que devem ser mísseis de cruzeiro contra alvos em terra.
Não se sabe de nenhum míssil de cruzeiro que esteja sendo previsto para ele e os lançadores estão lá ninguém sabe pra quê.

L.D.K.
7 anos atrás

Muito obrigado Aurelio, pois mesmo não sendo uma resposta direcionada a mim, ajudou-me a esclarecer minha duvida, obrigado!