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‘Desafio Poder Naval’ 48

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MHenrique
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MHenrique

Seacat e Seawolf

Flávio
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Flávio

É, não fui rápido o suficiente. rsrs

sds

Wesley
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Wesley

Misseis antiaéreos de curto alcance, o com asas amarelas é o seacat (ou quando usado em bateria terrestre chamado de tigercat), mais moderno, o abaixo é o Seawolf, duas gerações de Misseis AAe Ingleses .

Soyuz
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Soyuz

Respectivamente o pior e o melhor míssil naval de defesa de ponto em seus tempos. rs

Flávio
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Flávio

O seacat, é um missil anti-aereo de a primeira geração certo? Pelo que sei era bem difícil conseguir um acerto com ele pois ele era guiado manualmente pelo artilheiro que seguia o missil observando um flare na tubeira deste então havia a necessidade de muito treinamento. Já li que durante a guerra das Malvinas/ Falklands ocorreu um acerto de um seacat. Essa informação é verdadeira? Qual foi o avião atingido? sds.

Júlio Cezar
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Júlio Cezar

SEACAT & SEAWOLF

colombelli
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colombelli

Não tenho certeza, mas os argentinos tb tinham uma bateria tigercat em terra em Stanley, pelo que vi em um documentário.

Flávio
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Flávio

Galante disse:
5 de maio de 2013 às 14:05

Obrigado pelas informações.
Com meu inglês, ” the book is on the table”, rsrsrs deu pra perceber que apesar de não ser lá uma “brastemp” o seacat viu bastante ação.

sds.

Nelson Lima
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Nelson Lima

Havia um projeto de modernização do seacat chamado Crossbow 70. Foi oferecido à MB!

Thiago
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Thiago

Nunca entendi porque os Argentinhos mandaram pras Malvinas essa bateria de Tigercat, que acabou sendo totalmente inefiente. E só mandaram um lançador de Roland, que acabou abatendo um Harrier alem de preocupar bastante os ingleses. Sendo que eles tinham 4 rolands, se não me engano. Será que os outros estavam inoperantes, ou foram deixados pra tras com a ideia de proteger as bases aereas no continente? De todo modo me parece a decisão errada. Na guerra ou vc não entra ou vai all in. 4 rolands nas Mavinas teria complicado bem mais o aereo aproximado ingles.

Dalton
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Dalton

Thiago…

um dos 5 SE Super Etendards foi canibalizado para manter os outros 4
isso sendo apenas um exemplo de que não se pode contar com tudo o que se tem e os argentinos literalmente estavam “tirando leite de pedra”.

Sorte deles que o Chile não se aproveitou nem tinha interesse em tirar partido da fraqueza dos argentinos não só durante o conflito mas também depois devido às grandes perdas sustentadas…75 aeronaves de asa fixa, 25 helicopteros e muitas outras danificadas.

abs

Thiago
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Thiago

Pois é Dalton, eu entendo essa preocupação com o Chile e as dificulades operacionais, mas mesmo assim vários erros táticos forma cometidos. Se eles relamente julgavam possível um “segundo front’ com o Chile, então a invasão das Malvinas era inviável , mesmo no melhor cenário. O problema é que o argentinos puseram em andamento um plano estratégico arriscadíssimo, mas ai não se comprometarm por inteiro com ele. Não é só no caso dos Rolands não, é em outros detalhes, como no comprometindo de tropas de elite por exemplo. Uma vez q o país decidiu pela invasão, TODAS as melhores tropas… Read more »

Dalton
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Dalton

Sim Thiago…houve incompetencia também, mas aí não se pode pegar muito pesado com os argentinos pois a Historia militar está cheia de incompetencias e subestimativas de potenciais adversários, afinal,
militares são humanos e fáliveis, e é sempre fácil apontar o que devia ter sido feito depois da batalha.

Mas há também um detalhe que julgo importante salientar que o governo argentino estava sob forte pressão interna e externa e talvez não tivesse outra oportunidade se esperasse mais.

O plano argentino como costumo dizer sem ironia foi perfeito e se não fossem tantas variaveis, poderia até ter funcionado.

abs